FOTOS: Homem arrecada R$ 117 mil em vaquinha e constrói casa em Rondônia para doadora que salvou sua vida

Foto: Arquivo pessoal

Há 5 meses, o Caldeirão do Huck contou a história de gratidão entre Gabriel Massote e Elza Boaro. O advogado de Uberlândia, em Minas Gerais, foi diagnosticado com leucemia – um tipo de câncer que ataca as células sanguíneas do corpo. A partir daí, Gabriel precisou entrar na lista de espera para conseguir um transplante de medula óssea. Foi então que o mineiro encontrou uma pessoa que fosse 100% compatível com ele: a Elza! Ela topou fazer a doação de medula óssea e, depois disso, passou a ser considerada como um membro da família Massote.

Gabriel e Elza durante participação no ‘The Wall’ — Foto: TV Globo

E o que aconteceu, então? Gabriel participou do The Wall ao lado da esposa, Ana Gabriela, e disse que doaria o valor do que ganhasse para Elza conseguir realizar dois sonhos: se casar e montar a casa própria. No desafio contra a parede, a dupla saiu zerada! Sensibilizado com a situação, o Caldeirão do Huck bancou um casamento para a doadora de medula óssea. E Gabriel foi além! Graças às doações de 465 voluntários, ele arrecadou o dinheiro necessário e comprou uma casa para Elza em Ji-Paraná, em Rondônia.

“Quando a gente verificou que o nosso rendimento (no The Wall) não foi o esperado, a gente decidiu criar uma vaquinha online para poder acudir também o outro sonho da Elza. No programa, criamos muitas expectativas em relação a poder dar uma melhor condição de vida para a Elza e a família”, lembra Gabriel.

“E como a história mexeu com tantas pessoas, decidimos criar essa vaquinha. Foi uma campanha de pouco mais de 90 dias, em que 465 brasileiros se uniram nessa missão de dar a ela algo que, para ela, era muito caro, que era ter um lar. A Elza já morou à beira de rodovia. Agora, ela fala para mim: ‘Gabriel, hoje eu moro em uma mansão'”, conta.

Além disso, Gabriel ajudou a reformar o imóvel, e ainda montou um salão de beleza no fundo da casa de Elza para que ela pudesse ter uma renda extra. O advogado ainda descolou um curso de manicure para a doadora, e também conseguiu pagar um tratamento dentário para ela. Neste sábado, 19/10, eles inauguraram a casa nova de Elza, e registraram cada momento – da reforma à entrega – para o Gshow. Confira, no vídeo acima, a doadora e o advogado mostrando o imóvel por dentro e por fora!

“Com o valor adquirido (R$ 117.161,09), compramos a casa da Elza, construímos um salão de beleza para que ela tenha sua própria renda e fizemos a reforma. Com o valor restante, investiremos em capacitação profissional e insumos para o novo negócio da família. Através de parceiros e amigos, conseguimos um tratamento dentário completo para ela”, relata Gabriel.

“Ela, o marido, os filhos e a comunidade se empenharam em fazer a reforma da casa. Foi muito lindo vê-los cuidando daquilo que, a partir de hoje, é deles. Viajei achando que ia entregar uma casa e, quando cheguei lá, encontrei um lar recheado de Deus, carinho afeto e cuidado. Através da história da Elza, eu, como ser humano, aprendi muito mais do que em qualquer universidade”, explica.

Ele completou com uma frase que demonstra sua gratidão pela atitude da mulher que salvou sua vida:

“A vida sem solidariedade não é uma vida plena.”

Confira as fotos da nova casa de Elza aqui em matéria na íntegra.

Globo

FOTOS: Vaquinha para homem que ajudou idosa de 86 anos com “ponte” durante temporal no RJ arrecada quase R$ 100 mil; guardador desmente comentários maldosos e diz que senhora agradeceu gentileza e ainda deu ajuda em dinheiro

Fotos: Marcos Serra Lima/G1

A vaquinha online feita para ajudar Varlei Rocha Alves, guardador de carros que ajudou uma senhora atravessar a enchente, já ultrapassou o dobro da meta em menos de 24 horas. A campanha tinha como objetivo arrecadar R$ 40 mil para ajudar Capoeira, como é conhecido, a comprar uma casa e auxiliar nos estudos do filho, Darlei, de 10 anos.

Com o dinheiro arrecadado, além do objetivo de ter a própria casa, Capoeira sonha em aprender a ler e escrever e dar uma festa para o filho, que fez aniversário em fevereiro. Até o momento, mais de 1.600 pessoas fizeram doações e a arrecadação online está perto de chegar aos R$ 100 mil.

O gesto de solidariedade do guardador de carros, que se espalhou nas redes sociais, chamou atenção para a história de Capoeira. Morador da Pavuna, na Zona Norte do Rio de Janeiro, ele trabalha como guardador de carros na Rua Viveiros de Castro há 20 anos. No dia do temporal, Capoeira dormiu na chuva, assim como em outros dias em que não tem o dinheiro de voltar para casa.

Após a polêmica criada pelo vídeo, onde internautas criticaram a senhora ajudada por Capoeira no vídeo por não ter agradecido, Anúzia Corrêa, de 86 anos, retornou ao local para agradecer falar com o guardador . O ambulante contou que recebeu R$ 4 da moradora para ajudá-la a passar pela rua sem molhar os pés.

IDOSA AGRADECEU, SIM

O guardador reencontrou a idosa na tarde dessa quarta-feira (10) e saiu em defesa dela, ressaltando que, embora não apareça no vídeo, ela agradeceu, sim, o gesto e também deu uma “caixinha” (uma contribuição em dinheiro).

“Ele foi muito gentil. É difícil encontrar pessoas assim.”

Idosa, inclusive, ainda reencontrou com o homem no dia seguinte e voltou a agradecer.

Sobre a ponte

“Tava chovendo bastante. Muitas pessoas estavam precisando de ajuda. Como eram muitas pessoas, a minha ideia foi criar uma ‘ponte criativa’ pra qualquer um passar, pra ajudar qualquer um, homem, mulher, criança”, explicou Capoeira.

Com informações do G1 e O Globo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Bruno disse:

    Lula livre

  2. RCMelo disse:

    EM UM PAÍS DE DESONESTO , ESSE HOMEM DEVERIA GANHAR 200 MIL.
    ELE ESTÁ DE PARABÉNS!!!

Passageiros são obrigados a fazer 'vaquinha' para pagar combustível de avião

A BBC noticia uma situação inusitada. Passageiros de uma companhia aérea da Áustria disseram que foram obrigados a pagar pelo combustível necessário para completar um voo entre a Índia e a Grã-Bretanha.

A companhia Comtel Air afirmou que vai investigar a alegação de que teria sido pedido 20 mil libras (quase R$ 56 mil) para cobrir os custos do combustível do voo entre Amritsar, na Índia, e a Grã-Bretanha, quando o avião fez a escala em Viena, para reabastecimento.

“Fiquei sabendo o que aconteceu. Não deveria ter acontecido e vou investigar a razão. As pessoas que tiveram que pagar vão receber o reembolso”, afirmou Bhunpinder Kandra, diretor de serviços para passageiros da Comtel Air.

Além desta denúncia, outros passageiros ficaram na Índia depois do cancelamento de alguns voos.

Mais investigações

A Comtel Air introduziu uma série de voos mais baratos em outubro, saindo de Birmingham para Amritsar, na região do Punjab, Índia, com escala em Viena.

A operadora do aeroporto da cidade de Birmingham, que já havia declarado que a companhia estava operando com sucesso a rota par Amritsar, agora afirmou que abriu uma investigação para apurar as denúncias recentes.

Reena Rindi estava no voo com a filha de dois anos de idade e contou ao canal de televisão britânico Channel 4 que ficou três dias parada devido à confusão.

“Queríamos ir para casa. Ficamos presos por cerca de três ou quatro dias. Quem iria nos levar para casa?”

Rindi contou que os passageiros concordaram em pagar para a companhia aérea para conseguir voltar para Birmingham.

“Quem não tinha o dinheiro, era obrigado a sair do aeroporto, um por um, para conseguir o dinheiro em Viena”, disse.

“Tivemos que pagar 150 euros (quase R$ 360) ontem à noite em Viena para voltar para Birmingham e então eles não iriam nos levar de volta para Birmingham. Então, tivemos que pagar para voltar”, disse uma passageira à BBC.

Outros passageiros relataram que familiares ainda estão presos em Amritsar desde domingo, sem informações sobre o que está acontecendo com a companhia aérea.

Bhunpinder Kandra, da Comtel Air, afirmou que espera que a situação seja resolvida “até o final da semana” e que um voo vai ser disponibilizado, saindo de Amritsar para a Grã-Bretanha na sexta-feira.

A confusão se estendeu a uma agência de viagens em Smethwick, na região de West Midlands, na Inglaterra. Os passageiros disseram à BBC que não sabiam se o voo agendado pela Takhar Travel iria decolar.

Cerca de 30 passageiros, que passaram pelo problema em Viena junto com familiares de pessoas que ainda estão presas em Amritsar, foram até a agência de viagens na quarta-feira, mas o gerente não foi encontrado. A polícia foi chamada.