American Airlines deixará de voar para Recife e Salvador a partir de maio

boeing-787-dreamliner-american-airlines-098-620x413A companhia aérea American Airlines informou que vai suspender os voos regulares que opera saindo de Recife e Salvador para Miami a partir de 4 de maio. É mais um cancelamento de rota para os Estados Unidos, que já acumula muitas baixas neste ano! E uma triste notícia para os nordestinos, que perderão uma opção cômoda e econômica para voar para os Estados Unidos, ainda que muitas vezes com aviões antigos e mal conservados.

A empresa informou ainda que vai notificar os passageiros e oferecer alternativas de acomodação dos voos que ela opera saindo de outras cidades brasileiras para os Estados Unidos. Caso o cliente não queria ser reacomodado, a American oferecerá o reembolso integral. A companhia ressaltou ainda que pretende retomar as operações entre Recife e Miami a partir de 15 de dezembro, na alta temporada. É possível que passe a ser uma rota sazonal.

Confira na íntegra a nota da empresa:

“A American Airlines, que tem orgulhosamente servido o Brasil por mais de 25 anos, informa que o serviço entre Miami e Recife será temporariamente suspenso. O último voo com origem em Miami será realizado em 4 de maio e o último voo com origem em Recife, em 5 de maio. A operação entre Miami e Recife será restabelecida em 15 de dezembro de 2016 e, entre Recife e Miami, em 16 de dezembro.

Além disso, em 4 de maio de 2016, o serviço entre Miami e Salvador será interrompido. O último voo com origem em Miami será realizado em 3 de maio e o último voo com origem em Salvador será realizado em 4 de maio.

A American Airlines avalia sua rede de voos baseando-se na oferta e demanda em cada rota, com o objetivo de garantir o sucesso a longo prazo frente a concorrência global. Os voos entre Miami e Recife e Miami e Salvador são atualmente inviáveis em consequência das condições do mercado.”

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Voo Natal/Cabo Verde parte nesta sexta-feira

O voo inaugural entre o Rio Grande do Norte e a Ilha do Sal, no Cabo Verde, parte na próxima sexta-feira (20), às 21h, do Aeroporto de São Gonçalo do Amarante. O voo da TACV Cabo Verde Linhas Aéreas ligará a capital potiguar a Lisboa (Portugal), Paris (França), Amsterdã (Holanda) e Bergamo (Itália).

Cabo Verde é o principal hub africano, sendo ponto de conexão para diversos países europeus. O voo Natal/Ilha do Sal (Cabo Verde) partirá sempre nas sextas-feiras e possui preços competitivos, segundo a TACV: Natal/Lisboa ida e volta sai a 399 dólares; para Bergamo, 439 dólares; Amsterdã, 529 dólares e para Paris, sai no valor de 549 dólares.

Neste primeiro voo do dia 20 de novembro, desembarca em Natal uma comitiva com dez autoridades cabo-verdianas, entre governadores, membros da embaixada e agentes do trade turístico.

A República de Cabo Verde é formada por 10 ilhas, sendo nove habitadas, fica localizada a 500 milhas da Costa da África Ocidental e a previsão de voo de Natal até a Ilha do Sal é de três horas e meia, contando com uma escala em Recife.

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Natal já é segundo destino turístico em voos da Azul

Os índices do turismo potiguar estão em constante crescente. O último dado foi dito pelo próprio presidente da Azul Linhas Aéreas, Antonoaldo Neves: Natal já é o segundo maior destino da companhia, atrás apenas de Porto Seguro, na Bahia.

A notícia foi divulgada durante reunião no Ministério do Turismo com secretários e presidentes das entidades de promoção turística, em Brasília. A audiência, com presença do presidente da Azul e solicitada pelo Conselho de Turismo do Nordeste, aconteceu na tarde de hoje (14).

“Esse anúncio da Azul se dá, primeiramente, pela desoneração do querosene de aviação ainda nos primeiros meses de gestão. E ainda pelo trabalho de divulgação que temos empreendido. É fruto de um trabalho de resgate do turismo potiguar”, comentou o secretário estadual de Turismo, Ruy Gaspar.

A presidente da Empresa Potiguar de Promoção Turística, Aninha Costa, representou o turismo do Rio Grande do Norte. Segundo ela, a pauta do encontro girou em torno da divulgação do Nordeste na Europa.

“A ideia é que seja investidos R$ 9 milhões nos principais países emissores de turistas à região. Nosso pleito é que o Ministério, via Embratur, invista 60% desse valor e os 40% restantes sejam distribuídos proporcionalmente pelos Estados”, disse Aninha Costa.

Os países europeus seriam Itália, Portugal, França, Espanha, Alemanha, Suécia, Holanda e Inglaterra. O Governo do RN, via Secretaria de Estado do Turismo e com recursos do RN Sustentável, já iniciou divulgação neste mês de outubro na Itália, França e Portugal, além da Argentina, na América do Sul.

Aninha Costa ressaltou ainda que o presidente da Azul comentou, durante a audiência, sobre a troca da aeronave da Azul – uma Embraer de 118 lugares pelo possante Airbus A330, com capacidade para 272 assentos.

“Ele colocou que o voo operou primeiramente em nosso Estado e que se deu também em razão da exportação do atum para a Flórida, nos Estados Unidos. É uma notícia ótima porque trabalha não só o turismo, mas a exportação potiguar também”, concluiu Aninha.

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Jorge  14/10/2015

SUGESTÃO !!!!! Peguem um avião e contrate algum gestor de turismo de GRAMADO/RS ,tenho certeza que em um ano este estado sera uma máquina de fazer dinheiro,e não colocarem uma turma que só quer mesmo é fazer turismo e não trazer o turista - Responder

CHUVAS: Voo com delegações de ABC e América é desviado para Recife por falta de condições de pouso em Natal

As fortes pancadas de chuvas que atingem Natal e todo o interior do Estado nesta quinta-feira(13), além de deixarem as vias alagadas, também afetaram os voos em Natal durante a tarde. No aeroporto internacional Augusto Severo, os voos foram cancelados. As delegações de ABC e América, por exemplo,não puderam pousar e tiveram que voltar para Recife-PE devido a instabilidade do clima e nuvens carregadas. Os times aguardam a liberação do aeroporto potiguar para a viagem e desembarque.

VEJA MAIS:

FOTOS: Chuvas durante a tarde em Natal transformam vias em LAGOAS e MAR

 

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Renan anuncia devolução de R$ 27 mil por avião da FAB usado para ir ao Recife

5nov2013---presidente-do-senado-renan-calheiros-pmdb-al-conduz-sessao-no-plenario-em-que-foi-aprovada-em-primeiro-turno-a-proposta-de-emenda-a-constituicao-pec-do-orcamento-impositivo-que-torna-1383692788872_300x300O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), informou na tarde desta segunda-feira (30) que irá devolver aos cofres públicos R$ 27 mil por ter usado um voo da FAB (Força Aérea Brasileira) para ir ao Recife, onde fez uma cirurgia para implantar 10 mil fios de cabelo.

“O presidente do Senado, Renan Calheiros, recolheu aos cofres públicos, nesta segunda-feira (30), a quantia de R$ 27.390,25. O valor se refere ao uso da aeronave em 18 de dezembro entre as cidades de Brasília e Recife e foi calculado pela Força Aérea Brasileira (FAB). O pagamento foi feito via Guia de Recolhimento da União (GRU)”, diz a nota enviada pela assessoria do senador.

Renan havia solicitado à FAB que se pronunciasse sobre eventuais irregularidades na viagem.

“Em reposta ao ofício recebido da Presidência do Senado, de 23 de dezembro de 2013, que solicita esclarecimento sobre eventual impropriedade na requisição de aeronave para viagem de Brasília a Recife, no dia 18 de dezembro de 2013, o Comando da Aeronáutica informou que observa fielmente o disposto no Decreto nº 4.244, de 22 de maio de 2002, abstraídas questões de mérito relacionadas ao motivo da viagem o qual, embora declarado na solicitação, foge à alçada deste Comando julgar”, diz a FAB em nota.

Essa é a segunda vez que Renan usa aeronave da FAB neste ano para fins particulares. Anteriormente, ele foi à Bahia para o casamento da filha de um senador. Depois de a primeira viagem vir à tona, ele reembolsou R$ 32 mil para a União.

Conforme decreto presidencial de 2002, autoridades, incluindo ministros de Estado e o presidente do Senado, podem usar aviões da FAB quando viajarem a serviço, por motivo de segurança e emergência médica ou em deslocamentos para a cidade onde têm residência permanente.

A cidade de residência de Renan é Maceió, e ele não tinha nenhum compromisso oficial em Recife no dia do voo.

UOL

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luiz antonio  30/12/2013

OU BRASIL DE CABOCLO, MÃE PRETA E PAI JOÃO. AQUI, O CIDADÃO ROUBA, MATA, ESTRUPA E: SE FOR POBRE E SEM NOME, CADEIA, PERSEGUIÇÃO, NOME JOGADO AOS LEÕES. PORÉM, SE FOR ADMENOR( como eles se intitulam) OU POLÍTICO, BASTA UM PEDIDO DE DESCULPA, UMA RETRATAÇÃO E DE REPENTE, APARECEM DEFENSORES EM TODA PARTE PARA INOCENTÁ-LO. - Responder

FOTO: Passageira encontra pedaço de madeira em refeição servida em voo da American Airlines

foto-3Nova York e Londres. Esse foi o roteiro escolhido pela família Guertzenstein para as últimas férias de julho. A viagem, no entanto, foi marcada por duas situações desagradáveis nos voos de ida e volta pela American Airlines (AA), de desrespeito ao consumidor. Do Rio para Nova York, a roda de uma das malas quebrou durante o manuseio da bagagem pela companhia aérea americana e a família teve que se esforçar muito para ser ressarcida, ainda em solo americano. Mas o pior ainda estava por vir: no retorno ao Brasil, Solange Guertzenstein feriu o céu da boca com um pedaço de madeira que estava dentro do ravióli servido no jantar.

— Ao decidirmos o trajeto de nossas férias, Nova York e Londres, optamos pela AA por acreditarmos na boa qualidade de seu serviço, além de estar com bom preço. Então, compramos quatro trechos para quatro pessoas: eu, meu marido e nossas duas filhas, de 13 e 10 anos — conta a nutricionista Solange.

A passageira, no entanto, ficou muito frustrada com a companhia, já que gastou cerca de R$ 15 mil e não teve nem mesmo “um pedido de desculpas decente” pelos problemas vivenciados em dois voos da AA. Até hoje, mais de um mês após o ocorrido, a empresa não entrou em contato com a família para esclarecer o que estava na refeição de Solange, já que o problema foi formalmente registrado por ela ainda durante o voo.

— Partimos em 9 de julho, chegando a Nova York bem cedo no dia seguinte. Nosso primeiro problema foi nos depararmos com uma de nossas malas, a maior delas, com a roda e todo seu suporte quebrados, pendurados. Não dava para puxar tal mala. Fomos imediatamente ao serviço de atendimento ao cliente da AA. Quiseram nos oferecer outra, também usada, mas de tamanho menor. Não aceitamos e estipularam um valor de US$ 50 de indenização — conta Solange, destacando que, para receber a quantia, tiveram que ser persistentes.

A família foi orientada a voltar ao serviço de atendimento da companhia quando fosse embarcar para Londres, em 17 de julho, para receber a quantia em dinheiro. Mas, ao chegar ao aeroporto, os Guertzenstein foram surpreendidos com a informação de que teriam que comprar a mala antes de serem reembolsados. Isso, no entanto, não havia sido informado antes.

— Eles nos fizeram de tolos. E não foi falta de entendimento, porque entendemos muito bem o inglês — conta Solange, acrescentando que o marido Marcus, no corre-corre, quase perdeu o voo para a Inglaterra.

De volta a Nova York, a família comprou a mala, após procurar um local com preço baixo para não exceder muito os US$ 50. Em 3 de agosto, ao voltar novamente ao aeroporto, desta vez para embarcar para o Rio, os Guertzenstein foram pela terceira vez ao serviço de atendimento da AA, com a nota de US$ 89 da mala, bem menor do que a quebrada.

— Após algumas confusões entre os funcionários, recebemos um cheque a ser trocado. Depois de muito rodar pelo aeroporto, pois aonde nos mandavam ir diziam que estavam sem dinheiro, e nos mandavam para outro lugar. Naquele momento, já era um questão de honra receber tal valor — diz Solange.

Pedaço pontudo e lascado

Mas a pior situação, de acordo com a nutricionista, foi a que ela vivenciou horas depois. Já no avião, ao morder um ravióli servido no jantar, sentiu algo duro, que furou a gengiva e o céu da boca.

— Quando verifiquei o que era aquilo, vejo um pedaço de madeira bem grande, lascado e com um dos lados pontudo, que foi o que me machucou. Fiquei horrorizada, pois não era uma farpa, mas sim um pedaço de madeira que caiu de algo. Mostrei a meu marido, que também se chocou. Imediatamente, as crianças também pararam de comer o ravióli que tinham pedido. Os comissários fizeram pouco caso do que ocorreu. — afirma a passageira, que ficou enojada. — Por que não nos ofereceram uma outra refeição que não fosse o ravióli? Em especial às crianças, que também não quiseram comer após ver a madeira que encontrei.

Solange conta que, imediatamente, chamou uma comissária de bordo, que não deu importância à situação. Em seguida, falou com outra tripulante, que informou que o caso deveria ser passado ao chefe da equipe. Este, no entanto, não apareceu. Seu marido, relata, teve de ir até a primeira classe para encontrar tal profissional, que disse que um registro de ocorrência seria feito.

— Marcus, já sentado, após mais um longo tempo, recebeu o tal comissário número um. Contamos o ocorrido e mostramos a madeira. Ele se desculpou e disse que isso nunca aconteceu. Pegou o objeto e falou que voltaria com um protocolo. Não voltou! Dormimos, acordamos e nada. Ao servirem o café da manhã, chamamos o número um para perguntar sobre o tal protocolo, e ele disse que não teria nenhum documento para nos entregar, que ficaria com eles. Mas quisemos ver. Então, ele veio com um documento, onde colou o pedaço de madeira e resolvemos tirar uma foto. Por que o comissário não voltou para nos explicar o que faria? Que documento era? Com qual objetivo? — indaga Solange.

A nutricionista é taxativa ao afirmar que ficou muito decepcionada com o atendimento:

— Apesar da fortuna que a gente paga, o tratamento é muito ruim. E é diferente num voo do Brasil para os EUA e um dos EUA para a Europa.

Procurada pelo GLOBO, a American Airlines informou que lamenta a situação e que vai trabalhar com os clientes para tomar as ações apropriadas.

O Globo

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TAP é condenada ao pagamento de indenização por danos morais, devido a atraso em voo

O juiz José Conrado Filho, da 1ª Vara Cível de Natal, condenou a TAP – Transportes Aéreos Portugueses S/A, ao pagamento de indenização por danos morais no valor de R$ 10 mil, acrescidos de juros e correção monetária. O motivo foi o atraso no voo que levaria a autora da ação judicial para a Arábia Saudita, o que fez com que a paciente arcasse com a compra de outro bilhete em outra companhia aérea para chegar ao seu destino.

A autora alegou que comprou cinco bilhetes junto à TAP, com destino a Lisboa-Istambul onde, dali, faria uma conexão para a Arábia Saudita. Disse, porém, que a conexão do voo que seria realizada pela companhia foi antecipada pela empresa aérea sem comunicação prévia. Assim, todos os passageiros teriam que ficar pelo menos dois dias na cidade de Lisboa, até haver disponibilidade de avião para o destino.

Afirmou que, neste tempo, tentou negociar com a TAP uma solução para o caso, sem obter sucesso. Assim, como não foi embarcada em nenhum voo, optou por comprar bilhetes da companhia British Airways para ter condições de chegar ao seu destino.

Alegou que a TAP, no entanto, não participou (mais…)

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Maurício Giovani  16/04/2013

Não entendi o termo "o que fez com que a paciente"? Por que "paciente"? Era uma UTI no ar? Talvez tenha sido pela paciência de esperar por outro voo, mas vemos que a paciência se esgotou quando a mesma ingressou na Justiça. - Responder

Relatório final sobre o acidente com o voo 447 da Air France será apresentado hoje

As autoridades francesas apresentam hoje a conclusão das investigações sobre o acidente com o voo 447 da Air France. O relatório final do BEA, agência francesa que apura o caso, deverá apontar conjunto de erros humanos e técnicos que provocaram o desastre em maio de 2009.

Leia a cobertura completa do acidente da Air France

A queda do Airbus A-330, que fazia a rota Rio-Paris, causou a morte de 228 pessoas quando atravessava tempestade sobre o Atlântico.

Segundo três relatórios do BEA, os problemas começaram com o congelamento dos sensores que medem a velocidade do avião, os pitots. Com isso, os computadores foram alimentados com dados contraditórios. O piloto automático se desligou e o controle foi assumido pelos dois copilotos porque o comandante deixou a cabine para descansar.

Com base nas caixas pretas, o BEA elaborou relatório em 2011 com indícios de que a principal causa foi erro humano. No voo cego em meio à tempestade, um dos copilotos conduziu o bico da aeronave para cima quando, segundo especialistas, a manobra correta deveria ser o inverso.

Ontem, o principal sindicato de pilotos da França intensificou a pressão para que o comandante e os copilotos não sejam considerados os principais responsáveis. Em comunicado, diz que peritos judiciais listam também como causas falhas estruturais da concepção da aeronave e falta de rigor sobre fabricantes e companhias aéreas.

Folha de São Paulo

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Piloto espanhol em viagem ao redor do mundo pousa em Natal

O espanhol Michel Gordilo, ex-piloto da Força Aérea Espanhola, começou sua terceira viagem ao redor do mundo. Hoje (24), às 17h30, ela pousa sua aeronave modelo RV8 no Aeroporto Internacional Aluízio Alves. O piloto saiu da Espanha e essa será a sua primeira parada.

Além de uma aventura pessoal, a viagem tem um viés científico. Durante o trajeto, o piloto recolherá amostras do ar em diferentes regiões do mundo. As amostras serão entregues às universidades para estudo sobre os efeitos das partículas de carvão. Em Natal, a amostra será entregue na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).

Mais informações sobre o projeto podem ser vistas no site www.skypolaris.org.

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TAM anuncia mudanças na malha aérea internacional do Brasil

a350tamA companhia aérea TAM anunciou nesta segunda-feira (19) que vai readequar sua malha aérea internacional em 2016 e privilegiar “mercados mais promissores” , em um plano que inclui menos frequências semanais a destinos como Miami e Orlando e o cancelamento de ao menos uma rota, além de assumir novas operações.

Entre as mudanças, o Grupo Latam, controlador da aérea brasileira e da chilena LAN, prevê criar seis novas rotas internacionais entre a América Latina e a América do Norte, Caribe, Europa e África.

A rota Belo Horizonte–Miami, operada com três frequências semanais, será cancelada a partir de março de 2016, informou a empresa. “A TAM seguirá oferecendo ao público mineiro opções de rápida conexão em outros centros de conexão internacional do Grupo, sobretudo a partir de Brasília, que já conta com voos regulares e diretos para Buenos Aires, Miami e Orlando”, informou em comunicado. O Grupo aumentará de três para sete frequências semanais a rota Brasília-Orlando.

Já o voo São Paulo-Orlando será reduzido de onze para sete frequências semanais e passará a ser operado pelo novo Airbus A350 XWB a partir do segundo trimestre de 2016. O voo Manaus-Miami também terá redução a partir de abril de 2016, passando de cinco para quatro frequências, enquanto a rota Fortaleza-Miami será ampliada de uma para duas frequências, ambos semanais.

A partir de fevereiro de 2016, a TAM também vai passar a operar voos diretos entre São Paulo e Bogotá, aumentando de sete para 11 o número de frequências semanais das empresas da Latam nesta rota. Essa mudança ampliará também as opções de rápida conexão para os destinos caribenhos a  partir da capital colombiana. Paralelamente, a partir de janeiro do próximo ano, a empresa assumirá algumas operações do Grupo  na rota São Paulo-Lima.

A partir de novembro de 2015, a LAN começa a operar a rota Santiago-São Paulo/Milão, e durante o ano adicionou três novas frequências entre Santiago e Madri. Já a partir de junho de 2016, o recém-lançado voo da TAM entre São Paulo e Barcelona ganhará reforço e passará a ser diário, ampliando a conectividade entre a América do Sul e a Europa.

E, finalmente, no próximo ano será ampliado de 14 para 17 o número de voos semanais da LAN Peru entre Lima-Miami, para reforçar a conectividade com todo o continente sul-americano a partir da capital peruana.

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Robinson Faria cancela ida oficial a Milão para “tomar conta” dos problemas

robinson

O blog acabou de ser informado que o governador Robinson Faria cancelou sua ida para Milão para a inauguração do voo charter que trará passageiros direto para Natal para cuidar do projeto tributário que transcorre na Assembleia Legislativa e da crise hídrica que é grave, além de acompanhar a consultoria da reforma administrativa. Em seu lugar, irá o secretário de turismo, Ruy Gaspar.

Mesmo sem ter custo algum para os cofres públicos, se realmente abriu mão da viagem, Robinson acerta em ficar para resolver problemas do RN. Os problemas ocorridos em decorrência das crises hídrica e financeira e da reforma administrativa.

 

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Junior pinheiro  06/10/2015

Justo, muito justo!!!!! - Responder

Bruno Aguiar  06/10/2015

Existem problemas muito graves para serem resolvidos em casa. - Responder

Eduardo  06/10/2015

Valeu Governador, bom senso e caldo de galinha não fazem mal a ninguém, confio na sua gestão, mesmo com todas as dificuldades o RN vencerá. - Responder

Voo com destino a Natal: troca de aeronaves, tumulto e viagem sem ar-condicionado

A Gol Linhas aéreas lamentou o incidente ocorrido na tarde dessa segunda-feira (3), em decorrência de uma troca de aeronaves com passageiros que viajavam do Rio de Janeiro com destino a Natal. De acordo com a empresa, uma delas apresentou problemas e houve a necessidade da mudança, o que gerou uma confusão no voo previsto para sair da cidade Fluminense às 13h10. Contudo, só pôde decolar às 16h11. Na ocasião, o tumulto provocado culminou com a presença de policiais federais.

Segundo uma empresária que estava no voo 1952 da Gol, todos os passageiros já estavam embarcados quando o comandante avisou que por causa de um problema no radar seria preciso trocar de aeronave. Ela ainda disse que o aeroporto do Galeão estava com o ar condicionado quebrado e algumas pessoas já começaram a passar mal ali e ausência de informações foi um outro fator de incômodo.

Ainda segundo a empresária, para completar a situação angustiante, os passageiros encaminhados a segundo aeronave e perceberam o ar-condicionado quebrado. Resultado: pessoas passando mal, funcionários “perdidos” e mais uma vez a retirada da aeronave. Levados ao saguão, e em seguida, os passageiros foram recolocados na mesma aeronave e viajaram. Relatos dão conta que somente após um bom tempo de voo que a temperatura ficou mais agradável.

Com acréscimo de informações do G1-RN

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Correção: Avião da Azul retorna para fazer pouso de emergência na Paraíba

Um avião da empresa aérea Azul precisou fazer um pouso de emergência na manhã desta terça-feira. Ele partiu de João Pessoa às 5h50, com destino a Salvador, mas teve de retornar após 40 minutos e aterrissar no local de origem, no Aeroporto Internacional Presidente Castro Pinto, por conta de problema mecânico, para passar por inspeção, de acordo com a companhia.

A Azul diz que ainda não identificou os motivos técnicos. A Infraero confirmou o incidente. Estavam a bordo 52 passageiros. A companhia aérea afirma que eles desembarcaram normalmente e não houve feridos. Segundo a empresa, todos estão recebendo assistência e embarcam para a capital da Paraíba ainda hoje.

O Globo

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Voo da Gol sofre atraso após passageiro anunciar bomba

Um voo da Gol que seguia para da capital federal para Manaus foi suspenso por quase três horas após um passageiro anunciar que existia uma bomba dentro do avião e que ela iria explodir. O episódio ocorreu na noite de ontem no aeroporto Juscelino Kubitschek, em Brasília.

O avião, que deveria ter decolado às 21h50, só saiu de Brasília às 0h34 de hoje. Segundo Inframérica, empresa que administra o aeroporto, o passageiro foi retirado do avião pela Polícia Federal e seguiu para interrogatório.

A aeronave foi revistada e todas as bagagens passaram novamente pelo raio-X. Nada foi encontrado e o voo foi liberado em seguida. No voo havia 145 passageiros.

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TAM esquece escritor paraplégico dentro de avião em SP

O escritor Marcelo Rubens Paiva, em foto de dezembro de 2008 Foto: DivulgaçãoO escritor Marcelo Rubens Paiva recorreu ao Twitter para tentar sair de um voo da TAM em Congonhas, após ser esquecido no avião na tarde deste domingo. O vôo saiu às 17h30m do Rio de Janeiro e chegou a São Paulo por volta das 18h30m. Rubens Paiva, que é paraplégico, revelou o inusitado drama em duas mensagens na rede social.

Na primeira, escrita por volta das 18h50m, o escritor pedia ajuda a quem estivesse online: “TAM me esqueceu dentro de 1 aviao. Voo 3971. Em Congonhas. Alguem pode ligar e pedir ajuda? Help!”.

Quatro minutos depois, brincou com a situação: “Tripulacao foi embora e me esqueceram rrr. Vou roubar este Airbus. Sera q é facil pilotar?”

A TAM levou dez minutos para responder a mensagem através de sua conta oficial no Twitter: “Oi, Marcelo! Poderia por gentileza detalhar via DM o que exatamente ocorreu para que possamos lhe auxiliar? Obrigado”.

Em torno das 19h40m, Rubens Paiva disse que o problema foi resolvido, não sem criticar a empresa: “Serio. Demoraram mais tempo pra me tirarem do aviao do q voo RJ SP”.

Fonte: O Globo

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Gol passa a cobrar R$ 5,00 pelo refrigerante dentro dos voos

Depois de anunciar o corte de dezenas de voos e desligar mais de 200 tripulantes, a Gol resolveu acabar com o lanche gratuito em diversas rotas. Em cerca de 250 dos 900 voos diários da companhia, os passageiros não recebem mais amendoim ou batatinhas.

Quem tiver sede durante a viagem terá de desembolsar R$ 5 por uma lata de refrigerante ou, então, se contentar com um copo de água. O mesmo valor é cobrado por um pacote de batatas chips de apenas 30 gramas.

Segundo a companhia, o lanche gratuito foi suspenso no começo do mês apenas nos voos com duração superior a uma hora e meia. Dias antes do fim de março, porém, o Estado verificou que já não havia nenhuma opção de refeição sem custo para o passageiro em um voo entre o aeroporto Internacional Tom Jobim, no Rio, e Porto Alegre.

A medida não afeta a ponte aérea Rio-São Paulo, informou a Gol. De acordo com a empresa, os voos de maior duração terão apenas o serviço de venda a bordo, que oferece refeições um pouco mais elaboradas, como sanduíches. Para a aérea, o lanchinho gratuito já não atendia mais a demanda do passageiro de viagens mais longas.

Um consultor que acompanha as empresas aéreas diz que a suspensão do lanche é uma clara estratégia da Gol para recuperar margens.

Uma guerra tarifária com a TAM em um momento de aumento do preço do querosene de aviação resultou em um prejuízo líquido de R$ 710 milhões.

Em um setor marcado por operar com margens muito estreitas, cortes mínimos de custo são vistos como medidas importantes para manter as operações rentáveis.

A Ryan Air, companhia irlandesa conhecida por levar ao extremo o conceito de low fare, low cost (baixa tarifa, baixo custo) anunciou na semana passada que reduzirá o tamanho das páginas de sua revista de bordo. Anualmente, a medida resultará em uma economia de € 500 mil.

Com o corte do lanche grátis, a Gol segue a mesma estratégia adotada pela Webjet, empresa que comprou em 2011. Em 2010, a companhia controlada pela família Constantino deixou de distribuir alimentação a bordo e passou a cobrar até pela água.

Um ano antes, a Gol já tinha iniciado seu serviço de venda de alimentos nos voos, porém manteve uma opção básica para quem não estivesse disposto a colocar a mão no bolso para comer ou beber durante a viagem.

Tendência. O corte desse tipo de serviço é uma tendência que deve ser mantida no setor, avalia o professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Elton Fernandes, especialista no setor aéreo.

“Ninguém deixa de viajar por causa do lanchinho. As companhias já perceberam que esse não é um fator de diferenciação significativo”, afirma.

Apesar de a Gol se intitular uma empresa low fare, low cost, o especialista avalia que a empresa não se enquadra nessa categoria. “O custo da Gol não tem muita diferença do da TAM. As pessoas costumam chamar a Gol de low cost (baixo custo), mas ela não é. Nem low fare (baixa tarifa) ela é mais.

Hoje o preço da passagem está caro. As ofertas de preços mais baixos foram feitas apenas durante um período”, diz Fernandes.

O fim do lanche grátis, porém, aproxima a companhia desse modelo de negócios, que busca reduzir ao máximo os custos por meio de cobranças de itens opcionais a parte. Na hora de cortar custos, nem a clássica barrinha de cereal foi poupada.

Fonte: Estadão

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