O ministro da Educação, Abraham Weintraub, lançou hoje (29), em Brasília, o Plano de Transformação Digital de 99 serviços prestados à população. “Envolve a unificação de todos os serviços que o MEC atende em todas as plataformas, visando simplificar a vida do usuário, de quem tá pagando imposto, de quem está lá na ponta recebendo os serviços, e também reduzir os custos.”
O plano envolve 48 serviços da educação superior, 47 serviços da educação básica e mais quatro da educação técnica e profissional. A migração completa se dará até 2020. Segundo o MEC, o objetivo é que o cidadão comum possa ganhar tempo para acessar informações e tramitar documentos.
O governo destaca que a agilidade e a desburocratização vão gerar economia. Conforme estimativa do Ministério da Economia para o MEC, a sociedade vai poupar R$ 25,9 milhões e a administração pública, R$ 6,5 milhões (total de cerca de R$ 32,5 milhões), com o ganho de tempo e a simplificação de operações e demandas via internet.
A transformação digital do MEC prevê a migração dos aplicativos do ministério para acesso via o portal Gov.br. A estimativa do ministério é que os serviços estejam disponíveis na plataforma na próxima quarta-feira (31). Todos os cidadãos poderão ter login e senha únicos para acessar qualquer serviço do governo federal por este portal, que será único para qualquer área da administração pública.
A iniciativa “se enquadra em um projeto maior que é um projeto do governo federal inteiro, do governo digital”, assinalou o secretário-executivo do MEC, Antônio Paulo Vogel.
“Em relação ao Enem, o próximo período de inscrição é no ano que vem. Nas inscrições do ano que vem já vamos implementar o login único”, assinalou o secretário. Outras plataformas que já são digitalizadas e disponíveis no site do Ministério da Educação, como Sisu e o Prouni, serão acessadas de forma única.
Vogel fez questão de assinalar que Transformação Digital lançada pelo MEC nada tem a ver com a intenção do ministério de aplicar o Enem por meio digital. “Importante não confundir esse plano que estamos divulgando hoje com o que divulgamos dias atrás sobre o Enem digital.
Conforme nota do Ministério da Educação, “a iniciativa segue o disposto em cinco decretos. O decreto 8.936, de 2016, que trata da Plataforma Cidadania Digital; o 8.638, de 2016, sobre Estratégia de Governança Digital; o 9.723, de 2019, e o 9.094, de 2017, que tratam de simplificação de serviços e uso do CPF como chave única para identificação do cidadão; e, por fim, o decreto 9.756, de 2019, que dispõe sobre a unificação dos canais digitais do governo.
Agência Brasil
O porta-voz da Presidência da República, Otávio Rêgo Barros, disse hoje (29) que Jair Bolsonaro expressou uma opinião pessoal sobre o desaparecimento do advogado Fernando Santa Cruz, pai do presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Felipe Santa Cruz. Mais cedo, durante uma live no Facebook, Bolsonaro disse que Fernando Santa Cruz, que era militante de esquerda durante a ditadura militar (1964-1985), foi morto por integrantes da Ação Popular, um grupo de luta armada contra o regime e não pelas Forças Armadas.
“Como ele disse na live, ele fez contato com algumas pessoas na ocasião, conheceu do tema, na ocasião, e foi a partir desse contato que ele expressou a sua opinião”, disse Rêgo Barros.
Relatório da CNV
Segundo o relatório da Comissão Nacional da Verdade (CNV), o ex-delegado do DOPS/ES, Cláudio Guerra disse, em depoimento dado no dia 23 de julho de 2014, que o corpo de Fernando Santa Cruz foi transportado da chamada Casa da Morte, um centro clandestino de tortura e assassinato criado pelos órgãos de governo durante o regime militar, localizado em Petrópolis (RJ) para a Usina Cambahyba, no norte fluminense, local onde teria sido incinerado, junto com corpos de outros militantes políticos contrários ao regime.
Ainda segundo o relatório da CNV, Fernando de Santa Cruz e Eduardo Collier Filho, ambos militantes da APML [Ação Popular Leninista-Marxista], foram
presos por agentes do DOI-CODI/RJ em 23 de fevereiro de 1974, no Rio de Janeiro. Os órgãos oficiais do regime alegaram, segundo a comissão, que ambos os militantes políticos se encontravam foragidos e jamais admitiram suas prisões.
Perguntado por jornalistas se o presidente da República estaria contestando a versão oficial sobre o episódio, contida no relatório da CNV, Otávio Rêgo Barros repetiu que a posição de Bolsonaro já havia sido explicitada. “O presidente, sobre esse assunto, já se expressou na saída do Palácio do Alvorada, hoje pela manhã, incluindo a presença dos senhores jornalistas e, posteriormente, a complementou em uma live em rede social à tarde”.
Santa Cruz vai ao STF
No final da tarde, a assessoria da OAB informou que o presidente da entidade vai interpelar Jair Bolsonaro no Supremo Tribunal Federal (STF) “para que o presidente esclareça as informações que diz ter sobre a morte de seu pai, reconhecido como desaparecido. As circunstâncias do seu desaparecimento nunca foram esclarecidas pelo Estado”.
Pelo Twitter, Felipe Santa Cruz criticou Bolsonaro pelo tom com o qual se referiu ao seu pai. “O mandatário da República deixa patente seu desconhecimento sobre a diferença entre público e privado, demostrando mais uma vez traços de caráter graves em um governante: a crueldade e a falta de empatia. É de se estranhar tal comportamento em um homem que se diz cristão. Lamentavelmente, temos um presidente que trata a perda de um pai como se fosse assunto corriqueiro – e debocha do assassinato de um jovem aos 26 anos. Meu pai era da juventude católica de Pernambuco, funcionário público, casado, aluno de Direito”, escreveu.
Agência Brasil
As operadoras de telefonia decidiram bloquear chamadas feitas do aparelho de cada cliente para sua própria linha, tanto por linhas convencionais quanto pela internet (Voip).
A medida ocorre após a operação da Polícia Federal, na semana passada, que prendeu quatro pessoas suspeitas de estarem envolvidas no ataque a contas de Telegram de autoridades da Lava Jato.
Na investigação, a PF descobriu uma vulnerabilidade na rede de telecomunicações que fazia com que chamadas em que o número de origem era igual ao número de destino eram direcionadas diretamente para a caixa-postal, sem necessidade de uma senha.
Normalmente, cada operadora oferece um atalho (como *100) para que seus clientes acessem a caixa postal, sempre com a exigência de senhas.
Outra medida foi o bloqueio “radical” de chamadas feitas pela internet (Voip) usando números que não pertençam à empresa que efetua a chamada.
O hacker usou o número do celular do ministro Sergio Moro (Justiça) em chamadas pela internet (Voip) para conseguir a senha do Telegram e efetuar a invasão.
Segundo a PF, o autor do ataque tinha um serviço oferecido pela empresa de Voip que permite editar o número chamador.
Hoje, a legislação permite que serviços de voz sobre IP (Voip) mascarem o telefone que realiza a chamada. No entanto, as empresas só podem oferecer números de seu próprio cardápio e que não estejam em funcionamento.
O que ocorreu com o ministro Moro, que recebeu chamadas de seu próprio número feitas pelos hackers, constitui uma infração passível de punição pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações).
A agência ainda aguarda a comunicação oficial da Polícia Federal, com o envio de relatórios e documentos, para abrir os procedimentos investigatórios. Uma reunião foi realizada na última semana sobre o tema.
Além disso, as teles também criaram filtros para ligações feitas do exterior, tanto para acessos via rede tradicional (telefônica), quanto por meio da rede de dados (internet), especialmente de aplicativos que emulam chamadas de celulares ativos no Brasil.
As teles, com os novos filtros de sistema, tentarão barrar esse tipo de chamada, segundo pessoas que participam das discussões sobre os novos procedimentos de segurança das linhas ativas.
Nesta segunda-feira (29), o Telegram, aplicativo de troca de mensagens pivô do ataque de hacker de autoridades brasileiras, afirmou em sua conta no Twitter que não será mais possível receber senhas por chamadas caso o usuário não tenha ativado o mecanismo de autenticação ponta a ponta (com exige senha).
Folhapress
A Secretaria de Segurança do Pará confirmou que subiu para 57 o número de presos que foram mortos durante uma rebelião no Centro de Recuperação Regional de Altamira, no Pará, na manhã desta segunda (29). De acordo com o órgão, 16 detentos foram decapitados e o restante morreu por asfixia.
O governo local também decidiu que dez dos 16 líderes identificados serão transferidos para presídios federais. Mais 46 detentos serão transferidos para outras prisões no estado.
Atendimento psicológico e médico também foram disponibilizados aos familiares dos presos, que permaneceram durante todos o dia na entrada do presídio em busca da confirmação dos nomes dos mortos. A Polícia Militar permanece dentro da unidade prisional para evitar novos conflitos.
A rebelião começou por volta das 7h, quando um grupo de presos da facção Comando Classe A (CCA) invadiu a ala dos integrantes do Comando Vermelho (CV), facção rival, e colocou fogo em uma das celas.
De acordo com a Superintendência do Sistema Penitenciário do Pará (Susipe), o conflito foi um acerto de contas e não um protesto contra as condições do sistema prisional. Dois agentes penitenciários foram mantidos reféns, mas foram liberados ao final da rebelião, que foi contida por volta das 12h.
Mais cedo, o Ministério da Justiça e Segurança Pública ofereceu ao governo do Pará dez vagas em presídios federais para transferir os líderes da rebelião. Em nota à imprensa, o ministro Sergio Moro lamentou as mortes na rebelião e determinou que a Força Nacional fique de prontidão para atuar se for necessário. Moro também quer a intensificação do trabalho de inteligência policial.
Exame
É uma pena que ficou apenas nos 57, deveriam deixar eles se matarem as centenas, ou até aos milhares…..O único problema que eu vejo nisso é a indenização que as famílias vão cobrar pelos "coitadinhos" mortos, pois ao cidadão de bem, que eles mataram para estar onde estão, não existiu indenização, não cabia porque eles estavam fazendo o "trabalho" deles…….Isso sim é um absurdo!!!
O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) deve retomar nesta terça-feira (30) o julgamento da ação do Ministério Público Eleitoral (MPE) que pede a cassação do mandato do deputado estadual Sandro Pimentel, do PSOL.
O parlamentar é acusado de captar e gastar ilegalmente recursos para a campanha eleitoral do ano passado, porque ultrapassou o limite de R$ 1.064,10 estipulado pela legislação. Sandro Pimentel arrecadou R$ 30 mil. Ele alega que o que ocorreu foi um “erro operacional” e apresentou documentos para comprovar a origem lícita dos recursos.
No julgamento iniciado no último dia 16, o relator do processo, desembargador Glauber Alves, votou pela cassação do mandato do deputado. O julgamento terminou sendo suspenso após o pedido de vistas do desembargador Glauber Rêgo e será retomado na tarde desta terça.
Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado“É um fato gravissímo”, classificou o jurista Miguel Reale Jr. sobre as declarações do presidente Jair Bolsonaro, que disse saber como o desaparecido Fernando Santa Cruz – pai do presidente da OAB, Felipe Santa Cruz -, foi assassinado.
Durante participação no programa “Esfera Pública”, da Rádio Guaíba, do Rio Grande do Sul, Reale disse que o caso do presidente Bolsonaro é de interdição, não de impeachment.
“Estamos realmente num quadro de insanidade, das mais absolutas. Não é mais caso de impeachment, mas caso de interdição”, defendeu o jurista, que foi um dos autores do pedido de impeachment da presidenta Dilma.
“Eu, há mais de ano, dizia que quem fosse democrata não deveria votar em Bolsonaro”, afirmou o jurista, que lembrou do discuso feito por Bolsonaro, como deputado, na votação do impeachment da presidente Dilma, em que homenageou Carlos Brilhante Ustra, torturador do regime de 1964.
“Hoje o presidente da República se sentiu no direito de ofender a todos nós, não só os advogados, mas todos que prezam pelos direitos humanos, provocando o presidente eda OAB”, repeliu ele, manifestando solidariedade ao presidente da OAB.
Brasil 247
Ok Dr Reale. Então fiquemos assim: segundo o Sr quem fosse democrata não votaria em Bolsonaro. Portanto o Sr votou no Haddad E em Manuela esses bravos COMUNISTAS que estavam associados ao maior ROUBO da história de dinheiro público. Entendo…
Defender o mito não é mais questão ideológica é de caráter. Sob a desculpa de odiar o PT todas as máscaras estão caindo. E sabe por que " Haddad E em Manuela esses bravos COMUNISTAS que estavam associados ao maior ROUBO da história de dinheiro público." não são punidos como deveriam? Porque os seus heróis passaram por cima da lei para se beneficiar, cada um da sua forma, a ponto de tornar todo um processo nulo. Enquanto vocês brigam discutindo quem é pior o país está afundando num mar de bosta.
Para enfrentar o que esse nosso Presidente enfrentou para está onde está, tem que ser louco mesmo, e Deus escolhes os loucos para confundir os sábios. Estamos com o Presidente e com os verdadeiros brasileiros, quem não estiver satisfeito compre a passagem do de ida para Cuba e Venezuela! Eu digo mais vão tarde, deixem de mim, mim!!!
Tenho pena desses acusadores, querem tirar o poder do nosso Herói Nacional de qualquer jeito,
governos anterior produziram toneladas de merda, acabaram com o País em todos os sentidos, e não vi o cuidado que estão tendo hoje, em tirar a Presidência do Mito. Não vão conseguir o povo esta com ele. Trabalha Mito e deixa os adversários nervosos, que estes que se sentem incomodados que se mudem e vão morar em Cuba ou na Venezuela.
"Mas Deus escolheu as coisas loucas deste mundo para confundir as sábias; e Deus escolheu as coisas fracas deste mundo para confundir as fortes;" 1 Coríntios 1:27
"E Deus escolheu as coisas vis deste mundo, e as desprezíveis, e as que não são, para aniquilar as que são;" 1 Coríntios 1:28
Acusação de que a facada foi uma farsa também não é passível de danos morais? Pena criminal? Não pode nem atacar como resposta? Vão se f*** petralha fdp
Quer tirar a bunda suja de fora. 45 mil ajudou a tornar o país essa desmoralização que é hoje. Pensou que alimentando o submundo da política poderia passar a margem de tudo.
Interdição? Esse senhor está ficando gagá. Bolsonaro não matou, não roubou e está se esforçando para tirar o Brasil da lama criada pela PT e caterva. Temos mais é que apoiá-lo, não interdita-lo. Reale está se tornando um jurista ridículo.
Reportagens com base em vazamentos de mensagens dos procuradores da Lava Jato e do ministro Sergio Moro (Justiça) foram alvo do ministro da Economia Paulo Guedes.
Em discurso na última sexta-feira, na Associação Comercial do Rio de Janeiro, ele criticou a oposição e sugeriu que a gravação de mensagens pessoais de terceiros foi para fins políticos, terminando sua frase com um “vai trabalhar, vagabundo”. A fala viralizou nas redes sociais nesta segunda-feira (29).
“Vão gravar todo mundo até derrubar alguém? ‘Peguei: você falou que vai dormir com sua mulher hoje à noite e vai fazer fazer sexo selvagem.’ Qual o ganho que você tem para a democracia em invadir a privacidade das pessoas? Qual ganho que você tem em ‘ah, peguei o cara conversando com o outro, aqui'”, afirmou o ministro.
Guedes criticou a divulgação das mensagens com a justificativa de que elas não seriam de interesse público.
“Se é uma conversa não republicana, tudo bem. Mas não é isso que estamos assistindo. Nós estamos assistindo a uma tentativa de desestabilizar o governo. Esse negócio é ridículo, patético. Patético. Você está em uma democracia, tudo funcionando, o cara perde a eleição e fica o dia inteiro tentando derrubar o outro? Vai trabalhar, vagabundo”, disse Guedes.
O ministro citou a aprovação da reforma da Previdência na Câmara dos Deputados como exemplo de funcionamento das instituições. “Não tem caos político (…). Por que essa psicologia da destruição? Eu quero acreditar que estou em uma democracia, e que não é saci-pererê. Caminho com as duas pernas, às vezes ganho uma, às vezes ganho outra. Será que, quando o outro ganha, não pode?”.
Desde o final de junho, a Folha e outros veículos têm produzido uma série de reportagens com base nas mensagens trocadas pelos procuradores da força-tarefa da Operação Lava Jato nos últimos anos e obtidas pelo site The Intercept Brasil, que diz ter recebido o material de uma fonte anônima.
Para a Polícia Federal, Walter Delgatti Neto, preso na última terça-feira (23) sob suspeita de atuar como hacker, foi a fonte do material que tem sido publicado pelo Intercept.
Em depoimento, Delgatti, um dos quatro presos pela PF, disse que encaminhou as mensagens ao jornalista Glenn Greenwald, fundador do site, de forma anônima, voluntária e sem cobrança financeira.
Moro, um dos hackeados, disse a autoridades que as mensagens seriam destruídas, como revelou a Folha. A comunicação foi confirmada à reportagem pela assessoria de Moro.
A atitude do ministro reacendeu a pressão de alas do STF (Supremo Tribunal Federal) e do Congresso, sob a justificativa de que Moro extrapolou os limites de sua competência.
Alguns políticos favoráveis ao governo compartilharam o vídeo com o desabafo de Guedes. Caso da deputada federal Carla Zambelli (PSL-SP), que ataca os opositores.
“A insistência da esquerda em criar um falso clima de crise permanente não vai impedir o crescimento do Brasil, nem o sucesso do Governo Bolsonaro. Temos um bom exemplo ao norte. Trump levou segurança e crescimento recorde de emprego para o seu povo. O Brasil seguirá o mesmo rumo! “, disse a deputada em seu Twitter.
O policial militar e deputado federal Daniel Silveira (PSL-RJ) foi outro que utilizou o vídeo em suas redes sociais.
“Ministro Guedes dá recados diretos não só em relação aos projetos pelo país, ele é muito mais direto ainda com os agentes do caos que trabalham com a única missão de desestabilizar o governo, pois não aceitam a derrota e são inimigos da democracia, vão trabalhar, vagabundos”, escreveu o deputado.
Filhos de Bolsonaro também se manifestaram. O senador Flavio Bolsonaro (PSL-RJ) compartilhou o vídeo acompanhado da mensagem: “Enquanto alguns tentam desestabilizar o País, o governo não para de trabalhar. Invasão de privacidade e táticas sujas não vão funcionar!”
Já o vereador Carlos Bolsonaro (PSC/RJ) repercutiu uma publicação da deputada Bia Kicis (PSL-DF), em que ela escreveu: “Paulo Guedes com sua lucidez costumeira expõe a falta de apreço à democracia dos derrotados na urnas em 2018 e conclui: ‘vai trabalhar, vagabundo!’”.
A delegada Juliana Lopes Bussacos, da 6ª Delegacia de Defesa da Mulher em São Paulo, concluiu na tarde desta segunda-feira o inquérito que apurava as acusações de estupro e agressão feitas pela modelo Najila de Souza contra Neymar . A polícia decidiu não indiciar o jogador pelo crime. O Ministério Público Estadual de São Paulo (MPSP), que também acompanha o caso, ainda não se manifestou.
As promotoras do Grupo de Atuação Especial de Enfrentamento à Violência Doméstica do MPSP têm 15 dias para dar andamento ao caso. As alternativas são: pedido de arquivamento, indiciamento ou novas apurações. Após a manifestação do MPSP, a Justiça define se o processo segue em curso..
A delegada solicitou o acesso às imagens das câmeras de segurança do hotel em Paris, na França, onde supostamente teria ocorrido o estupro. O inquérito, que começou 31 de maio, foi prorrogado durante o mês de julho para obtenção das imagens .
O Ministério Público pediu as cópias dos inquéritos de extorsão, do suposto furto no apartamento de Najila e da divulgação de imagens íntimas da mulher, em apuração no Rio.
Cosme Araújo, advogado de Najila Trindade, disse que ainda não foi comunicado oficialmente da conclusão do inquérito e que aguarda a manifestação do MPSP e do judiciário.
— Acho que se isso não der em nada é mais um desgaste para a polícia brasileira. Robinho e Mike Tyson deram resultado. Várias outras estrelas foram punidas, quando não punidas ainda, estão respondendo processo — disse o advogado.
Procurada pelo GLOBO, a defesa do jogador não se manifestou.
A pessoa que resolve comentar algo, e vem com um disparate desses, devia ter vergonha. Menino josecostandrade22, vc é daqueles animais que tem m…. Na cabeça, e deve dever daqueles noiados que não processam nada, nem no bucho. Pessoas como vc deveriam ir, de fato, como sugerido morar na Venezuela, Bolívia ou cuba. Nesses países a coisa rola fácil, cocaína, metal e crack, além de ditadores, miséria e fome, tem muita cadeia para quem discorda do chefe de plantão. Vai crescer e estudar fedelho.
Qual o brasileiro que não sabia o que esse ex juiz participou de um coluio orquestrado por ele e demais para fraudar as eleições, isso tava escrito na tábua de Moisés, só um leigo não sabia disso, mais tudo veio a tona, a verdade aparece mais cedo ou mais tarde, tenho muita vergonha por ser brasileiro, a instituição a quem vc confia virou um verdadeira zona.
Tem vergonha de ser brasileiro?
Vá pra Venezuela, o que é que esta impedindo??
Se tá com vergonha de ser brasileiro vai para Venezuela Sr. Josecostaandrade!
Mas, me parece que o Sr viu um bigode clássico de um idoso Português e achou que era uma rabo de cavalo!?
O juiz Sérgio moro não pode ser acusado de nada, principalmente pelas conversas haqueadas, já que as mesmas não poderão ser periciadas, onde a partir do resultado da perícia, saberíamos se não foram tiradas de um contexto, se não houve inseridas ou retiradas palavras pra tentar soltar o lula, enfim, o material pode ter sido totalmente adulterada tanto pelo criminoso, como pelo órgão divulgador. Não tem como provar a veracidade. Outra, até o presente momento, não foi divulgado nada que pudessemos afirmar que o juiz Sérgio moro transgrediu o código de ética da magistratura ou mesmo que não defendeu o patrimônio do Brasil da ação dos ladrões de dinheiro público. Isso é fato incontestável
O ex-juiz e atual ministro da Justiça, Sérgio Moro, achava que a confissão do ex-ministro, Antonio Palocci, ligado ao Partido dos Trabalhadores (PT) era fraca, mas decidiu divulgá-la uma semana antes das eleições presidenciais, segundo o portal The Intercept.
A informação foi publicada hoje pelo jornal Folha de S.Paulo, que teve acesso ao conteúdo recebido de fonte anônima pelo site de jornalismo investigativo, e que colocou em causa a Operação Lava Jato.
O jornal transcreveu mensagens que teriam sido trocadas por procuradores da Lava Jato em que comentam que Moro, na época juiz responsável pelos processos da operação em primeira instância, considerava as informações apresentadas pelo ex-ministro Antônio Palocci, ministro nos governos de Dilma Rousseff e Luiz Inácio Lula da Silva, difíceis de provar.
“Russo [codinome atribuído a Moro] comentou que embora seja difícil provar, ele [Antonio Palocci] é o único que quebrou a omerta [código de honra] petista”, teria afirmado o procurador Paulo Roberto Galvão aos seus colegas em um grupo de mensagens no Telegram em 25 de setembro.
Segundo o jornal, Moro tinha acabado de receber as provas entregues no acordo delação premiada (confissão de crimes e colaboração com a justiça em troca da redução da pena) pelos advogados de Palocci.
Embora os procuradores tenham dito que Moro considerava as provas incompletas e eles mesmos tenham debatido na mesma conversa que as provas eram fracas, o ex-juiz divulgou um depoimento de Palocci em 1 de outubro, uma semana do primeiro turno das eleições presidenciais.
No depoimento, o ex-ministro disse que Lula da Silva autorizou o loteamento da estatal petrolífera Petrobras pelos partidos que apoiavam o seu Governo, sabia dos esquemas de suborno na empresa e que as duas campanhas da ex-Presidente Dilma Rousseff receberam dinheiro ilícito.
O depoimento gerou muita polêmica e foi amplamente divulgado pela imprensa. Na época, Fernando Haddad, candidato do PT que acabou derrotado no segundo turno, acusou Moro de tentar prejudicar o partido.
O então juiz titular da Lava Jato em primeira instância negou que a sua intenção fosse influenciar as eleições presidenciais em uma resposta dada a perguntas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
Pouco depois do final das eleições, Moro deixou a magistratura e aceitou assumir cargo de ministro da Justiça e Segurança Pública no Governo liderado pelo candidato vencedor e atual Presidente do Brasil, Jair Bolsonaro.
Moro e membros do grupo de trabalho da Lava Jato estão envolvidos em um escândalo, conhecido como “Vaza Jato”, que começou em 09 de junho, quando o The Intercept Brasil e outros veículos parceiros começaram a divulgar reportagens que colocam em causa a imparcialidade da maior operação contra a corrupção no país.
Baseadas em informações obtidas de uma fonte não identificada, estas reportagens apontam que Moro teria orientado os procuradores da Lava Jato, indicado linhas de investigação e adiantado decisões enquanto era juiz responsável por analisar os processos do caso em primeira instância.
Se confirmadas, as denúncias indicam uma atuação ilegal do antigo magistrado e dos procuradores porque, segundo a legislação do país, os juízes devem manter a isenção e, portanto, estão proibidos de auxiliar as partes envolvidas nos processos.
Moro e os procuradores da Lava Jato, por sua vez, negam terem cometido irregularidades e fazem críticas às reportagens do The Intercept e seus parceiros (Folha de S. Paulo, revista Veja, El País e o jornalista Reinaldo Azevedo e Band), afirmando que são sensacionalistas e usam conversas que podem ter sido adulteradas e foram obtidas através de crime cibernético.
O presidente da OAB, Felipe Santa Cruz, afirmou, por meio de nota que as declarações do presidente Jair Bolsonaro demonstram ‘crueldade e falta de empatia’. O presidente falou sobre o desaparecimento do pai de Santa Cruz, preso pelas forças de segurança do Estado durante a ditadura militar e até hoje desaparecido.
“Se o presidente da OAB quiser saber como o pai desapareceu no período militar eu conto para ele”, disse Bolsonaro.
Santa Cruz afirma que, ‘como orgulhoso filho de FERNANDO SANTA CRUZ, quero inicialmente agradecer pelas manifestações de solidariedade que estou recebendo em razão das inqualificáveis declarações do presidente Jair Bolsonaro’. “O mandatário da República deixa patente seu desconhecimento sobre a diferença entre público e privado, demonstrando mais uma vez traços de caráter graves em um governante: a crueldade e a falta de empatia. É de se estranhar tal comportamento em um homem que se diz cristão”.
“Lamentavelmente, temos um presidente que trata a perda de um pai como se fosse assunto corriqueiro – e debocha do assassinato de um jovem aos 26 anos”, diz.
“Meu pai era da juventude católica de Pernambuco, funcionário público, casado, aluno de Direito. Minha avó acaba de falecer, aos 105 anos, sem saber como o filho foi assassinado. Se o presidente sabe, por “vivência”, tanto sobre o presente caso quanto com relação aos de todos os demais “desaparecidos”, nossas famílias querem saber”, afirma Santa Cruz.
O presidente da OAB ainda afirma que a ‘respeito da defesa das prerrogativas da advocacia brasileira, nossa principal missão, asseguro que permaneceremos irredutíveis na garantia do sigilo da comunicação entre advogado e cliente’. “Garantia que é do cidadão, e não do advogado. Vale salientar que, no episódio citado na infeliz coletiva presidencial, apenas o celular de seu representante legal foi protegido. Jamais o do autor, sendo essa mais uma notícia falsa a se somar a tantas”.
“O que realmente incomoda Bolsonaro é a defesa que fazemos da advocacia, dos direitos humanos, do meio ambiente, das minorias e de outros temas da cidadania que ele insiste em atacar. Temas que, aliás, sempre estiveram – e sempre estarão – sob a salvaguarda da Ordem do Advogados do Brasil”, diz.
“Por fim, afirmo que o que une nossas gerações, a minha e a do meu pai, é o compromisso inarredável com a democracia, e por ela estamos prontos aos maiores sacrifícios. Goste ou não o presidente”, conclui.
Na tarde desta segunda, 29, Jair Bolsonaro voltou a se pronunciar. Ele disse que Fernando Augusto de Santa Cruz Oliveira, pai do presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Felipe Santa Cruz, foi morto pelos correligionários que combatiam a ditadura a fim de evitar o vazamento de informações confidenciais. “Eles resolveram sumir com o pai do Santa Cruz”, afirmou. “Não foram os militares que mataram ele não, tá? É muito fácil culpar os militares por tudo que acontece.”
A OAB também se manifestou a respeito, em nota assinada pela Diretoria do Conselho Federal, Colégio de Presidentes e o Conselho Pleno.
“A diretoria, o Conselho Pleno do Conselho Federal da OAB e o Colégio de Presidentes das 27 Seccionais da OAB repudiam as declarações do Senhor Presidente da República e permanecerão se posicionando contra qualquer tipo de retrocesso, na luta pela construção de uma sociedade livre, justa e solidária, e contra a violação das prerrogativas profissionais”, diz a entidade.
Felipe é filho de Fernando Augusto de Santa Cruz Oliveira, integrante do grupo Ação Popular (AP), organização contrária ao regime militar. Ele foi preso pelo governo em 1974 e nunca mais foi visto. “Conto pra ele. Não é minha versão. É que a minha vivência me fez chegar nas conclusões naquele momento. O pai dele integrou a Ação Popular, o grupo mais sanguinário e violento da guerrilha lá de Pernambuco e veio desaparecer no Rio de Janeiro”, disse Bolsonaro em coletiva de imprensa.
Foto: Beto Oliveira / Agência CâmaraA força-tarefa da Operação Greenfield apresentou quatro ações de improbidade contra os emedebistas Geddel Vieira Lima, Eduardo Cunha e Henrique Eduardo Alves, além de outros 14, em que cobram R$ 3 bilhões para reparação de danos causados à Caixa Econômica Federal e no FGTS.
As ações, movidas na esfera cível, se referem a fatos que chegaram a ser denunciados pela Procuradoria na esfera criminal, pelas supostas propinas e lavagem de dinheiro, e tem como objetivo a recuperação dos supostos prejuízos à Instituição Financeira.
As peças na esfera civil se dividem em propinas pagas pelos frigoríficos Marfrig e Bertin, também pela BR Vias, pertencente a Henrique Constantino, dono da Gol, e pelo Grupo J&F.
A ação referente ao mais alto numerário em propinas diz respeito à J&F. Segundo a Procuradoria, entre 2011 e 2015, sob o comando do ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha (MDB), pegaram R$ 182 milhões, o que envolveu operação do FI-FGTS para em suposto benefício do Grupo. Outros quatro são acusados, entre eles ex-vices da Caixa.
Delatores, como Fábio Cleto, Lúcio Bolonha Funaro, Alexandre Margotto, Henrique Constantino e Joesley Batista, entre outros não foram responsabilizados nas ações civis, já que firmaram acordo de colaboração com o MPF.
Marfrig
Em outra ação civil, a Procuradoria narra que, entre 2012 e 2013 – época em que Geddel era vice da Caixa -, o grupo recebeu R$ 9 milhões em propinas do Marfrig. A contrapartida seria a liberação de Cédula de Crédito Bancário (Capital de Giro) no valor de R$ 300 milhões, e de Cédula de Crédito Bancário (Conta Garantida) no valor de R$ 50 milhões.
Bertin
Em outra ação, que se refere ao período de 2012 e 2015, o grupo sob liderança de Eduardo Cunha teria se beneficiado da atuação de Geddel na Caixa para liberar um crédito de R$ 2 bilhões decorrentes de financiamento da concessionária SPMAR com o BNDES. As propinas seriam de R$ 57 milhões.
BR Vias
Já Henrique Constantino teria pago propinas de R$ 7 milhões em 2012, ao grupo de políticos e vices da Caixa para obtenção de recursos de R$ 300 milhões ‘por meio de aquisição de debêntures pelo FI-FGTS e, assim, com envolvimento da Vice-Presidência de Fundos de Governo e Loterias, bem como para a obtenção de empréstimo-ponte junto à VicePresidência de Pessoa Jurídica da Caixa Econômica Federal, a fim de aguardar a liberação da mencionada operação, e, ainda, para a liberação de uma Cédula de Crédito Bancário (Capital de Giro) no valor de R$ 50.000.000,00 (cinquenta milhões de reais) em favor da OESTE SUL EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS S.A.8’.
Grupos
Sobre as ações, o Ministério Público Federal explica que moveu contra primeiro grupo, que ‘era formado por empresas que encaminhavam projetos para a captação de recursos da Caixa (por meio de empréstimos) ou do FGTS (por meio dos seus fundos de investimentos)’. “Também era responsável por efetuar o pagamento de propina tanto aos empregados públicos da CEF que tinham potencial poder decisório, ainda que fosse para influenciar outros, quanto aos agentes políticos a ele ligados”.
“O grupo dos empregados públicos era responsável por fornecer informações privilegiadas aos agentes políticos e operadores financeiros sobre o projeto apresentado pela empresa à Caixa. Cabia a eles, também, agir internamente para beneficiar as empresas e/ou influenciar as decisões dos comitês da Caixa ou do FGTS, para aprovar ou desaprovar a concessão de empréstimos (ou os investimentos) às empresas requerentes”, diz a Procuradoria.
Segundo a Greenfield, os ‘agentes políticos recebiam as informações privilegiadas e, assim, cooptavam as empresas que se dirigiam à entidade financeira para obter recursos’. “Havia ainda, em certos casos, outros agentes políticos que se beneficiavam com o recebimento de propina, por terem ligação com os agentes políticos cooptadores e prestarem auxílio permanente ao esquema”.
Em colaboração, Funaro afirmou que o valor da propina negociada tinha como base um percentual sobre o recurso que seria liberado – em geral 3%. A distribuição desse percentual girava em torno de 50% para Geddel, 30% para Cunha e 20% para ele. No início do esquema ilícito, havia uma intermediação de contato e distribuição feita por Eduardo Cunha. Posteriormente, Funaro se aproximou de Geddel, passando a realizar as entregas diretamente para ele.
A reportagem tenta contato com os alvos da ação. O espaço está aberto.
Uma pesquisa sobre câncer apontou que o resveratrol, presente nas uvas, reduziu o número de células cancerígenas pela metade em testes científicos realizados em ratos. As cobaias haviam sido expostas a um químico, existente no cigarro.
Alguns dos roedores desenvolveram câncer de pulmão e receberam o resveratrol por 26 semanas. No segundo grupo havia ratos que não tinham desenvolvido a doença, mas que também receberam o composto. No terceiro grupo estavam outros animais doentes, que não receberam tratamento.
Câncer de pulmão e resveratrol
O composto apenas alcança o pulmão quando inalado – e como tal os ratos os receberam via nasal. Os resultados da pesquisa, publicada no periódico Scientific Reports, mostraram que o resveratrol reduziu o número de células com o tumor em 45% nos ratos doentes. Esses animais também tinham alguns tumores que diminuíram em tamanho após a terapia.
Nos ratos que estavam sem a doença no início do estudo, 37% desenvolveram o câncer durante a experiência. “O resveratrol pode, sim, ter um papel de prevenção contra o câncer de pulmão”, disse o autor da pesquisa, o professor Muriel Cuendet ao jornal britânico The Daily Mail.
Quando tomado como um comprimido, o resveratrol desfaz-se em poucos minutos, muito antes de alcançar o pulmão. “O nosso desafio consistiu em encontrar uma fórmula em que a substância poderia ser solúvel em grandes quantidades”, revelou o outro autor da pesquisa, Aymeric Monteillier. Quando inalada, a concentração de resveratrol foi 22 vezes maior do que quando tomada via oral.
Atualmente os cientistas estão planejando um teste para humanos de modo a determinar quem pode fazer parte de um tratamento preventivo com o resveratrol. Como o composto já é utilizado em suplementos alimentares, já se sabe que é seguro, o que pouparia testes de segurança.
Aparelho foi apresentado por Marvin Chow, vice-presidente de Marketing do Google, em evento no Brasil Foto: SAMUEL K. / Google
Um novo telefone que está chegando ao Brasil pretende atacar duas barreiras ao acesso à internet : o preço e a dificuldade no uso. Batizado como “smart featurephone”, o P70S, da Positivo , permite que os usuários acessem as principais funções do aparelho por comando de voz , num hardware de baixo custo. O produto chega ao mercado com preço sugerido de R$ 279.
Além da Positivo, Multilaser e DL disputam o mercado brasileiros dos chamados feature phones , aparelhos simples voltados para a população de baixa renda e para quem não conseguiu se adaptar aos smartphones. O smart featurephone se apresenta como uma opção intermediária, com sistema operacional KaiOS e aplicativos.
— A missão é democratizar a tecnologia. Ainda existe uma quantidade enorme de pessoas que não têm acesso à internet, que estão fora do mundo digital — afirma Jorge Bosch, responsável pelo Marketing de Produto da Positivo Tecnologia.
Com o assistente de voz, o usuário pode acender a lanterna, aumentar o volume, abrir o navegador, mandar uma mensagem, fazer uma ligação, abrir um vídeo no YouTube, ver a rota para um local no mapa. Tudo sem tocar no teclado.
Mais parecido com os antigos “tijolões”, o P70S foca no público de baixa renda e nas pessoas mais velhas, que não se adaptaram à tela sensível ao toque dos smartphones. É um produto de nicho, mas que ainda encontra mercado.
O último relatório da consultoria IDC, referente ao primeiro trimestre do ano, mostra que no período foram comercializados 701 mil aparelhos desse tipo, com tíquete médio de R$ 109, movimentando R$ 76 milhões.
Renato Meireles, analista de mercado em Mobile Phones & Devices da IDCBrasil, explica que os chamados feature phones representam 5% do mercado total de smartphones, com queda nas vendas nos últimos dois anos, mas previsão de um pequeno crescimento para 2019.
A expectativa é que o ano termine com 2,595 milhões de unidades comercializadas, contra 2,585 milhões em 2018 e 3,084 milhões em 2017.
Para fabricantes menores faz sentido explorar esse nicho, dada a concentração do mercado brasileiro de celulares. Das oito fabricantes que atuam no segmento, cinco abocanham fatia de 91% das vendas. As outras três — Positivo incluída — disputam na parte baixa do mercado, com smartphones de baixo custo e feature phones .
— Nas camadas de renda mais baixa, R$ 100 fazem muita diferença — afirma Meireles. — O smart featurephone é uma sacada interessante para um nicho, mas não acredito que essa nova tecnologia vá abocanhar uma parcela do mercado de smartphones.
Equipes de policiais civis da Delegacia Especializada em Capturas e Polinter (DECAP) prenderam, nesta segunda-feira (29), José Carlos Palheta dos Reis, 46 anos. A prisão, que aconteceu no bairro de Pajuçara, na zona Norte de Natal, se deu em cumprimento a um mandado de prisão, decorrente de sentença condenatória, e foi expedido pelo Tribunal de Justiça do Estado do Pará, pela Comarca de Ananindeua. José Carlos estava foragido desde setembro de 2011, quando foi condenado a uma pena de 6 anos de reclusão, pela prática do crime de estupro de vulnerável.
O ex-policial civil foi condenado por estuprar, no dia 9 de agosto de 2005, no bairro Satélite, em Belém, a filha de um dos seus primos, uma menina de sete anos de idade. O crime aconteceu na residência da vítima, quando ele foi visitar os familiares. Na ocasião do crime, uma ocorrência policial em desfavor do ex-investigador foi registrada pela mãe da menina, em uma Seccional Urbana da Cidade Nova. A autoridade policial de plantão naquela época determinou diligências em busca do acusado, que foi localizado e conduzido à unidade policial, onde negou o crime perante o delegado.
José Carlos foi conduzido até a Delegacia de Capturas e Polinter (DECAP) e encaminhado ao sistema prisional, onde ficará à disposição da Justiça. A Polícia Civil pede que a população continue enviando informações de forma anônima através do Disque Denúncia 181.
Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Polícia Civil/RN – SECOMS
Após tomar grandes proporções na internet e virar alvo de críticas e cobranças, o Presidente Jair Bolsonaro resolveu comentar sobre uma de suas declarações à imprensa, em que disse:
— Um dia, se o presidente da OAB quiser saber como é que o pai dele desapareceu, no período militar, eu conto para ele
Em uma transmissão ao vivo no seu Facebook oficial, enquanto cortava o cabelo, Bolsonaro disse:
— Estão me criticando, que se eu sei, tenho que falar. O que eu sei da história? O pai do Santa Cruz integrava a AP, Ação Popular de Recife, era o grupo terrorista mais sanguinário que existia.
Bolsonaro segue narrando que, “o pai dele, ainda bastante jovem, veio ao Rio de Janeiro”, mas ao chegar na capital fluminense, os integrantes da AP local ficaram surpresos pois esperava a cúpula do grupo baseado em Pernambuco Então “eles resolveram sumir com o pai do Santa Cruz. Essa é a informação que eu tive na época sobre este episódio”.
O Presidente não deu mais detalhes de como conseguiu a informação, se atendo apenas a dizer que as teve “com pessoas com quem conversei na época, oras bolas. Conversava com muita gente, estive na fronteira”.
Para o Bolsodoido qualquer mentira que o sem escrúpulos falar basta. Não, ele vai ter que responder isso na justiça e provar o que está dizendo. É tão cagão que muda a versão quando vem o tranco.
Suspeito de usar dinheiro de doação é apresentado pela Polícia Civil — Foto: Magno Dantas/TV Globo. REPORTAGEM NA ÍNTEGRA COM VÍDEO AQUI
Mateus Henrique Leroy Alves, de 37 anos, suspeito de usar cerca de R$ 600 mil arrecadados em campanha para tratamento do filho doente, também pode estar envolvido em esquema de gerenciamento de garotas de programa. De acordo com a Polícia Civil de Minas Gerais, ele é investigado por usar parte do dinheiro doado para o filho, que tem atrofia muscular espinhal (AME), com passeios, perfumes caros, relógios e roupas de marca. A investigação aponta que a quantia desviada financiou, ainda, farras, bebidas e drogas.
A campanha para recolher dinheiro para o filho de Mateus, João Miguel, de 1 ano e 7 meses, comoveu os moradores de Conselheiro Lafaiete (MG), onde a família mora. Em quase um ano, foi arrecadado mais de R$ 1 milhão. O dinheiro, que seria usado para comprar um medicamento caro – cada dose custa cerca de R$ 360 mil –, era esbanjado pelo pai.
Com autorização da Justiça, a Polícia Civil gravou conversas por telefone entre Mateus e uma mulher. O diálogo foi mostrado neste domingo (28) no Fantástico:
Mulher: “e cê confia, Mateus?”
Mateus: “de olho fechado.”
Mulher: “tá bom, então.”
Mateus: “são meninas que já trabalhou na minha casa lá de [Conselheiro] Lafaiete, de Belo Horizonte.”
Os planos de Mateus, no entanto, não deram certo. Na semana passada, ele acabou preso no quarto onde estava hospedado em Salvador e levado para Minas Gerais. Ele foi denunciado pela mulher, Karine Rodrigues, que considerou suspeita sua atitude e até pediu bloqueio judicial das contas junto à Vara da Infância e Juventude. Com Mateus, a polícia encontrou perfumes caros, relógios e roupas de marca, algumas delas ainda com a etiqueta.
“Ele fala que gastou cerca de R$ 600 mil, ele efetivamente gastou, sendo que R$ 300 mil foram gastos com farra com mulheres, com bebidas e com drogas. No momento da prisão, inclusive, ele estava com porções de maconha. E [com] o restante do dinheiro, ele alega que estava sendo extorquido”, disse o delegado Daniel Gomes.
R$ 7 mil gastos em motel de BH
A vida de ostentação do suspeito começou em Minas Gerais. Os investigadores descobriram que, durante nove dias de maio, ele gastou mais de R$ 7 mil para se hospedar em um motel em BH. Ele ficou na suíte mais luxuosa, onde há adega com vinho importado, frigobar, espaço gourmet, jukebox e TV a cabo. O quarto tem até barra de pole dance, banheira de hidromassagem e luz especial.
O que diz a defesa
A defesa diz que Mateus estava sendo vítima de extorsão. “A história que ele me contou parece que é a mesma que ele já contou para o delegado, que ele foi, na verdade, extorquido, né? [Isso aconteceu] quando ele foi para Belo Horizonte fazer um curso de segurança. Um curso interessante, porque parece que foi a própria irmã que pagou. Ele foi fazer o curso e conheceu uma pessoa que o levou até uma boca de fumo. Nessa boca, ele comprou droga (…) e pensou em fazer uma sociedade com um traficante. Esse traficante, então, talvez não sei se já sabia ou investigou um pouco sobre o Mateus, descobriu sobre a campanha, dos valores da campanha e, em cima disso, começou a extorquir [dinheiro] do Mateus”, disse o advogado Túlio César de Melo Silva.
Até a polícia fez campanha
Reprodução
Em Conselheiro Lafaiete, a atitude do pai que parecia ser amoroso e preocupado com o filho doente foi motivo de espanto e revolta.
“Como que ele rouba o dinheiro do próprio filho que está doente?”, questionou a vendedora ambulante Aparecida de Souza.
“Todo mundo ficou sem entender o porquê. Porque ele ajudou nas campanhas também. A gente também ajudou, tirando da gente pra poder doar, né”, questionou a dona de casa Josiane Soares.
Até a polícia fez campanha por João Miguel. “A Polícia Civil também se mobilizou, nós fizemos uma corrida pela vida aqui, em Conselheiro Lafaiete, com mais de 500 inscritos para arrecadar fundos e todos nós hoje, polícia, família, nos sentimos traídos pela conduta desse cidadão”, explicou o delegado Carlos Capistrano.
Nas redes sociais, artistas e jogadores também pediram ajuda para campanha. O goleiro Victor, do Atlético-MG, doou uma camisa para ser leiloada. “É um sentimento de qualquer um, um sentimento de revolta, de tristeza, de lamentação (…) A que ponto chega a maldade, a falta de amor no coração do ser humano… Então realmente é algo que, quando eu recebi a notícia, foi algo muito chocante, algo bastante frustrante, foi algo… triste, mas felizmente foi descoberto aí e tenho certeza que vai pagar por isso”, disse o jogador
A família deixou de fazer a campanha desde junho, quando conseguiu na Justiça o direito de receber do Sistema Único de Saúde (SUS) três doses do medicamento.
Com o dinheiro que estava na conta, a compra das outras três doses que ele precisa estavam garantidas, mas, agora, a situação é outra.
“A causa é nobre, a campanha deve continuar em prol do João Miguel e da mãe dele (…) O único que deve ser responsabilizado com essa história toda é apenas o pai que cometeu essa atitude criminosa. O menino não deve ser responsabilizado, pelo contrário, acredito que seja o momento até de ganhar força para que ele consiga o tratamento e consiga continuar sobrevivendo”, falou Daniel Gomes.
Meu governo é excelente.
Parabéns!
Excelente medida ???