Novos usos de células-tronco e impressão 3D podem enfim significar o fim da calvície, pelo menos para quem tem dinheiro
Uma cura para a calvície pode estar em breve se torando realidade. O The Atlantic relatou um novo experimento que combina células-tronco clonadas e moldes impressos em 3D para suportar os folículos pilosos. Os cientistas tentam clonar cabelo para curar a calvície há anos, mas agora eles estão perto de resolver esse problema usando uma nova técnica para controlar o crescimento dos folículos pilosos, as estruturas internas que produzem o cabelo.
A clonagem de folículos pilosos não é novidade, mas garantir que eles fiquem juntos e cresçam na direção certa é o problema, de acordo com o The Atlantic. Tentativas anteriores resultaram em células que formam folículos frágeis, que se desintegram com o tempo ou que ficaram fora de alinhamento.
Cientistas da Universidade de Columbia construíram um molde impresso em 3D, com consistência similar à gelatina, para manter os folículos clonados no lugar até que eles se desenvolvam o suficiente para se “enraizar” no couro cabeludo.
O ‘detalhe’ é que a clonagem e os moldes impressos em 3D não são baratos. Se esse tipo de cura para a calvície chegar às clínicas e ao mercado geral, ela provavelmente será apenas para ricos, pelo menos nos próximos anos.
O Governo do Estado conclui nesta quarta-feira (31) o pagamento da folha salarial do mês de julho do funcionalismo estadual. Serão R$ 230 milhões depositados para mais de 59 mil servidores ou 20% do quadro de pagamento do Estado.
Recebem nesta quarta os servidores lotados em pastas com recursos próprios e da Educação, e ainda os 70% restantes de quem recebe acima de R$ 3 mil (valor bruto). Dessa forma, o Governo conclui a folha de R$ 490 milhões do mês de julho.
Para o mês de agosto, as datas e valores de pagamento permanecerão o mesmo de julho.
O Governo do Estado ainda informa, que “segue no trabalho diário na busca de recursos extras com medidas e ações planejadas para quitar as três folhas restantes em atraso”.
Vamos entrar no 8° mês do (des)governo de FB, com a mesma notícia requentada de sempre, que é a da busca de "recursos extras" para quitação das três folhas em atraso. O mesmo blábláblá e esses recursos não chegam. Chegarão? Alguém acredita?
As folhas em atraso virou um conto do vigário que perdura desde a gestão passada. Os milagrosos e tão apalavrado 'recursos extras' não passa de uma cortina de fumaça para ludibriar os sofridos servidores estaduais.
Ao sair do Palácio da Alvorada, na manhã desta terça-feira(30), Jair Bolsonaro disse que só comentaria sobre a mortes de 57 pessoas no presídio de Altamira depois que as vítimas dos presos se manifestassem.
“Pergunta para as vítimas dos que morreram lá o que eles acham.”
O massacre é o maior ocorrido em um presídio desde o de Carandiru, em 1992, quando 111 internos foram assassinados.
Parabéns presidente!!! Assassino, estuprador, ladrão, corrupto, hacker, é pra se FXDXEX!!!!!! Chega de colocá-los no lugar de vítimas, essa era já passou!!!!! Se fosse pra nos preocuparmos com esses meliantes teríamos eleito o Andrad…
O Centro Municipal de Atendimento Educacional Especializado (CMAEE) está com matrículas abertas para novas turmas no curso básico de LIBRAS. A qualificação é aberta ao público em geral.
As turmas serão disponibilizadas nos turnos matutino e vespertino. Pela manhã, o Centro disponibiliza o curso básico I de LIBRAS, das 8h às 10h. À tarde, as turmas serão formadas para o curso básico I e II, no horário de 13h às 15h30. O início das aulas está previsto para a última semana de agosto. As aulas acontecerão no próprio CMAEE.
As inscrições podem ser realizadas no local, mediante apresentação dos seguintes documentos: 1 foto 3×4, comprovante de residência e xerox do RG.
O CMAEE
O Centro de Atendimento Educacional Especializado foi inaugurado no ano passado e atualmente atende 230 alunos da rede municipal de ensino com algum tipo de necessidade especial. Os estudantes são atendidos no horário contrário as suas aulas. As especialidades oferecidas são fonoaudiologia, psicologia, psicopedagogia, aula de Libras e informática.
Além do trabalho desenvolvido no Centro, os profissionais também atuam visitando as escolas, levando apoio psicológico especializado e auxiliando professores, profissionais e pais que possuam alunos com necessidades especiais. As escolas também podem solicitar uma visita do Centro, quando julgarem necessário.
Para variar, a semana foi de polêmicas para Bolsonaro, que, entre outras coisas, comentou que o jornalista Glenn Greenwald podia “pegar uma cana aqui mesmo”.
Referia-se à publicação, pelo site Intercept Brasil, das conversas hackeadas entre o então juiz Sérgio Moro e o coordenador dos procuradores de Curitiba, Deltan Dallagnol.
Não se trata aqui de concordar com a atitude do site, que, ao divulgar os diálogos, o faz a conta-gotas, numa edição que busca interpretar as conversas e fazer ilações, sem colocá-los no contexto em que foram realizados. Nem com o viés claramente tendencioso em busca da anulação de processos para ajudar a libertar Lula.
Trata-se de defender a liberdade de expressão, pura e simplesmente. Se Glenn Greenwald não participou da operação de hackeamento, nem a encomendou, não há como “pegar uma cana”. Está protegido, como todos os jornalistas brasileiros, pela Constituição.
Mesmo que tenha pagado pela cessão do material, terá cometido no máximo um ato antiético. No entanto, a ligação política que surgiu com a revelação, confirmada por ela, de que Manuela Dávila, ex-candidata a vice pelo PCdoB em 2018 na chapa do petista Fernando Haddad, foi a intermediária entre o hackeador e Intercept Brasil, reforça a hipótese de que a publicação desse material tem objetivos políticos.
E há coincidências que não podem ser evitadas. O hacker Walter Delgatti Neto diz que procurou Manuela DÁvila no dia das mães, 12 de maio. No mesmo dia, Glenn Greenwald entrou em contato com ele pelo Telegram.
Nove dias depois, a 21 de maio, Glenn Greenwald esteve visitando Lula na sede da Polícia Federal em Curitiba, para fazer uma entrevista com ele, que havia sido autorizada pela Justiça no início do ano.
É certo, portanto, que Greenwald já tinha o material quando conversou com Lula na cadeia. No dia 9 de junho, dezenove dias depois da entrevista, o Intercept Brasil começa a divulgar as conversas hackeadas.
Entre o primeiro dia em que o hacker fez o contato com Glenn Greenwald, e a publicação, passaram-se exatos 29 dias, ou quatro semanas. Glenn Greenwald, ao publicar os diálogos, declarou: “ficamos muitas semanas planejando como proteger a nós e nossa fonte contra os riscos físicos, riscos legais, riscos políticos, riscos que vão tentar sujar a nossa reputação.”.
No fim do mês de abril, no dia 27, uma entrevista com Lula foi publicada pela Folha de S. Paulo e o El País e, como se fosse premonitório, o ex-presidente garantiu ter (…) “obsessão de desmascarar o Moro, de desmascarar o Dallagnol e a sua turma”.
Uma pergunta que não quer calar: será que nas conversas de Dallagnol com outros procuradores, ou mesmo com Sérgio Moro, não havia um espaço para troca de informações sobre outros casos da Lava Jato que não os relacionados ao caso de Lula? Delgatti Neto disse também que entrou nas conversas sobre a Operação Greenfield em Brasília, que apura desvios em fundos de pensão. Pelo seu relato, não encontrou nada de ilegal nas conversas, por isso não se interessou. Que estelionatário mais preparado esse, que sabe onde há supostas irregularidades processuais, e sabe onde não há.
A juíza Diana Wanderley da Silva, da 5ª Vara Federal de Brasília, homologou nesta segunda-feira, 29, um acordo para a instalação de 1.140 radares em rodovias federais. Os aparelhos serão instalados pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) para cobertura de 2.278 faixas que são consideradas de criticidade média, alta e muita alta de todo o País.
Entre as partes estão o Ministério Público Federal (MPF), a União, o DNIT e o Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). Em sua decisão, a magistrada indica que trata-se do maior acordo judicial da história do DNIT.
A instalação dos dispositivos faz parte da fase inicial do acordo e será realizada em até 60 dias a partir da homologação da sentença. Segundo a juíza, parte dos aparelhos será instalada nas áreas urbanas do País, em faixas de criticidades muito altas, altas e médias, uma vez que trafegam mais pessoas. Já nas áreas rurais, serão instalados radares em faixas com criticidades muito altas e altas.
A segunda etapa do acordo prevê a realização de um novo estudo, realizado por técnicos em engenharia do DNIT, pela Polícia Rodoviária Federal e por assistente técnico a ser indicado pela Procuradoria, indicou a juíza. O trabalho deverá ser concluído em até 120 dias e indicará a necessidade dos radares nas faixas remanescentes, de criticidade baixa e muito baixa. As informações serão posteriormente analisadas pelo juízo.
O acordo foi homologado no âmbito de duas ações ajuizadas contra o DNIT e a União que defendiam a permanência dos radares nas Rodovias Federais. Ações foram interpostas senador Fabiano Contarato (Rede/ES) e pelo Ministério Público Federal para que toda a malha rodoviária federal fosse coberta pelo monitoramento eletrônico.
No texto, a juíza destaca o que técnicos em engenharia de trânsito e a maioria da sociedade reconhecem a importância dos radares “como um dos principais instrumentos de controle de velocidade a salvar vidas, diante da grande imprudência de muitos motoristas no Brasil, e da falta de respeito às velocidades impostas”.
É nossa justiça posicionando-se contra o cidadão. O lobby da indústria da multa tem força. Pergunta: será que só existe este modo de garantir segurança?
Taça do Brasileirão 2019 (Crédito: CBF / Divulgação)
A próxima rodada do Campeonato Brasileiro terá um horário novo de transmissão. A CBF divulgou nesta segunda-feira em seu site oficial que as partidas da 13.ª rodada com presença na TV aberta não será no domingo às 16 horas, mas sim às 19 horas (de Brasília). A mudança contempla a presença na grade da TV Globo de jogos como Corinthians x Palmeiras, Atlético-MG x Cruzeiro e Vasco x CSA.
A mudança no horário de transmissão é algo inédito nas últimas edições do Brasileirão. Há anos, a CBF e a TV Globo mantém como padrão a exibição de partidas nas quartas-feiras às 21h30 e aos domingos, às 16 horas. A alteração é uma maneira de testar como será a audiência e a aceitação do público ao novo horário da noite de domingo.
Essa faixa de horário era comumente destinada a transmissões pelo canal Premiére. Porém, com a mudança anunciada para a próxima rodada, inclusive o jogo do Flamengo contra o Bahia, neste domingo, às 16 horas, em Salvador, ficará fora da TV aberta e terá transmissão somente pelo pay-per-view.
A Rede Globo ainda não divulgou a programação para o domingo em seu site. A tendência é a emissora antecipar o programa de entretenimento Domingão do Faustão. O site da CBF já traz também a programação de jogos na TV para a rodada seguinte, dia 11 de agosto, com a agenda de transmissão de volta ao formato tradicional, com as partidas em TV aberta às 16 horas.
O futebol deixou á muito tempo de ser a alegria do povo.
Hoje, futebol é um negócio e o torcedor que está na arquibancada fazendo papel de otário é apenas um mero peão no tabuleiro do xadrez.
Ninguém faz mais questão do calor humano emanado dos alambrados, nem do grito de alegria ou protesto movido pela paixão, que vinha de fora das quatro linhas do tapete verde.
Falta de segurança, preços de ingressos exorbitantes e horários idiotamente inconvenientes são apenas alguns detalhes que contribuem para o esvaziamento dos nossos estádios, que um dia emolduraram o Brasil como (ex)país do futebol.
Futebol hoje, é:
Um monte de idiotas gritando nas arquibancadas e um bocado de sabido enchendo os bolsos nos camarotes!
Fato.
O resto é lorota prá enganar otário.
Natal receberá, no próximo dia 2, no Hotel Holiday Inn, importante evento discutindo as novidades implementadas na justiça brasileira, com o Código de Processo Civil de 2015. O evento terá nomes como os professores Fredie Didier (UFBA), Antonio Carlos Marcato (USP), Daniel Assumpção (LFG), Luís Guilherme Marinoni (UFPR) e Rodrigo Cunha Lima (LFG), além do ministro Marcelo Navarro (STJ). Serão tratados temas como as novas questões sobre a imparcialidade judicial, precedentes judiciais, recursos e execução frente ao novo código. As inscrições podem ser efetuadas com valor reduzido até o dia 30/7, pelo site atualeventos.com/direitoprocessual
O Ministério da Educação (MEC) prorrogou, para o dia 10 de outubro, o prazo para renegociação de dívida do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). A portaria que prevê a ampliação a renegociação foi publicada nesta terça-feira (30) no Diário Oficial da União.
Para pedir a renegociação, os estudantes precisam ter firmado o contrato com o Fies até o segundo semestre de 2017; estar com as parcelas atrasadas em, no mínimo, 90 dias; e ter contratos em fase de amortização.
Além disso, os contratos não podem ser objeto de ação judicial. A depender do tipo contrato, a renegociação também poderá ser feita pelo prazo de amortização.
De acordo com o Ministério da Educação, mais de 500 mil alunos estão com os contratos de financiamento na fase de amortização e com atraso no pagamento das prestações. O saldo devedor total alcança o valor de R$ 11,2 bilhões.
Para regularizar a situação, os interessados devem procurar a instituição bancária onde o contrato foi assinado. O valor da parcela resultante da renegociação não pode ser inferior a R$ 200. Há ainda a parcela de entrada. O estudante deve pagar ou 10% da dívida consolidada vencida, ou R$ 1.000.
Uma publicação compartilhada por Ronald Rael (@rrael) em
(Texto em português de Portugal). Em 2009, o arquiteto e designer Ronald Rael, professor em várias universidades, teve a ideia de criar um balancé (gangorra) que atravessasse o muro construído na fronteira entre o México e o Estados Unidos. Chamou-lhe: Teetertotter Wall. E explicou assim o projeto: “As relações comerciais e de trabalho entre os EUA e o México vivem num equilíbrio precário. Os mexicanos vêm para os EUA à procura de trabalho mas, muitas vezes, desejaram continuar a viver confortavelmente no seu país. A indústria e a agricultura dos EUA dependem de mão-de-obra imigrante mas o Ministério da Administração Interna e os Serviços de Fronteira e Imigração tornaram cada vez mais difícil a contratação de mão-de-obra estrangeira. O Teeter Totter Wall mostra os delicados equilíbrios entre as duas nações.” A ideia era mostrar como, apesar de separadas, as pessoas conseguem encontrar maneiras para comunicar e interagir e até agir em conjunto.
As relações entre os dois países iriam deteriorar-se ainda mais e a situação dos migrantes naquela região tem sido um dos temas fulcrais da presidência de Donald Trump, fazendo com que o projeto tivesse neste momento um significado ainda maior.
O projeto foi retomado, numa parceria entre Ronald Rael e Virginia San Fratello, e integrou uma exposição no MoMA – Museum of Modern Art, de Nova Iorque, em 2016, que abordava a crise dos refugiados. Ao projeto da instalação artística juntaram-se vários ensaios, uma TED Talk (palestra) e um livro, com o título Bordewall as Architecture: A Manifesto for the US – Mexico Boundary. A dupla de arquitetos vê este projeto como uma reflexão sobre os muros como forma de arquitetura e um manifesto contra os muros que separam os dois países.
Dez anos depois do projeto inicial, o balancé foi inaugurado no domingo passado, entre Sunland Park (EUA) e a zona de Anapra (perto de Ciudad Juárez, no México). Ao partilhar um vídeo que mostra a brincadeira, no seu Instagram, Rael explicou que esta era “uma das experiências mais incríveis” da sua carreira. “O muro tornou-se o centro das relações entre os EUA e o México, e as crianças e adultos puderam relacionar-se de maneiras significativas em ambos os lados, com o reconhecimento de que as ações que acontecem de um lado têm uma consequência direta do outro lado”, explicou.
Uma professora de 47 anos morreu e o marido dela ficou ferido depois de serem baleados em um assalto em uma granja na cidade de Pedro Velho, distante aproximadamente 80 quilômetros de Natal, por volta das 20h dessa segunda-feira(29). De acordo com a polícia, pelo menos quatro criminosos participaram da ação. Armados, invadiram a casa do casal no Sítio Porteiras, na zona rural da cidade, e iniciaram o assalto. ainda não se sabe em que momento mas, durante o roubo, os homens atiraram no casal. Na fuga, os marginais levaram uma televisão, três celulares e duas espingardas de caça do marido.
Segundo a polícia, a professora chegou a ser socorrida ao hospital, mas não resistiu aos ferimentos. O marido está internado em situação grave, e foi transferido para o Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel, em Natal. A professora morava em Pedro Velho desde a infância, ensinava na escola municipal da cidade, e ainda em outra em Canguaretama. O crime deixou os municípios em choque.
A Polícia Militar realizou buscas na região na busca pelos criminosos, no entanto, ninguém foi preso.
Seria muito bom se nossos juízes se unissem à promotores e policiais em prol da severa punição desses assassinos que assolam nosso estado!!! Por aqui, parece q não se incomodam com essa situação, sentem-se seguros em seus condomínios e a criminalidade segue reinando..Imaginem se tivéssemos por aqui um Moro, um Deltan, um Virgulino e um Mauro Albuquerque, trabalhando em conjunto…Pfv autoridades, se espelhem nesses caras e botem esses vagabundos no lugar onde merececem estar!!!! Seria pedir demais??? Será q não os pagamos bem o suficiente????
Em primeiro lugar, deve-se mudar as leis. Para que fiquem mais rigorosas, sem brechas e funcionem.
Policia
Juiz e promotor, não controem leis.
O legislativo sim.
Ou seja o congresso que pode mudar nossas leis e nosso Brasil.
Deixem de piadas.. O Legislativo vota leis com brechas, ineficientes e que não prejudique os deputados e senadores…. ou seja, tamos reiados…
Isso é resultado da política de insegurança, da impunidade implantada nos últimos 18 anos, onde bandido fica preso até chegar na audiência de custódia.
Culpa do discurso da esquerda que impõe o mantra que assassino e ladrão tem que ser combativo com livros e flores e o cidadão vem perdendo a vida pela balas dos bandidos protegidos. De quem é a culpa? Provavelmente do mundo todo, menos daqueles que ocuparam o poder de 2003 a 2016
O desembargador Virgílio Macedo Jr, do Tribunal de Justiça do RN, negou pedido liminar feito pelo Conselho Federal da OAB e pela seccional potiguar da Ordem dos Advogados do Brasil para impedir a utilização, para qualquer fim, das gravações realizadas no parlatório da Penitenciária Estadual de Alcaçuz, no âmbito da Operação Emissários. A operação foi deflagrada pelo Ministério Público Estadual no último dia 10 de junho e teve como alvo três advogados suspeitos de envolvimento com uma organização criminosa.
Os autores do Mandado de Segurança ressaltam atuar na defesa das prerrogativas dos advogados, especialmente o sigilo das comunicações estabelecidas com os seus clientes, assegurado no artigo 7º, III, do Estatuto da Advocacia e da OAB.
Relatam que foi deferida a instalação de equipamento de escuta ambiental no Presídio Rogério Coutinho Madruga (Pavilhão 5), a partir do que se extraíram indícios da suposta prática de crime por três advogados, resultando no deferimento do pedido de prisão preventiva formulado pelo Ministério Público nos autos nº 0100689-12.2019.8.20.0145.
Assim, pleitearam a vedação absoluta de divulgação do conteúdo das gravações e que sejam anuladas as decisões que deferiram o afastamento do sigilo das comunicações dos advogados, determinando a destruição e inutilização das gravações.
Segundo as investigações do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do MP, os três advogados eram responsáveis por repassar ordens dos chefes da facção criminosa que estão detidos em unidades prisionais potiguares a integrantes do grupo que atuam nas ruas.
Decisão
Ao analisar o pedido liminar, o desembargador Virgílio Macedo Jr destacou que “a captação ambiental de conversas de advogado, no contexto da advocacia, por si só, não é prova nula, por ilegalidade ou inconstitucionalidade, quando o próprio advogado é suspeito da prática de crime, que ultrapassa a sua atuação em defesa da pessoa presa, não se podendo tolher a investigação, nesses casos, a pretexto de inviolabilidade no exercício da profissão”, define.
O magistrado aponta ainda que foram levados ao processo apenas os diálogos que tenham relação com os fatos investigados, supostamente praticados pelo advogado, “não importando, de toda sorte, qualquer publicidade às conversas fortuitamente captadas, o que, se ocorresse, violaria, aí sim, desproporcionalmente, o direito às conversas reservados dos advogados e seus clientes para promoção da defesa criminal”.
(Mandado de Segurança nº 0804087-70.2019.8.20.0000) TJRN
Essa OAB é piada pronta…se alia a TUDO o que não presta…CADÊ ESSES MACHOS peitar os 75 dias de férias dos juízes, CADÊ OS MACHÕES ???? para bater de frente com os juízes???? Essa entidade é mais fraca que caldo de biloca
Juliana Paes conta que ultimamente tem dito mais “não” do que gostaria. Com uma rotina insana de gravações — ela é a protagonista da novela “A dona do pedaço” —, negou boas propostas para aproveitar o pouco tempo livre ao lado do marido, o empresário esportivo Carlos Eduardo Baptista, e os filhos, Pedro, de 8 anos, e Antonio, de 6. “A maturidade chega e você aprende a priorizar as coisas”, diz a atriz, que chegou aos 40 em março.
A seguir, Juliana fala sobre corpo, plástica, carnaval e personalidade.
Blasé, eu?
“Acho que essa coisa do blasé vem no DNA. Algumas pessoas desenvolvem, outras, não. Já nascemos com isso, com essa pré-disposição, só precisam de uma oportunidade para fazer isso aflorar. Eu, definitivamente, não tenho esse gene. Todas as oportunidades para aflorar isso, eu já tive.”
Carnaval
“Abandonei o posto de rainha de bateria da Grande Rio no fim do carnaval desse ano para ter menos demanda de trabalho, para ter tempo livre mesmo. Preciso não ter compromisso, devo isso aos meus filhos. As crianças estão nessa batida de me acompanhar, de esperar a mamãe, e eu não quero daqui a uns anos sentir culpa de não ter participado integralmente da infância dos meninos. Já fiz bastante coisa, estou com 40 anos, deixa as meninas brilharem agora. Vou ficar batendo palma como sempre. Quem sabe um dia eu não volte? Mas preciso me desligar um pouco das obrigações.”
Beleza
“Morro de vontade de fazer, mas tenho muito medo de plásticas. Fiz baby Botox há um ano mais ou menos e detestei, fiquei me sentindo paralisada. Não conseguia levantar minha testa, perdi uma expressão importante para mim. O que eu faço para manter minha pele durinha é laser, de todos os tipos. Mas tenho vontade de fazer o contorno labial, mas falta coragem. Meu receio é ficar parecendo uma palhaça. Aí desenho com lápis.”
Corpo
“Graças a Deus herdei essa genética da minha mãe. Gravo tanto que não estou conseguindo treinar. Estou contando com os resquícios do carnaval, com essa memória muscular. Mas não posso reclamar: minha genética é realmente boa.”
Vida aos 40
“Achei que nunca fosse dizer isso, mas ganha-se mais aos 40 anos. Pensava que aquela história era balela, que as pessoas falavam ido só para ficarmos felizes, mas é verdade. É uma beleza que vem de saber do poder que temos; do poder de ação, realização, sedução e conseguir o que quer sem apelar. Esse poder interior é muito gostoso.”
Os desembargadores do Tribunal de Justiça do RN não autorizaram os descontos remuneratórios nos contracheques dos agentes de saúde do Município de Natal pelos dias paralisados durante a greve que durou de outubro de 2018 a janeiro de 2019. A Corte potiguar destacou, para tanto, a jurisprudência de tribunais superiores, a qual ressalta que a Administração pode proceder descontos na remuneração, a exceção quando a paralisação for provocada por conduta ilícita do Poder Público, conforme entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF), que fixou tese de repercussão geral por ocasião do julgamento do RE 693.456.
“Vê-se que o precedente a ser observado trouxe como exceção à possibilidade de descontos a hipótese em que se verificar ter sido a greve provocada pelo ente público, o que é o caso dos autos”, aponta o relator do recurso, o desembargador Virgílio Macedo Jr.
Segundo os autos, o movimento foi deflagrado, dentre outros motivos, para assegurar condições mínimas de trabalho aos agentes de saúde e à implantação de benefícios remuneratórios a que faziam jus em virtude de lei não cumprida desde o ano de 2010.
De acordo com a decisão, foram realizadas várias reuniões e acordos entre a categoria e a Secretaria Municipal de Saúde (SMS), todos descumpridos. Também foram realizadas Assembleias Gerais pelo Sindicato, sendo a primeira para a deliberação do indicativo de greve, em 4 de outubro de 2018, e a segunda para deflagração do movimento, em 19 do mesmo mês, todas remetidas para o Poder Executivo informando previamente as intenções da categoria.
“O direito de greve dos servidores públicos, a despeito de carecer de regulamentação legal, é exercido nos termos da Lei nº 7.783/1989, conforme entendimento firmado no julgamento do Mandado de Injunção nº 708, da relatoria do Ministro Gilmar Mendes e no Mandado de Injunção nº 712, que teve como relator o Ministro Eros Grau (DJe em 31/08/2008)”, aponta o relator.
Operação Conexão RJ foi deflagrada nesta terça-feira (30), na comunidade do Passo da Pátria. Chefe de facção criminosa ordenou crimes de dentro do presídio de Bangu
O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) e a Polícia Militar deflagraram nesta terça-feira (30) a operação Conexão RJ. O objetivo é apurar uma série de crimes cometidos em Natal após ordens repassadas por um chefe de facção que está preso no Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu, na capital fluminense. Ao todo, foram cumpridos 8 mandados de busca e apreensão no Passo da Pátria, comunidade na zona Leste natalense. Quando os policiais chegaram ao local para cumprir os mandados, criminosos ainda não identificados soltaram fogos de artifício para alertar os comparsas da presença da PM.
As ordens para os crimes, segundo as investigações do MPRN, foram dadas por Wildson Alves da Silveira, conhecido como Binho Beque ou Leão, que está preso em Bangu desde maio de 2017. Ele é fugitivo da cadeia pública Raimundo Nonato Fernandes, em Natal. Binho é apontado como sendo um dos chefes de uma facção criminosa que surgiu dentro de unidades prisionais potiguares.
Wildson Alves da Silveira é condenado pelos crimes de homicídio, estelionato, falsificação de documento público, falsidade ideológica e posse irregular de arma de fogo e munição, e responde ainda por associação criminosa, roubo e tráfico de drogas, entre outros. Entre os crimes atribuídos a ele, está o assassinato de Romário Costa da Silva, ocorrido em 21 de novembro de 2016. De acordo as investigações, Wildson Silveira o matou pelo fato dele estar drogado e atirando no Passo da Pátria. Na condição de chefe da facção criminosa que atua na comunidade, Wildson o sentenciou e o executou no local.
As investigações do MPRN, que tiveram o apoio do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ), apontam que, usando um aparelho de telefone celular, Wilson continuava comandando a facção criminosa de dentro do Complexo Penitenciário de Bangu. Ele chegou a ordenar ataques a viaturas da Polícia Militar em caso de os policiais entrarem no Passo da Pátria para fazer patrulhamento e também sugeriu aos subordinados que instalassem câmeras de segurança nas entradas da comunidade para que pudessem controlar o acesso e a saída do local por vídeo-monitoramento. Outra ordem dada pelo chefe aos demais integrantes da facção foi que eles passassem a promover eventos e shows na comunidade com o objetivo de aumentar o caixa do crime.
A Justiça do Rio Grande do Norte já ordenou que Wildson Alves da Silveira seja recambiado para o Rio Grande do Norte para cumprir as sentenças que é condenado. Essa transferência ainda não tem data para ser realizada e depende de iniciativa da Secretaria da Administração Penitenciária do RN (Seap).
A Polícia Federal deverá imputar ao hacker Walter Delgatti Neto os crimes de “interceptação de comunicação” e “invasão de dispositivo de informática” a cada conta do aplicativo Telegram por ele invadido desde março deste ano, segundo disse ao GLOBO uma fonte que acompanha o caso de perto. A partir deste entendimento, Delgatti pode ser punido com mais de 70 anos de prisão só pelos crimes confessados até o momento.
A forma como a PF pretende fazer o enquadramento penal deve aumentar a pressão sobre Delgatti. Ele confessou crimes e deu informações do método usado, mas a polícia acredita que o hacker sabe mais do que se dispôs a contar. Pelos indícios obtidos até o momento, ele teria tentado invadir aproximadamente mil telefones, um número bem acima dos números e nomes mencionados em seu depoimento.
Ao ser interrogado pela primeira vez, na semana passada, o hacker reconheceu ter acessado indevidamente aplicativos de celulares de 14 diferentes pessoas. Por estes números, a soma das penas máximas a ser aplicadas por interceptação de comunicação chegaria a 56 anos. O artigo 10 da Lei n° 9.296/96 prevê reclusão de dois a quatro anos para quem interceptação de comunicação ilegalmente. As invasões de dispositivos de informática, que podem ser punidas com até um ano de prisão, resultariam em mais 14 anos de cadeia. Só por estes dois crimes, a pena poderia bater à casa dos 70 anos. O hacker, porém, disse ter acessado aparelhos de “procuradores” do Rio de Janeiro e da Operação Greenfield, que ocorre em Brasília.
A polícia suspeita, com base nas investigações preliminares, que Delgatti cometeu crimes com ajuda dos outros três presos na Operação Spoofing. Caso o entendimento seja mantido, Delgatti estaria sujeito à imputação de envolvimento com organização criminosa, conforme indica uma das decisões judiciais sobre o assunto. O crime de organização de criminosa pode ser punido com até oito anos de prisão. Não está claro ainda se esta hipótese será mantida até o final da apuração. No primeiro depoimento à polícia, logo depois de preso, Delgatti chamou para si toda a responsabilidade pelas invasões de aplicativos de celulares. Os demais presos negaram qualquer envolvimento no episódio.
Procurado pelo jornal, o advogado Luiz Gustavo Delgado Barros, responsável pela defesa de Delgatti, não atendeu às ligações.
Cabe ao Ministério Público, após a apuração da PF, pedir à Justiça o enquadramento penal. No processo do mensalão a Procuradoria-Geral da República pediu a condenação dos réus por cada ato de corrupção e de lavagem de dinheiro, mas o Supremo Tribunal Federal (STF) aplicou o conceito de “crime continuado”, previsto no artigo 71 do Código Penal. “Quando o agente, mediante mais de uma ação ou omissão, pratica dois ou mais crimes da mesma espécie e, pelas condições de tempo, lugar, maneira de execução e outras semelhantes, devem os subsequentes ser havidos como continuação do primeiro, aplica-se-lhe a pena de um só dos crimes, se idênticas, ou a mais grave, se diversas, aumentada, em qualquer caso, de um sexto a dois terços”, diz o artigo 71. Neste caso, a pena do hacker poderia ser menor.
Arrocha que desse mato sai Coelho.
É evidente que se trata de crime, e os culpados todos, tem que ser rigorasamente punidos, onde ja se viu, uma quadrilha dessas parar um país?
O povo brasileiro precisa urgentemente de dias melhores, pra isso acontecer, tem que botar todos na cadeia, pra fazer companhia ao chefe.
Tem que botar quente em cima daquele VAGABUNDO GRENWALD que tenta arruinar o país , aquele bosta , só posta oque interessa aos PTralhas, cadê que esse vagabundo posta algo do GILMAR MENDES ??
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