Diversos

Canadá aposta na imigração para impulsionar recuperação econômica

Toronto. Foto: Pixabay/Pixabay

Depois de sofrer o seu maior déficit orçamentário desde a Segunda Guerra Mundial no ano de 2020, o Canadá agora aposta no fluxo de estrangeiros para sair da crise gerada pela pandemia do novo coronavírus. Entre as propostas, o governo pretende aumentar de forma significativa o número de novos residentes nos próximo três anos, além de conceder mais vistos permanentes para novos residentes, em especial aqueles que já estejam no país de forma temporária.

“A história nos ensinou que quando crescemos nossos níveis de imigração, crescemos a nossa economia junto”, disse Marco Mendicino, ministro de Imigração canadense.

No entanto, o plano de melhora da economia pode enfrentar alguns problemas para ser concretizado. Especialistas ouvidos pelo Wall Street Journal afirmam que pessoas que chegam a um país durante uma crise econômica costumam ter mais problemas para conseguir se estabelecer e arrumar um emprego. Além disso, analistas destacam as restrições da fronteira canadense como grande empecilho para a execução do projeto.

Embora não seja novidade, essa é vista como a estratégia mais agressiva dentre os países que adotam políticas semelhantes. Nos Estados Unidos, o governo do ex-presidente Donald Trump suspendeu a maioria dos vistos alegando riscos de que os americanos pudessem perder seus empregos para os novos moradores. Já o atual presidente, Joe Biden, propôs logo em seus primeiros dias de governo uma reforma migratória que pode dar a plena cidadania para até 10 milhões de pessoas.

O governo do Reino Unido, que adotou uma postura mais restritiva após a concretização do Brexit, afirmou que suas novas regras podem restringir a entrada de novos imigrantes no país. Ao mesmo tempo, a Austrália optou por uma postura bastante rígida em suas fronteiras, o que provavelmente teve grande contribuição para a queda no número de novos migrantes.

De acordo com dados oficiais, o número de imigrantes no Canadá apresentou uma queda de quase 50% em 2020. Para lidar com o problema, o primeiro-ministro canadense, Justin Trudeau, espera aumentar o número de residentes permanentes, visto que, em termos econômicos, o país é um dos mais dependentes de imigrantes do mundo.

Uma das primeiras medidas postas em prática foi olhar para dentro. Por conta das restrições das fronteiras ainda em vigor devido à pandemia, o Canadá começou a recorrer àqueles que já estão dentro de seu território. Mais de 40.000 pessoas já foram convidadas a se inscrever no sistema do governo, quase o dobro do número de convites emitidos durante o ano de 2020.

A Austrália, outro país muito dependente do fluxo migratório para seu crescimento econômico, resolveu adotar outra estratégia. Antes da pandemia, o governo australiano agiu diretamente no teto geral do número de imigrantes. Com uma revisão anual, cenários estão sendo analisados para atrair pessoas mais qualificadas e ligadas a negócios. Já nos Estados Unidos, o excesso de imigrantes que tentam entrar de maneira ilegal através da fronteira com o México está pressionando o governo Biden a repensar sua nova política de migração.

O Canadá está entre as economias desenvolvidas que mais necessitam do processo de imigração para crescer. Antes da pandemia, cerca de 80% do crescimento populacional canadense dependia dos imigrantes.

Veja

Opinião dos leitores

  1. “Cicadão”. Você conhece o Canadá?? Se não, não diga tanta asneira. Vice no primeiro mundo é muito melhor do que viver neste País, onde voce não tem nenhuma previsão de nada. Só imposto e corrupção

  2. Só doidos e/ou frustrados financianceiramente/profissionalmentes vão pra um país gelado desse

    Ser tratado como gente de 5a categoria e viver de subempregos

    Nam… lixo

    1. Lugar maravilhoso (tirando o inverno intenso),
      Aconselho para qualquer Brasileiro que tenha boa índole e disposição para trabalhar .

  3. só dou uma dica: não contratem empresa de imigração. É só jogar dinheiro no lixo, quem quiser ir faça tudo por conta própria.

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Economia

Com vacinação em massa, Ministério da Economia aposta que taxa de poupança puxará retomada

Foto: Reuters

O recrudescimento de casos de covid-19 em 2021 e as novas restrições de locomoção impuseram um freio na recuperação da atividade econômica, mas o Ministério da Economia avalia que o Brasil terá condições de retomar o crescimento de forma mais acelerada do que em crises passadas, após a vacinação em massa da população.

A aposta é que a retomada será impulsionada pela taxa de poupança acumulada desde o início da pandemia, que atingiu seu maior valor em cinco anos. Essa poupança que ficou guardada estimularia o consumo e novos investimentos.

Na crise de 2009, como também em 2015-2016, a taxa de poupança caiu. De 2019 para 2020, ao contrário, a taxa subiu de 12,5% para 15%. Em 2014, o patamar estava em 16,1%. No ponto mais alto de uma série com dados a partir de 2000, a taxa de poupança estava em 19,3% em 2007.

A queda do consumo inerente à restrição de oferta para alguns serviços e ao receio de contaminação, além da transferência de renda promovida pelo auxílio emergencial, promoveram uma elevação da taxa de poupança que fortalecerá a recuperação posterior.

Para a equipe do ministro da Economia, Paulo Guedes, as fontes da crise, porém, só serão sanadas de forma definitiva com a vacinação em massa da população, em especial a dos mais vulneráveis à doença.

Os dados levantados da equipe econômica sugerem que, diferentemente de crises passadas, a crise atual apresentou aumento robusto no saldo de crédito via bancos privados, elevação na taxa de poupança e redução da população ocupada mais intensa no setor informal (sem carteira de trabalho assinada).

Em nota técnica, o Ministério da Economia diz que o mercado de crédito continua robusto, sem a necessidade de aportes do governo. Esse crescimento do crédito está associado a uma maior capacidade de retomada rápida porque permitiu a preservação de empresas e da capacidade instalada.

Risco

Mas isso também significa que empresas e famílias sairão da crise mais endividadas, o que é apontado como fator de risco para a retomada, principalmente se houver alta dos juros. “Por isso, a importância de conter o risco fiscal, que é um dos fatores determinantes dos juros”, diz o secretário de Política Econômica, Adolfo Sachsida.

“A crise atual apresenta melhores condições de retomada do que crises passadas”, acrescenta o secretário, responsável pela área que faz as estimativas oficiais de crescimento e outros indicadores que vão embasar o Orçamento.

Ele destaca que a taxa de poupança mais alta, o crédito e o ajuste no mercado de trabalho informal sugerem que, à medida que o processo de vacinação avance, ocorra uma retomada mais forte da economia.

No mercado de trabalho, a nota diz que o BEm (Benefício Emergencial), complemento de renda paga pelo governo para quem teve o salário e jornada reduzidos ou contrato suspenso, freou a queda no emprego formal. Ao mesmo tempo, o mercado de trabalho informal tende a se recuperar mais rapidamente por ser mais flexível. Mesmo com condições diferentes, o programa será prorrogado, assim como o auxílio emergencial.

Na análise do governo, na crise de 2015-16 a redução na população ocupada veio principalmente do setor formal, com o setor informal agindo como um colchão de amortecimento. Já na crise de 2020 o grosso da redução na população ocupada veio do setor informal (principalmente em decorrência das medidas restritivas adotadas no combate à pandemia).

No ponto mais negativo da série (agosto/2020) a população ocupada caiu 12,7%, com contribuição de 8,3% dos informais e 4,4% dos formais. Isto é, a contribuição do setor informal na queda do emprego total foi quase o dobro da enfrentada no setor formal.

R7, com Estadão

Opinião dos leitores

  1. Pede pra sair todo mundo desse governo, começando pelo presidente.
    Se num aparecer ninguém interessado, chama denovo e só Deus pela misericórdia, mas do jeito que tá não dá.
    Zera o jogo e começa com outros.
    É muita especulação e nada deixa de piorar.

  2. Quem acredita nesse incompetente do Jegues?
    Acabou com o Real e fez a inflação voltar em época de recessão. É um "jenio".

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Tecnologia

Cabo Telecom aposta na reestruturação de redes para 2021

Previsão de cerca de 85% de substituição por redes de fibra óptica promete incrementar serviço oferecido pela empresa. Foto: Divulgação

Com a pandemia da Covid-19, o setor de telecomunicações tem sido fundamental para garantir o trabalho, o entretenimento e a socialização. Diante disso, em 2021, a empresa potiguar Cabo Telecom pretende investir na reestruturação e melhoria das redes nas áreas já atendidas, além de promover a ampliação em algumas cidades da região metropolitana cobertas pela Cortez Online, empresa adquirida pela Cabo Telecom em 2020.

No ano passado, a empresa, que integra o Grupo Conexão, apostou em um grandioso projeto de expansão de redes de fibra óptica. Atualmente, a Cabo Telecom possui mais de 1.000 km de redes ópticas ativas, atendendo a Natal, Parnamirim, São Gonçalo do Amarante, Extremoz e Macaíba, sendo que nessas duas últimas apenas clientes corporativos.

Segundo Cláudio Alvarez, diretor presidente da Cabo Telecom, “em 2021 nosso projeto é reestruturar as redes já instaladas e melhorar ainda mais os nossos serviços. Até o final do ano, 85% da nossa rede antiga em bairros de Natal e Parnamirim será substituída pela tecnologia de fibra óptica”, afirma.

Foto: Divulgação

“Em relação à Cortez Online, os investimentos estarão voltados ao aumento da cobertura de redes nas cidades em que a empresa já atua e em áreas ainda não atendidas. Chegaremos assim, a novos lares levando tecnologia de ponta a muitos potiguares”, comemora Cláudio.

Em números, de acordo com Décio Feijó, diretor de engenharia da empresa, a reestruturação prevê mais 450 km de rede de fibra óptica, sobre as redes híbridas restantes, nas áreas de Parnamirim, Nova Descoberta, Cidade Alta, Alecrim, Capim Macio, Cidade da Esperança e Mirassol. Além disso, 140 km de rede serão construídos nas cidades atendidas pela Cortez Online.

A expectativa de crescimento para o ano de 2021 na Cabo Telecom, segue a linha do Grupo Conexão, que, atualmente, possui mais de 8.500 quilômetros de redes de fibra óptica e está presente em mais de 50 cidades em várias regiões do Brasil, prestando serviços a 410 mil lares, 20 mil clientes empresariais e empregando 1.920 pessoas. Segundo o CEO do grupo, Gilbert Minionis, neste ano, “o grupo Conexão chegará a 600 mil lares e contará com mais de 2.223 colaboradores”.

Opinião dos leitores

  1. Trabalhei nessa empresa e sou cliente até hoje.
    E sem sombra de dúvida acho a melhor da região em relação aos serviços oferecidos para seus clientes ?

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Diversos

Empresa potiguar aposta na qualidade do atendimento ao cliente

A Cabo Telecom investe no treinamento dos seus colaboradores para que cada atendimento – presencial, por call center ou online – alcance o resultado esperado. Foto: Divulgação

Um bom atendimento garante o sucesso de qualquer empresa. Não é à toa que em todo o mundo, as grandes instituições apostam no relacionamento com os clientes para se destacar no mercado. Em solo potiguar temos um exemplo desse perfil de empresa, a Cabo Telecom, que aposta alto no treinamento dos seus colaboradores para que cada atendimento alcance o resultado esperado. Tanto o atendimento pelo call center quanto o técnico apresentam números bastante positivos na resolução das demandas.

De acordo com Carlos Siqueira, coordenador de atendimento técnico, 96,7% das solicitações de suportes técnicos são resolvidas durante as visitas, os outros 3,3% se devem a problemas externos (de redes ou tecnologia da informação). “O atendimento técnico chega no local do suporte em até 3 horas, pois é fundamental que o cliente tenha uma previsão de tempo mínimo para a resolução do seu problema. Assim, poderá usufruir o serviço contratado com satisfação”, explica o coordenador.

Atualmente, os cidadãos resolvem quase tudo pela internet. Contas a pagar, marcação de consultas, operações bancárias, compras e tantos outros serviços online estão na rotina de milhares de brasileiros e brasileiras. O mundo está conectado, dessa forma, perder o sinal de internet pode atrapalhar toda a rotina do dia a dia. Com foco nisso, a Cabo Telecom preza pela rapidez no atendimento e na resolução do problema. “Nos preocupamos com os usuários, por isso, quanto mais rápido o cliente for atendido, mais rápido terá o serviço normalizado e conseguiremos garantir sua satisfação”, conta Carlos Siqueira.

Nesse período de isolamento, a Akamai, plataforma de armazenagem em nuvem, registrou um aumento de 112%, em relação a 2019, na utilização de internet no Brasil. Outra pesquisa, realizada pela Ericsson, empresa de tecnologia sueca, apontou um crescimento de 5.069% no tempo de usos em plataformas de reuniões virtuais, como Hangouts, Teams e Zoom. Assim como acessos a sites educacionais, que subiram 340%. Já em relação aos serviços de saúde, a alta foi de 171% e nos deliverys de mantimentos, 51%.

Foto: Divulgação

A empresa, pioneira em TV por assinatura e internet banda larga no Estado, segue realizando atendimentos presenciais na pandemia: “sabemos que agora, mais que nunca, a população precisa dos nossos serviços e estamos à disposição para atendê-la com a excelência como sempre fizemos. Este período, no entanto, requer mais cuidado e, por isso, ampliamos os nossos canais digitais e realizamos diversas medidas para proteger o nosso colaborador durante esta pandemia: disponibilizamos álcool 70º, máscaras e luvas, aferimos temperaturas, tudo isso para garantir a segurança da nossa equipe e dos clientes”, afirma Cláudio Alvarez, diretor presidente da Cabo Telecom.

Cláudio Alvarez, diretor presidente da Cabo Telecom. Foto: Divulgação

O Dexter, lançado durante a pandemia, é um serviço de atendimento humanizado via Whatsapp, realizado por um dos nossos colaboradores. Segundo os dados do call center, foram realizados 20.913 contatos por esse novo canal de atendimento e 50% dos usuários conseguiram solucionar as suas demandas no formato online, sem necessitar do presencial. “Considerando que o cotidiano dos cliente é corrido, proporcionar uma boa experiência nesse contato significa deixá-lo ainda mais satisfeito com a nossa marca e atendimento, e, consequentemente, conseguimos fidelizá-lo”, comenta o diretor presidente da Cabo Telecom.

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Diversos

Empresa potiguar de tecnologia aposta em expansão de redes

Rede de fibra óptica segue sendo ampliada pela Cabo Telecom em bairros e região metropolitana de Natal, atendendo às demandas como serviço essencial. Foto: Divulgação

Mais do que nunca o mundo reconhece a importância dos serviços essenciais de telecomunicação. Desde 2015, a Cabo Telecom, empresa com DNA potiguar pioneira no serviço de fornecimento de TV por assinatura e internet banda larga aqui no Estado, está em processo de expansão da Cabo Fiber. Atualmente, são mais de 1.000 km de rede de fibra óptica instalados em Natal e região metropolitana. Mesmo em meio à pandemia, o serviço de ampliação continua com todos os cuidados necessários.

No ano passado, foram investidos cerca de R$ 38 milhões em novos equipamentos e estrutura para aprimorar o serviço já oferecido pela empresa. De acordo com a Anatel, esta é uma tendência de toda a região Nordeste, que é a que mais tem recebido investimentos em fibra óptica. Além disso, segundo Giovanni Santos, supervisor de projetos da Cabo Telecom, “a expansão da fibra óptica já atinge a região metropolitana de Natal, como Parnamirim, São Gonçalo do Amarante, Extremoz e Macaíba, sendo que nesses dois últimos municípios com atendimento a clientes corporativos”, explica.

A fibra óptica se diferencia por oferecer uma troca de informações mais rápida e eficaz, principalmente por transmitir os dados através da refração de luz e, ainda, pela sua composição com materiais isolantes que impedem interferência eletromagnética. A transmissão veloz e sem perdas de dados, além de ser um avanço no serviço, também se mostra como uma das soluções para atender a alta demanda surgida em razão da pandemia do novo coronavírus, quando um grande volume de usuários precisa trabalhar e estudar de casa, aumentando o fluxo de internet, o que exige mais da conexão.

O serviço de internet tradicional da Cabo Telecom segue suprindo as demandas dos usuários, enquanto a empresa busca incrementar a tecnologia ofertada a cada dia, como reforça o diretor presidente da empresa, Cláudio Alvarez: “temos bons resultados com a rede já instalada na cidade e que ainda tem muito tempo de vida útil pela frente. Intensificamos a instalação da fibra óptica para proporcionar ao nosso cliente cada vez mais velocidade e qualidade no atendimento, ampliando as redes de conexões e fornecendo tecnologia de ponta. Por isso estamos, mesmo em meio a este cenário de pandemia, trabalhando incessantemente para que o mais breve possível a cidade seja toda atendida por fibra óptica”, comenta Claudio Alvarez.

Opinião dos leitores

  1. Praia de Pirangi do Sul/Nisia Floresta tem previsão de chegada da fibra ótica.

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Geral

Ministro da Infraestrutura aposta no sucesso na venda de aeroportos

Foto: © Fernando Frazão/Agência Brasil

O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas, disse nesta segunda-feira (25) que aposta no sucesso do programa de concessões de aeroportos públicos à iniciativa privada. Para o ministro, o projeto de transferir os 43 terminais hoje administrados pela Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) à iniciativa privada não será afetada pelas consequências econômicas da pandemia da covid-19.

“Por mais surpreendente que possa parecer, digo que nós vamos arrebentar na venda de aeroportos”, disse Freitas durante seminário virtual com investidores do banco Santander, realizado esta manhã (25).

“[Vai ter quem diga] “Como assim? O mercado aéreo parou e vocês vão vender aeroportos?”. E eu respondo, vamos. E vamos vender pra caramba. Vamos vender muito. Vamos vender os 43 aeroportos. Por uma razão simples, ousadia”, disse o ministro, destacando que a oferta brasileira atrairá investidores estrangeiros em busca de boas oportunidades de negócios.

“Todo mundo está tirando aeroportos da praça e nós vamos colocá-los. Seremos praticamente vendedores exclusivos no mundo. Nossos ativos são excelentes e o setor vai retomar [as atividades]”, disse Freitas, acrescentando que, “além de oportunidades atrativas não só em aeroportos, mas em toda a infraestrutura nacional, o Brasil vem criando as condições para oferecer maior segurança aos negócios”.

“Lógico que [o setor aéreo] é o mais atingido pela crise e é o mais vulnerável a uma questão comportamental, mas tanto nós [o governo], quanto as empresas aéreas, vamos vir com os protocolos, os procedimentos de segurança e, então, aos poucos, o movimento vai ser retomado”, apostou Freitas, garantindo que o governo vai extinguir a obrigatoriedade de que 15% do capital do grupo econômico que assuma um aeroporto pertença a uma empresa aeroportuária.

“Vamos acabar com a restrição, permitindo que qualquer um possa operar um aeroporto com o suporte de um operador aeroportuário. Isto abre espaço para os fundos de investimento, fundos de pensão, fundos soberanos. O que já está repercutindo bem no mercado”, disse o ministro, confirmando a realização da sexta rodada de concessão para o primeiro trimestre de 2021, provavelmente, para o dia 21 de março.

Ofertas

A previsão é ofertar, na sexta rodada, 22 aeroportos agrupados em três blocos regionais com as configurações Bloco Sul: aeroportos de Curitiba; Foz do Iguaçu (PR); Londrina (PR); Bacacheri (PR); Navegantes (SC); Joinville (SC); Pelotas (RS); Uruguaiana (RS) e Bagé/RS. Bloco Central: aeroportos de Goiânia; Palmas (TO); Teresina (PI); Petrolina (PE); São Luís (MA) e Imperatriz (MA). Bloco Norte: aeroportos de Manaus; Tabatinga (AM); Tefé (AM); Rio Branco e Cruzeiro do Sul (AC); Porto Velho e Boa Vista.

Segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), antes da crise causada pela pandemia, esses terminais respondiam pela movimentação de 11% de usuários de transporte aéreo. Em 2019, foram 23,9 milhões de embarques e desembarques.

“E já na sequência a gente vem com os aeroportos da sétima rodada, como Congonhas (em SP) e Santos Dumont (no Rio de Janeiro). Quem vai deixar de fazer negócios em Congonhas ou no Santos Dumont? Na Rodovia Presidente Dutra? No Porto de Santos? Então, temos portfólio, excelentes artigos e sofisticação na estruturação [dos contratos], pela forma como estamos tratando o risco, de forma cada vez mais equilibrada”, acrescentou o ministro, citando outros setores além do aeroportuário para reforçar as razões de seu otimismo.

“Estamos muito confiantes. E essa confiança não é desarrazoada. Ela nasce das conversas que temos tido com os investidores. Sabemos que estamos no caminho certo e vamos começar a perceber isso com os primeiros leilões bem-sucedidos. E vamos caminhando a passos lentos para atingir nossa meta de R$ 239 bilhões”, disse Freitas, garantindo que não faltará linhas de créditos. “Há que se ressaltar que não vai faltar crédito para a infraestrutura. A própria iniciativa do BNDES [Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social] de atuar na questão das garantias, nesse momento em que o banco está fornecendo linhas de crédito para os diversos setores atingidos, preserva parte do capital para esses projetos de infraestrutura”.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

  1. Vender qualquer bem público nesse momento é um ato criminoso. Vai vender a preço de banana

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Saúde

Covid-19: Suíça aposta na hidroxicloroquina; país tem taxa de mortalidade duas vezes menor que a da França

Foto: Reprodução

A Suíça está usando amplamente o tratamento com a hidroxicloroquina em pacientes com coronavírus; e está valendo a pena. A taxa de mortalidade no país é duas vezes menor que a da França (0,018% contra 0,041%).

Segundo informações da Radio Tele Suisse (RTS), a proporção de pacientes tratados com a hidroxicloroquina é de 40% no Hospital Universitário de Lausanne (CHUV) e mais de 50% no Hospital Universitário de Genebra (HUG). A parcela chega a 85% nos cuidados intensivos de Genebra.

Mesmo a eficácia do medicamento ainda não tendo sido comprovada para o covid-19, os médicos suíços invocam seus efeitos práticos.

Para resolver essa dúvida, um estudo será lançado em breve nos cantões da Suíça de Vaud, Valais, Fribourg, Berna e Aargau. A pesquisa envolverá 800 pessoas positivas para o Covid-19 que não estariam hospitalizadas.

Blaise Genton, médico chefe da Unisanté, no cantão de Vaud, está à frente deste projeto, que em breve deverá receber sinal verde final das autoridades.

“O objetivo é testar a eficácia da cloroquina na redução de complicações, hospitalizações secundárias e possivelmente até mortes. De fato, gostaríamos de saber se a cloroquina é eficaz em um ambiente ambulatorial, ou seja, antes de os pacientes chegarem ao hospital”, disse Genton à RTS.

Com informações da Radio Tele Suisse (RTS) e Conexão Política

 

Opinião dos leitores

  1. "Mesmo a eficácia do medicamento ainda não tendo sido comprovada para o covid-19, os médicos suíços invocam seus efeitos práticos"

    Os caras estão desesperado atirando para todos os lados….igual ao imbecil do presidente daqui.
    Não precisa CITAR de NOVO que os grandes especialistas mundiais publicaram nas mais conceituadas revistas médicas do MUNDO q até agora a droga nao surte nenhuma efeito sobre o vírus, mas para quem acredita q a terra não é redonda, que vacina não previne doenças e a ciência é coisa do demônio, quem são esses cientistas e essas revistinhas para provar o contrário. É perda de tempo. Deixa esse povo se entupir de Cloroquina.

  2. Os ESQUERDOPATAS são uma comédia, criticam o medicamento e não apresentam nenhum outro como opção.
    Condenam a única possibilidade de tratamento apenas para fazer oposição ao Presidente.
    Ninguem está obrigado a usar. Mas também não podem proibir quem quiser tentar.
    É um direito de cada um tentar algo que possa salvar sua vida.

    1. Rapaz, ninguém condena não. Se o médico receitar e vc quiser tomar, toma e pronto. Simples assim. Agora, só não pode é deixar a população tomar esse remédio de qualquer jeito. Há, comprovadamente, efeitos colaterais irreparáveis, podendo causar a morte. Mas repito, se o médico receitar, vc toma se quiser.

  3. bateram tanto no louco, que o louco tava certo… é necessario que se faça la fora, pra os daqui aceitarem.. quem lucra com isso???

  4. A taxa de mortalidade é variável entre países, atribuir isso ao uso de hidroxicloroquina é um erro. Há inúmeros fatores envolvidos. Hong Kong não usa e apresenta uma das menores taxas de mortalidade. No momento atual não comprovação de benefício da hidroxicloroquina. Pelo contrário, muitos estudos mostrando que não serve.

    1. Amigo, vc citou como fonte Hong Kong (China), sério que alguém acredita neles?? Enganaram o mundo todo dizendo que não passava de pessoa pra pessoa, o GOVERNO Chinês é sem dúvida o maior culpado por tudo isso…

    2. Então, que Deus o livre desse mal, não use.
      Faltou vc dizer qual é o melhor.
      Caso tenha a resposta vai ficar bilionário já no próximo mes

    3. Emerson, Hong Kong é uma república administrativa especial autônoma, embora desde 97 faça parte da China após sair da autonomia dos ingleses, eles possuem possuem pan democracia como base política.

  5. Quantas vidas seriam poupadas se a cloroquina fosse usada desde o início ? Onde estava a lucidez ? Quem será responsabilizado pelas mortes ?

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Saúde

A aposta no remdesivir, antiviral com ótimos resultados contra a Covid-19

ESPERANÇA - Ampola do composto: rápida recuperação de doentes Ulrich Perrey/Pool/Reuters

Lá no outro mundo em que vivíamos, em fevereiro, quando a Covid-19 começava a se espalhar, ainda silenciosa e sorrateiramente, o consultor sênior da Organização Mundial da Saúde (OMS), o canadense Bruce Aylward, alocado na China, mal foi escutado ao chamar atenção para um composto químico desenvolvido em um laboratório da farmacêutica Gilead, em Foster City, na Califórnia, ao sul de São Francisco. “Há apenas uma droga com real eficácia contra a Covid-19”, disse Aylward. “É o remdesivir.” Criado em laboratório há exatos oito anos — o primeiro estudo foi publicado na revista Bioorganic & Medicinal Chemistry Letters em 15 de abril de 2012 —, o antiviral foi aplicado em dois outros momentos. Inicialmente, nas pesquisas em torno de um possível tratamento do surto de Mers, a síndrome respiratória por coronavírus, identificada na Arábia Saudita, naquele mesmo ano do primeiro registro científico do medicamento. E, depois, como terapia em casos africanos de ebola, na Guiné, Serra Leoa e Libéria, entre 2013 e 2016. Nos episódios da Mers, verificou-se em laboratório uma freada na multiplicação do vírus. Com o ebola, houve testes em humanos, mas os resultados foram decepcionantes.

A segunda vida do remdesivir, celebrada agora nos corredores da OMS, veio à luz de forma quase anedótica, bem ao modo de nosso tempo, o das redes sociais, da internet. No dia 16, o conteúdo de um vídeo sobre um estudo da Universidade de Chicago com 125 doentes (113 deles com infecções graves) foi vazado pela Stat News, uma influente publicação americana do setor de saúde. Nele, Kathleen Mullane, especialista em doenças infecciosas e líder dos ensaios clínicos, informava que, depois de iniciado o tratamento com o remdesivir, os pacientes tiveram a febre diminuída rapidamente e alguns saíram dos ventiladores no dia seguinte. “Mas a melhor notícia é que a maioria dos nossos voluntários se recuperou e apenas dois morreram”, ela afirmou. A resposta pôde ser rapidamente medida em dólares. Pouco mais de quinze minutos após a celebração de Kathleen, as ações da Gilead, a fabricante da droga, saltaram até 14% nas bolsas de Chicago e Nova York. O índice financeiro Stoxx 600, que reúne pequenas e médias empresas de países europeus, registrou ganhos de 2,9%. O FTSE, de Londres, subiu 3,2%. Deu-se alguma oscilação natural nos dias seguintes, mas a Gilead cresceu e apareceu — e, tudo indica, definitivamente.

As curvas ascendentes dos papéis foram o eco financeiro, medida de interesse global, atrelado a um par de ótimas notícias. Além dos dados vazados, outro trabalho, cujas conclusões foram publicadas na reputada revista científica The New England Journal of Medicine (NEJM), apontou boas respostas com o remdesivir. Um grupo de 53 pacientes afetados pela Covid-19 recebeu por via intravenosa 200 miligramas do antiviral e, na sequência, foi tratado ao longo de nove dias com 100 miligramas da substância. Depois de dezoito dias, 68% dos doentes apresentaram melhora na condição clínica — entre os trinta casos mais graves, controlados por meio de ventilação mecânica, na UTI, dezessete pacientes deixaram o quarto de tratamento intensivo. Do grupo inicial, sete pessoas morreram. Parece muito, mas o medicamento foi ministrado quando a situação já era desesperadora, e, mesmo assim, mais da metade se recuperou.

O renascimento do remdesivir, que anima os mercados e representa uma esperança, muito além de uma quimera, é a tradução de um dos movimentos mais fascinantes da aventura histórica da medicina, em especial da epidemiologia: substâncias originalmente desenvolvidas para determinada enfermidade são aplicadas, com sucesso, em outra. A trajetória mais espetacular foi de outro antiviral, a zidovudina, mais conhecida pela sigla AZT, que se mostraria eficaz no combate ao vírus HIV, da aids. Desenvolvida em 1964 como fármaco contra a leucemia, foi deixada de lado depois do desempenho ruim em testes com ratos. O criador da medicação, o americano Jerome Horwitz (1919-2012), guardou as anotações numa gaveta e disse a seus colegas da Wayne State University, em Detroit, uma frase que se tornaria célebre: “Desenvolvemos um conjunto muito interessante de compostos que aguardam a doença certa”. A partir da eclosão da aids, a inesperada e triste “doença certa”, o AZT voltou a entrar na engrenagem dos laboratórios. Foi patenteado pela farmacêutica Burroughs Wellcome (Horwitz nada recebeu) e, em 1987, quase 25 anos depois dos passos iniciais, acabou aprovado oficialmente pela rigorosa FDA, a agência de controle de saúde dos Estados Unidos. Em São Francisco, com o anúncio, foram organizados bailes de rua pela comunidade de homossexuais, então o grupo de risco mais atingido pela síndrome, para celebrar a boa-nova, o prólogo de um coquetel que salvaria vidas. A bioquímica Janet Rideout, agora com 81 anos, envolvida na descoberta da relação do AZT com o HIV, lembra-se daqueles dias como quem esteve na frente de batalha de uma guerra, e a metáfora ainda hoje é pertinente. “Trabalhávamos em altíssima velocidade”, recorda. “Havia muito nervosismo quando chegava a hora de administrar o medicamento aos pacientes pela primeira vez. Era assustador pensar que poderíamos prejudicar as pessoas que queríamos socorrer.”

A velocidade que se impunha é a mesma que se exige atualmente — e, tanto para o AZT quanto para o remdesivir, a corrida autorizou e autoriza a supressão de algumas etapas, como ocorre com a criação de uma vacina (veja a reportagem na pág. 54). O motivo é simples: não há tempo a perder. A conduta é atrelada a riscos. Os próprios cientistas da fabricante Gilead admitem algumas fragilidades, ainda, embora tenham a anuência das autoridades de saúde para seguir em frente. As investigações divulgadas na semana passada foram ancoradas em uma metodologia conhecida como “teste aberto”, em que médicos e pacientes sabiam que o remdesivir estava sendo ministrado — o padrão acatado hoje é o “duplo-cego”, em que ambas as partes trabalham com desconhecimento sobre o remédio oferecido. Evidências estatísticas realmente válidas virão de levantamentos mais amplos. Nesses ensaios, os doentes são divididos aleatoriamente em dois grupos — um recebe remdesivir e o outro, placebo.

Um estudo mais detalhado, dentro dos rigorosos moldes exigidos pela boa medicina, está sendo conduzido pela universidade americana de Nebraska. Iniciado em meados de fevereiro, terá os primeiros resultados concluídos em três semanas. Trata-se da pesquisa com o mais curto tempo para aprovação das autoridades do governo na história dos Estados Unidos. Financiada pelos Institutos Nacionais da Saúde (NIH) americanos, ela investiga a ação do remdesivir em 500 infectados de setenta instituições de saúde de diversos países, acometidos pela doença, em estado clínico de média e alta gravidade. “Estou esperançoso, mas o ímpeto para a descoberta da bala de prata não pode comprometer a ciência séria”, disse a VEJA o infectologista e intensivista brasileiro André Kalil, um dos coordenadores do trabalho de Nebraska.

Na terça-feira 21, autoridades dos NIH informaram, claramente, a inexistência de remédios já aprovados para o controle da Covid-19 — mas puseram o remdesivir no grupo de substâncias que aguardam “dados definitivos de ensaios clínicos para identificar tratamentos ideais”. Faz parte do pacote outro antiviral, a famosa cloroquina, a droga da ideologia, desenhada originalmente contra malária, lúpus e artrite reumatoide. Cabe aqui fazer uma pergunta que não quer calar: por que, afinal de contas, apostar no remdesivir e não na cloroquina? “Os primeiros relatos que indicam a eficácia da cloroquina, um antiviral e anti-inflamatório disponível no mercado e barato, contra uma epidemia desconhecida nos entusiasmaram”, afirma a pesquisadora da molécula Ludhmila Hajjar, intensivista do Instituto do Coração (Incor), em São Paulo. “Mas o tempo tem mostrado que os resultados não representaram melhora real para os doentes.” Entre os problemas estão efeitos colaterais drásticos, como arritmia e defeitos visuais. Há relatos de mortes em decorrência das aplicações. São obstáculos que não foram identificados na trajetória do remdesivir com a Mers e o ebola, apesar da insuficiência de certezas. Ressalte-se, ainda, que o remdesivir atua de modo muito mais direto no controle da circulação do coronavírus no organismo (veja o quadro na pág. 50).

Não seria exagero dizer, portanto, que estamos hoje, com três décadas de avanços em tecnologia e ciência, em momento semelhante ao da véspera do bater de tambores com o AZT — talvez seja cedo ainda, talvez haja demasiado e humano otimismo, mas dados os investimentos em jogo (só nos Estados Unidos, despendem-se 8 bilhões de dólares, o equivalente a 44 bilhões de reais, em pesquisas com o remdesivir e similares) e o empenho da OMS, além da iniciativa privada, há uma avenida aberta, como a de uma cidade em isolamento. A disputa, paralela e positiva, é outra — o que virá antes, um medicamento poderoso, sem falsas promessas, como pode ser o remdesivir, associado a mecanismos de fortalecimento do sistema imunológico (veja o quadro na pág. 52), ou a vacina. É uma luminosa luta pela vida.

Veja

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Diversos

Mega-Sena acumula e pode pagar R$ 55 milhões no sábado

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Nenhum apostador acertou as seis dezenas do Concurso 2.239 da Mega-Sena sorteadas nesta quarta-feira (4), no Espaço Loterias Caixa, em São Paulo. O prêmio para o próximo sorteio, que ocorrerá no sábado (7), está estimado em R$ 55 milhões.

Os números sorteados foram 07, 27, 31, 39, 45, 46.

Já a quina teve 29 apostas vencedoras que vão receber, cada uma, R$ 76.121,74. A quadra teve 3.057 apostas vencedoras e paga o prêmio de R$ 1.031,60.

As apostas para o próximo concurso da Mega-Sena podem ser feitas até as 19h de sábado. Um jogo simples, de seis números, custa R$ 4,50. Quanto mais números marcar, maior o preço da aposta e maiores as chances de faturar o prêmio.

AGÊNCIA BRASIL

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Diversos

De cana-de-açúcar e milho, ‘plástico verde’ é aposta de gigantes do setor; conheça

Foto: / Divulgação

O plástico, produzido a partir do petróleo, se tornou um dos grandes vilões do meio ambiente. O uso de sacolas de supermercados, copos e canudinhos vem sendo cada vez mais evitado.

Embora o consumo de plástico deva crescer 1,5% neste ano, para 7,2 milhões de toneladas no país, essa aversão vem provocando uma espécie de revolução silenciosa em toda a cadeia da indústria petroquímica.

De um lado, há o desenvolvimento de tecnologias para produzir resinas plásticas a partir de fontes renováveis, como cana-de-açúcar, milho, mandioca e batata. Do outro, a busca pela reutilização do material que hoje é descartado na natureza.

De acordo com a European Bioplastics, associação das empresas do setor, os plásticos feitos a partir de fontes renováveis respondem por apenas 1% da produção global de plásticos, de 359 milhões de toneladas.

Mas uma série de iniciativas deve incrementar essa fatia, inclusive no Brasil.

— Há um esforço de toda a indústria em criar novos plásticos, mais leves e mais fáceis de serem reciclados, a partir de fontes renováveis. Essas soluções ainda são muito novas e muitas ainda estão em fase inicial. Mas são extremante importantes para o futuro – disse José Ricardo Roriz, presidente da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast).

Embalagem sustentável

No Brasil, a Braskem, maior produtora de resinas da América Latina, vem investindo no desenvolvimento de plásticos a partir da cana-de-açúcar. A companhia tem uma unidade no Rio Grande do Sul voltada para esse tipo de plástico, que consumiu investimentos de US$ 290 milhões.

A empresa se prepara para atingir a produção de 10 mil toneladas por ano de uma resina a partir do etanol (chamada de Eva), que tem aplicação para diversos setores, como o de calçados e automotivo, entre outros. E estuda ampliar suas operações.

— A gente imagina que a demanda pelo plástico verde vai crescer mais rápido do que a do plástico de origem fóssil (a partir do petróleo), e a gente avalia oportunidade de novos investimentos — disse Edison Terra, vice-presidente da Unidade de Olefinas e Poliolefinas da Braskem na América do Sul.

Segundo ele, há uma demanda crescente no mercado por esse tipo de produto, e a companhia tem analisado novas alternativas possíveis de investimento, mas ainda não foi tomada qualquer decisão nesse sentido.

— Trabalhamos em diferentes opções de aumento de capacidade da produção do plástico verde. Estamos sempre atentos a oportunidades de negócios sustentáveis — afirmou Terra, destacando que a companhia vem desenvolvendo pesquisas para buscar outras fontes renováveis.

Na ponta dessa cadeia, a indústria vem adotando com rapidez as inovações. É o caso da Copapa, uma fabricante de papel higiênico que usa plástico feito a partir do milho. Fernando Pinheiro, diretor executivo da Copapa, lembra que, ao iniciar uma série de mudanças sustentáveis em sua linha de produção, buscou novas opções para o plástico usado nas embalagens do papel higiênico.

Após estudar alternativas, passou a usar uma resina a partir do milho, que é importada da Alemanha. A troca faz parte dos R$ 10 milhões que a companhia investiu em pesquisa e desenvolvimento.

— O plástico ganhou uma fama de vilão no mundo todo. Hoje, a dificuldade é buscar os fornecedores certos. Apesar de termos um custo maior com o plástico feito de milho, reduzimos a margem de lucro para que o produto fosse acessível – disse Pinheiro, cuja unidade fabril fica em Santo Antônio de Pádua, no Rio de Janeiro.

‘Lavagem verde’

Kate Melges, especialista na campanha de plástico do Greenpeace nos Estados Unidos, critica a busca pelo plástico verde. Ela diz que mudar de plástico descartável para papel, bioplástico ou até materiais compostáveis não é solução.

— Isso é apenas uma lavagem verde usada por multinacionais para manter viva a cultura descartável. E com apenas 9% do plástico produzido realmente reciclado no mundo, sabemos que esse também não é o caminho a seguir — afirmou Kate.

Para ela, não se pode considerar o plástico de base biológica recurso renovável:

— Não é renovável, pois há pressões do uso da terra e de emissões e processos agrícolas. O plástico de base biológica representa cerca de 1% do plástico do mundo. E a maioria do mercado não é 100% (de fonte renovável), mas, sim, uma combinação de material com origem em combustível fóssil e não fóssil.

Brasil recicla apenas 26% do material

Além da busca de mais fontes renováveis, outra área de atuação da indústria é a reciclagem do plástico. O Brasil tem hoje um índice de reciclagem de 26%, percentual bem abaixo do de países da Europa, como Portugal, Espanha e Alemanha, cuja taxa oscila entre 40% e 50%.

Edison Terra, vice-presidente da Unidade de Olefinas e Poliolefinas da Braskem na América do Sul, destaca as iniciativas que visam ao reaproveitamento do plástico. Segundo ele, outra frente de trabalho é conseguir produzir novamente uma resina plástica com qualidade a partir da reciclagem dos materiais usados.

— Temos trabalhado de forma conjunta com toda a cadeia petroquímica para encontrar soluções para os resíduos de plásticos, porque é um problema que não dá para ignorar — explicou Terra.

Hoje, no Brasil, a reciclagem de plástico ainda é pequena: cerca de um quarto de todo o material descartado é reaproveitado, dizem a Braskem e a associação do setor.

— Estamos investindo no desenvolvimento de tecnologias no campo da reciclagem química, e o nosso foco é transformar plásticos pós-consumo, como sacolinhas de mercado e filmes de embalagens de salgadinhos e biscoitos, novamente em produtos químicos que podem ser utilizados em diversas cadeias de valor — destacou Terra.

A SC Jonhson, fabricante de produtos como Off e Raid, selou uma parceria com a canadense Plastic Bank, que recolhe e recicla garrafas e sacos que chegam aos mares.

Centros de coleta no Rio

A organização, que acabou de abrir três centros de coleta no Rio, vai inaugurar seis novas unidades entre fevereiro e maio deste ano.

David Katz, presidente da empresa e idealizador da iniciativa, diz que os novos locais ainda não foram definidos.

— Pretendemos estar em áreas vulneráveis socialmente, perto da região da Baía de Guanabara. O Rio é a nossa primeira cidade escolhida fora da Ásia — afirmou.

A Plastic Bank paga pelo plástico que recebe de catadores. Segundo o Sindicato Independente de Recicladores do Rio de Janeiro, existem cerca de 300 mil catadores independentes que dependem da coleta de materiais recicláveis nas ruas.

O que o centro de coleta faz é revender esse plástico a empresas. A SC Jonhson, por exemplo, vai lançar neste ano uma garrafa 100% reciclada para uma de suas marcas.

— Construir uma infraestrutura que interrompa o ciclo desses resíduos antes que terminem no oceano é fundamental — disse Fisk Johnson, presidente do Conselho de Administração e presidente executivo da SC Johnson.(R. O. e B. R.)

O Globo

 

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Diversos

Bolsonaro faz dois jogos na Mega-Sena da virada e exibe o número 13 em “cola” na mão

Foto: Daniel Marenco / Agência O Globo

O presidente Jair Bolsonaro foi no fim da manhã desta quinta-feira à lotérica para fazer dois jogos da Mega-Sena da Virada, que vai sortear R$ 300 milhões no dia 31, na terça-feira que vem.

Mais cedo, na saída do Palácio da Alvorada, ele apareceu com três dezenas anotadas na mão. Segundo ele, foi uma sugestão de uma senhora que estava na portaria: 13, 24 e 25. O presidente fez questão de dizer que o 13 não era por causa do PT.

Na sequência, o presidente foi ao Clube do Exército, no Setor Militar Urbano. Apesar de interagir com os jornalistas, ele se recusou a responder perguntas sobre o pacote anticrime, sancionado parcialmente na noite de terça-feira.

O Globo

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Polícia

PT aposta que protestos na América Latina vão chegar ao Brasil e quer “conduzi-las”

Foto: Pablo Hidalgo/AFP

O PT aposta que a onda de protestos na América Latina vai chegar ao Brasil. Gleisi Hoffmann disse:

“Quando as grandes manifestações ecoarem no Brasil, porque vão ecoar, vão chegar da América Latina, nós temos que estar preparados para ajudar a conduzi-las.”

O Antagonista

Opinião dos leitores

  1. País que não tem coragem de colocar seus bandidos na cadeia (seja por brechas na legislação, por insegurança jurídica, jurisprudência consolidada ou outra covardia qualquer) fica condenado a viver à mercê da própria bandidagem.

  2. Nessa situação eu não alisaria o coro de nenhum desses safados. Já pertenci a todos os partidos de esquerda, pmdb(nas antigas, só pilantra), pt até iniciarem a onda de crimes e mostrar que não passavam de uma quadrilha, Psol( outra merda), Pstu (igual aos outros, só que sem grana, ainda) portanto resta ao governo baixar a sova nesses malas, onde o objetivo de cada um (com raríssimas exceções) é se dá bem(roubar, fraudar, corromper, burlar…..) tanto individual como o partido. Sei do que estou dizendo, pq estive de dentro durante anos, e é difícil não se contaminar.

    1. Mande essas manifestações para CUBA, o POVO quer eleições livre, e ñ eterno DITADOR.

    2. Não m.d.r, quem te que saber somos nós, onde estamos pisando, nesse mar de lama. Não importa se é do time de LULADRAO ou do maluco.

  3. BANDO DE DESCEREBRADOS PORTADORES DE APENAS UM TICO E UM TECO, QUEM DISSE QUE NECESSARIAMENTE QUEM FAZ PROTESTOS SÃO PETISTAS ??? QUEM PROTESTA SÃO PESSOAS QUE PENSAM ALÉM DAS MÍDIAS MENTIROSAS E DO WATSAPP.
    POR FALAR NISSO, VC É RICO ???

  4. Esses adoradores do caos só sabem fazer isso, ou bando de safados esse povo. Quase acabam com o Brasil é ainda querem voltar para terminar o serviço.

  5. Ledo engano, Fernando Bastos. Os posicionamentos por aqui adotados e reverberados na rádio são em sua maioria pró governo. No tocante ao conteúdo da matéria, é natural que alguém busque tirar proveito desses movimentos. O que não é ou não deveria ser natural, é que a população se permita levar pelas velhas raposas da política, cuja alcateia pertencem Lula e Bolsonaro. Inevitavelmente isso acontecerá no Brasil, basta que a população comece a perceber os efeitos nefastos das reformas que foram ou estão sendo aprovadas. Cabe ao povo eleger uma terceira ou quarta via, que nos livre, pelo menos, desse polarismo insano e inútil.

  6. Ja tentaram uma vez e existiram pessoas como o Ustra que deu um jeito nessa galera! venham novamente que todo castigo pra petista é pouco!

  7. Bando de MENTIROSOS, MATERIA PATROCINADA POR VERMES LIGADOS AO BOSTANARO , O PRESIDENTE FACISTA, UM TREMENDO MARGINAL QUE ESTA MATANDO O POVO DO BRASIL DE FOME, SANGUINÁRIOS, DEIXEM DE CULPAR O PT DAS MERDAS QUE ESSE CRAPULA FAZ COM AS SUAS MALDADES,SE ENXERGUEM, LULA FEZ PELO BRASIL, O QUE NUNCA NENHUM VAI FAZER, MATAR A FOME DO POVO, MELHORAR O SOCIAL, ENQUANTO ESSE BANDIDO LADRAO ESTA ROUBANDO E VENDENDO AS NOSSAS RIQUEZAS E O POVO COM O PIRES NA MÃO , TENGAM VERGONHA MENTIROS , BURRALDOS…..

    1. O amigo tem se informado sobre os índices econômicos do país ou continua estudando a cartilha vermelha? Acredito que esteja mal informado ou se nega a reconhecer que o país está melhorando…

    2. REALMENTE, O lula FOI O PRESIDENTE QUE FEZ MAIS: PROPINA, MENSALÃO, LAVAGEM DE DINHEIRO, TRÁFICO DE INFLUÊNCIA, ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA, CORRUPÇÃO ATIVA E PASSIVA, OBSTRUÇÃO DE JUSTIÇA…

  8. Pode apostar que o partido que virou quadrilha não vai ter vida fácil aqui não, estão sendo monitorados diariamente, as forças de segurança já estão preparadas para acabar com qualquer ato terrorista desse bando, aqui não é a Venezuela, bando de parasitas, o Brasil que presta é a maioria!

  9. Esses VERMES PTRALHAS querem a teoria do CAOS , eles acham que o país é deles , esse FDPs ficaram 13 anos roubando

  10. Isso é coisa de crime organizado.. narcotrafico e ditadura de esquerda. Se eles querem conduzir é porque reconhecem a cumplicidade…

    1. E na Bolívia é o que? Pois lá quem foi pra rua fazer quebra a quebra foi a direita.

    2. Na Bolívia houve uma reação a um presidente do Foro de SP que trapaceou para tentar se perpetuar no poder.

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Finanças

Em entrevista, secretária de Administração do RN aposta em recursos extras e auditorias na folha para pagar salários e 13º de 2019

Em entrevista ao Bom Dia RN, da Inter TV Cabugi, nesta segunda-feira (26), a secretária de Administração do RN, Virgínia Ferreira, responsável pela folha de pagamento do governo do Rio Grande do Norte, afirmou que a área econômica do governo estadual vem trabalhando para conseguir recursos extras para garantir o pagamento dos salários e do 13º de 2019. A perspectiva é que parte desses recursos sejam conseguidos com a venda da folha salarial ao Banco do Brasil. Ao mesmo tempo, o Estado trabalha na auditoria das folhas, para enxugar “inconsistências”.

A secretária ainda afirmou que a previsão é de que nos próximos dias os servidores voltem a ter acesso a empréstimos consignados, suspensos após o governo não repassar os pagamentos aos bancos. Veja entrevista completa aqui em texto na íntegra.

Opinião dos leitores

  1. Sabemos que no Brasil a questão partidária sucumbe as pessoas e desde que o mundo existe vem sendo feitas seguidas auditorias e muito pouco é efetivamente resolvido.
    Recadastramentos foram feitos uns 03 nos últimos 12 anos e a folha continua com incontáveis problema e questões sem solução.
    Porém a secretária Virgínia é uma pessoa comprometida com o certo e muito focada na melhor solução dos problemas, diferente do a outros perfis que passaram pela secretaria de administração.
    Acredito que ela vai tomar as medidas certas e legais para dar resposta a grande parte dos problemas existentes hoje. Afinal quem trabalha, não é fantasma, não vive de protecionismo político ou se beneficia pela politicagem rasteira, não tem nada a temer.

  2. Essas auditorias na folha fazem desde o governo de Rosalba e nada foi resolvido até o momento.
    Só piora.
    Precisamos de uma posição urgente.

    1. Quando chegam no GOVERNO, esquece tudo e nenhum momento falaram nos aumentos das arrecadações.

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Tecnologia

Com modelos sugeridos por R$ 280, celular ‘tijolão’ é aposta para atrair quem não se adaptou ao smartphone

Aparelho foi apresentado por Marvin Chow, vice-presidente de Marketing do Google, em evento no Brasil Foto: SAMUEL K. / Google

Um novo telefone que está chegando ao Brasil pretende atacar duas barreiras ao acesso à internet : o preço e a dificuldade no uso. Batizado como “smart featurephone”, o P70S, da Positivo , permite que os usuários acessem as principais funções do aparelho por comando de voz , num hardware de baixo custo. O produto chega ao mercado com preço sugerido de R$ 279.

Além da Positivo, Multilaser e DL disputam o mercado brasileiros dos chamados feature phones , aparelhos simples voltados para a população de baixa renda e para quem não conseguiu se adaptar aos smartphones. O smart featurephone se apresenta como uma opção intermediária, com sistema operacional KaiOS e aplicativos.

— A missão é democratizar a tecnologia. Ainda existe uma quantidade enorme de pessoas que não têm acesso à internet, que estão fora do mundo digital — afirma Jorge Bosch, responsável pelo Marketing de Produto da Positivo Tecnologia.

Com o assistente de voz, o usuário pode acender a lanterna, aumentar o volume, abrir o navegador, mandar uma mensagem, fazer uma ligação, abrir um vídeo no YouTube, ver a rota para um local no mapa. Tudo sem tocar no teclado.

Mais parecido com os antigos “tijolões”, o P70S foca no público de baixa renda e nas pessoas mais velhas, que não se adaptaram à tela sensível ao toque dos smartphones. É um produto de nicho, mas que ainda encontra mercado.

O último relatório da consultoria IDC, referente ao primeiro trimestre do ano, mostra que no período foram comercializados 701 mil aparelhos desse tipo, com tíquete médio de R$ 109, movimentando R$ 76 milhões.

Renato Meireles, analista de mercado em Mobile Phones & Devices da IDCBrasil, explica que os chamados feature phones representam 5% do mercado total de smartphones, com queda nas vendas nos últimos dois anos, mas previsão de um pequeno crescimento para 2019.

A expectativa é que o ano termine com 2,595 milhões de unidades comercializadas, contra 2,585 milhões em 2018 e 3,084 milhões em 2017.

Para fabricantes menores faz sentido explorar esse nicho, dada a concentração do mercado brasileiro de celulares. Das oito fabricantes que atuam no segmento, cinco abocanham fatia de 91% das vendas. As outras três — Positivo incluída — disputam na parte baixa do mercado, com smartphones de baixo custo e feature phones .

— Nas camadas de renda mais baixa, R$ 100 fazem muita diferença — afirma Meireles. — O smart featurephone é uma sacada interessante para um nicho, mas não acredito que essa nova tecnologia vá abocanhar uma parcela do mercado de smartphones.

O Globo

 

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Política

FOTOS: Câmara Municipal de Parnamirim aposta na capacitação de servidores e presidente faz entrega de certificados

Os servidores da Câmara Municipal de Parnamirim seguem participando de uma série de capacitações com foco na qualificação profissional. As atualizações são realizadas pela Escola do Legislativo Eva Lúcia em parceria com a Microlins. Em 2019, mais de 100 servidores já foram capacitados.

Na manhã desta sexta-feira (14), o presidente da Câmara, vereador Irani Guedes, acompanhado do vereador Gustavo Negócio e servidores da Direção Geral, promoveu a entrega de certificados a cerca de 40 servidores. “O servidor bem treinado e qualificado pode render ainda mais. Continuaremos empenhados em garantir melhor qualificação dos nossos funcionários para que eles possam atender ainda melhor à população, fortalecendo o Legislativo Municipal”, afirmou Irani Guedes.

Nesta etapa de capacitação, os servidores receberam atualizações sobre Licitação, Atendimento e Secretariado, além de Desenvolvimento de Relações Interpessoais.

As capacitações não param. Está previsto para o próximo mês o curso instrumental de inglês. “O foco continuará sendo os servidores. Vamos seguir com as capacitações nas mais variadas áreas básicas para que o servidor obtenha um aperfeiçoamento global”, explica a diretora da Escola do Legislativo Eva Lúcia, Amanda Joamara.

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Finanças

Residente em Caicó não finaliza aposta via aplicativo e perde de dividir prêmio acumulado de R$ 289 milhões da Mega-Sena

O Blog Gláucia Lima destaca  nesta terça-feira(14).  A paraibana de Brejo do Cruz residente em Caicó, Vânia Maria Alves Barros, perdeu a chance de ficar milionária ao deixar de finalizar a aposta do sorteio do concurso 2150, realizado no sábado, 11 de maio, cujo prêmio estava acumulado em R$ 289 milhões.

Segundo a blogueira,  fez sua aposta online, via aplicativo da Caixa Econômica Federal, mas esqueceu de clicar ‘na finalização’. “Quando o resultado saiu, eu fui conferir os números e realmente estava lá com a mensagem ‘você ganhou a premiação de R$ 289.420.865,00’. Eu até achei que era coisa da minha cabeça, mas peguei meus documentos e fui à agência da Caixa em Natal (cidade que estou) me certificar se realmente tinha ganhado. Lá me pediram o protocolo do jogo e eu não sabia como acessar. Quando eu abri o aplicativo tinha lá finalizar, ai eu finalizei e apareceu a mensagem: ‘jogo vencido, jogo passado”, contou ao #BlogGláuciaLima.

Opinião dos leitores

  1. Só podia ser de Caicó: a melhor carne de sol do mundo; o melhor bordado do mundo; o melhor boné… e a melhor mentira do mundo.

  2. Pelo aplicativo da caixa tem o Botão FINALIZAR, após tocar nele o app pede a assinatura eletrônica para confirmar a operação.

  3. Sem fundamento, a formatação dos jogos on line pela CEF é totalmente diferente do que está exposto. Não há a expressão FINALIZAR e sim IR AO PAGAMENTO. Tudo mentira.

  4. Não procede a informação da jogadora online. Jogo sempre pelo site da Caixa Online e a sequência informada até a finalização do jogo não esta de acordo com a rotina do site. Para finalizar o jogo você tem que obrigatoriamente pagar através do cartão de crédito cadastrado ou pelo sua conta do Mercado Pago ai automaticamente o seu jogo estará concorrendo ao sorteio. A CEF não manda mensagens ou avisos de jogo premiado se o mesmo não existe na base de dados online do site de apostas.

    1. Caro Sergio Carvalho, você está enganado, apostas feitas pelo site da CEF não se paga em cartão ou mercado pago. É debitado direto da conta.

    2. Caro João, procede sim o que Sérgio explicou. Existe duas formas de jogar pelo site da CAIXA, uma é através da conta corrente em q se pode jogar apenas um único jogo e a outra é pra quem não tem conta na CAIXA, meu caso, jogar pelas loterias on line, em que o pagamento mínimo é de 30,00 e só pode ser pago pelo MercadoPago.

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