Flamengo vai abrir o Maracanã para torcedores acompanharem final da Libertadores

Foto: Divulgação/Flamengo

O torcedor do Flamengo que não vai conseguir acompanhar a decisão da Libertadores em Lima, no Peru, no dia 23 de novembro, pode ter clima de estádio no Rio de Janeiro. O Rubro-Negro vai promover um evento com telões no Maracanã para a transmissão da final contra o River Plate. A informação foi publicada pelo jornal “O Dia” e confirmada pela reportagem do GloboEsporte.com.

O clube pediu a autorização da Conmebol, ganhou o aval e acertou todos os termos com a entidade. A diretoria trabalha em conjunto com uma empresa para definir os detalhes, fechar capacidade de público, preço dos ingressos e demais atrações.

A decisão da Libertadores, em jogo único, virou novela. Marcada num primeiro momento para Santiago, passou por alteração no local devido ao momento de instabilidade e protestos no Chile. Após a escolha por Lima, no Peru, o Flamengo definiu a programação e parte para a capital peruana no dia 20.

Globo Esporte

Pesquisa mostra as 10 melhores cidades para abrir uma franquia no Brasil

Empreendedora: cidade do Rio de Janeiro ocupa a primeira posição da lista (monkeybusinessimages/Thinkstock)

Se você busca a melhor região para abrir uma unidade franqueada em todo o país, você pode olhar para os bairros cariocas da Barra da Tijuca e Ipanema e para a cidade de São Paulo. Mas há oportunidades em lugares menos visados, como as capitais Maceió, Campo Grande, Belo Horizonte, Curitiba e São Luís e as regiões metropolitanas paulistas Santo André, Guarulhos e Campinas.

É o que mostra a pesquisa “As 10 Melhores Cidades para Investir em Franquia no Brasil”. O estudo foi feito pela consultoria Goakira, usando dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística e de geomarketing das empresas Economapas e Geofusion. Foram analisados indicadores como participação da região no total do consumo brasileiro e taxa geométrica de crescimento anual da população e da renda medidas pelo IBGE entre 2010 e 2018.

O potencial de consumo total do Brasil em 2018 foi estimado pela consultoria em mais de 4 trilhões de reais. Porém, esse potencial está dividido de forma desigual. Os quatro estados do Sudeste concentram mais da metade (50,47%) do share nacional de consumo. As regiões Sul e Nordeste, somadas, totalizam 35,51%. Norte e Centro Oeste detêm os 14,02% restantes. As 10 melhores cidades para abrir uma franquia no Brasil têm uma participação de 20% no consumo brasileiro, com crescimento populacional e de renda média.

A cidade do Rio de Janeiro ocupa a primeira posição. Apesar de o estado passar por crises que vão de economia à violência, a Goakira afirma que dois bairros ajudaram o Rio a se destacar no ranking. A Barra da Tijuca tem 400 mil passantes diárias e mostra-se uma boa região para franquias dependentes de fluxo de pessoas. Já Ipanema tem uma das maiores rendas médias mensais do país, estimada em 50 mil reais. O segundo lugar do ranking ficou com São Paulo.

Por mais que centros urbanos dominem, há locais com diversas características na lista das 10 melhores cidades para abrir uma franquia no Brasil. Em terceiro lugar ficou Maceió, no estado de Alagoas, um centro urbano de menor densidade do que Rio de Janeiro e São Paulo. É o mesmo caso de capitais como Campo Grande (Mato Grosso do Sul) e São Luís (Maranhão). Além de cidades menores há regiões metropolitanas, como Guarulhos e Santo André, na Grande São Paulo.

Veja, a seguir, a lista completa das 10 melhores cidades para abrir uma franquia no Brasil (clique para ampliar):

Exame

VÍDEO: Suspeito de desviar dinheiro de tratamento do filho pretendia abrir casa de prostituição, diz Polícia Civil

Suspeito de usar dinheiro de doação é apresentado pela Polícia Civil — Foto: Magno Dantas/TV Globo. REPORTAGEM NA ÍNTEGRA COM VÍDEO AQUI

Mateus Henrique Leroy Alves, de 37 anos, suspeito de usar cerca de R$ 600 mil arrecadados em campanha para tratamento do filho doente, também pode estar envolvido em esquema de gerenciamento de garotas de programa. De acordo com a Polícia Civil de Minas Gerais, ele é investigado por usar parte do dinheiro doado para o filho, que tem atrofia muscular espinhal (AME), com passeios, perfumes caros, relógios e roupas de marca. A investigação aponta que a quantia desviada financiou, ainda, farras, bebidas e drogas.

A campanha para recolher dinheiro para o filho de Mateus, João Miguel, de 1 ano e 7 meses, comoveu os moradores de Conselheiro Lafaiete (MG), onde a família mora. Em quase um ano, foi arrecadado mais de R$ 1 milhão. O dinheiro, que seria usado para comprar um medicamento caro – cada dose custa cerca de R$ 360 mil –, era esbanjado pelo pai.

Com autorização da Justiça, a Polícia Civil gravou conversas por telefone entre Mateus e uma mulher. O diálogo foi mostrado neste domingo (28) no Fantástico:

Mulher: “e cê confia, Mateus?”
Mateus: “de olho fechado.”
Mulher: “tá bom, então.”
Mateus: “são meninas que já trabalhou na minha casa lá de [Conselheiro] Lafaiete, de Belo Horizonte.”

Os planos de Mateus, no entanto, não deram certo. Na semana passada, ele acabou preso no quarto onde estava hospedado em Salvador e levado para Minas Gerais. Ele foi denunciado pela mulher, Karine Rodrigues, que considerou suspeita sua atitude e até pediu bloqueio judicial das contas junto à Vara da Infância e Juventude. Com Mateus, a polícia encontrou perfumes caros, relógios e roupas de marca, algumas delas ainda com a etiqueta.

“Ele fala que gastou cerca de R$ 600 mil, ele efetivamente gastou, sendo que R$ 300 mil foram gastos com farra com mulheres, com bebidas e com drogas. No momento da prisão, inclusive, ele estava com porções de maconha. E [com] o restante do dinheiro, ele alega que estava sendo extorquido”, disse o delegado Daniel Gomes.

R$ 7 mil gastos em motel de BH

A vida de ostentação do suspeito começou em Minas Gerais. Os investigadores descobriram que, durante nove dias de maio, ele gastou mais de R$ 7 mil para se hospedar em um motel em BH. Ele ficou na suíte mais luxuosa, onde há adega com vinho importado, frigobar, espaço gourmet, jukebox e TV a cabo. O quarto tem até barra de pole dance, banheira de hidromassagem e luz especial.

O que diz a defesa

A defesa diz que Mateus estava sendo vítima de extorsão. “A história que ele me contou parece que é a mesma que ele já contou para o delegado, que ele foi, na verdade, extorquido, né? [Isso aconteceu] quando ele foi para Belo Horizonte fazer um curso de segurança. Um curso interessante, porque parece que foi a própria irmã que pagou. Ele foi fazer o curso e conheceu uma pessoa que o levou até uma boca de fumo. Nessa boca, ele comprou droga (…) e pensou em fazer uma sociedade com um traficante. Esse traficante, então, talvez não sei se já sabia ou investigou um pouco sobre o Mateus, descobriu sobre a campanha, dos valores da campanha e, em cima disso, começou a extorquir [dinheiro] do Mateus”, disse o advogado Túlio César de Melo Silva.

Até a polícia fez campanha

Reprodução

Em Conselheiro Lafaiete, a atitude do pai que parecia ser amoroso e preocupado com o filho doente foi motivo de espanto e revolta.

“Como que ele rouba o dinheiro do próprio filho que está doente?”, questionou a vendedora ambulante Aparecida de Souza.

“Todo mundo ficou sem entender o porquê. Porque ele ajudou nas campanhas também. A gente também ajudou, tirando da gente pra poder doar, né”, questionou a dona de casa Josiane Soares.

Até a polícia fez campanha por João Miguel. “A Polícia Civil também se mobilizou, nós fizemos uma corrida pela vida aqui, em Conselheiro Lafaiete, com mais de 500 inscritos para arrecadar fundos e todos nós hoje, polícia, família, nos sentimos traídos pela conduta desse cidadão”, explicou o delegado Carlos Capistrano.

Nas redes sociais, artistas e jogadores também pediram ajuda para campanha. O goleiro Victor, do Atlético-MG, doou uma camisa para ser leiloada. “É um sentimento de qualquer um, um sentimento de revolta, de tristeza, de lamentação (…) A que ponto chega a maldade, a falta de amor no coração do ser humano… Então realmente é algo que, quando eu recebi a notícia, foi algo muito chocante, algo bastante frustrante, foi algo… triste, mas felizmente foi descoberto aí e tenho certeza que vai pagar por isso”, disse o jogador

A família deixou de fazer a campanha desde junho, quando conseguiu na Justiça o direito de receber do Sistema Único de Saúde (SUS) três doses do medicamento.

Com o dinheiro que estava na conta, a compra das outras três doses que ele precisa estavam garantidas, mas, agora, a situação é outra.

“A causa é nobre, a campanha deve continuar em prol do João Miguel e da mãe dele (…) O único que deve ser responsabilizado com essa história toda é apenas o pai que cometeu essa atitude criminosa. O menino não deve ser responsabilizado, pelo contrário, acredito que seja o momento até de ganhar força para que ele consiga o tratamento e consiga continuar sobrevivendo”, falou Daniel Gomes.

G1