5 dicas para economizar combustível no seu automóvel

Confira algumas dicas bem simples de seguir para conseguir se locomover pela cidade de forma sustentável e ainda economizar dinheiro.

1. Leve o seu carro para revisão regularmente

Verificar se o seu carro está funcionando corretamente é muito importante para economizar combustível. É interessante controlar alguns fatores específicos, como a quantidade correta de combustível do motor, balanceamento de rodas, as emissões de gases, funcionamento de freio, entre outras.

2. Verifique a pressão de ar do pneu

Ao sair de casa para uma viagem, por exemplo, é importante verificar a pressão dos pneus. Automóvel com pneu mal calibrado tem mais contato com o solo. Então, o carro precisa gerar mais força, mais rotações do motor, para desenvolver a velocidade desejada. Essa má calibração causa uma emissão extra de 595 milhões de quilogramas de CO² somente na América Latina.

3. Carregue bagagens mais leves

Se você for fazer uma longa viagem, é importante tentar carregar malas leves. Menos peso na área posterior evita que o motor queime mais combustível para colocar o carro em movimento. Estima-se que a cada 45 kg adicionais de carga no veículo, o consumo de combustível aumente em cerca de 2%.

4. Evite o uso de ar condicionado ou ventilador de ar

Só ligue o ventilador ou o ar condicionado quando for realmente necessário. A energia consumida pelo compressor do sistema de ar condicionado é fornecida pelo motor do carro. Portanto, o uso deles faz com que o seu carro queime mais combustível e, consequentemente, polua e prejudique o meio ambiente.

5. Estacione o seu carro na sombra

Essa é uma dica boa para os dias de verão. Isso porque os carros que esquentam sob o sol demoram mais tempo para esfriar. Indiretamente, isso significa mais queima de combustível para esfriar o ambiente com o ar condicionado, por exemplo.

Fonte: Exame

Dupla invade hospital em Parnamirim para roubar armas e atira em vigilante

Dois homens, ainda não identificados, trocaram tiros com os vigilantes do hospital Deoclécio Marques, esta madrugada (29), em Parnamirim, e roubaram as armas deles.
De acordo com policiais do 3° BPM, a dupla chegou no hospital perguntando por um paciente, conhecido apenas como “Bracinho”, uma das três vítimas baleadas pela manhã, em uma suposta briga no trânsito. E diante da negativa dos vigilantes, atiraram nas pessoas que estavam na recepção do hospital.
Mesmo assim a polícia afasta a possibilidade de tentativa de resgate de algum preso e trabalha com a hipótese de assalto as armas dos vigilantes.

Segundo o tenente Faria, oficial de operações do 3° BPM, houve troca de tiros, um dos vigilantes foi atingido na perna e os acusados conseguiram fugir levando as armas dos vigilantes.

A polícia ainda não confirma a ligação entre a suposta briga no trânsito pela manhã e a troca de tiros no hospital à noite.

Fonte: Nominuto

Novos indícios complica ainda mais Demóstenes e renuncia é o caminho

O futuro político de Demóstenes Torres é considerado sombrio pelos próprios companheiros de partido do senador. Dissemina-se no DEM a avaliação de que Demóstenes tornou-se uma cassação esperando para acontecer.

O blog conversou com três partidários de Demóstenes (DEM-GO). Para evitar constrangimentos, pediram anonimato. Expressaram uma mesma opinião. Acham que não resta ao colega senão a opção de renunciar ao mandato de senador.

Avaliam que, permanecendo no Senado, Demóstenes apenas prolongará o suplício, expondo-se a um processo desgastante e inútil. Afora a cassação, tida como inevitável, prevê-se que o senador será desligado da tomada do DEM.

“O partido terá de expulsá-lo, sob pena de se desmoralizar”, disse um dos entrevistados. “Se o Demóstenes não renunciar, vai ter de se humilhar perante senadores que criticou. Gente como o Sarney e o Renan”, disse outro.

Demóstenes foi implacável com José Sarney e Renan Calheiros nas crises que tisnaram as presidências de ambos no Senado. Cobrou o afastamento de Sarney em 2009. E o de Renan em 2007.

Em privado, Demóstenes admite que se tornou um cadáver político. Paradoxalmente, resiste à ideia de renunciar. Por ora, não admite nem mesmo a alternativa de um pedido de licença.

Seu quadro, que já era grave, tornou-se ainda mais hemorrágico na noite passada. Em reportagem levada ao ar pelo Jornal Nacional, revelaram-se novos indícios de que a relação de Demóstenes com o contraventor Carlinhos Cachoeira ultrapassa as fronteiras da “amizade” admitida pelo senador.

Escutas telefônicas realizadas pela Policia Federal fazem picadinho do discurso em que Demóstenes dissera, no dia 6 de março, que não tinha conhecimento dos negócios ilícitos do “amigo” que o presenteara com uma geladeira e um fogão importados.

Vieram à luz conversas de Cachoeira com Geovani Pereira da Silva e Cláudio Abreu. O primeiro é identificado pela Polícia Federal como contador da quadrilha. O segundo, como sócio dos negócios ilegais do contraventor.

De acordo com o conteúdo dos grampos, os três discutem a contabilidade da quadrilha. Mencionam cifras milionárias. Em cinco minutos de diálogos, o nome de Demóstenes soa seis vezes.

Num trecho, Cachoeira indaga a Cláudio Abreu quanto ele, Cachoeira, reteve. Um milhão do Demóstenes, responde o sócio. O amigo tóxico do senador, preso no mês passado, prossegue.

Referindo-se reiteradamente a Demóstenes, Cachoeira empilha cifras. Ao final, fecha a conta: um milhão e quinhentos, mais seiscentos, que dariam dois e cem. E mais um milhão. Total: “três e cem.”

Cláudio Abreu atalha Cachoeira, como se discordasse dele. Menciona a expressão “este do Demóstenes”. Diz que o valor já tinha sido mostrado a ele e que Cachoeira vinha segurando o montante desde a época em que o senador foi eleito.

Impossível atestar, a partir dos grampos, como foi aplicado cada centavo mencionado. Mas a menção do nome de Demóstenes em meio a diálogos vadios e a cifras de má origem eleva a temperatura da fornalha.

No campo jurídico, dá-se de barato que o pedido de investigação feito pelo procurador-geral Roberto Gurgel ao STF será acatado pelo ministro Ricardo Lewandowski, relator do caso.

Na seara política, avalia-se que a encrenca pode ter um desfecho antes mesmo da conclusão do processo judicial. Nesta quarta (27), o PSOL requereu à Mesa diretora do Senado que Demóstenes seja levado ao Conselho de Ética.

“O tempo da política corre mais rápido que o relógio da Justiça”, disse um dos colegas de Demóstenes ouvidos pelo repórter. Preside a Mesa do Senado José Sarney (PMDB-AP). Integra o Conselho de Ética Renan Calheiros (PMDB-AL).

Conforme já mencionado aqui, Demóstenes migrou, em três meses, da condição de potencial candidato do DEM à Presidência da República para a de pré-candidato a réu num processo do Supremo.

A cada novo grampo revelado, aprofunda-se o abismo que se abriu entre os valores professados por Demóstenes e a prática do ex-Demóstenes esboçado nos relatórios da Polícia Federal.

Procurado, o senador absteve-se de comentar a notícia do Jornal Nacional. Em ofício enviado a Sarney na terça (27), informara que só daria novas explicações depois de conhecer a íntegra dos inquéritos que o mencionam.

Ouvido, Antonio Carlos de Almeida Castro, advogado de Demóstenes, expressou-se assim: “Ele está, evidentemente, preocupado com essas gravações negativas à sua imagem. Mas no tocante à pessoa jurídica estamos muito tranquilos.”

Fonte: Josias de Souza

Lei da Copa é aprovada e libera negociação para venda de bebida

Os deputados aprovaram nesta quarta-feira a Lei Geral da Copa, sem a liberação explícita da venda de bebidas alcoólicas durante o Mundial e a Copa das Confederações.

Destaques que pediam a inclusão no texto, de forma explícita, a proibição da venda de bebidas, foram rejeitados pelos deputados.

O projeto agora segue para análise do Senado. Se a redação for mantida, a Fifa poderá ter que negociar diretamente com os 7 dos 12 Estados-sede da Copa que vedam o consumo em suas arenas.

Conforme a Folha revelou na semana passada, uma outra alternativa analisada pelo governo é a edição, a poucos dias do início da Copa, de uma medida provisória liberando a venda das bebidas.

A Lei Geral da Copa foi um dos principais pontos de impasse na crise na base aliada na semana passada. Na ocasião, o governo tentou votar a proposta, mas foi impedido por partidos da própria base aliada, que exigiam a votação do Código Florestal.

A votação hoje foi possível porque, ao prever que não teria outra alternativa, o presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), garantiu a análise da nova legislação ambiental em abril.

DESENCONTROS

Os desencontros na Lei Geral da Copa tiveram início quando o governo decidiu, para agradar a bancada evangélica e facilitar a aprovação da lei, tirar do texto o artigo que deixava explícita a liberação da venda das bebidas, proposta pelo relator, Vicente Cândido (PT-SP).

Um acordo assinado com a Fifa, no entanto, garante que o país não vai impor restrição à venda de bebidas nos estádios durante o evento, o que fez o governo recuar e reincluir no projeto a liberação explícita no texto.

A confusão só terminou quando, pressionado por aliados, o governo resolveu apoiar o texto aprovado hoje, que apenas suspende, durante o evento, o artigo do Estatuto do Torcedor que proíbe a venda do álcool nos estádios durante as duas competições.

Fonte: Folha

Prostitutas fazem greve na Espanha para conseguir empréstimo

Foto: Reprodução

Em meio à crise na Europa, as prostitutas de luxo decidiram se movimentar para conseguir linhas de crédito a famílias carentes. Eles iniciaram uma paralisação e se recusam a fazer sexo com banqueiros.  Eles tentam contornar o protesto dizendo que são arquitetos ou engenheiros, mas o movimento continua e executivos dos bancos já pediram para que o governo interviesse na situação.

“Nós somos as únicas com capacidade real de pressionar o setor”, provocou a principal associação de prostituição do país. Elas pedem que os banqueiros “cumpram suas responsabilidades sociais” . Em meio à crise, uma greve geral no país está marcada para a próxima quinta-feira.

(Via Época Negócios)

Casal que deu o golpe das viagens na Atlantatur responderão em liberdade e não deverão ressarcir clientes e fornecedores

Os empresários Maria Noélia Pereira e Walter Pereira da Silva, presos sob acusação de aplicarem golpes em 65 pessoas que compraram pacotes de turismo na agência Atlantatur, vão responder ao processo em liberdade. A decisão ocorreu na noite desta quarta-feira (28), depois dos depoimentos durante a audiência de instrução. Ambos são acusados por estelionato.

Em 2007, o casal proprietário da agência Atlantatur foi indiciado pela Polícia Civil por estelionato após diversas denúncias de pessoas que compraram pacotes de viagens e não receberam o serviço. A Justiça expediu no mesmo ano mandados de prisão contra ambos, o que motivou a fuga para Portugal. Eles permaneceram na Europa até março deste ano, quando resolveram se entregar à Justiça. Os dois, porém, negam a prática de estelionato.

A acusação indica que o casal vendeu pacotes de viagens no valor total de R$ 814 mil, a grupos de religiosos e juízes, mas que os serviços, apesar do pagamento, não foram prestados. Ao todo, 65 pessoas foram lesadas e denunciaram o casal. Porém, Maria Noélia e Walter Pereira afirmam que não houve a intenção de não prestar os serviços e que foi o descontrole financeiro da empresa que impediu que os serviços fossem prestados.

O advogado do casal, Marcos Braga, explicou que a solicitação para a soltura do casal foi concedida porque o juiz Ivanaldo Bezerra, da 8ª Vara Criminal, recebeu do casal o compromisso de comparecerem a todas as audiências e não deixarem o país. Os dois, inclusive, entregaram os passaportes e garantiram que vão participar de todos os atos do processo.

Na audiência de instrução foram ouvidas testemunhas de defesa e acusação, inclusive três juízes que compraram os pacotes e não chegaram a viajar. os réus, no entanto, ainda não têm data para serem ouvidos pelo juiz Ivanaldo Bezerra. Até o momento, só está agendada mais uma audiência, dia 18 de abril, onde somente testemunhas serão ouvidas.

Tribuna do Norte

Do Blog: Além de responder o processo em liberdade e possivelmente também cumprir a pena fora da cadeia, Maria Noélia Araújo e o Marido Walter Pereira não deverão ser obrigados a devolverem o dinheiro que pegou de clientes mas não repassou para as agências de viagem.

Embora não queira antecipar a sentença, o juiz da 8ª Vara Criminal, Ivanaldo Bezerra explicou que no casos de réus insolúveis, ou seja, aqueles que não tem dinheiro para pagar as dívidas, a Justiça não tem como obrigar o pagamento de dívidas.

No caso de Noélia, ele lembra que a acusada faliu a empresa que tinha justamente porque não teve como honrar os compromissos que assumiu. “Falando de uma forma geral, eu não tenho como exigir que um batedor de carteira devolva o dinheiro que roubou porque ele não tem. Eu não quero antecipar nada, mas me parece que o caso corre para isso”, disse.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Paulo Trigueiro disse:

    A manchete demonstra como é a "justiça no Brasil". Se o casal deu um calote em juízes e religiosos e vai gozar sua vida por aqui mesmo, sem punição, então podemos concluir que as leis estão erradas. Certamente o juíz da 8ª Vara Crimina, Ivanaldo Bezera, contrariou alguns dos seus colegas juízes que sofreram esse calote.
    É como dizia Rui Barbosa: chegará o dia em que teremos vergonha de sermos honestos.
    Ou será que esse dia já chegou?

Empresa que ganhou licitação na CMN por R$ 564 mil para gerenciar Softwares tem endereço fantasma

A TRIBUNA DO NORTE procurou a sede da empresa CSL Comércio e Serviços Ltda, que receberá R$ 564 mil para prestar o serviço de locação e manutenção de nove programas de computador à Câmara Municipal de Natal. O valor é referente ao contrato de uso por um ano. Pelo registro disponível no site da Receita Federal, a CSL funciona no centro de Natal, em um edifício instalado na rua João Pessoa. No entanto, a sala 404, do prédio Sisal, está desocupada há um ano.

Segundo informações de funcionários que trabalham no edifício, a sala foi comprada há um ano por uma pessoa chamada Dionísio Dias Aires de Carvalho. É no nome dele que está o registro na administração do condomínio. No entanto, segundo os funcionários, Dionísio comprou a sala como “investimento”. As correspondências de despesas de manutenção, como energia e condomínio, são remetidas para a residência do proprietário da sala, em Nova Parnamirim.

Pessoas que trabalham no mesmo andar do prédio onde deveria funcionar a CSL atestam que há meses não veem qualquer pessoa na sala 404 do edifício Sisal.

A TRIBUNA DO NORTE também buscou o funcionamento da CSL Comércio e Serviços em um endereço de Nova Parnamirim, onde a empresa está registrada em sites de busca na Internet. No entanto, na rua Aníbal Brandão, no número identificado que seria o funcionamento da CSL, não há qualquer placa com informação sobre a empresa. Ontem à tarde, a TN esteve na residência e um homem, que não quis se identificar, se restringiu a dizer que a CSL havia mudado de endereço há três meses e estava funcionando em um sala do prédio Sisal, o que também foi desmentido pela visita feita pela reportagem.

A TN telefonou para o número identificado em um site de uma operadora de telefone fixo como sendo da CSL. A resposta foi que o telefone havia sido mudado. Uma hora depois, a reportagem fez um novo contato e dessa vez procurou pela pessoa chamada Liduína Maria Dantas Pessoa, que assinou o contrato com a Câmara Municipal.

Em um primeiro momento, quem atendeu ao chamado disse que Liduína “não estava” e, após um silêncio, emendou “essa pessoa não é daqui”.

Contrato é no valor de R$ 564 mil

Em menos de um ano a Câmara de Natal firmou três contratos com a CSL Comércio e Serviços Ltda, empresa que não funciona no endereço registrado na Receita Federal. A negociação fechada mais recente foi no valor de R$ 564 mil. Por esse contrato, a empresa seria responsável por local e prestar manutenção de nove programas de computador voltados para  folha de pagamento, recursos humanos, gestão de atividades legislativas e do plenário, gestão de processos, gestão de verba de gabinete, consulta e tramitação de projetos e leis, gestão da Escola do Legislativo, contabilidade e patrimônio.

O prazo para prestação do serviço é de um ano, no período de  19 de março de 2012 a 19 de março de 2013. Mas esse não foi o primeiro contrato firmado pela Câmara com a CSL. No dia 27 de abril de 2011, o Legislativo da capital potiguar publicou contrato no valor de R$ 25 mil com a mesma empresa. Na época, o extrato da negociação informou que houve dispensa de licitação. O contrato tinha como prazo de execução 90 dias. O objeto do contrato era o mesmo aplicado na nova negociação: “licença para uso de software”.

A diferença é que ano passado, o custo mensal desse software (que não é especificado no extrato do contrato) foi de R$ 8.500. Na nova negociação, com o valor anual, o gasto mensal com o programa de computador será 47 mil. Após ter realizado o contrato com dispensa de licitação, em abril do ano passado, a CSL voltou a ser contratada pela Câmara.

No dia 21 de dezembro de 2011, foi assinado contrato no valor de R$ 39 mil com a empresa. O objeto da negociação foi “serviço de consultoria em tecnologia da informação”. Na época o extrato do contrato não especificou o período do trabalho da empresa.

Além disso, contabilizando os R$ 57.600, firmados com a empresa de Dionísio Dias Aires de Carvalho, que tem o mesmo sobrenome de um dos sócios da CSL.

Contratos sugerem parentesco

O contrato firmado pela Câmara Municipal de Natal com a CSL Comércio e Serviços Ltda no valor de R$ 564 mil expõe também a negociação do Legislativo com  pessoas que têm os mesmos sobrenomes: “Dias Aires de Carvalho”. A empresa contratada por quase R$ 600 mil é de propriedade de José Everaldo Lopes, que detém 3,33% das ações; Liduína Maria Dantas Pessoa, sócia com 56,77% e Raimundo José Dias Aires de Carvalho, que possui 40%, segundo registro na Junta Comercial do Rio Grande do Norte.

Com o mesmo sobrenome “Aires Dias de Carvalho” consta um contrato firmado pela Câmara Municipal com a empresa Dionísio D A de Carvalho ME, que recebeu R$ 57.600 para o serviço de “atualização e manutenção do portal da internet da Câmara” pelo período de maio a dezembro de 2011.

A “coincidência” é que o proprietário da sala comercial onde deveria funcionar a CSL, instalada no prédio Sisal, é exatamente o proprietário da empresa que recebeu os R$ 57.600 para manter o portal da Câmara. Além disso, outro integrante da família Dias Aires de Carvalho” atua na Câmara Municipal. Francisco Gilson Dias Aires de Carvalho é chefe da Divisão de Recursos Humanos da Câmara Municipal. Ele foi nomeado através de ato assinado pelo presidente do Legislativo, vereador Edivan Martins, e publicado no Diário Oficial do dia 4 de janeiro de 2011.

Fonte: Tribuna do Norte

Precatórios TJ: Carla Ubarana e George Leal pretende assumir R$ 6 milhões das fraudes

A expectativa para a audiência de amanha na 7ª vara criminal, é que os principais acusados confessem a participação e forneçam detalhes sobre o funcionamento do esquema, mantendo o termo de colaboração assinado com o Ministério Público. O casal estaria disposto a assumir a apropriação de R$ 6 milhões, o correspondente a no máximo “20% de todo o valor desviado”.

Alex RégisCarla e George cumprem prisão domiciliar vigiada 24 horas

“Carla e George estão dispostos a confessar em juízo” a participação que tiveram no esquema de fraudes e desvios de recursos dentro do TJRN, assegurou uma fonte relacionada às famílias dos dois, ouvida pela TRIBUNA DO NORTE. O valor das fraudes que o casal estaria disposto a assumir corresponde à avaliação aproximada dos bens que deverão ser seqüestrados pela Justiça (carros de luxo e a mansão na praia). Um cálculo simples também mostra que sendo R$ 6 milhões apenas 20% do valor desviado, o valor total das fraudes seria de R$ 30 milhões.

Na comissão interna do TJRN que vem revisando os processos de precatórios desde a nomeação de Carla Ubarana para chefiar o setor, em 2009, não arriscam informar um valor aproximado para os desvios nem confirmam o cálculo dos R$ 30 milhões. “Carla já confidenciou que os outros R$ 24 milhões foram rateados com os laranjas e cabeças do esquema”, disse a mesma fonte ao jornal. No Ministério Público, nenhum promotor aceitou falar, ontem, sobre assuntos relacionados a investigações dos precatórios. O advogado de defesa do casal, Marcos Braga, se negou a confirmar qualquer informação sobre esse caso.

Um outro aspecto apurado pela TRIBUNA DO NORTE é que a  demora na assinatura do termo de colaboração com as investigações para o empresário George Leal e a proximidade do  dia em que terá que depor perante a Justiça (amanhã) está afetando de forma negativa o estado de ânimo e a disposição de Carla Ubarana.

“Ela (Carla) está uma pilha de nervos, sob efeito de remédios e chegou a passar mal uma madrugada dessas”, revelou a mesma fonte. Até ontem não havia confirmação de que os promotores de Defesa do Patrimônio Público que conduzem as investigações haviam apresentado ao empresário George Leal o termo de colaboração para assinatura.

George Leal já teria contado aos promotores como atuava, através de empresas que abriu e com a colaboração de amigos e empregados domésticos, para facilitar o desvio e os saques dos recursos destinados ao pagamento de precatórios. Essas informações serviram de base para o novo pedido de quebra de sigilo, apresentando pelo Ministério Público à Justiça e deferido na última terça-feira (27) pelo juiz Ivanaldo Bezerra, da 8ª Vara Criminal de Natal.

Fonte: Tribuna do Norte

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Awpa disse:

    Qual é a supresa? Não é esse o país do futebol, do carnaval e da
    cachaça? Afinal, Carla Ubarna seria ET ou mais uma brasileira? Somos
    todos uns canalhas de um país que despreza a educação, a saúde e a
    segurança pública e que prefere erguer “catedrais” para o futebol,
    manter o povo na miséria e ter instituições podres! “O rei está nú, mas
    tudo se cala ante ao fato de que o rei é mais bonito mesmo nú”(Caetano
    Veloso).

Precatórios TJ: Denunciados e testemunhas serão ouvidos amanhã na 7ª vara criminal

Amanhã, a partir das 8h30, o juiz da 7ª Vara Criminal de Natal, José Armando Ponte Dias Junior, realizará uma audiência de Instrução e Julgamento para ouvir os denunciados George Luis de Araújo Leal, Carla de Paiva Ubarana Araújo Leal, Carlos Eduardo Cabral Palhares de Carvalho, Cláudia Sueli Silva de Oliveira Costa e Carlos Alberto Fasanaro Junior. O magistrado também pretende ouvir 11 testemunhas, sendo nove do Ministério Público e duas de defesa.

Apesar de ser uma audiência pública, o magistrado entende que é inviável a presença de pessoas alheias ao caso, pois a sala de audiências não é grande o suficiente para comportar um grande número de pessoas.

“São cinco réus, cada um deve trazer, pelo menos, um advogado; mais os policiais que vão escoltar os réus presos – dos cotados apenas Cláudia Sueli está em liberdade – três promotores do Ministério Público Estadual, as 11 testemunhas, o juiz e o escrivão. Não há estrutura para que outras pessoas fiquem na sala de audiências que comporta, confortavelmente, cerca de dez pessoas”, explicou o juiz José Armando Ponte Dias Junior.

O magistrado pretende ouvir todos os intimados. A previsão é que a audiência se prolongue até o final da tarde da sexta-feira. Não sendo possível colher o depoimento de todos, o magistrado marcará uma outra outra audiência para concluir a oitiva.

Câmara de Natal aprova projeto que determina intalação de Câmeras dentro dos Ônibus

Na sessão ordinária desta quarta-feira (28), a Câmara Municipal de Natal aprovou o Projeto de Lei nº 305/2012, que determina a instalação de câmeras de segurança no interior dos ônibus e transportes alternativos urbanos.  O projeto foi aprovado em segunda discussão e segue para sanção do Executivo.
O autor da matéria, vereador Professor Luis Carlos (PMDB) destacou a importância da matéria. “O projeto fortalece a segurança dos motoristas dos ônibus e usuários de coletivos, além de inibir a ocorrência de assaltos e  furtos nos interior os transportes”, declarou.
Na mesma sessão também foi aprovado em segunda discussão o Projeto de nº 130/2011,  do vereador Franklin Capistrano (PSB), que dispõe sobre a obrigatoriedade da descupinização de áreas verdes, praças e terrenos públicos e obriga os proprietários de áreas particulares a também realizar o controle de pragas.
E, por fim, também foi aprovado em segunda discussão o Projeto de Lei nº 188/2011, do vereador Raniere Barbosa (PRB), que dispõe sobre a instalação de placas informativas pela cidade para orientar sobre como denunciar motoristas com sinais de embriaguez.
“Este é um projeto simples que tem um caráter preventivo e educativo. O objetivo é disponibilizar em placas um número de SEMOB para informar a rua ou avenida aonde foi identificado um motorista com sinais de embriaguez. Nosso objetivo é coibir a combinação alcool e volante”, detacou Raniere Barbosa.