Caern realiza análises de qualidade da água no Açude Dourado, que agora transborda para o Gargalheiras, em Acari

Foto: CAERN/Assecom

Com as recentes chuvas, o Açude Dourado, em Currais Novos, que contava com menos de 2% de sua capacidade na sexta-feira (28), atingiu sua capacidade máxima nas primeiras horas dessa terça-feira (03). O manancial, devido à inviabilidade do Açude Marechal Dutra (Gargalheiras), tem sido nos últimos anos a única fonte de abastecimento da cidade de Currais Novos. Ainda na terça-feira (03), foram feitas as primeiras análises da água acumulada.

Para se ter uma ideia de quanta água entrou no açude Dourado, basta fazer um comparativo do volume de água do dia 28 de fevereiro, que era de 282 milhões de litros de água e da medição da terça (03), já em capacidade total de 10,3 milhões de metros cúbicos, o equivalente a mais de 10 bilhões de litros de água. Um cenário muito positivo e que há anos não ocorria. A água, que agora transborda no Dourado, segue para o Gargalheiras, em Acari.

Porém, a recarga do manancial altera a qualidade da água e são necessárias análises para garantir o padrão da água fornecida. Uma vez que os primeiros resultados não foram satisfatórios, o abastecimento da cidade terá que ser reforçado pelo Gargalheiras, com incremento de 60% a mais no abastecimento da cidade. Devido a isso, o fornecimento de água de Currais Novos precisará ser interrompido nesta quarta-feira (04) para ajustes no Sistema de Abastecimento.

Atualmente, de acordo com dados do Instituto de Gestão de Águas do Rio Grande do Norte (Igarn) desta terça-feira (03), o Gargalheiras está com o volume de 8,41% com tendência de aumento, com a contribuição vinda do Dourado.

HISTÓRICO

Em 7 de fevereiro deste ano, o Gargalheiras estava com 6,79% de sua capacidade. O Dourado estava com menos de 2% na sexta-feira (28/02) e com previsão de abastecimento por, no máximo, dez dias. Já no sábado (29), a Caern teve que retirar as bombas que estavam dentro do açude, porque o volume elevou rapidamente. Na madrugada desta terça-feira (3), o Dourado sangrou.

O Dourado vinha abastecendo sozinho, desde 2015, a cidade de Currais Novos, na região Seridó, em sistema de rodízio, onde a cidade está dividida em dois setores. Antes da escassez hídrica, o açude era responsável por apenas 30% do fornecimento de água da cidade, complementando os 70% da água provenientes do Gargalheiras, que deixou de abastecer Currais Novos em setembro de 2015.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Zé Lopes disse:

    A água está chegando em Acari com muita lama, era melhor lavar essa água antes de entrar nos açudes! Culpa de Bolssonaro!

VÍDEOS: Análises confirmam óleo venezuelano no litoral nordestino, destaca Marinha

FOTO: ADEMA/GOVERNO DE SERGIPE, VIA AGÊNCIA BRASIL

Em vídeos que circulam em redes sociais, e compartilhados também por parlamentares, a Marinha confirma em o que parece uma reunião que o óleo encontrado no litoral do Nordeste tem origem venezuelana. Essa informação, inclusive, também foi destacada pelo Ibama no mês passado e também, mais recentemente, por pesquisadores da Universidade Federal da Bahia, após diversas análises.

A investigação sobre a origem do vazamento de óleo que atinge a costa do Nordeste está focada em cerca de 30 navios, provenientes de dez países, que passaram perto da costa brasileira. Há, além disso, a possibilidade de ser um navio sem identificação, os “dark ships”.

A Marinha alerta que a não comunicação do derramamento de óleo em si já é um ato criminoso pelas normas internacionais de navegação.

Veja abaixo destaque de deputada Carla Zambelli(PSL – SP) que assim descreve: “Agora é oficial. Marinha confirma a origem do óleo que chegou à costa brasileira”.

 

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Agora é oficial. Marinha confirma a origem do óleo que chegou à costa brasileira.

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OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. CURITIBA JA disse:

    deve ter sido em parceria com os ptralhas??????????, não duvido, estão até botando fogo no amazonas imagine pedir uma sujeirinha p companheiro venezuelano