Sargento da PM será julgado no Tribunal do Júri de Natal por participar do homicídio do advogado Antônio Carlos ocorrido em 2013

Foto: Reprodução

Na próxima segunda-feira, 02, deverá ir a julgamento o último envolvido na morte do advogado Antônio Carlos, trata-se do sargento da Polícia Militar, Antônio Carlos Ferreira de Lima, acusado de envolvimento no crime.

O 1º Tribunal do Júri da Comarca de Natal que condenou os réus acusados da morte do advogado Antônio Carlos de Souza Oliveira, de 41 anos. A vítima foi assassinada a tiros dentro de um bar na Zona Oeste de Natal na noite de 9 de maio de 2013.

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Julgamento de envolvidos em assassinato de advogado em Natal começa nesta quarta

Quatro pessoas serão levadas a julgamento a partir desta quarta-feira (29), na terceira vara criminal da capital, acusadas de envolvimento no assassinato do advogado criminalista Antônio Carlos de Souza Oliveira, morto com tiros na cabeça em um banheiro de bar em Natal, no bairro Nazaré, no dia 9 de maio de 2013. Segundo uma comissão formada pelos delegados Roberto Andrade, Karla Viviane e Raimundo Rolim, o crime teve como motivação uma disputa por um terreno na cidade de São Gonçalo do Amarante, na região metropolitana.

Na ocasião, serão julgados Lucas Daniel André da Silva, conhecido como “Luquinha”, que teria efetuado os disparos; o comerciante Expedito José dos Santos, conhecido como “Irmão Sérgio”, apontado como mandante; Antônio Carlos Ferreira de Lima, conhecido como “Carlos Cabeção”, e Marcos Antônio de Melo Pontes, conhecido como “Irmão Marcos”, apontado pela Polícia como articulador do crime. Os quatro homens foram denunciados pelo Ministério Público por homicídio qualificado

FOTO: Veja imagem do assassino e mandante do crime que teve como vítima o advogado Antônio Carlos

Confira fotos de Lucas Daniel André da Silva, vulgo “Lukinha”, assassino confesso do advogado Antônio Carlos e do mandante do crime, o comerciante Expedito José.

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“Lukinha” – Crédito: Joana Lima(DEFATO.COM)

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Expedito José, comerciante. Crédito: Joana Lima(DEFATO.COM)

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Sergio Nogueira disse:

    Será que a Comissão de Direitos Humanos da OAB vai dar alguma opinião defendendo esses matadores? Acho que não. Eles só defendem os bandidos que matam outras pessoas que não Advogados. Pimenta no dos outros é refresco.

  2. Roberto disse:

    Cadê a galera que não gosta da exposição do investigado na fase investigatória?? Não tem nada a dizer agora?
    Vão olhar nas leis penais… PECULATO, CORRUPÇÃO e LAVAGEM DE DINHEIRO são crimes assim como o HOMICÍDIO. Se se expõe quem é "desconhecido", qual o problema em expor quem é "conhecido"? Existe alguma norma criando alguma "casta" na sociedade brasileira?
    O interesse corporativo geralmente provoca esses dois pesos com duas medidas.

Advogado Antônio Carlos foi morto por causa de terreno

A Polícia Civil do Rio Grande do Norte elucidou o assassinato do advogado criminalista Antônio Carlos de Souza Oliveira, assassinado com seis tiros no último dia 09 de maio, no Bino’s Bar, no bairro de Nazaré, zona Oeste de Natal. O executor do crime identificado como Lucas Daniel André da Silva, vulgo “Lukinha”, foi preso por força de um mandado de prisão na manhã desta quarta-feira (05) num lava-jato localizado no bairro de Barro Vermelho, em Natal.

Os delegados Raimundo Rolim, Roberto Andrade e Karla Viviane da Delegacia Especializada em Homicídios (DEHOM) concederam uma coletiva de imprensa nessa quinta-feira (06), na Delegacia Geral da Polícia Civil (Degepol), para dar detalhes sobre a investigação do caso, que culminou na prisão do “Lukinha”, de Expedito José dos Santos, conhecido como “Irmão Sérgio”, e da companheira dele Francine Andrade de Souza, casal suspeito de serem os mandantes do crime, presos pela Polícia Civil no dia 29 de maio, na cidade de Fortaleza-CE.

Também estavam presentes na coletiva o Delegado Geral da Polícia Civil, Ricardo Sérgio Oliveira, o Presidente da OAB-RN, Sérgio Eduardo da Costa Freire, e o Promotor Luiz Eduardo Marinho.

Segundo o delegado Roberto Andrade, que presidiu o inquérito, a motivação do crime se deu pela disputa de um terreno localizado no Loteamento Santa Luzia, em São Gonçalo do Amarante. O advogado descobriu que havia outras pessoas se dizendo proprietárias dos terrenos comprados por ele em fevereiro desse ano e compareceu ao local, onde passou a se desentender com pessoas que tomavam conta dos terrenos.

“A partir disso, começou uma disputa com o Expedito José, o qual passou a bater boca por telefone com o advogado e a fazer ameaças”, explicou Roberto Andrade.

Numa dessa ameaças o advogado teria chegado a dizer “Pode vir que eu não tenho medo de você” para o Expedito. De acordo com as investigações da Polícia Civil, no dia 13 de abril o advogado Antônio Carlos foi até o terreno e derrubou um muro que teria sido construído por Expedito José, que segundo o acusado teria lhe custado 40 mil reais. A partir disso Expedito José teria ameaçado novamente o advogado por telefone dizendo “Você vai pagar caro tijolo por tijolo”. O crime aconteceu 26 dias depois da derrubada do muro.

A Polícia Civil havia encontrado na cidade de Jaguaribe-CE o carro utilizado na fuga do assassino, um Doblô cinza, de placas NNW- 6343, de propriedade de Expedito José, que foi incendiado e parcialmente destruído. O casal foi preso em seguida, por força de mandados de prisão expedidos pela 3ª Vara Criminal de Natal, após várias denúncias anônimas indicando o paradeiro deles. Expedito confessou que incendiou o carro por medo de ser incriminado, mas nega que tenha mandado matar Antônio Carlos. Ele alega que apenas emprestou o veículo a “Irmão Marcos”, mas não sabia que era para matar o advogado.

À Polícia Civil, o “Lukinha”, apontado como executor do crime, confessou o assassinato, disse que cometeu a mando de Expedito, mas alega que não sabia que se tratava de um advogado. “Não sabia que ele era advogado, o Sérgio (Expedito) me falou que ele era um vagabundo que tinha derrubado o muro dele, se soubesse que era advogado não teria matado, fui enganado por ele”, relatou o acusado. Lukinha disse ainda que não recebeu dinheiro para executar Antônio Carlos, que “fez por amizade”.

Lukinha afirmou ainda que Expedito deu a ele a arma do crime, um revólver calibre 38, a roupa e o capuz. Em cumprimento a mandados de busca e apreensão na casa de Luzinha, a Polícia Civil apreendeu uma bermuda, um camisa e um tênis que teriam sido utilizados pelo assassino, além de dez cartuchos de munições calibre 28.

O motorista do Doblô cinza utilizado na fuga do assassino, identificado pelo apelido de “Irmão Marcos” está foragido e contra ele já foi expedido um mandado de prisão. Ele é pedreiro e teria construído o muro no terreno.

Para o delegado Raimundo Rolim, o advogado já vinha sendo monitorado há algum tempo pelos acusados e que o crime ainda pode não estar totalmente esclarecido. “Estamos numa fase embrionária das investigações e possivelmente vão surgir outros elementos que podem nos surpreender, é provável que outras pessoas também estejam envolvidas no crime”, concluiu.

Degepol

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Elves Alves disse:

    Muitos médicos pensam que são deuses, ao passo que a maioria dos advogados têm essa certeza. Daí porque arrisco opinar que o advogado Antonio Carlos poderia estar vivíssimo caso fosse menos intempestivo e precipitado. É de se lamentar pela perda humana irreparável, mas fica o seu exemplo de como um operador do direito não deve se comportar, seja qual for a circunstância da vida.

Preso por morte de advogado delata assassino, mas diz que não tem relação com o crime

Em entrevista ao G1 nessa terça-feira (04), o comerciante Expedito José dos Santos revelou que sabe quem matou o advogado Antônio Carlos, morto a tiros há quase um mês em um bar do bairro Nazaré, zona Oeste de Natal, mas negou ter qualquer participação no crime. “Meu erro foi ter fugido e ter queimado o carro. Eu não sabia que meu carro seria usado em uma morte. Só soube quando me devolveram o automóvel. Sou inocente”, afirmou.

Expedito foi preso, junto de sua esposa, em Fortaleza na semana passada acusado de ter dado fuga ao autor do crime em seu carro. Mas, segundo Expedito, o veículo estava emprestado a um pedreiro que trabalhava para ele. “Ele tinha o costume de usar meu carro. Porque ele trabalhava pra mim como pedreiro, para carregar material”, explicou.

O comerciante acredita que o crime pode ter sido motivado por um desentendimento entre o pedreiro e o advogado por conta de um terreno em São Gonçalo do Amarante: “Ele [Antônio Carlos] ameaçou o pedreiro. Esta pode ter sido a motivação”.

Apesar desse desentendimento, Expedito disse que o autor dos disparos não foi o pedreiro. “Quem matou o advogado, pelo que sei, foi um homem gordo. Foi ele quem matou. O pedreiro dirigiu o carro. Eu só fiquei sabendo disso quando ele me devolveu o carro”. Em seguida, o comerciante revelou o nome do assassino, mas a reportagem do G1 suprimiu a informação para não atrapalhar nas investigações da polícia. O nome do pedreiro também não foi revelado.

O delegado do caso, Roberto Andrade, por sua vez, afirmou que a polícia não acredita nessa versão contada por Expedito dos Santos. “Ele está tentando se safar dessa. É claro que ele tem participação no crime”.

Casal preso nesta quarta-feira confessa participação na morte de advogado

O casal preso na manhã desta quarta-feira, suspeito de participar do assassinato do advogado Antônio Carlos no último dia 9 de maio em um bar de Natal, confessou o envolvimento no crime. Eles confirmaram que deram fuga ao homem que atirou no advogado. Assim, a polícia dá o caso como solucionado.

As duas pessoas, que ainda não tiveram as identidades reveladas, foram detidas na cidade de Fortaleza, em operação conjunta com a polícia do Ceará. No momento da prisão, o homem e a mulher estavam em posse do carro, um Fiat Dobló, utilizado na ação criminosa.

O casal, que está detido no centro de triagem da Secretaria de Justiça e Cidadania, pode ser ouvido novamente nesta quinta-feira (30), apesar do feriado de Corpus Christi. A polícia trabalha agora para prender outros dois acusados de participarem do crime que já tiveram o mandado de prisão expedidos pela Justiça, e investiga o envolvimento de outra pessoa.

Casal suspeito de participar da morte do advogado Antônio Carlos é detido

Um casal de identidade a ser confirmada foi preso na manhã desta quarta-feira (29), suspeito de participação na morte do advogado criminalista Antônio Carlos, assassinado com vários tiros em bar da capital, no bairro Nazaré, no mês passado, dia 9 de maio.

Informações dão conta que o casal foi preso no interior do Rio Grande do Norte e presta esclarecimentos. Para a secretaria de Segurança Pública, ainda que não confirmado oficialmente, o caso está encerrado.

AAdvogado é executado dentro de um bar na Av. Lima e Silva

Por volta das 20:30h, o advogado criminalista Antônio Carlos foi assassinado com 4 tiros a queima roupa dentro do banheiro do Binos Bar no cruzamento da Av. 9 com Lima e Silva no Bairro de Nazaré.

Todos os tiros foram na cabeça e o assassino fugiu num Doblô cinza.

Antônio Carlos, contemporâneo da época do Salesiano tinha toda sua atuação na área policial e criminal.

Nesse momento a movimentação no local é intensa de policiais e do samu.

Em instantes mais informações

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. silvio disse:

    Lamentavel. Ele era aparentemente tranquilo. É a segunda tragedia da familia.

Assassinato de policial militar em São Gonçalo do Amarante causa comoção no Twitter

O assassinato do policial militar ANtonio Carlos Ramalho, de 25 anos, ontem, em São Gonçalo do Amarante, causou comoção nas redes sociais e lançou a hashtag #antoniocarlos ao topo dos assuntos mais comentados no Twitter em Natal.

O policial foi assassinado ontem por dois homens que o abordaram em uma moto, renderam-no e disparam contra ele, que foi atingido na cabeça e no tórax.

Um dos homens foi identificado como um traficante da região.