Aplicativo “Detran-RN” ultrapassa os 250 mil downloads

O aplicativo criado pelo Departamento Estadual de Trânsito do RN (Detran) para levar comodidade, agilidade e melhoria da relação existente entre os usuários e os serviços oferecidos pelo Órgão de trânsito estadual alcançou a marca de 254 mil downloads. A ferramenta trata-se do aplicativo para smartphone denominado “Detran-RN”, que permite a acesso a várias demandas relacionadas a registro de veículos e de condutores.

O aplicativo leva de forma fácil e prática diversos tipos de serviços oferecidos pelo Detran, possibilitando que o usuário possa acessar e resolver parte de suas demandas diretamente pelo sistema, que pode ser baixado nos smartphones com sistemas operacionais Android ou iOS.

Um ponto importante do aplicativo é a facilidade para gerar boletos digitais referentes as taxas de Licenciamento, IPVA, DPVAT e multas relacionadas a infrações de trânsito. O usuário conta com todas as informações do automóvel e pode quitar os débitos de casa mesmo, bastando ter disponível o aplicativo do seu banco.

Os serviços disponíveis no aplicativo Detran-RN vão desde agendamento online até acesso a informações relacionadas a documentação exigida para cada tipo de demanda atendida pelo Detran. Outra praticidade para o usuário são os agendamentos de vistoria veicular e o de serviços de habilitação de condutores, nesse último caso para atendimentos na unidade do Detran Natal Shopping. O processo permite que o cidadão escolha dia e horário para ser atendido, gerando dessa forma, menor tempo de espera e comodidade.

No aplicativo o usuário também tem acesso a relação de todos os serviços oferecidos pelo Detran, apontando informações úteis como a documentação exigida para a apresentação no ato da realização do serviço. O cidadão também pode cadastrar seu veículo e CNH e ter disponível no smartphone informações de infrações, impostos e taxas referentes ao automóvel, além de conseguir visualizar as informações relacionadas a sua CNH, a exemplo de pontuação, validade, consulta de exames e demais dados.

Na plataforma online do aplicativo também é possível visualizar os números de contatos do Detran e ainda tem acesso ao mapa com a localização das unidades de atendimento mais próximas do usuário.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. […] Aplicativo “Detran-RN” ultrapassa os 250 mil downloads […]

WhatsApp vai permitir que brasileiros transfiram dinheiro pelo aplicativo

Já se sabe há algum tempo que o WhatsApp pretende implementar um sistema de pagamentos, que permitiria que usuários transferissem e recebessem dinheiro de contatos, chegando até mesmo a se estudar o desenvolvimento de uma criptomoeda própria. Agora surgiu a informação de que o Brasil pode estar na próxima leva de regiões a receber a novidade.

A informação vem do site WABetaInfo, que se especializou em antecipar os recursos do aplicativo com uma taxa de acerto impressionante. Ele menciona que o sistema, que já havia sido implementado na Índia desde o ano passado, e agora será expandido para três outras nacionalidades: Brasil, México e Reino Unido.

Por enquanto, no entanto, o WhatsApp Payments continua funcionando sem depender de criptomoedas. O único local onde ele já está ativo é na Índia, onde ele opera integrado ao UPI, o sistema unificado de pagamentos do país, que integra bancos e instituições financeiras locais, o que significa que você pode associar seu WhatsApp a uma conta bancária e transferir seu dinheiro a partir da sua conta corrente.

Na Índia, para usar o recurso é necessário fazer a verificação do número telefônico mais uma vez para fazer a associação do app a uma conta bancária. Então, basta abrir uma conversa com outro usuário habilitado a receber pagamentos, selecionar o ícone de pagamentos e definir a quantia a ser transferida.

O mecanismo pode ser imprescindível para o futuro do WhatsApp. O aplicativo está tentando se tornar uma ferramenta de comunicação entre empresas e consumidores, então o próximo passo natural seria permitir a aquisição de produtos e serviços sem precisar sair do aplicativo, transformando o WhatsApp em um intermediário do comércio eletrônico. Seria uma maneira interessante de começar a pagar o investimento bilionário de cerca de US$ 20 bilhões feito pelo Facebook pela compra do app em 2014.

Ainda não há previsão de quando o novo recurso será habilitado no Brasil, nem nas outras regiões para onde o recurso deve se expandir em breve.

Olhar Digital

 

PODER DO VOTO: Aplicativo de acompanhamento do trabalho parlamentar é lançado

Foto: Wilson Dias/Agência Brasil

Para marcar o lançamento do aplicativo Poder do Voto, um binóculo gigante apontado para o Congresso Nacional foi instalado hoje (12) em frente ao Parlamento, na Esplanada dos Ministérios. O aplicativo pode ser baixado gratuitamente nas plataformas Android e IOs.

Por meio do aplicativo, o cidadão poderá acompanhar as discussões no Congresso dos projetos de lei em pauta e conhecer a opinião de diferentes entidades sobre determinada matéria. O cidadão pode seguir, no aplicativo, até três senadores e um deputado, e saber como votaram. O usuário também poderá comentar se é a favor ou contra uma lei.

Segundo Mario Mello, fundador do Poder do Voto, instituição sem fins lucrativos criada em 2017, ao se cadastrar no aplicativo, o usuário recebe alertas de leis relevantes antes de a matéria ser votada em plenário. “Você coloca a sua opinião e o parlamentar receberá um relatório de quantos são contra ou a favor”, explicou.

Mario Mello disse que as opiniões dos usuários são enviadas para os e-mails dos parlamentares. “O aplicativo tenta resolver três problemas: amnésia política, acompanhamento do parlamentar e responder à pergunta: ele representa ou não me representa?”.

O objetivo, disse Mario Mello, é fortalecer a cidadania. “É um instrumento de participação e cobrança, e o binóculo representa esse marco: transparência e aproximação com a atividade parlamentar”.

O taxista Bastião Carlos de Oliveira, de 53 anos, disse que vota desde os 18 anos e acompanha os parlamentares em quem votou. “Eu acompanho a política. Tem que ser, quem não gosta da política sofre nas mãos dos políticos. Se eles desvirtuam daquilo que prometeram, eu caio fora. Não voto mais nele”, disse.

A instalação com o binóculo poderá ser vista até sábado (16).

Agência Brasil

 

WhatsApp passa a permitir transferências de dinheiro pelo aplicativo

Há algum tempo já se ouve falar de um novo recurso do WhatsApp que permite a realização de pagamentos e transferências de dinheiro por meio do aplicativo. Agora a função ganhou caráter quase oficial, estando disponível para testes para vários usuários na Índia, e só não foi anunciada publicamente ainda por não estar liberada para todos os indianos.

Como resultado, já é possível ver como o recurso vai funcionar, graças aos usuários que estão postando capturas do sistema em funcionamento, já com suporte a vários bancos nacionais, que incluem o State Bank of India, ICICI Bank, HDFC Bank e Axis Bank utilizando o UPI, sigla para Interface Unificada de Pagamentos da Índia.

Para ativar, no entanto, os usuários precisam primeiramente verificar novamente seus números de telefone por meio do SMS e selecionar um dos bancos listados, que não são poucos.

Entre os usuários que já receberam o recurso, já é possível perceber como vai funcionar. Onde há a opção de enviar uma foto, vídeo, localização ou um arquivo também aparecerá a opção de pagamento, por meio da qual será possível realizar a transferência entre duas pessoas diretamente.

 

Agora é esperar para ver quais são os planos do WhatsApp para o futuro desse recurso. Mesmo com a função já ativa a empresa continua sem falar sobre ela abertamente, então não há como saber sobre as perspectivas de expansão e se ou quando o recurso chegará ao Brasil.

Olhar Digital

 

Polícia em Natal prende suspeitos de latrocínio contra motorista de aplicativo Uber; dupla estava realizando assalto a taxista, quando foi surpreendida por barreira policial

Policiais civis com o apoio da Polícia Militar prenderam em flagrante, nesta segunda-feira (31), Marcos Paulo Coelho Vilela, 21 anos e Kleydson Victor de Oliveira, 19 anos. Os dois estavam realizando um assalto a um taxista, quando passaram por uma barreira policial na Ponte de Igapó, foram abordados e presos no momento do crime.

A dupla é suspeita também de praticar um latrocínio contra o motorista do aplicativo “Uber” Gilberto Bezerra, dias atrás no município de Senador Eloi de Souza. O corpo do senhor Gilberto foi encontrado nesta segunda-feira(31), nas proximidades do estádio de futebol novo. Ainda segundo investigações, houve a participação de uma terceira pessoa no crime, conhecido como “Kauan”.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Antônio Freire disse:

    Crime brutal.

  2. Antônio Freire disse:

    Foi um crime cruel e tratado pelos meliantes em redes sociais como uma brincadeira qualquer , pois disseram rindo entre eles que acabaram com uma família pois era do dia da vítima. Riam sem parar. Aplicação rigorosa da lei é o mínimo que deve ser feito. reforma já do Código Penal para crimes dessa ordem….

  3. WRM disse:

    Acabaram com o ano novo de uma família de bem. Gloriosa PM foi rápida na elucidação, parabéns. Esses desgraçados vão mofar na cadeia, se Deus quiser.

  4. Gutto disse:

    Vamos dar baixa nesses cpf's com sucesso!

  5. HSA disse:

    Parabéns gloriosa PMRN.
    Obrigado pelo trabalho incansável

Aplicativo para smartphones do Detran-RN alcança a marca de 235 mil downloads

Um sistema criado pelo Departamento Estadual de Trânsito do RN (Detran) vem sendo responsável por comodidade, agilidade e melhoria da relação existente entre os usuários e os serviços oferecidos pelo Órgão de trânsito estadual. A ferramenta trata-se do aplicativo para smartphone denominado “Detran-RN”, que alcançou neste mês a marca de 235 mil downloads.

O aplicativo leva de forma fácil e prática diversos tipos de serviços oferecidos pelo Detran, possibilitando que o usuário possa acessar e resolver parte de suas demandas diretamente pelo sistema, que pode ser baixado nos smartphones com sistema operacional Android ou iOS.

Os serviços disponíveis no aplicativo vão desde agendamento online até acesso a informações relacionadas a documentação exigida para cada tipo de demanda atendida pelo Detran. Um dos pontos importantes para a praticidade do usuário é o agendamento de vistoria veicular e o de serviços de habilitação de condutores, nesse último caso para atendimentos na unidade do Detran Natal Shopping. O processo permite que o cidadão escolha dia e horário para ser atendido, gerando dessa forma, menor tempo de espera e comodidade.

No aplicativo o usuário também tem acesso a relação de todos os serviços oferecidos pelo Detran, apontando informações úteis como a documentação exigida para a apresentação no ato da realização. O cidadão também pode cadastrar seu veículo e ter disponível no smartphone informações de infrações de trânsito, impostos e taxas referentes ao automóvel, além de conseguir visualizar as informações referentes a sua CNH, a exemplo de pontuação de infração, validade, consulta de exames e demais dados.

O diretor-geral do Detran, Eduardo Machado, ressaltou que a alta aceitação do aplicativo demonstrar a viabilidade da ferramenta que foi produzida tendo como meta facilitar o acesso dos usuários a informação e aos serviços do Detran. “Nosso objetivo é de que possamos implementar novos serviços na plataforma tornando o aplicativo uma ferramenta cada vez mais usual e cômoda para as pessoas que buscam o Detran”, comentou.

Na plataforma online do aplicativo também é possível visualizar os números de contatos do Detran, o mapa com a unidade de atendimento mais próxima do usuário e os vídeos das campanhas educativas promovidas pelo Detran. O aplicativo foi originalmente criado em meados de 2016 e ao longo do tempo foram acrescentadas novas funcionalidades.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Heriberto tavares disse:

    muito bom ,mais infelizmente não estou conseguindo acessa o app Detran .
    e também não estou conseguindo recupera senha . como faço

Uber não responde por danos de acidente de trânsito envolvendo motorista do aplicativo

Em mais uma recente decisão, o TJ/SP, por meio do colégio Recursal da Lapa, reconheceu que a Uber não deve responder por danos suportados por vítima de acidente de trânsito causado por motorista cadastrado no aplicativo, mas que não se encontrava ativo na plataforma.

Trata-se de ação indenizatória em que a autora alegou ter se envolvido em acidente de trânsito com um motorista parceiro da Uber. Sustentou que o acidente ocorreu quando o semáforo estava fechado e que o motorista teria “cochilado” ao volante, colidindo fortemente com a traseira de seu veículo. Narra que, em tratativas diretamente com o motorista, não logrou êxito em ser ressarcida pelos prejuízos, razão pela qual buscou a via judicial, inclusive, responsabilizando a Uber pelo acidente, já que, no seu entendimento, a empresa seria supostamente responsável por ações e condutas dos motoristas cadastrados em sua plataforma.

Em sua defesa, a Uber delimitou o âmbito de sua atuação, demonstrando ser mera intermediadora entre motoristas autônomos e interessados no transporte por eles oferecido, sustentando que, a despeito da ausência de responsabilidade, no momento do acidente o motorista não estava conduzindo nenhum usuário do aplicativo. A Uber reforçou ainda que os motoristas são autônomos e livres para fazerem seus próprios horários. No mais, impugnou os pedidos indenizatórios, argumentando pela inexistência dos pressupostos da responsabilidade civil e ausência do dever de indenizar.

O juízo singular, contudo, julgou parcialmente procedente a ação, para condenar a Uber no pagamento de indenização por danos materiais, em razão de suposta responsabilidade solidária pelos atos dos motoristas, afastando o pedido de indenização moral.

Inconformada, a empresa recorreu da decisão, reiterando a inexistência de responsabilidade solidária, não podendo a Uber responder por atos praticados pelos motoristas, principalmente em situações em que nem sequer estariam transportando usuários do aplicativo.

Assim, a 2ª turma Cível do Colégio Recursal da Lapa acolheu a tese esposada e reformou integralmente a sentença de modo a reconhecer a manifesta ilegitimidade passiva da Uber em relação aos danos narrados. Em extensa fundamentação, o juiz relator Julio César Silva de Mendonça Franco discorreu sobre diversas formas de responsabilidade civil, afastando a incidência de cada uma delas no presente caso, para, ao fim, concluir que a Uber não pode responder pelos danos causados pelo motorista. Vale destacar abaixo trecho importante do acórdão:

“Acontece que inexiste relação contratual direta entre o Autor e a Recorrente, ou mesmo responsabilidade civil desta última, de modo a justificar o apontamento da mesma no vértice negativo da contenda. (…) É forçoso concluir, portanto, que em momento algum se estabeleceu relação de consumo entre Recorrido e Recorrente, e tampouco se configurou, na espécie, culpa direta ou indireta, pessoal ou por fato de terceiro, desta última. Portanto, sob qualquer prisma sob o qual se pretenda enfocar a questão, chegaremos à inarredável conclusão de que a Recorrente não tem legitimidade para figurar no pólo negativo desta demanda, não podendo ser instada a prestar ao Recorrido a indenização desejada.”

O escritório De Vivo, Whitaker e Castro Advogados patrocinou a empresa na causa.

Processo: 1012376-75.2017.8.26.0011
Migalhas

 

WhatsApp reativa conta do aplicativo de Flavio Bolsonaro

Depois de divulgar que havia sido banido do WhatsApp, Flavio Bolsonaro teve o seu aplicativo reativado. Mas o WhatsApp não explicou nada a ele. As informações são de o Antagonista.

Do Blog:

A medida criticada por milhares de pessoas, instantaneamente nas redes sociais, classificada como censura, entrou em ebulição, principalmente, sobre a brecha que abriria para bloqueio de contas de apoiadores de todos os partidos.

Afinal, qual “criatura” que usa este aplicativo não compartilhou conteúdo político neste período eleitoral. Sobre o que foi divulgado, fica na consciência de cada um, devendo, no mínimo, apurar se procede ou não. Questão de responsabilidade.

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. daniel carlos disse:

    se não é censura é oq?
    mark zuckenberg é de esquerda, quem não sabe disso?
    apoiar o PT é o mínimo que ele deve fazer né.

    vote 17

Motorista de aplicativo, jornalista relata quatro horas de pavor sob mira de armas em sequestro em Natal

O jornalista Rafael Araújo passou por momentos de pânico neste sábado, quando ficou quatro horas sob a mira de armas e sequestrado por bandidos, que utilizaram seu carro para realizar assaltos em Natal e região metropolitana.

Rafael é jornaslita, mas está atualmente na ocupação de motorista de aplicativo.

“Me liberaram aqui no matagal perto de uma festa e me deram 50 reais para voltar para casa e mandaram eu vazar, sem olhar para trás”, descreveu ele em mensagem de áudio no WhatsApp.

A última localização de Rafael, antes do ocorrido, havia sido em Neopólis, quando ele acionou o código de ajuda da Uber.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Sérgio disse:

    Rafael, é melhor vc Jair se acostumando.
    Pior é o seu candidato o PRESODENCIÁVEL LULADRÃO. ?

  2. Paulo disse:

    Realmente, apesar de não gostar mais vejo que é a hora de Bolsonaro.

  3. Severo disse:

    Bandido dando dinheiro, isso tá mau contado.

  4. Severo disse:

    Muito estranho, o bandido dar $50, 00 reais

  5. Binho disse:

    Que "estoria" mais mal contada, os bandidos deram até 50 reais pra ele. O negócio tá estranho!

  6. Luiz disse:

    #BOLSONARONELES

  7. Leonardo Heydmann Barata disse:

    Minha solidariedade a um dos melhores jornalistas da primeira metade do século 21 no RN.

  8. Vendo certo disse:

    Por isso que temos que acabar com essa Piedade e bandidolatria com criminosos, apoiar mais a polícia e desconstruir a falsa cultura dos direitos humanos de só proteger bandidos, esquecendo das vítimas e atacando os policiais, e sendo omisso com outras questões como a seca, a falta de moradia, o aborto criminoso, os homicídios, os dependentes químicos, DESTRUINDO A IMAGEM DA POLÍCIA como se não precisasse dela durante séculos.

Telepesquisa lança nova versão do seu aplicativo

Será lançada no início de agosto, uma nova versão do aplicativo Telepesquisa. Ainda mais dinâmico, prático e interativo, ele estará disponível para download gratuito na loja do Google Play (Android) ou da App Store (IOS). A empresa estuda lançar em breve uma versão compatível com o Windows Phone.

Com layout mais clean e moderno, o novo aplicativo ganhou outras funções, entre elas, sorteios para os usuários realizados semanalmente (ingressos para cinema, shows, eventos, produtos e serviços de empresas conveniadas), notificações (sistema que avisa sobre as novidades) e acesso aos álbuns (todas as fotos tiradas nos shows da cidade e eventos promovidos pela Telepesquisa).

O aplicativo disponibiliza ainda de sugestões de pontos turísticos dos estados do RN e da PB, além de notícias atualizadas diariamente sobre entretenimento, temas empresariais, ações promocionais entre outras novidades dos mais diversos segmentos.

“Divulgaremos o novo aplicativo nos principais blogs e portais de notícias do Rio Grande do Norte e da Paraíba, faremos publicações no Google, Facebook e Instagram, além de ações promocionais para apresentar a ferramenta ao público e tirar todas as dúvidas que possam surgir”, afirmou Cinthia Santos, diretora administrativa da Telepesquisa.

Aplicativo para identificar procurados pela Justiça já pode ser baixado

Com um aplicativo gratuito instalado no celular, qualquer cidadão poderá identificar pessoas procuradas pela Justiça. O novo módulo do aplicativo Sinesp Cidadão foi lançado hoje (24) pelo Ministério da Justiça e permite a consulta a um cadastro nacional de 352 mil mandados de prisão. Quem identificar alguém nessa condição pode acionar a polícia para que a ordem judicial de prisão seja cumprida.

sinesp_mandado_de_prisao_editadaPara checar se a pessoa tem condenação na Justiça ou se há ordem judicial de prisão contra ela, basta digitar dados como nome completo ou número de algum documento de identificação, entre eles identidade, CPF, título de eleitor, carteira de trabalho e passaporte. Quando um registro de mandado de prisão é localizado, aparecem também outros dados disponibilizados por órgãos do Poder Judiciário.

No caso de haver nomes iguais ou semelhantes, é possível checar no aplicativo mais dados, como nome da mãe ou data de nascimento, por exemplo. Outra opção é refinar a busca com detalhes como órgão expedidor do documento ou número do processo ou mandado.

Ao lançar o aplicativo, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, ressaltou que, quando uma política de segurança pública integra a sociedade, é possível alcança bons resultados. “Essa interação da sociedade com a segurança publica tem um valor inestimável. Sem informação e sem integração não se faz nada em segurança pública”, disse. Cardozo lembrou que, além dos cidadãos, os policiais também poderão ter acesso rápido aos mandados.

A busca lançada hoje é um novo módulo do aplicativo Sinesp Cidadão que, atualmente, permite a consulta de veículos roubados. Com o aplicativo instalado no celular, basta escolher o módulo de consulta a mandados. O novo módulo está disponível para Android e, em dez dias, estará disponível para Apple.

Agência Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Victor Stoimenoff disse:

    OS Tukanos ou os petistas?

  2. Fina Ironia disse:

    Será que serve para identificar os políticos corruPTos?

Ministério da Saúde lança aplicativo que integra Samu 192 ao Facebook

O Ministério da Saúde apresentou nessa quinta-feira (30), na Campus Party, em São Paulo – maior evento de tecnologia e cultura digital do mundo – duas ferramentas que vão qualificar a assistência prestada pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e diminuir o tempo de espera para cada atendimento realizado, com mais transparência. O aplicativo, lançado pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, permite ao cidadão acionar o Samu com apenas um toque e acompanhar pelo smartphone ou tablet a sua solicitação ao serviço que inclui, a visualização com auxílio de mapa do trajeto percorrido pela ambulância até chegar ao local do atendimento. O aplicativo integra as redes sociais gratuitas Facebook e Waze e será usado, em fase de testes, no Carnaval de Salvador (BA) e durante a Copa do Mund o da Fifa Brasil 2014.

“Eu tenho uma preocupação muito grande que a gente possa ter soluções de TI para melhorar a transparência, para que o cidadão possa acompanhar melhor os recursos, o atendimento, como é que é feita a cobrança. Então, estamos lançando esse aplicativo e esperando que vocês (participantes da Campus Party) possam dar sugestões, aperfeiçoar ou criar outras soluções”, disse o ministro.

Ao acessar o aplicativo, o cidadão deverá preencher algumas informações de saúde, por exemplo, se possui plano de saúde, se é hipertenso, diabético ou tem alguma alergia. Os dados ficarão disponíveis para a equipe que prestará o socorro. Como o aplicativo é sincronizado ao perfil no Facebook, o usuário pode escolher familiares ou amigos para serem acionados, automaticamente, em caso de emergência – quando o cidadão solicitar o serviço do SAMU pelo aplicativo. O chamado também será registrado na página do usuário.

A medida deve diminuir o tempo de resposta para cada atendimento, uma vez que o aplicativo fornece de forma automatizada e instantânea para o sistema todas as informações básicas que são solicitadas pelo técnico que atende ao chamado – os dados de identificação e localização precisos são enviados pela Internet.

E-SUS

A iniciativa é possível por meio da integração do sistema E-SUS Samu, disponibilizado gratuitamente aos gestores estaduais e municipais que está em funcionamento nas cidades de Salvador (BA), Curitiba (PR) e Londrina (PR).

O software proporciona mais controle para os gestores municipais, estaduais e federal, na medida em que os profissionais envolvidos poderão acompanhar cada passo do atendimento ofertado ao cidadão, desde a identificação da unidade que será deslocada, o percurso feito pela ambulância, o acolhimento e até a transferência para uma unidade de pronto-socorro. O sistema substitui o uso de formulários e papel pelo computador, organizando o recebimento das chamadas telefônicas do 192.

Os gestores, em qualquer lugar com acesso à Internet, conseguirão verificar o que está acontecendo em uma determinada central em tempo real e checar, com o auxílio de mapas, quais ambulâncias estão em atendimento, quais estão paradas e o motivo. Os mapas da rede Waze na versão 2.0 são atualizados por GPS, aperfeiçoando a gestão e aumentando a velocidade de resposta do serviço.

As Centrais de Regulação do Samu que ainda não usam nenhum sistema informatizado serão convidadas a conhecer a ferramenta e implantar o sistema até dezembro de 2014. As centrais que já utilizam outros sistemas de gestão informatizados poderão mantê-los ou solicitar a adequação ao E-SUS Samu. A partir de março o sistema começa a ser implementado em 76 centrais de regulação de todo o país que utilizam o antigo sistema do Ministério da Saúde e devem migrar para o E-SUS Samu, como Manaus (AM), Cuiabá (MT), Natal (RN), Fortaleza (CE), Goiânia (GO), Santo André (SP) e Euzébio (CE).

O Samu 192 conta 3.092 unidades móveis em 182 Centrais de Regulação. As unidades atendem 140,4 milhões de habitantes (72,3%) em 2.671 municípios brasileiros.
 
Premiação

O ministro também irá propor aos participantes da Campus Party que criem soluções em tecnologia para a melhoria da saúde pública. As iniciativas devem ser inscritas na 2ª Edição do prêmio Cecília Donanngelo de Ouvidoria SUS, que será lançado no segundo semestre deste ano.

A ideia é, principalmente, identificar experiências exitosas para escuta do cidadão (com deficiência auditiva ou visual, por exemplo) e inovações tecnológicas nessa área.

Medicamentos

Durante o evento, o ministro também fez o lançamento do aplicativo MedSUS que facilitará a prescrição e a dispensação dos medicamentos disponíveis na Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (Rename). Com ele, o profissional de saúde terá acesso a informações gerais dos medicamentos como o princípio ativo, nome comercial, apresentação e indicação, além de aspectos farmacocinéticos, precauções e contraindicações.

O MedSUS disponibilizará 777 apresentações, entre 427 medicamentos e 19 insumos dos três componentes da Assistência Farmacêutica (Básica, Estratégica e Especializado). O aplicativo poderá ser utilizado em tablets e smartphones.

UOL

Fim da privacidade: Aplicativo espião oferecido aos pais e empresas grava SMS, fotos e até ligações

aplicativo-mspy-permite-monitorar-uso-de-smartphone-de-uma-pessoa-1386365974733_615x300“Espione o que os funcionários de sua empresa estão fazendo” e “bisbilhote o smartphone de seus filhos para saber se eles usam drogas”. Esses são alguns dos chamarizes utilizados pela empresa mSpy para vender seu aplicativo, que leva o mesmo nome da companhia, e monitora todas as atividades de um smartphone, sem a pessoa ter conhecimento.

Criado no Reino Unido, o aplicativo foi testado pela reportagem do UOL Tecnologia, que ficou espantada com o tipo de informação coletada e o nível de discrição. O programa permite, por exemplo, gravar ligações feitas pelo telefone (!), ter acesso a todas as fotos do dispositivo e ler todas as mensagens de texto trocadas.

Após instalar o aplicativo no smartphone a ser monitorado (procedimento é descrito mais abaixo), o “espião” recebe um login e senha para acessar um site, onde é possível checar todas as informações. Por exemplo, configurar um tempo específico para o celular enviar os dados para essa “central do espião” e o tipo de conexão utilizada (Wi-Fi ou 3G).

Propósito

Apesar de poder ser usado para diversos objetivos, a mSpy recomenda apenas para fins empresariais e entre pais e filhos. “Sabemos que há pessoas que usam o aplicativo para monitorar seus parceiros, mas essa não é nossa prioridade”, informou a empresa à reportagem.

“O aplicativo viola a privacidade e a intimidade das pessoas. Ele poderia ser utilizado para a função de negócios, mas com a ciência dos funcionários e em smartphones fornecidos pela empresa. Para os pais, eu não recomendo, pois se o filho descobrir quebrará a confiança entre eles e a situação pode piorar”, disse Isabela Guimarães, advogada especialista em direito digital, sócia do escritório PPP Advogados.

Quem usar o aplicativo para tentar coletar provas poderá se dar mal perante a Justiça. “Informações obtidas de forma ilícita não têm valor jurídico”, afirmou Isabela.

O uso do aplicativo é legal, mas quando usado fora de propósito pode resultar em prisão para o espião. Segundo Renato Opice Blum, advogado especialista em direito digital, a lei determina pena de dois a quatro anos para quem interceptar o fluxo de dados.

Teste

Durante três dias de teste da licença Home Premium (que custa R$ 80), o aplicativo executou bem quase todas as funções as quais se propõe.

Não há sinais de que o aplicativo espião está rodando. Ao tentar instalar o Twitter houve um pequeno problema que impedia a conclusão da operação, resolvido após ligar e desligar o aparelho. No entanto, não deu para saber se isso ocorreu por algum problema do Android ou por interferência do sistema.

Com o aplicativo, foi possível ver a localização do telefone, eventos cadastrados no calendário, a lista de contatos cadastrada, as imagens tiradas com a câmera do aparelho, o histórico de navegação, de conversas SMS e ligações feitas e recebidas.

A disponibilização das informações na “central do espião” não é imediata. O usuário pode controlar o tempo que o painel de controle será atualizado. Quanto maior for a frequência do envio de dados do smartphone, maior será o gasto de bateria – o que pode levantar suspeitas. Por padrão, ele disponibiliza novas informações a cada 20 minutos e apenas quando o celular estiver conectado a uma rede Wi-Fi.

Apesar de se vender como aplicativo espião, a reportagem achou formas de burlar alguns recursos do sistema. A navegação pode ser ocultada instalando outro browser ou usando o modo privado. Para conversar com alguém sem ser monitorado, uma sugestão é enviar mensagens diretas via Twitter. Nos testes, nenhuma dessas atividades foi registrada na “central do espião”.

Instalação

O programa está disponível para Android e iOS. No entanto, a instalação dele é difícil, pois o aplicativo não é achado facilmente em lojas convencionais de dispositivos móveis (como App Store e Google Play). Para instalar no Android, foi necessário baixar um arquivo direto do site da mSpy e ativar a opção instalar aplicativos de origem duvidosa  no sistema.

No caso de quem quer monitorar redes sociais num sistema com Android, é necessário executar o root – um recurso voltado para desenvolvedores que dá pleno controle do aparelho a ele. O problema é que ao executar essa operação, o usuário pode apagar todos os dados.

Já no iPhone, a situação é pior. Ele só consegue monitorar o dispositivo se o usuário tiver um telefone com jailbreak (prática que desbloqueia o aparelho da Apple de restrições impostas pela companhia). Ao fazer isso, a pessoa perde a garantia do gadget e não tem acesso às atualizações disponibilizadas pela marca.

Conclusão

Mesmo com um processo de instalação difícil comparado a qualquer aplicativo convencional, o mSpy cumpre bem a tarefa proposta. Assusta a dificuldade em desinstalar o programa. A desenvolvedora recomenda que o espião desative o serviço pela “central”, mas também é possível resetar (sem recuperar aplicativos) o aparelho ou procurar os arquivos e apagá-los um a um (essa última opção não é recomendada para usuários leigos).

Tecnologia UOL

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Daniel disse:

    O homem vai destruir a si proprio em poucos anos

Grupo usa histeria com aplicativo Lulu para conseguir investimento de R$ 1 milhão

Em cinco dias, mais de 2.000 pessoas pagaram entre R$ 24,90 e R$ 99,90 para melhorar artificialmente suas notas no Lulu, um aplicativo para celular em que mulheres classificam o comportamento dos homens e que pode servir de base para alguém interessado nos sujeitos –eles recebem hashtags como #RespeitaAsMulheres e #ApaixonadoPelaEx e uma nota.

A informação sobre a demanda por notas artificiais é de Breno Masi, 30, um dos responsáveis pelo Lulu Fake, serviço que promete melhorar a avaliação dos homens no polêmico aplicativo.

Criada por quatro sócios brasileiros, o Lulu Fake oferece pacotes de boas notas, dadas por garotas contratadas para o serviço: entrar no perfil do usuário no Lulu e fazer boas avaliações. O empresário não diz quanto paga a elas pelo trabalho.

Hoje, há cerca de 75 meninas encarregadas de subir a nota dos homens no Lulu. Elas estão sendo recrutadas do banco de dados do site Namoro Fake, que oferece aos internautas a possibilidade de contratar alguém para servir de companheiro falso no Facebook. Flavio Estevam, idealizador do Namoro Fake, também é sócio do Lulu Fake.

De acordo com Masi, que também é diretor da produtora de aplicativos Movile, o grupo fechou um acordo com investidores individuais que vão colocar R$ 1 milhão na empresa deles –esses apoiadores vão ficar com 35% do negócio.

O SERVIÇO REAL

Mas o dinheiro não vai ser destinado a esse serviço, que serviu apenas como um chamariz para um outro produto que eles estão desenvolvendo e querem lançar no ano que vem.

Trata-se de um sistema que vai se conectar a sites como Instagram e Facebook para monitorar a reputação do usuário –se a fotos que ele posta geram impacto positivo ou negativo, por exemplo. A ferramenta, cujo nome o executivo não revela, deve mostrar métricas sobre o assunto.

Ele afirma que o interesse dos homens por melhorar a nota recebida das mulheres mostra que há uma “demanda reprimida” pelo serviço.

“A galera fica preocupada com a reputação, ainda mais em rede social como o Lulu, que na realidade não faz nada. Não faz diferença nenhuma para a vida de um homem ou uma mulher. Mas mostrou como o pessoal é preocupado”, conta.

Masi afirma que já tinha o projeto do sistema de medição de reputação e usou o Lulu Fake como uma forma de provar para investidores que há uma demanda por esse tipo de serviço. Dois dos investidores que vão colocar dinheiro na empreitada acompanharam o processo de desenvolvimento do aplicativo, algo que durou 72 horas, diz o empreendedor.

DINHEIRO DE PINGA

O Lulu Fake vai ficar no ar no máximo mais uma semana. Masi afirma que não vai usar o dinheiro obtido com as avaliações artificiais na própria empresa.

“Vamos usar para beber na balada. Os meninos estão querendo fechar um camarote”, afirma.

Folha

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. paulo kasinsk disse:

    Ou seja, em outras palavras, o cara aí do texto diz é mais ou menos isso: "Vamos pegar a grana desses manés, que só fazem merda com a mulherada, e tomar uns porres no camarote". Bem-feito. Um cara bacana, em todos os sentidos, não precisa disso. Aliás, até para ser cafajeste é preciso ter competência. O resto e mau caratismo mesmo.

Conheça o Snapchat, o aplicativo que rejeitou bilhões de dólares do Google e do Facebook

imagem.phpA bola da vez no mercado de tecnologia se chama Snapchat. Se você for mais velho, pode não saber do que se trata e é justamente por isso que Google e Facebook já ofereceram bilhões de dólares pela sua aquisição, mas ambas as ofertas foram prontamente recusadas. Sucesso entre os jovens, cansados da falta de privacidade e, principalmente, da vigilância dos pais, a plataforma cativa cada vez mais gente.

Com o app, disponível para Android e iOS, é possível compartilhar fotos e vídeos entre amigos de modo privado. Cada item enviado para seus contatos possui um timer, um limite de tempo em que ele estará disponível para visualização, de um a dez segundos. Após este período, a foto desaparece dos dois aparelhos, o que impede qualquer tipo de vigilância por parte de pais e responsáveis. O aplicativo também é constantemente ligado à prática do “sexting”, o envio de imagens sensuais por celular, graças a essa funcionalidade. Além disso, o Snapchat também avisa caso alguém faça uma captura da tela.

Com esta funcionalidade, o aplicativo vem sendo apontado como um dos grandes motivos pelo qual o Facebook tem perdido audiência entre o público mais jovem, que encontrou um modo de se comunicar de forma mais segura.

Mas, afinal de contas, o aplicativo vale mesmo os 3 ou 4 bilhões, que as gigantes estão sacudindo em frente aos fundadores do Snapchat? Muito provavelmente o app por si só não vale tudo isso. O que estas empresas realmente esperam é atrair novamente o público jovem para seu ecossistema, o que agrega valor para a publicidade que gera a maior parte das receitas geradas por ambas as empresas.

O conceito do app é o que realmente se destaca; como aplicativo em si, o Snapchat é bastante simples. A funcionalidade é perfeita, mas bastante limitada. Caso você já tenha usado o Instagram, você se sentirá familiarizado com o sistema de envio de conteúdo: basta capturar uma imagem com sua câmera e compartilhar. A diferença é que você só envia a imagem para determinados amigos. Também é possível escrever uma legenda e desenhar sobre a imagem, nada que seja realmente revolucionário, mas que acrescenta possibilidades.

Contudo, o Snapchat não é convidativo a todos. Nem todos os seus recursos são óbvios. Para incluir uma legenda na foto, é necessário dar dois toques na tela do celular, o que não é explicado em nenhum momento. Além disso, alguns se sentem perdidos logo de cara ao tentar adicionar seus amigos. Até mesmo a aplicação de filtros básicos requer a utilização de códigos “secretos”. Tudo isso só reforça como o aplicativo não é atraente para curiosos, apenas para quem já tem seus amigos presentes na rede social, que são pessoas que já possuem esta bagagem e poderão dar o passo-a-passo de como se virar.

Recentemente, o Snapchat também ganhou um recurso chamado Stories (ou Minha História em bom português), no qual os usuários podem abrir mão de um pouco da privacidade. Neste caso, as pessoas podem postar conteúdo em uma espécie de “mural”, acessível a grupos determinados pelo usuário, onde estão fotos e vídeos que a pessoa fez, que ficam guardados naquele espaço por um tempo maior, mas também limitado. A tentativa é tentar transformar o aplicativo em mais que uma simples plataforma de troca de imagens, mas um espaço personalizável, tal qual sua timeline do Facebook, com a privacidade que a rede social mais popular do mundo não pode proporcionar.

O fato é que o Snapchat é um conceito interessante para uma comunicação divertida e efêmera, mas só isso não é o bastante para valer os bilhões que empresas gigantes têm oferecido, já que o app em si pouco tem a acrescentar a elas. O que realmente estas companhias buscam são o seu público, uma comunidade bastante ativa, responsável por trocar 350 milhões de imagens por dia, numa faixa etária essencial para a publicidade. E, a julgar pela volatilidade que é intrínseca a esta fase da vida, talvez seja uma boa ideia que os criadores aceitem logo a oferta, antes que o Snapchat se torne o próximo Groupon.

Olhar Digital UOL

Tinder: Uso de aplicativo de paquera cresce 140% ao mês no Brasil

O Tinder pegou no Brasil. Se você ainda não sabe o que é, uma breve definição: um app de paquera extremamente simples para celulares.

Você define se está interessado em homens ou mulheres e começa a ver fotos de usuários nos arredores, descartando-os ou aprovando-os.

Caso o interesse seja mútuo, o aplicativo notifica as duas pessoas, que podem iniciar uma conversa privada.

Justin Mateen, cofundador do Tinder, não revela números absolutos, mas afirma que o app cresce mais de 140% ao mês no Brasil. Em breve, segundo ele, o país será o segundo maior mercado do app, atrás dos EUA.

Um dos fatores que contribuíram para a explosão do app por aqui foi o lançamento para Android, o sistema móvel mais popular no país, em julho.

Para quem acusa o Tinder de tornar as relações mais superficiais, Mateen responde que o app é “um reflexo honesto da interação humana”.

“Quando você conhece alguém em um café, a primeira coisa que você nota sobre ela é sua aparência física. Na conversa, você busca semelhanças como amigos ou interesses mútuos -é exatamente isso que o Tinder traz à tona.”

Outro app famoso de paquera, o Bang With Friends, que oferece sexo entre amigos do Facebook, passa por um processo de mudança de marca que o tornará mais sutil.

Depois de um processo da Zynga, dona da marca “With Friends” (com amigos), o app foi rebatizado de Down, referência à expressão “get down”, que pode ter conotação sexual, mas é muito menos grosseira do que o nome original (trepe com amigos).

O Down começou a permitir também escolher entre amigos de amigos -função já disponível no Android.

Colin Hodge, cofundador do Down, aponta o círculo social menor como vantagem em relação a concorrentes como o Tinder. “O Down é seguro e direto: você só vê pessoas conectadas a você na sua rede.”

Mateen diz que não há nada a temer sobre o Tinder. “É a forma mais eficiente de conhecer pessoas novas. Se você não está no Tinder, está em desvantagem social.”

A médica Natália de Mattos, 27, se impressionou com a rapidez do app. “No primeiro dia já conversei com um cara que tinha uma amiga em comum. Logo vieram mais ‘matches’ e, em duas semanas, tinha um encontro marcado”, conta.

Mas o Tinder não garante bons encontros nem quando as perspectivas são animadoras, como mostra a experiência da redatora Bia Bonduki, 32. “O cara era bonito, dentro da idade que eu prefiro, tinha amigos em comum, tinha um papo interessante e parecia ter uma certa estabilidade mental.”

O encontro cara a cara, porém, foi ruim. “O que o Tinder não garante é que quando você vir a pessoa se mexendo ela vá lhe agradar.”

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Folha