FOTO: Motorista de aplicativo vira veículo na Via Costeira

Foto: Cedida

Um carro utilizado para transporte via aplicativo acabou tombando na manhã desta quinta-feira(30) na Via Costeira, nas imediações da curva do Hotel Pirâmide. Mais uma vez, a pista escorregadia após uma pancada de chuva contribuiu para o acidente, sem maiores detalhes.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Dilma disse:

    Se computar as perdas materiais dos usuários da via costeira, decorrente dessa reforma mal planejada e mal executada, seria suficiente pra fazer 100 obras dessa, e menos perigosa. Como pode até hj não ter ocorrido uma intervenção, ou pelo menos uma melhor sinalização, em locais em que são recorrentes os acidentes, é um verdadeiro afronte a Cidadania e aos cidadãos pagadores de impostos, um verdadeiro descaso. Mais grave é saber que esse descalabro já ceifou uma centenas de vidas humanas. Até quando teremos que suportar isso? O MP poderia acionar o estado pra minimizar mais esse mal.

  2. paulo disse:

    BG
    "Legado" da guerreira, gastou uma fabula e desgraçou o que já tinha problemas, ficou muitíssimo pior do que antes. São as obras$$$$$$$$$$$$$$.

  3. joão carlos disse:

    isso pq é motorista profissional, imagine os amadores… ali na via costeira é só o que tem: gente que não sabe dirigir, invadindo faixa, correndo a mais de 120… não tem fiscalização né, fazer oq

  4. roberto disse:

    alta velocidade

  5. Antonio Barbosa Santos disse:

    Regra de ouro de todo aquele que dirige: adequar-se as condições da via e do tempo.
    Aqui em Natal tanto faz pista boa, em reta, sol intenso quanto uma com buracos, em curva e chovendo. O povo anda do mesmo jeito.
    Aí quando dá nisso, tira o "braço da seringa" e diz que a culpa é da pista, do poste, da lua…

Sharon Stone entra em aplicativo de paquera, é bloqueada e reclama na web

A atriz Sharon Stone utilizou o Twitter e o Instagram para reclamar do bloqueio de sua conta no aplicativo de namoro Bumble. A celebridade de 61 anos disse que sua presença no app foi bloqueada após vários usuários a denunciarem sob a suspeita de ser uma conta fake.

A artista escreveu no Twitter: “Eu fui entrar no Bumble e eles fecharam a minha conta. Alguns usuários fizeram denúncias alegam que não era eu! Ei Bumble, ser eu mesma é fato de exclusão? Não me tirem da colméia”, fazendo referência à abelha que é símbolo do app.

Depois ela compartilhou um print da tela inicial do seu aplicativo, com o aviso do bloqueio: “Você foi bloqueada. Temos o compromisso de manter o Bumble seguro, o que significa que precisamos reforçar certas regras quando nossos valores são violados”.

O aviso encerra afirmando: “A sua conta foi bloqueada porque recebemos várias denúncias de que seu perfil seria fake”.

Fundado em 2014, o Bumble é considerado um “app de namoro feminista” por sua dinâmica de funcionamento. No caso de match entre os usuários, apenas a mulher pode fazer o primeiro contato. Já no caso de match entre pessoas do mesmo sexo, qualquer uma delas pode enviar a mensagem inicial.

Vencedora de um Globo de Ouro e indicada ao Oscar em 1996 por seu trabalho em ‘Cassino’ (1995), a também estrela de ‘Instinto Selvagem’ (1992) não voltou a tratar publicamente do tema apesar de vários questionamentos de seus fãs.

Da mesma forma, os assessores e representantes do Bumble nas redes também não responderam Stone em público até o momento sobre seu bloqueio.

O último relacionamento público de Stone foi com o empresário bilionário do ramo de imóveis Angelo Boffa (42 anos). Os dois namoraram por nove meses até encerrar o relaionamento em outubro de 2018.

A atriz já foi casada duas vezes: com o produtor de TV Michael Greenburg e com o jornalista Phil Bronstein, com quem ela adotou seu primogênito, Roan (19 anos). Ela tem mais dois filhos adotados: Laird (14 anos) e Quinn (13 anos).

Globo, via Monet

Amigos criam aplicativo para ajudar universitários a produzir TCC

Ketlen Komorek e Tiago Hermano, dois dos criadores do aplicativo “Minha Jornada TCC” (Foto: Divulgação)

O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é muito temido pelos universitários. E não é à toa: produzir um projeto grande e conciliá-lo com aulas e estágio é uma das tarefas mais desafiadoras da vida universitária. Mas, com organização e planejamento, a vida do formando pode ficar muito mais fácil.

Foi pensando nisso que os amigos Ketlen Komorek, Tiago Hermano, Victória Arantes e Gabriel Rodrigues decidiram criar um aplicativo que faz um planejamento personalizado e facilita a organização do aluno que está encarando o último ano da graduação.

A ideia surgiu durante um hackathon organizado pela Universidade Federal de Goiás (UFG), onde estudam. “Eu já entendia muito bem a realidade desse processo do TCC, já que passei muito mais tempo do que devia fazendo o meu trabalho pela dificuldade de me organizar”, afirma Ketlen, que se formou em dezembro de 2019 em Publicidade e Propaganda.

Batizado de Minha Jornada TCC, o aplicativo organiza o planejamento do trabalho final e cobra os estudantes para os prazos devem cumprir. Com isso, o universitário consegue traçar suas metas — e a faculdade ainda poderia acompanhar a evolução do trabalho em tempo real.

Segundo a publicitária, eles decidiram criar o aplicativo porque perceberam que não existe um produto focado no processo de produção do TCC. Os recursos disponíveis se aplicam apenas ao resultado final, como editar o trabalho segundo a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). “Mesmo que o aluno consiga entregar o trabalho no prazo, ainda é um processo que bagunça muito a sua vida”, afirma Ketlen.

Como funciona

O aplicativo começa fazendo algumas perguntas relacionadas ao trabalho e à personalidade do aluno. “A partir dessa análise inicial, a plataforma cruza dados para criar um método de gerenciamento completo das tarefas a serem feitas e ainda estabelece um canal direto com o professor orientador do trabalho”, diz Tiago, que estuda Sistema da Informação.

O app ainda está em fase de desenvolvimento e não tem previsão de quando será lançado. Mas já é muito promissor: ele foi escolhido entre mais de 100 projetos de todo o Brasil para o encontro global do Red Bull Basement University, que aconteceu em dezembro de 2019 no Canadá. O evento contou conta com palestras, oficinas e sessões de orientação, além de uma competição.

Participaram do torneio 26 equipes, mas apenas 10 foram classificadas para a final. “Competimos pelo último lugar na final com o Japão e, infelizmente, não passamos”, diz Tiago. “Mas toda a vivência foi riquíssima, fizemos grandes amigos de diversos países, trocamos muitas experiências e conhecimentos. A energia era muito mais colaborativa do que competitiva”.

Galileu

Truque simples ensina como postar fotos no Instagram sem utilizar o aplicativo ou o celular

Já imaginou postar uma foto no Instagram sem precisar instalar o aplicativo em seu smartphone? Sim, é possível. Apenas utilizando o Google Chrome em seu computador, um usuário consegue publicar na rede social por meio de um truque simples, que transforma a página da web da plataforma em uma versão para celulares. Veja como.

1. Para começar, abra o site do Instagram e entre em sua conta.

2. Logo que a página carregar, aperte F2 e aguarde até uma tela abrir no lado direito.

3. Clique no ícone de celular/tablet que se encontra ao lado esquerdo da tela.

4. Aperte o botão F5 para atualizar e página e aparecer a barra inferior do app com o ícone de sinal de “+”.

5. A partir do ícone, basta publicar a foto desejada em sua conta.

Olhar Digital, via UOL

 

Twitter pede que usuários do Android atualizem o aplicativo imediatamente; falha permite que hackers acessem informações não públicas da conta

Foto: Divulgação/Olhar Digital

Se a interminável rolagem do feed do seu Twitter fizer parte da sua rotina, você vai querer atualizar o aplicativo o mais rápido possível, se for usuário do Android. Isso porque, nessa semana, a empresa confirmou uma vulnerabilidade em seu aplicativo que poderia permitir que hackers vissem “informações não públicas da conta” e enviassem tuítes e mensagens sem permissão do usuário.

De acordo com um blog do Twitter Privacy Center, a questão de segurança – que já foi corrigida – permitiria que hackers controlassem uma conta e tivessem acesso aos dados de localização e de tuítes protegidos “através de um processo complicado que envolve a inserção de código malicioso em áreas restritas de armazenamento do aplicativo do Twitter”, potencialmente colocando em risco milhões de usuários do aplicativo. Um tuíte do suporte do Twitter afirmou que o problema foi corrigido para a versão 7.93.4 do Android (lançada em novembro) e para a versão 8.18 (lançada em outubro).

Portanto, se você usa o aplicativo da rede social em um aparelho Android, precisa atualizar para a última versão. A postagem do blog dizia que atualmente não há evidências de que alguém se aproveitou dessa falha, mas que “não podemos ter certeza absoluta”. No momento, o Twitter está enviando um e-mail para os usuários que correm maior risco,fornecendo instruções sobre como atualizar o aplicativo.

Embora essa não seja a mesma falha que um hacker explorou ao invadir a conta de Jack Dorsey, CEO do Twitter, em agosto, é possível perceber que os problemas de segurança são graves e recorrentes.

Olhar Digital, via Gizmodo

Aplicativo permite “navegar” para descobrir em quais streamings determinado filme ou série está disponível

Foto: Reprodução

Google Play Filmes serve como um grande catálogo para ver onde determinado conteúdo pode ser assistido. Além dos streamings já suportados como HBO Max, Hulu e Amazon Prime Video, agora a plataforma também mapeia os títulos presentes na Netflix e no Disney +.

Para descobrir se algum filme ou série está presente em determinado streaming, vá para a página inicial e clique no cartão “Já possui Netflix ou Disney +?”. Em seguida, selecione “Adicionar seus serviços” e escolha os serviços de streaming que você possui ou que deseja conhecer. Essa guia é configurável e você pode editá-la a qualquer momento, acessando a aba de navegação.

Após essas operações, os aplicativos serão definidos como os programas padrões de exibição. Assim, sempre que você escolher um filme e clicar em determinado streaming, ele abrirá o aplicativo correto e dará início a reprodução imediatamente.

Por enquanto, esse recurso está apenas disponível no aplicativo de Android e ainda não chegou para iOS. Obviamente, também é possível procurar um título na barra de pesquisa do Google e obter resultados semelhantes, mas a experiência do Play Filmes torna a navegação mais simples, já que oferece trailers, filmes semelhantes, sinopse, e outras especificações da obra em apenas um aplicativo.

Olhar Digital, via 9to5Google

WhatsApp corrige falha e todos devem atualizar o aplicativo

Foto: Rubens Achilles/TechTudo

Uma falha no WhatsApp que permitia travar o aplicativo para todos os integrantes de um grupo foi anunciada nessa terça-feira (17). A vulnerabilidade, detectada pela equipe de segurança cibernética Checkpoint, afeta celulares Android e iPhone (iOS) e consiste em alterar o número de telefone de um dos participantes do chat para desencadear o congelamento constante do app no celular do resto dos membros. A única solução seria apagar o grupo e, consequentemente, perder todas as mensagens compartilhadas nele.

O bug foi informado pela Checkpoint à equipe do WhatsApp em agosto por meio do programa de recompensas do aplicativo. O mensageiro liberou em setembro a atualização com correção da falha na versão 2.19.58 para todos os usuários de iPhone e Android.

A vulnerabilidade foi descoberta pela equipe Checkpoint ao acessar o protocolo de mensagens do app para alterar o parâmetro de remetente, que é examinado pelo WhatsApp para identificar aos usuários quem enviou determinada mensagem na conversa coletiva. Os desenvolvedores, então, adicionaram caracteres especiais ao parâmetro do número de telefone de um dos integrantes do grupo.

Assim, quando esse usuário mandar alguma mensagem no chat, o aplicativo do WhatsApp trava em loop no celular de todos os outros participantes da conversa. O app continua congelado mesmo após fechar e reabrir o mensageiro.

Além disso, não é possível acessar novamente o grupo em que a vulnerabilidade ocorreu. Portanto, para impedir que o aplicativo continue congelando, a solução seria apagar o chat em questão que sofreu a falha. Isso resultaria na perda de todas as mensagens e mídias compartilhadas na conversa.

O bug foi consertado pelo WhatsApp a partir da atualização de número 2.19.58 para iPhone e Android. É importante manter os aplicativos atualizados para evitar falhas de segurança como essa. Inclusive, pesquisadores do Checkpoint descobriram em agosto uma vulnerabilidade que permitia editar mensagens enviadas pelo WhatsApp.

Outras brechas detectadas no mensageiro ainda este ano incluem invasão do celular por meio de GIFs maliciosos, ataques de spyware, e roubo de dados ao receber arquivos em formato MP4.

Globo, via Techtudo, 9to5Mac, Engadget, Bleeping Computer e Checkpoint

 

FOTOS E VÍDEO: UFRN cria aplicativo que indica postos com combustíveis de qualidade

Fotos: Cícero Oliveira

Combustível Nota Dez, esse é o nome da nova ferramenta criada pela UFRN para ajudar o cidadão do Rio Grande do Norte a abastecer com segurança. Por meio desse aplicativo gratuito, o consumidor saberá quais postos mais próximos de sua localização foram atestados com combustíveis de qualidade. A adesão ao projeto é voluntária por parte dos empresários que submetem suas empresas a duas testagens surpresas a cada mês. Apenas os postos com todos os combustíveis aprovados ficam visíveis no aplicativo.

A proposta dos pesquisadores Valter Fernandes e Antônio Araújo, ambos do Laboratório de Combustíveis e Lubrificantes (LCL), do Instituto de Química da UFRN, começou a funcionar recentemente, mas já tem ao menos sete postos cadastrados em Natal, Macaíba, Ceará Mirim e São José do Mipibu. Como é novidade, a expectativa é que esse número cresça nas próximas semanas.

Desde o ano 2000, o LCL é o único do RN e Paraíba credenciado pela Agência Nacional de Petróleo (ANP) para realizar a testagem de combustíveis para o Programa de Monitoramento da Qualidade dos Combustíveis e Lubrificantes do governo federal. Por sua qualidade internacional, o LCL está concorrendo à certificação ISO 17025, que atesta os requisitos gerais para competência de laboratórios de ensaio e calibração. Além disso, está atrelado aos programas de pós-graduação da UFRN contribuindo para a formação de profissionais, mestres e doutores que atuam na área de petróleo.

Para Antônio Sales, empresário do ramo de combustíveis e presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo do RN (Sindipostos/RN), esse projeto oferece benéfico para todos. “Tanto para o empresário, que pode mostrar ao consumidor que seu produto é de qualidade, como para o consumidor que tem a certeza de estar abastecendo em um posto de combustível legal, bem como para a sociedade em geral, porque quando vendemos combustível sem adulteração, não interferimos na arrecadação do Estado”, afirma.

O pesquisador Valter José Fernandes lembra que o combustível pode ser alterado de várias maneiras, seja pela adição de solventes, pelo excesso de álcool na gasolina ou pelo alto teor de enxofre, no caso do óleo diesel de má procedência. Além de aumentar a poluição do ar, um combustível adulterado pode provocar aumento do consumo, danos no motor, válvulas e bicos injetores. Em casos mais extremos, provoca superaquecimento que leva a interrupção do funcionamento dos mecanismos e até a incêndio do veículo.

Laboratório

O Laboratório de Combustíveis e Lubrificantes da UFRN, vinculado à Fundação Norte-Rio-Grandense de Pesquisa e Cultura (FUNPEC), está localizado no Instituto de Química, no Campus Universitário em Natal/RN. O LCL foi o primeiro laboratório instalado em uma universidade pública do Norte-Nordeste, sendo considerado referência nacional. Nos últimos 19 anos, os pesquisadores percorreram mais de 2 milhões de quilômetros coletando mais de 100 mil amostras de combustível para a ANP.

O Instituto de Química da UFRN, com fundação 1968, como Departamento de Química, é um dos mais bem conceituados do país. Atua nas áreas de Ensino, Pesquisa e Extensão, sendo a unidade acadêmica responsável pelos cursos de Química Bacharelado, Química Licenciatura, Química do Petróleo e o Programa de Pós-graduação em Química, com cursos de Mestrado e Doutorado recomendados pela CAPES.

Conheça mais sobre o LCL.

Com informações da UFRN

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Luiz disse:

    Baixei na boa!

  2. Jgomes disse:

    Aplicativo não disponível

  3. Cezario disse:

    Tentei baixar na Apple Store o aplicativo "Combustível Nota Dez" e a Apple Store retornou mensagem dizendo "Aplicativo não encontrado!

ID ESTUDANTIL: MEC lança aplicativo para emitir a carteirinha de estudante digital gratuita, que garante benefício de meia entrada em shows, teatro e outros eventos culturais

Reprodução: TV Globo

O Ministério da Educação (MEC) anunciou nesta segunda-feira(25) o lançamento do aplicativo de celular em que será possível emitir a carteirinha estudantil digital. O ID Estudantil é gratuito e garante ao aluno o direito ao benefício de meia entrada em shows, teatro e outros eventos culturais.

Segundo o MEC, 57,9 milhões de estudantes brasileiros serão beneficiados com o programa.

Durante o lançamento, o ministro da Educação destacou que o programa digital irá garantir uma economia superior a R$ 1 bilhão. “Dependendo, o valor pode chegar a 2 bilhões. Com isso, a gente espera gerar um ganho maior para a comunidade”, afirmou Abraham Weintraub.

Atualmente, uma lei de 2013 prevê que a carteirinha seja emitida por entidades como a União Nacional dos Estudantes (UNE) e a União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes). Atualmente, ambas cobram R$ 35 pela carteira, além do frete.

Esse serviço é uma das principais fontes de recursos das entidades e já foi criticado pelo ministro da Educação. No atual sistema, a UNE fica com 20% do valor (R$ 7), e a Ubes, com 25% (R$ 10,50).

Os alunos que quiserem manter a carteirinha tradicional poderão solicitá-las junto às instituições e pagar o valor pedido.

Uso do CPF e implementação do login único

Daniel Rogério, diretor de Tecnologia da Informação do MEC, detalhou que o MEC tem o número total de estudantes do país, mas não sabe quem é o estudante, qual o seu nome e o número do CPF. Por isso, o governo criou o Sistema Educacional Brasileiro (SEB), para que as instituições de ensino enviassem ao MEC os dados dos estudantes.

“Talvez esse seja o maior desafio na emissão da carteira, deixar de ser um auto declaração, que é o que acontecia, para então o MEC saber quem é o estudante”, conclui Daniel.

A exigência de enviar o número de CPF, segundo Daniel Rogério, é para integrar o cadastro do sistema do MEC ao cadastro único do governo federal, que é feito por meio deste número e de senha.

Escolas fornecerão dados dos alunos

Um novo sistema do ministério da Educação, criado em setembro por meio de medida provisória, fez com que escolas privadas de educação básica passassem a solicitar o CPF de seus estudantes. Batizado de Sistema Educacional Brasileiro (SEB), o programa já tem um site oficial.

Em novembro, o MEC deu às instituições de ensino 60 dias para cumprirem os requisitos do Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ITI) para emitirem documentos certificados. As escolas e faculdades também precisarão cadastrar, no sistema on-line, uma lista de dados pessoais de cada estudante matriculado.

O diretor de Tecnologia da Informação do MEC, Daniel Rogério, detalhou que a pasta não tinha até então dados individuais de cada estudante. “Talvez esse seja o maior desafio na emissão da carteira, deixar de ser um auto declaração que é o que acontecia, para então o MEC saber quem é o estudante”, conclui Daniel.

Como funciona

Para garantir o acesso à ID Estudantil, um representante de cada instituição de ensino, pública ou particular deve enviar as informações dos alunos para o Inep, que irá alimentar o Sistema Educacional Brasileiro, banco de dados nacional de estudantes do MEC.

No relatório, as instituições devem enviar os seguintes dados dos alunos: CPF, data de nascimento, curso, matrícula e o ano e semestre de ingresso dos estudantes.

Os alunos podem conferir se sua instituição passou os dados ao sistema em idestudantil.mec.gov.br. Caso não tenham sido cadastrados, os estudantes devem cobrar o envio diretamente na instituição em que estudam.

Como emitir a ID Estudantil

A emissão é feita sem custos por meio de um aplicativo de celular disponível para os sistemas operacionais Android e iOS.

Após baixar o aplicativo, os estudantes deverão tirar uma foto de rosto e da carteira de habilitação ou de um documento de identidade com foto, para comparação das imagens. Isso irá, segundo o MEC, evitar fraudes.

No cadastro de menores de idade, um responsável legal poderá baixar o aplicativo para permitir o acesso. Em eventos com meia entrada, a identificação do estudante será feita por meio da leitura de um QR Code emitido na tela do aplicativo.

G1

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. PAU NELES disse:

    Os mini PTralhas choram …quebraram as pernas desses aproveitadores de estudantes, quadrilha a serviço do ladrao condenado Lula

Motorista e passageiras de aplicativo são assaltados por homens em motocicletas na Grande Natal

Foto: Reprodução/Inter TV Cabugi

O portal G1-RN destaca que um motorista de aplicativo e duas passageiras foram assaltados em Macaíba, na Grande Natal, na noite dessa quinta-feira (7).

Segundo a reportagem, as vítimas disseram que foram cercados por dois motociclistas,  que levaram celulares e fugiram no veículo de trabalho. Ninguém ficou ferido.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Chico da burra disse:

    Por MOTOCICLISTAS não!!! Por ladrões usando motos!!! MOTOCICLISTA é uma categoria que não rouba ninguém!!! Ladrão usando moto é outra coisa!!! Não vamos denegrir a imagem dos motociclistas de verdade.

Inspirado em “roteiro pornô”, aplicativo que aceita pagamento de caronas com sexo que estaria chegando ao Brasil é boato

FOTO: GETTY IMAGES

A expressão de deboche “só se eu pagar com meu corpo”, usada quando não se tem dinheiro suficiente para algo, nunca foi levada tão à sério.

Nas redes sociais começou a circular a informação que em 2020, chegaria ao Brasil um aplicativo de caronas em que o passageiro poderia pagar a viagem com sexo. A ideia parecia tirada de um roteiro de filme pornô.

A previsão fake era de que os brasileiros teriam acesso à novidade a partir do mês de fevereiro (alô, Carnaval!). O pagamento do aplicativo seria por meio de assinatura mensal, do passageiro e do motorista, que deveria custar em torno de R$15 a R$20.

Alertada pela equipe do site Boatos.org, a coluna reconhece que a informação é falsa.

Metrópoles

Deletou, mas eu vi! Aplicativo recupera mensagens apagadas no WhatsApp

Foto: (SOPA Images / Colaborador/Getty Images)

Um aplicativo para Android promete acabar com a angústia das mensagens apagadas no WhatsApp. Testado por EXAME, o WAMR permite recuperar mensagens de texto, áudio, fotos e vídeos enviados no aplicativo e que foram deletadas por seus autores.

Gratuito mas com propagandas, o programa desenvolvido pela empresa italiana Drilens Apps pode ser baixado diretamente na Play Store, a loja de aplicativos do sistema operacional do Google. Não há versão para iOS, a plataforma que dá vida ao iPhone. Segundo a loja, o número de downloads já ultrapassou a marca de 10 milhões.

A partir do momento que a notificação de uma mensagem é recebida, o aplicativo já faz o download do arquivo enviado e o disponibiliza em um backup. Mesmo que o conteúdo seja apagado, ele poderá ser visualizado posteriormente na plataforma. Na prática, é como se o arquivo fosse baixado ou compartilhado antes da remoção.

Desta forma, é preciso que o usuário esteja online, em uma conexão estável – preferencialmente em rede WiFi – e permita que as mensagens enviadas no WhatsApp gerem as notificações na barra superior da tela. Se os chats estiverem silenciados ou abertos – ainda que no WhatsApp Web –, as mídias apagadas não serão recuperadas.

Então, para funcionar, é necessário realizar algumas configurações prévias. O primeiro passo é permitir o acesso às notificações e aos arquivos de mídias. Depois disso, é necessário escolher os aplicativos que serão monitorados. No caso, o WhatsApp.

Também é necessário permitir que o WhatsApp realize o download automático de mídia. Isso pode ser feito acessando as configurações do mensageiro e escolhendo a opção “Uso de dados e armazenamento”. A dica é permitir que, tanto nas conexões Wi-Fi como na internet por rede móvel, o mensageiro esteja autorizado a realizar o download de todas as mídias.

Segurança dos dados

Para quem está preocupado com o que será feito com os arquivos armazenados pelo WAMR, é importante destacar que os termos de uso do aplicativo informam que “os dados são salvos no dispositivo e que a empresa não armazena ou compartilha qualquer informação com quem quer que seja.”

Exame

 

Motorista de aplicativo sofre sequestro relâmpago em Natal, passa momentos de terror, e tem carro levado por assaltantes

Foto: Klênyo Galvão/Inter TV Cabugi

O portal G1-RN destaca nesta quarta-feira(16) que um motorista de aplicativo foi alvo de sequestro relâmpago e ficou sob mira de uma arma de fogo durante a noite dessa terça-feira (15), em Natal. O caso aconteceu quando o profissional foi acionado para uma viagem e se deslocou até o bairro Dix-sept Rosado, onde estariam as supostas passageiras. Ele chegou a encontrar as duas mulheres, mas disse à polícia que elas aparentavam estar muito nervosas. Antes de começar a corrida, dois homens apareceram e renderam a vítima.

Segundo a reportagem, o homem foi obrigado a ficar no banco de trás do veículo, sob mira de uma arma, onde ficou por alguns minutos. Após sofrer ameaças, a vítima teve o carro e outros pertences levados pelos criminosos. Somente foi liberado em Parnamirim. Matéria na íntegra aqui.

Caixa lança aplicativo para apostas com nove modalidades de jogos

Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

Apostadores terão mais uma opção para jogar nas modalidades de loterias. Já está disponível o aplicativo Loterias Caixa, plataforma de vendas de apostas via celulares.

Segundo a Caixa, o novo serviço aumenta os canais disponíveis aos apostadores, permitindo o registro de apostas em nove das dez modalidades das loterias federais, de qualquer lugar e de forma prática, segura e digital.

Para utilizar o aplicativo, o usuário precisa ter mais de 18 anos e efetuar um cadastro uma única vez, inserindo o CPF (Cadastro de Pessoa Física) e criando uma senha para acesso.

O usuário já cadastrado no portal Loterias Online deve utilizar os mesmos dados para acesso. O pagamento das transações realizadas pelo aplicativo Loterias Caixa é feito com cartão de crédito, com valor mínimo de compra de R$ 30 por transação e máximo de R$ 500 por dia.

Funcionalidades

No aplicativo Loterias Caixa, o apostador poderá escolher os números ou deixar que o sistema os escolha aleatoriamente (surpresinha).

Também é possível conferir os números sorteados e outras informações sobre os concursos passados de todas as modalidades e o valor dos prêmios ofertados nos concursos futuros.

Os apostadores podem personalizar suas apostas, utilizando como base os números de sua preferência, bem como informações e comportamentos de outras apostas realizadas anteriormente, o Rapidão.

O aplicativo permite ainda conferir se os bilhetes de apostas realizadas nas lotéricas estão premiados, por meio da leitura do código de barras com uso da câmera do celular.

Além disso, o aplicativo mostra, em tempo real, o valor repassado pelas Loterias Caixas às áreas sociais beneficiárias de parte da arrecadação das Loterias Federais.

Inicialmente, o aplicativo está disponível para usuários da plataforma iOS, na Apple Store, e a Caixa irá, em breve, disponibilizá-lo também na loja Google Play.

As modalidades que estão disponíveis para apostas são nove: Mega-Sena, Lotofácil, Quina, Lotomania, Timemania, Dupla Sena, Loteca, Lotogol e Dia de Sorte. As apostas podem ser feitas todos os dias e a qualquer hora, durante o período de captação de cada concurso.

Agência Brasil

 

Motorista de Uber não tem vínculo empregatício com aplicativo, diz STJ

Foto: Divulgação

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu que os motoristas de Uber não têm vínculo empregatício e, por isso, não podem reivindicar direitos na Justiça trabalhista. A decisão, publicada nesta quarta-feira (4), foi tomada na semana passada, por unanimidade, pelos dez ministros que compõem a Segunda Seção da Corte.

O entendimento foi alcançado no julgamento de um conflito de competência, em que coube ao STJ definir qual ramo da Justiça deveria julgar um pedido de indenização feito por um motorista após o Uber bloqueá-lo por má-conduta.

Veja matéria completa aqui no Justiça Potiguar.

 

Procon-SP aplica multas milionárias em Google a Apple por aplicativo que envelhece rostos

Faceapp — Foto: Reprodução/Google Play

A Fundação Procon-SP multou as empresas Google e Apple no Brasil por desrespeito a regras previstas no Código de Defesa do Consumidor (CDC) enquanto fornecedoras autorizadas, em suas plataformas, do aplicativo FaceApp, que envelhece rostos e virou febre entre usuários assim que passou a ser disponibilizado no Brasil, em julho deste ano. As penalidades são, respectivamente, de R$ 9.964.615,77, valor máximo estipulado pelo CDC, e R$ 7.744.320,00. Cabe recurso.

De acordo com o órgão vinculado à Secretaria Estadual da Justiça e Cidadania de São Paulo, na “Política de Privacidade” e “Termos de Uso” do aplicativo, as empresas, que têm responsabilidade sobre dados essenciais dos produtos e serviços que ofertam, disponibilizaram informações somente em língua estrangeira. “As informações em língua inglesa impossibilitam que muitos consumidores tenham conhecimento do conteúdo e contraria a legislação, artigo 31 do CDC. A informação adequada, clara e em língua portuguesa é direito básico”, informou o órgão de defesa do consumidor.

Segundo o diretor-executivo da Fundação Procon-SP, Fernando Capez, os valores das multas são diferentes por serem estipuladas de acordo com o faturamento da empresa no Brasil. O aplicativo FaceApp, de origem russa, não foi multado por não ter representação jurídica no Brasil. “Está inalcançável pela jurisdição brasileira”, explica Capez.

Procuradas, a empresas Google Brasil Internet Ltda. disse que “o Google Play é uma loja virtual aberta na qual o próprio Google e terceiros podem disponibilizar aplicativos e jogos, que podem ser baixados por usuários para serem utilizados em seus celulares. O Marco Civil da Internet e o próprio Código de Defesa do Consumidor dispõem que as lojas virtuais não devem ser responsabilizadas pelas práticas e políticas de aplicativos de terceiros, por isso, tomaremos as medidas necessárias para questionar a multa imposta pelo Procon”.

A Apple Computer Brasil Ltda. informou em nota que não vai comentar o assunto.

Regras desrespeitadas

A Fundação Procon-SP sustenta que as duas gigantes da tecnologia estabeleceram cláusulas abusivas para o Código de Defesa do Consumidor na “Política de Privacidade” e nos “Termos e Serviços”.

Uma das cláusulas prevê a possibilidade de compartilhamento dos dados do consumidor com as empresas que fazem parte do mesmo grupo, prestadoras de serviços e organizações terceirizadas, o que é ilegal, segundo a Fundação Procon-SP.

Outra cláusula prevê, segundo o órgão do governo do Estado de São Paulo, que “os dados do consumidor podem ser transferidos para outros países que não tenham as mesmas leis de proteção de dados que as do país de origem, o que implica em renúncia de direitos dos consumidores”.

Uma terceira cláusula questionada pela Fundação Procon-SP estipula que conflitos entre usuários e as empresas sejam resolvidos não por meio judicial, mas por um serviço realizado no condado de Santa Clara, na Califórnia, determinando a utilização compulsória de arbitragem, de acordo com o órgão do governo do Estado de São Paulo.

Recurso

As multas aplicadas pelo Procon consistem em procedimentos administrativos.

As empresas Google e Apple podem recorrer, em duas instâncias administrativas, junto ao próprio Procon.

Além do direito de defesa no âmbito do órgão estadual, elas podem recorrer judicialmente dessas multas ou pagá-las, com direito a um desconto de 30%, caso esse pagamento se dê à vista.

Proteção de Dados

Na avaliação do advogado Renato Opice Blum, especialista em Direito Digital, questões como o uso de dados de usuários estão reguladas pela Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) brasileira, que entrará em vigor em agosto de 2020. “Hoje, questões relacionadas à proteção de dados acabam sendo julgadas com base em leis mais genéricas, como o Código de Defesa do Consumidor, o Código Civil ou o Marco Civil da Internet”, explica o especialista.

A partir da vigência da Lei de Proteção de Dados, cláusulas em inglês, como ocorre, segundo o Procon, no caso do FaceApp, serão proibidas com base na LGDP. “O consentimento terá de ser informado de forma clara ao usuário”, diz.

G1