Deletou, mas eu vi! Aplicativo recupera mensagens apagadas no WhatsApp

Foto: (SOPA Images / Colaborador/Getty Images)

Um aplicativo para Android promete acabar com a angústia das mensagens apagadas no WhatsApp. Testado por EXAME, o WAMR permite recuperar mensagens de texto, áudio, fotos e vídeos enviados no aplicativo e que foram deletadas por seus autores.

Gratuito mas com propagandas, o programa desenvolvido pela empresa italiana Drilens Apps pode ser baixado diretamente na Play Store, a loja de aplicativos do sistema operacional do Google. Não há versão para iOS, a plataforma que dá vida ao iPhone. Segundo a loja, o número de downloads já ultrapassou a marca de 10 milhões.

A partir do momento que a notificação de uma mensagem é recebida, o aplicativo já faz o download do arquivo enviado e o disponibiliza em um backup. Mesmo que o conteúdo seja apagado, ele poderá ser visualizado posteriormente na plataforma. Na prática, é como se o arquivo fosse baixado ou compartilhado antes da remoção.

Desta forma, é preciso que o usuário esteja online, em uma conexão estável – preferencialmente em rede WiFi – e permita que as mensagens enviadas no WhatsApp gerem as notificações na barra superior da tela. Se os chats estiverem silenciados ou abertos – ainda que no WhatsApp Web –, as mídias apagadas não serão recuperadas.

Então, para funcionar, é necessário realizar algumas configurações prévias. O primeiro passo é permitir o acesso às notificações e aos arquivos de mídias. Depois disso, é necessário escolher os aplicativos que serão monitorados. No caso, o WhatsApp.

Também é necessário permitir que o WhatsApp realize o download automático de mídia. Isso pode ser feito acessando as configurações do mensageiro e escolhendo a opção “Uso de dados e armazenamento”. A dica é permitir que, tanto nas conexões Wi-Fi como na internet por rede móvel, o mensageiro esteja autorizado a realizar o download de todas as mídias.

Segurança dos dados

Para quem está preocupado com o que será feito com os arquivos armazenados pelo WAMR, é importante destacar que os termos de uso do aplicativo informam que “os dados são salvos no dispositivo e que a empresa não armazena ou compartilha qualquer informação com quem quer que seja.”

Exame

 

Motorista de aplicativo sofre sequestro relâmpago em Natal, passa momentos de terror, e tem carro levado por assaltantes

Foto: Klênyo Galvão/Inter TV Cabugi

O portal G1-RN destaca nesta quarta-feira(16) que um motorista de aplicativo foi alvo de sequestro relâmpago e ficou sob mira de uma arma de fogo durante a noite dessa terça-feira (15), em Natal. O caso aconteceu quando o profissional foi acionado para uma viagem e se deslocou até o bairro Dix-sept Rosado, onde estariam as supostas passageiras. Ele chegou a encontrar as duas mulheres, mas disse à polícia que elas aparentavam estar muito nervosas. Antes de começar a corrida, dois homens apareceram e renderam a vítima.

Segundo a reportagem, o homem foi obrigado a ficar no banco de trás do veículo, sob mira de uma arma, onde ficou por alguns minutos. Após sofrer ameaças, a vítima teve o carro e outros pertences levados pelos criminosos. Somente foi liberado em Parnamirim. Matéria na íntegra aqui.

Caixa lança aplicativo para apostas com nove modalidades de jogos

Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

Apostadores terão mais uma opção para jogar nas modalidades de loterias. Já está disponível o aplicativo Loterias Caixa, plataforma de vendas de apostas via celulares.

Segundo a Caixa, o novo serviço aumenta os canais disponíveis aos apostadores, permitindo o registro de apostas em nove das dez modalidades das loterias federais, de qualquer lugar e de forma prática, segura e digital.

Para utilizar o aplicativo, o usuário precisa ter mais de 18 anos e efetuar um cadastro uma única vez, inserindo o CPF (Cadastro de Pessoa Física) e criando uma senha para acesso.

O usuário já cadastrado no portal Loterias Online deve utilizar os mesmos dados para acesso. O pagamento das transações realizadas pelo aplicativo Loterias Caixa é feito com cartão de crédito, com valor mínimo de compra de R$ 30 por transação e máximo de R$ 500 por dia.

Funcionalidades

No aplicativo Loterias Caixa, o apostador poderá escolher os números ou deixar que o sistema os escolha aleatoriamente (surpresinha).

Também é possível conferir os números sorteados e outras informações sobre os concursos passados de todas as modalidades e o valor dos prêmios ofertados nos concursos futuros.

Os apostadores podem personalizar suas apostas, utilizando como base os números de sua preferência, bem como informações e comportamentos de outras apostas realizadas anteriormente, o Rapidão.

O aplicativo permite ainda conferir se os bilhetes de apostas realizadas nas lotéricas estão premiados, por meio da leitura do código de barras com uso da câmera do celular.

Além disso, o aplicativo mostra, em tempo real, o valor repassado pelas Loterias Caixas às áreas sociais beneficiárias de parte da arrecadação das Loterias Federais.

Inicialmente, o aplicativo está disponível para usuários da plataforma iOS, na Apple Store, e a Caixa irá, em breve, disponibilizá-lo também na loja Google Play.

As modalidades que estão disponíveis para apostas são nove: Mega-Sena, Lotofácil, Quina, Lotomania, Timemania, Dupla Sena, Loteca, Lotogol e Dia de Sorte. As apostas podem ser feitas todos os dias e a qualquer hora, durante o período de captação de cada concurso.

Agência Brasil

 

Motorista de Uber não tem vínculo empregatício com aplicativo, diz STJ

Foto: Divulgação

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu que os motoristas de Uber não têm vínculo empregatício e, por isso, não podem reivindicar direitos na Justiça trabalhista. A decisão, publicada nesta quarta-feira (4), foi tomada na semana passada, por unanimidade, pelos dez ministros que compõem a Segunda Seção da Corte.

O entendimento foi alcançado no julgamento de um conflito de competência, em que coube ao STJ definir qual ramo da Justiça deveria julgar um pedido de indenização feito por um motorista após o Uber bloqueá-lo por má-conduta.

Veja matéria completa aqui no Justiça Potiguar.

 

Procon-SP aplica multas milionárias em Google a Apple por aplicativo que envelhece rostos

Faceapp — Foto: Reprodução/Google Play

A Fundação Procon-SP multou as empresas Google e Apple no Brasil por desrespeito a regras previstas no Código de Defesa do Consumidor (CDC) enquanto fornecedoras autorizadas, em suas plataformas, do aplicativo FaceApp, que envelhece rostos e virou febre entre usuários assim que passou a ser disponibilizado no Brasil, em julho deste ano. As penalidades são, respectivamente, de R$ 9.964.615,77, valor máximo estipulado pelo CDC, e R$ 7.744.320,00. Cabe recurso.

De acordo com o órgão vinculado à Secretaria Estadual da Justiça e Cidadania de São Paulo, na “Política de Privacidade” e “Termos de Uso” do aplicativo, as empresas, que têm responsabilidade sobre dados essenciais dos produtos e serviços que ofertam, disponibilizaram informações somente em língua estrangeira. “As informações em língua inglesa impossibilitam que muitos consumidores tenham conhecimento do conteúdo e contraria a legislação, artigo 31 do CDC. A informação adequada, clara e em língua portuguesa é direito básico”, informou o órgão de defesa do consumidor.

Segundo o diretor-executivo da Fundação Procon-SP, Fernando Capez, os valores das multas são diferentes por serem estipuladas de acordo com o faturamento da empresa no Brasil. O aplicativo FaceApp, de origem russa, não foi multado por não ter representação jurídica no Brasil. “Está inalcançável pela jurisdição brasileira”, explica Capez.

Procuradas, a empresas Google Brasil Internet Ltda. disse que “o Google Play é uma loja virtual aberta na qual o próprio Google e terceiros podem disponibilizar aplicativos e jogos, que podem ser baixados por usuários para serem utilizados em seus celulares. O Marco Civil da Internet e o próprio Código de Defesa do Consumidor dispõem que as lojas virtuais não devem ser responsabilizadas pelas práticas e políticas de aplicativos de terceiros, por isso, tomaremos as medidas necessárias para questionar a multa imposta pelo Procon”.

A Apple Computer Brasil Ltda. informou em nota que não vai comentar o assunto.

Regras desrespeitadas

A Fundação Procon-SP sustenta que as duas gigantes da tecnologia estabeleceram cláusulas abusivas para o Código de Defesa do Consumidor na “Política de Privacidade” e nos “Termos e Serviços”.

Uma das cláusulas prevê a possibilidade de compartilhamento dos dados do consumidor com as empresas que fazem parte do mesmo grupo, prestadoras de serviços e organizações terceirizadas, o que é ilegal, segundo a Fundação Procon-SP.

Outra cláusula prevê, segundo o órgão do governo do Estado de São Paulo, que “os dados do consumidor podem ser transferidos para outros países que não tenham as mesmas leis de proteção de dados que as do país de origem, o que implica em renúncia de direitos dos consumidores”.

Uma terceira cláusula questionada pela Fundação Procon-SP estipula que conflitos entre usuários e as empresas sejam resolvidos não por meio judicial, mas por um serviço realizado no condado de Santa Clara, na Califórnia, determinando a utilização compulsória de arbitragem, de acordo com o órgão do governo do Estado de São Paulo.

Recurso

As multas aplicadas pelo Procon consistem em procedimentos administrativos.

As empresas Google e Apple podem recorrer, em duas instâncias administrativas, junto ao próprio Procon.

Além do direito de defesa no âmbito do órgão estadual, elas podem recorrer judicialmente dessas multas ou pagá-las, com direito a um desconto de 30%, caso esse pagamento se dê à vista.

Proteção de Dados

Na avaliação do advogado Renato Opice Blum, especialista em Direito Digital, questões como o uso de dados de usuários estão reguladas pela Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) brasileira, que entrará em vigor em agosto de 2020. “Hoje, questões relacionadas à proteção de dados acabam sendo julgadas com base em leis mais genéricas, como o Código de Defesa do Consumidor, o Código Civil ou o Marco Civil da Internet”, explica o especialista.

A partir da vigência da Lei de Proteção de Dados, cláusulas em inglês, como ocorre, segundo o Procon, no caso do FaceApp, serão proibidas com base na LGDP. “O consentimento terá de ser informado de forma clara ao usuário”, diz.

G1

 

Aplicativo espião brasileiro se passa por WhatsApp e vê tudo que você faz no celular

Foto: Divulgação/Kaspersky

Um novo tipo de “app espião” está afetando usuários brasileiros. Ele se passa por atualização do WhatsApp para se instalar no celular da vítima. Quando começa a funcionar, é capaz enviar informações confidenciais para os criminosos em tempo real, além de permitir acesso remoto ao aparelho sem que o dono possa ver. O malware, chamado de BRata, que foi descoberto este ano e já fez mais de 20 mil vítimas, foi divulgado nesta quarta-feira (28), durante a Conferência Latinoamericana de Segurança da Kaspersky, na Argentina. Em entrevista ao TechTudo, o diretor da equipe de segurança e análise da empresa Dmitry Bestuzhev, explicou como o app malicioso funciona e como fazer para se proteger.

O que o BRata tem de diferente

O software espião foi criado no Brasil, está todo em português e faz suas vítimas no país. Por isso, foi batizado de BRata: Brazilian RAT, sigla para Remote Access Tool, ou Ferramenta de Acesso Remoto, em português. Embora seja de um tipo de trojan (família de malwares que é velha conhecida dos pesquisadores de segurança), trata-se de “um trojan que espiona seu bolso”, como explica Dmitry.

“Este não é um trojan bancário clássico, que rouba informações de banco. Ele também permite espelhar a tela do celular infectado e tem total capacidade de espionagem do aparelho. Não é só sobre roubo de credenciais que estamos falando, mas sobre o roubo de qualquer informação disponível no celular da vítima”, destaca.

Para além dos danos financeiros, estão os prejuízos à privacidade dos usuários. Apps maliciosos como esses são capazes de ler e enviar mensagens, acessar a localização do usuário, ver fotos, ler o histórico de sites visitados, habilitar a câmera e o microfone do dispositivo e entrar nos aplicativos, inclusive, de banco, usando o login e a senha verdadeiros. “Neste cenário, podemos dizer que o BRata é muito interessante, único e também perigoso”, alerta Dmitry.

Como o aplicativo espião funciona

Para conseguir que os usuários baixem o app, os criminosos precisam disfarçá-lo de algo atrativo, como uma atualização de WhatsApp e enganar as lojas de aplicativos. A primeira ameaça foi detectada pela equipe da Kaspersky em janeiro deste ano, mas o pico de instalações aconteceu em junho, quando o WhatsApp avisou aos seus 1 bilhão de usuários que havia uma vulnerabilidade no app e que todos deveriam fazer o update urgente. Um programa falso conseguiu entrar na Google Play Store com essa “fachada” e foi baixado mais de 10 mil vezes — assim que foi avisado, o Google retirou o app do ar. Sem saber a maneira certa de atualizar o WhatsApp, muitos usuários clicaram em um desses BRatas. Pensaram estar se protegendo, mas estavam trazendo o inimigo para dentro de casa.

Aplicativo falso se passa por atualização do WhatsApp na Play Store — Foto: Divulgação/Kaspersky

Uma vez que o malware está hospedado no celular, tudo o que a pessoa faz no aparelho pode ser visto pelo criminoso. Quando o app do banco é aberto, por exemplo, o bandido consegue ver tudo que está sendo digitado no teclado, como os números de agência, conta e senha.

As informações são enviadas para um programa no computador do bandido, que espera o melhor momento, e usa o próprio smartphone da vítima para entrar no app e fazer transações — até mesmo escurecendo a tela para ocultar suas ações no celular. Com isso, o banco também não consegue detectar que houve uma fraude, já que o acesso foi feito de um aparelho legítimo.

Quando o golpe é concluído, o aplicativo malicioso é desinstalado do celular sem que o dono precise fazer nenhuma ação. Ou seja, quando perceber que algo de errado aconteceu em sua conta bancária já será tarde demais.

“Outra particularidade do BRata”, destaca Dmitry, “é que ele não é usado apenas por um grupo, ele está disponível para venda no mercado ilegal”. Com poucos cliques, qualquer pessoa mal-intencionada pode usar os apps de um celular remotamente. Qualquer pessoa mesmo: o software pode ser comprado pela Internet por cerca de R$ 3.000. “Quem pagar esta quantia, terá acesso ao programa, ao suporte técnico e mais informações”.

Anúncio na Internet oferece malware BRata por R$ 3 mil reais — Foto: Divulgação/Kaspersky

Como se proteger

Até o momento, 20 versões do malware “HEUR:Backdoor.AndroidOS.Brata” foram identificados pela empresa de segurança — todos voltados para Android, que representa 86% dos celulares no Brasil, de acordo com a empresa StatCounter. Além de ficarem hospedados na Google Play, os BRatas podem ser encontrados em lojas de aplicativos não-oficiais. O ataque também pode vir por outros meios: pode chegar por mensagens de texto no WhatsApp ou SMS ou em forma de notificação, quando o usuário entra em um site hackeado e recebe um aviso dizendo para instalar algo.

“Em todos os três casos”, explica Dmitry, “vemos uma coisa em comum: engenharia social. Nesse tipo de ataque, o que é explorado não é uma brecha do sistema, em si, mas a falta de informação das pessoas. Se os usuários souberem como esses truques funcionam, com certeza, podem se proteger melhor, pois não vão clicar, vão fechar a janela, rejeitar a mensagem, e pensar duas vezes instalar algo apenas porque está na loja de apps do Google”, aponta.

Cuidado com as permissões — Para que o aplicativo malicioso tome o controle do celular, primeiro, o usuário precisa aceitar as permissões exigidas pelo app, que podem ir desde acessar a agenda de contatos até ter status de administrador do aparelho. Quem quiser evitar a infecção do aparelho, então, deve analisar com cuidado todas as demandas do aplicativo e suspeitar, caso peça autorização para acessar alguma área que não é usada para o funcionamento do app.

Pense antes de clicar — URLs desconhecidas ou suspeitas devem ser evitadas mesmo que o link tenha sido enviado por um amigo ou familiar. O mesmo vale para as notificações que “saltam” na tela ao acessar sites e aplicativos.

Desconfie sempre — Embora os golpes estejam se tornando cada vez mais sofisticados, é comum que haja indícios da farsa. O BRata encontrado pela Kaspersky, por exemplo, estava disponível com a logo do WhatsApp em azul e o nome “Atualização Whats App V2.0”, além de ter sido criado por um desenvolvedor desconhecido (JCLAlpp) – se fosse o app verdadeiro, teria a chancela do Facebook, empresa dona do app de mensagens original.

“O crime organizado brasileiro é muito criativo”, alerta Dmitry. “Infelizmente, o BRata é o primeiro de tantos outros ataques que virão. Os criminosos estão livres, dificilmente serão pegos e vão inventar novas versões do golpe”, lamenta o especialista.

Globo, via Techtudo

 

Campanha Liquida Natal 2019 será realizada pelo aplicativo da Nota Potiguar

Parceria entre SET e CDL Natal garante que os sorteios dos prêmios da promoção também serão feitos para os consumidores que baixarem o aplicativo e solicitarem a inclusão do CPF na nota emitida pelos estabelecimentos participantes

AA Secretaria Estadual de Tributação (SET-RN) e a Câmara de Dirigentes Lojistas de Natal (CDL) assinaram, nesta quarta-feira (21), um termo de cooperação técnica que viabiliza a operacionalização da campanha Liquida Natal por meio do aplicativo Nota Potiguar. Com isso, os consumidores que se cadastrarem no app e solicitarem a inclusão do CPF na nota fiscal nos estabelecimentos integrantes da promoção vão estar automaticamente concorrendo aos prêmios. A parceria visa agilizar a geração dos cupons e evitar filas para as trocas.

O acordo foi assinado na SET pelo secretário Estadual de Tributação, Carlos Eduardo Xavier, e pelo presidente da CDL Natal, Augusto Vaz. “Essa parceria vai beneficiar o consumidor duplamente, que passa a concorrer aos prêmios da Nota Potiguar e também dos sorteios da Liquida Natal, uma das principais campanhas promocionais do comércio da capital, além de proporcionar a comodidade de ter as notas fiscais inseridas automaticamente na promoção”, enfatiza o secretário.

Para Augusto Vaz, a parceria só fortalece a Liquida Natal 2019, que ainda não tem a data definida para começar, entretanto, tradicionalmente, a campanha é realizada entre os meses de agosto e setembro, sorteia prêmios, como carros, motos, aparelhos de tevê, viagens e dinheiro, para clientes, lojistas e vendedores. A solenidade também contou com a presença do coordenador da Nota Potiguar, Adriano Almeida, e de Joham Xavier, da CDL, além da equipe técnica da área de Tecnologia da Informação da secretaria. Pelo termo assinado nesta quarta-feira, o cupom participante do sorteio será preenchido automaticamente devido os dados cadastrados no app e impresso na sede da CDL.

Sobre a Nota Potiguar

A Nota Potiguar é uma ação do Programa de Educação Fiscal do RN, promovido pelo Governo do Estado e Secretaria Estadual de Tributação. A campanha concede prêmios em dinheiro e benefícios para quem solicita a inclusão do CPF na nota fiscal no momento da compra e tem cadastro no aplicativo. Além de beneficiar os consumidores, o programa também premia instituições filantrópicas, fortalece o comércio potiguar e ajuda no combate à sonegação fiscal, o que ampliar a arrecadação de ICMS para o estado e os municípios.

A campanha já conta com mais de 117,3 mil usuários, que instalaram o aplicativo da campanha, 109 instituições cadastradas e 39,8 mil estabelecimentos que integram a campanha. Nesse período, foram processados 5,5 milhões de documentos fiscais emitidos.

Ao todo, são distribuídos todos os meses R$ 118 mil para os consumidores e R$ 159 mil para as instituições filantrópicas cadastradas com sorteios baseados nos números da Loteria Federal. São dois prêmios de R$ 4 mil e outros quatro valendo R$ 10 mil, R$ 20 mil, R$ 30 mil e R$ 50 mil. As instituições cadastradas e escolhida pelos ganhadores também são contempladas com 50% do valor da premiação. Todas vão partilhar – desde que atinja ao menos 0,5% do total de pontos – um prêmio de R$ 30 mil igualitariamente.

Os R$ 70 mil serão distribuídos proporcionalmente entre as instituições que atingiram o maior número de pontos. Além dos prêmios em dinheiro, o programa também oferece outras vantagens, como descontos no IPVA e ingressos para jogos de futebol.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Cigano Lulu disse:

    Enquanto os petralhas estiverem no poder, nesta taba de Poti bela e banguela, só comprarei bens duráveis pela internet ou em estados vizinhos, como Paraíba, Ceará e Pernambuco.

  2. Ricardo disse:

    Que tal botar o comércio e serviços pra funcionar nas noutes de sexta e sábado na semana da liquida? Haveria shows de rua, ação global, serviços ao cidadão? Especialmente no Centro e Alecrim.

Prefeitura do Natal lança aplicativo contra a dengue; saiba como usar

A Prefeitura do Natal, através da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), lançou, durante a Campus Party, que aconteceu de 16 a 18 de agosto em Natal, o aplicativo de smartphone “Dengue Não”, que tem o intuito do reforçar o combate ao mosquito transmissor da doença, de forma interativa e colaborativa com a população.

Na ferramenta, é possível ter recomendações sobre os mitos e verdades da enfermidade e checar recomendações de boas práticas para não facilitar a reprodução do Aedes aegypti. Além disso, a aplicativo conta com espaço para notificações de casos de dengue (com mapa interativo, espaço para denúncia e Ranking Dengue Não) e com Boletim Entomoepidemiológico das Arboviroses. Outras funções do aplicativo são os jogos educativos para diversas faixas etárias e espaço para conhecer e registrar seus sintomas.

Dentro do app, existe um ranking com pontuação e premiação para os usuários que usam a ferramenta. Para a criação do programa, a SMS envolveu setores com representantes das pastas de Promoção à Saúde, Saúde Bucal, Saúde da Criança, Saúde da Família, Departamento Vigilância em Saúde, o Centro de Controle de Zoonose, Assessoria de Planejamento, secretários adjuntos e o próprio secretário municipal de Saúde, George Antunes.

Para o coordenador de saúde bucal e do programa Saúde na Escola, Rodolfo Lira, “o ‘Dengue Não’ é uma estratégia de interação ágil, acessível e com potencial de capilaridade”. Ele afirma que “o aplicativo é bem recente e continuará sendo aperfeiçoado e a inovação que essa ferramenta traz pode ser trabalhada de muitas formas pela saúde. Acho muito relevante a criação dessa ponte de interação e colaboração ágil e acessível da população com a gestão. Agora, nós partiremos para trabalhar esse app com a população, usando nas escolas e em ações da Prefeitura do Natal, como o Participa Natal. Estamos montando um planejamento para premiar os cidadãos destaques com honra ao mérito no combate do Aedes. Esses dados de sintomas irão nos ajudar a predizer surtos e agilizar o atendimento dos usuários”.

COMO USAR

Depois de um cadastro inicial, se o usuário identificar focos de dengues em terrenos baldios ou em sua caixa d’água, por exemplo, ele deve ir no espaço “notifique” e inserir o endereço do local atingido enviando uma fotografia juntamente com os dados. Estas informações vão para um mapa interativo dentro do aplicativo. Dentre 7 a 15 dias o problema será apurado e resolvido. Também há a possibilidade de informar sintomas suspeitos de dengue e receber orientação quanto à procura de uma unidade de saúde.

O aplicativo “Dengue Não” já está disponível para aparelhos móveis com sistema operacional Android e futuramente também estará disponível para IOS. Existe também a possibilidade de acessar o aplicativo por computadores em sua versão Web, mas sem a opção de jogos. Para baixar o aplicativo, basta acessar o link Applink.com.br/colabore_natal.

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Lucia disse:

    Concordo, se a população não vigiar nada serve, os focos devem ser encontrados e eliminados, esse aplicativo é bom, mais se a prefeitura lançar um aplicativo dizendo: a cada foco da dengue encontrado, você pontua pata uma premiação, ai sim, não dobrará nenhum mosquito. Rsrs

  2. Aroldo Pontes disse:

    GASTO EM VÃO. Podem criarem 1000 aplicativos. Se a população não tiver o mínimo de consciência, nada resolve

WhatsApp terá idade mínima necessária para acessar o aplicativo

Aqueles que já possuem o aplicativo, mas não atendem à idade mínima imposta, serão banidos do aplicativo

O WhatsApp está trabalhando em recurso que impõe uma idade mínima necessária para acessar o aplicativo. Segundo informações do WABEtainfo, menores de 13 anos não poderão criar uma conta no app de mensagens, e aqueles que já a possuem, mas não atendem ao novo requisito, serão banidos. Na Europa, o limite será de 16 anos.

A medida visa impedir que crianças tenham acesso a uma conta no aplicativo de bate-papo, a fim de cuidar de seus dados pessoais e também evitar que sejam enganadas por agressores e pedófilos.

O WABEtainfo afirma que a atualização deve chegar em breve, na versão 2.19.222, e se espera que o primeiro sistema operacional a recebê-lo seja o iOS, mas datas específicas ainda são desconhecidas.

Fique ligado no Olhar Digital para saber mais informações sobre quando esta atualização deve chegar ao aplicativo.

Olhar Digital, via Fayer Wayer

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. marcopolo disse:

    Boa

Aplicativo Meu NatalCard será lançado nesta quarta-feira

Em uma ação visando tornar mais prática a vida dos estudantes que utilizam o transporte público coletivo da capital, o NatalCard lança, nesta quarta (14), o app Meu NatalCard; uma plataforma de informações e serviços para usuários ativos tanto da carteira de identificação estudantil- CIE (UNE, Ubes e ANPG) quanto para os usuários do Cartão de Passagem NatalCard.

O evento de lançamento será às 18h, no Espaço Estudante do NatalCard Zona Sul, em Candelária (próximo à loja Agaé).

O app Meu NatalCard será a ferramenta que conectará o passageiro estudante a diversos serviços oferecidos, agora possíveis via celular. Sem dúvida, uma conquista para os estudantes que esperaram ansiosamente por essa ferramenta. Entre os serviços oferecidos; consultas de saldos de recargas de passagens eletrônicas, recibos de compra de passagens, informações sobre locais de descontos exclusivos da rede de empresas parceiras NatalCard, localização da rede de vendas na cidade, e muito mais.

Saiba Mais

O passageiro estudante poderá ainda, pelo app, solicitar a carteira de estudante e ainda recebê-la na comodidade de sua casa. Para acessar, será preciso baixar o app Meu NatalCard no Google Play ou Apple Store e instalá-lo no celular.

Lançamento do app Meu NatalCard

Quando: quarta-feira (14)
Horário: 18h
Local: Espaço Estudante do NatalCard Zona Sul, Av. Sen. Salgado Filho, 2850 (próximo à loja Agaé), Candelária, Natal – RN.

Transformação digital: Prefeitura de São Gonçalo vai lançar aplicativo de ofertas de emprego no município

Foto: Assessoria São Gonçalo

São Gonçalo do Amarante/RN está entrando firme no conceito de cidade inteligente, o ‘smart city’. Após se consolidar como a segunda cidade do Brasil a receber um empreendimento com esse conceito, a Prefeitura Municipal está adotando tecnologias móveis para conectar o cidadão aos mais diversos serviços públicos.

Está sendo desenvolvido um aplicativo para facilitar a busca por vagas de emprego. Intitulado como ‘Quero Trabalhar’, o ‘app’ tem como finalidade cadastrar ofertas de empregos geradas pelos empreendimentos que estão chegando na cidade, como também o currículo e informações do cidadão que estão buscando uma vaga. Após o cadastro as informações serão cruzadas e informadas ao usuário e empregador.

“Usando inteligência artificial para cruzar dados, o aplicativo vai ajudar na interação entre a empresa e o candidato. É muito parecido com o “tinder”, os interesses são conectados facilitando a comunicação entre as partes interessadas. Estamos usando a tecnologia para melhorar nossos índices de geração de emprego”, observa o prefeito.

O secretário municipal de Desenvolvimento Econômico e Turismo, Vagner Araújo, destaca que o aplicativo só permite o cadastro de pessoas que moram no município. “O objetivo é gerar empregos para a população da nossa cidade. Se deixássemos aberto, poderíamos estar intensificando a concorrência, que já existe hoje. Por estarmos recebendo muitos investimentos, graças às nossas politicas de atração de empresa, pessoas de diferentes cidades da Grande Natal têm buscado trabalho
em São Gonçalo”, observa.

 

Motorista de aplicativo é atacado com vários golpes de faca em assalto durante viagem na Grande Natal

 (FOTO: ILUSTRATIVA)

Bandidos esfaquearam um motorista de aplicativo de transporte de passageiros, de 41 anos, em um assalto que aconteceu no fim da noite dessa quinta-feira (26), por volta das 23h, na comunidade de Taborda, no município de São José de Mipibu, na Grande Natal. De acordo com informações preliminares, os suspeitos seriam dois homens e duas mulheres que teriam se passado por passageiros e começaram a viagem em Parnamirim. Na ocasião, anunciaram com o carro já em corrida. Na ação criminosa, uma corda teria sido colocada no pescoço da vítima, que foi esfaqueada várias vezes, inclusive, na região do pescoço.

Segundo a Polícia, após o crime, os assaltantes fugiram levando o carro da vítima, modelo Etios Sedan de cor prata. A vitima foi socorrida somente após a população da região informar que havia um homem ferido em uma estrada de terra. Temerosos com o desconhecido, não se aproximaram até a chegada de autoridades responsáveis. Na chegada ao local, os policiais solicitaram o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), que resgatou a vítima.

O motorista de aplicativo foi levado para o Hospital Deoclécio Marques, em Parnamirim e depois foi transferido para o Hospital Walfredo Gurgel, na capital. O estado de saúde do homem é grave.

Motorista de aplicativo reage a assalto, luta, toma arma e atira em bandido na Zona Sul de Natal

Foto: Reprodução/Inter TV Cabugi

O portal G1-RN destaca nesta terça-feira(23). Um motorista de aplicativo reagiu a um assalto, entrou em briga corporal com o bandido e conseguiu tomar a arma dele, na noite dessa segunda-feira (22), em Natal. Ainda durante a ação, o homem disparou o revólver contra a perna do assaltante, que, mesmo ferido, conseguiu fugir. O caso aconteceu no bairro Neópolis, na Zona Sul da capital. O motorista chegava ao local para pegar duas passageiras, estudantes francesas, quando o criminoso chegou ao local em uma motocicleta e abordou o grupo. Veja reportagem aqui

Operação da Polícia Civil na Grande Natal combate grupo suspeito de cadastrar ‘motoristas fantasmas’ em aplicativo de transporte

Na manhã desta quinta-feira (18), as equipes das Delegacias Municipais de São Gonçalo do Amarante e Extremoz cumpriram mandados de busca e apreensão em residências de investigados que são suspeitos de fraudarem empresas de aplicativos de mobilidade. Durante a ação, os policiais civis apreenderam diversos documentos, cartões e aparelhos eletrônicos que eram utilizados para o cadastro dos perfis falsos.

As investigações revelaram que os suspeitos montavam uma rede de pessoas que eram indicadas para as empresas de mobilidade e com isto, os suspeitos ganhavam uma bonificação prometida pela empresa que estava sendo vítima da fraude. “Os investigados obtinham CPF de terceiros, criavam uma conta no aplicativo, se passando como uma pessoa indicada por ele mesmo, e conseguiam receber uma quantia em dinheiro da empresa. Os perfis criados eram falsos e possivelmente de pessoas que nem sabiam que eram cadastradas como motoristas de aplicativo ou usavam nomes também pessoas já falecidas”, detalhou o delegado de São Gonçalo do Amarante, Luciano Augusto.

Durante o cumprimento dos mandados, os policiais civis encontraram na residência de um dos investigados diversos cartões da empresa vítima em nomes de diferentes pessoas, documentos de identidades e CPFs de terceiros, documentos de veículos, máquinas de débito, chips de aparelhos telefônicos, comprovantes de endereços em diversos nomes, dentre outras provas que apontam para a culpabilidade dos investigados.

A Polícia Civil pede que a população continue enviando informações de forma anônima, através do Disque Denúncia 181.

Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Polícia Civil/RN – SECOMS

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Sergio disse:

    Todo mundo faz esses cadastros. Kkkkkkk
    Já soube que uma pessoa fez um cadastro só pra zuar, utilizou o nome de negão da pirocona, estuprador como profissão, o automóvel uma carroça de burgo…..só pra tirar onda, porém o cadastro foi aprovado. Se é verdade não sei, mas com essas prisões agora dava pra vê que eles faziam o que queriam com esses cadastros e eram aprovados.

  2. Ana leticia disse:

    Coincidência ou não, toda vez que se prende um bandido e se pergunta sua profissão, ele responde imediatamente,motorista da UBER.

  3. Deb&Loide disse:

    Até q fim

WhatsApp vai processar usuário que enviar mensagens em massa pelo aplicativo

A partir de dezembro de 2019, a plataforma deverá tomar medidas legais contra divulgação de mensagens automáticas ou em massa

Na seção de perguntas e respostas do site do WhatsApp, agora consta a informação de que o aplicativo não foi projetado para enviar mensagens automáticas ou em massa, e que atitudes como essas violam os Termos de serviço da plataforma. Usuários e empresas que não respeitarem tal normativa, poderão ser processadas pela empresa a partir de 7 de dezembro de 2019.

Como parte de um extensivo trabalho na luta contra a disseminação de informações falsas, o WhatsApp optou por tomar atitudes mais efetivas contra o envio de mensagens em massa através do aplicativo.

Em fevereiro, executivos da empresa já haviam informado que estavam desenvolvendo um sistema de detecção e expulsão de usuários cujo comportamento fosse considerado inadequado. Isso permite barrar pessoas mal-intencionadas em várias situações: no momento de cadastro, enquanto enviam mensagens e quando são denunciados por outros usuários do serviço de mensagens. Logo, processar quem fizer uso indevido da plataforma, violando os termos de uso do WhatsApp é mais um instrumento da plataforma na luta contra as fake news.

Na seção “Uso não autorizado do WhatsApp” temos a seguinte informação:

Este é um desafio que requer uma abordagem holística. O WhatsApp está comprometido a utilizar todos os recursos à disposição dele, incluindo processar, se necessário for, para evitar abusos contra nossos Termos de serviço, como o envio de mensagens em massa ou utilização comercial. É por isso que, além das iniciativas tecnológicas, utilizamos uma abordagem jurídica contra indivíduos ou empresas que ligamos a evidências dentro da plataforma WhatsApp de abusos contra ela. O WhatsApp se reserva ao direito de continuar a tomar as medidas jurídicas cabíveis nesses casos.

Além disso, a partir de 7 de dezembro de 2019, o WhatsApp tomará medidas legais contra quem auxiliar a terceiros a violarem nossos Termos de serviços com práticas abusivas, como envio de mensagens em massa ou automatizadas, ou com a utilização comercial, mesmo que essas informações sejam disponibilizadas para nós fora da plataforma. As informações fora da plataforma, por exemplo, incluem declarações de empresas sobre a habilidade em utilizar o WhatsApp de forma que viola nossos Termos de Serviço. Este texto serve como aviso de que tomaremos medidas jurídicas contra as empresas que abusarem da nossa plataforma se tivermos evidências fora dela desses abusos se eles continuarem após 7 de dezembro de 2019, ou antes dessa data se essas empresas estiverem ligadas a evidências dentro da plataforma que evidenciem tais práticas.

O WhatsApp se esforça para conter usos inadequados, uma vez que sofre pressão em massa de governos – como acontece na Índia. Além de problemas com a justiça eleitoral, a distribuição de notícias falsas no país pelo WhatsApp incita comportamentos agressivos, que já causaram a morte de dezenas de pessoas, e aspectos semelhantes contribuem para violência étnica em Mianmar.

Mas a Índia não é o único país em que o WhatsApp vem enfrentando tais problemas. Durante as eleições no Brasil, depois da denúncia do jornal Folha de São Paulo sobre o disparo de mensagens em massa pela equipe do então candidato à presidência da república, Jair Bolsonaro, a empresa que pertence hoje ao Facebook desativou centenas de contas usadas para tal prática.

Como parte de uma ação mais rigorosa neste sentido, desde janeiro deste ano, o reenvio de mensagens está limitado a apenas cinco destinatários.

Logo, se você costuma compartilhar mensagens em massa, violando os Termos de uso do WhatsApp, saiba que a partir de 7 de dezembro deste ano poderá responder judicialmente por tal prática.

Olhar Digital, via WhatsApp

 

Motorista de aplicativo feito refém por dupla armada após solicitação de corrida relata momentos de terror durante a madrugada em Natal

Assaltantes deixam o carro do motorista de aplicativo e roubam um segundo veículo, um HB-20 de um idoso que havia estacionado o carro para ir caminhar na praça — Foto: Reprodução/vídeo

O portal G1-RN destaca nesta quarta-feira(29) os momentos de terror que um motorista de aplicativo passou nesta madrugada em Natal. Na ocasião, foi feito refém por dois assaltantes, e foi obrigado a dirigir para a dupla por quase duas horas. Boa parte deste tempo ele ainda foi trancado na mala do carro. Segundo a vítima, os bandidos procuravam alguém para matar.

Segundo a reportagem, a solicitação da corrida veio pelo aplicativo, no qual o nome da passageira aparecia como Carol. A suposta mulher pedia para ser encontrada em uma padaria na Av. Antônio Basílio, na Zona Sul da cidade. Ao chegar ao ponto de partida, dois homens apareceram armados e o renderam. Ele conta que então partiu com os dois criminosos com destino ao bairro de Nova Descoberta, que o ameaçaram se cruzassem com alguma viatura da Polícia Militar e fizesse qualquer sinal de que estava em apuros, Seria morto na mesma hora. O tormento da vítima só acabou no início da manhã,  por volta das 5h10, quando os bandidos ordenaram que ele parasse o veículo quando perceberam um idoso estacionar o carro em uma praça no bairro de Lagoa Nova. O idoso havia estacionado o carro para poder caminhar na praça, e teve seu bem roubado.

Veja mais detalhes impressionantes e imagens clicando aqui em texto na íntegra