Durante análise do projeto de lei para licitação dos transportes públicos de Natal, a Câmara Municipal de Natal aprovou nessa quarta-feira (28) uma emenda que garante linhas de ônibus noturnas nas quatro regiões administrativas da cidade. O projeto de lei foi apresentado pela Prefeitura de Natal no final de 2017 para realizar a licitação – uma para alterar a Lei Complementar 149/2015, que regulamentou a licitação que foi deserta, porque ninguém concorreu.
O objetivo da Prefeitura com esse projeto é alterar a lei de 2015 e tornar a licitação mais atrativa economicamente e atrair empresas.
A Carioca, juíza de direito, Ludmila Lins Grilo, através do microblog Twitter, classificou a finalidade da audiência de custódia, nessa quarta-feira(28), como o mais atual retrato da “bandidolatria”.
“A audiência de custódia é um caríssimo SAC de atendimento ao cliente, onde o preso pode descarregar toda a sua insatisfação com o serviço prestado por quem o prendeu: o policial, que nada poderá dizer na audiência. A audiência de custódia é o mais atual retrato da bandidolatria”, disse.
Em outro post, a juíza também destaca um artigo intitulado “Audiência de Custódia, o símbolo da impunidade, publicada na Gazeta do Povo. Leia aqui
Uma voz isolada no meio do Judiciário brasileiro, que hoje, em sua imensa maioria, vive totalmente apartado dos anseios e da realidade social. Certamente será admoestada por seus pares, isso se não responder a algum procedimento disciplinar para explicar essa postagem. O Judiciário e o MP, hoje, são quase que inimigos da sociedade trabalhadora, visando somente conseguir mais recursos financeiros e vantagens, muitas delas, imorais, em detrimento dos contribuintes, que literalmente, "se lascam" para bancar esse fausto banquete.
Estão abertas as inscrições no processo de Adaptação para os alunos novatos que desejam estudar nas unidades do CEI Mirassol e Zona Sul durante o ano letivo de 2019. Ele é destinado aos novos estudantes da Educação Infantil e Ensino Fundamental I (2º ao 5º ano). No CEI Mirassol, as inscrições devem ser realizadas pelos responsáveis, na secretária da unidade, de segunda à sexta-feira, das 8h às 17h. Nessa unidade, o processo de Adaptação acontecerá das 14h às 17h, de 04 a 06 de dezembro e as reuniões com os pais dos alunos inscritos acontecerão no dia 3 de dezembro (15h para a Educação Infantil e 16h para o Ensino Fundamental I).
Já quem deseja matricular a criança na unidade do CEI Zona Sul, também deve se dirigir à secretaria da escola em Nova Parnamirim, de segunda à sexta-feira, das 8h às 17h. Aqui a Adaptação será realizada de 11 a 13/12, das 14h às 17h, com as reuniões da equipe pedagógica e os responsáveis acontecendo no dia 10/12 (15h para a educação infantil e 16h para o Ensino Fundamental I).
Esse processo tem por objetivo proporcionar aos futuros alunos do CEI Mirassol e Zona Sul e seus familiares a oportunidade de conhecerem o espaço físico da escola, os recursos à disposição do estudante, os princípios pedagógicos, a metodologia e as normas organizacionais da instituição. Cada criança inscrita no processo de Adaptação tem direito a levar mais um amigo ou parente (que se encaixe nos requisitos da proposta) para participar dos três dias de atividades. No ato da inscrição, deverá ser entregue 01 (uma) foto 3×4 do aluno e a cópia do boletim escolar referente às últimas avaliações de 2018 (este último item somente para o Ensino Fundamental).
Fazer sauna regularmente pode ser uma forma de reduzir o riscos de infarto, de acordo com um novo estudo internacional que acompanhou por 15 anos pessoas que faziam sessões, com diferentes frequências. Os resultados mostraram que, entre aqueles que faziam de quatro a sete sessões por semana, há 61% menos chances de sofrer um infarto do que aqueles que faziam apenas uma sessão por semana. O estudo, publicado no periódico “Neurology” e realizado por cientistas nas universidades de Bristol, Leicester, Emory, Cambridge, Innsbruck e do Leste da Finlândia, foi o primeiro a tratar do tema com análises realizadas a longo prazo.
De acordo com os resultados, os menores riscos de infarto relacionados a fazer sauna foram descobertos a partir de 1628 homens e mulheres entre 53 e 74 anos que vivem no Leste da Finlândia e se dispuseram a fazer parte do estudo. Com a sauna como uma prática tradicional finlandesa, os participantes foram divididos em três grupos com diferentes níveis de frequência por semana: aqueles que faziam sauna uma única vez, os que faziam de duas a três vezes e aqueles que faziam de quatro a sete vezes.
A diminuição no caso de infartos relacionada ao costume de fazer saunas se liga à redução da pressão arterial, estímulo do sistema imunológico, melhora do sistema nervoso autônomo, além de mais eficácia nas funções cardiovasculares.
Comparado com os participantes que faziam apenas uma única sessão de sauna (do primeiro grupo), aqueles que faziam de duas a três (segundo grupo), tinham 14% menos chances de ter um infarto. Os dados foram verificados com semelhança em ambos os sexos, mesmo com todos os fatores de risco normalmente associados ao enfarto, como massa corporal, diabetes, idade, consumo de álcool, entre outros.
De acordo com Setor Kunutsor, um dos pesquisadores à frente do estudo na Bristol Medical School, “os resultados são significativos e destacam os benefícios de se fazer sauna”. O mesmo grupo de cientistas responsável pela pesquisa também descobriu recentemente que sessões de sauna têm efeitos na rigidez da parede arterial, influenciando a pressão arterial e os parâmetros da função cardíaca.
A CCR, que atua no mercado de concessões de estradas, metrôs e aeroportos, e o Ministério Público de São Paulo vão anunciar o fechamento de um acordo nesta quinta (29) , no qual a empresa relata ter doado R$ 44 milhões para o caixa dois de políticos de São Paulo, em valores corrigidos.
Praça de pedágio da concessionária CCR Nova Dutra, entre as cidade de São José dos Campos e São Paulo – Lucas Lacaz Ruiz/Folhapress
Os nomes dos políticos estão sendo mantidos sob sigilo, mas a Folha apurou que fazem parte do grupo o ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB), o senador José Serra (PSDB-SP) e o ministro de Ciência e Tecnologia, Gilberto Kassab (PSD) –futuro chefe da Casa Civil do governador João Doria (PSDB).
Por ser concessionária de serviço público, a CCR é proibida por lei de fazer doações a partidos.
Para se livrar de processos que teria de responder, a empresa pagará uma multa de R$ 81,5 milhões para o governo paulista e destinará R$ 17 milhões para a construção da biblioteca da Faculdade de Direito da USP.
A Folha revelou em maio que a CCR negociava um acordo no qual citaria Alckmin como um dos beneficiários de recursos de caixa dois da concessionária. O montante, de R$ 5 milhões, foi entregue, segundo a empresa, a um cunhado de Alckmin, Adhemar Ribeiro. A Odebrecht também citou o cunhado como operador de recursos ilícitos para campanhas do tucano.
O valor destinado a Serra teria sido intermediado pelo empresário Marcio Fortes, também citado pela Odebrecht como operador do tucano.
Alckmin, Kassab e Marta já negaram que tenha recebido recursos ilícitos na sua campanha.
A doação via caixa dois visava conquistar a simpatia dos políticos para os pleitos da CCR junto ao governo, segundo declarações de executivos da CCR feita ao promotor José Carlos Blat, que negociou o acordo.
Nenhum dos executivos falou em contrapartida do governo para as doações, o que poderia caracterizar corrupção, um crime muito mais grave do que o caixa dois.
Se a Promotoria encontrar provas de que houve corrupção, o acordo será desfeito.
A CCR começou a negociar o acordo em maio deste ano, depois de operador financeiro Adir Assad ter contado em acordo de delação que havia gerado R$ 46 milhões para o caixa dois da empresa.
Preso pela Operação Lava Jato em 2016, Assad disse que fornecia recursos para o caixa dois da CCR simulando a prestação de serviços ou por meio de contrato de patrocínio de uma equipe de corrida que ele mantinha, na categoria stock car. Em alguns casos, havia de fato prestação de serviços. Assad disse ter intermediado um contrato de merchandising da concessionária com a Rede Globo.
No acordo que assinou com procuradores da Lava Jato, Assad afirmou que tinha uma relação de amizade com o ex-presidente da CCR, Renato do Valle, e com um ex-executivo do grupo, José Roberto Meirelles. A prática de caixa dois ocorreu quando Valle ocupava a presidência da companhia.
Segundo Assad, foi o ex-diretor da Dersa Paulo Vieira de Souza, conhecido como Paulo Preto, que o apresentou a Renato do Valle.
Tanto Valle como Meirelles foram demitidos por conta da revelação do caixa dois e da relação que mantinham com Paulo Preto.
A CCR fez o acordo para evitar ter mais problemas no futuro, com repercussões no valor das ações negociadas na B3, a Bolsa paulista. Em fevereiro deste ano, quando o acordo de delação de Adir Assad se tornou público, as ações despencaram 10,1% e o valor da empresa caiu R$ 4,62 bilhões.
Foi para evitar que a sangria continuasse que a CCR criou um comitê independente para investigar o destino do dinheiro do caixa dois, formado, entre outros, pelo ex-ministro do Supremo Carlos Veloso. Um escritório de advocacia brasileiro e outro americano foram contratados para acompanhar a apuração. Inicialmente, a CCR estimava que o valor do caixa dois destinado aos políticos era de R$ 17 milhões. Posteriormente, chegou ao valor de R$ 30 milhões que, corrigidos, chegam aos R$ 44 milhões que constam do trato.
Os advogados que negociaram o acordo, Sebastião Tojal, Celso Vilardi e Roberto Telhada, não quiseram se pronunciar.
A Folha ainda não conseguiu contato ainda com Alckmin, Serra e Kassab.
A CCR ainda não se pronunciou sobre o acordo que será assinado na tarde desta quinta (29).
A 3R Petroleum venceu o leilão de US$ 453,1 milhões (equivalente a R$ 1,7 bilhão) para operar 100% de 32 campos de petróleo e 50% de outros dois no Rio Grande do Norte.
Até aí nada de ilegal no processo, mas existem alguns pontos que provocam estranheza. Como pode uma empresa com faturamento anual de R$ 360 mil desembolsar R$ 1,7 bilhão para comprar estes ativos?
O assunto foi levantado pelo futuro senador Jean Paul Prates, especialista na área energética, e pelo secretário-geral do Sindicato dos Petroleiros (SINDPETR) Pedro Lúcio.
O blogueiro Bruno Barreto explica em post em destaque nesta quinta-feira(29). Clique aqui
O ex-presidente da Venezuela Hugo Chávez com seu então homólogo chinês, no Grande Palácio do Povo em Pequim, em abril de 2009. EFE
O chamado Grande Volume, um megacontrato de 20 bilhões de dólares (77,2 bilhões de reais) selado em 2010 entre a Venezuela e a China, se tornou um ninho de corrupção. A construção de infraestrutura de energia no país sul-americano ocultou um negócio fabuloso de comissões ilegais. Uma investigação da Justiça de Andorra revelou que o empresário venezuelano do ramo de seguros Diego Salazar e seus colaboradores receberam 200 milhões de dólares (772 milhões de reais) de cinco empresas chinesas. A rede de Salazar escondeu seu saque na Banca Privada d’Andorra (BPA), um banco que foi fechado em 2015 pelas autoridades do pequeno principado dos Pirineus por lavagem de dinheiro. A China concedeu um empréstimo à Venezuela por intermédio do Banco de Desenvolvimento da China (BDC) e contribuiu com dois terços dos recursos. O Banco de Desenvolvimento Econômico e Social (Bandes) estava encarregado de administrar os fundos. Um grande plano para modernizar a Venezuela. E uma oportunidade suculenta para sujeitos como Salazar.
Mas Salazar não era um empreendedor a mais. O executivo da área de seguros é primo de Rafael Ramírez, que foi ministro de Energia e Petróleo do país de 2004 a 2012 e presidiu a PDVSA, a maior empresa pública venezuelana. E a juíza Canòlic Mingorance, de Andorra, acaba de revelar que Salazar contatou as empresas chinesas para facilitar as concessões em troca de comissões ilegais. Para isso ele recorreu ao primeiro secretário da embaixada venezuelana em Pequim, Luis Enrique Tenorio. E para esconder seus ganhos, Tenorio criou uma empresa panamenha, a Phomphien Corporation, e abriu uma conta na BPA de Andorra. Salazar foi detido há um ano e está preso em Caracas.
O circuito Venezuela-China-Andorra funcionou perfeitamente. A Highland Assets, a empresa por trás da qual Salazar se ocultava e também um colaborado dele, assinou um acordo com a empresa chinesa CAMC Engenharia pelo qual a assessorava na obtenção de contratos milionários licitados pelo Ministério do Petróleo e Energia, especialmente da PDVSA e da CORPOELEC, no âmbito do conjunto de obras oferecidas no Grande Volume.
O contrato era confidencial até cair nas mãos da juíza Mingorance. A magistrada usou o texto para sustentar parte de sua acusação e processar Salazar por lavagem de dinheiro. O documento afirmava que, se os chineses recebessem obras no valor de 200 milhões de dólares, a Highland Assets receberia 10% líquido do volume de negócios da Camc Engineering. “Este é um contrato de resultados totalmente anormal no setor de consultoria, já que o evento que gera a contraprestação não é a preparação de relatórios ou a assessoria, mas a concessão”, diz uma decisão recente da juíza de Andorra.
Depois de assinar o acordo, a empresa chinesa começou a receber contratos. O primeiro foi o da construção da usina de geração de energia elétrica de El Vigía, licitada pela empresa pública venezuelana de eletricidade Corpoelec. E a conta andorrana de Salazar com a sociedade panamenha Highland Assets recebeu o primeiro pagamento de 36 milhões de dólares como “assessoria integralpara a execução do projeto de construção da usina termoelétrica de El Vigia”.
Para cada obra concedida, um novo pagamento entrava na conta andorrana. Um milhão de dólares para o projeto do delta do Orinoco; 400.000 dólares para o de rio Guarico; 600.000 e um milhão de dólares pelo do rio Orinoco; três milhões para os projetos de Fábrica, Tiznado, Piritu Becerrra, Delta Orinoco e Guarico. Entre 2011 e 2012, o fluxo de milhões não parou. E somou 106 milhões de dólares.
Ao mesmo tempo em que as 11 contas de Salazar em Andorra engordavam com cifras milionárias, a partir delas começaram a jorrar os subornos para altas autoridades venezuelanas. Tudo ante os olhos dos diretores da BPA. Os executivos do banco andorrano não fizeram perguntas sobre a atividade suculenta do empresário venezuelano, a quem ajudaram a construir a rede de empresas panamenhas.
O negócio do Grande Volume foi dividido entre várias empresas chinesas com as quais Salazar e seu colaborador Luis Mariano Rodríguez assinaram contratos similares. A China Machinery Engineering Corporation (CMEC) ficou com a construção da estação elétrica de emergência no Estado de Zulia e recompensou Salazar com um pagamento de 55 milhões de dólares. Rodríguez recebeu 9,5 milhões de dólares. O dinheiro foi para a conta andorrana da empresa holandesa Investments and Consulting.
A empresa Sinohydro Corp. Ltd selou com a PDVSA, por 315 milhões, a construção da central de La Cabrera. Cinco dias antes, a empresa panamenha de Salazar havia assinado um contrato com Francisco Jiménez Villaroel, gerente do escritório da PDVSA na China, para ajudar as empresas asiáticas a entrarem no mercado venezuelano. A juíza enfatiza que Jiménez não possuía na época nenhuma estrutura para fornecer esses supostos serviços. A empresa chinesa não demorou para transferir 50 milhões de dólares para a conta de Salazar. Eudomario Carruyo, então diretor financeiro da PDVSA, recebeu em sua conta do BPA o valor de 7 milhões de dólares.
O volume de pagamentos milionários do Grande Volume não parou. Novas comissões para La Cabrera, para o Projeto Agrícola Integral Pajuey e Santo Domingo Llano Alto. E novas empresas chinesas que encheram com milhões as contas andorranas de Salazar e seus colaboradores. Como a empresa de fabricação de ônibus Yutong Hongkong Ltd., que transferiu 11 milhões de dólares, e a petroleira Shandong Kerui Petroleum, que lhe enviou 17 milhões de dólares.
Salazar prestou declarações em 2015 em Andorra perante a juíza que descobriu agora os seus segredos mais ocultos. Afirmou que eram as autoridades chinesas que tinham “o poder de decidir quais empresas fariam os projetos”. Seus argumentos não o impediram de ser processado em setembro com mais 27 pessoas acusadas de saquear 2,3 bilhões de dólares da PDVSA, a joia da coroa da Venezuela. Entre os réus estão Nervis Villalobos e Javier Alvarado, ex-ministros de energia de Hugo Chávez.
PAGAMENTOS MILIONÁRIOS A EXECUTIVOS DA PETROLEIRA ESTATAL VENEZUELANA J. M. I. / J. G.
A investigação da juíza andorrana Canòlic Mingorance revelou pagamentos suspeitos recebidos por alguns dos principais responsáveis pela empresa pública Petróleos de Venezuela SA (PDVSA) e suas filiais. Este é o caso de Ramon Arias Lanz, ex-presidente da PDVSA Engenharia e Construção, que tinha uma conta na Banca Privada d’Andorra (BPA) em nome da empresa de fachada White Snake Properties.
Entre 2011 e 2012, a conta Arias se nutriu com três transferências. Uma de 300.000 dólares e duas de cinco milhões de dólares cada. Todas procederam da conta da empresa High Advisory and Consulting Ltd,, de Luis Mariano Rodríguez, diretor financeiro de Diego Salazar e para os investigadores seu provável testa de ferro.
Um leitor do Blog, de identidade preservada, alerta para um amontoado de pneus na praça Joaquim Eufrásio, no conjunto Pirangi, em frente ao Serrambi I, na Zona Sul de Natal. Denunciante pede providências temendo a chegada dos verão e chuvas em um período que normalmente aumentam os índices de dengue.
A área referida pelo leitor João fica exatamente a 600 metros de um pelotão de policia ambiental.
Rua Pio Cavalcanti com Rua da Torre. Imenso lixão a céu aberto. Até animais mortos são descartados lá. Cadê a Urbana, Idema e etc que não vê isso?
A área é de recarga do aquífero e todos os poluente se infiltram no solo.
Isso nao é nada.. no proprio parque das dunas tem um campo de entulho com pneu em area limite de protecao, proximo ao IDEMA. O carroceiro joga o lixo e pneus (deve ser 10 reais o serviço) e a prefeitura uma vez por semana pega pra levar pra outro lugar (uns 5000,00 reais ou mais cada vez, talvez..). quem paga o carroceiro se acha inteligente, espalha dengue e doenças respiratorias pelas queimadas e poeira.. e os bestas que pagam impostos é quem bancam esse tipo inteligência da prefeitura…. Como carroceiro ja nao tem dinheiro pra levar uma multa… a prefeitura da uma ajudazinha "social".. parece piada. Dinheiro publico bancando programas sociais de distribuicao de doencas e danos ambientais.
Luiz Fernando Pezão (MDB) é o quarto governador do Rio de Janeiro preso nos últimos anos, e o primeiro detido durante o exercício do cargo na história recente do Rio. Antes dele, foram presos Sérgio Cabral, Rosinha Garotinho e Anthony Garotinho —Cabral em decorrência de investigações da Lava Jato e o casal Garotinho por investigações da Justiça Eleitoral.
O governador do estado do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, no Palácio Guanabara. – Zô Guimarães – 24.jul.2018/Folhapress
Desde 1999, quando Garotinho assumiu mandato como governador, apenas Benedita da Silva (PT) pisou no Palácio das Laranjeiras sem, posteriormente, pisar em alguma carceragem (vice de Garotinho, ela assumiu o cargo em 2002, quando ele renunciou para se candidatar à Presidência).
Antes de 1999 e após a redemocratização (1985), o Rio de Janeiro foi governado por Leonel Brizola (morto em 2004), Moreira Franco (investigado pela Lava Jato) e Marcello Alencar (morto em 2014). Nilo Batista, vice de Brizola, também chegou a assumir o governo por oito meses; hoje se dedica ao trabalho acadêmico.
Entre todos aqueles que foram eleitos como governador do Rio de Janeiro e que ainda estão vivos, apenas Moreira Franco não foi preso —contudo, ele é investigado pela Operação Lava Jato.
Pezão foi preso preventivamente na quinta-feira (29) no Palácio das Laranjeiras pela Polícia Federal. O Ministério Público Federal do Rio de Janeiro, munido da delação de Carlos Miranda, ex-operador financeiro de subornos de Sérgio Cabral, acusa Pezão de se beneficiar de esquema pelo qual teria recebido vantagens ilícitas, mesmo após a prisão de Sérgio Cabral.
Outro governador preso durante o exercício do cargo foi José Roberto Arruda (DEM), do Distrito Federal, em fevereiro de 2010. No entanto, ele não foi retirado da sede do governo pela polícia; entregou-se espontaneamente à PF.
A prisão de Arruda se deveu à acusação de ter participado de esquema de propina na obra do estádio Mané Garrincha. Em março de 2010, teve seu mandato como governador cassado. Segue detido, após duas condenações.
O portal G1-RN destaca nesta quinta-feira(29). Morreu na noite dessa quarta-feira (28), durante uma troca de tiros com policiais militares do Grupo Tático Operacional (GTO) de Caraúbas, na região Oeste potiguar, Vantuir Lima, de 25 anos. Ele era um dos suspeitos de participar da morte do cabo da PM Ildônio José da Silva – crime ocorrido durante um assalto a um ônibus de estudantes em agosto – e ainda dos assassinatos dos empresários Robério Gurgel e Paulo Itácio Câmara, mortos nos primeiros meses do ano, também em Caraúbas. Veja reportagem com todos os detalhes aqui
Segundo a reportagem, Vantuir trocou tiros com a PM durante um cerco a uma residência após uma denúncia anônima de que na casa havia um homem procurado pela Justiça. Com a chegada dos policiais, o suspeito reagiu e atirou. No revide, ele acabou atingido. A PM conta que Vantuir ainda foi socorrido ao hospital, mas não resistiu.
A taxa de desocupação fechou o trimestre móvel no mês de outubro em 11,7%, caindo 0,6 ponto percentual em relação ao trimestre anterior (maio/julho), quando a taxa foi 12,3% – confirmando que o desemprego continua em queda no país.
Ainda assim, o país fechou o trimestre móvel encerrado em outubro com uma população de 12,4 milhões de pessoas desempregadas, número que, no entanto, registra 4% inferior ao do trimestre encerrado em julho – menos 517 mil pessoas sem emprego.
As informações foram divulgadas nesta quinta-feira (29), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e fazem parte da pesquisa nacional por amostra de domicílio – Pnad Contínua. Em relação ao mesmo trimestre móvel de igual período do ano passado, quando a taxa de desemprego estava em 12,2%, com queda de -0,5 ponto percentual.
Os dados do IBGE indicam que a população ocupada no final de outubro chegava a 92,9 milhões, um aumento de 1,4% (mais 1,2 milhão de pessoas) em relação ao trimestre de maio a julho deste ano; e mais 1,5% (1,4 milhão de pessoas) na comparação com o trimestre de agosto a outubro de 2017.
Segundo a pesquisa, as 12,4 milhões de pessoas que integravam a população desocupada no trimestre móvel encerrado em outubro representava uma queda de 4,0% (menos 517 mil pessoas) frente ao trimestre de maio a julho de 2018. No confronto com igual trimestre de 2017, houve redução de -3,1% (menos 389 mil pessoas).
A Prefeitura do Natal, por meio da Secretaria Municipal de Serviços Urbanos (Semsur), assinou nesta quarta-feira (28), o contrato com a empresa que irá prestar os serviços de poda e supressão de árvores nas vias públicas, parques, praças e demais áreas verdes do município.
O contrato foi assinado pelo titular da Semsur, Jonny Costa, na sede da secretaria, em Cidade Alta. A escolha da empresa se deu por meio de processo licitatório e a previsão é de que ela comece a operar na cidade em até 30 dias.
O manejo arbóreo da cidade do Natal será realizado pela Engemaia & Cia Ltda, ao valor global de R$ 3.664.854,90. Dentro deste montante estão incluídos os serviços de poda, supressão vegetal, tratamento fitossanitário, compostagem para aproveitamento do material orgânico, limpeza de coqueiros e ultrassonografia. O prazo de vigência do contrato é de um ano, podendo ser prorrogado.
O novo sistema de poda da cidade do Natal terá como base a preservação e o cuidado no manejo arbóreo. De acordo com o secretário Jonny Costa, o município firmou uma parceria com uma empresa referência nos serviços continuados de engenharia agronômica, ao mesmo tempo que se consolida como uma cidade preocupada com as questões ambientais.
“Natal terá um salto de qualidade. O novo processo irá garantir a excelência e inserir a cidade no contexto das capitais brasileiras que estão preocupadas com o manejo da poda”, destacou.
Uma vez celebrado o contrato, a empresa começará a operar em até 30 dias. A Semsur, através do Departamento de Paisagismo, elaborou um plano de trabalho para atender as solicitações reprimidas e futuras. A princípio, os serviços serão realizados atendendo prioritariamente as demandas da Defesa Civil, além dos corredores urbanos.
Um pedido de análise de expulsão do professor Carlos Alberto Medeiros, que foi candidato ao Governo do Estado pelo PSOL, foi encaminhado diretório do partido no Rio Grande do Norte para a Comissão de Ética da legenda.
Carlos Alberto integra a comissão de transição da governadora eleita, Fátima Bezerra (PT). Para o PSOL, o partido foi procurado pelo PT para fazer parte do governo e discutir propostas de gestão. Contudo, alega que decidiu não participar da transição, nem aceitar cargos.
Uma corrente no PSOL entende que Carlos Alberto deve pedir desfiliação se não quiser aceitar as condições da sigla. O professor, até o momento, afirma que não pedirá desfiliação.
Como um Sr. que foi candidato a governador do estado , dizendo-se oposição , alia-se ao PT e faz parte do "staff" da governadora eleita, que ele mesmo combateu durante a campanha? Esse PSOL nunca enganou…….pelo menos o daqui do estado está sendo coerente , diferente do seu ex-candidato.
O PSOL de Natal não participou das lutas contra o golpe!! Diferente do PSOL nacional, o de Natal sempre teve uma posição tacanha, sectária e antidemocrática. Parece a quinta coluna …
Em 2017 a Esperança de Vida ao Nascer no Rio Grande do Norte era de 76 anos. Igual à esperança de vida do brasileiro. O RN tem a 9ª maior expectativa de vida entre os estados e a maior do Norte-Nordeste. Dado pelo IBGE na manhã desta quinta-feira(29).
Em análise do economista Aldemir Freire, no microblog Twitter, aos 60 anos, a expectativa de um potiguar do sexo masculino é de viver mais 22,4 anos, ou seja, até os 82,4 anos. Para uma mulher essa expectativa é de viver até os 84,3 anos.
Ainda segundo a análise, no RN a esperança de vida ao nascer de um homem em 2017 foi de 71,6 anos. Para as mulheres a expectativa chegou a 80 anos (a 8ª mais elevada do país).
Se o potiguar sofrido fosse um povo morredor, a esta altura já não teríamos nenhum barnabé sobrevivente para contar sua história.
Aqui se sobrevive a todo tipo de "estiagem" prolongada, sobretudo à seca de lideranças e ideias.
Aqui vive-se soterrado por problemas recorrentes, como a corrosão ética na política, a inoperância dos partidos, a corrupção endêmica e sistêmica e a tibieza moral das elites dirigentes e do próprio povo, já acostumado a viver sem rumo nem prumo, ao deus-dará.
Entra governo e sai governo e o cenário é sempre o mesmo: no próximo ano Fulano de Tal paga o nosso décimo-terceiro e coloca o salário em dia…
Pelo menos de uma coisa não se pode duvidar: o barnabé potiguar é reencarnacionista. Morre no apagar de luzes de um governo e reencarna no limiar do governo seguinte.
Parece até carma de quem consome cabeça de camarão.
O Ministério Público Eleitoral obteve a condenação dos dois candidatos ao Governo do Estado do Rio Grande do Norte que participaram do segundo turno das eleições. Carlos Eduardo (PDT) e Fátima Bezerra (PT) foram responsabilizados pelo TRE/RN por despejar santinhos nas proximidades dos locais de votação, no dia 28 de outubro. As decisões judiciais dizem respeito a três representações formuladas pelo MP Eleitoral contra esse tipo de irregularidade.
Duas das representações se referem a Carlos Eduardo Alves e indicam o despejo de santinhos na frente das escolas municipais Osmundo Farias e Desembargador Silvino Bezerra Neto, em Parnamirim; bem como na cidade de Santo Antônio, onde a ilegalidade se repetiu em frente às escolas estaduais Dr. Manoel Dantas, Hélio Barbosa e Filomena de Azevedo; além da Creche Professora Ana Rosa de Araújo e do Caic.
A terceira e última representação, contra a então candidata Fátima Bezerra, demonstrou que houve o despejo de “santinhos” na rua e na calçada em frente à Escola Municipal Gilson Firmino da Silva, localizada em Currais Novos. Os dois candidatos foram condenados ao pagamento de multas, porém ainda podem recorrer da decisão.
O “Voo da Madrugada”, como é chamada essa prática, desrespeita a Lei 9.504/97 (Lei das Eleições), a Resolução nº 23.551/2017 do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e a Recomendação nº 09/2018 da Procuradoria Regional Eleitoral (PRE/RN). Essa recomendação reforçou a todas as legendas que a distribuição do material de campanha é de inteira responsabilidade dos candidatos, partidos ou coligações, e alertou para a necessidade de evitar o despejo desses impressos.
Três semanas depois de prenderem dez deputados estaduais acusados de corrupção , agentes da Polícia Federal e procuradores da República voltaram às ruas na manhã desta quinta-feira para cumprir ao menos nove mandados de prisão, cujo principal alvo é o governador Luiz Fernando Pezão , acusado de receber propina milionária. A ordem para esta nova fase da Lava-Jato foi dada pelo ministro e relator do caso Felix Fischer, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que também relatou a Operação Quinto do Ouro, que prendeu cinco conselheiros do Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ) em março do ano passado. O pedido de prisão foi feito pela PF do Rio, com aval da Procuradoria Geral da República (PGR), a um mês do sucessor de Sérgio Cabral terminar o mandato. Calmo, Pezão pediu para tormar café da manhã antes de ser preso.
Os carros da PF deixaram o Palácio Laranjeiras, onde fica a residência oficial do governador, às 7h35m, com Pezão, em direção à sede do órgão, no Zona Portuária da cidade. O governador preso estava sentado no banco traseiro do terceiro carro do comboio, uma Pajero preta. Pezão não estava algemado. Ele chegou ao local às 7h50m e foi recebido por gritos de “Pega ladrão” .
Entre os outros alvos de prisão da ação, denominada Boca de Lobo, estão o secretário de Obras do Rio, José Iran, e operadores financeiros ligados ao governador. O ex-secretário de Obras Hudson Braga também é alvo de um dos 30 mandados de busca e apreensão expedidos pelo STJ.
Além de Pezão e Iran, há mandados de prisão contra o secretário de Governo, Affonso Henriques Monnerat Alves Da Cruz, já preso na operação Furna da Onça, Luiz Carlos Vidal Barroso (servidor da secretaria da Casa Civil e Desenvolvimento Econômico), Marcelo Santos Amorim (sobrinho do governador Pezão), Cláudio Fernandes Vidal e Luiz Alberto Gomes Gonçalves (sócios da J.R.O Pavimentação), Luis Fernando Craveiro De Amorim e César Augusto Craveiro De Amorim (sócios da High Control Luis).
Há também agentes no Palácio Guanabara. No apartamento do Pezão, no Leblon, a equipe da PF não achou ninguém. Uma equipe também foi à casa da mãe do governador, também no Leblon.
Mesada e bônus revelado pelo GLOBO
Pezão é investigado no STJ, que tem a competência para atuar em crimes envolvendo governadores, por envolvimento na “propinolândia” comandada no estado pelo ex-governador. A operação tem como base a delação do economista Carlos Emanuel Carvalho Miranda, ex-operador de Cabral e delator premiado.
Em sua colaboração à Justiça, Miranda acusa o atual chefe do Executivo de receber do esquema uma mesada de R$ 150 mil de 2007 a 2014. O delator acrescentou que a propina a Pezão, na época vice-governador, incluía décimo terceiro salário e dois bônus, cada qual no valor de R$ 1 milhão, conforme o jornal O GLOBO revelou com exclusividade em 27 de abril deste ano .
Além de Miranda, Pezão ainda foi citado por outros dois delatores que firmaram acordo de colaboração premiada com o STJ: o doleiro Álvaro José Novis e o ex-presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ) Jonas Lopes de Carvalho Filho .
A remissão do anexo 21 da delação de Miranda foi enviado ao STJ pelo STF por se tratar de autoridades políticas, com foro naquele tribunal. No caso de Pezão, após consulta à PGR, o conteúdo seguiu para o gabinete do ministro Felix Fischer. O mesmo ministro também recebeu outros dois anexos da delação de Miranda.
Placas solares
O esquema de pagamento a Pezão, sustenta o delator, incluiu em 2013 dois prêmios cada um no valor de R$ 1 milhão, que eram pagos a membros da organização criminosa em algumas oportunidades. O primeiro bônus, segundo ele, foi repassado em quatro parcelas no escritório do lobista Paulo Fernando de Magalhães Pinto, em Ipanema. Magalhães chegou a ser preso com Cabral, mas hoje vive sob regime de prisão domiciliar. O dinheiro foi providenciado por Chebar, que enviou o assessor Vivaldo Filho. Já o segundo prêmio, ele detalha em outro anexo da delação, referente a Construtora JRO.
Outra revelação de Miranda envolve Pezão com os empreiteiros responsáveis pela instalação de placas de energia solar nos postes ao longo dos 72 quilômetros do Arco Metropolitano, que custaram ao governo do estado R$ 96,7 milhões, mais de R$ 22 mil por unidade. Ele disse que recebeu ordem Cabral para pagar R$ 300 mil à empresa High End, especializada em painéis solares, como remuneração por serviços prestados na casa de Pezão em Piraí.
Para efetuar o pagamento, acionou o doleiro Renato Chebar, outro colaborador da Operação Calicute. O dinheiro foi entregue por uma pessoa designada por Chebar nas mãos de Luiz Fernando Amorim, dono da empresa. De acordo com a delação, Luiz Fernando é irmão de César Amorim, empresário que instalou os painéis solares na obra do Arco Metropolitano.
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