Saúde

RN registra 03 óbitos por covid nas últimas 24 horas; Novos casos são 85

O RN registrou 03 óbito nas últimas 24h (Lagoa D’anta, Natal e Mossoró ), segundo a atualização da Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap) desta sexta-feira (15).

São 370.418 casos totalizados. Na quinta-feira (14) eram contabilizados 370.120, ou seja, 298 novos casos em comparação com o dia anterior, destes, 85 confirmados nas últimas 24h horas.

Com relação aos óbitos no Rio Grande do Norte, são 7.361 no total. Na quinta-feira (14) eram 7.358 mortes. Óbitos em investigação são 1.353

Recuperados são 260.484. Casos suspeitos somam 178.795 e descartados são 744.480. Em acompanhamento, são 102.573.

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Saúde

RN registra 01 óbito por covid nas últimas 24 horas; Novos casos são 77

O RN registrou 01 óbito nas últimas 24h (Parnamirim), segundo a atualização da Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap) desta quinta-feira (14).

São 370.120 casos totalizados. Na quarta-feira (13) eram contabilizados 369.995, ou seja, 125 novos casos em comparação com o dia anterior, destes, 77 confirmados nas últimas 24h horas.

Com relação aos óbitos no Rio Grande do Norte, são 7.358 no total. Na quarta-feira (13) eram 7.357 mortes. Óbitos em investigação são 1.349.

Recuperados são 259.995. Casos suspeitos somam 178.582 e descartados são 743.072. Em acompanhamento, são 102.767.

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Saúde

RN registra 01 óbito por covid nas últimas 24 horas; Novos casos são 13

O RN registrou 01 óbito nas últimas 24h (Parnamirim), segundo a atualização da Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap) desta quarta-feira (13).

São 369.995 casos totalizados. Na terça-feira (12) eram contabilizados 369.903, ou seja, 92 novos casos em comparação com o dia anterior, destes, 13 confirmados nas últimas 24h horas.

Com relação aos óbitos no Rio Grande do Norte, são 7.357 no total. Na terça-feira (12) eram 7.354 mortes. Óbitos em investigação são 1.348.

Recuperados são 259.995. Casos suspeitos somam 178.014 e descartados são 742.501. Em acompanhamento, são 102.643.

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Saúde

Pelo 6º dia seguido, RN não registra óbitos por Covid; Novos casos são 9

A Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap) atualizou os números do coronavírus nesta segunda-feira (11). São 369.859 casos totalizados. No domingo (10) eram contabilizados 369.753, ou seja, 13 novos casos em comparação com o dia anterior, destes, 09 confirmados nas últimas 24h horas.

Com relação aos óbitos no Rio Grande do Norte, são 7.350 no total, é o sexto dia seguido que não há mortes por Covid no Estado. Óbitos em investigação são 1.344.

Recuperados são 259.995. Casos suspeitos somam 177.843 e descartados são 741.752. Em acompanhamento, são 102.514.

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Saúde

Covid: Brasil ultrapassa marca de 600 mil mortes

Foto: Hermes de Paula / Agência O Globo

O Brasil superou hoje a marca de 600 mil mortes por covid-19. Segundo contagem do consórcio de veículos de imprensa, do qual o UOL faz parte, junto às secretarias estaduais de Saúde, o país soma 600.077 óbitos pela doença às 14h24 de hoje. O boletim diário, com a média móvel de mortes, novos casos e vacinação, será divulgado no início da noite de hoje.

O Brasil se torna o segundo país do mundo a superar a marca de 600 mil mortes confirmadas por covid-19, atrás apenas dos Estados Unidos. O número é atingido em um momento de arrefecimento da doença diante do avanço da vacinação, apesar do temor pela propagação da variante delta, considerada mais transmissível.

O boletim do consórcio de ontem indicou que o Brasil, pelo quarto dia seguido, teve uma média de óbitos abaixo de 500. Morreram em média 438 pessoas nos últimos sete dias, o que indica uma tendência de queda de -22% na comparação com 14 dias atrás.

A média móvel é o melhor indicador para analisar a pandemia, pois corrige as flutuações nos dados das secretarias de saúde que ocorrem aos fins de semana e feriados. A média dos últimos sete dias é comparada com o mesmo índice de 14 dias atrás. Se ficar abaixo de -15%, indica tendência de queda; acima de 15%, aceleração; entre esses dois valores, estabilidade.

O viés de baixa, apesar da trágica marca e de ainda persistir uma média diária alta, é referendado pela análise da evolução de mortes ao longo da pandemia. O Brasil havia atingido 500 mil mortes por covid-19 em 19 de junho, há 111 dias. Na ocasião, o país chegou a marca apenas 50 dias depois de registrar 400 mil.

A marca é atingida em um momento em que estados e cidades brasileiras flexibilizam medidas de distanciamento social, com a volta de eventos e liberação quase integral de atividades econômicas. Especialistas, porém, alertam que não é hora de relaxar e recomendam a continuidade de medidas como o uso de máscaras e controle de aglomerações.

Para ler a matéria na íntegra acesse AQUI.

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Política

VÍDEO – (CPI): Diretor da Prevent nega ocultação de óbitos e diz que dois funcionários já desligados “invadiram o sistema” e “adulteraram a planilha”

Foto: Reprodução

Em depoimento à CPI da Covid nesta quarta-feira (22), o diretor-executivo da Prevent Senior, Pedro Benedito Batista Júnior, negou que o plano de saúde tenha omitido dados sobre mortes de pacientes infectados com a Covid-19 durante a realização de um estudo no qual foram aplicados medicamentos ineficazes para a doença. (Vídeo AQUI em matéria na íntegra).

O diretor afirmou ainda que dois ex-funcionários “manipularam dados de uma planilha interna” para “tentar comprometer a operadora”.

Aos senadores, o diretor da Prevent Senior afirmou que os ex-funcionários “invadiram o sistema” e “adulteraram a planilha” de óbitos.

“Esses profissionais, já desligados, passaram a acessar e a editar o referido arquivo culminando no compartilhamento da planilha com a advogada Bruna Morato em 28 de agosto”, afirmou Batista à CPI.

“Esse documento faz a descrição do acompanhamento médico de 636 pacientes no período de 26 de março 2020 a 4 de abril 2020. Foram somente 2 óbitos. Mesmo assim, o noticiário tirou totalmente de contexto esse documento e colocou mortes que ocorrem após o dia 4 como se tivesse ocorrido entre o período de 26 a 4. Como os senhores podem perceber, todos os óbitos ocorreram após o dia 4, e por isso não estavam no relatório, portanto não há qualquer omissão”, afirmou.

Pedro Benedito disse ainda que uma das pacientes contabilizadas como morta está, na realidade, viva, e fez uma consulta recente com o plano de saúde. Ele não apresentou provas.

O diretor também alegou que os acusadores nunca levaram as informações à Justiça e agiram para ferir a imagem da empresa por meio de denúncias anônimas. “E, posteriormente, tentaram contato com nosso jurídico para firmar acordos”, disse.

Com G1

Opinião dos leitores

  1. Pequeno Manoel F não se preocupe que não há esse perigo, baixe sua bola, parece que o acerto na afirmação doeu, não vou dizer com a sua, por achar que vc não teve 🧐.

    1. KKKKKK. Paulo gado véi, a verdade dói né?! Vc é dos bovinos adestrados que são alimentados por fake news e capim cloroquinado ou apenas ganha pra fazer parte da milícia digital a favor do MINTO das rachadinhas? Graças a Deus eu não preciso vender minha alma pra nenhum político pra ganhar meu dinheirinho… Muito menos sou alienado e idólatra de político bandido, seja LULAladrão seja o bandido das rachadinhas…

    2. Paulo, esse indivíduo arretado de sabido é um pobre coitado, vivia na Ribeira pela Tavares de lira, pedindo para sobreviver, hoje a vida dele se resume a isso, não vale a pena.

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Saúde

Covid-19: número de casos e óbitos no Brasil tem maior queda em 2021

Foto: © Reuters / Kai Pfaffenbach / Direitos Reservados

O Boletim do Observatório Covid-19 da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), divulgado hoje (17), indica que a taxa de ocupação de leitos de UTI de covid-19 para adultos se encontra no melhor cenário desde que foi iniciado o monitoramento do indicador. Apenas uma capital está com taxa superior a 80%: o Rio de Janeiro (82%). Duas estão na zona de alerta intermediária: Boa Vista (76%) e Curitiba (64%).

Segundo o levantamento, o número de casos e de óbitos sofreu a maior queda desde o início deste ano. Foram registradas 12 semanas consecutivas de diminuição do número de mortes, com redução de 3,8% ao dia na última Semana Epidemiológica (SE 36).

O total de casos também apresenta tendência de redução, mas com oscilações ao longo das últimas 12 semanas. Foi registrada uma média de 15,9 mil casos e 460 óbitos diários na semana epidemiológica de 5 a 11 de setembro. De acordo com a Fiocruz, esses níveis ainda são considerados altos e geram preocupação diante da manutenção dos testes positivos para a doença.

Conforme destacam os pesquisadores do observatório, a vacinação não tem avançado de forma igual no país e sofre com o atraso do registro. “Em função dessa dissonância, pode apresentar falhas por vários motivos, tais como a descontinuidade de investimento em equipes e infraestrutura nos sistemas de registro em saúde”.

De acordo com a análise, a redução dos casos e óbitos parece ser sustentada, mas o cenário atual mostra que, uma vez beneficiada de forma mais homogênea com a vacinação, a população tende a ter relativamente mais casos graves e fatais entre idosos, concentrando-os novamente nas idades mais avançadas.

Segundo a Fiocruz, após o início da vacinação entre adultos jovens, é a primeira vez em que a mediana dos três indicadores – internações gerais, internações em UTI e óbitos – estão novamente acima dos 60 anos. Isto significa que mais da metade de casos graves e fatais ocorrem entre idosos. No total, 54,4% das internações e 74,2% dos óbitos ocorrem entre idosos.

Outro tema destacado no boletim é a importância do distanciamento físico. Os cientistas afirmam que o patamar de cobertura razoável para conseguir bloquear a circulação do vírus é de pelo menos 70% de pessoas com esquema vacinal completo. “Ainda está longe do que temos hoje. Isto significa dizer que outras medidas de mitigação ainda possuem absoluta importância para o Brasil”.

Delta

A pesquisa ressalta ainda que é fundamental que se alinhem os cronogramas de vacinação, sobretudo em municípios limítrofes, para evitar migração desnecessária de pessoas em busca de imunizantes, propiciando, consequentemente, a dispersão do vírus em um cenário de circulação de uma nova variante mais infecciosa.

“A circulação da variante Delta é um agravante no cenário atual, principalmente porque, em alguns locais, o processo de reabertura se torna cada vez mais acelerado e menos criterioso. No entanto, os imunizantes têm demonstrado sua eficiência, reduzindo o número de internações e óbitos, mesmo num cenário de alta de casos. Entretanto, o comportamento da população e as decisões dos gestores podem ainda criar um cenário caótico, que pode ser amplificado em função do surgimento de novas variantes mais infecciosas e com maior potencial de transmissão”, dizem os pesquisadores.

Imunização

Segundo dados do MonitoraCovid-19, compilados com base nas informações das secretarias estaduais de Saúde, no Brasil cerca de 214 milhões de doses de vacinas foram administradas. Isso representa a imunização de 86% da população com a primeira dose e 47% da população com o esquema de vacinação completo, considerando a população adulta (acima de 18 anos).

Com exceção de Roraima, os demais estados vacinaram mais de 70% da população acima de 18 anos com ao menos uma dose do imunizante e pelo menos 30% da população com segunda dose ou dose única. Mato Grosso do Sul apresenta a menor diferença entre a primeira e a segunda doses aplicadas, com percentual de primeira dose de 90% e segunda superior a 66%.

São Paulo apresenta o maior percentual de primeiras doses aplicadas, com 99% da população adulta com uma dose do imunizante e mais de 58% com a segunda. A situação de Roraima é mais preocupante com 68% da população vacinada com primeira dose e 23% com a segunda.

Agência Brasil

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Diversos

Registros de óbitos crescem 40% no 1º trimestre de 2021 no Brasil

Foto: © Marcello Casal Jr/Agência Brasil

A pandemia do novo coronavírus resultou, somente no primeiro trimestre deste ano, em relação a igual período do ano passado, em um crescimento médio nacional do registro de óbitos nos cartórios de registro civil do Brasil da ordem de 40%. A informação foi dada hoje (7) à Agência Brasil pelo vice-presidente da Associação Nacional dos Registradores de Pessoas Naturais (Arpen-Brasil), Luis Carlos Vendramin Júnior. “É assustador”, comentou.

Os óbitos registrados em todo o ano de 2020, quando começou a pandemia de covid-19, por todos os cartórios do território alcançaram 1.443.405, número 8.3% maior do que no ano anterior, superando a média histórica de variação anual de mortes no Brasil que era de 1,9% ao ano, até 2019.

O vice-presidente da Arpen-Brasil destacou que, em decorrência do aumento significativo do número de mortes no país, é crescente também a necessidade de expedição de certidões para que sejam feitos inventários. “São coisas que vão se interligando umas nas outras”. As certidões dos cartórios de registro civil são necessárias ainda para uma série de atos cotidianos, que incluem o sepultamento de um corpo, solicitação de benefícios da previdência social, compra e venda de imóveis, entrada em pedidos de separações, divórcios, até a inclusão em planos de saúde e atendimentos em hospitais.

Demanda

O aumento no número de óbitos registrados ao longo da pandemia da covid-19, bem como as restrições à circulação de pessoas e horários reduzidos de atendimento em alguns estados da Federação tiveram como efeito a expansão de 162% nos pedidos de segunda via de certidões de óbitos, nascimentos e casamentos por meio digital, entre outras.

O vice-presidente da Arpen-Brasil informou que os cartórios de registro civil já disponibilizavam à população, por meio do portal www.registrocivil.org.br, solicitar a segunda via de certidões, “para o exercício pleno da própria cidadania”. Vendramin Júnior comentou que, antes da pandemia, o brasileiro de forma geral preferia ter suas certidões de forma física, isto é, em papel. A partir da covid-19, houve uma mudança em termos comportamentais.

“Eu acho que a pandemia veio para incluir a população em novas ferramentas eletrônicas de comunicação, de convivência, reuniões em videoconferência, aulas virtuais, home office. Isso também veio para abrir a possibilidade para o usuário aceitar para si a utilização de documentos eletrônicos, mesmo que o portal de registro civil já apresentasse essa possibilidade e a gente estava caminhando para tornar o volume de certidões eletrônicas maior que de papel. Hoje, é esmagador o número de certidões digitais em detrimento de certidão física (em papel)”, afirmou.

Vendramin Júnior alertou, por outro lado, que a população deve tomar cuidado com sistemas não oficiais que se passam por cartórios e, na verdade, são intermediários e cobram até cinco vezes mais o valor de uma prestação de serviço.

Emolumentos

As tabelas de preços de certidões digitais são variáveis. Elas dependem da composição de valores a serem repassados aos estados. No Distrito Federal, por exemplo, custam entre R$ 12 e R$ 13; em São Paulo, R$ 36. O valor médio oscila entre R$ 36 e R$ 40, disse Vendramin Júnior. Para pessoas que comprovem não poder pagar os emolumentos, existe a questão da gratuidade, lembrou.

De acordo com dados da Arpen-Brasil, em números absolutos, os pedidos de segunda via de certidões eletrônicas evoluíram de 18.090, em março de 2020, no início da pandemia, para 42.087, em fevereiro deste ano. Na comparação entre fevereiro de 2021 e o mesmo mês de 2020, o aumento foi de 145%, enquanto entre os meses de março deste ano e do ano passado, o crescimento atingiu 116%. No mês de março de 2019, foram registrados 8.595 pedidos; esse número pulou para 18.090, em março de 2020, e para 39.135, em março de 2021.

Ao fazer a solicitação da segunda via, o cidadão pode optar por receber a certidão em papel ou digital, em meio eletrônico. Caso opte pelo papel, poderá receber o documento pelos Correios ou retirar no cartório mais próximo de sua residência. Caso opte pela certidão digital, esta é enviada para o e-mail do usuário, que pode encaminhá-la de forma eletrônica aos órgãos competentes. Se resolver imprimir, a certidão passa a ser considerada cópia.

Segundo a Arpen-Brasil, as certidões eletrônicas são, atualmente, as mais solicitadas. Em 2020, foram 235.885, enquanto as pedidas em papel totalizaram 104.410. Nos primeiros três meses de 2021, as certidões digitais já somam 79.898, contra 39.680 em papel. O portal funciona 24 horas por dia, durante sete dias por semana.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

  1. O STF decidiu, em março de 2020, que cabia a governadores e prefeitos a estratégia de combate ao vírus. E o que eles fizeram? Trancaram todo mundo e impediram as pessoas de trabalhar. Também, impediram o tratamento precoce e não aplicaram na saúde os bilhões recebidos do governo federal. Não abriram leitos, não compraram respiradores (cadê os 5 milhões torrados pela governadora Fátima?) e atrasam a distribuição das vacinas recebidas do governo federal. Enfim, os governadores “lacradores” estamos sabotando o Brasil. Estamos colhendo o resultado da sua politicagem irresponsável.

    1. Cada esfera de poder tem suas competências , o governo federal devia coordenar as ações, fechar fronteiras, testar os visitantes de outros países, comprar vacinas , o governo federal não se propôs a nada disso portanto esse papo de coitadinho do mito não pode fazer nada não cola mais, chega de mimimi quer dizer no caso de mumumu.

  2. Fruto da Rasgada da constituição e do cheque em branco dado a governadores e prefeitos pelo STF.
    O desmantelo com dinheiro publico, é grande.
    O que era pra ser investido em hospitais pra combater a pandemia, desviaram pra outros fins.
    O resultado, só podia ser esse aí mesmo.
    É mentira?????????????

    1. É mentira sim. O resultado atual é fruto de um governo federal criminoso, que mais atrapalha do que ajuda, com o seu principal porta voz sendo um lunatico.

    2. Justino, com todo respeito, faça jus ao seu nome e esclareça melhor qual ponto da Constituição foi rasgado pelo STF. Porque escrevendo assim de forma simplista fica parecendo que é verdade e, convenhamos, verdade isso não é.

    3. De quem é o dever contitucional de promover assistências a saúde a todos os brasileiros??
      Alternatva A, governadores.
      Alternativa B, prefeitos.
      Alternativa C, governo Central da União.
      Marque a resposta certa petezada esquerdistas e adoradores de ladrão condenado em duas instâncias.

  3. Quantas famílias destroçadas pelas perdas de entes queridos… Quantas Empresas fechadas pelas mortes de seus proprietários, gerentes, funcionários e clientes… Quantos filhos desamparados pq seus pais faleceram… Ah, mas o que importa é a economia e manter as empresas funcionando, mesmo sem vacinas nem leitos hospitalares para todos, talkei!

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Política

COVID: Mourão fala em “tentar de todas as formas diminuir a quantidade de gente contaminada” e diz que número de óbitos “já ultrapassou o limite do bom senso”

Foto: Adnilton Farias / VPR

O vice-presidente Hamilton Mourão declarou nesta quinta-feira (25), em entrevista no Palácio do Planalto, que o número de mortes por Covid-19 no Brasil “ultrapassou o limite do bom senso”.

Mourão deu a declaração um dia depois de o Brasil passar da marca de 300 mil óbitos, com média móvel acima de 2 mil mortos por dia.

O país ainda enfrenta falta de leitos de UTI e de medicamentos para intubação, enquanto a vacinação não deslancha – 6,32% da população recebeu a primeira dose do imunizante até a noite de quarta (24).

Mourão comentou o número de mortos no Brasil ao tratar da criação de um comitê junto ao Congresso, anunciado pelo presidente Jair Bolsonaro, para definir medidas contra a Covid-19.

Mourão citou o trabalho do Ministério da Saúde, agora comandado pelo médico Marcelo Queiroga, para habilitar leitos de UTI, comprar insumos e aumentar o ritmo da vacinação, esforços para tentar controlar a pandemia.

“Agora vamos enfrentar o que está aí e tentar de todas as formas diminuir a quantidade de gente contaminada e, obviamente, o número de óbitos que, pô, já ultrapassou o limite do bom senso”, disse Mourão.

‘Lockdown’ nacional

Mourão voltou a se manifestar contra medidas de abrangência nacional para restringir a circulação de pessoas e tentar reduzir o ritmo de infecções, internações e mortes por Covid-19. O vice entende que seria difícil fazer cumprir uma restrição generalizada porque o país tem desigualdades regionais e defendeu que governadores e prefeitos adotem esse tipo de medida individualmente.

“Não vejo condições de ‘lockdown’ nacional, que é algo que está sendo discutido. Um país desigual como o nosso, isso é impossível de ser implementado. Vai ficar só no papel. Eu julgo que essas medidas restritivas têm que ficar a cargo dos governadores e prefeitos, porque cada um sabe como que está a situação na sua área”, declarou Mourão.

O vice-presidente, que participou da reunião de chefes de poderes no Palácio da Alvorada, ainda afirmou que está bem colocada a tarefa delegada ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), de dialogar com governadores e levar as demandas ao comitê anunciado por Bolsonaro.

Ernesto Araújo e vacinas

Segundo Mourão, a reunião de quarta definiu que o governo vai intensificar os esforços para conseguir com outros países insumos e vacinas.

O vice admitiu que há pressão para demissão do ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, que, segundo relatos, teve o trabalho criticado pelo presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL).

“É uma pressão que vem ocorrendo. O ministro Ernesto tem a confiança do presidente da República, não é? E está procurando fazer o trabalho dele nos contatos com a China, com a Índia, com o próprio EUA nesta questão de vacinas”, disse Mourão.

O vice ponderou a dificuldade para se conseguir vacinas, já que os países que dispõem dos imunizantes priorizam suas populações.

“A questão da vacina é muito claro: quem tem, sentou em cima. Está aplicando a lei de Mateus: ‘primeiro os meus’. Então, é uma briga isso aí”, afirmou.

G1

Opinião dos leitores

  1. A merda é o viés político! SE o Presidente do Brasil fôsse (e Deus me livre que ñ é) o Sapo Cururú ou outro da gandaia PTista, a coisa tava pior, as Estradas ñ teriam sido pavimentadas, a grana roubada ñ teria voltado ao Brasil! E os numeros de óbitos pelo Covid seriam alarmantes!! A culpa dessa desgraça deva-se ao stf que entregou ao pilantras a grande maioria Comunistas a tarefa de cuidar da população!!!!!!!!!

  2. Não votei em Bolsonaro , mas confesso que desde que ele assumiu torci que o mesmo fizesse um bom governo , mas infelizmente vem sendo um DESASTRE a gestão do mesmo na presidência . Temos que ser humilde e admitir que nós brasileiros fizemos uma péssima escolha em colocar esse homem na presidência . Isso já está mais que evidente , só não ver quem não quer . Bolsonaro , não tem um mínimo de cuidado com à população brasileira, nem no âmbito econômico , nem educacional , nem na saúde e muito menos no social . Dias difíceis esse nosso. Só Deus para nos ajudar .

  3. Diminuir a quantidade de gente contaminada não é e nunca foi a politica do governo do apocalípse bolsonaro.
    Que tal tentar explicar às famílias das mais de 300mil pessoas mortas que previnir era melhor que remediar com Cloroquina, Ivermectina, Anita, Azitromicina e qualquer outra palavra com sufixo INA?

    1. Mourão já ta falando com presidente… Pega fogo, acho que mourão vai entregar a faixa a Lula!!!

      LULA LIVRE. O GADO CHORANDO? QUE MAMA? A MAMADEIRA DE PIROCA? KKKKK

  4. Mourão é um cara mais decente. Tem a noção melhor da realidade. Bolsonaro é aquele cara que quer ser a estrela, não aguenta ver outro brilhar (foi assim com Moro, com Mandetta, com o Santos Cruz). Bolsonaro enganou a todos, inclusive eu. Nao combateu corrupçao, piorou a vida do brasileiro, retirou direitos dos mais humildes e aumentou dos mais abastados. Só nao percebe quem é alucinado.

  5. Mourão já pode se preparar para receber a faixa e entregar a Lula em 2023.
    O centrão já se prepara para cuspir o miliciano.

    1. Parece que as saudades do MENSALÃO, do PETROLÃO e de toda roubalheira que os governos de esquerda fizeram no país estão imensas hemmmm. Parece que não ver a hora dos saques aos cofres públicos recomeçar.

    2. Esse sujeito é um masoquista inveterado, adora um ladrão sádico que promoveu o maior roubo a cofres públicos do mundo, pior, junto com a esdrúxula anulação do seu processo, o Brasil terá que devolver 40 bilhões de reais que tinham sido recuperados pela lava jato, pras mãos dos corruptos ladrões, e eles usufruirem livremente, zombando de nós palhaços, pagadores de impostos.

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Saúde

RN registra média mais alta de casos de covid-19 desde o início da pandemia, e número de óbitos se aproxima de pico em 2020

 FFotos: Reprodução Ministério da Saúde

Fevereiro e março se registram os números mais altos de casos de covid-19 no Rio Grande do Norte, desde o início da pandemia, há quase 1 ano. Conforme gráfico acima, o mês passado registrou a média mais alta, de 22,68%, maior que junho do ano passado.

Quanto ao número de óbitos, o estado registra em março uma média próxima do pico no ano passado, que foram os meses de junho e julho.

Opinião dos leitores

  1. Pra bom entendedor, meia palavra basta! É só vê nesses mapas, como tudo tava caindo até setembro e voltou com força, a partir do início da campanha política, entre setembro e outubro. As imagens são claras. Resumo da ópera: o grande genocida é quem liberou as eleições. Não teve festa junina, não teve carnaval, não teve festa do boi! Sem mais.

  2. Não entro na discussão política, mas temos visto que:
    O importante foi ter a eleição, o resto a gente vê depois e ver a propaganda na mídia afirmando que era seguro.
    O importante é fazer lockdown, parar tudo, a economia se vê depois.
    O importante é fechar todos os ambientes abertos e ao ar livre.
    O importante é abrir hospital de campanha em estádios de futebol, para justificar a célebre e importante frase: "Pra quê hospitais, copa se faz com estádios de futebol".
    O importante é não seguir os protocolos comprovados em 42 estudos e usado em 15 países com a medicação testada e aprovada para prefinir os efeitos do covid, com algumas exceções.
    Se não é assim, peço desculpas, mas fico com o mundo real e não aquele produzido em discurso para justificar o que não foi feito ou está sendo dito e não existe.

  3. Alguém aí tem notícias dos 5 MILHÕES dos respiradores, ou o RN vai ficar no prejuízo mesmo?

  4. “Ah, eu preciso sair pra trabalhar”

    Então você precisa de vacina

    “Ah, mas o governo tá se enrolando com a vacina”

    Então você precisa ficar em casa

    “Ah, mas aí eu não vou ter dinheiro pra comer”

    Então VOCÊ PRECISA DE AUXÍLIO EMERGENCIAL

    Adivinha quem resolve?

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Saúde

Efeitos indiretos da covid-19 contribuíram para aumento de 33% dos óbitos de indivíduos abaixo dos 60 anos no RN

Foto: Ilustrativa/Divulgação

O Rio Grande do Norte apresentou um excesso de 3.108 mortes por causas naturais além do que era esperado para o ano de 2020. Apesar da mortalidade por Covid-19 ser maior entre a população idosa, em termos proporcionais, o excesso de mortalidade foi maior entre a população com menos de 60 anos, de acordo com análise realizada pelos pesquisadores do Programa de Pós-Graduação em Demografia (PPGDem) Ricardo Ojima e Victor Hugo Dias Diógenes junto aos dados fornecidos pela Associação Nacional dos Registradores de Pessoas Naturais (Arpen-Brasil) e Conselho Nacional de Secretários de Saúde (CONASS), lançou o Painel de Análise do Excesso de Mortalidade por causas naturais no Brasil em 2020.

A pesquisa aponta que a diferença entre as mortes estatisticamente esperadas e o observado em 2020 para as pessoas com menos de 60 anos no RN foi de 33%. Ou seja, é bem provável que, se não fosse a pandemia, cerca de mil pessoas com menos de 60 anos teriam deixado de morrer no RN no ano passado. “Devido ao crescimento vegetativo e o processo de envelhecimento da população, seria esperado que ano após ano haja um aumento no número absoluto de mortes. Porém, devido aos efeitos diretos e indiretos da pandemia, o número de óbitos observados foi muito maior do que as tendências de anos anteriores apontavam”, explicam os pesquisadores no estudo.

Análise publicada no ONAS já havia apontado o Excesso de Mortalidade

Para chegar a esta conclusão dois indicadores são mais utilizados: os números de infectados e de óbitos atribuídos diretamente à doença. Porém, existem os chamados efeitos indiretos da pandemia na mortalidade da população para os quais a análise chama a atenção: as mortes que provavelmente não ocorreriam em situações normais, de não pandemia, como aquelas causadas pela sobrecarga dos hospitais e da infraestrutura médica assistencial; resistência pela busca de assistência médica; paralisação no tratamento de doenças, como câncer; etc.

Nos dados trazidos pelo Painel de Análise do Excesso de Mortalidade por causas naturais no Brasil 2020, existe uma projeção dos óbitos que o Brasil esperava ter em 2020 (óbitos esperados) com base na tendência observada nos últimos 5 anos (2015-2019). Essa projeção é comparada com o número de mortes efetivamente observadas no ano e a diferença entre a projeção e o observado é que convencionou-se chamar de “excesso de mortalidade”. Na avaliação do excesso de mortalidade foram excluídos os óbitos por causas externas, como homicídios, acidentes de trânsito, etc. e apenas os números relativos a óbitos por causas naturais foram utilizados.

O estudo também aponta a evolução do excedente de mortalidade ao longo dos meses do ano de 2020 e por semana epidemiológica no Rio Grande do Norte. “Percebe-se destacadamente que o excedente de mortalidade se concentrou entre as semanas epidemiológicas 20 e 36 (corresponde aproximadamente os meses de maio a agosto). Após esse período, com a retração do contágio, houve uma proximidade maior entre os óbitos observados e esperados, mas voltando a distanciarem nas últimas semanas do ano, quando coincide com o recrudescimento da doença não só no estado potiguar, mas também em todo o Brasil”, afirmam Ojima e Diógenes.

Com UFRN

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Saúde

Boletim epidemiológico do Ministério da Saúde nesta semana destaca RN entre estados com quedas mais efetivas de óbitos por covid

Foto: © Tânia Rêgo/Agência Brasil

O mais recente boletim epidemiológico do Ministério da Saúde mostra um crescimento de 7% nas mortes e queda de 5% nos casos positivos do novo coronavírus (covid-19) na semana epidemiológica 3 (SE 3), período de 17 a 23 de janeiro. Os percentuais são considerados pelos especialistas como dentro de um parâmetro de estabilidade das curvas de óbitos e diagnósticos positivos da covid-19.

Na SE 3, foram registrados 361.195 novos casos. O número representou uma redução de 5% em relação à semana anterior, quando foram confirmados 379.061 novos diagnósticos positivos. Entretanto, o resultado da semana epidemiológica 3 foi o segundo maior de toda a pandemia, atrás apenas da semana anterior, que marcou o recorde desde o início da pandemia.

Apesar da oscilação para baixo, a curva de casos da pandemia nessa nova onda se mantém em um patamar maior do que na primeira onda no meio de 2020, quando o pico chegou a 319.653 na semana epidemiológica 30, entre 19 e 25 de julho.

A curva de mortes fez movimento distinto, com oscilação positiva de 7% em relação à semana anterior. Na semana epidemiológica 3 foram informadas pelas autoridades de saúde 7.149 óbitos, contra 6.665 na semana anterior, com as mortes por covid-19 voltando a subir após uma oscilação para baixo na semana epidemiológica 2.

A curva segue o movimento de retomada de novembro e que passou por um salto na primeira semana do ano. Enquanto na SE 53 de 2020 o número de novas mortes registradas foi de 4.930, na SE 1 de 2021 as mortes chegaram a 6.906. O aumento de casos ainda não superou o pico de 2020, de 7.677 mortes na semana epidemiológica 30, mas já se aproxima dessa marca.

Estados

O boletim epidemiológico trouxe mostra seis Unidades da Federação com aumento na semana epidemiológica 3, enquanto oito ficaram estáveis e 13 tiveram redução. Os maiores aumentos se deram no Maranhão (45%) e Bahia (11%). Já as quedas mais intensas ocorreram no Paraná (28%) e no Amapá (27%).

Quando consideradas as mortes, o número de estados com acréscimo das curvas foi maior: 11. Outros sete ficaram estáveis e nove tiveram diminuição em relação ao balanço da semana anterior.

Os aumentos mais representativos foram registrados no Amazonas (104%) e em Goiás (78%). As quedas mais efetivas aconteceram em Roraima (44%) e Rio Grande do Norte (34%).

Os casos voltaram a ficar mais elevados nas regiões metropolitanas, mas ainda em patamar bastante abaixo dos municípios do interior. Enquanto as capitais e cidades adjacentes foram responsáveis por 37% dos novos diagnósticos positivos, nas cidades do interior ocorreram 63% das novas contaminações.

Já o número de mortes, as regiões metropolitanas voltaram a ter crescimento. Os óbitos registrados em cidades do interior representaram 54%, contra 46% nas regiões metropolitanas.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

  1. Em termos de assistência estamos bem. Isso reflete em um número menor de mortes. Parabéns aos responsáveis pela gestão da crise da COVID no nosso Estado.

  2. Parabéns aos 38% que se mantém longe das aglomerações, aos 30% que mesmo tendo que trabalhar se mantiveram com máscaras, álcool em gel e no possível fora de aglomerações. Outros 32% restantes são os responsáveis por no mínimo 80% das mortes e infectados.

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Saúde

Dezembro tem maior número de mortes por Covid-19 no Brasil desde setembro, indicam secretarias de Saúde

Pessoas fazem compras na 25 de Março, no Centro de São Paulo, no dia 23 de dezembro. — Foto: Carla Carniel/AP

O Brasil registrou, em dezembro, o maior número mensal de mortes por Covid-19 desde setembro, mostram dados apurados pelo consórcio de veículos de imprensa junto às secretarias de Saúde do país.

Os dados parciais para o mês – do dia 1º até as 13h desta terça-feira (29) – apontam 18.570 óbitos pela doença. O número é maior que os vistos em outubro e em novembro, e só não supera o de setembro.

Além disso, o número representa, em relação às mortes registradas em novembro, um aumento de 40%. É a primeira vez, desde julho, que a quantidade de mortes em um mês é maior que a vista no mês anterior.

As médias móveis diárias calculadas pelo consórcio de imprensa para dezembro também apontaram que, em 21 dos primeiros 28 dias do mês, houve tendência de aumento nos óbitos. Em novembro, foram 12 dias com a mesma tendência no mês inteiro.

O dado parcial referente a dezembro foi calculado subtraindo-se as mortes totais até as 13h desta terça (191.735) do total de mortes até 30 de novembro, que era de 173.165 até as 20h. Os números dos meses anteriores foram determinados com a mesma metodologia, mas considerando o último dia de cada mês. (Veja mais ao final da reportagem).

Segunda onda

Para o físico Domingos Alves, responsável pelo Laboratório de Inteligência em Saúde da Faculdade de Medicina da USP em Ribeirão Preto, o que se observa são as consequências da segunda onda da pandemia.

“A segunda onda já se impôs desde final de outubro. É óbvio que tenhamos um acréscimo no número de óbitos, em dezembro – que ainda não acabou –, muito maior que em novembro”, afirma.

Alves diz, ainda, que o padrão de óbitos da segunda fase da pandemia é diferente do da primeira.

“Quando se via o número de casos crescendo na primeira onda, se esperava duas semanas e já se via o número de óbitos crescendo. Agora, o delay [atraso] tem mais de um mês. As pessoas se infectando são as mais jovens – demora mais para infectar os mais velhos e [a pessoa] vir a óbito”, afirma o pesquisador da USP.

Ele acrescenta, ainda, que “aprendemos muito com o controle da pandemia. As pessoas internadas hoje vão menos a óbito que no início”.

Desde o primeiro caso de Covid, a ciência aprendeu formas de manejar pacientes com a doença – como, por exemplo, colocando-os de bruços.

Para o pesquisador, o cenário visto hoje “ainda é a ponta do iceberg”.

“Para janeiro, esses dados vão se agravar. Nós vamos ter uma mortalidade por Covid aqui no Brasil não vista até agora na pandemia. O número de óbitos vai explodir”, diz Domingos Alves.

Feriados e eleições

A previsão de Domingos Alves é compartilhada pela enfermeira epidemiologista Ethel Maciel, professora titular da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes).

“Com as festas de final de ano, com certeza teremos muitos casos e muitas mortes – porque as pessoas não estão fazendo o distanciamento, estão se aglomerando”, diz.

“Isso está muito relacionado a esse cansaço das pessoas. O vírus não se cansou da gente. Nós podemos ter cansado dele, mas ele não cansou. Ele se adaptou melhor – fez mutações que deram a ele uma capacidade maior de transmissão”, lembra Maciel.

Recentemente, novas mutações do coronavírus foram encontradas no Reino Unido e na África do Sul. Elas podem ser mais contagiosas do que outras “versões” do vírus. (Entenda mais sobre o que são mutações).

Para Ethel Maciel, o aumento nas mortes visto neste mês é reflexo de aglomerações anteriores – dos feriados de 12 de outubro, 2 de novembro e das eleições. Ela pontua que os próprios políticos, por exemplo, não deram bons exemplos de comportamentos para evitar a transmissão do vírus.

“As eleições tiveram influência. Políticos, pessoas se aglomerando: infelizmente foi o que nós vimos. A gente estava esperando o aumento de casos desde depois do feriado de outubro. Infelizmente, o que a gente faz hoje tem reflexo duas semanas depois. A gente vinha se preparando para chegar o verão muito próximo do controle. No final de outubro, viu a curva se modificando”, avalia.

A epidemiologista chama atenção também para o fato de que, nesta fase da pandemia, o risco de colapso dos sistemas de saúde – inclusive do privado, menos afetado no início do ano – é ainda maior. Isso porque os procedimentos que acabaram suspensos por causa da pandemia voltaram a ser feitos.

Ou seja: agora, os pacientes com Covid têm que “disputar” leitos de UTI, por exemplo, com aqueles que têm outros problemas de saúde.

“Alguns estados que não tiveram colapso antes correm risco de ter agora. Leitos foram desativados. A nossa capacidade de resposta não está sendo tão rápida. A gente está num momento de muita preocupação. Corre o risco de as pessoas ficarem doentes e não terem leitos – tanto no sistema público quanto no sistema privado”, alerta Maciel.

A professora da Ufes pede que, para o Ano Novo, as pessoas evitem se expor a riscos.

“O Ano Novo, culturalmente, é uma celebração em que a gente costuma se aglomerar. Esse ano, vamos ter essa passagem de ano diferente, ficar com a família”, sugere.

Metodologia

O consórcio de veículos de imprensa começou o levantamento conjunto no início de junho. Por isso, os dados mensais de fevereiro a maio são de levantamentos exclusivos do G1. A fonte de ambos os monitoramentos, entretanto, é a mesma: as secretarias estaduais de Saúde.

Outra observação sobre os dados é que, no dia 28 de julho, o Ministério da Saúde mudou a metodologia de identificação dos casos de Covid e passou a permitir que diagnósticos por imagem (tomografia) fossem notificados. Também ampliou as definições de casos clínicos (aqueles identificados apenas na consulta médica) e incluiu mais possibilidades de testes de Covid.

Desde a alteração, mais de mil casos de Covid-19 foram notificados pelas secretarias estaduais de Saúde ao governo federal sob os novos critérios.

G1

 

Opinião dos leitores

  1. A culpa é dessa cambada de políticos irresponsáveis e crápulas que fizeram aglomerações no interior do estado e grande Natal, canalhas.

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Saúde

COVID: Brasil registra 431 óbitos e 20 mil casos nas últimas 24h

O Ministério da Saúde divulgou os dados mais recentes sobre o coronavírus no Brasil nesta segunda-feira (28):

– O país registrou 431 óbitos nas últimas 24h, totalizando 191.570 mortes;

– Foram 20.548 novos casos de coronavírus registrados, no total 7.504.833 pessoas já foram infectadas.

– O número total de recuperados do coronavírus é 6.568.898, com o registro de mais 53.528 pacientes curados. Outros 744.365 pacientes estão em acompanhamento.

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Saúde

RN vive aumento de casos, mas não de óbitos por Covid, diz Sesap

Foto: Getty Images via BBC

Nesta sexta-feira(04), em meio a uma semana que voltou a ligar o sinal de alerta da população com o novo coronavírus, a Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap) confirmou que o Rio Grande do Norte vive um aumento na quantidade de casos de Covid-19, mas que esta situação ainda não se repete no número de óbitos.

“Vivenciamos no Estado do Rio Grande do Norte uma situação de aumento de casos, o que se repercute já na rede assistencial do ponto de vista de aumento de taxa de ocupação. Contudo, diante de todo o investimento e esforço, isso não vem impactando em relação aos óbitos”, disse Maura Sobreira, secretária adjunta da Sesap, de acordo com a Tribuna do Norte.

O Rio Grande do Norte totaliza nesta sexta-feira(04) 97.098 casos confirmados de covid, com 2.715 óbitos, sendo que em investigação estão 405. Casos suspeitos somam 44.842 e descartados são 234.874. Recuperados são 48.821.

Com acréscimo de informações de Grande Ponto e Tribuna do Norte

Opinião dos leitores

  1. Será que o Governo do Estado quer bater a meta estabelecida pelo secretário de saúde no início da Pandemia?

    1. 11.378 mortos até 15 de maio, faltam uns 8.700 mortos para atingir a meta

  2. Quero saber se nao tem que adorcer pri.eiro pra depois ir a obito, tem cada inteligência no comando, tamo reado

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Saúde

COVID: Foram 552 óbitos e 38 mil casos nas últimas 24h no Brasil; Total de 168 mil mortes e 6 milhões de infectados


Imagem: Freepik

O Ministério da Saúde divulgou os dados mais recentes sobre o coronavírus no Brasil nesta sexta-feira (20):

– Registro de 552 óbitos nas últimas 24h, totalizando 168.613 mortes;

– Foram 38.397 novos casos de coronavírus registrados, no total 6.020.164 pessoas já foram infectadas.

– O número total de recuperados do coronavírus é 5.422.102, com o registro de mais 14.604 pacientes curados. Outros 429.449 pacientes estão em acompanhamento.

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