FOTOS: Polícia Federal usa drones para fiscalizar eleições 2020

Foto: Divulgação/PF

A Polícia Federal, com o objetivo de auxiliar na prevenção e repressão de crimes eleitorais, utilizará 100 Aeronaves Remotamente
Pilotadas (drones), em todo o território nacional nas Eleições 2020.

Os equipamentos serão alocados estrategicamente, sobrevoando zonas eleitorais e locais considerados de grande incidência de crimes eleitorais.

Ao flagrar uma situação suspeita, os operadores dos drones transmitirão as imagens à equipe mais próxima da Polícia Federal, que,
imediatamente, se deslocará ao local para realizar a abordagem e conduzir os envolvidos à unidade policial, para a formalização dos procedimentos.

Os drones que serão utilizados possuem tecnologia de ponta, sendo capazes de se tornarem imperceptíveis ao realizarem voo em elevada altitude, e de identificarem suspeitos, placas de veículos, entregas de santinhos e situações de compra de votos, capturando imagens de alta nitidez.

A ação inovadora é uma das metas da Direção Geral da Polícia Federal, que tem orientado a utilização de novas tecnologias na repressão de delitos, e representa mais um esforço da instituição em cumprir seu papel constitucional de polícia judiciária eleitoral, mostrando que está preparada para combater os crimes eleitorais, garantindo um pleito seguro para que os cidadãos possam exercer livremente seu direito de sufrágio, nos limites da legalidade.

No RN, a Superintendência da PF em Natal e a Delegacia em Mossoró têm realizado uma série de treinamentos e simulações com drones, para que as ações tenham êxito durante o pleito eleitoral que se avizinha.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Saulo disse:

    Usem em mãe Luíza e no mosquito para ajudar a prender os traficantes.

Rio: drones com alto-falantes serão usados para evitar aglomerações

Foto: Toninho Tavares/ Agência Brasil 

A partir desta quarta-feira (15), quem insistir em permanecer em aglomerações em locais públicos no Rio de Janeiro pode ser surpreendido por um drone equipado com um alto-falante, que vai emitir alertas sobre a importância de ficar em casa neste momento de enfrentamento à pandemia do novo coronavírus.

O equipamento da Prefeitura do Rio de Janeiro vai auxiliar o Centro de Operações e a base operacional montada no Riocentro para atender os chamados do Disk Aglomeração, bem como no monitoramento feito por sinal de celular.

Segundo o prefeito Marcelo Crivella, o drone vai auxiliar na conscientização da população. “Vamos usar um drone que tem um alto-falante. Ele vai levar uma mensagem às pessoas e avisar: por favor, voltem para casa. Não permaneçam em aglomeração, tem risco”, disse ele em entrevista coletiva ontem (14).

Mercados e hortifrutis

Também começa nesta semana a fiscalização para as novas regras que mercados, supermercados e hortifrutis devem adotar para evitar o contágio pelo novo coronavírus. A norma foi publicada na segunda-feira (13) no Diário Oficial do município, após discussão com a Asserj (Associação de Supermercados do Estado do Rio de Janeiro).

As regras incluem a prioridade no atendimento a pessoas com mais de 60 anos; a restrição da entrada a uma pessoa por família; o controle do acesso de clientes para evitar aglomerações; e a demarcação do piso para manter um metro e meio de distanciamento entre os clientes nas filas.

Nas áreas de exposição, está proibido o autoatendimento na venda de pães, enquanto ele deve ser priorizado para a venda de produtos fracionados e fatiados, desde que estejam embalados e identificados.

Os carrinhos e cestas devem ser constantemente higienizados. Os clientes terão as mãos borrifadas com solução alcoólica 70% antes da entrada e os estabelecimentos devem manter dispensadores de álcool 70% nos caixas, balcões de atendimento e outros pontos acessíveis aos clientes.

Os funcionários devem ser avaliados diariamente na entrada e durante o serviço e devem ser dispensados caso apresentem sintomas respiratórios ou febre. O estabelecimento deve fornecer equipamentos de proteção individual para a equipe de limpeza e é recomendada a instalação de divisória transparente resistente para proteger o funcionário.

Os estabelecimentos que não cumprirem as normas podem receber notificação, multa e sofrer até interdição.

Capacitação de garis

Outra ação da prefeitura anunciada para hoje é o treinamento de 60 garis da Comlurb em parceria com o Exército, para a descontaminação de ambientes. Eles iniciam hoje um curso ministrado pela Seção de Defesa Química, Biológica, Radiológica e Nuclear da ESIE (Escola de Instrução Especializada) do Exército Brasileiro.

A capacitação inclui os processos para descontaminação de locais públicos, que soluções usar para a sanitização, os riscos dos produtos e a forma correta de utilização e descarte dos EPIs (Equipamentos de Proteção Individual)e resíduos.

O curso também vai abordar o risco oferecido pelo coronavírus, as formas de transmissão e o tempo estimado que ele permanece viável em cada tipo de material ou superfície.

R7, com Agência Brasil

Lotes de leilão da Receita Federal no RN têm Iphones, drones e carros

O portal G1-RN destaca nesta segunda-feira(09) que a Receita Federal promove neste mês um leilão eletrônico de mercadorias apreendidas em fiscalizações do órgão. Aberto para pessoas físicas e jurídicas, o leilão é composto por 38 lotes que incluem iphones, drones, carros, cosméticos e outros. O Prazo para recebimento de propostas é das 8h do dia 04 de março até as 21h do dia 18. A Sessão Pública para classificação e ordenação de propostas será no dia 19 de março, às 13h. Já a Sessão Pública para lances será nesta mesma data, às 14h, sempre considerando o horário oficial de Brasília. Veja mais detalhes aqui em texto na íntegra.

iFood começa testar entrega de refeições com drones

O iFood começou a testar o uso de drones, bicicletas e patinetes elétricos como parte dos esforços da maior empresa de entrega de comida por aplicativo da América Latina para ganhar eficiência logística e ampliar o alcance geográfico no Brasil.

“Fizemos testes com sucesso usando drones, incluindo para entrega de refeições num bloco de carnaval em São Paulo”, disse à Reuters o presidente do iFood, Carlos Moyses.

Nos próximos meses, a empresa começará a fazer testes com entrega por drones em prédios comerciais e residenciais, disse Moyses, explicando que o processo envolve aprovações de órgãos reguladores, como Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

Transportadoras, varejistas e restaurantes no mundo todo têm testado robôs, drones e carros autônomos para elevar a automação como forma de reduzir o alto custo da entrega de dispositivos, mantimentos e até mesmo xícaras de café.

Expandir e diversificar a rede de modais faz parte do plano do iFood para crescer tanto geograficamente como em toda a cadeia do negócio de refeições. Criado há cerca de sete anos, o iFood ganhou visibilidade por meio dos seus entregadores de motos e bicicletas, hoje uma rede de cerca de 120 mil profissionais, que atendem quase 500 cidades no país.

Sem revelar números, o diretor financeiro do empresa, Diego Barreto, diz que o iFood pode chegar nos próximos anos a uma parcela muito maior dos cerca de 5,5 mil municípios brasileiros, adequando-se a realidades regionais de cultura, logística e renda. Segundo ele, patinetes e bicicletas elétricos tendem a ter participação importante nesse processo.

“Esses modais devem ganhar escala ainda neste ano”, disse Barreto.

O iFood afirma ter feito uma média de 14,1 milhões de entregas em janeiro, alta de 124 por cento ante mesma etapa de 2018. A empresa também tem filiais na Colômbia e no México.

Nos últimos anos, o iFood passou a operar também na cadeia de pagamentos, em parceira com a subcredenciadora Zoop. Ambas são controladas pelo grupo brasileiro Movile, que por sua vez tem como principal investidora a sul-africana Naspers.

Por último, o iFood criou um braço para intermediar a compra de insumos pelos próprios restaurantes, o iFood Shop, um portal por meio do qual fornecedores ofertam embalagens e alimentos, hoje com cerca de 15 mil itens. O canal, diz Barreto, reduz a assimetria de informações e ajuda restaurantes a obterem melhores preços.

“Estamos fazendo para os restaurantes o que já fazíamos para os consumidores”, diz o executivo.

É nesse esquema tripartite de logística – sistema eletrônico de pagamentos e ampliação do portal para atendimento aos restaurantes – que devem ser canalizados a maioria dos 500 milhões de dólares captados pela Movile em novembro passado com investidores incluindo a própria Naspers e a Innova Capital, do megainvestidor Jorge Paulo Lemann.

O investimento envolverá a contratação de cerca 1.000 pessoas nos próximos 12 meses, a maioria profissionais de tecnologia, disse Barreto. O iFood tem hoje 1,4 mil empregados.

O movimento do iFood acontece enquanto grandes nomes do setor de entregas estão reformulando estratégias após um período de rápido crescimento no Brasil.

Segundo Moyses, porém, ainda há espaço para forte expansão do negócio de entregas de refeições no Brasil, um mercado que considera subexplorado, a exemplo do que acontece em outros grandes países, como a China.

Em janeiro, a colombiana Rappi anunciou que investiria dezenas de milhões de dólares para triplicar presença no Brasil, com planos de entrar em até 30 novas cidades em 2019 e adicionar novas categorias de serviços a seu aplicativo.

Em outra frente, na quinta-feira o grupo japonês SoftBank anunciou a criação de um fundo de 5 bilhões de dólares focado em projetos de tecnologia na América Latina e criação de operação na região para ajudar empresas do seu portfólio a ampliar alcance no continente. O foco do fundo inclui comércio eletrônico, serviços financeiros digitais e mobilidade.

Reuters

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Giba disse:

    Pronto para os moto Boys, procurem outra profissao essa Já foi, não é só a modernidade, é os seus direitos que as empresas não querem mais pagar tipo periculosidade.

OUSADIA: Amazon anuncia que usará drones para fazer entregas

A Amazon.com, a maior loja online do mundo, surpreendeu a comunidade virtual e não virtual com o anúncio de que em um prazo de quatro a cinco anos será capaz de usar drones (aviões não tripulados) para distribuir parte dos milhares de artigos que vende. O anunciou foi feito ontem pelo presidente da Amazon, Jeff Bezos, em entrevista ao programa “60 Minutes”, da emissora “CBS”, na véspera do “Cyber Monday”, o dia dos maiores descontos do ano para os compradores via internet nos Estados Unidos. Bezos disse que em quatro ou cinco anos a Amazon oferecerá seu serviço “Prime Air” com aviões não tripulados que entregarão as encomendas em 30 minutos. O presidente de Amazon, que há alguns meses surpreendeu o mercado e o público com a compra do jornal “The Washington Post”, disse que os drones poderão levar pacotes de até dois quilos, que representam 86% das entregas da empresa. “

Poderia ser em um raio de 15 quilômetros apartir de um galpão. Ou seja, em áreas urbanas poderia cobrir porções muito significativas da população”, acrescentou. A estimativa é de que a Amazônia tenha 225 milhões de clientes no mundo todo. Imediatamente, no Twitter e em outras redes sociais surgiram discussões entre os que elogiaram a promessa futurista e os que temem que os robôs voadores possam espionar, sequestrar crianças e causar estragos. Por sua vez, Patrick Fitzgerald, vice-presidente da empresa de transporte rápido de correspondências, documentos e objetos FedEx, disse que, por enquanto, não está preocupado com o plano de drones da Amazon. “A FedEx foi e continua sendo pioneira na tecnologia”, acrescentou. A empresa conta com frota própria de caminhões e aviões, todos tripulados, que entrega pacotes no mundo todo. “Nesta temporada de festas esperamos distribuir 22 milhões de pacotes diariamente”, disse Fitzgerald.

Agência EFE