FOTOS: Polícia Federal usa drones para fiscalizar eleições 2020

Foto: Divulgação/PF

A Polícia Federal, com o objetivo de auxiliar na prevenção e repressão de crimes eleitorais, utilizará 100 Aeronaves Remotamente
Pilotadas (drones), em todo o território nacional nas Eleições 2020.

Os equipamentos serão alocados estrategicamente, sobrevoando zonas eleitorais e locais considerados de grande incidência de crimes eleitorais.

Ao flagrar uma situação suspeita, os operadores dos drones transmitirão as imagens à equipe mais próxima da Polícia Federal, que,
imediatamente, se deslocará ao local para realizar a abordagem e conduzir os envolvidos à unidade policial, para a formalização dos procedimentos.

Os drones que serão utilizados possuem tecnologia de ponta, sendo capazes de se tornarem imperceptíveis ao realizarem voo em elevada altitude, e de identificarem suspeitos, placas de veículos, entregas de santinhos e situações de compra de votos, capturando imagens de alta nitidez.

A ação inovadora é uma das metas da Direção Geral da Polícia Federal, que tem orientado a utilização de novas tecnologias na repressão de delitos, e representa mais um esforço da instituição em cumprir seu papel constitucional de polícia judiciária eleitoral, mostrando que está preparada para combater os crimes eleitorais, garantindo um pleito seguro para que os cidadãos possam exercer livremente seu direito de sufrágio, nos limites da legalidade.

No RN, a Superintendência da PF em Natal e a Delegacia em Mossoró têm realizado uma série de treinamentos e simulações com drones, para que as ações tenham êxito durante o pleito eleitoral que se avizinha.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Saulo disse:

    Usem em mãe Luíza e no mosquito para ajudar a prender os traficantes.

Brasil usa vírus da gripe e bactérias para criar vacina contra covid-19

Foto: Reuters

Pesquisadores brasileiros de diferentes instituições estão empenhados em produzir uma vacina nacional contra o novo coronavírus, o que garantiria agilidade no combate à pandemia e independência de outros países. Para isso, são testados desde o vírus causador da gripe até o mecanismo usado por bactérias para enganar o sistema imune.

Essa, inclusive, é a estratégia em que o Instituto Butantan concentra seus esforços. Quando estão em ação no organismo, as bactérias liberam vesículas feitas de suas membranas externas. Essa ação confunde o sistema imunológico do corpo humano.

“A gente quer acoplar a proteína do coronavírus na superfície dessas vesículas, assim, estamos fingindo ser o vírus”, esclarece Luciana Cerqueira Leite, pesquisadora do Laboratório de Desenvolvimento de Vacinas do Instituto Butantan.

De acordo com Luciana, essa pequena partícula, produzida em laboratório a partir da cultura de dois tipos de bactéria – uma para fabricar a vesícula e outra a proteína igual ao do coronavírus -, possibilita aumentar 100 vezes a produção de anticorpos e também é capaz de estimular a ação de células de defesa.

“Nós já fizemos todo esse processo para a produção da vacina contra a esquistossomose [que já está em testes clínicos], então metade [da produção] já está concluída”, afirma.

Após a fabricação, a vacina será testadas em camundongos, a fim de verificar sua segurança e eficácia. A expectativa é que essa fase tenha início em um intervalo de seis meses a um ano.

A tática de pesquisadores da USP

Essa etapa já foi alcançada pela equipe coordenada pelo professor Jorge Kalil, do InCor (Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP). Eles também apostam em uma imitação do novo coronavírus.

Mas, nesse caso, a simulação é feita com o uso de VLPs (virus-like particles, em inglês), moléculas que se assemelham ao vírus, mas não possuem material genético para a replicação viral.

A vacina ainda será aplicada em camundongos transgênicos. Eles serão modificados com o receptor ACE-2, a enzima que o coronavírus usa para entrar na célula. Kalil deu mais detalhes sobre cada etapa em entrevista ao R7.

Em conversa com a Rádio USP, o professor destacou que existe um caminho “razoável” a ser percorrido para ir dos testes em camundongos aos testes em humanos.

“Tem vários testes em animais que serão feitos, para provar que a ideia funciona, ou seja, que os animais desenvolem anticorpos neutralizantes. Para depois, ver a toxicidade e segurança”, descreve.

Eficácia em humanos

Após verificar esses aspectos em animais, é preciso fazer o escalonamento, que significa produzir grande quantidade da vacina em boas práticas de laboratório para que ela seja testada nas pessoas. De acordo com Kalil, esse processo pode durar, no mínimo, um ano e meio.

O plano é realizar duas fases de testes em humanos: uma para verificar se a vacina é tóxica e outra para saber qual o regime de vacinação mais apropriado para desencadear respostas do sistema imunológico, ou seja, para o corpo começar a combater sozinho o novo coronavírus.

Caso essa etapa seja bem-sucedida, a vacina começará a ser produzida em larga escala e distribuída para o mercado. “Talvez leve dois anos, dois anos e meio”, estima Kalil.

Vacina para gripe e coronavírus

A equipe coordenada por Kalil troca informações com a da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) de Minas Gerais, que trabalha na produção de uma vacina bivalente: capaz de combater o novo coronavírus e o influenza, que causa a gripe.

“Nós modificamos geneticamente o vírus da gripe, que é o vírus influenza, para que ele produza tanto as proteínas do vírus da gripe quanto uma proteína que nós chamamos de imunogênica, uma proteína que induz resposta imune, no caso ao Sars-CoV-2. Esperamos que uma pessoa vacinada com esse vírus tenha uma proteção contra a covid-19 e também à influenza”, explica o pesquisador Alexandre Vieira Machado

Os testes em camundongos devem ser finalizados só no meio do ano que vem. Os próximos passos percorrem as mesmas etapas já descritas por Kalil, mas devem ter como cobaia os hamsters.

Corrida mundial

A pesquisadora Luciana ressalta que os países que estão mais avançados na busca por uma vacina já tinham uma experiência prévia adquirida em razão de outras epidemias, como a Sars (Síndrome Respiratória Aguda Severa) e a Mers (Síndrome Respiratória do Oriente Médio), também causadas por outros coronavírus.

“Seria interessante que assim que uma vacina for aprovada, essa tecnologia fosse distribuída [a outros países] para ampliar a capacidade de produção”, afirma a pesquisadora. “Aqui temos capacidade de produção, mas isso envolve muitas negociações internacionais, o que dificulta o processo”, pondera.

Kalil, por sua vez, defende que a melhor saída é produzir uma vacina brasileira. “Essa vacina, se nós não tivermos a nossa, se for feita na Inglaterra, primeiro eles vão vacinar os ingleses, depois americanos, depois europeus, depois chineses… Para nós termos acesso a essa vacina, vai demorar”, analisa.

R7

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. João Eros disse:

    A melhor forma de combater será produzir uma vacinaBrasileira, porque o Covid-19 sofreu mutações ao atingir a fase de transmissão comunitária no Brasil. “Nosso” vírus e um pouco diferente dos demais países. Então, somente as instituições de pesquisa brasileiras poderão encontrar uma vacina eficaz

Cidade turística sueca usa cocô de galinha para conter disseminação da Covid; entenda

Uma máquina espalha fezes de galinha nos gramados de parque, em uma tentativa de evitar aglomerações Foto: BBC News Brasil

A cidade sueca de Lund espalhou fezes de galinha nos gramados de seu principal parque, em uma tentativa de evitar aglomerações – e assim conter o avanço do novo coronavírus.

Em tempos normais, Lund atrairia dezenas de milhares de visitantes em sua festa anual de Santa Valburga, tradicionalmente comemorada em países escandinavos.

Neste ano, porém, autoridades locais quiseram evitar festividades por conta da pandemia.

“Lund pode muito bem virar um epicentro de avanço do coronavírus”, disse, ainda em abril, Gustav Lundblad, presidente do comitê ambiental local.

Com as fezes de galinha nos gramados, “temos a chance de fertilizar a grama e ao mesmo tempo deixá-la fedida, de modo que não seja agradável sentar-se ali para tomar uma cerveja”, agregou.

A Suécia tem tido uma abordagem incomum — e também polêmica – no enfrentamento da pandemia. Ao contrário da maior parte da Europa e da Escandinávia, o país não impôs um “lockdown” severo e manteve a maioria das escolas, bares, restaurantes e comércios abertos, embora tenha pedido que as pessoas evitassem aglomerações e mantivessem o distanciamento social.

O país de 10,2 milhões de habitantes tem tido um número de infectados (22,3 mil, segundo a OMS em 4 de maio) e mortos pela covid-19 (2,6 mil) bem maior que seus vizinhos nórdicos — a Dinamarca, com população de 5,8 milhões, registrou até agora 9,5 mil casos e 484 óbitos.

Isso levou alguns cientistas suecos a tecerem fortes críticas ao governo, acusando-o de ser leniente com a vida dos cidadãos e cobrando uma quarentena mais rigorosa. Ao mesmo tempo, apesar da ausência de medidas duras, o país não vivenciou o colapso sofrido por outros países europeus, como Itália ou Espanha.

“Tenho confiança na estratégia”, respondeu o premiê sueco, Stefan Lofven, na semana passada, segundo a agência Reuters. “Uma razão pela qual escolhemos essa estratégia é que temos apoiado as agências (de combate à pandemia), e as medidas são sustentáveis ao longo do tempo.”

A Reuters destaca que a população sueca é bastante espalhada por seu território, e mais da metade das residências são ocupadas por apenas um morador ,— a maior proporção na União Europeia. Além disso, o país tem um dos mais altos índices de confiança da população em seu governo.

Época, via BBC

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Papa Jerry Moon disse:

    Nesse ponto o Bolsonaro eatá também contribuindo para evitar aglomerações. Cada vez que abre a boca, fede.

  2. Nono Correia disse:

    Aqui a MERDA é a favor do coronavírus.

  3. mauricio disse:

    E aqui tão tentando usar a humana

APELOU: Haddad usa eliminação de Prior no BBB em paredão histórico com mais de 1,5 bilhão de votos para atacar Bolsonaro

Foto: Reprodução/TV GloboFoto: Vide Aguiar/Futura Press/Estadão Conteúdo

Fernando Haddad (PT) usou o Big Brother Brasil para provocar Jair Bolsonaro (sem partido). Em um tweet, o político manifestou sua opinião sobre o paredão de ontem no BBB, que acabou eliminando Felipe Prior, e em seguida comentou sobre o presidente.

“Nunca assisti BBB, mas to tão feliz que o Prior saiu. Não sei de onde saiu, nem pra onde foi, mas to feliz. Nem sei por que”, disse o político.

“P.S. Vocês viram que o Bolsonaro, hoje pela manhã, atacou os governadores? A sobriedade fake durou 12h”, finalizou o o ex-Prefeito da cidade de São Paulo.

Sem citar nomes, Jair compartilhou hoje no Twitter um vídeo com críticas aos prefeitos e governadores que defendem o isolamento social durante a pandemia de coronavírus. Depois, apagou o vídeo.

“Não é um desentendimento entre o presidente e alguns governadores e alguns prefeitos. São fatos e realidades que devem ser mostradas. Depois da destruição não interessa mostrar culpados”, escreveu Bolsonaro ao compartilhar o vídeo que supostamente mostrava um desabastecimento no Ceasa de Belo Horizonte.

Antes de Haddad expressar sua opinião e antes da eliminação, Eduardo Bolsonaro (PSL) desejou boa sorte a Prior no paredão contra ‘militante de esquerda’.

“Não assisto o BBB, mas tenho observado algo, marcaram-me em vários posts sobre isso. Tem uma militante de esquerda concorrendo com um cara que é politicamente incorreto e ganhou apoio de quem odeia mimimi, muitos jogadores de futebol, por exemplo”, disse o filho do presidente no Twitter.

No paredão histórico, que manteve Manu Gavassi na casa mais vigiada do país, Felipe foi o 10º eliminado do BBB 20, com 56,73% dos votos.

UOL

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Zé Mané disse:

    O Andrade e o Bananinha escolheram um assunto de extrema importância nesse momento da vida do nosso país. Covid, desemprego, UTIs lotadas? Nada disso é importante para esses políticos twitteiros (será que fazem alguma coisa além disso). O engraçado é que eles dizem que não assistem a essa porcaria.

  2. José Macedo disse:

    Será que tem parte de chineses e indianos vendo este bando de debilóides para ter 1,5 bilhões.
    Essa globolixo não para de fazer fale.

  3. Gomes disse:

    Esse só vive fumando maconha estragada.

  4. Fernandes disse:

    Um bilhão e meio de votos? Tem gente pra tudo isso?

  5. Rio disse:

    É o que restou da turma do Quadrilheiro Barbudo, comemorar resultado de BBB. Se bem que o Pinguço que deve ter mandado ele dizer o que disse…….

  6. Cidadão Natalense disse:

    Tá se vendo a qualidade dos telespectadores do BBB,

  7. Abel disse:

    Diga aí um bunda mole desses, pau mandado, numa hora dessas de pandemia???
    Um elemento desses, É o fim da picada.

  8. Said disse:

    Gente esse chupa ovo do ladrão ainda tá dando pitacos,ptralhar se confirmem a mamata acabou vocês ainda não entenderam isso?vão passar suas quarentena em Cuba,Venezuela,Moçambique. Cadê que tem coragem de ir.

  9. Lucas disse:

    Em que parte da fala do Haddad está esse “ataque” ? Li a matéria e não vi nenhuma citação envolvendo BBB e o Banana

Novo golpe usa cartão Nubank para roubar dados dos usuários

Foto: Reprodução

Circula um novo golpe para clientes do Nubank em que usuários recebem um e-mail falso avisando que seu cartão de crédito está parcialmente bloqueado por motivos de segurança, necessitando de informações pessoais para “resolver o problema”. O que acaba enganando os clientes do banco é o endereço do remetente usado para aplicar o crime, [email protected], que soa confiável – mas não é.

Acontece que o endereço falso pertence a um domínio hospedado pela Umbler. Neste momento, o site não pode mais ser acessado (http://desbloqueionuconta-com-br.umbler.net/), após usuários relatarem o ocorrido para o Nubank e para a Polícia Federal.

No golpe, informações pessoais do usuário como CPF, endereço e senha do e-mail, número do celular, senhas de oito dígitos e do cartão são solicitadas. Caso os criminosos tenham consigam esses dados, além de usar o cartão para fazer compras na internet, eles podem hackear a NuConta e até mesmo clonar o telefone do cliente.

O Nubank se pronunciou sobre o golpe, afirmando que:

“Esse tipo de atividade é crime, e sempre iremos colaborar com as autoridades competentes para investigar e coibir golpes como esse. Além disso, nós deixamos claro que nunca pedimos para que os clientes nos mandem seus documentos ou outras informações sensíveis por e-mail. Em casos de conteúdo suspeito, pedimos sempre que reportem por meio dos nossos canais de atendimento (chat, e-mail ou telefone), para que o conteúdo seja direcionado para o nosso time de especialistas. É importante também reportar o e-mail como phishing ao seu respectivo provedor de acesso.”

Olhar Digital via Seu Crédito Digital

 

Cientistas criam curativo que usa temperatura corporal para acelerar cicatrização

(Wyss Institute / Harvard University/Divulgação)

Limpar e proteger feridas da maneira correta pode ser crucial para evitar que elas piorem. Antes, as tentativas limitavam-se a cuidar bem dos machucados: lavar a região com água e sabão, colocar um curativo e esperar cicatrizar.

Mas esses cuidados com as feridas evoluíram, e os chamados “curativos inteligentes” viraram moda. Alguns deles, como os que usam impulsos elétricos para acelerar a cicatrização, ainda estão sendo testados em laboratório; outros, mais simples, já foram até usados em guerras. Agora, cientistas da Universidade Harvard adicionaram outro modelo à lista: o curativo que usa o calor corporal para acelerar a cicatrização.

Batizados de AADs (active adhesive dressings, ou curativos adesivos ativos), eles são feitos de hidrogel elástico e acumulam uma lista de vantagens: aderem bem à pele, são mais resistentes, antimicrobianos e sensíveis ao calor.

De acordo com os pesquisadores, que detalharam a invenção na revista científica Science Advances, os AADs se contraem quando estão em contato com a pele e podem fechar feridas significativamente mais rápido que outros métodos, além de prevenir a proliferação de bactérias sem a necessidade de qualquer outro medicamento.

Os cientistas defendem, ainda, que os curativos não são úteis apenas para ferimentos superficiais, mas funcionam também em tecidos internos, como o coração – e podem servir para levar medicamentos e até ajudar em terapias que usam robótica médica (algo que você pode entender melhor lendo este texto da SUPER).

Segundo os pesquisadores, a invenção foi inspirada na pele de embriões humanos (fetos), que é capaz de se curar completamente sem formar tecido cicatricial. Em português: a partir do momento em que saímos do útero, precisamos passar por um longo processo de cicatrização para fechar uma ferida. Esse ritual todo (que você pode ler em detalhes aqui) geralmente envolve combate a inflamações e a formação de uma cicatriz. Nos embriões, no entanto, o papo é outro: suas células conseguem produzir fibras da proteína actina, que faz a pele se contrair rapidamente para unir as bordas da ferida antes da formação de cicatriz – como se fosse uma “mochila sendo fechada”, na metáfora dos cientistas.

Com o objetivo de imitar esse mecanismo, os pesquisadores adicionaram à fórmula do hidrogel usado no curativo um polímero conhecido como PNIPAm. Ele tem como característica repelir moléculas de água e encolher a uma temperatura de 32 ºC (mais ou menos a da pele humana). O novo hidrogel híbrido, assim, consegue contrair quando exposto à temperatura corporal. O material é capaz de transmitir a força dessa contração ao tecido da pele, que também se contrai, fazendo com que a ferida se feche mais rápido.

Até agora, testes realizados em peles de animais foram um sucesso. “O AAD aderiu à pele de porco com mais de dez vezes a força adesiva de um Band-Aid e impediu o crescimento de bactérias, por isso esta tecnologia já é significativamente melhor do que os produtos de proteção de ferimentos mais usados, mesmo antes de considerar suas propriedades de fechamento da ferida”, disse Benjamin Freedman, um dos autores do estudo, em comunicado. Em testes com ratos, as feridas ficaram 45% menores com o uso dos ADDs. “Esperamos realizar outros estudos pré-clínicos [em laboratório] para demonstrar o potencial do AAD como um produto médico, e então trabalhar para colocá-lo no mercado”.

Super Interessante