Secretaria Nacional do Consumidor (Senacom) investiga Facebook por violações à privacidade

Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

A Secretaria Nacional do Consumidor (Senacom), órgão do Ministério da Justiça e Segurança Pública, abriu novo processo contra o Facebook para investigar supostas violações à privacidade e proteção de dados não somente de usuários da plataforma como de outros indivíduos. O Facebook tem até 10 dias para responder à notificação. Segundo o órgão, se comprovadas as violações, a empresa pode pagar multa de até R$ 10 milhões.

A Senacom apura supostos abusos no tratamento de dados sensíveis. Entre eles estariam informações de saúde como frequência cardíaca e ciclo menstrual, conteúdos de mensagens e e-mails privados e localização dos usuários. O tratamento irregular envolveria inclusive registros de pessoas que não são usuários da plataforma.

Essas informações teriam sido obtidas por meio de aplicativos. O Facebook funciona como plataformas para diversos apps, permitindo que esses ofereçam serviços e, para isso, coletem dados dos usuários. O aplicativo FaceApp foi um dos que recentemente geraram polêmica e questionamentos.

O processo aberto pelo MJ é o terceiro contra o Facebook por suspeitas de práticas irregulares relacionadas a dados de internautas. Em agosto, a Senacom cobrou esclarecimentos da companhia pelo acesso indevido ao conteúdo de mensagens do FB Messenger.

Em março, o órgão instaurou dois processos contra a rede social, sendo um pelo compartilhamento ilegal de dados a partir do recurso de login usando a conta do Facebook e outro pela atuação de hackers que teriam invadido contas de usuários brasileiros e obtido informações como nome, e-mail, lugares onde a pessoa foi e buscas realizadas.

A Agência Brasil entrou em contato com o Facebook e aguarda retorno da companhia sobre o caso.

Agência Brasil

WhatsApp cria nova regra de privacidade para entrada em grupos

Foto: Dado Ruvic/Arquivo/Reuters

O WhatsApp anunciou novas regras de privacidade para que o usuário possa ser adicionado em grupos. As mudanças começam a valer a partir desta quarta-feira (3).

De acordo com o aplicativo, que faz parte do grupo do Facebook, as novas configurações possibilitam ao usuário escolher que tipo de contato pode ou não adicioná-lo aos grupos.

Como aplicar
Para ativar, é necessário ir no campo “Configurações” no aplicativo, depois em “Conta > Privacidade > Grupos” e selecionar uma das três opções: “Ninguém”, “Meus contatos”, ou “todos”.

“Ninguém” significa que você terá que aprovar a entrada em cada grupo para o qual você foi convidado, e “Meus contatos” significa que somente usuários da sua lista de contatos poderão adicionar você a um grupo.

Nesses casos, será solicitado que a pessoa que convidar você a um grupo envie um convite privado em uma conversa privada. O usuário terá três dias para aceitar o convite antes que ele expire.

Passo a passo a mudar configurações para a entrada em grupos no WhatsApp — Foto: Whatsapp/Divulgação

O aplicativo afirma que os usuários terão mais controle das mensagens em grupo que irão receber.

G1

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Francisco Moura disse:

    Boa tarde. Hoje o Diretor do DER, Comt da PM São Gonçalo, Guardas municipal de São Gonçalo, várias viaturas da PRE,estiveram nas proximidades do aeroporto, proibindo os motosplicativo aplicativos, tx de Natal, Pipa e demais interiores de pegar passageiros no aeroporto de S Gonç. Uma humilhação e usando o nome da governadora para mostrar sua autoridade autorizada pela mesma. Como enviar vídeo?

PRIVACIDADE do WhatsApp: ‘Nossos princípios não mudarão’, diz criador

whatsapp590Após ser comprado pelo Facebook por nada menos que US$ 19 bilhões, o WhatsApp começou a sofrer com uma série de boatos sobre sua independência e as configurações de privacidade de seus usuários. Nessa segunda-feira, o criador do aplicativo de mensagens Jan Koum retrucou as acusações.

“Nossos princípios não vão mudar. O respeito pela privacidade está no nosso DNA”, disse ele, alegando que não teria aceitado a negociação se o Facebook pedisse mudanças na política com relação aos usuários do serviço – hoje, o WhatsApp tem 465 milhões de usuários.

“Construímos o WhatsApp tentando saber o menos possível sobre nossos usuários. Não sabemos onde eles moram, o endereço de email ou o aniversário deles”, adicionou Koum. As palavras do fundador do aplicativo de mensagens vão de encontro ao que Mark Zuckerberg disse em fevereiro, ao adquirir o serviço: “Seria muito estúpido de nossa parte inteferir fortemente no WhatsApp”.

Além disso, Koum criticou quem fabrica boatos a respeito de seu produto: “Especulações não são só infundadas, mas também são irresponsáveis. Elas assustam as pessoas que acreditam que a gente está coletando dados. Não é verdade, e gostamos de afirmar que não fazemos isso”.

Estadão

Recursos simples aumentam sua privacidade no Facebook; aprenda

O Facebook possui um atalho pouco usado em sua página inicial, que fornece acesso rápido a algumas das configurações de privacidades mais importantes. Para saber como utilizá-las e blindar a sua rede social, confira este passo a passo.

Se você tiver alguma dúvida ou desejar alguma dica sobre Facebook, envie um e-mail para [email protected], que ele pode ser publicado.

1. Entre no seu Facebook e clique no ícone do cadeado, localizado na parte superior direita da tela. Ele mostrará três opções de privacidade. Aprenda a utilizá-las nas próximas etapas.
11111
2. A primeira opção, “Quem pode ver meus itens?”, corresponde ao conteúdo que é exibido em sua linha do tempo e quem pode visualizá-lo. Recomenda-se que o usuário permita apenas que amigos tenham acesso à suas informações. Portanto, modifique de “Público” para “Amigos”.
22222222222
3. Já a segunda opção, “Quem pode entrar em contato comigo?”, diz respeito às mensagens enviadas para seu perfil e as solicitações de amizades. Modifique as mensagens para “Filtragem restrita” – assim, só os amigos poderem conversar com você. A parte de solicitações fica a critério do usuário. Se ele quiser que qualquer pessoa o adicione, deixe em “Todos”. Se não quiser, modifique para “Amigos de amigos”.
33333333333
4. E a última opção é para bloquear as pessoas inconvenientes ou aquelas de quem você não quer receber novidades (atualizações). Basta colocar o nome no espaço em branco e clicar em “Bloquear”. Desta forma, ela não irá mais incomodá-lo. Se quiser ver a lista de bloqueados, clique em “Ver todos os usuários bloqueados”.
444444444
Se você fizer uso da opção de bloqueio, é importante saber que o “bloqueado” pode acabar descobrindo. A pessoa não é alertada sobre essa ação. Mas, se entrar na página de quem a bloqueou, verá que não são mais amigos.

UOL

Facebook: agora você não pode mais se esconder da busca da rede social

32671.48325-FacebookAcabou a privacidade (ou parte dela): o Facebook removeu a opção de ocultar perfis na busca da rede social e no Graph Search (Busca Social). Isso significa que não será mais possível esconder sua conta dos resultados de pesquisas feitas por outros usuários do site, até mesmo aqueles que você bloqueou.

A novidade não é surpresa, já que a página informou em dezembro do ano passado que essa opção seria desativada primeiro nos perfis dos internautas que não utilizavam o recurso. A partir de agora, todos os usuários da rede social terão de se adequar à nova regra. Quem tinha habilitado a opção vai receber um lembrete sobre a mudança nas próximas semanas.

De acordo com Michael Richter, chefe de privacidade do Facebook, a configuração foi removida porque “as pessoas não a estavam usando e não se importam com ela”. Richter completou dizendo que muitos usuários acharam confuso quando tentaram encontrar pessoas que eles mesmos conheciam ou tinham adicionadas, o que levou a rede social a repensar o modelo de pesquisa usado no site.

Vale lembrar que, mesmo com a função ativa, outras pessoas poderiam visualizar seu perfil se quisessem. Bastava entrar na conta de um amigo ou conhecido que você tenha adicionado, ou procurar pelo seu nome em marcações de fotos e postagens.

Há quem aprove ou até mesmo ignore a nova medida. Contudo, como observa o pessoal do TechCrunch: “Manter a ferramenta ativa dava aos internautas uma falsa sensação de segurança, e isso justifica por que o Facebook a removeu. Por outro lado, deveria ter fornecido um controle de privacidade mais forte nas opções de busca da página, e não reduzi-lo a opções mais fracas”.

Esta não é a primeira e talvez não seja a última mudança nas questões de privacidade do Facebook. No começo de setembro, a rede social alterou sua Política de Uso de Dados que diz o seguinte: “Você nos dá permissão para usar o seu nome e imagem do perfil, seu conteúdo e informações em conexão com conteúdos comerciais, patrocinados ou relacionados (como uma marca que você gosta)”.

Ou seja, se o Facebook quiser fornecer seu nome e foto de perfil para empresas ou entidades comerciais, ele pode fazer isso com o seu consentimento. E sem que você receba nada por isso.

Canal Tech

Google, Facebook e Microsoft negam acesso irrestrito dos EUA a informações de usuários

Representantes do Google, da Microsoft e do Facebook negaram hoje (15), no Senado, que as empresas tenham dado ao governo dos Estados Unidos “acesso irrestrito” ou “de grande escala” a informações de seus clientes. Eles participaram de audiência pública para debater as denúncias de espionagem norte-americana a e-mails e ligações telefônicas de brasileiros.

“Até o fim do ano passado, 0,00002% [das informações solicitadas ao Facebook] foi requisitado por autoridades norte-americanas de qualquer âmbito, seja federal ou estadual, [o que abrange] desde delegados procurando crianças desaparecidas e roubos até questões de segurança nacional”, disse o gerente de Relações Governamentais do Facebook no Brasil, Bruno Magrani. “Não houve nenhum acesso em grande escala”, acrescentou.

Posições similares foram apresentadas pelo diretor de Políticas Públicas do Google Brasil, Marcel Leonardi, e o diretor-geral Jurídico e de Relações Institucionais da Microsoft Brasil, Alexandre Esper.

Leonardi disse que a Google não aderiu a qualquer programa de espionagem do governo norte-americano e que a empresa não permite instalação de equipamentos daquele governo para fins de segurança. “Não existe nenhum mecanismo de acesso a essas informações, apesar de diversos países terem sugerido isso. Ninguém pode pegar esses dados em nossa empresa”, garantiu. “Agimos apenas de acordo com a lei. [Por isso,] muitas vezes esses pedidos são negados. E quando somos obrigados, [a informação] é entregue às autoridades”.

O diretor da Google acrescentou que, se tivesse a permissão do governo dos EUA para publicar o número de requisições que envolvem a segurança nacional daquele país, as pessoas chegariam à conclusão de que “o cumprimento está aquém das alegações generalizadas feitas na imprensa”, e que o que gera suspeitas é justamente a falta de transparência sobre como essas requisições são feitas.

Já o diretor da Microsoft disse que, desde o dia 16 de julho, a empresa fez pedido ao Tribunal de Vigilância de Inteligência Estrangeira dos EUA (Fisc, na sigla em inglês) para divulgar amplamente os dados, mas ainda não recebeu a autorização. “A privacidade e a segurança dos nossos usuários são preservadas e não oferecemos acesso irrestrito a dados de clientes a nenhuma autoridade. O que a mídia escreveu, ela levantou em cima de fatos, mas são percepções ou impressões. Essa não é a forma como a empresa opera”, disse Esper.

Em audiência pública feita na semana passada pela Comissão de Relações Exteriores do Senado, o jornalista Glenn Greenwald, do jornal britânico The Guardian, denunciou que o monitoramento de comunicações eletrônicas, pelos EUA, sob a justificativa de combate ao terrorismo, visavam, na verdade, à obtenção de informações privilegiadas relativas a acordos econômicos, estratégias políticas e competitividade industrial de outros países.

Agência Brasil

Fake se deu mal no Twitter

Qualquer Coincidência é Mera Semelhança.

Retirado do Site Olhar Digital:

Segundo o jornal The Guardian, o Twitter teve que passar por cima do anonimato de um usuário, devido a uma batalha por difamação. De acordo com o o jornal, o microblog foi forçado a entregar os dados pessoais de um vereador britânico acusado de difamar autoridades locais, por meio de diversas contas anônimas.

A ação foi levada ao Supremo Tribunal da Califórnia pelas autoridades do município de South Tyneside, na Inglaterra, que, por sua vez, ordenou ao Twitter que divulgasse o email, nome e número de telefone do autor dos comentários. Esta é a primeira vez que o microblog cedeu à pressão legal para identificar usuários anônimos.
(mais…)

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Diogo disse:

    Parece que a moda de Vereador plantando mentiras pra barganhar uma boquinha não é só em Natal

  2. Artur disse:

    Será mesmo preciso fakes para criticar o governo da prefeita? Pensei que já tinha visto de tudo.

  3. Mariana Paiva disse:

    Fica a dica para os vereadores de Natal que contrataram pessoas para fazer fakes para atacar a Prefeita, bem como, deputadinho vermelho que contratou estudante de jornalismo da UFRN pra fazer um axército de fakes contra a governadora Rosa. MUITO CUIDADO… HAHAHAHA. VÃO SE FERRAR!

    • resposta a Mariana disse:

      Cara Mariana, o político que contratar alguém estará jogando dinheiro fora, pois não precisa, até porque não somos BURROS E CEGOS para perceber o que a onda verde e rosa vem fazendo pela cidade. Nossa manifestação é reflexo do elas fazem HAHAHA! Se houver algum político aê contratando alguém não precisa meu caro, porque temos o prazer de fazer todos os comentários verídicos, sem maquiar o q as mulheres do poder fazem, assim fazemos valer a DEMOCRACIA!! hahaha