Bilionários filantropos lançam campanha de doações para combate ao coronavírus

Rubens Menin, dono da MRV e do Banco Inter Foto: Edilson Dantas / Agência O Globo

Dois movimentos destinados à filantropia lançaram campanha conjunta, nesta segunda-feira, para convencer grandes fortunas brasileiras a doarem para o combate ao coronavírus. O objetivo é levantar recursos em um fundo emergencial para a compra de material hospitalar e equipamentos por quatro instituições publicas de saúde. Organizadores estimam potencial de levantar R$ 10 milhões em uma semana.

A iniciativa é do Movimento Bem Maior, dos empresários Elie Horn (Cyrela), Eugenio Mattar (Localiza) e Rubens Menin (MRV e Banco Inter) e do apresentador Luciano Huck, e do Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social (Idis). A campanha usa a plataforma de crowdfunding (financiamento coletivo) para causas sociais BSocial.

Os recursos serão direcionados à Fiocruz, ao Hospital das Clínicas de São Paulo, à Santa Casa de São Paulo e à Comunitas, organização que está comprando respiradores para hospitais do SUS.

O objetivo é que o dinheiro seja usado na compra de material de proteção para médicos e enfermeiros, testes para diagnóstico de Covid-19, respiradores e equipamentos para UTI.

– Estamos fazendo uma convocação aos grandes filantropos para que doem recursos. Alguns doadores já demonstraram interesse, agora vamos discutir valores. Enxergamos o potencia de levantarmos R$ 10 milhões em um semana – contou Paula Fabiani, diretora-presidente do Idis.

Lá fora, diversos bilionários já anunciaram doações para o combate ao coronavírus. A fundação de Bill e Melinda Gates vai destinar US$ 100 milhões à iniciativa, enquanto o fundador do gigante chinês do comércio eletrônico Alibaba, Jack Ma, destinou US$ 14,5 milhões a pesquisas sobre vacinas contra a doença.

Doações de qualquer valor

Mas os efeitos econômicos da pandemia tornam mais difícil a tarefa de fazer empresários a abrirem o bolso, já que suas fortunas encolheram com as quedas na Bolsa e o fluxo de caixa dos seus negócios estão comprometidos.

– Não é um momento fácil para levantar doações, dada a crise causada pela pandemia. Mas, entre as famílias mais afortunadas, não temos visto ninguém reticente, até pela comoção mundial e pelo nível de vulnerabilidade do pais – disse Carola Matarazzo, presidente do Movimento Bem Maior.

Embora mire sobretudo grandes fortunas, a iniciativa aceita doação de qualquer valor por meio do site da BSocial.

O Globo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Tereza disse:

    Correção:* indignados leia-se admirados

  2. João Neto disse:

    Qual a doação da Riachuelo de Flávio Rocha, como também da Havan do Veio?

  3. Tereza disse:

    Os que foram mencionados no comentario do sr. Flavio estão indignados com as ações rápidas e eficientes do governo federal e dos seus competentes ministros.

  4. Flávio Filho disse:

    Os empresários estão lutando contra o coronavírus.
    Os milionários estão lutando contra o coronavírus.
    Os governos estão lutando contra o coronavírus.
    A maior parte do povo tem feito sua parte contra o coronavírus.
    Mas só o governo federal é criticado, os outros estão acertando em tudo que faz! Será?
    Onde estão os intelectuais, os artistas, as ONGs, cadê os líderes do MST, TMST?
    Todo esse povo só sabe criticar, pela crítica fizeram o quê contra a situação do vírus?
    Qual contribuição eles deram até agora? Qual o projeto que eles mostraram contra o coronavírus? Onde esse pessoal que tanto grita contra a falta de verba pública postou alguma contribuição positiva, viável e real contra o coronavírus?

    • Deco disse:

      Isso mesmo, Flávio…
      Cade Luciano Hulk, Marina Siilva, Greta Tumber, Leonárdio de cáprio, Cristiano Ronaldo,Caetano Veloso, Zé Abreu (aquele seboso), Chico Buarque, Gilberto Gil, Hadad, Gleice Hofman, Tábata Amara?
      Só torcendo contra???? Até agora, só CIro chorando….
      LINGUARUDOS

    • ric disse:

      PERDOA SENHOR ELE NÃO SABE O QUE DIZ…..

    • Deb&Loide disse:

      Isso mesmo, já já chegaram os críticos de suas palavras.

    • Victorino disse:

      O comentário mais verdadeiro que li nesse blog, onde estão essa cambada que só fazem críticas, esse mesmo blog anunciou essa semana que tem um monte de respiradores artificiais quebrados no estado, o que fizeram para resolver, o governo federal pelo menos estar agindo, dando a cara para bater, mas a maioria estão politizando a situação na esperança de tirar vantagem no futuro, não se conformam que perderam as tetas do estado, vergonha dessa esquerda preocupada com o bem estar deles mesmos, vergonha!!!

    • Batista disse:

      E por que será isso Flávio inocente útil?
      Será porque ele disse, contrariando seu Ministro da Saúde que é médico, que isso não passava de fantasia e "se tratava apenas de uma gripezinha"?
      Será porque ele divulgou fake dizendo que já havia remédio para o vírus ao mesmo tempo que a ANVISA e todos os profissionais sérios da área estavam dizendo que não?
      Será porque ele, tendo chegado dos Estados Unidos com sua equipe praticamente toda contaminada com confirmações, incentivou e participou de ato público e manteve contato com população quando deveria ter respeitado a quarentena?
      Será porque, ao invés de liderar e coordenar as ações dos Estados, fica disputando e enfrentando os governadores com medidas sendo tomadas a reboque, como nos casos do RJ e SP?
      Vc ainda quer mais?
      Tem muito mais amigo. Saia de sua bolha e seja vem vindo ao mundo real. Muitos que votaram em Bolsonnaro jacestap se tocando e percebendo que ele não tem nem noção do que está ocorrendo. Toda hora faz ou diz algo e em seguida volta atrás.
      Acorde enquanto é tempo.

VÍDEO: Bolsonaro e Moro lançam projeto Em Frente Brasil, em combate ao crime violento

O presidente Jair Bolsonaro acaba de assinar o projeto-piloto do programa “Em Frente, Brasil”, idealizado por Sergio Moro. Será uma parceria entre governos federal, estaduais e municipais para testar políticas de segurança para combate ao crime violento em cinco cidades.

São elas: no Norte, em Ananindeua (PA); no Nordeste, em Paulista (PE); no Sudeste, em Cariacica (ES); no Sul, em São José dos Pinhais (PR); e, no Centro-Oeste, em Goiânia (GO).

Não são os municípios mais violentos, mas tiveram alta expressiva de homicídios nos últimos anos. A ideia é que recebam investimentos em educação, saúde, habitação, emprego, cultura, esporte e programas sociais para reduzir os casos.

Se der certo, o programa será expandido para outras cidades.

O Antagonista

Governo do RN e AGN lançam linha de crédito para Cultura nesta quinta-feira

A cadeia produtiva da cultura potiguar receberá mais um importante instrumento de promoção e incentivo nesta quinta-feira (08) com o lançamento da linha de financiamento do Pró-Cultura através da Agência de Fomento do Rio Grande do Norte (AGN-RN). O ato acontece às 15h, na Governadoria, no Centro Administrativo.

A governadora Fátima Bezerra oficializará através da assinatura do documento junto à diretora-presidente da AGN-RN, Márcia Maia, a criação da linha de financiamento enquadrada no programa do Microcrédito do Empreendedor. Participarão ainda o diretor-geral da Fundação José Augusto, Crispiniano Neto, além de representantes da cadeia produtiva da cultura no estado.

Na oportunidade, serão divulgados detalhes das condições da nova linha de financiamento a ser disponibilizada pela Agência de Fomento do RN e que promoverá as mais diversas áreas da cultura potiguar.

O novo instrumento foi criado a partir de uma demanda crescente dos segmentos por apoio. A partir daí, a governadora Fátima Bezerra solicitou o trabalho em conjunto entre a Fundação José Augusto e a Agência de Fomento para a criação de uma proposta capaz de atender às necessidades da economia criativa mobilizada pelos produtores culturais, artistas e demais profissionais do segmento.

“É uma iniciativa que nasce de várias mãos e que chega para preencher uma lacuna importante no estado. A cultura, com o audiovisual, as artes plásticas, o artesanato, todos os esses segmentos serão beneficiados com uma linha de financiamento construída para desenvolver e promover a cultura no RN”, afirmou Márcia Maia.

Bancos lançam fundos de previdência privada mais rentáveis e baratos; conheça

Vinicius Cruz, diretor financeiro do Grupo Bradesco Seguros: gestora lança produtos para atender quem quer sair da renda fixa (Bradesco Seguros/Divulgação)

O cenário formado pela taxa de juros básica na mínima histórica e uma expectativa cada vez maior de que a reforma da Previdência seja aprovada aumenta a procura por aplicações em previdência privada.

Isso porque leva investidores que já tenham a proteção a realizarem a portabilidade dos recursos para produtos mais rentáveis, enquanto obriga quem não tem a aplicação a começar a pensar nessa alternativa em um cenário no qual irá se aposentar mais tarde e, provavelmente, sem recursos suficientes para manter a sua atual qualidade de vida caso dependa exclusivamente da aposentadoria pública.

Um estudo da Economatica mostra a surpreendente evolução da previdência complementar nos últimos 12 anos. Desde 2007, o valor investido em fundos de previdência privada passou de 94 bilhões de reais para 852 bilhões de reais. Antes oferecidos por 45 gestoras, as cotas da proteção atualmente são comercializadas por 124 instituições financeiras. O segmento de previdência privada somava 392 fundos. Hoje, são 1.786.

Diante de uma maior concorrência, menor atratividade de fundos de renda fixa e amargar a perda de 220 mil investidores no ano passado, as maiores gestoras de fundos de previdência privada do país buscam atualizar portfólios ao novo cenário econômico lançando produtos mais baratos ou mais rentáveis, mas com uma volatilidade que não assuste tanto os mais conservadores.

É o caso da Brasilprev. Braço de previdência da BB Seguros, cuja gestora é atualmente a maior no segmento de fundos de previdência do país.

De acordo com o CEO Walter Malieni, a aplicação sempre foi majoritariamente feita pela classe média a alta no país. “Agora, a classe de renda mais baixa começa a se interessar também. Os empregos estão muito mais intermitentes e exigem que novos entrantes comecem a ter uma consciência previdenciária maior”.

Para atender esse aplicador que tem renda menor, a seguradora criou um fundo que permite contribuições mensais a partir de 100 reais, o “Fácil”. O fundo tem como foco clientes com renda entre 2 mil reais e 8 mil reais e objetivo de usar os recursos no longo prazo – após dez ou mais anos de acumulação.

A sugestão inicial destina toda a contribuição a um fundo de renda fixa com perfil moderado. Composto por títulos públicos e privados de prazo mais longo, ele tem uma volatilidade média visando retornos mais significativos no longo prazo e em um ambientr de juros baixos.

O investidor pode mudar a estratégia a qualquer tempo e sem custos para os demais fundos disponíveis, como outras estratégias de renda fixa e multimercados. O produto, lançado em agosto, já reúne mais de 40 mil investidores.

Um indicador que registra o aumento da demanda pela previdência privada são simulações feitas dentro do app da Brasilprev. As consultas registram uma evolução de quase quatro vezes, de 118 mil nos cinco primeiros meses do ano passado para 550 mil no mesmo período de 2019. O número de contratações de planos neste mesmo período cresceu 40%, passando de 5 mil para 7 mil.

A Brasilprev é seguida na liderança de alocação em fundos de previdência pela Bradesco Seguros e a sua gestora BRAM, que viu o patrimônio alocado nesses fundos crescer em 5 milhões de reais apenas nos últimos meses, atingindo 206,4 bilhões neste ano até junho.

O diretor financeiro da Bradesco Seguros, Vinícius Cruz, aponta que a seguradora também está calibrando a oferta de fundos.

A principal diferença que o executivo sente nos últimos meses é uma migração da renda fixa para a classe de multimercados, que navegam por diversas classes de ativos, respondem mais rapidamente a mudanças na dinâmica da economia e exigem mais da gestão. “A maior parte da alocação da nossa carteira ainda é em renda fixa, mas no atual nível de juros fica difícil manter a competitividade da categoria”.

Esse movimento tem um claro motivo. Segundo o estudo da Economatica, em cinco anos três categorias de fundos de previdência perdem para o CDI: Renda fixa, Balanceados 15/30 e Balanceados até 15. Por outro lado, quatro ultrapassam o indicador utilizado como referência para investimentos: Ações, Data-alvo, Multimercados e Balanceados > 30.

Para chamar a atenção de clientes que estão em busca de mais retorno, a Bradesco Seguros lançou, em parceria com a sua gestora, a BRAM, uma família de fundos de previdência privada com estratégia quantitativa, chamada “Alocação”. A principal atratividade da estratégia é seu custo menor, já que sua gestão é definida por robôs e algoritmos, e não por uma gestão ativa de uma equipe de pessoas.

Os novos fundos atendem tanto o cliente com um perfil mais conservador até quem já consegue experimentar um pouco mais, já que podem ter uma maior diversidade de ativos e um equilíbrio maior de volatilidade do que fundos macros, por exemplo, diz Cruz. “Foi um jeito que encontramos para que o cliente faça uma transição mais tranquila de um fundo de renda fixa para um fundo Macro, que dependendo do tempo de investimento e apetite ao risco não traz conforto ao aplicador. Mesmo investidores mais sofisticados preferem ter menos volatilidade quando se trata de fundos de Previdência”.

A taxa de administração cobrada na nova família de fundos fica em torno de 1% ao ano, enquanto cotas de fundos Macro comercializadas pela gestora têm custo que varia de 1,5% a 2% ao ano. A aplicação mínima mensal parte de 100 reais.

Cruz ressalta que os fundos de renda fixa não devem ser descartados por quem começa a aplicar no segmento. “Esses fundos recentemente foram classificados como de uma gestão preguiçosa, mas tem muitos fundos de renda fixa atrelados a índices de inflação com ganhos relevantes no ano, que podem render mais do que fundos multimercados”. A escolha, diz o executivo, vai depender do objetivo e tolerância a risco do cliente e costuma fazer mais sentido para quem aplica em prazos menores”.

Entre os novos fundos de previdência privada disponibilizados, o Santander destaca o “PB Ativo FIC Renda Fixa”. O fundo cobra uma taxa de administração de apenas 0,6% e teve um retorno de 140% do CDI entre janeiro e julho (até o dia 12) deste ano, com captação líquida de 254 milhões de reais.

Como funciona

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OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Manoel disse:

    Eu sou contribuinte do atual sistema previdenciário. Infelizmente, fui forçado a estar dentro de um sistema falido e, ao meu ver, se não houver a atual reforma e em breve outras que virão, o sistema estará cada vez mais fadado à falência: vide o caso do RN. Mas vamos torcer pra Fátima Góipi não fazer reforma da previdência aqui no Estado para ver se ela chega no final do mandato com a folha em dia kkk. Tanto Fátima, como TODOS os outros governadores que são "contra" a atual reforma, estão torcendo muito para que ela seja aprovada e depois ter os Estados e municípios inclusos… O resto é só balela para abestado acreditar que eles são contra… kkkk

  2. Marcos disse:

    A previdência das pessoas não se resume a um mero cálculo financeiro.
    Trata-se de um direito básico e humanitário que o estado e a sociedade tem que garantir às pessoas idosas. É bom ler a Constituição Federal, a Declaração Universal dos direitos do homem (1948) e os pactos internacionais sociais já aprovados.

    • Minion de Peixeira disse:

      Lindo discurso. Combinou com a chata da Matemática?

    • Manoel disse:

      O direito básico estava, está e estará garantido nas reformas anteriores e também na reforma previdenciária em análise da Câmara dos Deputados. E realmente existem vários e vários dispositivos legais em nossa IMENSA Carta Magna que preveem o direito à previdência. Aqui ressalto o Art. 40 da CF, que inclusive teve sua última alteração no governo do Lulaladrão: "Art. 40. Aos servidores titulares de cargos efetivos da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, incluídas suas autarquias e fundações, é assegurado regime de previdência de caráter CONTRIBUTIVO e SOLIDÁRIO, mediante contribuição do respectivo ente público, dos servidores ativos e inativos e dos pensionistas, observados critérios que preservem o equilíbrio financeiro e atuarial e o disposto neste artigo. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 41, 19.12.2003). Como grifado, o regime previdenciário é, além de universal, um sistema contributivo e solidário, ou seja, todos devem contribuir para tê-lo ou arcar, solidariamente, com seu equilíbrio. Como os sistema previdenciário está deficitário faz tempo, vide as diversas reformas que os governos de partidos de esquerda anteriores fizeram, a reforma atual não será a última, visto que cada vez mais a longevidade aumenta e há menos contribuintes para o sistema previdenciário. Parece que muita gente não entende, ou não quer entender, a matemática financeira por trás do sistema previdenciário que está literalmente falido, em especial, no RN!

    • Pires disse:

      Sim, então vou tirar do seu salário pra cobrir o déficit desse direito universal, topas?

  3. Nilvan Rodrigues da Silva disse:

    Ninguém sabia que a Reforma da Previdência teria por objetivo beneficiar os privilegiados de sempre. Os banqueiros, os agentes financeiros a elite dominante. Em outras palavras "o mercado". Por outro lado os trabalhadores e a sociedade irão pagar uma conta que nunca fizeram. Que Deus nos proteja de todos os males da terra.

  4. Severino disse:

    Desembolsando

  5. Marcos disse:

    Palhaçada. Somos otários mesmo.
    Essa reforma, patrocinada pelo mercado financeiro, vai destruir totalmente a previdência pública. Agora, os bonitões já começaram a vender seus produtos para a massa de otários que irão contribuir, correndo o risco desses bancos quebrarem daqui a alguns anos e deixar todos com o pires na mão. Lembrem-se da CAPEMI e MFM criados nos anos 60 e deram um calote gigantesco nos brasileiro nos anos 90. É o fim da picada mesmo.

  6. Decepcionado disse:

    COMEÇANDO A FESTA DOS GRANDE VENCEDORES DESSA REFORMA QUE DEFORMA O SISTEMA ONDE DEVERÍAMOS RECEBER DE VOLTA CORRIGIDO TODO O NOSSO DINHEIRO DESCONTADO AUTOMATICAMENTE AO LONGO DE MAIS DE 20, 30 OU 40 ANOS.
    VIVA OS QUE ACREDITAVAM, QUE ESSA REFORMA ERA PRA MELHORAR A VIDA DOS TRABALHADORES QUE CONTRIBUEM COMPULSORIAMENTE PARA O SISTEMA DE SEGURIDADE SOCIAL.
    VIVA BOLSONARO E SUA TRUPE COMANDADO PELO REPRESENTANTE DOS BANQUEIROS: GUEDES.

    • disse:

      12 x 11%=1,302 do seu salário por ano depositado, se tiver depositado 30 anos, você terá o equivatente a 40 salários que vc recebe hj, muitas das vezes a correção da poupança não chega nem perto do percentual do salário corrigido, portanto, o que vc vai receber, ficará perto de 40 meses de salários,logo, representará 3 anos e pouco que receberá de salário. Depois desses 3 anos, vc vai viver dq? E esse tempo excedente, é o que o Estado banca por fora, por isso que a previdência é deficitária.

    • Severino disse:

      Isso ainda pq uma minoria se aposenta por tempo de contribuição. O Esquema Ponzi ruiu e tá todo o mundo desembolsado para sustentar a falácia da previdência superavitária.