Política

PT, PHS e PC do B formam terceiro bloco partidário na ALRN

270b02943068502d77560e1e4a753fb2inter_250-300Os deputados Fernando Mineiro (PT), Souza (PHS) e Cristiane Dantas (PC do B) compõem o terceiro bloco partidário da 61ª Legislatura. A solicitação oficial foi protocolada na Mesa Diretora com indicação de Mineiro como líder.

A formação do terceiro bloco altera uma composição anunciada anteriormente, na qual a deputada Cristiane Dantas participava do bloco formado pelos deputados Jacó Jácome (PMN) e George Soares (PR). Agora o deputado Carlos Augusto Maia (PT do B) é o novo integrante do bloco formado pelo PMN, PR e PT do B.

Os deputados Tomba Farias (PSB), Márcia Maia (PSB) e Agnelo Alves (PDT) integram o terceiro bloco parlamentar dentro da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte.

Somente as agremiações partidárias com bancadas a partir de três parlamentares podem participar das deliberações realizadas nas reuniões de lideranças. Na atual legislatura, somente PMDB (Ezequiel Ferreira, Álvaro Dias, Gustavo Fernandes, Hermano Morais e Nélter Queiroz), PROS (Ricardo Motta, Albert Dickson, Raimundo Fernandes e Gustavo Carvalho) e PSD (Dison Lisboa, Galeno Torquato e José Dias) possuem número suficiente para integrar o Colégio de Líderes.

As atribuições do Colégio de Líderes estão previstas no Regimento Interno do Poder Legislativo. Entre as competências do colegiado estão: opinar sobre a fixação do número de membros das comissões permanentes, bem como sobre a representação das bancadas nas diversas comissões; estabelecer entendimentos políticos entre as Bancadas, sem prejuízo da competência legislativa do plenário e das comissões; dispensar exigências e formalidades regimentais para agilizar a tramitação das proposições.

Lideranças

– Fernando Mineiro (PT – PHS – PC do B)
– Jacó Jácome (PMN – PT do B – PR)
– Tomba Farias (PSB – PSB – PDT)
– Raimundo Fernandes (PROS)
– Gustavo Fernandes (PMDB)

Com informações da ALRN

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Diversos

PRESIDENTE DO PT: regulação da mídia será discutida neste mandato

O presidente do Partido dos Trabalhadores, Rui Falcão, disse que a presidente Dilma Rousseff irá tratar da regulação da mídia no segundo mandato de seu governo. O presidente do PT participa nesta sexta e sábado, em Fortaleza, da reunião do Diretório Nacional da legenda, que contará também com a presença de Dilma. A presidente da República já fez menção ao tema e deve lançar consulta pública sobre a questão ainda em 2015. As informações são da agência PT.

Na entrevista, Falcão falou também sobre a confirmação da nova equipe econômica do governo Dilma, com Joaquim Levy para o Ministério da Fazenda e Nelson Barbosa para o Ministério do Planejamento. E disse esperar que eles atuem em favor das políticas públicas mantidas pelo PT, independentemente de qual partido forem.

O presidente do PT disse que o evento em Fortaleza tem um sentido simbólico, devido à eleição do governador do Ceará, Camilo Santana, e da importância do Estado para a reeleição de Dilma. Segundo ele, o PT programou outros dois encontros em Estados também representativos para o partido: Minas Gerais e Bahia. Em Belo Horizonte, haverá a mobilização para o 35º aniversário do PT, no dia 10 de fevereiro. E na Bahia está prevista a realização do 5º Congresso Nacional da legenda.

Falcão lembrou que Minas Gerais quebrou a hegemonia de mais de 10 anos do PSDB com a eleição de Fernando Pimentel. “E na Bahia, nós elegemos pela terceira vez em primeiro turno um governador pelo partido, o petista Rui Costa”, destacou.

fonte: Estadão Conteúdo

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Diversos

Rogério Marinho: “MST agredindo cidadania é o preço do desgoverno do PT”

O presidente de honra do PSDB no Rio Grande do Norte e candidato a deputado federal, Rogério Marinho, criticou o protesto realizado nesta quarta-feira (10) pelo Movimento Sem-Terra (MST). O grupo interditou sete pontos de quatro rodovias federais que interligam o Rio Grande do Norte.

“Ontem o RN assistiu a mais um espetáculo de desrespeito e agressão ao direito de ir e vir. O MST agredindo a cidadania é o preço do desgoverno do PT. É preciso posicionamento firme da sociedade para impedir terrorismo, violência e a truculência do MST que afronta e ameaça o Estado de direito”, disse Rogério.

Ainda de acordo com o líder do PSDB no Estado, nos últimos 12 anos de governo do PT no país, o partido “estabeleceu uma relação promíscua com movimentos como o do MST, que são financiados e aparelhados pelo próprio governo”. Para Rogério, esta ligação representa “um risco para a democracia”.

Entre os pontos que tiveram o fluxo de veículos interrompidos pelo MST, estão Macaíba, onde o bloqueio ocorreu no entrocamento da BR-304 com a BR-226, trevo que dá acesso aos municípios da região Seridó, além do Km 24 da BR-304, já em Mossoró, na região Oeste do Estado.

Também foram interditados trechos no Km 45 da BR-101 Norte, perto de Maxaranguape, e nas comunidades de Estivas e Massaranduba, em Ceará-Mirim. No Km 160 da BR-101 Sul, os bloqueios aconteceram nas entradas das cidades de Tibau do Sul e Canguaretama. Na BR-304, a via foi fechada no Km 182, na entrada da cidade de Santa Maria. Já na BR-406, são dois os pontos bloqueados: um no Km 100, perto da entrada de João Câmara, e outro no Km 163, próximo a entrada da comunidade de Serrinha, no município de Ceará-Mirim.

Opinião dos leitores

  1. E será que ainda vamos eleger figurinhas como Dilma e Marina, que tem discursos idênticos, principalmente quando se tratam dessa corja de vagabundos, que alimentados pelo ex-Presidente Lula, param o País à seu bel prazer. Desrespeitando a direito às propriedades privadas, em nome de uma reforma agrária fajuta!
    Lembremo- nos que assim como o Lula, a Dilma e a Marina, colocaram o boné e camisa, de todos esses movimentos marginais(MST, MSC,MSP,MSB, Black blocks; ETC., ETC., ETC.) E estão comprometidos com eles até a medula!
    Cassetetes e gás lacrimogênio neles todos!
    Parabéns Dep. Rogério Marinho. Posicionamentos, como sempre, coerentes. Parabéns!

  2. Reivindicar é uma coisa o que o MST vem fazendo com o apoio do PT é VANDALISMO e assim tem que ser tratado, com a força da polícia e do exército.

  3. Concordo com Rogério Marinho. Esse desgoverno petista só produz essa e outras mazelas para o país. Não resolveu o problema dos assentamentos rurais, dos agricultores sem terra e os incentiva a praticar a balbúrdia. A política petista é a da terra arrasada. Quanto pior, melhor para Lula e seus asseclas, que há doze anos atrasam o Brasil. Inflação, corrupção, mensalão, petrolão e tudo o que é de péssimo para o brasileiro. Basta! Chegou a hora de mandar essa corja pra fora!

  4. O que faltou ai, foi a Policia Militar, Exercito e outras forças, chegar junto com gás de pimenta, gás lacrimogêneo e cassetete. Esse tipo de coisa não cabe numa democracia, mas, como não acontece nas câmaras legislativas onde a vagabundagem é oficial, a coisa vira baderna!!!

    1. Todinho se as Policias tivessem agido dessa forma que você falou, na qual eu também concordo, a sociedade já estava toda contra ela exigindo punição e chamando de truculenta e opressiva.

      O nosso País só está do jeito que está devido a hipocrisia do nosso Povo!!!

      Se fosse em outro País esse tal de mst já havia sido extinto há bem da ordem pública !!!!

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Política

BOMBARDEIO: PT, PSDB, PSOL e PSTU criticam Marina em propaganda

A candidata do PSB à Presidência, Marina Silva, voltou a sofrer ataques dos adversários na propaganda eleitoral gratuita no rádio. Os programas de PT, PSDB, PSOL e PSTU criticaram Marina, enquanto o segmento da ex-ministra foi uma repetição do que foi apresentado na terça-feira, 2.

Marina agradeceu “de coração” a confiança dos brasileiros e disse que, ao consultar diversos setores da sociedade percebeu que a “esperança de mudar a política já estava pronta para despertar”. Marina apresentou ainda seu vice, Beto Albuquerque e disse que quer governar com “partidos, trabalhadores, empresários e movimentos sociais”.

A propaganda petista centrou seus ataques em Marina, dizendo que a presidente Dilma Rousseff mostrou “para a outra candidata lá” no debate do SBT que “fala mansa não resolve”. “É preciso mostrar como vai fazer”, disse o programa, que criticou também a falta de importância dada ao pré-sal no programa de governo do PSB. “Ser contra o pré-sal é ser contra o futuro do Brasil.” Outra crítica a Marina foi relacionada à sua falta de apoio no Congresso. O programa frisou que não dá para governar sozinho e que “sonhar é bom, mas eleição é hora de botar o pé no chão”. “Será que ela tem jeito para negociar?”, questionou o locutor, que completou dizendo que duas vezes o Brasil escolheu “salvadores da pátria” e não teve sucesso.

O programa de Dilma também destacou trechos do debate nos quais a presidente fala de segurança pública, propondo repetir o que deu certo na Copa do Mundo, e de economia, frisando que o País não está em recessão e que a queda na atividade é momentânea. A propaganda critica a “falta de propostas concretas” dos outros candidatos.

A propaganda do PSDB ecoou as críticas à falta de experiência e apoio político de Marina, destacando que é preciso “força de verdade” para mudar o Brasil e que “sozinho não se faz nada”. Aécio Neves voltou a dizer que, para mudar o País, “não basta tirar o PT do poder”. Segundo ele, é preciso colocar no lugar um governo que funcione. O programa exibiu novamente depoimentos de tucanos, como o governador do Paraná, Beto Richa, e o ex-governador de São Paulo José Serra, apoiando Aécio.

No fim, o programa tucano provocou os petistas. “Agora vai começar o programa do pessoal que fala muito, mas não fala que gastou R$ 700 milhões para construir um porto em Cuba”. Diferentemente dos dias anteriores, o programa petista não sucedeu o do PSDB e após a provocação dos tucanos começou a propaganda para deputados federais.

Nanicos

Os programas do PSOL e do PSTU também criticaram Marina Silva. Luciana Genro disse que, para fazer mudanças de verdade, é preciso contrariar interesses, coisa que, segundo ela, Marina não está disposta a fazer. Já o PSTU, do candidato Zé Maria, “defendeu” o legado de Chico Mendes. Em referência a uma fala de Marina no debate da TV Bandeirantes, o PSTU disse que Chico Mendes nunca foi da elite e que “essa elite matou Chico Mendes”.

Já a propaganda do candidato do PSC à Presidência, Pastor Everaldo, repetiu as principais propostas do candidato, como a redução da máquina pública e a defesa do livre mercado.

fonte: Estadão Conteúdo

Opinião dos leitores

  1. Zé Ninguém, na visão de Roberto Setubal se referindo a FHC e Lula, quem é o gestor medíocre e quem é o populista?

  2. Independente de qualquer coisa, todos os candidatos devem responder todas as pergunta dos eleitores, sob pena de ficar pairando um clima de "falta de transparência" e de que há coisas a serem escondidas.
    Assim, Marna precisa responder:
    a) Quem é o dono do jatinho fantasma e porque encontrava-se completamente irregular?
    b)Quem são os clientes da empresa de Marina e quais eram os teores das palestras?
    c) Qual a pocisão da candidata em relação a homofobia, casamento GAY e roleta bíblica, além da influência dos Pastores Silas Malafaia e Marcos Feliciano?
    d) Qual a pocisão da candidata em relação ao Pré-sal, energia nuclear e independência do Banco Central?
    e) E se ela acha que os interesses dos banqueiros são os mesmos dos trabalhadores em geral?

  3. Manter o povo no cabresto Politico Eleitoreiro, só da nisso, uma dia a CASA CAI, CHEGA DE PATIFARIA E TIRANIA (PT). MARIA NELES. MARINA NELES. MARINA NELES.

  4. SERÁ QUE O QUE É BOM PARA OS BANQUEIROS TAMBÉM É BOM PARA O POVO?
    O presidente Roberto Setubal (irmão de Neca Setubel), da fundação do banco Itaú Unibanco, a maior instituição financeira do País assumiu a sua pocisão dizendo: "Estamos diante de uma eleição presidencial que mudará os rumos do país", saudou ele, deixando claro seu voto em Marina Silva, do PSB; "O país não aguenta mais gestões medíocres e populistas", continuou o banqueiro, em referência aos governos dos presidentes Fernando Henrique, do PSDB, e Lula, do PT; não esquecendo que Setubal tem na irmã Neca a responsável pelo programa de governo de Marina e braço direito da candidata; o pai deles, Olavo Setubal, foi prefeito de São Paulo por indicação do REGIME militar e ministro no governo Sarney; política no sangue; eventual vitória de Marina será, assim, vitória do titular e da herdeira do Itaú; em tempo: na gestão Dilma Rousseff, banco foi autuado pela Receita Federal em R$ 18 bilhões por sonegação de impostos. Será que esse é um dos motivos de sua decisão?

  5. SE ELES SOUBESSEM QUE MERDA QUANTO MAIS MEX MAIS FEDE !!! A TENTATIVS DE ATACAR MARINA QUADRIPLICA O TEMPO DE EXPOSIÇÃO NA TV E ISSO TURBINA A VOTAÇÃO DELA . O POVO DESEPERADO BURRO

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Jornalismo

Henrique defende neutralidade de Dilma onde PT e PMDB se enfrentarem

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O presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) defendeu nesta segunda-feira (22) que o PMDB peça para que a presidente Dilma Rousseff não suba em palanques de candidatos do PT ou do PMDB em estados onde as duas siglas se enfrentam na corrida aos governos locais. Henrique, que é candidato do PMDB ao governo do Rio Grande do Norte, fez a recomendação ao vice-presidente da República, Michel Temer.

Para ele, o ideal é que Dilma faça seus próprios atos de campanha e os candidatos locais que estiverem na coligação participem dos eventos. “A presidente Dilma fez assim na eleição passada. Nos locais onde tinha palanques de mais de um aliado da base ela fez a programação de campanha dela e quem a apoiava, comparecia ao ato dela. Espero que o modelo seja este”, disse.

Temer participa na noite de hoje de um encontro com Dilma e lideranças de partidos aliados para discutir os rumos da sua campanha à reeleição.

Henrique destacou ainda, que Temer deve cobrar do PT qual será a participação do PMDB na campanha da presidente. Para ele, o vice-presidente precisa ser mais enfático nas cobranças, “explicitando as dificuldades”, especialmente em relação a alguns palanques regionais, como no caso do Rio Grande do Norte em que o PT apoia Robinson Faria, do PSD.

“Qual é a inserção do PMDB nesse núcleo da campanha presidencial? Vem aí a campanha na TV e o tempo que nós cedemos? Como vai ser a participação nesse tempo de campanha presidencial? […] O PMDB precisa estar presente na campanha, no núcleo que decide a campanha presidencial, a postura da presidente Dilma e também do ex-presidente Lula nos palanques regionais. É importante combinar antes a estratégia, para depois não dizerem que nós não avisamos. É melhor ver antes o problema para depois não ter insatisfações incontornáveis”, disse.

Em meio ao recesso branco da Câmara, Henrique voltou à Brasília para conversar com Temer, que reassumiu a presidência do partido na semana passada, e para participar de uma reunião amanhã no Ministério da Integração Nacional com o prefeito de Natal (RN), Carlos Eduardo Alves.

Henrique e Temer almoçaram juntos hoje e discutiram a participação do PMDB nas eleições. O líder do partido na Casa, deputado Eduardo Cunha (RJ), também esteve presente no encontro. Segundo Henrique, o vice-presidente queria opiniões sobre o posicionamento do partido no pleito.

Em relação ao seu Estado, Henrique afirmou que pediu à Temer para transmitir à Dilma o recado de que ela fique “à vontade” para ir ao Rio Grande do Norte. “Se ela não quiser ir para não desagradar aos dois, tudo bem. Se ela for fazer evento de campanha dela, estarei no palanque dela”, disse.

Aliados no plano nacional, PT e PMDB se enfrentam em 18 estados neste ano, como São Paulo e Rio de Janeiro.

Fonte: Folhapress

Opinião dos leitores

  1. O PMDB é um partido fisiológico, que só sobrevive nas tetas do poder. Aqui, temos um legítimo representante desse câncer político. O sr. Henrique Alves.
    As pessoas falam que H. A. nestes últimos 43 anos de vida pública não tem nenhum projeto conhecido, mas isso não é verdade. Henrique tem um grande projeto e é fácil ver: um projeto de poder desmesurado, uma sede de poder que faz com que ele não se contente em ter a metade mais um para ser o vencedor, ele quer a totalidade. Talvez isso reflita uma insegurança patológica, que tenta camuflar, inconscientemente, cooptando pela força do cargo, pela força da grana, pela fraqueza de muitos, “aliados” a torto e à direita. Essa insegurança pode ser fruto de ter surgido à sombra do pai, um político carismático, que por mais que tenha tentado nunca conseguiu que o filho fosse seu herdeiro, naturalmente, tendo que dividir o seu legado político entre vários familiares. Só uma pessoa muita insegura para não querer enfrentar adversários e buscar comprar todo mundo.

  2. Pula nada, quem tem, tem medo, contra fatos não há argumentos, a não ser se a seleção caia de novo por 7 x 1.

  3. Já tem muito candidato querendo desvincular sua imagem da de Dilma, basta só o barco da sinais que vai afundar que muita gente pula fora!!!!

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Jornalismo

PT entra com ação contra Aécio por construção de aeroporto em MG

O PT ingressou nesta terça-feira (22) com pedido de instauração de inquérito na PGR (Procuradoria-Geral da República) para investigar a suspeita de uso de recursos públicos na construção de um aeroporto no terreno de parentes do senador Aécio Neves (PSDB-MG), candidato à Presidência da República. O terreno foi desapropriado pelo governo do Estado.

Os petistas pedem que o Ministério Público instaure três inquéritos – civil, público e criminal – para apurar a denúncia revelada pela Folha de S.Paulo. O partido também pede que a PGR investigue se o aeroporto opera sem autorização da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil).

Na ação, o PT afirma que a construção e a administração “irregular” do aeroporto configuram crimes de improbidade administrativa, peculato, emprego irregular de verbas públicas, prevaricação e desrespeito ao Código Brasileiro de Aeronáutica.

O partido argumenta que houve uso de recursos públicos na construção do aeroporto na época em que Aécio era governador de Minas, por ser administrado pelo tio-avô do candidato – o que configuraria o desrespeito à Lei de Improbidade Administrativa. Na ação, os petistas também argumentam que há a exploração de um espaço em bem público federal sem autorização do órgão regulador.

Outra irregularidade, segundo o PT, está na escolha do local onde o aeroporto foi construído. “As opções para a escolha do local onde está situado o aeródromo e da empresa que executou as obras devem ser elucidadas, tendo-se em vista que as notícias publicadas remetem a possível quebra da impessoalidade na opção pelo imóvel e na empresa que executou a intervenção [doadora em campanha eleitoral], com impactos na Lei de Improbidade Administrativa”, diz a ação.

O PT ainda afirma que, segundo a reportagem, haveria suposta falta de envio de documentos à Anac para manter o controle do aeroporto em “mãos privadas”, o que caracteriza o crime de prevaricação.

Como revelado pela Folha, no fim do segundo mandato de Aécio como governador de Minas Gerais, o Estado construiu um aeroporto em terreno de Múcio Guimarães Tolentino, tio-avô do candidato tucano e ex-prefeito da cidade. O Estado gastou quase R$ 14 milhões na obra.

A área foi desapropriada pelo Estado antes da execução da obra, no município de Cláudio, mas o tio de Aécio contesta na Justiça o valor proposto pelo governo para a indenização, que ainda não foi paga. Com a desapropriação, o Estado obteve a posse do terreno, mas ele só poderá ser registrado em nome do governo após o pagamento.

A Anac vai investigar se aviões pousaram e decolaram a partir do aeródromo de Cláudio, construído num terreno de parentes de Aécio Neves desapropriado pelo governo do Estado. Segundo a agência, não há autorização legal para movimentação aérea no local porque o uso da pista ainda não foi liberado perlo órgão de fiscalização. Na prática, o aeroporto ainda não existe.

TUCANOS

O PSDB promete ingressar com ação contra a Anac e a presidente Dilma Rousseff no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) por uso da máquina pública. Os tucanos consideram que Dilma e o PT utilizaram a Anac para prejudicar Aécio, uma vez que o candidato afirma que o processo de homologação do aeroporto ocorreu de forma “legal e transparente” –enquanto a agência afirma que não autorizou movimentação aérea no local.

“É vergonhosa a utilização de mais uma estrutura do estado para perseguir adversários políticos do governo”, diz nota divulgada pela coligação de Aécio.

O PSDB ainda não informou quando vai ingressar com a ação.

Fonte: Folhapress

Opinião dos leitores

  1. Agora só porque foi Aecio que, por " acaso", desinteressadamente, com RECURSOS PÚBLICOS, construiu um aeroporto numa área particular, que pertencia ao seu tio ( não foi de um desconhecido qualquer, mas seu parente, prestem atenção), o fato virou uma uma coisa que pode ser relevada, uma besteira, sem importância. Não passa de puro desespero do PT. Faz-me rir bando de babões sem cérebro!!! Crucificam o PT, a todo custo, sem ponderar as melhorias que trouxeram na parte social ( e que foram muitas, posso dizer pelo que vivi. Estudei na UFRN, que na época de FHC tava aos pedaços, e depois, no governo de Lula, parecia outra Universidade, equipada, com arcondicionada, biblioteca setorial em varios cursos). Claro, que o governo do PT, especialmente da Dilma, não é perfeito (aliás, existe governo perfeito ?!!Porém, não sou cega como alguns que defendem a oposição, e que acham o Aecio o modelo de honestidade desse país). Ah…só um lembrete, não foi o PT que inventou o mensalão. Essa especialidade é do PSDB, que comandou o maior esquema da corrupção, para cooptar apoio para aprovação da reeleição (isso até as pedras do mar sabem), só que como, na epóca eles não permitiam que se investigassem, ficou a abafado.

  2. Será que aquele helicóptero dos Perrela com mais de 400 Kg de cocaína deveriater pousado nesse "Aecioporto" ? Isso 'cheira' muito mal.

  3. O NOME DISSO E DESESPERO!!!!! O PT AO PERCEBER QUE SUA QUEDA VERTIGINOSA NAS PESQUISAS , PARTE PARA ATACAR SEM QUALQUER RAZÃO O CANDIDATO QUE ESTÁ EMPATADO ! GRAÇAS A DEUS OS PETRALHAS PERCEBEM SOZINHOS O SEU FIM !!!! OVRIGADO POR VESTIREM A CARAPUÇA!!!! SHOOOOOWWWWWW

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Política

"PT me trata com respeito, gosta de mim", diz Maluf sobre aliança

MalufSofaJorgeAraujoO senhor está feliz com a aliança que firmou com o petista Alexandre Padilha?, perguntou o repórter ao deputado Paulo Maluf. E ele: “O PT me trata com mais respeito do que outros partidos. O PT gosta de mim.”

Por vias transversas, o blog recebera a informação de que Maluf estava insatisfeito com o petismo. Dizia-se que cogitava inclusive desfazer em São Paulo o noivado do seu PP com o PT. Romperia a aliança firmada há 13 dias antes da formalização das núpcias, em convenção partidária a realizar-se no final do mês.

Seu relacionamento com o candidato do PT é bom?, insistiu o repórter, pelo telefone. “É ótimo”, respondeu Maluf, sem titubeios. Ele quantificou sua afinidade com Padilha: “101%”.

Para dissolver qualquer réstia de dúvida, Maluf esclareceu que “o relacionamento é perfeito também com o Emídio de Souza, que é o presidente estadual do PT, e com o Rui Falcão, que preside o partido nacionalmente.”

O repórter já se dera por convencido. Mas a satisfação de Maluf com o PT, por ilimitada, intimou-o a adicionar à sua lista mais dois personagens: “Estou muito satisfeito com a atuação do Lula e com a atuação da Dilma em relação ao PP.” De novo, ele forneceu uma referência matemática: “Queixa zero!”

“O Ministério das Cidades é do PP há mais de dez anos”, Maluf explicou. “E, quando apoiamos o prefeito Fernando Haddad, na eleição de 2012, houve inclusive a indicação do secretário de Saneamento Ambiental” do ministério.

O indicado do PP para a Secrataria de Saneamento Ambiental continua no cargo? “Claro que continua”, disse Maluf, antes de esclarecer: “Não é do PP. Não faço indicações políticas. O engenheiro Orlando Garcia é uma indicação técnica. Se a gente põe político, faz besteira”.

“Técnico também erra”, corrigiu-se Maluf. “O Celso Pitta [prefeito de São Paulo de 1998 a 2000], que eu indiquei para me suceder, não deu certo. Mas o importante é que eu fiz a indicação de boa fé.”

Não receia perder a disputa pelo governo de São Paulo com Padilha, hoje o preferido de apenas um 3% do eleitorado? “Quando entrei na campanha do Fernando Haddad, ele também tinha 3% no Datafolha. O José Serra tinha 31%. Esteve na minha casa duas vezes, acompanhado do senador Aloyzio Nunes.”

Por que não fechou com Serra? “Conversamos muito, acho ele um administrador estupendo. Eu disse pra ele: fui prefeito, tenho obrigação de escolher bem. Você está com 70 para 71 anos, foi prefeito há pouco tempo, ficou um ano e três meses e foi embora. Não quis ser prefeito, entregou pro Gilberto Kassab. Perguntei: Serra, você quer ser prefeito ou quer usar a prefeitura como trampolim?”

O que disse o Serra? “Ele disse que era a última coisa da vida dele, queria ser prefeito por oito anos”. Não acreditou? “Ora, meu querido, não acredito em Papai Noel. Fui apoiar o Fernando Haddad, o candidato dos 3%.”

Maluf disse não ter dúvidas de que a eleição em São Paulo será definida em dois turnos. “Aposto o que você quiser. Tem segundo turno. Vai ser o Geraldo Alckmin contra o Alexandre Padilha ou contra o Paulo Skaf.”

Como empresário, por que não entregou o tempo de propaganda do PP no rádio e na tevê para o PMDB de Skaf, presidente da Fiesp? “Eu considero o Paulo Skaf muito competente. Dos candidatos que estão aí, é o mais experiente.”

Se é assim, insisto, por que não apoiou o Skaf? “Vejo o Skaf a cada 15 dias, sou industrial. Conversei muito com ele sobre isso. Até havia, de minha parte, uma predisposição. Mas temos deputados federais e estaduais que têm outro ponto de vista. O PP nacional também. E eu não faço política sozinho.”

“A maioria optou pelo Padilha”, declarou Maluf. “Além disso, decidimos apoiar a Dilma nacionalmente. E o apoio ao Padilha veio por gravidade.” Otimista a mais não poder, Maluf vaticinou: “A Dilma vai vencer no primeiro turno”.

Acha mesmo que uma gestora com taxa de aprovação de 33% no Datafolha vai prevalecer no primeiro round? “Anota aí: ela ganha no primeiro turno. Vou fazer força por ela, em São Paulo.”

Maluf fez as contas: “O tempo de televisão da Dilma, 13 minutos, é três vezes maior que o do Aécio Neves. É seis vezes mais que o do Eduardo Campos —um bom candidato que terá dificuldade de se comunicar. A Dilma terá 26 comerciais de 30 segundos por dia, em dez redes de televisão. Durante 45 dias, todo mundo vai vê-la falando alguma coisa. E ela tem o que falar.”

Confirmando-se a vitória de Dilma, afirmou Maluf, “ela e o Lula se concentrarão na campanha de São Paulo, para apoiar o Padilha ou o Skaf.” Novamente, Maluf arrastou seus búzios na direção oposta à das pesquisas: “O Alckmin vai perder. Não tenho a menor dúvida disso.”

Ex-adversário do PT por três décadas, Maluf é, hoje, um insuspeitado entusiasta do trabalho de Dilma Rousseff. “Para esse momento, ela é a melhor presidenta que o Brasil poderia ter.” Por quê? “Ela tem personalidade, sabe mandar e conhece a fundo os problemas.”

Como apreciador de obras, não acha que dilma demorou para transpor os obstáculos ideológicos que travavam as concessões à iniciativa privada? “Vou repetir uma coisa que eu sempre digo. O Lula está à minha direita. Perto dele, sou um comunista.” O raciocínio vale para a Dilma? “Claro que sim, mais ainda.”

O escritor e dramaturgo francês Jean-Paul Sartre costumava repetir que o marxismo é inultrapassável. Vivo, Sartre ficaria escandalizado com Maluf. “Comparada a mim, a Dima é a extrema direita”, ele disse. Como assim?, indagou o repórter.

“Ora, meu querido, você acha que eu ia entregar dinheiro do BNDES para a BMW construir uma fábrica de automóveis em Santa Catarina? Eu nunca faria isso! Eles que trouxessem os Euros. Pois bem. Hoje, estão dando o nosso dinheiro para uma indústria automobilística que, além da marca, vai ficar com o prédio e todos os dividendos. Isso, sim, que é ser extrema direita. Eu sou comunista.”

No dia em que posou para fotos ao lado de Padilha, selando a parceria em São Paulo, Maluf foi flagrado pela câmera do UOL num cochicho ao pé do ouvido do novo aliado. Parecia preocupado com o marketing da campanha. “Eu preciso de dar uma ideia, inclusive de discurso”, ele soprou para o candidato, com hálito de segredo

O Padilha o procurou para ouvir os seus conselhos? “Claro que sim. Falamos quase todo dia.” O que tinha a dizer de tão importante? “Tem um velho ditado dos jesuítas que diz o seguinte: água benta e conselho é de graça. Eu fui aluno dos jesuítas. Durante oito anos, fui coroinha. Sou um bom conselheiro. Às vezes erro, mas não deixou de dizer o que penso.”

Mas, afinal, que conselhos deu, gratuitamente, ao Padilha? “Eu disse pra ele o seguinte: você não tem que pegar oito temas. Basta pegar três: saúde, que é o teu forte, violência urbana e água. Bate nesses três temas, que você resolve o seu problema eleitoral.” Padilha acatou? “Vamos saber quando começar a campanha, depois da Copa.”

Maluf enxerga na secura que começa a infelicitar as torneiras de São Paulo uma espécie de Waterloo do governador tucano Geraldo Alckmin. “Não tenho nada contra o Alckmin. É um bom sujeito. Mas ele, mal informado pela Sabesp, mente quando diz que falta água em São Paulo porque não chove. Isso é uma heresia.”

Além de São Pedro, qual seria a causa? Como engenheiro, eu me irrito com tanta mentira. Sei que, hoje, 30% da água tratada de São Paulo se perde na rede de abastecimento, antes de chegar às casas. Imagine uma indústria qualquer que perdesse 30% de sua produção antes de chegar ao consumidor final. Quebrava em um mês. A Sabesp não quebra porque nós subvencionamos”.

Salivando, Maluf recitou o discurso que espera ver ecoado por Padilha: “Fui eu que fiz a estação de Cantareira quando era governador, na década de 80. A grande São Paulo tinha 12,5 milhões de habitantes. Hoje, tem 21 milhões. A população cresceu cerca de 80%. E os investimentos cresceram 20%. Agora, deixam 30% da água se perder pelo caminho e dizem que o problema é de falta de chuva. Isso é irritante.”

Maluf converte sua ira em conselhos para Padilha num instante moralmente delicado. Sob os petistas Fernando Haddad e José Eduardo Cardozo, a prefeitura de São Paulo e o Ministério da Justiça tentam repatriar verbas que, segundo o Ministério Público, Maluf malversou e desviou para o exterior. Maluf costuma dizer que não tem nem conta no exterior. Mas nada disso atrapalha o seu bom relacionamento com o ex-PT.

“Dos partidos com os quais eu já me coliguei, quem me trata melhor é justamente o pessoal do PT”, repisa Maluf. “Antes, poderia haver alguma divergência ideológica. Hoje, não tem mais.”

Josias de Souza – UOL

Opinião dos leitores

  1. Farinha do mesmo saco, vcs já viram um sujo falar do mal lavado? E pela ética bandidos tem que tratar outro bandido mto bem!!!!

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Diversos

CPI da Petrobrás tem peemedebista na presidência e petista na relatoria

Com um único membro da oposição, a CPI da Petrobrás elegeu nesta quarta-feira, 14, em sua primeira reunião, o senador Vital do Rêgo (PMDB-PB) como presidente da comissão. A cadeira de vice ficou com Antonio Carlos Rodrigues (PR-SP). As indicações já eram esperadas e a eleição se deu por votação simbólica, sem manifestações contrárias. Também como previsto, o líder do governo no Congresso, José Pimentel (PT-CE), assumiu a relatoria da CPI.

O tucano Cyro Miranda (GO) foi o único oposicionista a estar presente na reunião a pedido do líder do PSDB, Aloysio Nunes (SP). “Achamos importante não se ausentar de todo para que tomemos conhecimento de como o governo vai agir”, disse o senador. Cyro foi indicado ontem para a comissão pelo presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), que também escalou os senadores goianos Wilder Morais (DEM) e Lúcia Vânia (PSDB), mas eles recusaram a escalação.

Vital do Rêgo convocou para a tarde de hoje, às 15h30, outra reunião para votar o plano de trabalho já elaborado por Pimentel. Segundo Vital, ainda hoje também serão apreciados requerimentos. “Foi elaborada uma minuta de plano de trabalho bastante detalhada, minuciosa, para que possamos ter em 180 dias um trabalho promissor, investigativo e bastante coerente com as provas”, disse o relator.

A pressa dos governistas em instalar a CPI da Petrobrás no Senado tem o objetivo de esvaziar a CPI mista, proposta também para investigar a estatal. Apesar das tentativas, contudo, o próprio Vital acredita que até o dia 25 de maio a comissão mista, com senadores e deputados, será instalada.

CPI mista. Mais três integrantes foram indicados para compor a CPI mista da Petrobrás. Com a 19ª indicação, a oposição da Câmara vai tentar adiantar para amanhã a primeira reunião da comissão. Foram escalados os senadores Ataídes Oliveira (PROS-TO), Gim Argello (PTB-DF) e Antônio Carlos Rodrigues (PR-SP). As suplências ficaram com Cidinho Santos (PR-MT) e Eduardo Amorim (PSC-SE). Outros três senadores também já haviam sido indicados. Somados aos 13 deputados já designados para a comissão, são 19 membros até o momento.

Ainda faltam as indicações dos blocos da maioria, liderado pelo PMDB, e de apoio ao governo, encabeçado pelo PT, além das escalações do PT e PROS na Câmara. O prazo de indicação das lideranças vence na próxima semana.

Apesar de não ter a equipe completa, o líder do DEM na Câmara, Mendonça Filho (PE), vai pressionar para que a primeira reunião ocorra amanhã. Ele se baseia no entendimento de que os trabalhos podem iniciar quando se tem metade dos membros mais um – seriam necessários, pelo menos, 17 parlamentares.

Já os governistas, que temem uma investigação com a participação de deputados, vão estender o prazo até o limite para tentar esvaziar a CPMI. No entanto, eles já admitem que não haverá como evitar a comissão mista, mas trabalham com o limite de 25 de maio para o início dos trabalhos.

cpiscronoEstadão

Opinião dos leitores

  1. Engraçado como somos hipócritas: com um caso gravíssimo de pedido de Impeachment em nossa casa, passamos o tempo apontando os dedos para situações distantes que não podemos interferir, sendo massacrados por um desgoverno de proporções colossais.
    E isso, mesmo a denúncia tendo partido de entidades extremamente sérias, com membros acima de qualquer suspeita, suprapartidárias e profundas conhecedoras do Direito. Enquanto isso, nossos Deputados, em sua maioria, finge que não vê e nem tem nada com isso…

  2. PIZZA GIGANTE!!!
    Como sempre:"Raposas tomando conta do galinheiro" e o cidadão de bem tomando no fiofó,né?

  3. FORAM DIZER QUE TINHA QUE INVESTIGAR TUDO, INCLUSIVE A ERA FHC, QUE ELES VAZARAM. LEMBRAM DO DOLEIRO QUE DEU MÍDIA ATÉ A SEMANA PASSADA? POIS É, SÓ ELE FALAR QUE IA BOTAR A BOCA NO TROMBONE QUE A OPOSIÇÃO E A MÍDIA O ESQUECEU. UM DOS MAIS DIREITOS, ÁLVARO DIAS É A MAIOR LIGAÇÃO COM SEUS DÓLARES. POR FIM EU NÃO TENHO SENADOR DO DEM.

    1. O governo do PT me lembrou agora a obra de George Orwell, A revolução dos bichos…

  4. Isso não é comissão de investigação. Renan nomeou presidente e relator da situação. A oposição vai investigar o quê? Relatar o quê? Quem deveria presidir e relatar seria a oposição. Êta Brasil!

  5. Joana Darc,
    Exatamente pelo cheiro de PIZZA que está no ar que ninguém da oposição quer fazer parte dessa CPI montada e orquestrada para não dar em nada!!!
    Ou seja, será mais uma ocupação dos parlamentares que não produzirá resultado nenhum prático, por mais provas que possam existir contra os contratos feitos pela Petrobrás.
    sabe nada inocente!!!

  6. Eu gostaria muito que alguém me explicasse, o por que de nenhum político do PSDB e DEM aceitarem compor a comissão se forem eles que protocolaram o pedido da CPI???
    O nosso Senador pelo DEM declarou na Tribuna do Norte que não vai se queimar, e aí?????

  7. Hummmm cheirinho de pizza no ar!!!
    Como dizem por aí e com razão, o PT vem nos dando exatamente o que os outros nos deram e tanto eles criticaram. Rodamos, rodamos e ficamos no mesmo lugar comum.

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Diversos

Cartilha do PT diz que maior partido de oposição é a imprensa

Cartilha de orientação política que o PT distribuiu com seus militantes durante o XIV encontro nacional do partido que se realizou em São Paulo, neste final de semana, afirma que a imprensa no Brasil é “monopolizada” e atua como “partido de oposição”.

Foi uma crítica direta e frontal aos principais jornais do país, que divulgam sistematicamente os escândalos ocorridos no governo petista e o partido não gosta.

No “Caderno de Teses” que foi distribuído com a militância, o documento se refere à imprensa como “mídia monopolizada, que funciona como verdadeiro partido de oposição”.

Com informações da Folha

Opinião dos leitores

  1. Bg, quem afirmou que os meios de comunicação realizam no Brasil a oposição que deveria ser feita pelos partidos, foi ninguém menos que a presidente da Associação Nacional de Jornal – ANJ, executiva da Folha de São Paulo.
    Veja texto do Bolg da Cidadania.
    Para quem não sabe, em entrevista ao jornal O Globo, em 2010, no âmbito da campanha eleitoral à Presidência da República, a presidente da Associação Nacional de Jornais e executiva da Folha de S. Paulo, Maria Judith Brito, fez a seguinte declaração:
    “A liberdade de imprensa é um bem maior que não deve ser limitado. A esse direito geral, o contraponto é sempre a questão da responsabilidade dos meios de comunicação. E, obviamente, esses meios de comunicação estão fazendo de fato a posição oposicionista deste país, já que a oposição está profundamente fragilizada. E esse papel de oposição, de investigação, sem dúvida nenhuma incomoda sobremaneira o governo”

    “A declaração de Maria Judith Brito foi bastante criticada por repórteres e intelectuais, bem como por autoridades ligadas ao governo. As críticas focaram no aparente reconhecimento de que a imprensa estaria, de fato, assumindo um papel de oposição.

    Em artigo publicado na Carta Maior, Jorge Furtado afirmou que a presidente da associação teria assumido que a grande imprensa do país virou um ‘partido político’ e a criticou por não questionar a ‘moralidade de seus filiados [ao] assumirem a ‘posição oposicionista deste país’ enquanto, aos seus leitores, alegam praticar jornalismo’

    Luciano Martins Costa, do Observatório da Imprensa, fez crítica semelhante, afirmando que ‘o risco maior para a imprensa vem da própria imprensa, quando os jornais se associam para agir como um partido político’.

    O ministro Paulo Vannuchi, titular da Secretaria Especial dos Direitos Humanos, também criticou a declaração, afirmando que a imprensa ‘vem confundindo um papel que é dela — informar, cobrar e denunciar — com o papel do protagonismo partidário’.

    Washington Araújo, no Observatório da Imprensa, questiona: ‘será papel dos meios de comunicação substituir a ação dos partidos políticos no Brasil, seja de situação ou de oposição? (…) Em isso acontecendo… não estaremos às voltas com clássica usurpação de função típica de partido político? E não seria esta uma gigantesca deformação do rito democrático?’”

  2. Será que se a Dilma do PT for reeleita o PT irá aprovar um mecanismo de censura à imprensa?
    Você que quer se livrar da droga, não vote mais no PT.

  3. O PT esta ficando doido!
    Não é porque a imprensa faz vista grossas para o escandâlo do Metrô se SP, esquema de corrupção que durou 20 anos na gestão do PSDB, que a imprensa é imparcial.
    É pura coincidência a Globo lançar uma novela no período eleitoral escrita "Geração Br45il" e esse número 45 que por conhecidência é o número do PSDB foi parar ai por acaso, isso jamais pode ser considerado mensagem subliminar.

  4. Só quem é cego ou tem raiva ideológica para nao ver que boa parte da mídia, inclusive esse blog, faz o jogo políticos daqueles que quebraram duas vezes o país.
    O PT está correto e está apenas afirmando o que qualquer pessoa com o mínimo de discernimento já sabe.
    Se o PT fosse todo esse monstro que pintam, imaginem se o mesmo tivesse encampado a luta pela regulamentação dos meios de comunicação, conhecida como Lei dos Medios, assim como fez a Inglaterra, Venezuela e Argentina.

  5. O outrora democrático PT mostra cada vez mais sua face autoritária. Para eles imprensa livre é aquela que fala bem do Partido e do Governo petista. Se não fosse a imprensa, com todas as suas falhas, estaríamos vivendo em Cuba ou no mínimo na Venezuela.
    Sem esquecer que eles se orgulham de terem lutado contra ditadura quando na verdade lutavam para implantar a deles.
    Fora ditadores travestidos.

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Política

Presidente do PT sobre Marina Silva e Eduardo Campos: "Misturar tapioca e açaí pode causar indigestão"

2013-662255605-2012102977075.jpg_20131109O presidente nacional do PT, Rui Falcão, promete levar à cerimônia de abertura do 14º Encontro Nacional do partido, nesta sexta-feira, em São Paulo, uma reação dura contra os adversários da presidente Dilma Rousseff na eleição presidencial – Eduardo Campos (PSB) e Aécio Neves (PSDB). A maior ofensiva será contra Campos, ex-governador de Pernambuco e que já foi um aliado do PT.

Falcão vai acusá-lo de não ter “ideias próprias” e de sempre ter andado “a reboque” do programa de desenvolvimento petista. Ele defenderá que chegou a hora de “desmascarar os que prometem uma nova política, mas comprometidos com figuras do passado” e usará uma metáfora, ao melhor estilo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que também estará no evento, para fazer um alerta:

“Cuidado! Porque misturar tapioca com açaí, às vezes, pode causar indigestão”, diz trecho do discurso que Rui fará à noite e que foi divulgado à imprensa nesta tarde.

A tapioca é uma referência ao nordestino Campos e o açaí, fruta típica da Região Norte, é uma referência à ex-senadora e pré-candidata a vice na chapa de Campos, Marina Silva.

Contra o PSDB de Aécio, Falcão dirá que “mudar não é retroceder” e que é necessário tomar cuidado com aqueles que deixaram ao país uma “herança maldita”. Também vai explorar medidas “impopulares” defendidas pelos tucanos nesta pré-campanha, como a flexibilização das leis trabalhistas e o fim da lei do salário-mínimo.

“Que eles, como costumam fazer, não venham depois desdizer o que disseram – nem tenham medo de manter na campanha suas desatinadas propostas”, segue o discurso do líder petista.

Para reagir ao movimento “Volta, Lula”, Falcão começará seu pronunciamento reafirmando a candidatura da presidente Dilma Rousseff.

“O encontro é, sobretudo, o momento de formalizarmos solenemente a indicação da companheira Dilma Rousseff como nossa pré-candidata à Presidência da República”, diz o discurso.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. Isso é preconceito as regiões mais pobres do país? Poderia fazer qualquer outro comentário, até pessoal, mas falar da comida em tom irônico, mas parece crítica de cunho geral. Fica a pergunta. E não se venha apontar exemplo de outros integrantes que o partido prestigie, isso não responderia. A indagação repousa no regionalismo que a comida representa.

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Política

Para PT, campanha ‘será das mais duras desde redemocratização’

No momento em que o movimento “Volta Lula” atinge seu ápice, a presidente Dilma Rousseff participará nesta sexta-feira do Encontro Nacional do PT, ao lado do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da cúpula do partido. No encontro, que acontecerá em São Paulo até amanhã, serão debatidas as linhas gerais do programa de governo e o arco de alianças da campanha da reeleição. Para a presidente, o mais importante é que será o momento de se firmar a posição do partido em torno de sua candidatura.

— A nossa expectativa é grande em torno da participação da presidente Dilma. Até quem não é delegado está indo ao encontro para acolhê-la e ouvi-la — disse o deputado Vicentinho (SP), líder do PT na Câmara.

Em documento que será colocado para discussão entre os participantes, petistas reconhecem que o embate da campanha de 2014 “será dos mais duros desde a redemocratização do país” e acusam Aécio Neves (PSDB) e Eduardo Campos (PSB), sem citar seus nomes, de arregimentar “interesses privatistas, ideológicos, neo-passadistas ou neo-velhistas dos que pretendem impor um caminho diverso” do implementado pelos governos do PT.

O GLOBO comparou a proposta preliminar de diretrizes para um eventual segundo governo de Dilma com o texto de mesmo propósito divulgado pela presidente no início do governo, em 2011. A grande novidade é a inclusão da reforma política por meio de uma Constituinte exclusiva e como algo que, segundo os petistas, deve estar “no centro da tática eleitoral e dos programas de governo nacional e estaduais”, com o intuito de “eliminar ou reduzir ao máximo o peso do poder econômico nas eleições”.

O evento marcará o fim da semana na qual o líder do PR na Câmara, Bernardo Santana (MG), oficializou pela primeira vez o movimento “Volta Lula”, inclusive substituindo a foto de Dilma pela do ex-presidente no gabinete da liderança. Segundo Vicentinho, o PT já decidiu que Dilma será a candidata do partido nas eleições presidenciais.

— Eu respeito o movimento, mas a nossa candidata é a companheira Dilma, com apoio do PT e do companheiro Lula. O partido já decidiu, e essa discussão não cabe agora. Quem quer a volta de Lula em 2018 vota Dilma agora — disse.

No evento desta noite, Dilma ficará ao lado de Lula e do presidente nacional do PT, Rui Falcão, para a abertura oficial do Encontro Nacional. Segundo informações do PT, 800 delegados escolhidos no Processo de Eleição Direta (PED) de 2013, dirigentes nacionais e líderes petistas participarão do evento.

Na quinta-feira, o PT lançou uma agência de notícias para contrapor o noticiário negativo sobre o governo e a legenda. Em entrevista ao novo portal, o presidente nacional do PT, Rui Falcão, afirmou que o partido não pode ser “refém” dos meios de comunicação:

— A Agência PT vai produzir pautas que mostrem o outro lado da notícia. Não dá para um partido forte como o nosso ser refém do pensamento único ditado pelo monopólio da mídia.

No início de abril, o PT havia anunciado a intenção de formar uma “tropa de choque virtual” para defender o partido.

— Assumimos que a questão da comunicação será uma das prioridades do partido para fazermos frente à avalanche de mentiras assacadas diariamente contra nós. Só investindo pesado em novas formas de comunicar nós conseguiremos debelar essa investida cruel — disse Falcão. (Colaborou Renato Onofre)

O Globo

Opinião dos leitores

  1. Perfeito!
    Veotei certo e votarei novamente!!!

    PEC51/2013 – Propõe acabar com a Polícia Militar
    Autor: Lindberg Farias – PTPLC 3/2013 – Abre brecha para a legalização do aborto
    Autor: Iara Bernardi – PTProjeto de Lei 6738/2013 – Propõe a criação de cota racial em concurso público
    Autor: Dilma do PTProjeto de Lei 7270/14 – Legaliza o consumo de maconha e prevê anistia para quem foi condenado por venda da maconha (ou seja perdoar o traficante).
    Autor: Jean Wyllys – PSOL

  2. A esquerda está sabotando o Brasil.
    Eis a "maravilhosa" produção legislativa dessa turma:

    PEC37/2011 – Impede o Ministério Público de fazer investigações
    Autor: Lourival Mendes – PTdoB

    PEC51/2013 – Propõe acabar com a Polícia Militar
    Autor: Lindberg Farias – PT

    PEC 116/2011 – Acrescenta artigo ao Ato da Disposições Constitucionais Transitórias determinando a reserva de vagas na Câmara dos Deputados,
    nas assembleias legislativas e na Câmara Legislativa, por cinco legislaturas, para parlamentares oriundos da população negra.
    Autor: Luiz Alberto – PT

    PEC 3/2011 – Estabelece a competência do Congresso Nacional para sustar os atos normativos dos outros poderes que exorbitem do poder regulamentar ou dos limites de delegação legislativa.
    Autor: Nazareno Fonteles – PT

    PEC 33/2011 – Dá ao Congresso o poder de derrubar decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre emendas constitucionais.
    Autor: Nazareno Fonteles – PT

    PLC 3/2013 – Abre brecha para a legalização do aborto
    Autor: Iara Bernardi – PT

    Projeto de Lei 6738/2013 – Propõe a criação de cota racial em concurso público
    Autor: Dilma do PT

    Projeto de Lei 7270/14 – Legaliza o consumo de maconha e prevê anistia para quem foi condenado por venda da maconha (ou seja perdoar o traficante).
    Autor: Jean Wyllys – PSOL

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Diversos

Doleiro da Lava Jato teria influência sobre ex-ministro da Saúde Alexandre Padilha, pré-candidato ao governo de SP pelo PT, aponta PF

A Polícia Federal aponta “influência política” do doleiro Alberto Youssef – alvo maior da Operação Lava Jato – sobre o ex-ministro da Saúde Alexandre Padilha, pré-candidato ao governo de São Paulo pelo PT. A suspeita decorre de diálogo interceptado pela PF, entre Primo, como Youssef é conhecido, e a doleira Nelma Mitsue Penasso Kodama, no dia 5 de março, através de um aplicativo de mensagem instantânea.

Ela questiona Youssef se ele “tem acesso atualmente” ao delegado-geral da Polícia Civil paulista e cita o nome Maurício Blazeck, que ocupa o cargo desde novembro de 2012. Nelma diz que “queria um cargo para um amigo” dela no Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic).

“Se o Padilha ganhar o governo ajudo ele e muito”, respondeu o doleiro. Para a PF, o diálogo grampeado “indica possivelmente que (Youssef) tem influência política junto ao candidato ao governo de São Paulo, Alexandre Padilha”.

“Tá bom. Eu quero então acesso ao delegado geral de sp prá um cargo”, finalizou Nelma.

Em outro momento, ela solicita a Youssef que entre em contato através do skype e indica o contato: ‘joaquina_apazza”. A PF conclui que os dois “possivelmente passaram a conversar através deste dispositivo”.

Labogen. Padilha não é investigado pela Lava Jato, mas o nome dele é citado em outros documentos da PF. No relatório principal, que resultou na ordem de prisão de Youssef e seu grupo, os investigadores revelam o empenho do doleiro para emplacar o laboratório Labogen Química Fina em negócio milionário da Saúde, na gestão do petista. A PF juntou aos autos cópia do projeto de Parceria de Desenvolvimento Produtivo (PDP) do ministério e anexou uma fotografia do ex-ministro em um evento.

Em um relatório, a PF transcreve diálogos entre o doleiro e o deputado André Vargas, que se desfiliou do PT na sexta feira. Numa conversa com Youssef, o parlamentar diz que foi Padilha quem indicou um ex-assessor na Saúde para ocupar cargo no Labogen.

A nova citação a Padilha consta de relatório complementar de monitoramento telemático número 8/14. O trecho em que Nelma indaga Youssef se ele tem acesso ao delegado a PF intitulou “influência governo São Paulo”. O grampo alcançou 512 mensagens entre Youssef, que se identifica por ‘Jaiminho’, e Nelma no período de 28 de fevereiro a 14 de março, no âmbito da Operação Dolce Vita, desdobramento da Lava Jato – foram quatro investigações simultâneas, cada uma relacionada a um grupo de doleiros.

Youssef foi preso no dia da deflagração da Lava Jato, 17 de março. Nelma foi capturada dois dias antes no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, quando tentava embarcar para Milão (Itália), com 200 mil escondidos na calcinha.

Multiconta. As interceptações revelam intensa atividade dos dois doleiros. No dia 28 de fevereiro, Youssef solicitou a Nelma “orçamento” para compra de US$ 80 mil. Ela pergunta se o pagamento “será feito em reais em espécie ou se através de transferência bancária”. Em 6 de março, ele diz que precisa comprar US$ 300 mil e pergunta se ela “tem alguma conta disponível na Europa”.

Nelma diz que tem uma conta na China que aceita depósito de euros. Youssef diz que o valor total é de 1,15 milhão. Ela sugere depositar 150 mil em conta sua na Itália e o restante em uma conta na China. “É uma multiconta, não tem problema depósito em euros”, ela diz.

A Justiça Federal abriu ação contra Nelma, “grande operadora do mercado negro de câmbio”. A soma da movimentação financeira de suas empresas de fachada atingiu R$ 103 milhões, entre 2012 e 2013, segundo o Conselho de Controle de Atividades Financeira (Coaf). A Procuradoria da República afirma que a doleira era “líder do grupo criminoso, mandante e executora dos crimes financeiros”.

Medidas legais. O ex-ministro Alexandre Padilha (PT) afirmou, em nota enviada por sua assessoria à reportagem, que “não irá comentar diálogos de terceiros e reitera que irá interpelar judicialmente qualquer pessoa que utilizar indevidamente seu nome”. “O ex-ministro já protocolou na Polícia Federal o requerimento para obter o relatório na íntegra e tomar medidas legais.”

A assessoria informou que o advogado Marcelo Nobre, que representa Padilha, protocolou em cartório interpelação solicitando esclarecimentos ao deputado federal André Vargas (sem partido-PR) para que explique “o uso indevido do nome de Alexandre Padilha em mensagem escrita por ele, e interceptada pela Polícia Federal”. “As medidas são mais uma demonstração da seriedade e da transparência com que Alexandre Padilha tem tratado a questão do envolvimento indevido do seu nome na operação da PF, mesmo sem ter nenhuma acusação ou denúncia contra ele.”

O presidente do PT paulista, Emídio de Souza, afirmou ser “uma excrescência” chamar Padilha para responder sobre um diálogo entre doleiros tratando de cargos no Estado.

O delegado-geral da Polícia Civil de São Paulo, Luiz Maurício Blazeck, disse, em nota “que não conhece nem teve contato com nenhum dos doleiros”.

Estadão – Fausto Macedo e Fernando Gallo

Opinião dos leitores

  1. Valeu BG. Todo dia dou uma passadinha aqui no seu clipping para ver as noticias do dia! abraço.

  2. Qual o partido mais corrupto do Brasil?

    PSDB lidera ranking dos FICHAS-SUJAS:
    http://www1.folha.uol.com.br/paineldoleitor/2012/09/1150911-leitora-observa-que-psdb-lidera-o-ranking-dos-fichas-sujas.shtml

    Levantamento feito pelo TSE tambem aponta o PSDB como um dos partidos mais corrupto do Brasil.
    Com base em dados divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral, o Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE) divulgou balanço com os partidos com maior número de parlamentares cassados por corrupção desde 2000.
    http://www.prpa.mpf.mp.br/institucional/prpa/campanhas/politicoscassadosdossie.pdf

  3. Parece que a mídia, pelo menos as "pequenas" como os blogs tem a coragem de trazer ao povo a realidade fria, dura e cruel do jogo político nos bastidores. Tendo a responsabilidade de divulgar FATOS e não versões convenientes partidárias.
    Aí aparece a turma de fanáticos, que acreditam em fantasias e conto de fadas e vão "tentar" defender figuras carimbadas como Alexandre Padilha.
    Vem colocações como "foi assim com A, foi assim com B", pode até ter sido e por isso A e B estão fora. Conclusão:
    HORA DE MUDAR DE NOVO, TIVERAM A CHANCE E NADA FIZERAM, PELO CONTRÁRIO, NOS DERAM MAIS DO MESMO!

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Política

Aliados acusam petistas de fragmentar base para impor projeto de hegemonia

As derrotas impostas ao governo na Câmara durante a semana passada escancararam o descontentamento da base com a reforma ministerial e a política de liberação de emendas do Palácio do Planalto. A rebelião, porém, traz em sua essência o temor de que o PT fragmente os partidos aliados e cresça nas eleições de outubro justamente sobre eles, para obter hegemonia no Congresso.

Segundo líderes de partidos aliados ouvidos pelo Estado, esse é, na verdade, o principal motivo da crise enfrentada por Dilma Rousseff na Câmara.

Os parlamentares que dão sustentação à presidente acusam o PT de promover rompimentos em Estados-chave e buscar exclusividade na hora de faturar politicamente com ações do governo. Tudo para conseguir eleger sua maior bancada da história na Câmara.

Ao mesmo tempo, os petistas incentivam cisões internas nos partidos da base para provocar seu enfraquecimento. Por essa tática, o ideal para os petistas seria ter partidos com no máximo 60 deputados. Com isso, seu poder de fogo na hora das negociações cresceria significativamente.

Hoje o PT tem a maior bancada da Câmara, com 87 deputados. A expectativa dos dirigentes petistas é elevar esse número para mais de 100 cadeiras.

A segunda maior bancada da Câmara é a do PMDB, principal aliado dos petistas no projeto eleitoral de Dilma e detentor da vaga de vice na chapa petista. Hoje há 75 peemedebistas na Câmara. O partido, porém, não tem perspectivas de aumento. Teme, inclusive, perder espaço para o PT. Trata-se de uma previsão compartilhada por outros partidos da base. Como a oposição já foi reduzida de forma substancial nas eleições de 2010 e sangrou ainda mais com o patrocínio do governo à criação de novas legendas, como PSD e PROS, só resta agora aos petistas crescer em cima dos próprios partidos aliados.

“O ponto principal é que querem crescer em cima da gente”, diz o líder do PTB, Jovair Arantes (GO). “Há um sentimento generalizado, que permeia todos os partidos, de que o PT trabalha ferozmente com um desejo até programático de ter uma maioria folgada de deputados federais”, afirma Moreira Mendes (RO), líder do PSD. “Estão crescendo às custas do enfraquecimento da base. Todos apoiam o governo e se suicidam”, diz Eduardo Cunha (RJ), líder do PMDB e organizador do “blocão” que abriu guerra contra o Palácio do Planalto.

Comando. A redução do poder dos aliados daria a chance de o PT ocupar o comando da Câmara. A maior bancada tradicionalmente indica o presidente da Casa. Petistas e peemedebistas fecharam acordo de fazer um rodízio no cargo. O PT não tem intenção de renovar esse acordo para a próxima legislatura.

Nos bastidores, o atual vice-presidente da Câmara, André Vargas (PT-PR), é dado como certo na disputa pelo posto. O PMDB garante que disputará a continuidade em 2015, ainda que saia encolhido das urnas. Dois nomes são cotados: o atual presidente, Henrique Eduardo Alves (RN), e Eduardo Cunha.

A pretensão peemedebista é um dos fatores que ajudam a explicar a formação do “blocão”, o grupo de parlamentares da base aliada que decidiu atuar de forma independente do governo.

Palanque. O número de deputados define o tempo de televisão no horário eleitoral gratuito e as cotas do Fundo Partidário destinados às siglas, recursos públicos direcionados para sustentar as legendas. A briga entre PT e PMDB nos Estados também tem a ver com isso. As eleições para governador influenciam diretamente o resultado das eleições para deputado federal e estadual, pois os candidatos ao Executivo acabam puxando votos de legenda para os candidatos ao Legislativo.

Em 2010, o PT apoiou candidatos do PMDB em sete Estados (Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Minas, Paraíba, Rio de Janeiro e Tocantins), que somam 29,57% do eleitorado brasileiro e 42 milhões de votantes. Neste ano, o PT garante, por enquanto, apoio ao PMDB em três Estados (Amazonas, Pará e Sergipe), que representam 6,17% do eleitorado e 19,7 milhões de votantes.

Além do notório caso de rompimento no Rio, onde Lindbergh Farias (PT) está em campanha aberta para enfrentar Luiz Fernando Pezão (PMDB), vice de Sérgio Cabral (PMDB), o PT banca as candidaturas dos ex-ministros Fernando Pimentel em Minas e Gleisi Hoffmann no Paraná, Estados onde apoiou partidos aliados em 2010.

Máquinas. No que se refere ao faturamento político por causa dos programas federais, a principal queixa dos aliados se refere ao programa do Ministério do Desenvolvimento Agrário, nas mãos do PT, que doa máquinas e equipamentos a prefeitos do interior. Os aliados afirmam que petistas procuram prefeitos de outros partidos para incluí-los na ação e faturam as entregas nas bases sem que os deputados aliados consigam capitalizar o resultado. “A gente não é chamado nem pra tirar foto em eventos e inaugurações”, afirma o petebista Jovair.
bancada_evolucao
Estadão

Opinião dos leitores

  1. Temos aqui no RN, um dos maiores casos de ingratidão politica. O PMDB dos Alves tenta isolar o PT da Dilma, que escolheu Garibaldi numa lista tríplice apresentada pelo PMDB, para ser ministro da Previdência. Garibaldi sempre foi pró Serra.

  2. Será que os militantes PeTistas sabem disso?
    Afinal toda mazela e problema no Brasil continua sendo produzido pelos OUTROS PARTIDOS ou AINDA são reflexos do governo FHC.
    Quer dizer, um dia quando o país só tiver 01 partido, o PT, muito provavelmente nem assim, o partido que governa a nação a mais de 12 anos com total domínio no congresso, STF, Direção das principais Estatais, distribuição dos ministérios a aliados, SERÁ CULPADO pela calamidade na saúde, segurança, fracasso da educação, país sem desenvolvimento industrial e econômico. Segundo seus cegos e hipnotizados seguidores.

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Diversos

PT tentará barrar criação de comissão para investigar denúncia sobre a Petrobras

Com a informação de que não existem investigações formais sendo conduzidas na Holanda sobre denúncias de que funcionários da Petrobras receberam propina da empresa holandesa SBM Offshore, o PT tentará derrubar a proposta de criação de uma comissão externa temporária para investigar o caso.

Segundo o líder do partido do governo na Câmara dos Deputados, Vicentinho (SP), pelo regimento da Casa, esse tipo de comissão só pode acompanhar uma investigação em andamento com a autorização do país.

Para Vicentinho, a iniciativa tem motivação unicamente política. “Todos nós somos favoráveis às investigações necessárias, mas, na nossa interpretação, é que [o requerimento foi apresentado] em hora errada, em local errado e em posição errada. Só está tendo força porque parte da base aliada está disposta a apoiar”, disse o deputado.

O líder do governo na Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP), alertou que a aprovação dessa comissão poderá criar uma delicada situação futura para os deputados. “Não me parece razoável [criar a comissão]. Entendo que a oposição e parlamentares insatisfeitos da base queiram desgastar o governo, mas não podemos fugir do debate principal.”

De acordo com Chinaglia, as denúncias não foram baseadas em “dados objetivos”, não apontaram nomes e podem prejudicar a Petrobras no cenário internacional. “Se quiser convidar [a presidente da Petrobras, Graça] Foster, somos favoráveis, mas não posso aceitar colocar o nome de uma empresa desse porte sob situação de questionamento de forma equivocada”, acrescentou.

Certo de que o impasse em torno da proposta é resultado da crise que se estabeleceu entre a Câmara e o Planalto nos últimos meses, Chinaglia antecipou que o governo deve intensificar as negociações e conversas com parlamentares nos próximos dias. “Temos que aproveitar esta semana para fazer todas as mediações. Existe divergência dentro das bancadas e este sentimento difuso que se organiza. O recado [da insatisfação] é público e notório, a ponto de o próporio governo estar fazendo reuniões com vários partidos.”

Na reunião dos partidos da base aliada, que ocorre todas as terças-feiras, o PMDB, que tem sido apontado como o principal crítico do governo dentro da base, mais uma vez, não enviou representantes. A ministra de Relações Institucionais, Ideli Salvatti, que esteve na sala da liderança do governo, hoje não participou do encontro. A missão da articuladora do governo no Congresso foi falar individualmente com líderes sobre pontos que podem harmonizar a relação com o Planalto, mas nem os pontos discutidos nem os nomes dos parlamentares foram divulgados.

Segundo os parlamentares, a indisposição entre os dois Poderes (Legislativo e Executivo] é resultado do envio de diversos projetos pelo governo com urgência constitucional – se tais propostas não cumprirem os prazos impedem que outras propostas sejam votadas. Outro motivo que agravou a relação foi a revisão nos valores de emendas parlamentares repassadas para os partidos da base aliada.

O resultado do impasse ainda reflete nas votações em plenário. Mais uma vez a votação do Marco Civil da Internet deve ser adiada. Para o líder do PR, Luciano Castro (RR), a reorganização das legendas de apoio dependem de um sinal do Planalto. “O entendimento dos partidos da base é que o governo que tem que fazer o gesto primeiro para que os partidos voltem a se alinhar de novo a favor do governo, porque senão ninguém vota marco regulatório, nem nada”, disse ele.

O relator da proposta, Alessandro Molon (PT-RJ) reafirmou que a proposta está pronta e tem o apoio da maioria dos partidos. Líderespartidários também reiteram o consenso na maior parte dos pontos.

A divergência em relação ao projeto ainda esbarra em duas questões: o princípio da neutralidade da rede e a obrigatoriedade de instalação de data centers no Brasil pelas empresas provedoras. Chinaglia antecipou que um líder da base aliada vai tentar apresentar um projeto substitutivo, mas não informou o nome do deputado.

A pauta deve ser definida durante a reunião do Colégio de Líderes, na tarde desta terça-feira.

Agência Brasil

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Diversos

Se for candidato, Joaquim Barbosa será adversário, diz presidente do PT

O presidente nacional do PT, Rui Falcão, afirmou nesta sexta-feira (7) que o presidente do STF, Joaquim Barbosa, será tratado com adversário político do partido da presidente Dilma Rousseff, caso opte por concorrer a algum cargo na disputa eleitoral de outubro.

Barbosa tem até o dia 5 de abril para definir se vai disputar o pleito e se filiar a algum partido.

“Para mim é indiferente. Nós não escolhemos adversários”, disse Falcão ao responder se gostaria de ver Barbosa na disputa.

O presidente do STF foi o relator do processo do mensalão, que acabou com a condenação de nomes importantes do PT, como José Dirceu, José Genoino, Delúbio Soares e João Paulo Cunha.

Instado a fazer uma avaliação do desempenho de Barbosa, Falcão foi irônico. “Como político, é um bom magistrado. Como magistrado, é um bom político”, afirmou.

Falcão disse acreditar que Barbosa, se optar pela disputa, pode  ser candidato à Presidência ou ao governo do Rio, domicilio eleitoral do presidente do STF.

Falcão participou de um encontro com jornalistas e empresários promovido pela agência de notícias EFE, em São Paulo.

PMDB e imprensa

O presidente do PT preferiu não alimentar a disputa entre seu partido e o PMDB, principal aliado.

Entretanto, ele afirmou que setores do PMDB não devem condicionar a continuidade da aliança nas eleições à aquisição de mais cargos do governo. “A tensão pré-eleitoral vai diminuir”, disse.

Sem citar nomes, Falcão ainda fez críticas à oposição e à imprensa. Segundo ele, esses grupos tentam passar uma visão pessimista do Brasil.

O presidente do PT defendeu ainda a aprovação de um projeto no Congresso para tentar acabar com “os oligopólios da mídia”.

UOL

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Diversos

Aliado de Cabral chama Falcão de ‘vagabundo’

 

 RuiFalcaoMarceleBergamoFolhaDe passagem pelo sambódromo do Rio, Rui Falcão, presidente do PT federal, teve de rebolar para lidar com a ira do PMDB. Candidato à sucessão estadual, o vice-governador Luiz Fernando Pezão queixou-se dos ataques do rival petista Lindbergh Farias à gestão de Sérgio Cabral.

Dias antes, o presidente do PMDB do Rio, Jorge Picciani, defendera o apoio do partido à candidatura presidencial do tucano Aécio Neves. O repórter Fernando Molica conta que, instado a comentar, Falcão insinuou que Picciani ecoa a insatisfação do pedaço do PMDB desatendido na reforma ministerial de Dilma. Ligou-o a Eduardo Cunha, líder do PMDB na Câmara.

Procurado, Picciani reagiu com a língua em riste: “Se ele disse isso é porque é um vagabundo. Apoio o PT desde 1989 e nunca pedi cargos, recusei os que me ofereceram. Ele que não compare o PT de São Paulo com o PMDB do Rio.” Como se vê, no quesito harmonia, o blocão ‘Desunidos da Dilma’ é  dez… Nota dez.

Josias de Souza – UOL

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