MPF arquiva investigação sobre perda operacional de vacinas no RN

Nessa segunda-feira (1), o Ministério Público Federal (MPF) arquivou investigação sobre supostas irregularidades no plano estadual de vacinação contra a covid-19 do Rio Grande do Norte. O plano prevê a perda operacional de até 5% das doses enviadas pelo Ministério da Saúde ao estado.

Com as informações solicitadas à Secretaria de Saúde Pública potiguar (Sesap), ficou claro que a previsão de perda operacional está de acordo com as melhores técnicas e com as instruções do Ministério da Saúde. O MPF destacou que as campanhas de vacinação devem considerar, no planejamento, as perdas de doses, causadas por motivos técnicos – como esgotamento do prazo de validade – ou casos fortuitos e de força maior – como a quebra acidental de frascos ou problemas no acondicionamento térmico. Os planos estaduais de outros estados, como Espírito Santo, Santa Catarina, Amazonas, Mato Grosso do Sul e Maranhão, também incluíram a mesma possibilidade.

Segundo o MPF, “considerando a natureza técnico-operacional assumida pelas perdas dentro de uma campanha de vacinação, não se vislumbram indícios de irregularidades em sua previsão”. Destaca-se também que o percentual de 5% está longe de ser alcançado até o momento no estado. Durante o primeiro mês de vacinação, apenas 10 doses foram perdidas; outras 61 estão sob análise, em virtude de oscilações de temperatura no armazenamento. O número não chega a 1% das 82.440 doses recebidas.

Dessa forma, o MPF ressalta que “as perdas operacionais devem ser evitadas ao máximo, a fim de otimizar a campanha de vacinação”, como vem acontecendo regularmente no RN, já que “no atual cenário pandêmico decorrente da crise médico-sanitária causada pelo novo coronavírus, as campanhas de vacinação passaram a ocupar posição de destaque como medida sanitária capaz de refrear o avanço da covid-19, assegurando os direitos à vida e à saúde dos cidadãos”.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Flavio disse:

    As que foram desviadas vai ficar por isso mesmo ?
    Por acaso os ilustres procuradores ja se vacinaram ? Bem capaz .

‘Vacina de vento’: técnica de enfermagem de Petrópolis-RJ pode ter aplicado seringa vazia para encobrir erro

Foto: Reprodução

A técnica de enfermagem acusada de aplicar “vacina de vento” em uma idosa de 96 anos, em Petrópolis, na Região Serrana do Rio, pode ter praticado o ato para esconder um outro erro durante a vacinação. Essa é a principal linha de investigação da 105ª DP (Petrópolis) que apura o caso, ocorrido no último dia 12. De acordo com investigadores, foi feita uma minuciosa contagem nas doses contra a Covid-19, no posto de imunização em sistema drive-thru, instalado em um campus da Universidade Católica de Petrópolis, e não foi detectada nenhuma subtração de vacinas. Para a polícia, uma das hipóteses mais prováveis, portanto, é que, para justificar a perda de uma dose, talvez por imperícia, a técnica tenha simulado a aplicação da vacina na idosa.

O caso ganhou repercussão no fim de semana, depois que um vídeo circulou pelas redes sociais e mostrou a imagem da idosa dentro de um carro no momento em que a técnica lhe aplicava a agulha sem o líquido da vacina na seringa. No entanto, a profissional de enfermagem, ao prestar depoimento na última terça-feira na delegacia, não confirmou a sequência vista no vídeo. Ela disse aos investigadores que não percebeu a ausência da dose ao apertar o êmbolo.

— Ouvimos a técnica de enfermagem e todas as testemunhas que estavam no posto no dia do fato. Também estamos trocando informações com a prefeitura e outros órgãos para entender melhor a dinâmica da vacinação. As diligências estão em curso — explicou o delegado da 105ª DP, João Valentim, que aconselha as pessoas a procurarem o chefe do posto ou a delegacia, caso observem algo errado durante a vacinação.

Todos os procedimentos de vacinação foram revistos pela polícia no posto da prefeitura de Petrópolis. Como não houve desvio de vacina e o caso ainda está sob investigação, a técnica não foi indiciada. No momento, ela continua afastada pela secretaria de Saúde de Petrópolis. Um procedimento interno administrativo também foi instaurado pela prefeitura, no qual ela também já foi ouvida. Segundo o depoimento da profissional da área de Saúde, que é contratada pelo município, ela “não percebeu o problema” e assegurou que o ato “não foi intencional, mas sim um problema com a seringa”.

A polícia continua cautelosa nas investigações. A técnica mora com a família, incluindo uma pessoa idosa, em bairro da Baixada Fluminense, vizinho a Petrópolis. Depois da divulgação do vídeo, que viralizou e chamou a atenção para o problema da “vacina de vento”, a prefeitura de Petrópolis mudou o protocolo de vacinação contra a Covid-19 nos postos da cidade serrana. Os técnicos de enfermagem foram orientados a mostrar seringas cheias e, depois da aplicação, vazias. A prefeitura também está sugerindo que as pessoas fiquem atentas e ainda filmem e fotografem todo o procedimento de vacinação. Também pedem que as pessoas chequem o rótulo, observando, principalmente, a validade dos frascos. No Rio e em Niterói, também ocorreram casos semelhantes em que não houve a aplicação da vacina. Nesta última cidade, a polícia indiciou uma técnica de enfermagem por peculato e infração de medida sanitária. A profissional de Saúde não apertou o êmbolo da seringa ao atender um idoso de 90 anos, em um posto drive-thru da Universidade Federal Fluminense.

O Globo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Raimundo Moura disse:

    Lamento discordar da sua opinião, não estou defendendo a sua não punição, deve-se apurar e se aplicar a sanção prevista. Acredito ser extrema a punição proposta pelo Sr. Casio e seguramente a defenderia, não houve óbito ou nada parecido, não se trata de tratar homicídio, não temos nem certeza da tentativa.

  2. Raimundo Moura disse:

    Concordo parcialmente com vc amigo Casio, de fato a Enfermagem é uma das profissões mais bonitas, dignas e respeitadas na área da saúde, apesar de não devidamente reconhecida. Representa 60% da força de trabalho na saúde, normalmente cumpre Missões difíceis e exaustivas, que levam na maioria das vezes a síndromes difíceis de serem curadas. A investigação deverá ser adotada, a punição cabivei deve ser aplicada, mais a cassação do exercício profissional, só depois de um processo ético, conduzido pelo seu conselho profissional. Na minha opiniao, devemos considerar o erro e o prejuízo material, e só assim tomar as medidas cabíveis, de forma lamentável, somos todos passíveis de
    cometer erros, e por isso não concordo com a medida extrema que sugere.

    • Dinho disse:

      "devemos considerar o erro e o prejuízo material"
      E quanto a vida Raimundo? A idosa foi ser vacinada para proteger sua vida. Devo concordar que se deve passar por todos as estantes (etica, adm, etc…). Porém porque que ela deixaou de aplicar a vacina? Esta idosa foi a unica? O que se ia fazer com a vacina, não aplicada?
      Além do erro profissional, material. Existe o valor que esta pessoa dar a uma vida, que para mim, o seu ato deixa bem claro.

  3. Casio disse:

    Dever ser proibida de exercer a profissão,um vez que não faz jus à uma profissão tão bonita de ajudar a salvar vidas.

Ministério da Saúde apura mortes de crianças Yanomami em Roraima com sintomas de Covid, segundo ‘Conselho indígena’

Foto: Júnior Hekurari Yanomami/Condisi-YY/Divulgação

Um ofício do Conselho de Saúde Indígena Yanomami e Ye’kuanna (Condisi-YY) aponta que nove crianças morreram com sintomas de Covid-19 em duas comunidades na Terra Indígena (TI) Yanomami, em Roraima. O documento, assinado pelo presidente do órgão, Júnior Hekurari Yanomami, pede ajuda para o envio de profissionais de saúde à região.

Em nota, o Ministério da Saúde informou que recebeu do Condisi-YY a comunicação das mortes e que “está verificando junto ao Distrito Sanitário Especial Indígena (Dsei) Yanomami a veracidade das informações. O Dsei encaminhou uma equipe aos locais para averiguar a situação, mas ressalta que, até o momento, os óbitos não foram confirmados para Covid-19.” (Leia a nota na íntegra abaixo)

O relato, segundo o presidente do Condisi-YY, é de que foram registradas quatro mortes na comunidade Waphuta, duas delas no último dia 25, e outras cinco em Kataroa, região do Surucucu, em Alto Alegre, Norte de Roraima.

Os postos de saúde da região estão fechados há cerca de dois meses, ainda de acordo com o presidente. No mesmo ofício em que ele solicitou providências à Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai) e ao Dsei-Y sobre as mortes, Hekurari também cobrou, com urgência, o envio de profissionais de saúde para a região.

A Terra Indígena Yanomami é a maior do Brasil e também a mais vulnerável à Covid-19 na Amazônia. Em três meses, o vírus avançou 250% nas comunidades, segundo relatório produzido por uma rede de pesquisadores e líderes Yanomami e Ye’kwana. As crianças, segundo Herkurari, tinham entre um e cinco anos e não há como precisar a data exata de todas as mortes. Ele diz, contudo, que todas ocorreram no mês de janeiro.

A informação sobre a morte chegou até o presidente do Conselho na terça-feira (26) via radiofonia, por meio de relato de um agente de saúde da comunidade Waphuta e de um professor de comunidade Kataroa.

“Ontem, dia 26, fui chamado pelo rádio onde o agente de saúde [de Waphuta] me informou que tinham morrido quatro crianças, duas crianças anteontem, dia 25. Perguntei o motivo, ele me informou que na comunidade está tendo surto de coronavírus, que essas crianças estavam com 39 graus de febre e com dificuldade de respirar. ‘Então, tenho certeza que morreram de coronavírus, essa ‘xawara’ [doença] que está aí na cidade’, foi isso que ele me disse”, contou Hekurari.

Diante da situação, Hekurari enviou ofício, ainda na noite de terça-feira, ao secretario da Sesai, Robson Santos da Silva, e ao coordenador Dsei-Y, Rômulo Pinheiro, relatando as informações que recebeu. O documento também cita que há “ao menos vinte e cinco (25) crianças com os mesmos sintomas e em estado grave.”

“No mesmo tempo, o professor [de Kataroa] me informou que lá morreram cinco crianças e disse que a situação era a mesma, sem equipe, que estava tendo surto de coronavírus na comunidade, pessoas com muita tosse, febre. Então, ele disse que as cinco também morreram de coronavírus. Disse que o povo está doente, pedindo socorro, pois o posto está fechado”, afirmou o presidente.

No ofício à Sesai, o presidente relatou que as unidades básicas de saúde das duas comunidades estão fechadas por falta de helicóptero para enviar profissionais de saúde aos locais. “Pedi que envie profissionais urgente para essas comunidades, que estão sem atendimento há cerca de dois meses”, reforçou Hekurari.

Hekurari espera apuração do que ele classificou como “falta de assistência ao povo Yanomami.” Em Boa Vista, o coordenador do Dsei-Y, confirmou o recebimento do relatos e disse que enviaria equipes “para verificar a situação in loco”.

“O que aconteceu na Terra Indígena Yanonami tem que ser apurado, investigado. As comunidades ficaram sem assistência por mais de dois meses. Então, a responsabilidade do Dsei-Yanomami, da Sesai, governo federal, é dar assistência. Não deixar isso acontecer. Nove vidas morreram e não têm como voltar, mas mãe estão morrendo, não há justificativa”, disse Hekurari.

O presidente do Condisi-YY também disse ter informado a Fundação Nacional do Índio (Funai) e o Ministério Público Federal (MPF) sobre as mortes das crianças. As duas instituições também foram contatadas, mas ainda não enviaram resposta.

Região de difícil acesso

As duas comunidades, de acordo com Hekurari, ficam no meio da floresta amazônica, em região de difícil acesso. Para chegar até as duas é necessário viajar de avião de Boa Vista a Surucucu, e de lá pegar um helicóptero. “Do contrário, leva de três a quatro dias andando na mata”, disse.

Vivem em Kataroa cerca de 412 indígenas Yanomami e em Waputha são 816. O Dsei-Yanomami atende 28.141 indígenas distribuídos em 371 aldeias.

Maior reserva indígena do Brasil, a Terra Yanomami fica entre os estados de Roraima e Amazonas, e em boa parte da fronteira com a Venezuela. Desde o ano passado, indígenas denunciam o avanço da Covid-19 entre as comunidades, causado, principalmente, pelo garimpo ilegal em algumas regiões.

Contaminação por coronavírus entre indígenas

De acordo com boletim epidemiológico da Sesai, desde o começo da pandemia, o país registrou 41.251 casos e 541 óbitos por Covid-19 entre indígenas até a última quarta-feira (27). Entre yanomami atendidos pela Sesai na área do Dsei-Y, foram computados 1.256 diagnósticos e 10 mortes causadas pela doença no mesmo período. Já segundo a Articulação de Povos Indígenas do Brasil (Apib), até quarta-feira foram computados 47.148 casos e 940 mortes causadas por Covid-19 entre indígenas em todo o país.

O boletim da Sesai contabiliza apenas os casos de Covid-19 verificados em indígenas assistidos pelo Subsistema de Atenção à Saúde Indígena, não considerando aqueles que buscam atendimento em outros sistemas de saúde. Os dados da Apib, por sua vez, incluem tanto casos ocorridos entre indígenas que vivem nos territórios tradicionais quanto aqueles diagnosticados entre pessoas que vivem em contexto urbano e se autodeclaram indígenas.

Nota do Ministério da Saúde sobre o relato do Conselho

O Ministério da Saúde, por meio da Secretaria Especial de Saúde Indígena (SESAI), informa que recebeu a comunicação do Conselho Distrital de Saúde Indígena (CONDISI) Yanomami e está verificando junto ao Distrito Sanitário Especial indígena (DSEI) Yanomami a veracidade das informações. O DSEI encaminhou uma equipe aos locais para averiguar a situação, mas ressalta que, até o momento, os óbitos não foram confirmados para covid-19.

A pasta esclarece ainda que, todos os óbitos em área indígena com suspeita de covid-19 são investigados. Esses processos seguem as diretrizes de vigilância epidemiológica estabelecidas pelo Ministério da Saúde:

● LABORATORIAL: caso suspeito com resultado positivo em teste RT-PCR e/ou teste rápido para covid-19.

● CLÍNICO-EPIDEMIOLÓGICO: caso suspeito com histórico de contato próximo ou domiciliar com caso confirmado laboratorialmente para covid-19, que apresente febre ou pelo menos um dos sinais ou sintomas respiratórios, nos últimos 14 dias após o contato, e para o qual não foi possível realizar a investigação laboratorial específica.

Os dados são lançados no Subsistema de Atenção à Saúde Indígena do Sistema Único de Saúde (SASI/SUS) e passam por processos criteriosos de qualificação dos Distritos e da SESAI, garantindo a consistência da informação sobre a infecção por covid-19 em povos indígenas. Já os indígenas que residem nas cidades são atendidos pelas Secretarias Municipais de Saúde, desta forma os números referenciados entram nos cálculos gerais da população brasileira do Sistema Único de Saúde (SUS).

G1

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Tico de Adauto disse:

    Governo genocida. Biden vai botar pra quebrar.

  2. Luciana Shirou disse:

    Pesquisem "médica do programa mais médico foi agredida e teve os braços quebrados pela tribo Yanomami". Isso nenhuma grande imprensa noticiou. Agora dizer que estão sem médico noticiam rapidinho…

Agência do INSS em Natal é arrombada duas vezes em menos de uma semana e PF é acionada para investigação

Foto: Geraldo Jerônimo/Inter TV Cabugi

Uma agência do INSS foi arrombada duas vezes por criminosos, entre o último domingo (3) e a quarta-feira (6) no bairro Nossa Senhora de Nazaré, na Zona Oeste da capital potiguar. A Polícia Federal foi acionada para dar início às investigações, e o atendimento ficou temporariamente suspenso durante a manhã desta quinta-feira (7).

De acordo com a agência, houve uma invasão no domingo (3), porém, os criminosos tiveram acessos apenas aos fundos do prédio e não levaram nada. No segundo caso, provavelmente na madrugada desta quarta-feira (6), os bandidos conseguiram roubar aparelhos de televisão, computadores, entre outros equipamentos. Nenhum suspeito foi preso.

Como esta quarta (6) era feriado em Natal, os funcionários da agência só perceberam o crime na manhã desta quinta-feira (7) com a reabertura do prédio para atendimento ao público. A Polícia Federal foi acionada para investigar o caso, já que o órgão é ligado à União.

Procurada, a PF afirmou que não comenta investigações em andamento.

Já o INSS informou que está tomando medidas de prevenção, como colocação de grades nas portas, instalação de monitoramento eletrônico e abertura de processo para colocar concertina no muro da agência, além de solicitar à Polícia Militar o reforço nas rondas nos locais próximos às agências.

Ainda de acordo com a agência, o atendimento já foi normalizado.

Os arrombamentos aconteceram no mesmo bairro onde uma escola estadual foi alvo de criminosos por três dias consecutivos, entre o dia 1º e dia 3 de janeiro. A relação entre os dois casos, no entanto, não é confirmada.

G1-RN

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Tarcísio Eimar disse:

    Se as promessas do PR JB tivessem sido postas em prática, com o cidadão de bem armado, o comerciante armado, aí o panorama seria outro. Bandido tem c*, logo tem medo.

  2. Calígula disse:

    Eita RN arrombado, os vagabundos estão arrombando tudo, farmácias, escolas, lojas, agências bancárias de do INSS, Até os cofres públicos estão sendo arroxados e a Governadora só fala em vacina, covid, coronavac, é mi mi mi, é má má, má e o RN terminando de se lascar Kkkķ
    Eita Governo Fuleiro é esse de Fatão GD.

Polícia Civil investiga caso de professor encontrado morto dentro da própria casa na Zona Norte de Natal

Foto: Reprodução/TV Tropical

Um professor identificado como Francisco de Assis Silva, de 57 anos, foi encontrado morto dentro da própria casa, que fica localizada no bairro Potengi, zona norte de Natal. O corpo já estava em estado avançado de decomposição.

Os vizinhos notaram a ausência do morador por vários dias e, ao sentirem o mau-cheiro vindo da casa, decidiram averiguar. No local, encontraram Francisco caído no chão da sala, sem vida e completamente despedido. Havia um preservativo no órgão genital do homem e a casa estava revirada.

A Polícia Militar e Instituto Técnico-Científico de Perícia (Itep) foram acionados para fazer a remoção do corpo e investigar o que pode ter ocorrido com a vítima. Segundo os técnicos de perícia, como o corpo já estava em decomposição, não foi possível identificar, em um primeiro momento, se a morte foi provocada por um homicídio.

Francisco de Assis Silva era natural do Rio de Janeiro e professor aposentado. Os familiares, que moram em outro estado, foram avisados da morte. A Polícia Civil fez o levantamento de informações que podem ajudar a esclarecer o caso.

Portal da Tropical

Mulher de Queiroz ajudou a desviar R$ 1,1 milhão da Alerj no esquema de “rachadinha”, dizem promotores em denúncia

Foto: Reprodução/Facebook

Em denúncia apresentada pelo Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) à Justiça, os promotores afirmam que Márcia Aguiar, mulher de Fabrício Queiroz, ajudou a desviar R$ 1,1 milhão da Alerj (Assembleia Legislativa do Rio), através do esquema de “rachadinha” implantado no antigo gabinete do então deputado Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ).

Segundo a denúncia de 290 páginas que a CNN teve acesso, Márcia faz parte da teia de 12 funcionários fantasmas investigados pelos promotores para rastrear o dinheiro desviado. Do total movimentado por Márcia, pouco mais de R$ 868 mil (ou 75% do que ela recebeu da Alerj) teriam sido usados para abastecer a suposta organização criminosa chefiada por Flávio Bolsonaro.

Procurada, a defesa de Márcia e Fabrício Queiroz afirmou “que é inverídica a acusação de desvio de valores na Alerj”, e que “Márcia sempre exerceu com rigor as atribuições legais dos cargos que ocupou”. Já os advogados do senador Flávio Bolsonaro, até o momento, não retornaram às ligações e não responderam as mensagens enviadas.

O MP-RJ fez o levantamento dos valores recebidos da Alerj por Márcia e cruzou depósitos bancários executados para Fabrício Queiroz, além de saques em dinheiro, que não puderam ser rastreados. Dos 12 assessores envolvidos, o total depositado para Queiroz da verba desviada da Alerj foi de R$ 2.079.149,52. Desse valor, apenas Márcia foi responsável pelo repasse de cerca de R$ 445 mil para seu marido. Isso corresponde a 21,4% do valor repassado, através de depósitos bancários, à Fabrício Queiroz.

Ainda segundo o MP, mulher de Queiroz movimentou, em espécie, cerca de R$ 423 mil dos mais de um milhão que recebeu da Alerj através de desvios ilícitos. Márcia é apontada pelo MP como sendo do núcleo executivo da organização criminosa chefiada por Flávio Bolsonaro.

Ela permanece em prisão domiciliar, após ter ficado foragida por 22 dias no meio do ano, quando havia sido alvo, junto com seu marido Fabrício Queiroz, de prisão preventiva. Ao se entregar à Justiça, a ex-assessora de Flávio ganhou o benefício da prisão domiciliar concedida pelo ministro João Otávio de Noronha — decisão em caráter liminar, ou seja, que ainda terá seu mérito julgado.

Márcia e Queiroz são investigados no inquérito que apura um esquema de corrupção na Alerj, que teria sido executado quando Queiroz trabalhava no gabinete do então deputado estadual Flávio Bolsonaro.

CNN Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Pixuleco disse:

    Acordando bem cedinho
    Me encaminhado para o curral
    A vaquinha já me espera Para o leite matinal

    O gado está viçando
    FLAVITO está enrascado
    É chocolate com rachadinha
    É laranja para todo lado

    As tetinhas da vaquinha
    Estão todas bem limpinhas
    Mas te muita coisa errada
    Feita pelos bananinhas

    Chega Epaminondas ! Trás o Nescau que hoje eu vou arrochar no leite com chocolate 🍫!

    Aí papai ! O PIXULECO rima demais , o PUXULECO É POETA !

  2. José Araújo disse:

    Jai milícia Bolsonaro e sua família
    de vagabundos

  3. Emerson Fonseca disse:

    Adoro ler comentários do Gado Minion, são tão " esclarecedores " e definem perfeitamente o grau de intelecto deles…. kkkk 😂

  4. Pátria Natalense disse:

    Eu não acredito em nenhuma dessas reportagens. O que eu acredito mesmo, é que Flavio, é um Homem honesto, que gera empregos na cidade do RJ com sua loja de chocolates e na venda dos imóveis.
    Um deslize do assessor, que o próprio Flavio já exonerou.

  5. Bito disse:

    Denúncias são denúncias! Provas são provas.

  6. Calígula disse:

    Hô Queiroz fraco, Hô Queiroz pra roubar pouco, tinha que roubar mais, mostrar que é duro, que é arroxado, mais preferiu uma micharia, um pixuleco, uma gorjeta, em comparação com os desvios petistas.

  7. Tertu disse:

    Por mais que investiguem essas rachadinhas, não chegam a dois milhões, indicie logo. agora pergunto: e os 5 milhões de reais do RN? Os desvios de mais de um trilhão de reais pelos petralhas? Ninguém vai ser processado? A nação vai ficar no prejuízo e esses ladrões petralhas continuarão rindo do povo, e alguns jumentos esquerdalha vão continuar passando o pano pra esses criminosos? Muito canalhice!

  8. Rui disse:

    Queiroz só pode ta ta rindo da cara do pixuleco.
    Rrsrs

  9. Antônio Soares disse:

    Até posso aceitar que minha quadrilha de estimação roube um TRILHÃO, mas um milhão jamais. Kkkkk
    Hipócritas

    • Burrominon disse:

      Burrominion detectado…🤣🤣🤣
      Seja bem vindo, colega…
      Vamos juntos defender o mito.. vem dividir a alfafa…muuuuuuuuuu

  10. Pixuleco disse:

    Eita ! E agora ? O que será dito ? A Gadolândia irá se pronunciar ? Rapaz ? Meninos eu vi ? E piriri e pororó . O véio tem conhecimento ? Bananinha quando nasce se esparrama pelo chão . Pelas caridades eternas de são Nicolau 🎅 .

  11. Samuel Uel disse:

    Cadê o gado pra chamar o veio de arrochado???
    Cadê a bovinada do mito 2022???
    Bora gado vagabundo, se escondam não.

  12. Gustavo disse:

    Cadeia. Se roubou feito os ladrões do PT, tem que ir em cana, como foi o nine.
    E não adianta ficar entrando com 500 recursos e botar a militância pra ficar dizendo que é inocente, feito o nine.

  13. Manoel disse:

    Eu só quero saber do roubo que o PT fez talkei?! Eu tenho ladrão de estimação… Muuu

Mulher de Flávio Bolsonaro e filhas de Queiroz são alvos de investigação por ‘rachadinha’

Foto: Reprodução

Além do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) e de seu ex-assessor Fabrício Queiroz, o Ministério Público do Rio de Janeiro denunciou mais 15 pessoas acusadas de participarem do pagamento de “rachadinhas” na Assembleia Legislativa Fluminense (Alerj), como a mulher do senador, Fernanda Antunes Figueira Bolsonaro, e o chefe de gabinete dele, Miguel Ângelo Braga Grillo.

A esposa de Queiroz, Márcia Oliveira de Aguiar, e suas filhas, Nathalia e Evelyn Melo de Queiroz, que já foram lotadas no gabinete de Flávio Bolsonaro como deputado estadual, também foram denunciadas.

A denúncia foi protocolada no dia 19 de outubro pelo Ministério Público no Órgão Especial do Tribunal de Justiça do Rio, mas a informação só foi tornada pública na madrugada desta quarta-feira. No documento de cerca de 300 páginas, Flávio é apontado como líder da organização criminosa, e Queiroz, como o operador do esquema de corrupção que funcionava no gabinete do senador. Ambos foram acusados pelos crimes de peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa. Entenda o caso Queiroz em imagens

O Ministério Público também ouviu o depoimento de Luiza Sousa Paes, ex-assessora do antigo gabinete do “01” na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), em que ela admite que nunca atuou como funcionária do filho do presidente Jair Bolsonaro e também era obrigada a devolver mais de 90% do salário. É a primeira vez que um ex-assessor admite o esquema ilegal no gabinete do parlamentar.

Após ser denunciado, o senador afirmou por meio de seus advogados que a denúncia “já era esperada, mas não se sustenta” e que a acusação “não passa de uma crônica macabra e mal engendrada“.

Diário do Rio

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. FAL$OS ME$$IAS disse:

    No fim vai ser descoberto que a culpa foi de Lula, de Fátima e do PT. A verdade tarda mas não falha.
    CONHECEREMOS A VERDADE E A VERDADE NOS LIBERTARÁ DOS FALSOS MESSIAS……

  2. Ivan disse:

    Tudo mentira, homi deixe os bichinho s ser feliz.

  3. Calígula disse:

    O Ministério Público do Rio de Janeiro investiga outros 20 políticos por supostos esquemas de corrupção e desvios semelhantes às chamadas rachadinhas, além do ex-deputado estadual e senador Flávio Bolsonaro.Todas as investigações correm em sigilo. Mais só a do ex-deputado Flávio é noticiada. pq não divulga os demais nomes?

    • Patriota disse:

      Será que é porque o pai dele é o presidente da República? Aquele que diz que veio em nome de Deus para nos salvar?

    • Pixuleco disse:

      Será possível que o grande Imperafor da Gadolândia Falou isso ? Acredito não ! Pelas caridade ! Que dizer que o bananinha está sendo perseguido ?

  4. Carlos Brasileiro disse:

    Pense numa novela sem fim

  5. Aluísio Valença disse:

    Rachadinha é uma palavra engraçadinha para amenizar o impacto do peculato.

  6. Zanoni disse:

    E o gado, foi vacinado contra a aftosa? Falo no gado de Bostonaro e no gado de Lula ladrão.

Gilmar Mendes cita ‘tortura e humilhação’ no caso Mari Ferrer e pede investigação de agentes envolvidos no julgamento de ‘estupro culposo’

Foto: Reprodução

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, publicou uma mensagem em seu perfil no Twitter nesta terça, 3, pedindo que órgãos de correição investiguem postura dos agentes envolvidos no julgamento da acusação de estupro de vulnerável de Mari Ferrer, em 2018, em Santa Catarina. O magistrado classificou como ‘estarrecedoras’ as imagens da audiência da influenciadora.

Nas gravações, divulgadas pelo site The Intercept, o advogado Claudio Gastão Filho, que representa o empresário André Camargo Aranha (absolvido do crime de estupro) chega a dizer que Mari Ferrer tem como ‘ganha pão a desgraça dos outros’.

“O sistema de Justiça deve ser instrumento de acolhimento, jamais de tortura e humilhação. Os órgãos de correição devem apurar a responsabilidade dos agentes envolvidos, inclusive daqueles que se omitiram”, publicou o ministro.

As cenas da audiência de Mariana Ferrer são estarrecedoras. O sistema de Justiça deve ser instrumento de acolhimento, jamais de tortura e humilhação. Os órgãos de correição devem apurar a responsabilidade dos agentes envolvidos, inclusive daqueles que se omitiram.

Em nota, o Tribunal de Justiça de Santa Catarina informou que o caso está sendo apurado em procedimento instaurado na Corregedoria-Geral da Justiça no último dia 30.

Na mesma linha que Gilmar, o ministro do Tribunal de Contas da União Bruno Dantas disse que as imagens da audiência do caso Mari Ferrer eram ‘ultrajantes. “Especialistas em Direito Penal certamente falarão com propriedade sobre a tese do estupro culposo, que confesso desconhecer. O vídeo é aviltante e dá impressão de que não havia Juiz presidindo a audiência ou Promotor fiscalizando a lei. Havia?”, escreveu em seu perfil no Twitter.

Nas imagens divulgadas pelo The Intercept nesta terça, 3, o advogado Claudio Gastão Filho, que defende o empresário André Camargo Aranha, diz para Mari Ferrer: “[…] Peço a Deus que meu filho não encontre uma mulher que nem você. E não dá para dar o seu showzinho. Teu showzinho você vai lá dar no Instagram depois para ganhar mais seguidores. Mariana, vamos ser sinceros, fala a verdade. Tu trabalhava no café, perdeu o emprego, está com aluguel atrasado há sete meses, era uma desconhecida. Vive disso. Isso é seu ganha pão né Mariana? É o seu ganha pão a desgraça dos outros. Manipular essa história de virgem”.

Ao longo da fala, o juiz que conduziu a audiência diz que se tratavam de ‘alegações’, mas não impede a fala do defensor de Aranha. Na sentença em que absolveu o empresário André Camargo Aranha da acusação de estupro de vulnerável, Rudson Marcos, da 3ª Vara Criminal de Florianópolis, escreveu: “As provas acerca da autoria delitiva são conflitantes em si, não há como impor ao acusado a responsabilidade penal, pois, repetindo um
antigo dito liberal, ‘melhor absolver cem culpados do que condenar um inocente’”.

Gastão Filho chega ainda a mostrar fotos da influenciadora falando em ‘posições ginecológicas’. “Não adianta vir com esse teu choro dissimulado, falso e essa lágrima de crocodilo”, diz ainda o advogado.

Em seguida, o promotor que acompanha o caso afirma: “Mariana, se quiser recompor aí, tomar uma água, a gente suspende, ta?”.

Na manifestação sobre o caso enviada à Justiça, também revelada pelo The Intercept, o integrante do Ministério Público de Santa Catarina defende uma tese de ‘estupro culposo’. “Se a confusão acerca da idade pode eliminar o dolo (intenção), por que não aplicar-se a mesma interpretação com aquele que mantem relação com pessoa maior de idade, cuja suposta incapacidade não é do seu conhecimento?”, diz trecho da peça.

COM A PALAVRA, O TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SANTA CATARINA

O caso está sendo devidamente apurado em procedimento instaurado na Corregedoria-Geral da Justiça, em 30/9/2020, por meio do Ofício n. 125/2020/CGJUFR/DEV/SNPM/MMFDH, datado de 25/9/2020, oriundo da Secretaria Nacional de Políticas para as Mulheres, recebido naquele Órgão Correicional em 29/9/2020, às 18:31h. Ressaltamos que a apuração dos fatos envolvendo a conduta do advogado Claudio Gastão Filho não se encontra dentre as atribuições deste Órgão, que se restringem aos atos praticados pelos membros do Poder Judiciário.​

COM A PALAVRA, OS DEMAIS CITADOS

A reportagem busca contato com os demais citados. O espaço está aberto para manifestações

Fausto Macedo – Estadão

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Claudinei disse:

    Com a palavra a atual governadora do estado de Santa Catarina, filha de um Jesus confesso. Ela talvez possa dizer no que se transformou esse estado mais germânico do país.

Autoridades italianas vão investigar bot do Telegram que produz nudes

Foto: Reprodução

A Autoridade Italiana para Proteção de Dados (Garante per la protezione dei dati personali) abriu uma investigação sobre o uso de bots do Telegram que usam inteligência artificial para gerar fotos nuas a partir de imagens de mulheres vestidas.

De acordo com um estudo realizado pela empresa Sensity, os robôs têm a capacidade de extrair qualquer imagem comum e trocar partes vestidas do corpo feminino por partes nuas. Até o momento, foram identificadas mais de 100 mil imagens falsas compartilhadas online, mas o bot pode ter produzido até milhões que ainda não foram rastreadas. Uma preocupação é que os bots podem gerar imagens de menores de idade.

70% dos usuários dos robôs estão localizados na Rússia, onde o serviço foi anunciado em redes sociais locais como a VKontakte (VK). Há um sistema de monetização, onde os usuários podem comprar pacotes de “moedas” e usá-las para acelerar o processamento das imagens ou remover marcas d’água.

A Sensity liga o software por trás dos bots ao DeepNude, que surgiu em junho passado com recursos muito similares. Após alguns dias o serviço foi retirado do ar, mas não antes que cópias de seu código-fonte se espalhassem pela internet.

“A facilidade de uso deste programa torna qualquer pessoa com uma foto na web uma vítima em potencial dos deepfakes”, disse a agência italiana em um comunicado, afirmando que “solicitará ao Telegram informações, a fim de verificar o cumprimento das regras de proteção de dados na disponibilização do serviço aos usuários, bem como para averiguar a possível conservação das imagens manipuladas e as finalidades desse armazenamento”.

Olhar Digital

Suposto esquema na Receita Federal pode anular investigação das rachadinhas

Foto: Reprodução

Um suposto esquema criminoso operado por pelo menos quatro funcionários da Receita Federal pode anular as investigações do Ministério Público do Rio sobre a prática de rachadinhas. A suspeita foi levantada pela defesa do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) e apresentada ao presidente Jair Bolsonaro em uma reunião no Palácio do Planalto no dia 25 de agosto. Para conseguir a prova de que houve manipulação indevida dos dados bancários do filho do presidente Jair Bolsonaro, os advogados já se reuniram com quatro órgãos federais.

O caso foi revelada pela revista Época e confirmada pela CNN. No centro da suspeita está o Relatório de Inteligência Financeira produzido pelo Conselho de Controle de Atividades Financeira (COAF) que identificou movimentações bancárias atípicas de assessores de 21 deputados estaduais do Rio – foi ali que apareceu, pela primeira vez, o nome de Fabrício Queiroz, ex-assessor do atual senador, e preso desde junho deste ano. O documento foi entregue em janeiro de 2018 ao Ministério Público do Rio, que deflagrou a apuração das rachadinhas. O caso veio à tona após as eleições daquele ano.

Além das advogadas Juliana Bierrenbach e Luciana Pires, participaram do encontro com Jair Bolsonaro o general Augusto Heleno, chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), e Alexandre Ramagem, diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin). O encontro não consta na agenda oficial do presidente Jair Bolsonaro. Flávio marcou a agenda, mas não foi porque estava com coronavírus.

No dia daquela reunião, as advogadas e Rodrigo Roca, que compõem o trio que atua na defesa de Flávio Bolsonaro, protocolaram pedido de averiguação no GSI, sob o argumento de que risco à estabilidade institucional e ameaça à segurança da família presidencial — o que dá ao GSI a responsabilidade de acompanhar o caso.

No documento, descreveram as suspeitas sobre a produção dos dados financeiros de 2018 e que motivou a investigação das rachadinhas: a tese é de que Flávio Bolsonaro teve seu sigilo bancário antes de autorização judicial – que só foi deferida em maio de 2019, já em meio a investigação das rachadinhas. Por isso, a defesa pediu que o GSI levantasse quais funcionários da Receita Federal teriam acessado os dados bancários do filho do presidente Jair Bolsonaro e de sua esposa, Fernanda.

Sem retorno do GSI e da Abin até o momento, a defesa de Flávio passou a agir para tentar comprovar a tese e enterrar de vez a apuração das rachadinhas. Os advogados procuraram diretamente a Receita Federal, através do secretário da Receita, José Barroso Tostes Neto. Não tiveram sucesso e foram atrás de Gileno Gurjão Barreto, diretor-presidente do Serviço Federal de Processamento de Dados do governo (Serpro) – os advogados foram informados que a Receita precisaria autorizar o repasse das informações, o que também não foi concedido.

No argumento apresentado ao presidente Jair Bolsonaro, o documento com as movimentações financeiras de todos os deputados estaduais foi manipulado e não foi produzido de forma espontânea.

Para corroborar a suspeita, o GSI foi informado de que um caso com características semelhantes ocorrera na Receita Federal do Rio, em 2017. Quatro auditores foram alvos de um processo na Corregedoria-Geral do Ministério da Fazenda por acessar, manipular e usar indevidamente dados de inteligência do órgão. A defesa quer que o GSI apure quais servidores teriam acessado os dados que embasaram o RIF.

Procurado, o GSI não se manifestou. Em nota, a defesa de Flávio Bolsonaro informou que levou o caso ao GSI porque os relatórios de movimentação financeira sobre Flávio “diferem muito, das características, do conteúdo e da forma dos mesmos Relatórios elaborados em outros casos”. A Receita Federal e o Serpro não retornaram aos contatos da reportagem.

Receita Federal informou que não irá se manifestar sobre o assunto.

CNN Brasil

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Eleição disse:

    Se for aprofundar as investigações no Brasil, ficará meia dúzia de seis.

  2. Tarcísio Eimar disse:

    Nada disso, tem mais é que expandir esse tipo de atuação em cima dos políticos. Isso ocorre com vereadores e deputados estaduais da forma mais escancarada possível. É pra ir pra cima mesmo, seja quem for o político

  3. Santos disse:

    Pronto! Um roubo justifica o outro e tds ficam felizes para sempre.

  4. Realista disse:

    Ô Brasil pra ter ladrão, um país que não se pode confiar em ninguem, roubam o sol antes de nascer. País da corrupção, do oportunismo e de em tudo levar vantagem. PQP.

  5. Luladrão Mor da Silva disse:

    Quem vai gostar são os outros 20 deputados envolvidos.

  6. Cidadão Indignado disse:

    Pronto, agora a família de chefes de milícias vai ficar livre!

Fachin bloqueia R$ 1,1 milhão de Collor em investigação de irregularidades em licença de porto no Paraná

Foto: Reprodução/TV Globo

A TV Globo teve acesso à decisão do ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), que autorizou nesta quarta-feira (21) a operação Quinto Alto da Polícia Federal, que cumpriu um mandado de busca e apreensão em um endereço ligado ao senador Fernando Collor (PROS-AL), em São Paulo.

A operação investiga um esquema de pagamento de propina para a liberação de licenças ambientais no Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), no Paraná. As irregularidades teriam ocorrido em 2014 e 2015.

Fachin determinou o bloqueio e sequestro de R$ 1,1 milhão das contas de Collor e dos demais envolvidos nas irregularidades apuradas.

Na investigação, a Polícia Federal apontou suposta ingerência política do senador Fernando Collor de Melo junto ao Ibama para atender interesses do empresário João Carlos Ribeiro na instalação do Porto Pontal do Paraná.

Segundo a PF, em contrapartida, Collor receberia o pagamento de vantagens indevidas. João Carlos Ribeiro (PSC) é dono do porto e candidato a prefeito em Pontal do Paraná.

Com dados do Coaf, os investigadores identificaram uma transferência bancária de R$ 1,1 milhão feita pelo empresário ao escritório de advocacia Spengler & Padilha, para advogado Luiz Alberto Spengler, que fez “sucessivas transferências em prol do Senador Fernando Collor”.

De acordo com a investigação, o valor teve como destinatário o então senador Ataídes de Oliveira e se referia ao pagamento de uma aeronave adquirida por Collor.

Segundo a PF, uma das licenças emitidas pelo Ibama para o Porto Pontal Paraná foi concedida três dias antes do repasse de mais de R$ 1 milhão.

A operação desta quarta é um desdobramento da Operação Politeia, deflagrada em 2015, no âmbito da Lava Jato, quando carros de luxo do senador Collor foram apreendidos.

Ouvido por investigadores, o presidente do Ibama à época da assinatura da licença de instalação do Porto Pontal, Volney Zanardi Júnior, declarou que Collor atuou em favor do empresário João Carlos Ribeiro para a emissão da licença almejada.

Ao autorizar a operação, Fachin afirmou que “o cenário descrito, sem dúvida, justifica a ação invasiva de busca da melhor prova dessas condutas ilícitas, que poderão ser obtidas em elementos adicionais como documentos, aparelhos celulares, arquivos de mídia, dentre outros, valendo aludir que, como esta parte da investigação é desconhecida pelos aqui requeridos, confirmada está a urgência da medida extrema”.

Em uma rede social, Collor fez a seguinte afirmação nesta quarta-feira: “Fui surpreendido hoje com este ato inusitado. Fizeram busca e nada apreenderam, até porque não tinha o que ser apreendido. Vou tentar apurar a razão deste fato de que fui vítima. Nada tenho a temer. Minha consciência está tranquila”.

A TV Globo procurou o empresário João Carlos Ribeiro, o advogado Luiz Aberto Spengler, e o ex-senador Ataídes de Oliveira para comentarem a operação, mas não recebeu resposta até a última atualização desta reportagem.

G1

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. disse:

    Gilmar já já anula tudo.

  2. nasto disse:

    Em um futuro próximo serão eleitos : Henrique, Agripino, Garibaldi, Color, Lindemberg Faria, ex governador Robinson Farias, Gleissi Holfmam um monte de Cabra de peia espalhado pelo Brasil, Jadel Vieira, Os Gomes do Ceará, o povo gosta da sacanagem.

  3. ELEITOR disse:

    Parodiando o hino do Flamengo;uma vez corrupto sempre corrupto , sempre corrupto há de ser …

  4. Pedro disse:

    Talvez realmente não vá dar em nada, mais todos nós sabemos quem é, por sinal, não tem credibilidade nenhuma, é um morto vivo, infelizmente senador e amigo do meliante do PT.

  5. Escritor disse:

    Vai dar em nada. Se bobear se canditada a deputado. Igual fez senador aecio. E pasmem. Se elege.

Apesar de não haver nenhum caso de reinfecção por Covid-19 no RN, Sesap diz que suspeitos serão investigados

Apesar de não haver nenhum caso de reinfecção por Covid-19 no Rio Grande do Norte, a Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) lançou uma nota técnica nesta terça-feira (20) para que as unidades de saúde façam o acompanhamento de pacientes Covid-19 por tempo prolongado, investigando os casos de reaparecimento de sintomas após 60 dias de resultado positivo para Covid-19, confirmado pelo exame RT-PCR. O assunto foi abordado em coletiva de imprensa realizada nesta quarta-feira (21), na Escola de Governo.

“O monitoramento da Covid-19 no RN vem perpassando por diversas estratégias desde o início da pandemia. Neste momento a nossa preocupação também é estabelecer fluxos para análise de possíveis casos de reinfecção. Apesar de não termos casos confirmados de reinfecção no estado, de acordo com experiências observadas em outros países, é necessário o estabelecimento desse fluxo para que possamos ter um processo de investigação já estruturado”, explicou Alessandra Lucchesi, subcoordenadora de vigilância epidemiológica da Sesap.

Na coletiva de imprensa, Isac Davidson, sanitarista e Apoiador Técnico para enfrentamento a Covid-19 na Vigilância Epidemiológica da Sesap, explicou que a nota técnica foi lançada com o intuito de sensibilizar a rede de saúde para captação desses possíveis casos, definindo os procedimentos necessários para investigação. Os laboratórios públicos e privados não estão autorizados a descartar amostras positivas para SARS-CoV2, devendo seu armazenamento, neste momento, ser realizado por prazo indeterminado.

Devem ser investigados os casos de pacientes que apresentem sintomas de síndrome gripal ou síndrome respiratória aguda grave após 60 dias do primeiro episódio de sinais e sintomas que obtiveram diagnóstico confirmado para Covid-19 através de resultado de RT-PCR positivo.

“Foi feita uma revisão minuciosa em nossa base de dados e não identificamos pacientes que pudessem se encaixar nos critérios para reinfecção. Só é iniciada a investigação se uma segunda amostra por RT-PCR der resultado positivo”, disse Isac.

O Laboratório Central (Lacen) será responsável por reavaliar as amostras. Caso as duas amostras sejam confirmadas positivas para Covid-19 por RT-PCR novamente, estas serão encaminhadas ao laboratório de referência nacional para ser realizado o sequenciamento do genoma viral e análise comparativa, para determinar se houve uma reinfecção ou a reativação da doença.

Números

De acordo com o boletim epidemiológico da Sesap, nesta quarta-feira (21), há no RN 79.326 casos confirmados para Covid-19 – um total de 622 casos novos a mais que o boletim anterior – além de 24.958 suspeitos e 185.573 descartados. Até o momento foram confirmados 2.556 óbitos, sendo 1 nas últimas 24h e um total de 323 óbitos em investigação, além de 586 óbitos descartados.

A taxa de ocupação de leitos está em 39%. Até o final da manhã desta quarta (21), havia 210 pessoas internadas em leitos críticos e clínicos em unidades de saúde públicas e privadas do estado. Por região de saúde, a ocupação de leitos está em 30% na região Metropolitana, 56% no Oeste, 77% no Alto Oeste, 41% na região do Seridó, Mato Grande com 100%, Trairi/Potengi com 9% e a região Agreste está sem pacientes internados em leitos de UTI.

O índice R(t) – que determina o potencial de propagação do vírus – está em 0,54 para o RN como um todo. Os índices por região: Agreste (0,69), Oeste (0,79), Mato Grande (1,15), Seridó (0,79), Trairi/Potengi (0,78), Alto Oeste (1,10), Região Metropolitana (0,79) e Vale do Açu (0,80). Os dados são do Laboratório de Inovação Tecnológica (LAIS) da UFRN.

Testagem

A subcoordenadora do Centro Estadual de Referência em Saúde do Trabalhador (Cerest), Kelly Lima, apresentou os resultados preliminares da testagem que foi realizada nesta terça-feira (20) e quarta-feira (21) para os trabalhadores da Ceasa/RN. Entre os 400 trabalhadores testados, um total de 20 casos teve resultado positivo para Covid-19 e em todos esses casos os trabalhadores estavam assintomáticos.

A subcoordenadora também expôs o último balanço feito pelo Cerest de profissionais de saúde acometidos pela Covid-19, totalizando 6.253 trabalhadores, com 65% desses casos já tendo alta e retornado ao trabalho.

Governador de SC é alvo de buscas da PF e MP em investigação sobre suposta fraude na compra de respiradores

Governador Carlos Moisés é alvo de investigação por causa da compra de respiradores e de processo de impeachment — Foto: Cristiano Estrela/Secom

A Polícia Federal e a Ministério Público Federal (MPF) cumprem na manhã desta quarta-feira (30) mandado de busca e apreensão na Casa da Agronômica, onde mora o governador de Santa Catarina, Carlos Moisés (PSL), em Florianópolis. Ele é alvo de uma operação que investiga a compra de 200 respiradores por R$ 33 milhões pagos antecipadamente pelo governo. O G1 procurou a defesa de Moisés e aguardava retorno até a última atualização. O Governo do estado informou à NSC TV que por enquanto não vai se manifestar.

Segundo a PF, cinco mandados de busca e apreensão estão sendo cumpridos no estado e dois ex-integrantes do governo, que não tiveram os nomes divulgados, também são alvo da operação.

O mandado foi expedido pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) e é necessário, segundo o Ministério Público Federal, para apurar a relação de Carlos Moisés com empresários que venderam aparelhos ao estado.

O governador de Santa Catarina é alvo de dois processos de impeachment, um relacionado à compra dos respiradores, em um pedido entregue por 16 pessoas entre advogados e empresários, e outro relacionado ao aumento dado aos procuradores do estado em 2019.

Há ainda um terceiro pedido, também relacionado à compra dos respiradores, que é avaliado pela Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc). Este processo, da questão salarial está sendo julgado por um tribunal mistro entre deputados e desembargadores. O segundo pedido é analisado por uma comissão especial de deputados.

Os respiradores foram comprados em março pelo Governo e não foram entregues. Apenas 50 dos 200 respiradores chegaram ao estado, mas foram apreendidos. Eles também não atendiam à necessidade do estado, segundo o próprio secretário de Estado da Saúde.

A compra foi alvo de investigação da Polícia Civil e Ministério Público de Santa Catarina (MPSC). A investigação foi enviada pelo Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC) ao STF, que em agosto determinou que a Polícia Federal investigasse a compra.

Além disso, uma comissão parlamentar de inquérito (CPI) na Assembleia Legislativa de Santa Catarina também investigou a compra e o relatório dos deputados pediu o impeachment do governador, apontando que ele foi omisso. O pedido é analisado pela Alesc e não foi votado.

As viaturas saíram descaracterizadas da Polícia Federal e do MPF logo no início da manhã em direção à Casa da Agronômica, que fica na Avenida Beira-mar Norte, na região central da capital catarinense, a poucos metros das sedes da PF e MPF.

De acordo com o MPF, as investigações sobre a compra desses respiradores apontaram indícios da participação do governador na contratação da empresa Veigamed para fornecimento de 200 respiradores. Segundo a subprocuradora-geral da República Lindôra Araújo, o mandado de busca e apreensão foi pedido para averiguar se a ordem de compra partiu do chefe do executivo.

“Há elementos que demonstram a constituição de um esquema criminoso de desvio de dinheiro público”, informou o MPF, que investiga se ocorreu fraude à licitação, peculato, corrupção, concussão, organização criminosa e lavagem de dinheiro.

G1

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Pedro disse:

    Está faltando uma voltinha do pessoal da PF aqui no estado, muitas coisas estranhas tem acontecido, principalmente a nível de governo e na SESAP, tem que ir na redinha, favela do mosquito, casas de marmita, etc. Vão descobrir muita coisa.

  2. Marquito disse:

    Como que o gado é engraçado o cara é do PSL , kkkkk , aí querem dizer que ele é PT ,vão chupar à kid bolsonarsta sem futuro

  3. natal sofrida disse:

    Vermes petistas, a diferença é grande, o Mito não age a favor dos ladrões, seu guru além de agir a favor, queria a parte dele. Corja de fdp!!!!!

  4. LEO disse:

    E no Consórcio Nordeste,qdo a PF vem Visita-lo ????

  5. Jailson disse:

    Bolsonarista e militar vale ressaltar

Após pedido do MPRN, Justiça arquiva investigação sobre policiais antifascismo

Foto: Ilustrativa

A pedido do Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN), a Justiça potiguar arquivou a investigação instaurada com o objetivo de averiguar a existência do grupo denominado “Policiais Antifascismo” no Estado. O pedido de arquivamento foi feito pela 69ª Promotoria de Justiça de Natal.

Na decisão pelo arquivamento, o MPRN destaca que, diante do apurado até o momento, percebe-se que o grupo defende ideias lícitas, não se evidenciando a utilização da estrutura da Administração Pública Militar ou de fardamento, armas ou viaturas nas manifestações, carecendo os autos de indícios de autoria ou prova da materialidade delitiva.

O MPRN frisa, porém, que o exercício do direito à liberdade de expressão pelos policiais militares exige a observância dos princípios da hierarquia e disciplina, com atuação imparcial dos agentes públicos. Assim, eventuais excessos no exercício desse direito poderá justificar, dependendo de cada caso, a apuração de infração disciplinar ou a instauração de procedimentos investigatórios.

O ordenamento jurídico veda aos policiais militares o comparecimento fardado em manifestações de caráter político-partidário, bem como o uso da estrutura da Administração Pública Militar para arregimentar eleitores. “Contudo, tais vedações não podem significar que os Policiais Militares são autômatos, sem o direito de interpretar os acontecimentos sociais dentro sua visão e realizar o intercâmbio de ideias com os outros indivíduos. Assim, desde que respeitados os preceitos constitucionais e legais, os quais incluem os princípios da hierarquia e disciplina, não há como se retirar dos Policiais Militares o direito à formação de suas próprias convicções e de manifestar seus pensamentos”, frisa o MPRN na decisão de arquivamento.

Além disso, não há nos autos, até o presente momento, indícios suficientes de autoria ou prova da materialidade delitiva.

Polícia Civil conclui investigação sobre perfis falsos atuantes no interior do RN e suspeito é indiciado por estelionato; Facebook, Instagram, Tinder e WhatsApp entre ferramentas

Foto: Ilustrativa

Policiais civis da Delegacia Municipal de Marcelino Vieira concluíram, nesta quarta-feira (23), uma investigação sobre perfis falsos em redes sociais, que se passavam por uma jovem do município de Marcelino Vieira e marcava encontros de natureza sexual, bem como divulgava fotos íntimas, captadas aleatoriamente na internet, como se fossem dela. Os fatos ocorriam há, aproximadamente, três anos. O perfil falso utilizava das plataformas do: Facebook, Instagram, Tinder, bem como WhatsApp para marcar os encontros.

O autor dos perfis falsos tinha conhecimento da rotina da vítima e, muitas vezes, marcava encontros em lugares nos quais sabia que ela estaria, de modo com que a pessoa que o perfil falso havia conversado chegava apresentando intimidades com a outra vítima (do perfil), sem que esta soubesse de nada do referido encontro.

Além disso, o autor dos perfis falsos chegou a solicitar dinheiro às pessoas com quem conversava, se passando pela jovem. Os policiais da equipe conseguiram identificar o criador dos perfis falsos, que confessou a autoria das condutas criminosas. O suspeito foi indiciado pelo crime de estelionato, pelo fato de ter solicitado dinheiro se passando pela jovem.

Com relação às outras condutas, estas configuram crime de iniciativa privada, de modo que a vítima foi cientificada sobre o resultado da investigação e deverá ingressar com a competente queixa-crime. De acordo com o delegado responsável pelo caso, o resultado da investigação sinaliza importância, sobretudo neste momento eleitoral, pois é bastante comum que alguns cidadãos se escondam, por meio do anonimato das redes sociais, para atingir a honra de outras pessoas.

A Polícia Civil solicita que a população continue enviando informações de forma anônima, através do Disque Denúncia 181.

Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Polícia Civil/RN – SECOMS

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Antonio carlos disse:

    Bacana seria se o telefone informado atendesse 🤷‍♂️🤷‍♂️🤷‍♂️

  2. Paulo disse:

    Bacana, trabalho interessante da Polícia Civil! 👏👏👏

Investigação sobre Felipe Santa Cruz racha OAB

Foto: Reprodução/Facebook

A investigação sobre possíveis irregularidades na decisão de Felipe Santa Cruz de conceder pensão a um ex-funcionário da OAB causou um racha no Conselho Federal da entidade, que reúne representantes da advocacia das 27 unidades da federação.

Ontem, os presidentes das seccionais da Bahia, Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina não ratificaram uma nota de apoio lançada pelos dirigentes dos demais estados a Santa Cruz.

A nota diz que o presidente da OAB é “possuidor de confiança e exerce com firmeza a liderança da advocacia e da sociedade brasileira, propugnando pela defesa dos valores democráticos e republicanos”.

A opinião está longe da unanimidade dentro da classe.

O Antagonista

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Azevedo disse:

    Esse gordinho presidente da OAB nacional tem que ser investigado pelo MPF, pois o caboclo é mais enrolado do que papel higiênico.

  2. Gildo disse:

    Se esse gordinho pegar Covid…bem acho que ele ficaria em maus lençois.

  3. Armário porto mirim flat. disse:

    Comunista caviar.

  4. Pistoleiro Moral disse:

    Esse aí merece estar no colo do capeta já

  5. Mgil disse:

    Assinar a nota significa ratificar os atos de gestão tidos por ilegais. Depois vai dizer que não sabia?

  6. Luciana Morais Gama disse:

    Onde a esquerda entra, só entra pra dividir, nunca unir.