Luciano Huck diz a aliados que está disposto a deixar a Globo mirando pré-candidatura à Presidência

Foto: Divulgação/TV Globo

O apresentador de TV Luciano Huck reuniu-se com membros do PSDB, do DEM e do Cidadania para comunicar sua disposição em concorrer à Presidência da República em 2022.

Perguntado se não temia novo veto da Globo à sua candidatura, Huck respondeu que não. Segundo ele, muito provavelmente a Globo será contra sua permanência nos quadros da emissora assim que anunciar a candidatura.

O apresentador disse, no entanto que está disposto, desta vez, a “enfrentar o desafio”.

UOL

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Alfredo disse:

    A Globo está arrumando um jeito de continuar no poder como eminencia parda. Kkkkkkkkkkkkk
    Huck vai perder feio.

  2. Paulo disse:

    Não aguenta 1 semana de campanha. O candidato da Globo pensa que o povo ainda é manipulável . As redes sociais estão aí para mostrar quem é esse "anjinho" da Globo.

  3. Ana disse:

    E o avião comprado com o dinheiro do BNDES, vai devolver quando?

  4. André disse:

    isso é a popular " lorota " , tá na cara que ele será o candidato da globolixo , só um besta não ver isso .

  5. Silva disse:

    É conversa!!
    Quem é candidato ta negando.
    Não vai ficar exposto a ataques, deixa tudo pra última hora, igual o condenado fez com haddad derrotado.

Lula poderá receber visitas de dois aliados por semana na prisão

Foto @gleisi / Twitter

A Polícia Federal no Paraná autorizou que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, preso desde o dia 7 de abril, receba visitas semanais de duas pessoas fora do seu círculo familiar de primeiro grau. As visitas serão às quintas-feiras, assim como as dos familiares, e Lula poderá escolher, entre os aliados que fizeram pedidos para vê-lo, quem poderá entrar na sala de quinze metros quadrados transformada em cela na Superintendência da PF em Curitiba. Nesta quinta, estiveram com o petista a presidente do PT, senadora Gleisi Hoffmann, e o ex-governador da Bahia Jaques Wagner.

Na última sexta-feira (27), a juíza federal Carolina Lebbos, responsável pela execução da pena de Lula, determinou que, dali em diante, os pedidos de visita ao petista deveriam ser encaminhados à PF e que ela só deveria ser consultada sobre o assunto se houver negativa da corporação. Também na semana passada, a magistrada negou visitas da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), do pré-candidato do PDT à Presidência, Ciro Gomes, e do vencedor do Prêmio Nobel da Paz de 1980, o argentino Adolfo Pérez Esquivel, além de comitivas de governadores e deputados federais, entre outros.

Gleisi Hoffmann e Jaques Wagner ficaram, cada um, por 30 minutos com o ex-presidente. A presidente do partido foi indicada por Lula como sua porta-voz enquanto ele estiver encarcerado, enquanto o ex-governador baiano chegou a ser cogitado como um dos petistas que poderiam substituí-lo como candidato do PT à Presidência na eleição de outubro.

Veja

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. fernando alves disse:

    Infelizmente o povo perdeu mais uma vez.

Renan diz a aliados que vai provocar votação do impeachment nas férias

RenanCalheiros-Foto-WilsonDias-AgenciaBrasil-3fev2015O presidente do Senado e do Congresso, Renan Calheiros (PMDB-AL), fez chegar a aliados, nesta segunda-feira (7), a informação de que não pautará a votação da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) antes do prazo definido na Constituição para o recesso parlamentar – 22 de dezembro, antes de quando deputados e senadores têm de finalizar a tramitação da peça orçamentária, sob pena de não poderem entrar em recesso. O objetivo de Renan, segundo relato de senadores próximos do peemedebista, vai ao encontro das pretensões do Palácio do Planalto a respeito do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, no sentido de acelerar tal votação – atualmente, Dilma dispõe de votos para derrubar a ofensiva contra seu mandato.

Segundo a Agência Estado, a ideia de Renan, a quem cabe convocar o Congresso no período de recesso parlamentar, é evitar a exposição da presidente Dilma, com os riscos de uma convocação extraordinária do Congresso para votar o processo de impeachment. A Constituição determina que, para a reunião especial de deputados e senadores em pleno recesso, é necessária a maioria absoluta dos votos tanto na Câmara quanto no Senado (257 e 41 votos, respectivamente) – segundo o Estadão de domingo (6), o imponderável da votação uma semana depois de ter sido iniciado o andamento do processo, antes da decisão sobre o impeachment, seria um indesejado termômetro do que pode acontecer ao governo.

O ano legislativo não poder ser concluído sem que deputados e senadores aprovem, nos termos do artigo 57 da Constituição, o texto da LDO. Segundo relato de aliados, Renan poderia simplesmente não pautar a votação da matéria, depois de eventual aprovação na Comissão Mista de Orçamento. O texto pode até ser pautado até 22 de dezembro, mas não ser votado por falta de quórum, por exemplo – o que geraria a convocação do Parlamento em pleno recesso, segundo os planos do Planalto.

Fonte: Congresso em Foco

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. henrique disse:

    Aproveita e tira esse canalha também, ia esquecendo leva junto com ele, Collor de Merda, Henrique,Garibaldi, Jajá, Rogério Marinho e resto da cambada do RN.

Enquanto Wilma se recupera, “amigos” espalham notícia da perda do PSB

Uma atitude no mínimo desrespeitosa está sendo tomada por alguns “amigos e aliados na última eleição” da vice-prefeita Wilma de Faria. Há mais de 30 dias enfrentando problemas de saúde, ainda internada e essas pessoas espalhando a notícia de que ela perdeu o comando do PSB no RN.

Dona Wilma foi submetida a uma desobstrução duodenal e está em recuperação numa UTI. Enquanto isso, os aliados já estão espalhando como certa a mudança da direção das mãos dela para o deputado federal Rafael Motta.

De fato há uma articulação do deputado para assumir o PSB e muito bem encaminhada, mas será que esses aliados não poderiam esperar, pelo menos, ela sair da UTI? Falta de respeito grande.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. vinicio claudino dos santos disse:

    só temos a lamentar,mas na politica tem desta atitudes.os mais novos querendo matar os mais velhos,para poder aparecer no cenário politico.na seria diferente mesmo com dona VILMA passando por sérios problemas de saúde e a outra parte do partido já preparando um outro TITANIC , para jogar dona Vilma e seus aliados.A CAMBADA DE SANGUE-SUGAS .

  2. Brasil sem corruptos disse:

    É a chamada lei natural da renovação, os velhos com todo respeito saem de cena, para dar lugar aos mais novos, já deu sua contribuição, feliz aposentadoria. Espero que outros velhos políticos também deem sua contribuição abrindo caminho para os mais jovens, que necessariamente não precisam ser seus parentes.

  3. tarcisio pessoa disse:

    na lista anterior faltaram; Geraldo Neto, o finado João Faustino e o eterno candidato ao senado Ney Lopes.

  4. Val Lima disse:

    Não é nenhuma novidade a pretensão do grupo do Dep Ricardo Motta em comandar um grande partido aqui no estado… tentou o PTB….perdeu para Walter Alves…agora tem todas as chances de ficar com o PSB…já q o Partido está sem representação federal e estadual aqui no RN….tendo em vista as derrotas na eleição passada de Sandra e Larrisa Rosado respectivamente mãe e filha q integram o PSB…..a Executiva Nacional da legenda precisa reforçar o número de Deputados Federais lá em BSB assim gamnha força nas Comissões daquela casa além de ganhar força no colégio de líderes…. Aí é q entra o Dep Fed Rafael Motta…ano q vem tem janela (possibilidade de troca de partido sem perder o mandato)facilitando assim a migração para o PSB….

    • Val Lima disse:

      Agora vai…o Dep foi convidado a sair do PROS….está livre e solto….

  5. Maracujina disse:

    Deixem pelo menos a ela melhorar , hômi .

  6. magno disse:

    Amigo só vale quem têm, nesse mundo cão da política quem não está em evidência ta morto, não me falta exemplos: Rui Barbosa, Geraldo Melo, Paulo Wagner, Aldo tinoco, Renato Dantas, Marcos Formiga, Pedro Melo, Ana Catarina, Leoncio Queiroz e outros, Wilma já era, afundou-se nas besteiras que fez em suas administrações estaduais, e uma questão de pouco tempo.

    • Val Lima disse:

      O Ex Senador Geraldo Melo excelente orador, certa vez disse uma frase q eu guardei na memória: " Soleira da porta da frente da casa de politico quando perde o poder cria mato!!!" disse isso quando perdeu o comando do PSDB….

Aliados acusam petistas de fragmentar base para impor projeto de hegemonia

As derrotas impostas ao governo na Câmara durante a semana passada escancararam o descontentamento da base com a reforma ministerial e a política de liberação de emendas do Palácio do Planalto. A rebelião, porém, traz em sua essência o temor de que o PT fragmente os partidos aliados e cresça nas eleições de outubro justamente sobre eles, para obter hegemonia no Congresso.

Segundo líderes de partidos aliados ouvidos pelo Estado, esse é, na verdade, o principal motivo da crise enfrentada por Dilma Rousseff na Câmara.

Os parlamentares que dão sustentação à presidente acusam o PT de promover rompimentos em Estados-chave e buscar exclusividade na hora de faturar politicamente com ações do governo. Tudo para conseguir eleger sua maior bancada da história na Câmara.

Ao mesmo tempo, os petistas incentivam cisões internas nos partidos da base para provocar seu enfraquecimento. Por essa tática, o ideal para os petistas seria ter partidos com no máximo 60 deputados. Com isso, seu poder de fogo na hora das negociações cresceria significativamente.

Hoje o PT tem a maior bancada da Câmara, com 87 deputados. A expectativa dos dirigentes petistas é elevar esse número para mais de 100 cadeiras.

A segunda maior bancada da Câmara é a do PMDB, principal aliado dos petistas no projeto eleitoral de Dilma e detentor da vaga de vice na chapa petista. Hoje há 75 peemedebistas na Câmara. O partido, porém, não tem perspectivas de aumento. Teme, inclusive, perder espaço para o PT. Trata-se de uma previsão compartilhada por outros partidos da base. Como a oposição já foi reduzida de forma substancial nas eleições de 2010 e sangrou ainda mais com o patrocínio do governo à criação de novas legendas, como PSD e PROS, só resta agora aos petistas crescer em cima dos próprios partidos aliados.

“O ponto principal é que querem crescer em cima da gente”, diz o líder do PTB, Jovair Arantes (GO). “Há um sentimento generalizado, que permeia todos os partidos, de que o PT trabalha ferozmente com um desejo até programático de ter uma maioria folgada de deputados federais”, afirma Moreira Mendes (RO), líder do PSD. “Estão crescendo às custas do enfraquecimento da base. Todos apoiam o governo e se suicidam”, diz Eduardo Cunha (RJ), líder do PMDB e organizador do “blocão” que abriu guerra contra o Palácio do Planalto.

Comando. A redução do poder dos aliados daria a chance de o PT ocupar o comando da Câmara. A maior bancada tradicionalmente indica o presidente da Casa. Petistas e peemedebistas fecharam acordo de fazer um rodízio no cargo. O PT não tem intenção de renovar esse acordo para a próxima legislatura.

Nos bastidores, o atual vice-presidente da Câmara, André Vargas (PT-PR), é dado como certo na disputa pelo posto. O PMDB garante que disputará a continuidade em 2015, ainda que saia encolhido das urnas. Dois nomes são cotados: o atual presidente, Henrique Eduardo Alves (RN), e Eduardo Cunha.

A pretensão peemedebista é um dos fatores que ajudam a explicar a formação do “blocão”, o grupo de parlamentares da base aliada que decidiu atuar de forma independente do governo.

Palanque. O número de deputados define o tempo de televisão no horário eleitoral gratuito e as cotas do Fundo Partidário destinados às siglas, recursos públicos direcionados para sustentar as legendas. A briga entre PT e PMDB nos Estados também tem a ver com isso. As eleições para governador influenciam diretamente o resultado das eleições para deputado federal e estadual, pois os candidatos ao Executivo acabam puxando votos de legenda para os candidatos ao Legislativo.

Em 2010, o PT apoiou candidatos do PMDB em sete Estados (Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Minas, Paraíba, Rio de Janeiro e Tocantins), que somam 29,57% do eleitorado brasileiro e 42 milhões de votantes. Neste ano, o PT garante, por enquanto, apoio ao PMDB em três Estados (Amazonas, Pará e Sergipe), que representam 6,17% do eleitorado e 19,7 milhões de votantes.

Além do notório caso de rompimento no Rio, onde Lindbergh Farias (PT) está em campanha aberta para enfrentar Luiz Fernando Pezão (PMDB), vice de Sérgio Cabral (PMDB), o PT banca as candidaturas dos ex-ministros Fernando Pimentel em Minas e Gleisi Hoffmann no Paraná, Estados onde apoiou partidos aliados em 2010.

Máquinas. No que se refere ao faturamento político por causa dos programas federais, a principal queixa dos aliados se refere ao programa do Ministério do Desenvolvimento Agrário, nas mãos do PT, que doa máquinas e equipamentos a prefeitos do interior. Os aliados afirmam que petistas procuram prefeitos de outros partidos para incluí-los na ação e faturam as entregas nas bases sem que os deputados aliados consigam capitalizar o resultado. “A gente não é chamado nem pra tirar foto em eventos e inaugurações”, afirma o petebista Jovair.
bancada_evolucao
Estadão

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Júlio Dalcin disse:

    Temos aqui no RN, um dos maiores casos de ingratidão politica. O PMDB dos Alves tenta isolar o PT da Dilma, que escolheu Garibaldi numa lista tríplice apresentada pelo PMDB, para ser ministro da Previdência. Garibaldi sempre foi pró Serra.

  2. Douglas disse:

    Será que os militantes PeTistas sabem disso?
    Afinal toda mazela e problema no Brasil continua sendo produzido pelos OUTROS PARTIDOS ou AINDA são reflexos do governo FHC.
    Quer dizer, um dia quando o país só tiver 01 partido, o PT, muito provavelmente nem assim, o partido que governa a nação a mais de 12 anos com total domínio no congresso, STF, Direção das principais Estatais, distribuição dos ministérios a aliados, SERÁ CULPADO pela calamidade na saúde, segurança, fracasso da educação, país sem desenvolvimento industrial e econômico. Segundo seus cegos e hipnotizados seguidores.

Obama afirma que não vai mais espionar governos de países aliados

O presidente americano, Barack Obama, anunciou nesta sexta-feira que não haverá mais espionagem de chefes de Estado e de governo “de nossos amigos próximos e aliados, ao menos que haja uma forte razão de segurança nacional”.

“Se eu quero saber o que nossos amigos e aliados pensam, vou pegar o telefone e ligar para eles, em vez de recorrer à espionagem”, disse, durante um longo discurso sobre a prometida reforma da Agência Nacional de Segurança (NSA, da sigla em inglês). Dentre os vigiados, estão a presidente Dilma Rousseff e a chanceler alemã, Angela Merkel.

Obama disse que instruiu sua equipe de inteligência para aprofundar a cooperação com aliados para “reconstruir a confiança”. O presidente não citou que países são considerados “amigos próximos e aliados”.

Mas disse que continuará a coletar inteligência ao redor do mundo, “do mesmo jeito que outros países fazem. Não vamos pedir desculpas porque nossos serviços são mais efetivos”.

Ele também determinou ao Departamento de Estado designar um coordenador para diplomacia internacional, que servirá como ouvidor e negociador das reclamações e questões de governos estrangeiros, uma área onde se considera que o governo americano demorou a dar respostas. A Casa Branca terá um conselheiro especial para cuidar de preocupações de privacidade.

Diversos anúncios, entretanto, não foram acompanhados de maiores detalhes sobre sua implementação ou o que dependerá de aprovação do Congresso.

Ele também não falou se a NSA continuará a tentar quebrar códigos ou softwares, como revelado pelas denúncias.

As maiores reformas anunciadas, a serem implementadas entre os próximos quatro meses e um ano, se referem à redução da coleta de dados sobre telefonemas nos EUA e no exterior, que ainda serão armazenados pela NSA, mas em menor escala _ e o acesso a eles dependerá de ações judiciais e o cargo de defensor público de privacidade será criado.

No discurso, em que Obama tentou equilibrar preocupações do Congresso, das agências de inteligência, líderes estrangeiros, empresas de tecnologia e organizações que defendem direitos humanos, Obama disse que “corporações estão seguindo vocês também, é assim que surgem as propagandas na tela de seu aparelho celular”.

Em mensagem dirigida à comunidade internacional, ele falou que “não coletamos inteligência para dar uma vantagem competitiva a empresas ou setores comerciais americanos” e que queria dar “um passo inédito ao estender certas proteções a cidadãos estrangeiros no respeito à privacidade”.

SNOWDEN

A revisão dos processos da NSA foi anunciada em agosto último pelo presidente Obama, depois de dois meses de críticas e revelações feitas pelo ex-analista da NSA Edward Snowden, atualmente asilado na Rússia. Snowden foi citado no discurso de hoje por Obama. Ele disse que não queria opinar sobre as ações ou motivações de Snowden, e que “a
maneira sensacionalista que os vazamentos foram divulgados causaram dano ao país”.

“A defesa da nossa nação depende em parte da fidelidade daqueles a quem confiamos os segredos da nação. Se qualquer indivíduo que faz objeções à política do governo pode pegar em suas mãos informação confidencial, nunca seremos capazes de manter nosso povo seguro”, disse, em clara referência a Snowden.

O presidente disse que os EUA eram cobrados de forma diferente que outros países. “Ninguém espera da China um debate aberto sobre espionagem, nem da Rússia levar em conta as preocupações com a privacidade de seus cidadãos”.

Obama usou diversos exemplos históricos para justificar a espionagem, da inteligência sobre os britânicos na guerra da Independência americana à quebra de códigos japoneses e alemães durante a Segunda Guerra.

Mas afirmou que estados totalitários, como a Alemanha Oriental, lembram dos excessos da espionagem.

“Nem os EUA foram imunes aos exageros” e citou a espionagem de Martin Luther King feita pelo próprio governo, à época de J. Edgar Hoover à frente do FBI.

Afirmou que os atentados de 11 de setembro provocaram excessos na ampliação da inteligência.

“Fomos chacoalhados pelos sinais que não captamos sobre a preparação dos atentados do 11 de setembro.”

Parte das reformas será enviada ao Congresso. Obama não falou em deixar de coletar os dados de emails ou telefone, como os defensores da privacidade pediam _ boa parte do discurso foi sobre o armazenamento e o período do mesmo.

O senador republicano Rand Paul afirmou na CNN que esperava “o fim desse armazenamento” e da espionagem generalizada.

O ex-secretário de Defesa Robert Gates, que está lançando um polêmico livro de memórias nos EUA, falou à rede CNN que as mudanças na NSA “podem deixar o país mais inseguro”, repetindo o que parte das forças armadas e dos serviços de inteligência tem opinado na imprensa americana.

Folha

Começa nova debandada de aliados do governo Rosalba

Últimos a abandonar o governo Rosalba Ciarlini (DEM), PR e PSDB vão trilhar novos caminhos a partir de janeiro do próximo ano. Rogério Marinho, presidente estadual do PSDB, vai entregar a Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedec) em dezembro. O deputado federal João Maia, presidente estadual do PR, vai romper nos próximos dias.

Na Assembleia Legislativa, a situação já está complicada. A cada sessão plenária, é perceptível a rejeição dos deputados estaduais ao governo. As críticas vão desde o atraso do pagamento dos servidores até à falta de liberação das emendas ao Orçamento. Até o líder do governo, deputado Getúlio Rego (DEM), aparenta constrangimento ao defender a gestão.

Se conseguir a legenda para ser candidata à reeleição, o que é difícil neste momento, Rosalba pelo menos tem garantido um bom tempo de televisão para se defender. O grupo da governadora comanda hoje o PP, o PTB e o PSC. As legendas não possuem mais praticamente nenhuma representatividade local, mas garantem palanque eletrônico, caso a democrata viabilize o projeto de reeleição.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Fala Mansa disse:

    Esse filme assistimos a cada 4 anos. A turma fica mamando no governo até última hora e aí vendo o barco sem rumo, perto de afundar, vão saindo, um a um. Filme repetido, o povo precisa entender essa jogada.
    O Governo tem estado tão embriagado pelo poder que a cada dia perde a noção das medidas. Agora quem tira férias no ESTADO fica SEM o TERÇO DE FÉRIAS, uma garantia legal, mas um direito retirado a força.

  2. Marcos Aurélio disse:

    ATÉ TU BRUTUS?
    Os últimos bezerrinhos desmamados largam as tetas do Elefante, depois de chancelarem todo o desmantelo do Estado sem se importar. Agora que o navio está afundando, mesmo cheio de dinheiro no cofre, fogem como ratos em busca de sobrevivência.
    E a Rosa de Mossoró, VAI BOTAR A CULPA EM QUEM?
    Será que todo mundo tá errado e só ela está certa?

Dilma nada satisfeita com Henrique Alves: ‘Na chantagem, não me dobram’

Josias de Souza:

Estabeleceu-se entre Dilma Rousseff e os partidos que a apoiam no Congresso uma atmosfera de mesa de pôquer.

A presidente decidiu jogar o peso de sua autoridade no pano verde das incertezas legislativas. Nega-se a entegar R$ 4 bilhões “exigidos” pelos aliados.

Os líderes governistas na Câmara, à frente Henrique Eduardo Alves (PMDB), arrastaram sua fichas: sem as verbas, as votações vão desandar.

Informada da ameaça, Dilma dobrou a aposta. Disse que não prorrogará o decreto que cancela nesta quinta (30) as emendas reivindicadas pelos parlamentares.

Numa conversa privada com dois auxiliares, Dilma soou assim: “Se acham que vão me dobrar na base da chantagem, estão enganados”.

Dilma contrapõe à exigência dos congressistas o “interesse nacional”. Esgrime argumentos que, segundo imagina, encontrarão eco na opinião pública.

Alega que, cedendo aos congressistas, prejudicaria o equilíbrio fiscal num instante em que o governo corta R$ 50 bilhões do orçamento.

Sustenta, de resto, que a parcimônia no manuseio da chave do cofre é vital para manter sob controle as taxas de inflação.

A “chantagem” foi levada a Dilma pela ministra Ideli Salvatti (Coordenação Política). A presidente recebia no Alvorada senadores do PSB, PDT e PCdoB (foto no alto).

Ideli passara a manhã com a cintura encostada no balcão. Reunira-se com a bancada de deputados do PT. Almoçara picadinho e camarão providos por Henrique Alves.

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