Hospital no RJ devolve rim em garrafa de plástico após atrasar biópsia

Foto: Divulgação/Prefeitura

A espera de quatro meses pelo resultado de uma biópsia no rim de seu marido levou na última quarta-feira (17) a costureira Maristher Fukuoka, de 56 anos, ao Hospital Municipal Raul Sertã, em Nova Friburgo, para cobrar providências. Após discutir com funcionários da unidade, a autônoma teve a confirmação de que o exame ainda não tinha sequer sido realizado e recebeu de volta o rim que havia sido removido de seu marido. O órgão estava armazenado em uma garrafa plástica, que ainda tinha um rótulo de “polpa de maracujá”.

Maristher conta que seu marido, o mecânico Sebastião Mory, de 62 anos, sofre com dores nos rins desde o início do ano e chegou a ficar internado em março, quando teve o órgão retirado no dia 20. Segundo médicos, o rim tinha um tumor, e a biópsia esclareceria se o caso era maligno ou benigno.

A partir da alta, Maristher voltou ao hospital periodicamente para saber o resultado, mas era sempre informada de que o exame não estava pronto. Seu marido continuava a sofrer de dores no rim e estava sendo medicado apenas com analgésicos.

No último dia 14, um funcionário revelou a ela por telefone que nenhum exame estava sendo feito por falta de profissionais. Segundo esse funcionário, o rim não tinha sido levado ao laboratório, apesar de os registros do hospital apontarem que ele tinha sido levado ao Rio de Janeiro em 23 de março.

Indignada, ela voltou ao hospital na última quarta-feira. “Falei alto, comecei a ficar revoltada e fiz um escândalo que não sei como consegui fazer. Não sei de onde tirei forças”, conta ela, que ainda se sentou no chão e esperou que alguma providência fosse tomada. Funcionários do hospital continuavam a dizer que o órgão tinha sido levado para a biópsia, o que ela rebateu. Para sua surpresa, após muita cobrança, uma funcionária do hospital entregou a ela a garrafa plástica com o rim de seu marido e disse o nome de três laboratórios privados que ela poderia procurar por si mesma.

“Saí do hospital e fiquei muito nervosa andando com aquilo na rua. Não sabia onde levar”, conta ela, que foi andando com o marido até um dos laboratórios. “Fui eu e meu marido com aquele pote pela rua, perguntando pelo laboratório que eu nem sabia onde era. Fomos perguntando”.

O exame no laboratório particular custou 600 reais e Maristher e Sebastião ainda aguardam o resultado, que deve ficar pronto até 14 de agosto. A costureira conta que já tem um advogado para processar o hospital municipal.

Procurada, a Prefeitura de Nova Friburgo reconheceu problemas na realização de biópsias no hospital. “O Hospital Municipal Raul Sertã está com uma demanda reprimida na realização das biópsias devido ao desligamento do profissional que, até então, realizava o serviço. Tão logo possível, a Municipalidade providenciou a contratação de um novo profissional (que já está atuando) para efetuar este tipo de procedimento. Sendo assim, a tendência é que, em breve, este tipo de serviço esteja normalizado na unidade”, diz o município.

A prefeitura também afirmou que as peças de biópsia “são normalmente armazenadas em recipientes plásticos comuns, após serem devidamente higienizados e esterelizados”. “A respeito do rótulo no recipiente, em que consta escrito “polpa de maracujá”, será instaurado um inquérito administrativo para identificar os responsáveis e aplicar as sanções cabíveis”.

R7, com Agência Brasil

Ex-policial coloca rim à venda no Facebook após perder o emprego

Um ex-policial do Marrocos colocou seu rim à venda no Facebook depois de ser demitido. Ele colocou o órgão em um anúncio na rede social, se dizendo “obrigado” a vende-lo após uma profunda reflexão e por não ter mais rendimentos há seis meses.

O homem em questão é Hichma Yilali, de 37 anos e pai de dois filhos. Segundo ele, o motivo de seu desligamento do corpo policial foi um artigo publicado na internet que o acusava de agressão a um detido.

Yilali afirmou que as acusações eram falsas, e mesmo tendo comprovado sua inocência na justiça a administração policial quis transferi-lo para outro lugar. Como ele rejeitou a mudança acabou sendo demitido.

O ex-oficial corre o risco de ser despejado de seu apartamento por não pagar o aluguel. No anúncio ele afirma que está em bom estado de saúde.

Techmestre

Homem caminha pela cidade buscando um rim para a esposa

William Swilling caminha 15 quilômetros todos os dias pela cidade de Anderson County, no estado americano da Carolina do Sul, como homem-placa. Mas ele não vende ou compra nada: procura um rim compatível para a sua esposa.

O senhor de 77 anos carrega uma placa com os dizeres : “Need kidney for wife” (preciso de um rim para a minha esposa). Em entrevista para alguns órgãos de imprensa, ele diz ter recebido ofertas de dinheiro e muitas mensagens de incentivo, mas nenhum doador compatível.

Sue Swilling, a esposa, nasceu com apenas um rim. Agora, o órgão apresenta falhas e prejudica a saúde da mulher. Eles são casados por  56 anos. “Eu a amo mais do que quando nos casamos e estamos junto há muito tempo. Preciso dela.”, disse o marido.

Foto: Divulgação

Fonte: Vi na Internet

Adolescente chinês vende rim para comprar iPhone e iPad

Um adolescente chinês, de 17 anos, vendeu um rim para comprar um iPhone e um iPad, segundo reportagem publicada nesta sexta-feira no site da Xinhua, agência estatal de notícias da China. Cinco pessoas foram acusadas ​​de envolvimento na compra do órgão e vão responder por lesão corporal dolosa.

Entre os cinco, há um cirurgião que removeu o rim em abril do ano passado. O menino, identificado apenas pelo sobrenome Wang, agora sofre de deficiência renal, segundo promotores da cidade de Chenzhou, província de Hunan.

De acordo com a Xinhua, um dos acusados ​​recebeu cerca de 220 mil iuanes (cerca de US$ 35 mil) para organizar o transplante. Ele pagou a Wang 22 mil iuanes e dividiu o restante com o cirurgião.

Após voltar para casa, o adolescente confessou para a mãe que vendeu um dos rins quando ela perguntou como ele conseguiu o dinheiro para comprar o novo iPhone e o iPad.

O jovem era de Anhui, uma das províncias mais pobres da China, de onde habitantes frequentemente emigram para encontrar trabalho e uma vida melhor em outro lugar.

Segundo o Ministério da Saúde chinês, mais de 1,5 milhão de pessoas na China precisam de transplantes, mas só 10 mil são realizados anualmente. A falta de órgãos criou um mercado ilegal.

Fonte: O Globo

Adolescente vende um Rim para comprar Ipad

Todo mundo sabe que os aparelhos da Apple levam os consumidores à loucura, mas ninguém esperava por essa: um adolescente chinês, identificado como Zheng, vendeu um dos rins para comprar um iPad 2. E, como se não bastasse, acabou não comprando o tablet.

Em entrevista para a emissora Shenzhen, o rapaz contou que gostaria de comprar um tablet, mas que estava sem dinheiro. Ao navegar pela internet, ele encontrou um anúncio que oferecia 22 mil iuans pelo órgão, o equivalente a cerca de 3 mil dólares.

Depois das negociações, Zheng viajou para a cidade de Chenzhou, onde o rim foi removido em um hospital. O garoto teve alta depois de três dias e, então, recebeu a quantia informada pelos negociantes.

Ao perceber que o filho tinha um laptop e um iPhone novos, a mãe de Zheng o pressionou para saber como ele conseguiu comprar os equipamentos, obtendo assim a confissão do rapaz. O caso foi denunciado à polícia, mas os responsáveis pela cirurgia não foram encontrados. O hospital nega qualquer relação com o crime.

O caso tem sido tratado como exemplo de um materialismo exagerado que atinge jovens da China e de outras partes do mundo. Além disso, outro assunto preocupante é o comércio ilegal de órgãos, que tem se tornado cada vez mais popular no território chinês.

Com informações do http://www.tecmundo.com.br