Economia

TJRN declara ilegal contrato de leasing de carro com juros acima de 12% ao ano

A Justiça do RN declarou nula toda cláusula dos contratos bancários de leasing que estipulem juros acima de 12% ao ano.

Ele incluiu ainda a proibição de anatocismo (juro cobrado sobre juros vencidos não pagos).

O processo foi interposto por uma cliente que celebrou fez um contrato de leasing com um banco para aquisição de um Fiato Doblo, tomando empréstimo no valor de R$ 41.229,12, para pagamento em 48 prestações mensais de R$ 850,14.

Entre outras coisas, o autor da ação declarou que os encargos cobrados pela empresa vêm acarretando prejuízos para a sua manutenção própria e de sua família e pediu a revisão contratual das taxas e consequente deferimento quanto ao pedido de antecipação de tutela para que o automóvel seja mantido em sua posse, além de autorizar a consignação em pagamento. O banco também está proibido de incluir seus dados no SPC e SERASA.

O juiz deferiu o pedido e enfatizou que em caso de descumprimento a empresa está sujeita à multa de R$ 500 por cada dia.

Com informações do TJRN

Opinião dos leitores

  1. Decisão inócua. Não existe limitação de juros remuneratórios ao patamar de 12% a.a. no ordenamento pátrio. Aliás tanto o TJRN quanto o STJ já tem posicionamento consolidado no sentido de que a taxa de juros remuneratórios é de livre pactuação e se regula pelo mercado, apenas. Portanto essa é uma decisão natimorta, será reformada pelo TJRN certamente. O juiz está apenas fazendo média com a população.

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Judiciário

Precatórios do TJ: Em apenas 5 processos foram desviados R$ 10 milhões

Apenas cinco dos 7 mil processos investigados no setor de precatórios do Tribunal de Justiça do RN revelaram à polícia um desvio de R$ 10 milhões.

O montante foi constatado pelo delegado de Crimes Contra a Ordem Tributária (Deicot), Marcos Dayan, que entregou ontem um relatório de inquérito ao Ministério Público Estadual.

O delegado pediu o indiciamento de Carla Ubarana Leal, George Leal, Carlos Eduardo Palhares, Carlos Fasanaro e Claudia Suely Silva por peculato e formação de quadrilha.

Todos foram presos na Operação Judas, por indícios de fraudes no poder judiciário potiguar. Apenas Cláudia foi solta. Outro envolvido na operação, o bancário Pedro Luiz da Silva não teve participação comprovada no esquema, segundo o inquérito.

Marcos Dayan teve à disposição 7 mil processos de precatórios – ordens judiciais de pagamento a quem ganhou ação contra o poder público.

Porém, se restringiu a apenas cinco – segundo ele, os traziam provas concretas de fraudes.

Todos os processos analisados foram pagos entre os anos de 2007 e 2011.

No esquema de fraudes, a ex-chefe da Divisão de Precatórios, Carla Ubarana Leal, centralizava todas as atividades do setor. Somente ela tinha informações sobre os processos, bem como tinha em mãos as Guias de Depósito Judicial.

Estes documentos eram duplicados ou emitidos em nome de pessoas que não eram beneficiados, os “laranjas” do esquema. Ubarana também abriu uma conta judicial no Banco do Brasil onde recebia os recursos desviados das guias duplicadas.

O desfalque de R$ 10 milhões foi encontrado em ordens judiciais de pagamento cujo devedor era o Governo do Estado do Rio Grande do Norte.

No entanto, Marcos Dayan não quis detalhar que tipos de processos eram, nem de que órgãos públicos eles pertenciam. Os precatórios geralmente são títulos judiciais referentes à uma indenização trabalhista ou correção do valor de uma aposentadoria. “A investigação ainda corre em segredo de justiça. Não posso revelar outros dados”, justificou.

Não existe estimativa para o total de recursos financeiros desviados no Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte.

Mas já se pode prever que este valor possa se aproximar dos R$ 72 milhões divulgados pelo NOVO JORNAL no último dia 01. Uma fonte ligada ao TJ revelou que era esta a expectativa do desfalque entre os 12 mil processos realizados pela Divisão de Precatórios nos últimos cinco anos.

O inquérito policial foi iniciado no dia 31 de janeiro. E os trabalhos foram fundamentados em análises documentais e depoimentos.

De acordo com Dayan, foram verificados ofícios, agendas e comprovantes de depósitos bancários. Também foram analisados computadores, notebooks e celulares.

Segundo o delegado, o esquema era liderado por Carla Ubarana Leal e pelo esposo dela, George Leal. O casal era auxiliado por três “laranjas”, Carlos Eduardo Palhares, Carlos Fasanaro e Claudia Suely Silva, que forneciam contas bancárias e retiravam o dinheiro desviado.

Fonte: Novo Jornal

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Judiciário

Juiz pede Interveção no TJ/RN

O juiz de direito Eduardo Feld em artigo publicado no site da ANAMAGES, a Associação Nacional dos Magistrados Estaduais, pede interveção federal no Tribunal de Justiça do RN. No seu texto o juíz relata um série de perseguições e irregularidades cometidas pelo TJ/RN. Segue o forte texto do Juíz Eduardo Feld:

Ao deixar minha terra natal rumo ao Nordeste, para o exercício da Magistratura, entrei em contato com uma realidade que acreditava ser apenas conhecida através dos livros de história.
A história dos retirantes, suas dificuldades com o preconceito e a discriminação, muito cantada por Belchior, foi vista de um ângulo diferente: o retirante ao contrário, o que “sobe” e que, embora poucos saibam, sofre as mesmas provações.

Logo após a aprovação, nos idos de 1998, logo entrei em contato com o estranho mundo das promoções por “merecimento”, dos “padrinhos” e das “peixadas”; das seitas secretas, das relações familiares, enfim, comecei a perceber o universo da “caixa-preta” que constitui – ainda – as nossas Justiças estaduais.

Explicando melhor, percebi, bastante precocemente, que as promoções tinham critérios bastante “objetivos”, consistindo, basicamente esta objetividade nas relações de pertinência com grupos familiares, oligárquicos ou até seitas secretas.

Por outro lado, os servidores que ostentavam o como “título” ser “parente de desembargador” adquiriam uma pose e um status próprio, superior aos próprios magistrados.

Estes fatos, longe de serem um segredo ou algo que não se pode dizer abertamente, é de conhecimento geral e, não obstante os esforços do CNJ em regular essa “caixa-preta”, persistem até hoje, através de uma “engenharia” cada vez mais aprimorada pelas Cortes e podem ser comprovados estatisticamente.

Neste contexto, eu, que, na época, era comumente chamado de “forasteiro”, embora fosse um membro de Poder da República do Estado, era tratado como “carta fora do baralho” em qualquer que fosse a disputa e qualquer que fossem meus títulos (legítimos que fossem na metrópole, não eram reconhecidos na província).

Apesar das hostilidades, consegui realizar uma carreira bastante sólida. Já ingressado na Magistratura tendo uma graduação em engenharia eletrônica na melhor escola de engenharia do Brasil, tal como reconhecida pelo MEC, especialização em matemática pura e sete anos de trabalho em empresas privadas nas áreas de engenharia de software, engenharia financira bancária e administração de banco de dados, procurei avançar no portfolio de realizações, realizando um mestrado em jurisprudência dos valores, realizar o embrião do projeto de desburocratização de execuções penais, publicado internacionalmente, iniciar-me como professor, além de realizar inúmeras publicações em diversas áreas do direito.

Enquanto isto, a tarefa jurisdicional não deixou de ser bastante excitante, conseguindo realizar um trabalho de excelência, sob os aspectos quantitativo, qualitativo e adminsitrativo. Consegui, nas seis comarcas onde trabahei, formar profissonais e estagiários através de programas aulas, realizar uma verdadeira liderança, respeitada entre servidores, advogados, promotores e jurisdicionados diversos.

Minha via crucis, entretanto, começa no ano de 2007, quando iniciei um projeto de sistema de código aberto, para controlar processos judiciais, adminsitrativos e legislativos no Judiciário e demais repartições da Adminsitração Pública.

A iniciativa veio inspirada num momento em que havia uma pressão social muito grande em relação à economia e, inclusive outros projetos, menores, que eram alardeados como de grande resultado e eficiência.

Nosso projeto, entretanto, tal como era anunciado, prometia uma economia bilionária. E a pedra de toque de tal alquimia era a economia com empresas de informática que poderiam ser substituídas por sistmas feitos em casa, desde que nossa equipe pudesse ter acesso aos sistemas governamentais usados no âmbito do Tribunal.

Fizemos vários pedidos, os quais não oneravam de modo algum os recursos oficiais, apenas se requeria acesso à informação (a qual, pelo princípio da publicidade, deveria ser visível a qualquer cidadão) e que fossem marcadas reuniões com os desembargadores, nas quais tais propostas pudessem ser expostas e defendidas.

O sistema chegou a ser exposto como “Projeto de Informatização da Anamages – Associação Nacional dos Magistrados Estaduais – para a Justiça Estadual”.

Hoje, o projeto é um dos primeiros a serem relatados em buscas no Google, o que nos faz desconfiar fortemente que esteja sendo usado, sub-repticiamente, por todos os projetos de informatização de processos pelo Brasil. O acompanhamento direto pela equipe, entretanto, não é substituível, sobretudo para que se use todo o potencial do projeto.

Mesmo o reconhecimento oficial do projeto por uma associação como algo virtuoso para o futuro de nossas finanças não foi suficiente para a sensibilização do TJRN. Os pedidos eram rejeitados, em geral, sem fundamento ou com fundamentos monossilábicos do tipo “não há recursos” (recursos para quê?) ou ainda simplesmente engavetados.

No último expediente, remetido ao TJRN, além de acenar com a economia bilionária e o possível fim do desperdício, apontamos uma série de erros e defeitos no atual sistema de informatização do Tribunal – Tais defeitos permanecem hoje.

Como se não bastasse o descaso com os interesses públicos envolvidos como o projeto, comecei, já em 2007, a receber ameaças, no sentido de que “coisas estranhas” poderiam começar a acontecer, se eu insistisse no projeto. Evidentemente, não parei, mas as “coisas estranhas”, efetivamente, começaram a acontecer.

Algumas sentenças de minha lavra, mormente aquelas que absolviam pessoas do povo injustamente acusadas em operações policiais irregulares, começavam a ser mandadas para a Corregedoria e eu era citado para me manifetar sobre “possíveis infrações” em que tais sentenças consistiriam.

Vale aqui, transcrever o seguinte texto:

Declaração Universal sobre a Independência da Justiça, adotada na sessão final da Conferência sobre a Independência da Justiça realizada em Montreal, em 10 de junho de 1983, e constante da Revista AMAGIS, publicada pela Associação dos Magistrados Mineiros, Belo Horizonte, volume XVIII, nº VII, dezembro, 1988, página 66: 2.02. Os juizes individualmente devem ser livres e deve ser seu dever decidir as questões submetidas a eles com imparcialidade, de acordo com sua compreensão dos fatos e seu entendimento da lei, sem quaisquer restrições, influências, induções, pressões, ameaças ou interferências, diretas ou indiretas, de qualquer setor ou por qualquer razão. 2.03. No processo de tomada de decisão, os juízes devem ser independentes vis à vis seus colegas judicantes e superiores (…). 2.04. O Judiciário deve ser independente do Executivo e do Legislativo.

Os pedidos de providência aos quais respondia afrontavam os princípios  da independência da Justiça, esculpidos em normas constitucionais brasileiras e internacionais.

Vale aqui ressaltar que a independência do Magistrado não é importante apenas para o magistrado, mas mormente para o cidadão, que precisa de um juiz imparcial, livre de pressões. Imagine um cidadão ser julgado por um juiz que está sendo processado por absolver acusados. Teria este juiz a devida imparcialidade para julgar sem se preocupar com o seu próprio destino? Ou o destino do acusado se tornaria refém do temor do próprio magistrado?

Tais argumentos foram aduzidos, “ad nauseam”, perante o órgão correicional do TJRN e o próprio Plenário. Entretanto, este argumento ora não era enfrentado, ora era descartado sem fundamentação, em violação ao princípio básico de que as decisões precisam ser fundamentadas, ora era enfrentado com frases simplórias e estapafúrdias como a seguinte:

“A independência judicial não pode ser usada como escudo para que o magistrado decida aquilo que ele quer”.

Ora, se a independência judicial não é escudo para o uso da própria consciência e a livre interpretação da lei pelo juiz, qual será o objetivo da independência judicial? Tais afirmações demonstram, claramente, a falta de aptidão técnica e ética daqueles que as subscreveram, sem deixar de levar em conta que tais subscritores podem vir a provar de seu próprio veneno, ao serem processados, futuramente, pelo teor de suas decisões, razão pela qual deveriam, no mínimo, tomar mais cuidado com as violações constitucionais que praticaram.

Outros “fundamentos” ainda mais teratológicos foram usados, tais como “infração: julgar em desacordo com a jurisprudência do Tribunal ao qual está vinculado o magistrado”. Não vou comentar esta absurdidade, tendo em vista que qualquer aluno do primeiro ano sabe identificar nela a mais absoluta inaptidão.

Interessante, inclusive, não haver notícia de que alguma de tais sentenças tenham sido apreciada por Tribunais Superiores, eis que as mesmas atendem perfeitamente à jurisprudência nacionalmente unificada e ao direito posto.

Muito embora absolutamente díspares em relação aos parâmetros legais e constitucionais, os referidos pedidos de providência se transformaram em investigações, posteriormente em sindicâncias, processos disciplinares, foram conexos e, enfim, após o decorrer de um enorme assédio moral, em que fui coagido a julgar de determinada forma para agradar às elites, sem, entratanto, ceder a estas nefastas pretensões, deram origem a uma penalidade de disponibilidade. Fundamento – pasme – “sofrer de depressão” (depressão esta causada pelas hostilidades).

Nos “debates” de cada uma destas fazes, eu era submetido à execração pública, insultado como não fora em toda a minha vida. Pessoas sem a menor expressão nacional, sem obras publicadas, sem títulos acadêmicos se arvoraram em avaliar “minha aptidão”, aptidão esta que já foi avaliada em estágio probatório.

A maioria dos juízos de valor decorreu de informações e boatos extra-autos, muitos daqueles datados de dez anos, resultante de um processo de bullying. Um dos desembargadores, no auge da arrogância, diz que “o momento é propício para que Sua Excelência reflita se a Magistratura é a carreira mais adequada para o mesmo”

Pois é esta a mesma reflexão que devolvo ao mesmo desembargador, bem como aos demais: “Será que um colegiado que não sabe o que é devido processo legal nem independência da Magistratura tem legitimidade e aptidão para continuar tendo o poder que tem?”

Hoje, todas esta decisões aberrantes estão suspensas pelo CNJ, por afronta a diversos dispositivos como independência da Magistratura e o devido processo legal.

Em resposta ao Conselho, não cessaram os insultos, sendo respondido pela Presidência, que “a Corregedoria está repleta de processos contra o requerido, por má postura técnica profissional”. Tais processos, entretanto, objeto de uma certidão, são todos eles processos por “infração hermenêutica” e que hoje estão suspensos! Portanto, o documento presidencial revela uma péssima postura técnica, profissional e ética, que chegou a escandalizar as associações de magistrados.

Veja, por exemplo, a ANAMAGES, afirmando que “tais atos sujeitam os membros da corte a possíveis representações por infração”

Já a AMB: “Foram praticadas atrocidades de causar arrepios contra o requerente.”

Como se não bastasse, aguardo uma promoção, já conclusa, na qual estou habilitado, tendo passado mais de três meses da abertura da vaga, em afronta à autoridade do CNJ, que estabelece 40 dias.

Manifesta retaliação.

Aguardo a conveniência e oportunidade dos “coronéis” em me promover, apesar de os mesmos já terem sido avisados que estão infringindo determinação superior.

Enfim, essas e outras retalições continuam sendo executadas, embora já alertados pelo plenário do CNJ de que estão incorrendo em graves nulidades e quiçá infrações. Interpostas pessoas, entre membros diversos da comunidade jurídica têm servido aos interesses dos grupos dominantes para dar continuidade a estes ataques, numa manifestação de total desprezo pela ordem nacional, que já resolveu o assunto.

INTERESSES PÚBLICOS

Até então, pode parecer que eu esteja pautando meu ensaio por experiências pessoais, mas não é bem assim.
Há outros casos, embora de menor grau, de magistrados perseguidos pelo teor de suas decisões.

Servidores com o título de nobreza “parente de desembargador” costumam processar os magistrados que os “desafiam”, entendido este desafio como uma mera reclamação contra inoperância dos departamentos que coordenam. Temos aqui, no Estado, um exemplo bastante recente – e revoltante.

Por outro lado, a inoperância da informatização chegou ao ápice no recente “escâncalo dos precatórios”, que poderia ser evitado pela acolhida de ofertas de ajuda, como comprovamos em um outro ensaio.

A própria recusa de ajuda reitera o compromisso com a manutenção do atual esquema, cuja “tradição” foi “ameaçada” por idéias novas – rapidamente descartadas, com consequências trágicas.

Ou seja, não bastasse o desperdício de bilhões, que há anos tentamos conter, hoje somos surpreendidos com a notícia de que pode haver desvios de dinheiro. As respostas não convencem o mais iletrado cidadão.

Assim, somos levados às seguintes reflexões.

Após estes fatos, um magistrado que tiver uma idéia em prol do aprimoramento da Administração e da economia pública ousará propô-la?

Pior ainda, um bacharel com ideiais democráticos ousará ser magistrado?

Ora, uma Corte que se pauta por interesses políticos em detrimento da justiça, comprovando uma enorme inaptidão, uma Corte que responde aos que ousam desafiar seus pontos de vista na peixeira (ainda que virtual) não pode simplesmente continuar atuando como se nada tivesse acontecendo de errado.

É preciso, urgentemente, buscar a intervenção federal, o afastamento de todos os desembargadores e sua substituição por membros isentos, oriundos de outras unidades da federação, até que a “herança maldita” de anos de dominação patrimonialista seja purgada.

Do fundamento Jurídico da Presente Pretensão

Diz a Constituição da República:

Art. 34. A União não intervirá nos Estados nem no Distrito Federal, exceto para:

I – manter a integridade nacional;
II – repelir invasão estrangeira ou de uma unidade da Federação em outra;
III – pôr termo a grave comprometimento da ordem pública;
IV – garantir o livre exercício de qualquer dos Poderes nas unidades da Federação;
V – reorganizar as finanças da unidade da Federação que:
a) suspender o pagamento da dívida fundada por mais de dois anos consecutivos, salvo motivo de força maior;
b) deixar de entregar aos Municípios receitas tributárias fixadas nesta Constituição, dentro dos prazos estabelecidos em lei;
VI – prover a execução de lei federal, ordem ou decisão judicial;
VII – assegurar a observância dos seguintes princípios constitucionais:
a) forma republicana, sistema representativo e regime democrático;
b) direitos da pessoa humana;
c) autonomia municipal;
d) prestação de contas da administração pública, direta e indireta.

Ora, aqui se percebem vários fundamentos, cumulativos para dar azo a uma intervenção federal.

O livre exercício do Poder Judiciário está tolhido, pela coação desenfreada realizada pelo Plenário e pela Corregedoria, contra a independência judicial.

Os princípios constitucionais de independência da Magistratura, devido processo legal, e pagamento de precatórios, estão sistematicamente sendo descumpridos.

O regime democrático tem sido negado pela imposição dos pontos de vista da oligarquia dominante como uma verdadeira “santa inquisição”.

A prestação de contas simplesmente inexiste, o que acarreta os “escândalos” em que o Tribunal se envolve.

Os direitos da pessoa humana são atingidos, a partir do momento em que juízes são obrigados a condenar (mesmo os inocentes) sob pena de processo disciplinar.

Eduardo Feld

Juiz de direito

Opinião dos leitores

  1. Dr. Edurado, parabéns pela coragem. Na qualidade  de advogada estou solidária a sua luta. Precisamos de  um judicário independente que cumpra as atribuições  delegadas pelas leis e os pricípios de Direito. Maria Heloisa  Brandao Varela OAB/RN 889  

  2. O Dr. Eduardo Feld tem todo meu respeito e admiração pela luta travada contra a ditatura jurídica imposta pelo TJRN.

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Jornalismo

Precatórios TJ: Delegado indiciou Carla Ubarana, George Leal e mais 3 por peculato e formação de quadrilha

O delegado Marcus Dayan, responsável pelas investigações do suposto esquema de desvio de recursos do setor de precatórios do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJ/RN), indiciou Carla Ubarana Leal, George Leal, Carlos Eduardo Palhares, Carlos Fasanaro e Claudia Sueli Silva por peculato e formação de quadrilha. De acordo com o titular da Delegacia Especializada de Investigação de Crimes contra a Ordem Tributária (Deicot), o inquérito será encaminhado hoje ao Ministério Público. A partir daí o MPRN tem o prazo de cinco dias corridos para enviar denúncia à Justiça.

O funcionário do Banco do Brasil Pedro Luiz da Silva, que chegou a ser preso no início da Operação, não foi indiciado, de acordo com o delegado, por falta de provas que provassem má fé de sua parte. Pedro Luiz cumpriu prisão domiciliar por quatro dias e não teve a prisão preventiva decretada como os outros acusados. George Leal, Carlos Eduardo Palhares e Carlos Alberto Fasanaro estão presos no presídio provisório Raimundo Nonato. Carla Ubarana segue internada na Unidade de Terapia Intensiva da Casa de Saúde São Lucas e, de acordo com o serviço social do hospital, o quadro geral da paciente é “regular”. Claudia Sueli Silva teve a prisão preventida decretada, mas foi libertada no último domingo por força de um habeas corpus concedido pelo desembargador Dilermando Motta.

Fonte: Diário de Natal

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Judiciário

Setor de Precatórios reabre hoje

O setor de precatórios do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte está fechado desde o dia 10 de janeiro, quando a então chefe do setor, Carla Ubarana, foi exonerada. Após 30 dias de suspensão dos trabalhos voltados ao público externo, em razãode investigações destinadas a averiguar irregularidades, o setor de precatórios do TJRN reinicia hoje suas atividades. A nova chefe do setor de precatórios do TJRN é Adamires França, que foi exonerada no dia 16 de janeiro da função de Chefe de Seção de Análise e Registro Contábil para assumir o comando da Divisão de Precatórios.

Segundo a presidência do TJRN, algumas medidas prévias se fazem necessárias para dar total segurança e transparência ao pagamento dos créditos aos respectivos credores, daí porque se iniciam os trabalhos com a convocação de devedores e credores para, querendo, se manifestarem através de seus procuradores, de tal forma que os pagamentos possam reiniciar com absoluta certeza de que não se está preterindo ou prejudicando o direito dos que tem créditos a receber.

Após analisadas eventuais reclamações, serão republicadas as listas e reiniciados os pagamentos. Paralelamente, estão sendo aprovados diversos atos, como Resolução estabelecendo a nova sistemática de pagamento, de forma mais eficiente, além da modernização dos sistemas utilizados, o que dará mais transparência e segurança a todas as etapas do procedimento. Também serão feitas reuniões com todos os interessados, inclusive devedores, Tribunal de Contas e Ministério Público, para apresentação das mudanças e demonstração das medidas de controle orçamentário, financeiro e contábil.

Diário de Natal

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Social

Operação Judas: Carla Ubarana tem principio de isquemia durante depoimento à polícia e é internada na UTI do São Lucas

Carla Ubarana chega a Natal abatida e é amparada por policiais

Foto: Frankie Marcone

A servidora do Tribunal de Justiça Carla Ubarna, ex-chefe do setor de precatórios do TJ e acusada pelo MP de ser uma das líderes do esquema de desvio do dinheiro público para pagamento de dívidas, teve um princípio de isquemia durante seu depoimento a polícia, ontem à noite, e se encontra nesse momento internada na UIT do Hospital São Lucas.

Carla foi presa em Recife onde realizava um tratamento de saúde.

Durante a urgência, uma unidade SAMU foi chamada, mas não havia nenhuma ambulância disponível para atender a servidora.

A pedido do delegado, que não deixou que Carla fosse removida para um hospital particular, os primeiros socorros foram prestados no Hospital Walfredo Gurgel, e só depois de constatada a gravidade da situação, a depoente foi transferida para o Unidade de Tratamento Intensiva do São Lucas, onde ainda se encontra internada.

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Judiciário

Operação Judas repercute na imprensa nacional

O caso das irregularidades no desvio dos precatórios no TJRN, que deflagrou a Operação Judas que prendeu cinco pessoas envolvidas no esquema, está sendo destaque na mídia nacional.

Os site do Estadão, Veja e Terra repercutiram a notícia.

Confira os links:

VEJA – Cinco são presos por desvio de recursos do TJ-RN

TERRA – RN: operação contra desvio de dinheiro no TJ prende 5

ESTADÃO – Cinco são presos por desvio de recursos do TJ-RN

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Judiciário

Saque do dinheiro dos precatórios do TJRN teria começado em 2008

A servidora do Tribunal de Justiça, Cláudia Silva, disse em depoimento ao delegado Marcos Dayan, da Delegacia Especializada de Investigação de Crimes Contra a Ordem Tributária (Deicot), que sacou dinheiro referente aos precatórios do Tribunal de Justiça do RN orientada por Carla de Paiva Ubarana, ex-chefe do Setor e de que Silva era funcionária.

Estima-se que os saques tinham valores a partir de 20 mil reais e eram realizados com sem periodicidade definida.

Eles teriam começado em 2008.

O depoimento de Cláudia deverá ser utilizado para confrontar as alegações do Carla Ubarana e George Leal, presos em Recife no início da manhã desta terça-feira (31) e que deverão ser ouvidos pela polícia ainda hoje.

Além dos três, há mais dois presos: Carlos Eduardo Cabral e Pedro Luís Silna Neto, o funcionário ligado ao Banco do Brasil.

Carlos Alberto Fasanaro ainda não foi localizado.

O Ministério Público Estadual convocou coletiva de imprensa às 14 de hoje para dar mais detalhes sobre o caso.

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Judiciário

Operação Judas: Polícia escuta funcionário do Banco do Brasil

Nesse momento o delegado Marcos Dayan, da Delegacia Especializada de Investigação de Crimes Contra a Ordem Tributária (Deicot), está escutando o escriturário do Banco do Brasil, Pedro Luis Neto.

Segundo as investigações, ele seria  responsável por facilitar as transações bancárias do dinheiro dos precatórios do TJ.

Das cinco pessoas presas pela Operação Judas, apenas três se encontram no Deicot.

Os principais acusados pelo esquema, Carla Ubarana e George Leal estão detidos em Recife, e devem ser transferidos para Natal ainda hoje.

Alguns mandados expedidos pela Justiça ainda não foram cumpridos.

 

Opinião dos leitores

  1. Honestidade e caráter são artigos em extinção??? Quando se ler ou escuta-se sobre este tipo de compartament, hoje corriqueiro, questionamos a crescente inversão de valores!!! E nos perguntamos onde estão os princípios morais???

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Judiciário

Polícia divulga nomes de presos na operação Judas. Outros mandados ainda serão cumpridos

A Polícia Civil acabou de confirmar o nomes de cinco presos na Operação Judas.

Segundo a Delegacia Especializada de Investigação de Crimes Contra a Ordem Tributária (Deicot), foram detidos Carlos Eduardo Palhares, Cláudia Nelli Silva, Pedro Luis Neto, além do casal Carla Ubarana de Araújo Leal, e George Luis de Araújo Leal.

Os policiais, Carlos Eduardo é amigo de Carla Ubarana, e Cláudia Nelli, secretária da servidora do TJ.

Segundo as investigações, os três eram responsáveis por receber o dinheiro nas contas bancárias pessoais.

Pedro Luis é escriturário da agencia de contas publicas do Banco do Brasil, e seria responsável por facilitar as transações bancárias.

O casal Carla e George tinham a função de planejar o  desvio de dinheiro dos precatórios do Tribunal de Justiça.

Ainda resta ser cumprido um mandado de prisão que segundo informações do Portal  Nominuto seria de Carlos Alberto Fasanaro, que ainda não foi encontrado.

Opinião dos leitores

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Judiciário

Operação Judas: ex-gerente do BB é preso em Lagoa Nova

Deu na Tribuna do Norte

Um ex-gerente do Banco do Brasil foi preso na manhã desta terça-feira (31) sob suspeita de ter envolvimento com o caso dos precatórios do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte. O nome dele ainda não foi repassado à imprensa.

O ex-gerente, de acordo com fontes do portal TN Online, seria o responsável por agilizar a liberação do dinheiro desviado no esquema. Neste momento, o ex-gerente está depondo à Polícia Civil e ao Ministério Público.

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Judiciário

Servidora confessa fraude nos precatórios do TJRN

Deu no Nominuto

A secretária da ex-chefe do Setor do Precatórios, Cláudia Sueli Silva, confessou em depoimento ao delegado do Patrimônio Público, Marcos Dayan, que fraudou o sistema de precatórios do Tribunal de Justiça do RN.

Em seu depoimento, ela confessou que realizava saques e depositava o dinheiro em sua conta pessoal. O valor, contudo, não foi revelado e deverá se quantificado após auditoria.

Cláudia foi presa hoje em Natal durante a Operação Judas. Além dela, na capital, foram detidos Carlos Eduardo Cabral e Pedro Luís Silna Neto.

Em Recife, foram detidos Carla Ubarana, chefe do Setor de Precatórios, e o seu marido, George Leal.

Conforme revelou o Nominuto, foram seis as pessoas identificadas como suspeitas de participação nas fraudes.

O sexto membro, Carlos Alberto Fasanaro, não foi encontrado. Até o momento, apenas Cláudia teve depoimento colhido.

Num total, foram expedidos sete mandados de busca e apreensão.

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Judiciário

MP deflagra a Operação Judas e prende envolvidos no escândalo nos precatórios no TJRN

O Ministério Público e a Polícia Civil cumpriram na manhã de hoje, 31/01, mandados de prisão e de busca e apreensão relativos ao caso dos precatórios do Tribunal de Justiça do RN.

A ação foi batizada como “Operação Judas” e cumpriu mandados em Natal, Canguaretama e Recife; e prendeu cinco pessoas até o momento.

A Operação contou com o apoio dos Promotores de Justiça de Defesa do Patrimônio Público, do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO) e dos policiais da Delegacia Especializada de Investigação de Crimes Contra a Ordem Tributária (DEICOT).

No começo desse mês, a presidente do Tribunal de Justiça do RN, Judith Nunes, pediu o apoio do Ministério Público para investiga indícios de irregularidades em sua Divisão de Precatórios.

Segundo a imprensa noticiou, as irregularidades no TJ estão na ordem dos R$ 300 milhões.

Com informações do MPRN

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Judiciário

Ingerência faz CNJ suspender repasses e agrava crise no TJRN

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) decidiu suspender o repasse de bens ao Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte em virtude da ingerência do Judiciário potiguar, informa reportagem desta segunda-feira (30) do jornal Folha de S. Paulo.

De acordo com o texto do jornal paulista, foram R$ 6,4 milhões em doações do CNJ a diversos tribunais do Brasil, dos quais, segundo relatório do Conselho, as cortes estaduais não sabem informar o paradeiro de 5.426 equipamentos, entre computadores, notebooks, impressoras e estabilizadores.

Quatro tribunais, incluindo o RN, tiveram os repasses suspensos. O Rio Grande do Norte, Paraíba e Tocatins apresentaram índice superior a 10% de bens “não localizados”. Já o tribunal goiano, segundo a auditoria, descumpriu regras na entrega de seus dados.

No relatório, o CNJ ressalta: “trata-se de recursos públicos que estão sendo distribuídos ao Poder Judiciário com um objetivo específico: informatizar o Poder Judiciário a fim de tornar a Justiça mais célere”.

A investigação do conselho abrangeu um universo de R$ 65 milhões em bens doados entre 2010 e 2011.

O TJRN reconhece o sumiço dos bens. Disse que abriu auditoria para localizá-los. “O fato de os bens não terem sido encontrados não significa que eles sumiram, mas que podem estar em manutenção ou transferidos para outros departamentos, sem que isso tenha sido informado”, protestou.

Precatórios

A notícia de ingerência sobre bens públicos dentro do Tribunal de Justiça é anunciada justamente no momento de maior crise institucional do Judiciário potiguar, gerada pelas supostas fraudes apuradas ao setor de precatórios.

Por falar em CNJ, está prevista para a tarde desta segunda-feira (30) chegada de comitiva do Conselho Nacional de Justiça para auxiliar as investigações.

Fonte: Nominuto

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Judiciário

Servidora tinha mão forte no comando dos Precatórios do TJ/RN

Nos cinco anos em que esteve na chefia do setor de precatórios  do Tribunal de Justiça do RN, Carla Ubarana adotou um perfil centralizador. O NOVO JORNAL apurou junto a servidores do TJ que a funcionária mantinha todos os processos sob sua escolta. “A gente  não podia nem ver os processos”,  disse uma fonte que pediu sigilo.

Carla Ubarana é funcionária de carreira do TJ e casada com o investidor internacional George Leal.

Carla Ubarana comentou com alguns colegas que vem enfrentando um grave problema de saúde. Com a saída da divisão de precatórios, ela perdeu a gratificação, mas continua efetiva do quadro.

Atualmente está de licença médica.

Ubarana assumiu a chefia  do setor de precatórios do TJ em  2007, na gestão do desembargador  Osvaldo Cruz. No entanto, permaneceu também nas gestões de Rafael Godeiro e da atual presidente, Judite Nunes.

O clima no TJRN é de intranquilidade. O setor de precatórios  está fechado e ninguém fala abertamente sobre a polêmica. Na comissão que apura internamente o  escândalo, o clima também é péssimo.

Um dos representantes, inclusive, vem sendo ameaçado de morte e pensa em entregar o posto. O próprio presidente da comissão, desembargador Caio Alencar,  vem declarando que o processo precisa ser visto com cautela.

Ele tem afirmado à imprensa que essa é a pior crise da história da Justiça Estadual do Rio Grande do Norte.

Fonte: Novo Jornal

Do Blog: O BG vem cobrindo cada passo desse processo e tem falado com muitas pessoas e esse roçoio está só começando, o problema é gravíssimo, de consequências imprevisíveis e nos bastidores a coisa está em chamas. Tem digital de todos os tipos no escândalo e as ameaças estão em ebulição.

Vamos aguardar os próximos desdobramentos e se os juízes vão acatar o pedido de prisão pedido pelo MPE para os envolvidos, se acatar teremos fortes emoções nos próximos dias.

Opinião dos leitores

  1. Lembrar de um fato:  A mãe de Carla Ubarana, tem como seu segundo esposo um Desembargador  em 2007 (Acho que já Aposentado no momento), inclusive seus irmãos mantinham cargos de nomeação na instituição que perderam com a Lei contra o Nepotismo.
    Alguém pode Lembrar o Nome do Excelentíssimo?
    No fim acaba tudo em família….

    1. Maldade a sua pensar em cruzar laços que não existem. Você está se referindo a DEsembargador de carater indiscutível. A mãe de CArla UBarana também é pessoa da mais alta correção. Antes de jogar faíscas, insinuações, espere as coisas se esclarecerem.

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Denúncia

Servidora do TJ envolvida no caso dos precatórios diz que não sabe do que está sendo acusada

A servidora Carla Ubarana, que está no “olho do furacão” das denúncias de irregularidades dos precatórios do Tribunal de Justiça do RN, através do seu advogado Felipe Cortez , informou a este blog que não foi comunicada oficialmente que teria que prestar depoimento a Comissão interna que investiga o caso.

A defesa da servidora foi comunicada sobre as oitivas, mas desde o dia 11 de janeiro, Carla, que é funcionária concursada do TJ, está de licença médica, em Recife, para tratamento de uma doença grave. Ela alega que não sabe do que está sendo acusada.

Sua defesa disse espera ter acesso aos relatórios da auditória que levou a servidora perder seu cargo comissionado para se pronunciar com mais contundência sobre o tema.

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