Corregedor determina que WhatsApp informe se números identificados dispararam mensagens em massa em 2018

Nessa quinta-feira (7), o corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Og Fernandes, determinou à empresa WhatsApp INC que informe se as pessoas jurídicas e físicas identificadas pelas operadoras de telefonia VIVO, CLARO, TIM, ALGAR e OI como titulares de linhas telefônicas realizaram disparos de mensagem em massa ou automação durante a campanha eleitoral de 2018. O ministro solicitou ainda que o aplicativo de mensagens esclareça se adotou medidas para bloqueio ou banimento das contas referidas, no período de 14 de agosto a 28 de outubro de 2018.

Em outubro deste ano, a Corregedoria determinou às operadoras de telefonia que informassem as linhas telefônicas de quatro empresas e de seus respectivos sócios alegadamente contratados durante a campanha de 2018 para enviar mensagens pelo aplicativo. As companhias Nextel, Sercomtel, Datora e Terapar declararam não possuir em seus cadastros linhas telefônicas das titularidades solicitadas.

No despacho desta quinta, o corregedor confirmou o recebimento de respostas das operadoras de telefonia oficiadas. Esclareceu, no entanto, que parcela dos números telefônicos é de linhas ativadas somente após o segundo turno das eleições.

Aije

A determinação do corregedor-geral ocorre no âmbito da Ação de Investigação Judicial Eleitoral (Aije) nº 0601782-57, ajuizada pela coligação Brasil Soberano (PDT/Avante) contra Jair Bolsonaro e Antonio Hamilton Martins Mourão, eleitos presidente e vice-presidente da República no último pleito, entre outras pessoas físicas.

A alegação é de suposta prática de abuso de poder econômico e uso indevido dos meios de comunicação, nos termos do artigo 14, parágrafo 9º, da Constituição Federal, e do artigo 22 da Lei Complementar (LC) nº 64/1990.

RC/JB, DM

Processo relacionado: Aije 0601782-57 (PJe)

Hacker disse ter roubado mensagens de ministros do STF, e direciona “intimidação” contra Carmem Lúcia

O hacker da Lava Jato disse a Manuela D’Ávila que havia roubado mensagens de Cármen Lúcia, Rosa Weber e Luís Roberto Barroso, segundo a Veja.

Ele disse também que essas mensagens permitiriam invalidar todos os atos da Lava Jato.

Em sua conversa com Manuela D’Ávila, ele acusou Cármen Lúcia de “fazer piada” com a morte do neto de Lula.

A reportagem reproduziu a conversa:

Reprodução

A trama criminosa contra Cármen Lúcia

O STF está sendo achacado para inocentar Lula e enterrar a Lava Jato.

As conversas do hacker Vermelho com Manuela D’Ávila, publicadas pela Veja, revelam o propósito de constranger e intimidar Cármen Lúcia – e isso ocorre às vésperas do julgamento do caso do triplex.

Com o novo vazamento, há expectativa de uma reação do Supremo de reagir a essa tentativa criminosa de obstruir a lei com mensagens fabricadas.

Com informações de O Antagonista

WhatsApp tem falha que deixa hacker ler suas mensagens; evite

Falha no WhatsApp pode ter colocado em risco milhões de usuários de Android — Foto: Anna Kellen Bull/TechTudo

Uma brecha de segurança no WhatsApp divulgada nesta quarta-feira (2) pode colocar em risco mensagens e arquivos compartilhados por usuários. Segundo um pesquisador conhecido pelo apelido Awakened, hackers podem ganhar acesso ao conteúdo do chat desde que convençam vítimas a compartilharem um GIF malicioso. O bug atinge aparelhos que rodam Android 8 (O) e 9 (P), que respondem por 38,7% de usuários do sistema. Versões anteriores e a mais recente 10, assim como o iPhone (iOS), estariam a salvo do problema.

Em nota enviada ao portal The Next Web, o WhatsApp afirma que a vulnerabilidade já era de conhecimento de seus engenheiros “no mês passado”. Segundo a empresa de propriedade do Facebook, não há indícios de alguém que tenha sido afetado. A falha foi corrigida na atualização mais recente do mensageiro disponibilizada na Google Play Store.

O problema tem a ver com uma vulnerabilidade no sistema de prévia de imagens do WhatsApp ao se deparar com um arquivo GIF modificado pelo hacker. Segundo o especialista que descobriu a brecha, a potencial vítima deve enviar o arquivo comprometido para causar um bug no sistema e abrir caminho para a invasão. A partir daí, o atacante poderia executar comandos remotamente para roubar mensagens, vídeos, imagens e demais conteúdos compartilhados no mensageiro.

O WhatsApp afirma que as características do bug levam a crer que nenhuma pessoa foi afetada. Segundo a companhia, a probabilidade de haver vítimas diminui pois o usuário não pode ser infectado quando recebe o arquivo malicioso, mas sim quando envia. Portanto, para se concretizar, o golpe teria que envolver também algum truque de engenharia social para encorajar o compartilhamento do material.

Como se proteger

Ainda que não haja registro de pessoas afetadas, é importante que todos os usuários de WhatsApp que usam celular com Android 8 ou 9 atualizem o aplicativo imediatamente. A solução para o bug está na presente a partir da versão 2.19.244.

Globo, via Techtudo e The Next Web

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Marco disse:

    Preciso de um hacker não tenho dinheiro mais minha vida corre risco ligue 952453880

Moro diz a Fux que não destruiria mensagens obtidas por hackers e que houve ‘mal-entendido’

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, durante audiência pública na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados em julho — Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

O ministro da Justiça, Sérgio Moro, afirmou em documento enviado ao ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), que não orientou ou determinou a destruição do material obtido pela Operação Spoofing, que apura invasões a celulares de autoridades.

Quatro pessoas foram presas pela Polícia Federal na operação no final de julho. Uma delas, Walter Delgatti Neto, admitiu ter hackeado os celulares de autoridades, entre elas o ministro Moro.

Na ocasião, o ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) João Otávio de Noronha disse que Moro lhe telefonou para afirmar que as mensagens seriam descartadas “para não devassar a intimidade de ninguém”.

Depois, em nota oficial, a PF assegurou que preservará o conteúdo de quaisquer mensagens obtidas nas investigações.

Moro respondeu a Fux em um documento protocolado na quarta-feira (7). O ministro do STF pediu pediu os esclarecimentos depois de o PDT apresentar uma ação no tribunal contra a destruição de mensagens obtidas nas invasões dos celulares.

O ministro da Justiça ressaltou na resposta que divulgou nota oficial para esclarecer que somente uma decisão judicial poderia levar à anulação do conteúdo.

“Esclareço que este ministro da Justiça e Segurança Pública não exarou qualquer determinação ou orientação à Polícia Federal para destruição do indicado material ou mesmo acerca de sua destinação, certo de que compete, em princípio, ao juiz do processo ou ao próprio poder Judiciário decidir sobre a questão, oportunamente”, escreveu Moro.

Segundo ele, “a própria Polícia Federal já havia emitido nota esclarecendo o assunto, em 25 de julho, bem como este subscritor, em 30 de julho, no sentido de que não haveria nenhuma determinação administrativa para destruição do material e que o destino dele seria oportunamente decidido pelo juiz da causa”.

‘Mal-entendido’

Segundo Moro, houve “mal-entendido” por parte de uma das vítimas dos hackers, o ministro Noronha, sobre a destruição do material. De acordo com o ministro da Justiça, cabe a uma decisão judicial, e não a ele próprio, deliberar sobre eventual destruição do conteúdo.

“Nessa linha, a afirmação constante na inicial, de que este ministro teria informado a uma das vítimas que o ‘material obtido vai ser descartado’, é apenas um mal-entendido quanto à declaração sobre a possível destinação do material obtido pela invasão criminosa dos aparelhos celulares, considerando a natureza ilícita dele e as previsões legais”, escreveu o ministro da Justiça.

“Evidente, porém, que a decisão quanto a ele competirá à autoridade judicial com oitiva e participação das partes do processo, e não do ora subscritor”, completou Moro.

G1

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Arthur disse:

    Ô ré! (03)

  2. Ricardo disse:

    Se todas as provas que fossem conseguidas clandestinamente fossem provas contra o flagrado, com certeza já teria caído muitos canalhas, inclusive do STF, mas o melhor disso que, de agora em diante, provas colhidas ilegalmente, terão validades. Virou jurisprudência. Só falta invalidar o indulto pra comparsas.

  3. Pêpê disse:

    Tranquilo, meu futuro presidente do Brasil.

  4. Alex disse:

    Continue firme Moro, a esquerdalhada e centralhada e, demais bandidos se cagam de medinho do Moro!
    Bandido de verdade é tão e somente quem torce contra o Moro!

  5. Edilson Sion disse:

    Ô RÉ! (02)

  6. Luiz disse:

    E grande

  7. Cidadão Indignado disse:

    Até tu, Brutus?

  8. Francisco Navegantes disse:

    Ô ré!

INVASÃO E MANIPULAÇÃO: Entenda golpe usado por hackers para tentar roubar as mensagens de Sergio Moro

 DepositPhotos

O Valor explicou o golpe usado pelos hackers para tentar roubar as mensagens de Sergio Moro, conhecido como SIM-Swap:

“Trata-se do registro de uma conta no Telegram usando o mesmo número do telefone da vítima, que permite a clonagem do número do celular.

Passando-se pelo proprietário do aparelho, o hacker solicita a transferência do número do chip para outro que está em sua posse. Para criar uma conta em aplicativos como Telegram e WhatsApp é preciso apenas obter o código de verificação que é enviado via SMS para o número da vítima.”

O Antagonista

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Joaquim disse:

    Quer dizer nada. O q importa são diálogos criminosos descobertos.

PF abre 4 inquéritos para apurar vazamento de mensagens de Moro e procuradores da Lava Jato

A Polícia Federal (PF) instaurou quatro inquéritos para investigar o vazamento de mensagens de celular de procuradores da República que integram a força-tarefa da Lava Jato e do ex-juiz federal e atual ministro da Justiça, Sérgio Moro.

Os investigadores trabalham com a hipótese de que houve uma ação orquestrada. Há a suspeita de que a invasão ao celular de Moro e de integrantes do Ministério Público Federal (MPF) tenha sido planejada.

Os investigadores estão colhendo indícios sobre a autoria, sobre quem teve acesso de forma ilegal a conversas privadas do ministro e qual o método usado pelos hackers.

No caso de Moro, já se sabe que o ministro da Justiça atendeu a uma ligação de um número igual ao dele, e que isso permitiu o acesso ilegal ao aplicativo Telegram, que ele não usava mais.

Investigadores afirmaram que os hackers clonaram o número de Moro, abriram ou reativaram a conta do ministro no Telegram e se passaram por ele. Moro desativou a linha invadida.

No mês passado, procuradores da Lava Jato no Rio de Janeiro e no Paraná relataram tentativas de invasões semelhantes.

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, considerou os ataques graves e disse que configuram uma situação que pode comprometer diversas apurações em curso.

Segundo a Procuradoria-Geral da República (PGR), integrantes da Lava Jato atenderam a ligações do próprio número. A PGR abriu procedimento interno para acompanhar o caso e, desde então, tem reforçado as orientações para ampliar a segurança dos aplicativos de mensagem usados pelos procuradores.

Nesta terça-feira (11), o Telegram negou que o aplicativo tenha sido alvo de hackers, ao contrário do que dizem os investigadores. A empresa aponta duas possibilidades para a invasão de celulares:

que as contas de Moro ou dos procuradores poderiam não estar bem protegidas

que houve invasão do próprio telefone celular, e não do Telegram

Esclarecimentos ao Congresso

Diante da repercussão do caso das mensagens sobre a Lava Jato, a Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público da Câmara aprovou nesta quarta-feira (12) convite para Sérgio Moro comparecer a uma audiência no colegiado para prestar esclarecimentos sobre o episódio. Como se trata de convite, e não convocação, o ministro não é obrigado a comparecer ao parlamento.

O deputado Rogério Correia (PT-MG) havia apresentado à comissão um requerimento de convocação de Moro, que obrigaria o ministro a comparecer, sob risco de cometer crime de responsabilidade.

No entanto, um acordo entre os parlamentares convocou o pedido de convocação em convite.

O colegiado agendou a audiência com o ministro da Justiça o dia 26, em conjunto com outras duas comissões: a de Constituição e Justiça e a de Direitos Humanos e Minorias.

No Senado, também houve acordo para evitar uma convocação do ministro da Justiça, e assegurar que ele possa ir à Casa voluntariamente como convidado para falar do conteúdo das conversas que supostamente trocou com o coordenador da força-tarefa da Lava Jato, procurador Deltan Dall’Agnol.

Nesta terça, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), anunciou que Moro vai comparecer à CCJ da Casa no dia 19 para falar sobre o vazamento.

O líder do governo no Senado, Fernando Bezerra (MDB-PE), encaminhou a Alcolumbre um ofício no qual o ministro da Justiça se colocava à disposição dos senadores para ser ouvido pela CCJ.

Pacote anticrime

Sérgio Moro voltou a se pronunciar nesta quarta-feira sobre o episódio das mensagens do Telegram. Ao anunciar em uma rede social a redução de crimes, o ministro da Justiça disse que os números seriam melhores com a aprovação do pacote anticrime que foi apresentado ao Congresso Nacional em fevereiro.

Moro destacou ainda na rede social que hackers de juízes, procuradores, jornalistas e, talvez, parlamentares, bem como suas linhas auxiliares ou escândalos falsos, não vão interferir na missão.

G1

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Lourdes disse:

    Paciência, apenas paciência! Teremos a oportunidade de conhecer a ORCRIM dos partidos de esquerda!

    • Lucas disse:

      Exatamente. Por ora, já conhecemos parte do submundo de alguns procurados e juízes da Lava Jato, que puseram a política a frente da lei. E pra deixar claro, antes que venha um bolsominion raivoso, isso em nada tem haver com defesa de Lula. Continuo achando que Lula tem culpa no cartório, mas seu processo foi realmente maculado.

WhatsApp explica em infográfico por que é impossível quebrar sigilo de mensagens

Com a possibilidade da criação de uma proposta de lei que possa obrigar o WhatsApp e outros aplicativos mensageiros a quebrar o sigilo de mensagens no país, o Olhar Digital entrou em contato com o WhatsApp para saber qual o posicionamento da empresa sobre o assunto. A assessoria da empresa (controlada pelo Facebook) enviou um comunicado à nossa redação, além de um infográfico, reforçando o que já sabemos há muito tempo: a criptografia de ponta a ponta do mensageiro é, segundo os administradores do messenger, impossível de quebrar!

De acordo com a equipe do WhatsApp no Brasil, a segurança é um grande fator de uso do aplicativo entre os brasileiros, e a criptografia das mensagens é possivelmente o que motiva muitas pessoas a continuar usando o programa.

Depois que veio a público a proposta do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) de que serviços como o WhatsApp e o Telegram sejam submetidos às leis brasileiras e, por conta disso, possam vir a ser obrigados a quebra do sigilo de mensagens e ligações sob determinação judicial, recebemos a seguinte declaração do WhatsApp:

“O WhatsApp se preocupa profundamente com a privacidade e a segurança de nossos usuários. Os brasileiros confiam no WhatsApp para todos os tipos de conversas confidenciais, incluindo com seus médicos, bancos e famílias, e é por isso que continuamos comprometidos em fornecer criptografia de ponta a ponta. A criptografia de ponta a ponta garante que apenas você e a pessoa com quem você está se comunicando possam ler o que é enviado, e ninguém mais, nem mesmo o WhatsApp”, informou a empresa.

Para realizar a criptografia das conversas, o sistema de segurança do WhatsApp gera duas chaves, uma pública e uma privada. As quais, a empresa garante que não possui acesso, por isso a tecnologia é denominada “de ponta-a-ponta”.

O posicionamento da empresa é bastante semelhante ao que foi apresentado por ela na época em que o WhatsApp teve seu funcionamento suspenso pela Justiça brasileira em 2016, fato que ocorreu por quatro ocasiões, mas sendo restabelecido horas depois.

Agora, a empresa divulgou também um infográfico, para explicar melhor como funciona a segurança no WhatsApp e porque é praticamente impossível interceptar e acessar as mensagens trocadas entre seus usuários, conforme quer a Justiça brasileira. Confira abaixo:

Como é possível notar, mesmo que o mensageiro mais popular do Brasil seja obrigado a manter uma sede em territória nacional, acessar o conteúdo das mensagens continuará sendo impossível. A justiça poderia exigir que a empresa criasse acessos do tipo backdoor (não autorizados) nestes casos? Poderia, mas isso não significa que a empresa assumiria tal responsabilidade. Levando em consideração que, em 2017, o WhatsApp negou o pedido de criação de uma backdoor para o governo de Londres, após atentados terroristas, dificilmente a empresa venha a criar tal precedente no Brasil por conta do combate ao crime organizado.

Olhar Digital

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Santiago disse:

    Não existe nada impossível no mundo digital. Tanto as chaves públicas, quanto as privadas, obedecem a um algoritmo regido por uma equação matemática (um polinômio gerador) que obedece a uma lógica comum. O que o WHATSAPP não quer fazer é arquivar as mensagens trocadas pelos usuários em seus servidores, assim como se faz nos servidores de caixa de e-mail. Os servidores, no caso desses aplicativos de mensagens instantâneas, apenas fazem o controle de fluxo de mensagens.

Truque’ no WhatsApp recupera mensagens apagadas por todos; saiba usar

O Notification History é um aplicativo gratuito para Android que permite ler mensagens apagadas para todos no WhatsApp. O programa, que registra e mantém um histórico com as notificações de outros apps, mostra o conteúdo de mensagens de texto e áudios excluídos pelo remetente no mensageiro. Fotos e vídeos, no entanto, não podem ser recuperados. Além disso, o aplicativo só funciona se as notificações dos seus contatos e grupos não estiverem silenciadas.

No tutorial a seguir, confira como configurar e usar o app Notification History para recuperar e ler conversas apagadas no WhatsApp. O procedimento foi realizado em um Moto E4 com Android 7.1.1 Nougat, mas as dicas também valem para outros telefones com o sistema do Google. Vale lembrar que o programa é exclusivo para o Android e não possui versão para iPhone (iOS).

Passo 1. Instale o app Notification History em seu celular. Ao abri-lo pela primeira vez, será necessário autorizar o acesso aos seus arquivos. Se você concordar com isso, clique em “Permitir”. Em seguida, toque em “OK” para fechar o changelog.

Permita que o app acesse os seus arquivos — Foto: Reprodução/Helito Beggiora

Passo 2. Uma mensagem informará que é necessário ativar o acesso às notificações do Android para que o app funcione. Toque em “OK” para abrir as configurações do Android. Por lá, habilite a opção à direita de “Notification History” e confirme tocando em “Permitir”;

Ative o acesso às notificações — Foto: Reprodução/Helito Beggiora

Passo 3. Quando você perceber que uma mensagem do WhatsApp foi apagada, basta abrir o Notification History e localizar a notificação. Toque sobre ela para ver a mensagem;

Visualizando mensagem de texto apagada — Foto: Reprodução/Helito Beggiora

Passo 4. No caso de áudio, toque sobre “Mensagem de voz” para ouvi-la. Fotos e vídeos, infelizmente, não podem ser recuperados.

Ouvindo uma mensagem de voz apagada — Foto: Reprodução/Helito Beggiora

Pronto! Aproveite as dicas para ler mensagens e ouvir áudios apagados pelos seus amigos no WhatsApp.

Techtudo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Sayuri disse:

    Porque as vezes o tento ler msg apagada e o app me respobde assim: Texto copiado para área de transferência ??? Nem sempre consigo ver…😣

  2. Ribeiro disse:

    O BG é pra ter mais cuidado quando for dar alguma informação desse tipo

  3. humbabomber disse:

    Não.. Muito obrigado!
    Esse aplicativo acessa TODO o conteúdo do celular.. E até pode ativar botões de ação!

Instagram anuncia serviço de troca privada de imagens e vídeos

A rede social Instagram anunciou nesta quinta-feira (12) o Instagram Direct, função de compartilhar fotos e vídeos de maneira restrita e que funciona como uma troca de mensagens.

É possível compartilhar imagens por meio da capacidade para grupos compostos por entre uma e 15 pessoas que te seguem. Caso os os dois usuários se sigam, o envio e recebimento é feito automaticamente. Quando um contato visualiza a foto, o remetente é avisado por meio de uma sinalização.

A central das fotos “diretas” é chamada de Inbox, “caixa de entrada” em inglês, e pode ser acessada por meio de um ícone exibido no canto superior direito do aplicativo.

13346302A troca de mensagens será possível por meio dos aplicativos para iPhone e para Android do serviço. As novas capacidades serão disponibilizadas em uma atualização, que será liberada hoje. Os apps para BlackBerry e Windows Phone do Instagram devem receber a função “em algum ponto dos próximos meses”, segundo a companhia.

O aplicativo para iPhone também foi redesenhado para combinar com a versão mais nova do sistema de dispositivos móveis da Apple, o iOS 7.

“É assim: ‘encontrei algo no mundo e quero mostrá-lo para você’. Muitas pessoas disseram que queriam fazer isso com o Instagram”, disse Bailey Richardson, gerente de comunidades internacionais do Instagram, durante um evento realizado em São Paulo no começo desta tarde, simultaneamente ao anúncio global, nos EUA.

Usuários do Brasil estão entre os cinco mais numerosos na rede social, segundo a empresa, que está em processo de contratar um gerente de marketing que vai atuar localmente.

Havia rumores de que a função lançada hoje teria funcionamento semelhante ao do Snapchat, com imagens efêmeras, mas eles se provaram falsos.

O Instagram não vê “canibalização” entre serviços do Facebook –o Messenger e o próprio app da rede social, que, entre outras funções, também permitem a troca de imagens. Segundo a representação da empresa no Brasil, a ideia é ampliar o leque do que o usuário do Instagram pode fazer dentro do app, já que ele já gasta seu tempo dentro dele.

A ferramenta é aberta para qualquer usuário cadastrado no Instagram, incluindo marcas. Isso serviria para alavancar o tipo de conteúdo compartilhado por empresas que usam o Instagram como ferramenta de publicidade e alavancaria o faturamento da empresa.

Por outro lado, a ideia de limitar os grupos para até 15 pessoas é combater o envio de publicidade não autorizada.

Usuários que não são seguidos pelos destinatários de suas mensagens terão as imagens do Direct postas em uma caixa de pendência, como funciona a aba “outros” das mensagens no Facebook enviadas por quem não é um contato na rede.

Fundado em 2006 pelo americano Kevin Systrom e pelo brasileiro Mike Krieger, o Instagram vem sendo mais profundamente integrado ao Facebook, empresa à qual pertence desde o ano passado, quando de uma negociação de US$ 1 bilhão.

A empresa também também vem lutado para se manter relevante em um mar de novos aplicativos populares, como o Snapchat e o Vine, este o app de vídeo do Twitter.

Folha

Professora de religião casada é condenada após mandar mais de 200 torpedos eróticos para aluno

BBC Brasil

Uma professora de educação religiosa foi condenada, na Grã-Bretanha, por ter enviado mais de 200 mensagens de conteúdo sexual para um aluno de 14 anos.

Katheryn Roach, de 24 anos, admitiu as acusações e foi descrita pelo juiz como uma mulher “egoísta e hipócrita”.

Ela afirmou que começou a seduzir o aluno depois de ter ficado abalada com o fim de um caso com outro homem enquanto estava noiva.

Na época, Roach tinha 23 anos e ainda estava em período probatório como professora na escola católica Thornleigh Salesian College, em Bolton, na Inglaterra.

Em apenas algumas semanas, entre março e abril deste ano, ela enviou 205 mensagens de texto para o adolescente, que não pode ter o nome divulgado por questões legais.

A professora recebeu uma sentença de seis meses de prisão com suspensão condicional, o que significa que ela não terá de cumprir a pena a não ser que cometa outra infração nos próximos dois anos, e foi incluída na lista de agressores sexuais do país por sete anos.

Choro

Roach chorou durante o julgamento, que contou com a presença de seus pais e do marido, que a perdoou e se casou com ela em agosto.

“O que está muito claro, infelizmente, é que naquele momento você só poderia ser vista como uma pessoa egoísta e hipócrita”, disse o juiz Steven Everett ao ler a sentença.

“Por um lado, afirmando ser extremamente religiosa, com base na sua fé católica, e atuando como professora, ensinando educação religiosa para crianças. E por outro, alguém com um longo relacionamento com um homem que ficou ao seu lado, que a pediu em noivado e mais tarde se casou com você, enquanto você tinha um caso escondido e então, pelo que li no relatório, você achou o fim do relacionamento com essa pessoa tão difícil que permitiu que isso, de alguma forma, afetasse seu comportamento com esse jovem menino.”

“Quão egoísta é isso?”, questionou o juiz

Horário Eleitoral chega ao Twitter

Está no Link do Estadão, já imaginaram quando chegar aqui no Brasil? Já imaginaram a mensagem chegando a sua timeline: Vote em TIRIRICA, pior do que está, não fica!!!

Como se não bastasse preencher um espaço obrigatório na televisão, o horário político eleitoral vai chegar ao Twitter. A empresa anunciou nesta quarta-feira que aceitará veicular tweets pagos de candidatos políticos, mirando principalmente as eleições presidenciais norte-americanas de 2012, na quantidade de propaganda que a disputa consegue produzir e na tendência de partidos e marketeiros gastarem cada vez mais dinheiro com campanhas em mídias sociais.

O primeiro anunciante confirmado é o republicano Mitt Romney, mas muitos outros devem ser confirmados nos próximos meses. O Twitter afirma que fará pequenas modificações no design dos pedidos por votos, para que eles não sejam confundidos com tweets comuns e nem sejam iguais aos Promoted Tweets, mensagens publicitárias de empresas inseridas obrigatoriamente na linha de atualizações.

A empresa afirmou que quando o usuário passar o cursor por cima da mensagem política será aberta uma janela pop-up dizendo quem pagou pelo anúncio. Outro diferença é que, por enquanto, eles não aparecerão nas buscas (ao contrário dos tweets de empresas). Políticos também poderão entrar nos programas ‘Promoted Account’ (Conta promovida), ganhando preferência no sistema de indicação de perfis, e em ‘Promoted Trends’ (Tendência promovida), aparecendo no topo da lista de tendências.