Operação Candeeiro: Gutson muda versão de delação e PGR estuda rescindir acordo

por Dinarte Assunção

A Procuradoria Geral da República estuda rescindir o acordo de colaboração premiada com Gutson Reinaldo, que firmou o acordo de contribuição com o Ministério Público do Rio Grande do Norte e o MPF no RN.

A consideração sobre a rescisão começou a ser ventilada depois que o delator mudou diametralmente os fatos que entregou inicialmente aos membros do Ministério Público.

O Blog do BG confirmou, pelo menos, uma versão que foi modificada.

Na primeira versão que entregou à promotoria, Gutson afirmou que um acerto foi feito entre o desembargador Cláudio Santos e o deputado estadual Ricardo Motta sobre troca de cargos entre o Tribunal de Justiça, o Tribunal de Contas e Assembleia Legislativa.

Quando os fatos vieram a público, novas diligências sobre o assunto foram feitas, o que levou a Procuradoria Geral da República a convocar Gutson para depor.

No novo depoimento, ele esclareceu à PGR que os fatos sobre o desembargador o deputado não tinham fundamento.

Posteriormente, a mãe de Gutson, Rita das Mercês, no âmbito da Operação Dama de Espadas, por ocasião de sua delação, também afirmou desconhecer os fatos narrados por Gutson na primeiro depoimento.

A PGR passou então a questionar a validade do que o delator entregou à promotoria.

A delação de Gutson está no Supremo Tribunal Federal por envolver agentes com prerrogativa de foro naquela corte.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Roberto disse:

    Falou do Deputado Ricardo Motta pelos cutevelos . E agora ?

  2. Tobinho Malvadeza disse:

    O tempo é o senhor da razão. Aos poucos as ilações do condenado Gutson vão caindo por terra. Primeiro levantam afirmações sem nenhum arcabouço probatório. Aí agora muda de versão como quem muda de roupa.

    Pena que não existe tempo nem dinheiro que recupere a imagem manchada injustamente.

    Qual a credibilidade do delator? A mando de quem Gutson constrói seus argumentos?
    Lembrando que ele é assistindo por Fábio Holanda, advogado já conhecido pelo seu histórico nada “saudável”, digamos.

CANDEEIRO: MPRN pede condenação de Gutson e mais 14

O MPRN pediu a condenação do ex- diretor administrativo do Idema-RN, Gutson Johson Giovany Reinaldo Bezerra, pela suposta prática de crimes de peculato, lavagem de dinheiro, ocultação de bens, organização e  associação criminosa.

Gutson e outros 14 réus da Operação Candeeiro são acusados do desvio de aproximadamente R$ 19,3 milhões da autarquia ambiental entre 2013 e 2014.

Além da condenação de Gutson, o MPRN requereu a 6ª Vara Criminal de Natal que todos os réus sejam julgados culpados, inclusive, o delator do esquema, o ex-diretor administrativo do Idema, Clebson José Bezerril. Para ele, os promotores fizeram uma observação: que seja conferido ao réu-colaborador a diminuição de pena pela metade conforme acordo de colaboração premiada.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Carlos disse:

    Mande esse bando de ladrões pra cadeiaaaaaaaa, que lá é que é o lugar deles

CANDEEIRO: PGJ quer investigar possível participação de Ricardo Motta

ricardo-motta-assembleiaA Procuradoria-Geral de Justiça (PGJ) solicitou ao Tribunal do Justiça do Rio Grande do Norte (TJRN) autorização para abertura de Procedimento Investigatório Criminal (PIC) em relação ao fato envolvendo o deputado estadual Ricardo Motta, que foi alegado no interrogatório de Gutson Johnson Giovany Reinaldo Bezerra na Ação Penal referente à Operação Candeeiro.

Durante depoimentos, Gutson afirmou que ficava com 20% dos recursos desviados do Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente (Idema), que operadores ficavam com outros 20% e que os outros 60% ficavam com políticos, porém Gutson só nominou o deputado estadual Ricardo Motta, a época presidente da Assembleia Legislativa, como beneficiário.

Nesse esquema de desvios, Gutson afirmou ter ficado com R$ 4,5 milhões. A ação, deflagrada pelo Ministério Público em setembro de 2015, apura desvios de mais de R$ 19 milhões no órgão.

Gutson disse que foi nomeado para o Idema no início de 2011. Segundo ele, ainda neste ano foi procurado por Ricardo Motta. “Ele me procurou e pediu dinheiro. Disse que estava com dívidas por causa das eleições de 2010, que precisava de mais dinheiro para as eleições de 2012 e que não tinha mais como tirar da Assembleia Legislativa. Diante disso, eu fiz a ponte entre esse agente político e as pessoas do Idema que sabiam como poderíamos desviar verba”, garantiu.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. escritor disse:

    Sem entrar no merito da Candeeiro, impressiona o poder que tem um presidente da Assembleia Legislativa. Robson quando presidente da AL, elegeu o filho Fabio para deputado federal. Ricardo Mota elegeu o filho deputado federal. Alvaro Dias, depois de exercer a presidencia da AL se elegeu deputado federal, hoje voltou a ser deputado estadual. Fica a pergunta, Ezequiel vai para deputado federal? Ja se comenta que quer ser Senador.

    • Elves Alves disse:

      Escritor, só uma historinha para descontrair.
      Lembra-se qual foi o grande feito do deputado Álvaro Dias quando ele presidiu a famigerada AL?
      Caso você pense que foi a reforma da sede do Palácio José Augusto, acertou em cheio.
      Na época, tive acesso a um dossiê técnico, elaborado por um engenheiro adversário de Dias, no qual ficava demonstrado por que a eleição do presidente da AL a deputado federal era tida como favas contadas.
      E sabe por que, Escritor? Porque a grana já ouvia a conversa.
      Anote aí: o preço do metro quadrado da reforma física AL custou mais caro que o mesmo metro quadrado da escandalosa construção do Fórum Trabalhista de São Paulo, que resultou na prisão por fraude do juiz Nicolau dos Santos Neto, o famoso Lalau.
      Só que na terra de Poti o desfecho foi o mais tranquilo possível. Como de costume, o silêncio se abateu sobre o caso e Álvaro foi 'reformado' à condição de deputado federal.
      Só não renovou o mandato federal porque não teve chances de chegar à cadeira hoje ocupada por Eduardo Cunha.

  2. Zilda da Silva disse:

    Pareceu muito fácil, pegar um filho desconhecido, sem nenhum tipo de projeção política,/social, e eleger como o Deputado Federal mais votado do RN. Agora pega o mesmo, retira um " ícone" da política do Estado da cabeça de um partido e ainda tem a intenção de colocá-lo para concorrer a Prefeito de Natal. Mesmo que chovesse dinheiro no quintal desse senhor, ele não investiria tanto com a possibilidade de perder. Só se " joga fora ", dinheiro que não é ganho com o próprio suor. Vamos ver se realmente investigarão o mesmo!!!

  3. Verdade seja dita disse:

    Se for verdadeira a informação mais uma decepção.

  4. Tatuverdadeiro disse:

    Blindagem…

  5. Tatuverdadeiro disse:

    Temos que extinguir imunidade parlamentar , pois estao utilizando para blidagem de verdadeiros parlamentares
    Deliquentes !

  6. Curioso disse:

    Parece que ele tinha ligação no Idema… O cunhado do deputado, salvo engano, era Diretor geral do órgão, confere BG?

OPERAÇÃO CANDEEIRO: Dinheiro desviado era “lavado” ao bel-prazer dos envolvidos

O refinado e milionário esquema de desvio de dinheiro público instalado no Idema e desbaratado durante a Operação Candeeiro se utilizava da compra de imóveis para lavar o dinheiro adquirido de forma ilegal.

Segundo o Ministério Público, o ex-diretor Administrativo do Idema, Gutson Johnson Giovani Reinaldo Bezerra, lavou parte dos R$ 19 milhões desviados na compra de 15 imóveis. Todos com pagamentos em espécie e em nome de pessoas próximas como Aratusa Barbalho de Oliveira, ex-esposa de Guston.

Somente no condomínio Duna Barcane, Gutson possuía 10 unidades. Cinco delas compradas por cerca de R$ 800 mil em dinheiro somente com um corretor de imóveis.

Outro imóvel de destaque é uma casa de alto padrão no condomínio Bosque dos Pássaros, cujo valor de avaliação não foi divulgado.

Além desses 11 imóveis, Gutson também tem apartamentos nos edifícios Blue Ocean, Ahead Ponta Negra, Corais de Ponta Negra e uma casa no condomínio Barramares.

Pelo que o MP apurou, todas as unidades só não estavam no nome de Aratusa, porque chegou um momento em que já não dava mais pra colocar mais imóveis no nome dela. Mesmo assim, a maioria estava no nome dela. Porém, nem todos os imóveis eram registrados em cartório para tentar driblar possíveis investigações.

Os envolvidos agiam tão a vontade, que as ordens de pagamentos autorizadas sem comprovação de serviços, e pior, sem nenhum CONTRATO REGISTRADO NO IDEMA para as empresas que lavavam o dinheiro, eram pagos ao bel-prazer de Gutson e Clebson José Bezerril nos valores e quando eles achavam convenientes.

Além dos imóveis, estão indisponíveis duas academia, 59 veículos e uma equipadora de carro no shopping Midway.

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. O natalense disse:

    Maravilha… A loja no midway fechou as portas e colocou na porta "fechado pra balanço" kkkkkkkkkkkkkkkk

  2. kerginaldo disse:

    Quanto tempo, mais esse "escândalo" vai seguir o mesmo roteiro do ESCÃNDALO DA ASSEMBLEIA, DAS EMPRESAS LARANJAS DO EMPRESÁRIO DE MOSSORÓ QUE FINANCIAVA AS CAMPANHAS DE POLÍTICOS IMPORTANTES DA PROVINCIA, DAS OPERAÇÕES HÍGIA, SINAL VERMELHO, IMPACTO, FOLIADUTO, OURO NEGRO, ETC, ETC, ETC?
    Ou seja, Vão vender Jornais até surgir "outro" que o abafe e o mesmo caia no esquecimento.
    Assim, vai ficando pra tras os Auxílios Moradias e PAE, Gratificações de 100%, efetivações de servidores sem concurso, funcionários fantasmas em todos os trÊS PODERES, NEPOTISMOS diretos e cruzados, etc, etc, etc…
    E ainda há gente que pensa que a verdadeira luta é mesmo contra a CORRUPÇÃO…
    "Faça o que digo, mas não faça o que faço não."

  3. Antonio disse:

    E os que sofreram multas como é que fica? tinha que ter tido um t.a.c. (termo de ajuste de conduta) E não empurrarem multas.

  4. Batuta natalense disse:

    Engraçado que essa classe elitizada adora esbravejar fora PT, fora Dilma! ! Ptralhas e muito mais….e quando se procura porque são da elite..vejam o roubo que esses bandidos fazem por aqui….fico lembrando das carreatas do Aecio por aqui nas terras de poty..só carrao!! Ahh ladrão oooo

  5. henrique disse:

    Se investigarem a relação deste órgão com as petrolíferas de Mossoró vão se surpreender !!!!

    Eita povo sem jeito esse brasileiro, quanto mais se procura mais se acha!!!!

  6. Eduardo disse:

    Há ladrão, merecia descer direto para Alcaçus…

  7. Fulustreco disse:

    Será que só este cara pratica essa atividade, onde poderá ter outro caso como este?

OPERAÇÃO CANDEEIRO: Justiça decreta prisão preventiva de dois suspeitos

O juiz Guilherme Newton do Monte Pinto, da 6ª Vara Criminal responsável pela Operação Candeeiro, decidiu manter presos os investigados Gutson Johnson Giovany Reinaldo Bezerra e Renato Bezerra de Medeiros, apontados como responsáveis por manter o esquemas de desvios de dinheiro público do Instituto de Desenvolvimento Sustentável e do Meio Ambiente (Idema), desbaratado pelo Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN).

Gutson e Renato estavam presos sob força de um mandato de prisão temporária, mas o juiz determinou que as prisões temporárias de ambos fossem convertidas em preventiva. Os demais envolvidos devem conseguir a liberdade em breve, já que duas foram revogadas a pedido do próprio MP e outra não houve o pedido de conversão, que depende do órgão ministerial.

De acordo com o Ministério Público, uma associação criminosa instalada no órgão utilizava-se de ofícios autorizadores de pagamento como forma de desviar recursos em benefício próprio ou de terceiros. Os valores desviados em favor de sete empresas, com as quais o próprio órgão ambiental do Estado não reconhece qualquer espécie de contratação, contabilizam o montante de R$ 19.321.726,13.

Durante as investigações que culminaram na Operação Candeeiro, foram identificadas como beneficiárias do esquema ilícito de desvio de recursos públicos as empresas A Macedo Mafra ME, Fabíola Mercedes da Silveira ME, Conceito Rent A Car Ltda. ME, J E de O Soares ME; Ramon Andrade B F Souza ME, M D S de Lima Serviços ME; e Antonio Tavares Neto ME. Todas elas vinculadas a pessoas da contabilidade do Idema. Além de Gutson e Renato e das empresas, são apontados como possíveis integrantes do esquema criminoso: João Eduardo de Oliveira Soares, Clebson José Bezerril, Aratusa Barbalho de Oliveira e Eliziana Alves da Silva.

CANDEEIRO: MPRN detalha desvio de dinheiro no IDEMA

slide1O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) concedeu entrevista coletiva a imprensa na tarde desta quarta-feira (2) para dar detalhes da Operação Candeeiro, deflagrada no início da manhã e que descortinou associação criminosa instalada no âmbito do Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente (Idema) que desviou recursos da ordem de R$ 19,3 milhões em benefício de pessoas e empresas utilizando-se de ofícios autorizadores de pagamentos.

A coletiva para a imprensa foi concedida pelo Procurador-Geral de Justiça Rinaldo Reis Lima, Promotores de Justiça do Patrimônio Público e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco).

O Procurador-Geral de Justiça informou que a investigação iniciada em janeiro de 2014 e que teve seu desfecho hoje com a Operação Candeeiro descortinou refinada associação criminosa instalada na Unidade Instrumental de Finanças e Contabilidade, entre os anos de 2013 e 2014, desviando até onde se apurou, quase R$ 20 milhões. Há indicativos de que o esquema vinha sendo realizado até um pouco antes e os valores desviados podem ser ainda maiores.

Em comunhão de desígnios com o então Diretor Administrativo e auxílio de pessoas estranhas ao Idema, a associação utilizava-se de ofícios autorizadores de pagamento como forma de desviar recursos em benefício próprio ou de terceiros. Os valores desviados em favor de sete empresas com as quais o próprio órgão ambiental do Estado não reconhece qualquer espécie de contratação contabilizam o montante de R$ 19.321.726,13.

Foram identificadas como beneficiárias do esquema ilícito de desvio de recursos públicos as empresas A MACEDO MAFRA-ME; FABÍOLA MERCEDES DA SILVEIRA ME; CONCEITO RENT A CAR LTDA ME; J E DE O SOARES ME; RAMON ANDRADE B F SOUZA ME; M D S DE LIMA SERVIÇOS ME; e ANTONIO TAVARES NETO ME todas elas vinculadas a pessoas da contabilidade do Idema.

O Promotor de Justiça do Patrimônio Público, Paulo Batista, esclareceu que o “x” da questão era a ausência de registro no Sistema Integrado de Administração Financeira (Siaf) de toda movimentação de pelo menos duas contas do Idema, que tornavam ocultas as despesas realizadas. O dinheiro, em sua maior parte, era sacado em espécie nas instituições financeiras mantenedoras das contas das empresas. Uma das contas, movimentou em 2013 mais de R$ 13 milhões.

No decorrer da investigação, verificou-se que diversos ofícios eram expedidos com o propósito de determinar ao Banco do Brasil a transferência de valores a partir de contas de titularidade do Idema a empresas que não possuíam qualquer vínculo contratual com o órgão ambiental. Também não era informada a contratação das empresas beneficiárias ao Tribunal de Contas do Estado (TCE) ou disponibilizada informação no Portal da Transparência o que demonstrava grande capacidade de percepção de brechas nos mecanismos de controle.

A investigação conseguiu mapear além do montante de recursos desviados, o patrimônio que as pessoas envolvidas auferiram com os atos ilícitos, como casas, veículos, e apartamentos, sendo grande parte desse patrimônio sequestrado pela Justiça das pessoas físicas e jurídicas envolvidas.

Participam da operação 26 Promotores de Justiça e aproximadamente 100 policiais Militares nas cidades de Natal, Parnamirim, Santana do Matos e Mossoró, para cumprimento de cinco mandados de prisão temporária, 10 mandados de condução coercitiva e 27 mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Juízo da 6ª Vara Criminal da Comarca de Natal.

Durante a investigação, restou demonstrada a materialidade e fortes indícios de autoria dos crimes de quadrilha/associação criminosa (art. 288, do Código Penal), peculato (art. 312, do Código Penal), lavagem de dinheiro (art. 1º, caput, e §§1º e 4º, da Lei nº 9.613/98), falsificação de documento público (art. 297, do Código Penal), uso de documento falso (art. 304 do Código Penal), extravio, sonegação ou inutilização de livro ou documento (art. 314 do Código Penal).

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OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Eduardo disse:

    Família Lalau da pow, primeiro a mae, depois o filho, D. Ritinha das Mercés fazendo história. Tomara que o filho não seja solto também Nobres Desembargadores, e a Sociedade cobra o retorno à prisão da ex-procuradora. Temos que dar um basta na sangria dos cofres públicos já tão combatidos.

  2. baixa da egua disse:

    Comentar…desvios? na minha terra isso se chama roubar!

  3. Observador disse:

    Alô Semurb, e sua tabela falsa de taxas !

  4. Damasio disse:

    Até quando vamos ser roubados por esses corruptos ? Chega ! Transparência já! Fala sério, que família , em ?

  5. Democratizar a Imprensa disse:

    Mas a culpa não é do PT por toda a corrupção existente no país. É toda culpa do PT, isso não pode estar existindo!!!

  6. Junior pinheiro disse:

    onde andei hj as pessoas mais esclarecidas comentaram essa materia, e mais se tal operação se espalhar pelos outros orgaos talvez tenhamos muitas novidades, é claro que estou supondo, mas sera que nao tem a anuencia de políticos? ?? sera que alguem vai ser punido alem do povo???? que já perdeu em contribuição? ???bota ver!!!!