Pesquisa lista cidades brasileiras que pessoas mais traem em relacionamentos; ranking mostra liderança de paulistas, RN de fora e Recife e João Pessoa no top 15

Foto: shutterstock

Já dizem os especialistas que traição é uma prática mais comum no verão — o que é explicado por alguns fatores ligados aos dias quentes, como o sentimento de liberdade, o estímulo visual causado pela pele exposta e o aumento da libido —, mas existe um lugar em que as pessoas são mais infiéis nessa época do ano? Segundo pesquisa do site de relacionamentos extraconjugais Ashley Madison , a resposta é sim e pode ser bem perto de você! Nesta pesquisa, nenhuma cidade no Rio Grande do Norte aparece em destaque.

Segundo ranking, as cidades do ABC Paulista, Santo André e São Bernardo do Campo, ambas na região metropolitana de São Paulo, são as mais infiéis quando o calor chega. Para a descoberta, foram analisados os número de inscrições do site entre dezembro de 2018 a fevereiro de 2019.

Veja a lista completa das cidades brasileiras que mais cometem traição no verão:

1 – Santo André, SP
2 – São Bernardo do Campo, SP
3 – Guarulhos, SP
4 – Nova Iguaçu, RJ
5 – São Gonçalo, RJ
6- Campinas, SP
7- Porto Alegre, RS
8- Curitiba, PR
9- São Paulo, SP
10- Goiânia, GO
11- Belo Horizonte, MG
12- Recife, PE
13- Brasília
14- Rio de Janeiro, RJ
15- João Pessoa, PB

O que esse ranking significa?

A Isabella Mise, diretora de comunicação do Ashley Madison no Brasil, comenta que os paulistas podem ser considerados os mais infiéis do Brasil, com cinco cidades no ranking. Segundo ela, foi possível observar resultado semelhante na lista de usuários que se cadastraram no site durante os meses de inverno, ou seja, traição é comum em São Paulo em todas as épocas do ano.

“Certamente estamos vendo tendências entre agora e o inverno passado”, aponta a profissional. “As cidades menores ainda ocupam o topo da lista, mas também há algumas mudanças, pois estamos vendo muito mais inscrições nas cidades maiores do Brasil. Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro são três das maiores e mais populares cidades do país e estão se tornando conhecidas. A infidelidade está em ascensão”, finaliza.

Dela – IG

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. PROF. EDUARDO AGUIAR disse:

    Isso mostra que no RN se sabe trair e não dá satisfação kkkkkkkk

  2. Diogo disse:

    Dá licença, meo.

FOTOS: Cidades brasileiras têm atos contra bloqueios na educação

Foto1: Maiana Belo/G1 Bahia

Protesto contra bloqueio de verbas na Educação ocupa parte da Esplanada dos Ministérios, em Brasília — Foto 2: TV Globo/Reprodução

Protesto fecha portão da USP — Foto 3: Bruno Rocha/Fotoarena/Estadão Conteúdo

Cidades brasileiras começaram, na manhã desta quarta-feira (15), a ter manifestações contra o bloqueio de recursos para a educação anunciado pelo MEC. Os 26 estados e o Distrito Federal registraram atos pacíficos. Universidades e escolas também tiveram paralisações.

Entidades ligadas a movimentos estudantis, sociais e a partidos políticos e sindicatos convocaram a população para uma greve de um dia contra as medidas na educação anunciadas pelo governo do presidente Jair Bolsonaro.

Em abril, o Ministério da Educação divulgou que todas as universidades e institutos federais teriam bloqueio de recursos. Em maio, a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) informou sobre a suspensão da concessão de bolsas de mestrado e doutorado.

De acordo com o Ministério da Educação, o bloqueio é de 24,84% das chamadas despesas discricionárias — aquelas consideradas não obrigatórias, que incluem gastos como contas de água, luz, compra de material básico, contratação de terceirizados e realização de pesquisas.

O valor total contingenciado, considerando todas as universidades, é de R$ 1,7 bilhão, ou 3,43% do orçamento completo — incluindo despesas obrigatórias.

Em 2019, as verbas discricionárias representam 13,83% do orçamento total das universidades. Os 86,17% restantes são as chamadas verbas obrigatórias, que não serão afetadas. Elas correspondem, por exemplo, aos pagamentos de salários de professores, funcionários e das aposentadorias e pensões.

Segundo o governo federal, a queda na arrecadação obrigou a contenção de recursos. O bloqueio poderá ser reavaliado posteriormente caso a arrecadação volte a subir. O contingenciamento, apenas com despesas não obrigatórias, é um mecanismo para retardar ou deixar de executar parte da peça orçamentária devido à insuficiência de receitas e já ocorreu em outros governos.

Em entrevista ao colunista Valdo Cruz na GloboNews, o ministro interino da Economia, Marcelo Guaranys, afirmou que o contingenciamento pode ser revertido.

“Contingenciamento é um bloqueio temporário dos recursos que cada ministério tem. E, como no primeiro bimestre nós percebemos que essas receitas estavam 2% abaixo do que era o previsto, a gente precisou fazer um contingenciamento de várias pastas”, informou o interino da Economia.

“Os protestos traduzem uma preocupação que você não realize o que você espera fazer na área de educação. E a nossa ideia não é impedir que as coisas sejam feitas. Óbvio que todo mundo, se a gente não tiver receitas necessárias, a gente vai precisar fazer ajustes no orçamento, nas nossas despesas. Vamos ver onde que a gente pode cortar.”

G1

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Pronto, falei! disse:

    Queria saber onde esse povo da esquerda estava durante os últimos 30 anos. Bem como onde quando Lula e Dilma em seus governos, "cortaram" mais de 30 bilhões da educação. Vcs são doentes… É uma espécie de leseira com maucaratismo. Acordem para a vida, seus acéfalos.

  2. Nica disse:

    A arma que o povo tem, além do voto, é ir às ruas pacificamente e sem partido, reivindicar mais respeito desses governantes irresponsáveis.
    #educacaonaoemercadoria

  3. Rômulo disse:

    A queda do Bozo está vindo!

    • SHATONSOM disse:

      vai sonhando romulo, 2022 vem ai com mais BOLSONARO no rabo da petralhada

    • André Fortes disse:

      Babão é feio, mas babão de político…

    • Rindo à toa disse:

      Qdo estava amanhecendo o dia 1º de janeiro de 2022, vc acordou do seu sonho não foi SHATONSOM …
      … Sonha Alice, afinal o PresidOente ainda não contingenciou sonhar!! KKKKKKKK

Cidades brasileiras tentam impor limite máximo de carros do Uber, 99 e outros

A Câmara Municipal de Teresina (PI) aprovou um projeto de lei que restringe o número de motoristas de Uber, 99 e semelhantes: o limite é igual à quantidade de taxistas cadastrados na cidade, cerca de 2.040. O projeto ainda será avaliado pelo prefeito. Enquanto isso, Várzea Grande (MT) quer um máximo de 188 motoristas do Uber no município. Ministros do STF acreditam que projetos de lei como esses são inconstitucionais.

Em Teresina, o projeto de lei 190/2018 — conhecido como “Lei do Uber” — foi aprovado nesta terça-feira (11) em regime de urgência, recebendo 18 votos a favor, 1 contra e 1 abstenção. Ele regulamenta os aplicativos de transporte na capital do Piauí: os carros deverão ter placa da cidade (não de municípios vizinhos) e idade máxima de 8 anos.

Além disso, a quantidade de veículos atuando por aplicativo deve ser igual a de taxistas, ou aproximadamente 2.040. O projeto segue para sanção do prefeito Firmino Filho (PSDB); segundo o G1, ele deve expandir esse limite para “uma quantidade que atenda à demanda da sociedade com base nas informações das operadoras”.

“Estima-se que hoje há mais de oito mil trabalhadores atuando no transporte privado por aplicativo em Teresina”, diz o vereador Deolindo Moura (PT) ao Portal O Dia. “Se for reduzido para a mesma quantidade de táxis, serão apenas cerca de dois mil. Qual será o critério estabelecido para selecionar esse pessoal?” Ele foi o único a votar contra o projeto.

Enquanto isso, o vereador Dudu (PT) votou a favor, defendendo os taxistas: “nunca serei contra quem quer trabalhar. Mas é preciso que os direitos e deveres sejam aplicados tanto para os aplicativos quanto para os táxis”.

O Uber diz em comunicado que o projeto faz “de Teresina a única capital de toda a América Latina a decidir pela inviabilização do transporte individual privado na cidade”. A empresa prevê um aumento de 22% no valor das viagens; 40% no tempo de espera por um carro; e 65% na quantidade de viagens com tarifa dinâmica. Enquanto isso, a 99 acredita que o PL “tem caráter inconstitucional” e coloca a cidade “na contramão de todas as demais capitais do país”.

Várzea Grande menciona “concorrência desleal” do Uber
A prefeita de Várzea Grande, Lucimar Campos (DEM), enviou dois projetos de lei para a Câmara Municipal também nesta terça-feira (11). O objetivo é regulamentar o serviço de Uber e outras empresas na cidade, assim como restringir o número de motoristas.

O projeto estabelece que Várzea Grande poderá ter um motorista de aplicativo para cada 1.500 habitantes — atualmente, isso significa um máximo de 188 motoristas.

O secretário municipal Breno Gomes diz ao VG Notícias: “a concorrência dos carros de Uber com o táxi é desleal. Hoje temos 2 mil carros de Uber e 185 táxis dentro de Várzea Grande. Eles estão invadindo a área dos taxistas”. O projeto ainda não foi votado pelos vereadores.

Cidades rejeitam limite máximo de motoristas do Uber

Outras cidades tentaram impor um limite máximo de motoristas do Uber, mas voltaram atrás.

Em Recife (PE), um projeto de lei para regulamentar Uber e semelhantes estabelecia que o número de motoristas deveria ser inferior à quantidade de táxis registrados (cerca de 6.100). Em setembro de 2018, esse ponto foi rejeitado pela Câmara Municipal. No entanto, a prefeitura deverá realizar um estudo técnico daqui a um ano para avaliar o impacto do transporte via aplicativo.

Em São Paulo (SP), um projeto de 2017 queria limitar o número total de motoristas por aplicativo a 20% da frota de táxis. O PL foi proposto pelo vereador Adilson Amadeu (PTB), um dos representantes dos taxistas. Poucos dias depois, o parlamentar solicitou a retirada de seu projeto “para adaptações necessárias para posterior reapresentação”, e não retomou o assunto.

Em Curitiba (PR), uma proposição legislativa de 2017 dizia que “o número de veículos não poderá ultrapassar cinquenta por cento (50%) da frota de táxi devidamente regulamentada”. Isso foi arquivado pelas comissões da Câmara Municipal. A cidade tem 12 mil motoristas de aplicativo e cerca de 4 mil taxistas.

Em Limeira (SP), a Câmara promulgou no final de 2017 uma lei que permitia apenas 100 motoristas de aplicativo na cidade. A ideia era “proporcionar um equilíbrio de todos os meios de transportes do município”, segundo a prefeitura. A lei foi revogada alguns meses depois, por conflitar com a legislação federal sancionada por Michel Temer. Há um novo projeto para regulamentar o transporte por app na cidade, que não estabelece mais um limite de motoristas.

Em Campo Grande (MS), a prefeitura tentou impor um limite máximo de 200 motoristas de Uber. Ela cedeu um pouco, e aumentou a restrição para 490 alvarás. No fim, a regulamentação municipal foi aprovada sem estabelecer um número máximo de motoristas. Estima-se que mais de mil pessoas oferecem o serviço de Uber na cidade.

Ministros do STF veem limite como inconstitucional

Pelo menos dois ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) acreditam que um limite máximo de motoristas é inconstitucional. Para Luís Roberto Barroso e Luiz Fux, a lei municipal não pode restringir a atividade econômica de transporte remunerado via aplicativo. A corte suprema está realizando um julgamento sobre apps como Uber e 99.

O ministro Luís Roberto Barroso disse na última quinta-feira (6) que os municípios não podem criar barreiras de entrada para motoristas. Além disso, eles devem garantir os princípios da livre concorrência: “é contrário a esse regime de livre competição a criação de reservas de mercado em favor de atores econômicos já estabelecidos – os táxis — com o propósito simples de afastar o impacto gerado pela inovação no setor”.

Além disso, Barroso nota que os municípios não podem tomar medidas anticoncorrenciais contra o transporte privado, “como restrições de entrada ou controle de preço”. Ele completa: “cabe ao serviço de táxi promover a qualificação de sua atuação para que se mantenha atrativo ao consumidor, não se identificando fundamento para a instituição de reservas de mercado”.

Para Fux, restringir serviços como o Uber fere a livre iniciativa e a liberdade de profissão, que são considerados direitos fundamentais. “Mesmo que os serviços de compartilhamento de corridas gerassem impacto negativo no trânsito e na expansão das cidades… não haveria espaço para a medida proibitiva do exercício de liberdades constitucionalmente asseguradas”, ele escreve na decisão.

Tecnoblog

 

FOTO E VÍDEO: Após EUA e Reino Unido, ‘palhaços sinistros’ são vistos em cidades brasileiras

Depois de aparições de palhaços nos Estados Unidos e no Reino Unido, circulam nas redes sociais fotos e vídeos de supostos flagrantes de pessoas fantasiadas em algumas cidades do Brasil e da Austrália. Enquanto alguns internautas se espantam, outros mais céticos tiram sarro e duvidam da veracidade das fotos. As imagens mostrariam flagrantes nas ruas de São Paulo, Suzano, Poá, Mogi das Cruzes e Arujá, além do Rio de Janeiro e de Goiânia.

“Por volta de 01:37 da madrugada eu decidi botar o carro na garagem e me deparei com essa cena no Jardim Primavera, bairro do Bom Retiro. Cuidado, é real!”, escreveu um internauta em vídeo sobre um suposto palhaço andando pelas ruas de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.

A página Suzano Hoje publicou na noite desta segunda-feira, 11, que já recebia “algumas mensagens de pessoas mandando fotos de palhaços, afirmando que foram vistos aqui na região”. “Será que ninguém percebe que é montagem?”, rebateu um usuário em um comentário no perfil.

1476203068512Confira vídeo em texto na íntegra aqui

Procurada pela reportagem do Estado por possíveis denúncias sobre esses casos, a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo afirmou que não foi notificada sobre nenhum incidente.

Austrália. Motivada por publicações em redes sociais sobre palhaços em três Estados australianos, a polícia da região do sudeste de Sydney soltou um comunicado alertando os moradores sobre possíveis aparições na última semana. No domingo, 9, a polícia da Austrália Ocidental, maior Estado do país, prendeu uma pessoa de 19 anos acusado de assustar moradores com uma fantasia.

“Há a possibilidade de retaliação ou as pessoas poderiam ficar gravemente feridas ou morrerem na tentativa de fuga. Não sabemos também se a pessoa possui alguma condição física ou psicológica que pode desencadear um efeito desastroso. Não há absolutamente nada de engraçado em assustar as pessoas e usar o medo para fazer isso”, respondeu Tara Norton, inspetora da polícia do subúrbio de Campbelltown ao jornal regional Mcarthur Chronicle.

EUA e Inglaterra. O primeiro caso ocorreu em Greenville, na Carolina do Sul, em agosto. Na ocasião, os fantasiados estariam convidando crianças para bosques da cidade culminando até em investigação policial. Desde então, mais de 20 Estados norte-americanos já registraram aparições de palhaços, entre denúncias sérias e brincadeiras. Em 3 de setembro, o Merrimack College, escola em Massachusetts, a 48 quilômetros de Boston, foi fechada por cum trote de que um palhaço armado rondava o local. Além deste, outros três colégios tiveram as aulas suspensas por supostos palhaços.

Em Nova York, um jovem de 16 anos foi perseguido por um palhaço com uma faca de cozinha na saída de uma estação de metrô, na últim quarta-feira, 5. Segundo a polícia local, antes de correr atrás do garoto, o personagem impedia que as pessoas deixassem o vagão nas paradas.

Na Inglaterra, autoridades policiais de diversas regiões também soltaram comunicados de que prenderão pessoas que forem flagradas assustando outras com máscaras de palhaço. Nessa linha, duas jovens foram detidas em Stanford-le-Hope, no condado de Essex, sudeste inglês, acusadas de aterrorizarem moradores locais.

Estadão

Veja cidades brasileiras que têm mais eleitores do que habitantes

29-07-2014 - São Paulo - Brasil - Eleitor segura o titulo eleitoral. O eleitorado brasileiro cresceu 5,17% nos últimos quatro anos, saltando de 135.804.433 votantes, em 2010, para 142.822.046 eleitores, divulgou hoje (29) o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Foto: Rafael Neddermeyer/ Fotos Públicas
29-07-2014 – São Paulo – Brasil – Eleitor segura o titulo eleitoral. O eleitorado brasileiro cresceu 5,17% nos últimos quatro anos, saltando de 135.804.433 votantes, em 2010, para 142.822.046 eleitores, divulgou hoje (29) o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Foto: Rafael Neddermeyer/ Fotos Públicas

Rafael Neddermeyer/Fotos Públicas

No Brasil, podem ser eleitores as pessoas com mais de 16 anos. Entre os 16 e os 18 anos, o voto é facultativo — assim como para os maiores de 70 anos. Em resumo, uma cidade dificilmente terá a sua totalidade de moradores votantes, já que há uma fatia considerável de crianças e adolescentes que não votam.

Ainda assim, como é possível que algumas cidades tenham mais eleitores do que habitantes?

A reportagem do R7 fez um levantamento com os dados da população brasileira disponibilizados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) e dados do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) do eleitorado brasileiro, que revelou que 11 das dezessete menores cidades do Brasil tem mais eleitores que habitantes

São cidades entre 800 e 1.500 habitantes, espalhadas em diversos Estados do País. Em Serra da Saudade (MG), por exemplo, a menor cidade do País, há apenas 818 habitantes. O município mineiro, porém, conta com 1.105 eleitores cadastrados no TSE.

Em Oliveira de Fátima (TO), a cidade possui a metade do número de habitantes a mais em títulos de eleitores ativos. São 1.729 documentos eleitorais contra 1.098 moradores no município.

Segundo especialistas ouvidos pelo R7, essa discrepância não significaria fraude. Muitos habitantes saem de suas cidades e acabam esquecendo de transferir os títulos eleitorais. Em outros casos, as pessoas mudam o título eleitoral para um local mais próximo de onde costumam conviver, causando esta mudança nos números.

Um exemplo disso é o caso de José Luiz Datena, possível candidato à Prefeitura de São Paulo em 2016. O apresentador possuía o títu

Veja cidades que possuem mais eleitores que habitantes. Muitos eleitores acabam morando em outro município e não transferem o título de eleitor

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Fonte: IBGE e TSE

R7