Infecção anterior por coronavírus oferece menos proteção contra nova variante

Foto: Reuters

Infecções anteriores com coronavírus podem oferecer menos proteção contra a nova variante inicialmente identificada na África do Sul, afirmaram cientistas, nesta segunda-feira, embora esperem que as vacinas desenvolvidas ainda funcionem.

Estudos também descobriram que a nova variante se liga com mais força e prontidão às células humanas. Isso ajuda a explicar por que parece estar se espalhando aproximadamente 50% mais rápido do que as versões anteriores, disse o importante epidemiologista sul-africano Salim Abdool Karim.

A variante 501Y.V2 foi identificada por especialistas sul-africanos em genômica no final do ano passado. Ela levou as infecções locais por Covid-19 a um novo pico diário acima de 21.000 casos no início deste mês.

É uma das muitas novas variantes descobertas nos últimos meses, incluindo as encontradas inicialmente na Inglaterra e no Brasil, que deixaram cientistas preocupado que estivessem acelerando a disseminação da Covid-19.

“Estudos de soro convalescente sugerem que os anticorpos naturais são menos efetivos”, disse Abdool Karim, introduzindo a pesquisa, “(mas) dados atuais indicam que a nova variante não é mais severa”.

Cientistas e políticos britânicos expressaram preocupação de que as vacinas atualmente em uso ou em desenvolvimento possam ser menos eficazes contra a variante.

Especialistas falando com um painel virtual na segunda-feira disseram que ainda não havia uma resposta clara à essa pergunta e que os estudos estão em andamento.

Mais cedo, especialistas sul-africanos afirmaram que, uma vez que as vacinas induzem uma ampla resposta imunológica, é improvável que as mutações na proteína spike anulem completamente o efeito.

CNN Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. José Macedo disse:

    A primeira variante do vírus que apareceu foi na Inglaterra logo após a aplicação da vacina, agora passaram para a África e irão esquecer a variante da Inglaterra. Estão querendo encobrir o que fazendo isso?

Campeonato Carioca 2021 terá turno único e menos datas

Foto Gilvan de Souza / Agencia O Dia

Em reunião presencial, na sede da Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro, nesta tarde de segunda-feira, os clubes decidiram mudanças na fórmula do Campeonato Carioca de 2021 – que também é válida para a edição de 2022 do estadual.

Serão 12 participantes na fase principal. Serão 11 rodadas com todos se enfrentando – sistema de pontos corridos, com os quatro primeiros classificados fazendo semifinais e depois finais – em duas partidas cada – para a disputa do título de campeão carioca de 2021.

O campeão da Taça Guanabara vai ser o time que somar mais pontos nas 11 rodadas iniciais – a Taça Rio fica numa disputa à parte entre os que ficarem de 5º ao 8º lugar.

A fase preliminar começa no dia 16 de janeiro e vai até 25 de fevereiro. Seis equipes participam desta etapa – Cabofriense, Friburguense, Americano, America e os dois classificados no B1, no fim deste ano, o campeão Nova Iguaçu e o vice Sampaio Correa. Apenas um time se classifica para a fase principal do Carioca 2021.

A Ferj contratou consultoria de Marcelo Campos Pinto, ex-executivo de esportes da TV Globo, que fez reuniões com os dirigentes nas últimas semanas.

Representante da Lusa com Covid-19

A reunião teve alguns desfalques. O presidente do Madureira, Elias Duba, que é do grupo de risco, não foi e deixou o presidente do Volta Redonda, Flavio Horta, como representante.

A Ferj fez exames de Covid-19 na porta para evitar a entrada de pessoas com suspeita ou diagnosticadas com o vírus. O vice-presidente da Portuguesa, João Rego, deu positivo e não entrou. O presidente da Lusa da Ilha, Marcelo Barros, está em fim de quarentena e também não foi.

Globo Esporte

RN vive aumento de casos, mas não de óbitos por Covid, diz Sesap

Foto: Getty Images via BBC

Nesta sexta-feira(04), em meio a uma semana que voltou a ligar o sinal de alerta da população com o novo coronavírus, a Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap) confirmou que o Rio Grande do Norte vive um aumento na quantidade de casos de Covid-19, mas que esta situação ainda não se repete no número de óbitos.

“Vivenciamos no Estado do Rio Grande do Norte uma situação de aumento de casos, o que se repercute já na rede assistencial do ponto de vista de aumento de taxa de ocupação. Contudo, diante de todo o investimento e esforço, isso não vem impactando em relação aos óbitos”, disse Maura Sobreira, secretária adjunta da Sesap, de acordo com a Tribuna do Norte.

O Rio Grande do Norte totaliza nesta sexta-feira(04) 97.098 casos confirmados de covid, com 2.715 óbitos, sendo que em investigação estão 405. Casos suspeitos somam 44.842 e descartados são 234.874. Recuperados são 48.821.

Com acréscimo de informações de Grande Ponto e Tribuna do Norte

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Calígula disse:

    Será que o Governo do Estado quer bater a meta estabelecida pelo secretário de saúde no início da Pandemia?

    • luciano disse:

      11.378 mortos até 15 de maio, faltam uns 8.700 mortos para atingir a meta

  2. Ze mane disse:

    Quero saber se nao tem que adorcer pri.eiro pra depois ir a obito, tem cada inteligência no comando, tamo reado

  3. Bozó disse:

    Tá massa!

    Mas para morrer tem que pegar antes né??? Então….

Pacto Federativo: proposta de Guedes pode extinguir 1.217 cidades brasileiras com menos de 5 mil habitantes; sete em cada dez desse porte têm mais de 50% das receitas compostas por repasses do FPM

Foto: Andressa Anholete/Getty Images

Um ponto polêmico presente na proposta do Pacto Federativo, proposto pelo governo federal, compreende a ideia de extinguir municípios para desafogar os orçamentos de estados e municípios. A ideia que matuta na cabeça do ministro da Economia, Paulo Guedes, envolve a união de municípios com menos de 5 mil habitantes e ostensivamente dependentes de repasses da União. Segundo um levantamento do site Virtu News, o Brasil tem 1.217 municípios que poderiam deixar de existir até 2025. A redução representaria o fim de 2.434 cargos de prefeito e vice-prefeito, além de uma redução nos números de vereadores – seriam extintos quase 11 mil cargos, dos quase 55 mil hoje no país como um todo – e de funcionários municipais (mais de 30 mil cargos seriam fechados). Essas cidades têm em comum a baixa população e a baixa arrecadação de impostos próprios, responsáveis por menos de 10% da receita total.

O levantamento foi feito com base em dados do Tesouro Nacional e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o IBGE. Constatou-se que praticamente sete em cada dez cidades desse porte têm mais de 50% das receitas compostas por repasses do Fundo de Participação dos Municípios, o FPM. Segundo o levantamento, esses micromunicípios são, em geral, mais ricos que as pequenas e médias cidades. As cidades com menos de 5 mil habitantes abrigam cerca de 2% da população brasileira apenas, mas controlam 10% do FPM. No ano passado, o FPM transferiu 93,4 bilhões de reais – dos quais 37% foram para municípios com 15% da população brasileira. As cidades com 26% dos habitantes do país ficaram com uma fatia menor dos recursos, ou 18% da dinheirama. As cidadelas receberam, em média, 2.408 reais por pessoa. Os municípios de 500 mil a 1 milhão de habitantes, por sua vez, receberam 177 reais por habitante.

Na distribuição per capita desses recursos, de acordo com os dados analisados, as cinco cidades que contaram com maiores parcelas têm menos de 1,5 mil habitantes cada. São elas Serra da Saudade (MG), Borá (SP), Engenho Velho (RS), Cedro do Abaeté (MG) e Araguainha (MT). Dentre elas, Serra da Saudade recebeu 10 mil reais por habitante em sua cota no FPM, aponta o Virtu News. Nos municípios com até 5 mil pessoas, os repasses do FPM correspondem a 55% receita corrente do município. O levantamento mostra ainda que a Receita Corrente Líquida — a soma de receitas tributárias, contribuições, transferências correntes e outras — per capita média de municípios de até 5 mil habitantes é de 5 mil reais, contra média inferior a 3 mil reais das cidades de 20 mil a 50 mil pessoas. Desde 1990, foram criados 1.079 municípios, um aumento de 24%, e as cidades de até 5 mil habitantes, que eram 16% até então, passaram a representar 23% do total em 2010.

Veja

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. aof disse:

    Otima ideia. Mas não passa no Congresso. O Congresso gosta de gastar, não de poupar.

  2. Neto disse:

    Tá correto!!
    E tem que começar por algumas que eventualmente seja governado pelo PT, essas o estrago com o dinheiro público é imensurável.
    Rsrsrs
    Fora os ladrões!!

  3. João Macena disse:

    Certo. Certíssimo! Cabe a nós, cidadãos conscientes, pressionar os nobres deputados e senadores. João Macena.

  4. Santos disse:

    Taí… se conseguir, até eu voto para a reeleição, do doido, pode ser o que for!
    Quero vê agora o bolsonaristas que gostam de mamar nas tetinhas dos municipios apoiar!
    Eu apoio em gênero, número e grau.
    Onde será a primeira manifestação à favor do governo e desse projeto? Tô dentro.

  5. Ilson disse:

    Foi uma farra o que esses políticos fizeram com dinheiro público. Cada município sem futuro desse representa mais gastos com uma prefeitura e seus diversos órgãos, câmara de vereadores e mais corrupção. Agora receita e riqueza que é bom nada, só se vier do governo estadual ou federal, essas pragas não cobram nem IPTU.

  6. jose lucio de azevedo disse:

    Se os governos anteriores tivesse feito isso e parasse com as corrupções, (que era praxe nos governos da esquerda maldita, e Sarney, Collor, e outros) o Brasil não estaria com essa situação.

  7. Lúcia Vasconcelos disse:

    Bravo! Chega de sustentarmos cidades inviáveis!

  8. Lucas disse:

    Excelente notícia, pena que nao passa no Congresso, valeu Mito.

  9. Antidio disse:

    Está correto, a grande maioria dessas cidades são políticas,
    Acho que a cidade que não tem condição de andar com suas próprias pernas não era para existir.
    Olhe a extrusora de uma cidada dessa uma ruma de funcionário,
    Não sei quantos veriadorrs, secretários etc. Prefeito você etc
    Isso e chamado cidade de primeira passa a segunda já sai dela.

  10. Josué disse:

    Paulo Guedes deveria propor acabar com essa farra de fundo eleitoral.
    PR Bolsonaro, deu um jeito nos sindicatos, tá passando da hora de fazer o mesmo com essa danação de partidos políticos.
    Isso é uma vergonha.
    Imoral!!!

  11. Pixuleco disse:

    Tá certo!!
    O governo é corajoso.
    Vamos embutir no município mãe e ponto final.

  12. Edison Cunha disse:

    Perfeito!
    Vamos dobrar a meta e extinguir pelo menos 2.434 municípios.

  13. Montesquieu disse:

    Certíssimo! Próxima pauta pfvr

  14. Antonio Turci disse:

    Esta medida pode até ser impopular para aqueles que só vêm seus interesses, mas é extremamente necessária para ajudar o equilíbrio econômico do Brasil. Se o município não pode arcar mimimamente com suas despesas, tem que baixar a "cabeça" resignar-se e voltar ao status anterior.

  15. Eduardo Lemos disse:

    Uma ideia genial do ministro Paulo Guedes e sua equipe. Pena que nosso congresso não se importa com o bem comum do nosso país.

  16. Vaqueiro Biden disse:

    O gado 🐄 véio quando lê uma notícia como essa, fica com o juízo pegando fogo 🔥, a moleira já tá calejada do açoite, de dia e de noite…

    • Brasil disse:

      Vagabundo …só fala escreve MERDA , você , semi analfabeto, nunca saiu do nordeste , vem opinar em eleições AMERICANAS, vagabundo , vá morar na Venezuela, esqueci 🤦🏼‍♂️Vocês adoram comunismo, mas na primeira oportunidade de roubar , visitam a AMÉRICA …cala a boca VAGABUNDO

    • Rodrigo disse:

      Canalha, mesmo com propostas positivas ainda fica tentando inutilmente minimizar o enorme passo dado pra consolidar o gigantismo da nossa nação.

    • Jailson disse:

      Kkkkkkkkkkkkkkkkkkk
      O gado tá apanhando na cara todo dia!
      Todo dia é uma passada de pano diferente

    • Abatedor Legal disse:

      Sentindo falta da corrupção??
      Imagino sua abstinência com a falta de notícias de corrupção no governo, do financiamento de países com ditador, com ex ministros da casa Civil condenados, com a falência da Petrobras e correios… É chato né, faltam notícias que vocês adoram. Vai reclamando aí para não bater o desespero.

    • Paulo disse:

      O comuna vírus deixa o sujeito fraco das ideias.
      Não diz coisa com coisa.
      É infectado todos os dias pelos líderes da seita.
      Inventa nicks, cria situações fantasiosas, ofende pessoas de bem.
      Tudo em nome da doença.

  17. Raimundo disse:

    Sou favorável

  18. Brasil disse:

    Guedes para PRESIDENTE….cidades sem a menor chance de ser município, só para gastar com esses PARASITAS , prefeitos, você, secretários e uma ruma de vereadores… PARABÉNS

  19. Luciano disse:

    Isso tá certíssimo! O problema que os ladrões do congresso não vão aprovar.

  20. Ade disse:

    Certíssimo

‘Fazemos mais com menos’, diz Bolsonaro ao inaugurar obra no MA

Foto: Reprodução/Facebook

O presidente Jair Bolsonaro visitou nesta quinta-feira (29) obras realizadas pelo governo federal na rodovia BR-135, na região de São Luís, capital do Maranhão. A estrada é o único acesso rodoviário à cidade, e terá um trecho de 11 km restaurados até o fim do ano com investimento de R$ 42 milhões. Um trecho de 3,7 km entre São Luís e Bacabeira foi concluído e inaugurado nesta quinta.

O presidente discursou à população presente e afirmou que o governo federal está fazendo mais com menos recursos. “Agradeço a Deus pelo trabalho. O Maranhão tem tudo para despontar como um dos estados mais pujantes no futuro. Estamos fazendo mais com menos”, disse.

A obra é realizada pelo DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes) e conta com a participação do Exército Brasileiro.

O presidente compareceu ao estado acompanhado de deputados e senadores pelo Maranhão e dos ministros de Estado Tarcísio Freitas, da Infraestrutura, Fábio Faria, da Comunicação, e Luiz Eduardo Ramos, da Secretaria de Governo.

O ministro Tarcísio Freitas afirmou que a infraestrutura do Maranhão está sendo “transformada”. Ele citou a duplicação da BR-135 até Miranda do Norte, a pavimentação da BR-226 e a recuperação da BR-222, e os R$ 2,8 bilhões de investimento na ferrovia dos Carajás nos próximos anos.

Chegada

O presidente Jair Bolsonaro foi ovacionado por uma multidão de apoiadores durante chegada em São Luís, no Maranhão, na manhã desta quinta.

Sem o uso de máscara e com aglomeração, o presidente chegou aos gritos de “mito” e “uh, é Bolsonaro”.

R7

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. José Macedo disse:

    O ministro Tarciso e equipe estão de parabéns, estão fazendo obras de infraestrutura em aeroportos, portos e estradas não para aparecer e sim para uma escoacão melhor para transporte de mercadorias , agronegócios e o vai e vem da população entre as cidades.
    E aguardem, até ao final do mandato pela primeira vez na história do Brasil poderemos ir de norte a Sul pelas estradas.
    Podem chamar de populismo, mas o país com o JB no comando vai mudar da água para o vinho, mesmo com toda torcida contra dos comunistas antipatriotas e as midiaslixo.

  2. Santos disse:

    A dívida pública e a venda das reservas que o digam!
    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  3. Carrapato disse:

    DNIT rouba em qualquer governo. Quem entende disso é João Maia.

  4. Santos disse:

    BG, nenhuma notinha de rodapé sobre a fala do seu menino sobre o povo maranhense?

  5. Cidadão disse:

    O pessoal que endeusa Bolsonaro, só tem um argumento. PT roubou!
    Certo que o PT roubou, mais será que foi só ele, mais ninguém. Esse governo que só não assinou o decreto que iria dispensa da igreja evangélica pagar mais de 1 bilhão e meio, isso não e um roubo. Quem iria pagar esse rombo, a população. Pelo amor de deus, o povo do bolsonaro deveria ter outros argumentos, tudo e PT.

  6. O Carro do Chocolate disse:

    O véi Bolsonaro veio a Ipanguaçu aqui no RN inaugurar um poço artesiano….KKKKKKK, pura populismo e politicagem, agora o economia do RN vai decolar….

  7. Cabo Silva disse:

    Fabio Faria é ministro da PROPAGANDA.

  8. Mendes disse:

    Além de melhor presidente que o Brasil já teve, também o mais PREPARADO e mais EDUCAÇÃO e o que fala melhor nos encontro a onde é chamado 👏👏👏 pense em um Homi curto ou culto .

  9. Patriota disse:

    De fato. É o governo que mais fez merda em um período de tempo muito curto. Tá certo.

  10. . ZN. Natal RN. disse:

    Disparado o melhor presidente que o Brasil já teve.
    O Maranhão merece, um estado extremamente rico, condenado a miséria por causa dos Sarney, e esse comunista.
    Viva o Maranhão!!!
    Viva o nossa presidente!!
    Mito 2022!!
    Não tem pra ninguém, só um doido esquerdistas não reconhece um governo que faz mais com menos.
    Os ratos vai desaparecer.
    Bolsonaro de novo, pela vontade do povo.
    Agora vai!!!

  11. Chico 100 disse:

    O povo se apega a cada " ruma de merda ", como diz o maranhense. Kkkkkk

    • Chico 200 disse:

      É verdade, a grande prova disso é o Sr. Ser apegado ao maior ladrão do Brasil, Lula ladrão.

  12. Zanoni disse:

    E faz mesmo. Só para manter o pasto para o gado já é um trabalhão.

Governo passa a permitir que empresas recontratem funcionários demitidos há menos de 90 dias

Foto: Reprodução

O Ministério da Economia editou, nesta terça-feira, uma portaria que permite que as empresas recontratem um mesmo empregado demitido num prazo inferior a 90 dias da data da rescisão contratual.

Atualmente, isso é vedado pela portaria 384, publicada há 28 anos pelo extinto Ministério do Trabalho. Agora, a recontratação do mesmo funcionário no prazo de até 90 dias da rescisão será permitida até 31 de dezembro deste ano, quando encerra o período de calamidade pública decorrente do novo coronavírus.

Nesta terça-feira, o governo também permitiu a prorrogação da suspensão de contrato previsto pela MP 936.

A portaria exige, porém, que o empregador mantenha os mesmos termos do contrato rescindido. A mudança nos termos só será permitida se houver previsão em negociação coletiva. Ou seja, será preciso manter o salário, desde que a redução não esteja prevista em acordo coletivo.

Os efeitos da medida do governo retroage ao dia 20 de março, quando teve início a calamidade pública. Com isso, quem foi demitido a partir dessa data poderá ser contratado.

“Durante o estado de calamidade pública, não se presumirá fraudulenta a rescisão de contrato de trabalho sem justa causa seguida de recontratação dentro dos noventa dias subsequentes à data em que formalmente a rescisão se operou, desde que mantidos os mesmos termos do contrato rescindido”, diz a portaria.

A medida publicada nesta terça visa facilitar a readmissão de trabalhadores em um momento de alta de demissões, por conta da pandemia do novo coronavírus.

Entre março e maio deste ano, números foram fechadas 1,487 milhão de vagas com careira assinada, segundo o Ministério da Economia.

Editada em 1992, a portaria que impede a recontratação tem como objetivo evitar fraudes no FGTS, como acertos entre empregadores e trabalhadores só para retirar o saldo do Fundo e facilitar o recebimento do seguro-desemprego.

Representantes do Conselho Curador do FGTS alegam, contudo, que a medida poderia ser revogada para facilitar as contratações e além disso, a legislação vigente tem travas que inibem as fraudes.

Em 2015, o governo restringiu o acesso ao seguro-desemprego. Além disso, a reforma trabalhista passou a prever a demissão acordada entre empregados e trabalhadores.

O Globo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Santos disse:

    Pagando igual? Ou pagando menos?

Brasil reduziu taxa de reprodução do novo coronavírus a menos da metade, mostra estudo

Foto: Amanda Perobelli – 6.mai.2020/Reuters

O Brasil conseguiu reduzir a sua taxa de reprodução do coronavírus para menos da metade desde o início da pandemia. Em fevereiro, quando foi registrado o primeiro caso no país, uma pessoa que contraísse a doença a transmitia para outras 3,5 na média. Hoje, o número está em 1,4. Em São Paulo, esse índice é menor, de 1,3.

Essa é uma das conclusões de um estudo feito pelo físico nuclear Rubens Lichtenthaler Filho, da Universidade de São Paulo, e do médico Daniel Lichtenthaler. O levantamento foi feito com base nos números oficiais divulgados pelo Ministério da Saúde. “Ficou claro que a política de distanciamento social é essencial para reduzir o número total de casos e controlar a epidemia”, diz o estudo.

“É consequência dessas medidas de afastamento social que foram tomadas. Mas ainda é pouco. Em termos de epidemia, o número tem que ficar abaixo de um. Ao olharmos os dados da Alemanha, por exemplo, está em 0,8. Lá eles conseguem controlar. E aqui o número de casos ainda está crescendo”, diz um dos autores do estudo, Rubens Lichtentaler, do departamento de Física Nuclear da USP. O estudo ainda é um manuscrito (pré-print), que ainda não passou por revisão de pares.

O levantamento aponta que um relaxamento nas medidas de isolamento aumentará essa taxa de reprodução de forma “imprevisível”, apontando que tais mudanças para o retorno da atividade econômica e social devem ocorrer de forma “gradual”, mantendo o monitoramento das curvas da epidemia.

O estudo também defende que sejam feitas pesquisas amostrais com a população para determinar a quantidade de pessoas com a doença, como forma de determinar em que momento da epidemia o país está e a que distância do pico. Se não houver conhecimento de quantos estão realmente infectados, ficaria muito difícil de fazer previsões confiáveis sobre controle do novo coronavírus, diz o texto.

Os pesquisadores defendem que o lockdown é uma forma de reduzir essa taxa para abaixo de 1, e que tal decisão deve ser tomada a partir da análise de dados de cada cidade ou comunidade. O governo federal é contrário a essa medida e tem defendido, inclusive, o relaxamento das políticas atuais de isolamento social.

Em São Paulo, estado com mais casos, o governador João Doria (PSDB) já afirmou que havia a possibilidade, mas ainda não decidiu nada a respeito. Alguns municípios no país já adotaram a política de lockdown. Segundo levantamento da CNN, a medida já vale em São Gonçalo e Campos (RJ), Belém e outras 16 cidades do Pará, Fortaleza (CE), Recife e outras 4 cidades de Pernambuco, três cidades na Bahia, três no Paraná, em todo o estado do Amapá e em 4 municípios do Amazonas.

De acordo com os dados mais recentes do Ministério da Saúde, às 18h deste domingo, o Brasil tinha 347,3 mil casos confirmados de coronavírus e 22.013 mortes. É o segundo no mundo em número de casos, atrás apenas dos Estados Unidos, e o sexto no mundo em mortes, atrás de EUA, Reino Unido, Itália, Espanha e França.

CNN Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Richard Medeiros disse:

    BG, quando dispor de Estudos , por favour, dispor no link do referido ou o mesmo em PDF, se puder, um abraço

Coronavírus: 10% dos mortos no Brasil têm menos de 60 anos

Agente funerário carrega caixão de pessoa morta pelo Covid-19 Foto: SUSANA VERA/Reuters

O Brasil ainda não possui um estudo epidemiológico detalhado para ilustrar o perfil da Covid-19, mas dados preliminares indicam que a porcentagem de jovens e adultos mortos no país é maior do que na China, apesar de a letalidade ser comprovadamente maior entre idosos.

Segundo informe de ontem à noite do Ministério da Saúde, 20 de um total de 201 (10%) mortes causadas pelo novo coronavírus até agora não ocorreram em idosos, mas sim em pacientes abaixo dos 60 anos. Sete deles (4%) tinham menos de 40 anos de idade. Entre os pacientes chineses, a parcela de óbitos não foi tão grande entre os menores de 60 anos (6%) e de 40 anos (3%).

Ainda não se sabe se essa diferença se deve a alguma falha na notificação de todos os casos, e o governo brasileiro diz esperar que a doença se comporte como se viu em outros países.

— Entre os jovens, teremos casos assimétricos, casos que precisarão de internação, mas o número de óbitos é baixo. Estatisticamente, a gente acha que vai seguir o que se viu na China, na Itália, em outros lugares — afirmou ontem o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta.

Há médicos que não estão tão tranquilos com relação à população jovem. O diretor da Sociedade Brasileira de Infectologia, Marcos Cyrillo, afirma que, embora entre os 12 e os 45 anos as pessoas estejam no auge da sua imunidade, “há muitas variáveis” no recorte etário da doença.

— Várias condições interferem para o desfecho, como carga viral, hábitos de vida. O jovem pode não ter doenças de base, mas ter comportamento de risco, envolvendo cigarro, bebida e má alimentação — diz o infectologista.

— Não nos contaram tudo sobre esse vírus — afirmou ontem à TV Globo o secretário estadual de Saúde do Rio, Edmar Santos. — A segunda faixa que mais se interna é a de 30 a 39 anos.

Entre os casos que acenderam o alerta em jovens está o de uma mulher de 32 anos que morreu ontem no Rio de Janeiro. Na segunda-feira, um homem de 43 anos morreu no Amazonas.

Imunidade

As pessoas acima dos 60 anos ainda são o grupo de maior risco para óbito, pois nessa faixa etária o sistema imunológico perde o vigor para combater infecções.

— Porém, indivíduos de todas as idades podem ficar doentes, ter formas graves da infecção pelo novo coronavírus e serem hospitalizadas, com possibilidade de morrerem — diz Leonardo Weissmann, consultor da Sociedade Brasileira de Infectologia em São Paulo.

A evolução das infecções entre jovens tem mostrado que grande parte vai passar sem sintomas graves. Mas, pela alta exposição de pessoas nessa faixa etária, explicam especialistas, não será tão raro que algumas tenham complicações graves.

— Temos hoje jovens extremamente estressados do ponto de vista pessoal, profissional, sem alimentação adequada. E esses fatores também impactam no sistema imune quando nos deparamos com um vírus que desencadeia um quadro inflamatório absurdo nos pacientes — afirma a infectologista Rosana Richtmann, do Hospital Emílio Ribas.

Em São Paulo, o grupo de pessoas entre 20 e 59 anos representa cerca de 70% dos casos confirmados de infecção. E cerca de 40% do total é de jovens entre 20 e 39 anos. A porcentagem cai quando observada a letalidade. Doze de 136 mortes no estado foram de menores de 60 anos — cinco óbitos foram de menores de 40 anos.

Nem sempre o agravamento do quadro da Covid-19 entre jovens está ligado a doenças de base.

(mais…)

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Francisco disse:

    A Manchete deveria ser: 90% dos mortos de coronavírus no Brasil tem mais de 60 anos!

CORONAVÍRUS: Na Itália, 500 infectados em menos de 24 horas

Foto: Reprodução

O Antagonista destaca na tarde desta segunda-feira(02) que na Itália, 566 pessoas foram diagnosticadas com o novo coronavírus nas últimas horas. No total, há 2.036 contaminados e 52 mortos (11 a mais do que ontem).

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Flavia disse:

    Triste realidade, Daqui a uns dias aqui nao sera diferente com as portas abertas para todos…

Motoristas em carros mais caros param menos para pessoas atravessarem a rua, mostrou estudo

Uma pesquisa realizada nos Estados Unidos concluiu que cada mil dólares a mais no valor do veículo, a chance do motorista dar passagem diminui em 3%. Foto: Unsplash

Quem nunca quis atravessar a rua mas teve que esperar um carro parar e dar passagem? Um estudo da Universidade de Nevada buscou entender o que está por trás desse processo do dia a dia, e encontrou dados que mostram que donos de carros mais caros param menos para pedestres atravessarem a rua.

A pesquisa, realizada em 2016 e publicada em 2020, envolveu 461 motoristas e monitorou as tentativas de atravessar a rua feitas por quatro pessoas, um homem e uma mulher brancos e um homem e uma mulher negros. Ela foi feita em duas ruas de Las Vegas, nos Estados Unidos, e todos atravessaram sempre na faixa de pedestres.

Os dados coletados pelos pesquisadores mostraram que, a cada mil dólares de aumento no valor do carro, havia uma redução de 3% na chance do motorista parar o veículo e dar passagem.

Outro elemento que os pesquisadores Courtney Coughenour, James Abelar, Jennifer Pharr, Lung-Chang Chien e Ashok Singh encontraram foi que os motoristas pararam mais para mulheres e para brancos do que para homens ou negros.

Porém, segundo os cientistas, a variação entre os grupos não foi grande o suficiente para ser um dado relevante. Os números divulgados mostraram que 31% dos motoristas pararam para mulheres, 24% para homens, 25% para negros e 31% para brancos.

Os pesquisadores também destacaram que, apesar de todos os fatores levantados, o número geral de motoristas que pararam para pessoas atravessarem a rua já foi baixo: apenas 28%, ou seja, 129 motoristas, realizaram o ato.

Emais – Estadão

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Gustavo disse:

    Uma elite econômica sem formação ética e moral, sem respeito a vida humana ou a qualquer outra forma de vida. Uns arrogantes que infestam as ruas, meninos mimados e homens sem alma, que passam por cima de qualquer um pra conseguirem o querem. Não respeitam limites de velocidade, local pra estacionar, sinal fechado, retornos autorizados, filas, sonegam impostos, fazem caixa dois, vivem muitas vezes de ostentação, consumismo e aparências. Bando de Parasitas que se alimentam do trabalho, sangue e suor da classe mais pobre e trabalhadora.
    E ainda tem gente que adora esse povo da "Casa Grande", mesmo sendo da Senzala, adotando seus valores e princípios, e como verdadeiros Capitães do Mato, vivem atacando os seus iguais ou os irmãos menores, mais fracos e vulneráveis.
    Quando vamos aprender que o que torna os homens Nobres é o seu espírito de Humildade, Educação, Paz e solidariedade com os mais necessitados?

  2. CURITIBA JA disse:

    VIROU DOENÇA, A PTRALHADA ESTAR TODA INFECTADAKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

  3. Sérgio disse:

    Nenhuma novidade nisso. Os bossais compram um carrão e dentro dele se acham superiores, não sabem eles que tal postura é considerada por muitos o supra sumo da cafonice.

Estudo do IBGE em 2018 registrou 38% da população do RN vivendo com menos de R$ 420 por mês

Foto: Guilherme Pinheiro/Arte G1

Um estudo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sobre o ano de 2018, divulgado nesta quarta-feira(06), informa que 38% da população potiguar estava abaixo da linha da pobreza no período, o que significa que cerca de 1,3 milhão de pessoas vivendo com menos R$ 420 por mês.

Segundo o Síntese de Indicadores Sociais (SIS) do IBGE, este valor mensal equivale a US$ 5,50 por dia, valor estabelecido pelo Banco Mundial para marcar a linha da pobreza em países com rendimento médio-alto. O número corresponde a menos da metade do salário mínimo vigente na época, que era de R$ 954.

No ano passado, os números do SIS apontam que 10,3% da população do Rio Grande do Norte — cerca de 350 mil norte riograndenses — está em situação de extrema pobreza.  O estudo aponta uma leve queda em relação à 2017, que foi de 10,5%.

Nas duas situações o RN superou a média nacional, que foi de 6,5% em 2018 e 6,4% em 2017. O Banco Mundial estipula que está nesta situação quem ganha US$ 1,90 por dia, o equivalente a R$ 145 por mês.

Com acréscimo de informações do G1 e Agência Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. aof disse:

    Quantos são brancos e louros? Deviam informar. Ou então tambem é racismo.

  2. Rosi Sampaio disse:

    Lula pode não ter acabado com pobreza que existe nesse país, mas reduziu de forma significante os seus índices. Isso não é fake, é fato! Já outros, simplesmente ignoram sua existência e declaram publicamente, que no Brasil não existe fome. É muita ignorância, burrice ou falta de informação? A verdade é uma só, a fome e a miséria no Brasil andam de mãos dadas e pelo jeito vão continuar assim, isso se não piorar.

  3. Manoel disse:

    Esse período de 2010 a 2018 foi ruim DILMAis, foi TEMERoso!!!!

  4. Anti-Político de Estimação disse:

    Resultado de DÉCADAS de domínio das oligarquias no Estado. Não chegamos à situação em que nos encontramos hoje por acaso.

  5. Ems disse:

    É mentira !!! Lula acabou com a pobreza !!!

Pelé completa 79 anos com menos aparições públicas

FOTO: EFE / IAN LANGSDON

No perfil do Museu Pelé no Twitter, em Santos, o Rei do Futebol apareceu abraçado carinhosamente a uma bola. A imagem de Pelé com a bola sempre estará no imaginário de muita gente. Nesta quarta-feira, ele completa 79 anos sem festa e sem nada marcado na agenda, de acordo com informações de pessoas que o acompanham.

Pelé nunca gostou de aniversários, mas sempre foi festejado pelos familiares em sua casa, onde sempre teve também o hábito de receber filhos e netos.

Aos 79, ele já não tem mais a disposição física de antes. De cinco anos para cá, se esforçou para deixar de trabalhar um pouco. Quando o Museu Pelé foi inaugurado na região portuária de Santos, Pelé chegou a dizer ao Estado que gostaria de passar mais tempos em sua sala no museu, olhando o mar. Até então sua agenda era cheia, com viagens e muitos compromissos de patrocinadores.

Pelé queria pisar no freio, ficar mais em casa, curtir a cidade que escolheu para morar desde que deixou Bauru para jogar no Santos. De certa forma, conseguiu. Aos 79, ele cumpre menos compromissos comerciais.

A pouca mobilidade – ele agora está quase sempre amparado em uma cadeira de rodas – também o obriga a reduzir o ritmo. Suas aparições são cada vez mais raras. “Ele não tem nada marcado, nunca gostou muito de festa de aniversário”, disse Pepito Fornos, seu assessor há mais de 45 anos. Em São Paulo, Pelé cuida melhor da saúde, faz exames com mais frequência, tem melhor acompanhamento clínico, embora seja daquele tipo de paciente que torce o nariz para ir ao médico ou fazer qualquer atividade nesse sentido.

Estadão

Quase um quarto das famílias brasileiras vive com menos de dois salários mínimos

Foto: Arte R7

Quase um quarto das famílias brasileiras (23,9%) viviam entre 2017 e 2018 com renda total de até R$ 1.908. O valor equivale a menos de dois salários mínimos (R$ 998) e é mais de R$ 3.500 inferior à média dos lares nacionais, de R$ 5.426,70.

O percentual das famílias que faturam até R$ 1.908 corresponde a cerca de 44,8 milhões de pessoas e 16,5 milhões de lares, segundo dados revelados nesta sexta-feira (4), pela POF (Pesquisa de Orçamentos Familiares), divulgada, do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Apesar da elevada quantidade de famílias que vivem com a faixa mais baixa de renda do relatório, o maior percentual do estudo é apresentado pelos lares com rendimentos médios entre R$ 2.862 e R$ 9.540 e corresponde a 30,5% do total de famílias. Para 18,6%, as remunerações mensais da casa variam entre R$ 1.908 e R$ 2.862.

Com os dados, é possível afirmar que três de cada quatro famílias contam com até seis salários mínimos (R$ 5.724) para passar o mês — isso equivale a 147,8 milhões de pessoas, de 50,4 milhões de famílias brasileiras.

Na ponta mais rica do levantamento, aparecem 2,7% das residências do país com renda média acima de R$ 23.850. Há ainda 3,9% com remuneração entre R$ 14.310 e 23.850 e R$ 6,4% ganhando de R$ 9.540 a R$ 14.310.

Regiões

De acordo com o levantamento, o rendimento médio mensal das famílias varia significativamente conforme a localidade em que o grupo vive.

Para os lares da área urbanas, a renda média foi de R$ 5.806,24. Já os grupos que vivem em regiões rurais acumulam rendimento de cerca de R$ 3.050,49, o que representa pouco mais da metade (52,3%) dos ganhos das famílias da zona urbana.

Quando o assunto são as regiões do país, a diferença também é considerável, com o salário médio das famílias moradoras do Centro-Oeste (R$ 6.772,86) mais de 90% superior em relação às do Nordeste (R$ 3.557,98).

Além do Centro-Oeste, as regiões Sul (R$ 5.995,55) e Sudeste (R$ 6.391,29) têm remuneração média familiar acima da média nacional. Na Norte, os grupos de moradores somam renda na casa de R$ 3.647,70.

Em todas as regiões, o componente com a maior participação nos valores recebidos pelas famílias foi o rendimento do trabalho. As maiores participações do rendimento do trabalho foram registradas no Centro-Oeste (61,5%) e no Norte (61,0%).

Arte/R7

R7

 

Pensou em reformar a casa para o fim de ano? O momento para gastar menos é agora!

Período é propício para promoções que podem fazer a diferença no orçamento da obra

Fotos: Ambientes reformados/Divulgação

Faltam quatro meses para as festas de fim de ano e muita gente já começou a pensar na reforma da casa e do apartamento. Mas para que as mudanças no ambiente residencial saiam das ideias e se concretizem, é necessário planejar o orçamento. E esse é o melhor momento para aproveitar as promoções que podem deixar o preço dos materiais bem mais em conta.

A pesquisa de preço é um elemento muito importante para que a reforma saia do papel e não se transforme em uma dor de cabeça. “Nesse período são comuns promoções e condições especiais, facilitando o orçamento e possibilitando, muitas vezes, até a ampliação da reforma. Fica mais fácil também para seguir um cronograma, escolher os revestimentos certos, sempre aproveitando as oportunidades. Uma loja especializada, como O Borrachão, oferece essa assistência diferenciada ao cliente, além de permitir que ele economize mais na hora das compras”, destacou a diretora de relacionamento do O Borrachão, Renalle Diniz Costa Gurgel.

Escolher bons fornecedores também é um ponto primordial para a execução de um bom serviço. “O cliente deve avaliar bem a empresa que está ofertando os produtos, se ela tem bons parceiros e fornecedores, como nós temos aqui no O Borrachão. Isso significa que ele vai fazer um investimento seguro, sem se arrepender depois”, aconselhou a diretora.