Mega Feirão das Construtoras acontece no Midway e Natal Shopping

Fotos: Divulgação

A Imobiliária Caio Fernandes e o Sinduscon RN, em parceria com renomadas construtoras, realizam um Mega Feirão para ZERAR OS ESTOQUES com vários empreendimentos nos melhores bairros de Natal, além de opções nas praias de Gostoso e Pirangi. Estoques esses que há 3 anos eram perto 6 mil imóveis, hoje não passam de 1.500 e a economia aponta para um cenário muito favorável para novos lançamentos.

Com as construtoras vendendo as suas últimas unidades, vão começar a lançar na planta dentro da nova realidade do mercado que será influenciado pelo novo plano diretor que está sendo concluído. É aproveitar as facilidades de negociação e os preços diferenciados que estão sendo oferecidos hoje pelas contrutoras. O grande diferencial deste MEGA FEIRÃO é que ele vai acontecer, simultaneamente, nos dois maiores centros de compras de Natal, Midway e Natal Shopping. São 5 construtoras, 11 empreendimentos, várias localizações privilegiadas e uma equipe qualificada e treinada para oferecer as melhores oportunidades. É importante correr pois os estoques estão limitados e o Mega Feirão das Construtoras acontecerá por poucos dias.

Segundo Caio Fernandes, o cliente poderá encontrar imóveis para morar, mudar ou investir com preços entre R$ 201 mil a R$ 1,5 milhões. “Estaremos com uma equipe à disposição para apresentar as melhores condições de compra para nossos clientes, é um grande momento de negociações! Eles terão disponíveis imóveis prontos, semiprontos e na praia, todos com preços abaixo do praticado pelo mercado. Ao visitar o evento, o cliente poderá realizar simulações e encontrar a melhor solução de negociação”. É possível se fazer um ótimo negócio e comprar bem pra mudar hoje? Sim. É possível e está é a hora! Enfatiza Caio Fernandes.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Cigano Lulu disse:

    Natal é linda e o natalense é rico por natureza… mas que beleza! E eu tenho uma égua chamada Adelaide. Em dezembro tem Carnatal. Se Natal não existisse seria preciso inventá-la. Como Natal há tal.

  2. Daniel disse:

    De 200 mil a 1 milhão ? Só pra ricos mesmos então o feirão …. esperar um feirão da caixa para imóveis mais modestos ☺️

Construtoras alvos da Lava Jato pagaram R$ 9,1 milhões ao Instituto Lula

Foto: Reprodução/PT

Ao indiciar Lula por corrupção e lavagem por doações da Odebrecht de R$ 4 milhões a seu instituto, a Polícia Federal também listou repasses feitos por outras construtoras investigadas na Lava Jato, que totalizam R$ 9,1 milhões.

Isso representa um terço da receita do instituto com as palestras, conforme notas fiscais apreendidas entre 2011 e 2015.

A Andrade Gutierrez pagou R$ 2 milhões; a Galvão Engenharia, R$ 1,1 milhão; a UTC, R$ 357 mil; a OAS, R$ 1 milhão; e a Camargo Corrêa, R$ 1,5 milhão.

O indiciamento pelos crimes considera, porém, apenas os pagamentos feitos pela Odebrecht, que teriam saído de conta correntes mantida pela construtora para pagamentos de propina.

O Antagonista

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Lula na cadeia sempre disse:

    O homi mais honesto do mundo??? Como pode ? AINDA tem idiota que acredita nesse VERME

  2. Ditadura da Hipocrisia disse:

    Vão agora ficar se apegando a míseros R$ 9,1 milhões? Povo pequeno.
    Tem que ir atrás do queiros que, talvez, provavelmente, tenha movimentado, não é desviado, R$ 1,2 milhões.
    Qual o problema? Isso é intriga da direita contra a "alma mais Onesta do país".
    Aimmmm, e o Queiroz?
    O Lulinha? Não interessa, isso é coisa dos inconformados, tem que ir atrás do Queiroz!
    E o que Palocci revelou? Não importa, deixa pra lá, tem que ir atrás do Queiroz!
    E as investigações em curso da lava jato? Para tudo e vão atrás do Queiroz!
    E os deputados do PT que movimentaram mais de R$ 20 milhões na Alerj? Não queiram desviar a atenção, tem que ir atrás do Queiroz!

    • Ojuara disse:

      Esses canalhas não tomam jeito mesmo, olham o miúdo mas não querem vê o graudo. Tem que contar os bilhões usados indevidamente pelo BNDES, os bilhões roubados da Petrobrás, do canal de transposição do são francisco q ia gastar 4 bi, e já torrou mais de vinte bi, e Abreu e lima em Pernambuco desviaram mais de cinco bi, a refinaria americana pintadinha que custou o triplo do valor de mercado…..total= 1 Trilhão e meio de assalto aos cofres públicos, esses FDP ainda vem falar de Queiroz.

    • Luladrão Encantador de Asnos disse:

      A movimentação financeira de assessores do Presidente da ALRJ, que é do PT, é 40 vezes maior do que a do Queiroz. E ninguém nem fala. Será que é pq no PT o normal é ser ladrão?

    • Tico meu disse:

      Esmerilhou a tática petralha! Kkkkkk

Ponte Newton Navarro: Estado é condenado a pagar R$ 17,6 milhões para construtoras

O Estado do Rio Grande do Norte foi condenado a pagar à Construbase Engenharia Ltda. e à Construtora Queiroz Galvão S.A. a quantia total de R$ 17.608.151,32 como adimplemento de parte das contraprestações pecuniárias impostas ao estado em relação ao Contrato de nº 072/2004-SIN, firmado entre as empresas e o Executivo, por intermédio da Secretaria de Infraestrutura, para a edificação das obras relativas à construção da ponte Forte-Redinha (Ponte Newton Navarro), em Natal.

O valor referente à execução de obras para a construção da nova ponte sobre o Rio Potengi, na cidade de Natal, mediante o regime de empreitada por preço unitário, é composto por: R$ 14.950.359,40, a título de valor principal dos serviços executados; R$ 2.103.515,57, referente a reajuste do valor das referidas prestações; e de R$ 554.276,35, de correção monetária do reajuste.

Segundo as empresas de construção civil, o cumprimento das obrigações cabíveis a elas, consistente na entrega das obras contratadas, foi ultimado e atestado pelo estado do Rio Grande do Norte. Porém, o estado não honrou o pagamento das quantias devidas. A sentença é do juiz Bruno Montenegro Ribeiro Dantas, da 3ª Vara da Fazenda Pública de Natal.

Alegações das empresas e do estado

Na ação judicial, as construtoras alegaram que depois de sagrar-se vencedor dos processos licitatórios nº 92617/2004-SIN e 157526/2004-SIN, o Consórcio formado pelas autoras celebrou com o Estado, por intermédio da Secretaria de Infraestrutura, o Contrato de nº 072/2004-SIN, “cujo objeto era a execução de obras para a construção de uma ponte sobre o Rio Potengi, na cidade de Natal, mediante o regime de empreitada por preço unitário”.

Afirmam que tal acordo foi alvo de 15 Termos Aditivos. Neste, o Estado comprometia-se a pagar ao contratado, originariamente, o valor global de R$ 137.376.986,15, quantia que, após os referidos aditivos, veio a atingir, em valores históricos, o patamar de R$ 194.178.122,84. Ressaltaram que adimpliram todas as obrigações contratadas. Asseguraram que o Estado não honrou as contraprestações que lhe cabiam.

O estado afirmou que a cobrança das construtoras é inconsistente, uma vez que, nos cálculos anexados, não há demonstrativo detalhado de como foi obtido o montante final exigido; em face disto, disse que o direito ao crédito pode existir, porém o direito à quantia postulada não ficou comprovado, o que, consequentemente, afasta a pretensão encartada na ação judicial, diante do desatendimento do ônus probatório dos autores.

Argumentou que somente pode praticar os atos previstos em lei, de modo que recomendada a suspensão dos pagamentos e seus atos inerentes, pelo Tribunal de Contas da União – TCU, cujo entendimento é partilhado pelo órgão jurídico de representação judicial e extrajudicial estadual, não poderá o réu “afrontá-los, agindo ao arrepio das posições postas em contrário, exaradas por entes dotados de competência sobre a matéria”.

O Estado também sustentou que considera ausente o cálculo detalhado do montante pleiteado, defendeu a inconsistência do valor postulado e, desta forma, a inviabilidade jurídica da pretensão das construtoras. Por isso, pediu pela improcedência do pedido inicial.

Medições

Ao analisar notas fiscais anexadas ao processo, o magistrado constatou que as quantias relativas aos serviços executados pelas empresas atingem a soma de R$ 17.053.874,97, correspondente ao valor das prestações fornecidas, acrescido do reajuste contratualmente fixado, os quais se objetivam, respectivamente, das quantias de R$ 14.950.359,40 e de R$ 2.103.515,57, a qual é objeto da cobrança das construtoras para uma das medições feitas para se apurar tais valores.

Ele entendeu que o direito ao crédito das empresas e o seu respectivo valor realmente decorrem do contrato firmado com o estado, descabendo a este último, pois, alegar a ausência de comprovação daqueles. “Este entendimento salvaguarda os princípios constitucional-administrativos da moralidade, da legalidade e do equilíbrio econômico-financeiro. Portanto, parte do valor postulado, especificamente o relativo à Medição nº 27, deve ser pago aos requerentes”, ponderou.

Apesar do que foi decidido, o juiz realçou que não desconhece as dificuldades econômicas e o cenário de crise ora vivenciados pelo Estado do Rio Grande do Norte. E assinalou: “O assunto finda saindo da esfera de qualquer fulanização e os casos como este, em análise, passam a ser apenas um ponto de fundo e assume contornos de amplíssimo interesse da sociedade”.

Bruno Montenegro finalizou afirmando que “O certo é que não se pode ignorar a escassez de recursos públicos, o que não significa compactuar com exageros que, sem utilidade real, obstam o progresso, a circulação de bens e a própria remuneração daqueles que celebram negócios com o Poder Público, subvertendo a integridade do sistema”.

Procedimento Ordinário nº 0805405-66.2011.8.20.0001
TJRN

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Paulo disse:

    BG.
    Gestão da "guerreira", quem deveria pagar era o secretário da época, mais ê sempre assim a viúva é quem arca com o onus com os impostos arrecadados que deveriam ir pra saúde, agora vai indenizar a empresa.

  2. Flávio A disse:

    Esse Juiz,vem dando show de competência!! Parabéns continue assim, o país precisa de pessoas inteligentes e destemidas como vc!!

  3. japiassu disse:

    MAIS UMA HERANÇA MALDITA

  4. Cid disse:

    Estado caloteiro. Infelizmente não paga a ninguém.

Quatro construtoras garantem emprego a apenados nas obras de mobilidade em Natal

 O interesse de quatro construtoras em ser parceiras do Programa Novos Rumos, na ressocialização de pessoas em cumprimento de pena, possibilitou a abertura de vagas de emprego para a população carcerária do Estado. A partir desta semana, apenados do regime semiaberto, aberto e egressos do sistema carcerário do Estado irão se apresentar no canteiro de obras e fazer os exames necessários para trabalhar na execução dos serviços de mobilidade urbana de Natal. Pelo menos, 50 operários dessa categoria irão atuar nessas obras, a partir do início de abril.

As quatro empresas que adotaram o sistema de contratação de apenados, apostando no compromisso deles com esta oportunidade de reinserção na sociedade são a EIT Construções, Construtora Ramalho Moreira, Queiroz Galvão e Crisal. Juntas, as empresas cumprem o estabelecido no Decreto Municipal nº 9.019/2010, que firma o compromisso de reservar 6% das vagas de trabalho criadas nos contratos e convênios celebrados no âmbito da Administração Pública Municipal Direta, Indireta, pertinentes a obras e serviços para presos, egressos, cumpridores de penas e medidas alternativas.

“Esta é uma oportunidade única para esses homens. Estamos recebendo uma mão de obra capacitada, esforçada e que se empenha mais porque reconhecem que esta é uma chance única para recomeçar a vida”, afirma Dâmocles Trinta, presidente do Consórcio para as obras de mobilidade urbana de Natal. Os apenados são treinados e capacitados antecipadamente em cursos preparatórios de construção civil promovidos em parceria com instituições de ensino da cidade.

TJRN

Construtoras estão no topo da lista de reclamações no Procon do RN

Fazendo um balanço das reclamações registradas  no Procon estadual, duas construtoras estão no topo da lista:  Ancona e a MRV. Juntas, de acordo com levantamento apresentando pelo diretor do órgão, Araken Farias, ao G1, elas somam 328 queixas. A maioria dos consumidores protesta contra o atraso na entrega de obras e cobranças indevidas.

Muito modesta, a MRV disse ao portal que considera o índice de reclamação pequeno comparado ao número de unidades construídas no Rio Grande do Norte. E informou ainda que a equipe de relacionamento com clientes já criou um núcleo de atendimento exclusivo para tratar dos casos que chegam ao Procon. “O objetivo é buscar a conciliação com os clientes”, comunicou a assessoria.

Esmiuçando os números, A Ancona Engenharia e Participações S/A aparece em primeiro lugar na lista. São 166 reclamações. Em seguida está a MRV Engenharia Ltda, com 162. Os números são do levantamento realizado pelo advogado Araken Farias, diretor do órgão, e mostram dados referentes ao período de 2 de janeiro a 23 de julho deste ano.

As duas empresas chegaram a ter as atividades suspensas no Rio Grande do Norte, mas conseguiram retomar as comercializações de unidades depois de liminares.

Oi e Tim lideram nos últimos 10 anos

Depois das construtora, as operadoras de telefonia Oi e tim são os principais alvos dos clientes insatisfeitos. No primeiro semestre de 2012,tiveram 97 e 50 queixas respectivamente.

Mas este primeiro semestre foi uma exceção, de acordo com o diretor do Procon, Araken Farias.  Consta nos relatórios elaborados por ele que as duas empresas são líderes absolutas de queixas no RN desde 2001. Nos últimos dez anos, 2.473 consumidores acionaram o órgão de defesa do consumidor contra a Oi e 2.142 reclamaram dos serviços prestados pela Tim.

Com informações do G1

Licitação do Terminal Marítimo de Passageiros do Porto de Natal deixa de fora construtoras potiguares

O que estava previsto se confirmou. A licitação para construção do Terminal Marítimo de Passageiros do Porto de Natal não vai contar com nenhuma empresa potiguar.

A obra, incluída nos recursos do PAC, está orçada em R$ 51 milhões de reais e é voltada para a Copa do Mundo de 2014.

Os consórcios habilitados a realizar as melhorias do Porto, que incluem a adaptação do frigorífico e do galpão para o terminal marítimo de passageiros, o aumento do cais e a pavimentação e urbanização da área, são o Queiroz Galvão S/A (Pernambuco) e a Constremac (São Paulo).

O Sinduscon havia, no final do ano passado, recorrido na justiça, sobre algumas exigências que tornavam o edital restritivo as construtoras locais.

O argumento do sindicato foi acolhido pela Justiça Federal que questionou o processo no que dizia respeito o valor total da obra, necessidade de que um dos engenheiros responsáveis pelo projeto fosse sócio da construtora vencedora e a requisição de um único atestado para cada item de serviço mesmo em caso de consórcio.

A Codern realizou um ajuste no edital no que diz respeito a essas questões, mas mesmo assim as empresas potiguares ficaram de fora da licitação.

Alguns detalhes tornam o processo curioso: As duas empresas habilitadas (Queiroz Galvão e Constremac), juntas, formam um consórcio para construção de um Porto da Ilha, em Areia Branca. Também nessa obra as exigências foram restritivas as construtoras locais, e tanto em Natal quanto no município salineiro, os projetos tem a “assinatura” da Codern.

Vencerá a licitação a empresa que propor executar a obra pelo menor preço. Caso haja recurso, entretanto, a Comissão de Licitação terá cinco dias úteis para realizar o julgamento, a contar de quinta-feira, dia 1º de março.

A expectativa é que o nome da empresa vencedora da licitação seja anunciado ainda em março. Se não houverem atrasos a obra deve começar entre maio e junho deste ano.

O BG até arrisca um palpite de quem vai vencer essa licitação. Anotem ai: Constremac

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. […] Licitação do Terminal Marítimo de Passageiros do Porto de Natal deixa de fora construtoras potigu… Postado em: 16/03/2012 às 14:52 Deixe seu comentário Tweet stLight.options({ publisher:'wp.e5614253-674e-4af0-8262-7c08ebb4f316' }); /* […]

  2. Daniel Maia disse:

    BG, vale lembrar ainda que a Constremac também é a responsável pela construção do terminal pesqueiro de Natal, que apesar de não ser obra da Codern, tem as mesmas características. Se você for dar uma olhada no Edital na época da licitação as exigências também eram bem restritivas. Que empresa "competente" essa, não?!

Assembleia vai tentar resolver atraso e irregularidades nas obras da MRV no RN

Devido a uma movimentação de proprietários, o Procon RN junto com membros do Ministério Público e Defesa do Consumidor, vai realizar uma assembleia neste sábado, 11 de fevereiro, às 9h, para resolver o problema das obras da construtora da MRV, principalmente no empreendimento Spazzio Nimbus Residence, situado na Av. Abel Cabral, em Nova Parnamirim.

Na reunião serão apresentadas aos órgãos fiscalizadores do estado as ilegalidades da empresa mineira junto aos seus clientes.

As reclamações começaram na internet, mas em pouco tempo se transformaram em denuncias reais, mobilizando várias pessoas que adquiriam empreendimentos MRV.

Os problemas são os mesmos: corretagem indevida, chamado por eles de taxa de assessoria; atraso nas entregas dos imóveis e taxas extras geradas pelo atraso das obras.

Em alguns empreendimentos o tempo de espera pelos imóveis já supera os dois anos.

A situação se repete em outros estados do Brasil.

Pelo Twitter é possível encontrar centenas de pessoas de cidades como Rio de Janeiro, Brasília, Cuiabá, São Paulo, São José dos Campos (SP), Campinas (SP), Vitória, Contagem (MG), até em Belo Horizonte, estado da matriz da empresa, com o mesmo problema

Segundo o site www.reclameaqui.com.br, a MRV foi a campeã em reclamações em 2010, com 2.950 registros.

A construtora alega atraso nas obras por problemas na falta de material de construção e mão-de-obra no mercado, burocracia junto a Prefeitura de Parnamirim, chuvas e uma obra de drenagem que seria de responsabilidade da Prefeitura de Parnamirim, fatos que não justificam o atraso.

Em 27/07/2011, o blog já havia noticiado os problemas da MRV com seus clientes. Veja o post.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. josefa disse:

    Decepçâo é o que nós estamos sentindo pelo discaso da mrv com os donos de empreendimentos do condominio nimbus em natal

  2. Jorge disse:

    Pior empresa de construção civil que  já conheci e trabalhei. Funcionários que pegam no pesado são tratados como "escravos", o material utilizado é de péssima qualidade, empreiteiros não recebem corretamente pelos serviços prestados, os compradores são enganados pelos corretores, os prazos de nenhuma obra estão sendo cumpridos.. Sem falar na sujeirada que eu presenciava lá dentro. E nesta mesma obra, ocorreu a morte de um funcionário em um acidente de trabalho. Deus não permita que um dia eu precise morar em um desses apartamentos!

Construtoras ocupam calçadas põem em risco a vida dos pedestres

As imagens falam por si.

Não é a primeira vez, e não há sinais de que será a última.

Tornou-se hábito na construção civil a ocupação do espaço público além da esfera comum da invasão. Não basta apenas dominar o os céus. É preciso se impor nas calçadas.

E quem sai perdendo? Não são os empreendedores dos imóveis. São os pedestres mesmo.

E numa cidade, então, em que os condutores de veículos estão acostumados a fazer das calçadas suas garagens particulares. É cada um por si.

As imagens abaixo foram registradas por um leitor.

A construtora deixou um espaço mínimo para a passagem de pedestres, que se arriscam num estreito trecho. Atenção redobrada com veículos passando a centímetros das pessoas.

E a quem compete a fiscalização? À Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Urbanismo – a Semurb.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Ignunes disse:

    Quando vi a reportagem, fui lá medir e o passeio está com 1,25m de largura

  2. Marcelo Moura disse:

    Sim, Bruno. A
    fiscalização compete à SEMURB.
    E o Código de Obras do município de Natal prevê:
    “Cap. IV – Art. 44 – Nenhuma obra de construção, de
    ampliação ou de demolição pode ser feita no alinhamento dos logradouros
    públicos sem que haja na testada um tapume provisório de, no mínimo, dois
    metros (2,00 m) de altura, sendo ainda proibida a ocupação de mais da metade da
    largura da calçada, com a preservação do espaço restante livre de entulhos ou
    de materiais, para permitir a segurança e o livre trânsito do pedestre.

    Parágrafo único.
    A faixa da calçada livre de entulhos ou materiais, prevista no caput do artigo,
    não pode ser inferior a um metro e vinte centímetros (1,20 m). Portanto, esse passeio público me parece irregular. Abraço.

Procon notificará MRV e Delphi semana que vem

Nominuto.com

O Procon RN notificará duas construtoras que atuam no Estado a cada semana, requerendo informações acerca de empreendimentos que ainda não começaram a ser entregues.

O órgão de defesa do consumidor pretende verificar se há atrasos e, caso seja constatada demora na entrega, tomar atitudes legais para garantir que os consumidores não sejam prejudicados tenha o mínimo de transtornos possíveis. Na próxima semana, a notificação deverá chegar às empresas Delphi e MRV Engenharia.

(mais…)

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Cliente disse:

    Aos interessados em adquirir um imóvel ou que possuem e foram prejudicados por esta construtora (Plano Ypê empreendimentos imobiliários).
    Todas as informações contidas e enviadas através de sua assessoria de imprensa são falsas e quem já comprou um imóvel desta construtora sabe.
    Começando pelo atendimento, demorado e o retorno burocrático. Confiram 11 4095 7500.
    Em breve deixo meu depoimento e compartilho o meu problema.

Atraso nas entregas dos imóveis novos tem se tornardo comum

O Blog pública reportagem sobre atraso nas entregas das obras de vários condomínios no RIO. Em Natal, a situação não é muito diferente, já tem construtora que o atraso está perto de completar dois anos na entrega. Reclamações no Procon e ações na justiça tem se tornado comum por aqui.

Segue reportagem de capa do Jornal O Globo:

RIO – O número de reclamações sobre o setor imobiliário aumentou 198%, de 2007 para 2010, no banco de dados da seção Defesa do Consumidor do GLOBO. A demora na entrega dos imóveis novos é o principal alvo de queixas. Este ano a participação desse tipo de reclamação, em relação ao total de cartas sobre o setor, quadruplicou. São casos de consumidores que já contabilizam atraso até um ano e meio em relação ao prazo prometido para a entrega das sonhadas chaves da casa própria, informa a reportagem de Luciana Casemiro.

Quando o advogado Ricardo Alves comprou o apartamento, ainda na planta, num empreendimento da Klabin Segall em Botafogo, seus filhos gêmeos sequer haviam sido concebidos. Os meninos já têm dois anos e seis meses, a Klabin Segall já foi comprada pela Agre, que por sua vez foi encampada pela PDG, quase um ano se passou da data prevista de entrega e Alves ainda não pôs as mãos na chave do apartamento.

– O contrato já prevê a possibilidade de seis meses de atraso, o que eu nem vou discutir, mas esse prazo terminou em fevereiro. Por esse atraso, além dos seis meses, a empresa deveria me pagar uma multa mensal. No contrato, no entanto, há uma cláusula, que já vi igual em outras construtoras, de que se houver habite-se não é preciso arcar com a multa. Conclusão: a PDG conseguiu o habite-se em março, mas não há condições de moradia. Isso é abusivo – queixa-se Alves, para quem o Ministério Público deveria fazer para as construtoras um recurso semelhante ao feito para sites de venda on-line.- Se não conseguem terminar as obras, as construtoras deveriam ser proibidas de fazer lançamentos.

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