Diversos

Gasolina mais cara: saiba como economizar mesmo em períodos de aumento

Foto: Divulgação

SIM! É possível economizar mesmo com os recentes aumentos de combustível. Para aliviar um pouco o bolso, é possível realizar a descarbonização do seu veículo e com isso reduzir até 30% o consumo do seu veículo, explicou o Diretor da Carbo Vapt.

“É comprovado em veículos que possuem mais de dois anos ou mais de 40 mil km rodados, o acúmulo de carbono em seus motores e com isso acabam tendo um aumento significativo no consumo de combustível. A carbonização é de fato, um processo natural em todos os veículos que são movidos a combustão e existe solução, foi através deste problema que trouxemos para o Brasil a tecnologia internacionalmente certificada capaz de realizar a descarbonização do motor e trazer diversos benefícios como: devolver até 30% a autonomia do veículo, limpar as peças que ficam diretamente expostas a combustão, redução de ruídos, vibrações e, inclusive diminuir a quantidade de emissão do CO2 na natureza. Portanto, se seu carro possui mais de dois anos ou 40 mil km rodados ele já está apto a receber nosso processo de descarbonização. ”

Quer saber mais? Siga nossas redes sociais: @carbovapt ou fale conosco através do nosso WhatsApp 84 99129-6577.

 

Opinião dos leitores

    1. Isso só 2027, mas já tomou providências. Dia 21 nasce outra história na Petrobrás.
      Vai arrumando narrativas por aí. De repente você chega aos 500.

    2. Olha o delírio da vaca do Bozo, ridículo esses vagabundos.
      Muuuuuuuuuu

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Economia

Especialistas dão dicas para cortar despesas e economizar em 2021

Foto: MATEUS BONOMI/AGIF/ESTADÃO CONTEÚDO

O ano de 2021 começa cheio de dúvidas sobre a economia do Brasil. O crescimento deve ser tímido, o desemprego segue alto e a inflação voltou a preocupar. Mas, com alguns passos, é possível organizar as finanças e passar de maneira mais suave por um ano turbulento.

O G1 conversou com três especialistas em finanças para montar um passo a passo de organização de orçamento para o ano novo. São três etapas iniciais.

Faça uma revisão de todos os gastos dos últimos três meses (ou mais);

Anote todas as receitas; se for autônomo, faça uma média de ganhos;

Faça uma previsão de quanto deve ganhar e gastar ao longo de todo o ano.

Esses itens formam uma versão básica de orçamento, que ajuda a ter clareza de quais são as despesas obrigatórias e as dispensáveis. A frequência pode ser semanal, mensal ou anual. O importante é permitir a detecção de gargalos nas movimentações financeiras.

Com tudo anotado, em detalhes, é preciso passar um pente-fino no que é possível cortar para que sobre mais dinheiro no fim de cada mês. O professor de finanças da Fundação Getulio Vargas Fabio Gallo ensina uma velha tática de priorização das despesas. É o que ele chama de “Orçamento ABCD”.

A, de Alimentar: especificamente os suprimentos para a família, sem supérfluos;

B, de Básico: contas essenciais, como água, luz, gás, aluguel, entre outros;

C, de Contornável: tudo o que faz a vida mais confortável, mas dispensável em um momento de emergência;

D, de Desnecessário: gastos recorrentes que não fazem mais sentido (academia que não frequenta, TV a cabo que não assiste e semelhantes).

Depois de catalogar tudo, elimine tudo o que está na categoria D. Depois, veja tudo o que está em C e pode ser ajustado. Um exemplo é trocar uma TV a cabo com muitos canais que não se assiste por serviços de streaming que sejam mais baratos.

Algumas despesas podem estar na fronteira entre uma categoria e outra. O combustível é uma delas. Se a dependência da família pelo carro for alta, entra em Básico. Se o uso for por lazer, pode estar na categoria Contornável.

“A vida financeira de muitas famílias foi afetada fortemente em 2020. A virada de ano é um ótimo momento para se reorganizar. Um aprendizado da pandemia é que podemos viver com menos e devemos nos livrar do que pesa no orçamento”, diz Fabio Gallo, da FGV-SP.

Elimine as dívidas

Antes de pensar em juntar dinheiro, é preciso se livrar de quaisquer pendências. O final de ano dá uma oportunidade especial para a quitação de dívidas, em especial por conta do 13º salário e outras rendas típicas do momento. Para quem está endividado, não há destino melhor para o dinheiro extra que zerar os débitos.

Não se pode esquecer, contudo, que as contas do início do ano também são pesadas. Há pagamento de impostos, como IPVA e IPTU, além de contas como seguro obrigatório de carros, matrícula e material escolar para os filhos de quem frequenta escola particular.

Para o professor Henrique Castro, também da FGV, é importante saber priorizar. Deve vir à frente qualquer atraso com as contas básicas para evitar cortes, caso de água, luz, gás e aluguel.

Em seguida, vale dar preferência a bens que podem ser recuperados pelos credores. Entram neste rol os financiamentos de veículos e imóveis.

“Estamos saindo de um ano muito difícil, mas o segredo é se organizar. Anote tudo, em um caderno ou aplicativo de celular. O que não é anotado frequentemente é esquecido”, afirma Henrique Castro, da FGV.

Michael Viriato, coordenador do centro de finanças do Insper, lembra que linhas especiais de crédito costumam surgir no início do ano para ajudar com as contas desse período. Uma outra importante medida para melhorar o orçamento é trocar dívidas mais caras por outras mais baratas.

“Sempre que você consegue trocar uma dívida mais cara por uma mais barata, você dilui o seu custo ao longo do tempo”, diz Viriato.

Simplificando, é ideal tentar pagar dívidas com juros altos mesmo que isso signifique pegar um empréstimo com taxas mais amigáveis. Viriato menciona, por exemplo, a linha de crédito que permite antecipar o recebimento da restituição do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF).

Mas também é possível reduzir juros de dívida por meio de renegociação com credores ou pela portabilidade para bancos concorrentes.

“O primeiro passo é entender o que levou a pessoa a ficar endividada e atacar o problema. Senão, o que acaba acontecendo é que uma eterna substituição de uma dívida por outra”, afirma.

G1

 

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Tecnologia

Cientistas criam forma de economizar 80% de bateria do celular

Tecnologia promete reduzir em até cinco vezes o gasto da bateria — Foto: Anna Kellen Bull/TechTudo

Cientistas desenvolveram uma tecnologia que promete reduzir em até 80% o gasto da bateria de celulares. Os pesquisadores da Universidade Nacional de Singapura (NUS) conseguiram programar um chip para gerenciar a energia consumida nos processos do smartphone junto com a qualidade dos recursos, função que pode economizar cinco vezes mais bateria que os componentes atuais. A ideia é gastar menos energia quando o alto desempenho não for necessário.

Por enquanto, a novidade é experimental e não há previsão de chegada às baterias convencionais.

Os pesquisadores descobriram que os dispositivos consomem mais energia na transferência de dados do que no processamento de informações ou na tela, tanto entre os componentes internos quanto nas ondas eletromagnéticas. Esta troca de informações é o que mantém ativo o alto desempenho de um recurso, como a execução de um vídeo, por exemplo.

Porém, os cientistas observaram que o alto desempenho é desnecessário em muitos casos, como quando o usuário não está concentrado na tela do smartphone ou quando a bateria está perto de acabar. Aparelhos atuais continuam suprindo os recursos de alta demanda, o que resulta num gasto desnecessário de bateria.

Para resolver este problema, os pesquisadores programaram uma rede dentro do chip que administra quando os recursos não precisam de alto desempenho. Desse modo, a energia cai significativamente, o que também acaba reduzindo em paralelo a qualidade daquela função. O processo poupa até 80% da bateria para que ela seja usada quando for realmente necessária.

Este gerenciamento inteligente no consumo de energia representa um gasto cinco vezes menor, permitindo que a autonomia do celular seja estendida.

A tecnologia também pode ser usada em computadores, notebooks e servidores. Os cientistas estudam a criação de um amplo sistema de bateria inteligente baseado na percepção humana de quando é necessário gastar mais energia para aumentar o desempenho de um recurso ou economizar bateria em tarefas que não demandam alta transferência de dados.

Os pesquisadores também pretendem criar um novo sistema de câmeras inteligentes que consomem pouca energia. A ideia é que elas operem com eficiência mesmo com o baixo consumo por meio de energia solar. A bateria viria com uma célula de um centímetro para coletar energia do ambiente.

Apesar de ser um projeto experimental, a expectativa é de que a tecnologia não demore para ser lançada, já que a fabricante TSMC está apoiando a iniciativa. A empresa é conhecia por produzir processadores AMD e Qualcomm, além de placas gráficas da Nvidia.

Techtudo, com informações de TechRadar

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Economia

O ÓBVIO MUITAS VEZES IGNORADO: Confira dez dicas para economizar combustível ao dirigir

Foto: Márcio Alves / Agência O Globo

Quem tem carro sentiu bastante o aumento do preço dos combustíveis, principalmente o álcool, ao longo de 2019. Para diminuir os impactos no bolso, adotar um estilo de direção mais econômico e não descuidar da manutenção do automóvel são medidas que ajudam a reduzir o consumo do motor.

Quando sabe que pode enfrentar engarrafamentos, o engenheiro mecânico Jorge Dias, de 56 anos, se organiza para sair mais cedo de casa, fugir do trânsito e, assim, poupar gasolina. Além disso, ele procura manter o tanque cheio para evitar perdas por evaporação.

— Ainda mais na época de calor, se o tanque estiver com pouco combustível, o carro perde gasolina mesmo se estiver parado — diz o “caçador de ofertas” do “Qual oferta”, plataforma dos jornais EXTRA, O Globo e Expresso que reúne, no impresso e no digital, as melhores promoções de supermercados, drogarias e lojas de departamento de Rio e Grande Rio.

Veja, abaixo, dez dicas para economizar combustível.

1 – Evite acelerações e frenagens bruscas. Se precisar parar lá na frente, tire o pé do acelerador com antecedência.

2 – Não estique as marchas sem necessidade ao acelerar. Procure fazer as trocas em rotação adequada. Automóveis modernos têm um indicador — normalmente uma luz piscante, chamada “shift light” — que informa o momento mais econômico para a troca de marcha. Fique de olho nela.

3 – Em rodovias, utilize a sexta marcha, caso seu carro tenha esse recurso.

4 – Configure o computador de bordo do carro para mostrar o consumo imediato ou médio de combustível. Assim, você poderá ajustar sua maneira de dirigir e conduzir o veículo de forma mais econômica.

5 – Use o ar-condicionado em estradas. Com as janelas bem fechadas, a aerodinâmica melhora e, consequentemente, o consumo de combustível cai.

6 – Faça revisões e manutenções preventivas no carro. Verifique especialmente o estado das velas, da injeção eletrônica e do filtro de ar — sujo, ele eleva o consumo de combustível, e, por isso, deve ser substituído a cada dez mil quilômetros rodados, em média.

7 – Calibre os pneus uma vez por semana para mantê-los com a pressão correta. Os pneus devem estar frios no momento da calibragem.

8 – Retire objetos desnecessários do porta-malas. Fazer o carro levar mais peso aumenta o consumo de combustível.

9 – Abasteça em postos confiáveis ou conhecidos, para evitar comprar combustível adulterado. E não se preocupe em dar preferência à gasolina aditivada: com gasolina comum, que é mais barata, os carros têm o mesmo rendimento.

10 – Dirija em ritmo um pouco mais lento que o usual, sobretudo nas velocidades acima de 100km/h.

O Globo

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Economia

Com Selic menor, Brasil vai economizar R$ 96 bilhões em juros da dívida pública em 2020, diz Paulo Guedes

Foto: Daniel Silveira/G1

O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse nesta sexta-feira (6) que o país vai economizar, em 2020, R$ 96 bilhões em pagamento de juros da dívida pública, um resultado da queda da Selic. Segundo ele, isso permitirá ao governo “gastar menos e melhor”.

“As despesas de juros vão cair R$ 96 bilhões em 2020, o equivalente a três Bolsa Família”, afirmou o ministro em discurso em seminário sobre saneamento básico promovido pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). “Ao contrário do governo anterior, que os juros curtos caíam mas os longos não, agora os longos começaram a descer também”, disse.

Guedes abriu o discurso reiterando que o grande problema do Brasil nos últimos 40 anos era o “excesso de gastos, que chegou a 45% do PIB”, o que demandou ao atual governo promover reformas estruturantes. “O controle dos gastos era, portanto, indispensável para nós e está por traz de tudo o que estamos fazendo”, disse o ministro.

Ele destacou que o controle de gastos tinha como principais vilões “privilégios na previdência” e o pagamento de juros da dívida pública. “O Brasil reconstrói uma Europa todo o ano sem sair da miséria”, disse ele afirmando que o pagamento de juros tem montante equivalente ao desembolsado pelo Plano Marshall para reconstrução dos países aliados após a Segunda Guerra Mundial.

Além das reformas em curso, Guedes enfatizou a reestruturação do foco do BNDES que, segundo ele, era “uma máquina de fazer campeões mundiais” ao destinar recursos para “quem tem mais poder político e econômico”.

Segundo Guedes, os recursos dos bancos públicos, não apenas do BNDES, eram capturados por quem tem mais poder político e econômico. “Ninguém pode virar campeão mundial financiado com dinheiro público”, criticou.

G1

Opinião dos leitores

  1. Metade do nosso PIB, quase 50%, é para pagar juros da nossa divida, baixou os juros a divida cai naturalmente. Vai mexer com os grandes.

    1. Não é pra pagar os juros, é pra pagar a dívida.
      Se eu lhe empresto 1000 reais pra vc me pagar 1200 daqui a um ano, o seu pagamento de 1200 representa apenas 200 reais, os mil que vc está colocando no bolo foi eu que lhe dei.

      Esse seu argumento é o mesmo que a esquerda usa para dizer que pagamos muitos juros da dívida, pois eles consideram todo o montante como juros e isso está errado.

  2. Economiza NÃO!
    Os parlamentares vão reservar MAIS BILHÕES PARA O FUNDO ELEITORAL;
    Os poderes Judiciário e Legislativo vão se DAR AUMENTO;
    E o executivo mais uma vez será penalizado e culpado pelas despesas com pessoal.
    Pelo menos diminuiu a corrupção como forma de governo e pagamento da mídia aberta.

  3. Sucesso ao ministro Paulo Guedes! Que a saúde financeira do Brasil restabeleça tb o respeito e a saúde mental do povo, que não estão boas.

  4. Esses 96 bilhões eram rateados entre integrantes do governo central, políticos e banqueiros. No governo petralha era o ápice do saqueiamento, luladrão pegou dinheiro do mercado interno pra pagar dívida externa, só que os juros interno era 300 vezes maior que o pago no mercado externo. Não dá nem pra calcular a propina numa operação dessa. Aí os banqueiros nacionais foram no mercado externo e tomaram o dinheiro emprestado, a diferença dos juros que o Brasil pagava a maior, eles dividiam com os idealizadores do negócio, a esquerdalha, e nós entrávamos com o f***** nessa história. Bando de fdp

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