Diversos

Pesquisador da UFRN busca patentear formulação de combustível para foguetes e mísseis

Fotos: Cícero Oliveira

Foguetes e mísseis funcionam com base na lei de ação e reação de Newton: jogar algo para a direção contrária a que se quer seguir e assim adquirir velocidade. A substância que faz os foguetes se moverem no espaço é o propelente, uma mistura de combustível com comburente, substância que fornece oxigênio para a reação, já que ele não está disponível no espaço. A depender de situações, como forte gravidade e densa atmosfera, essa ‘tabelinha’ entre os dois precisa ser mais intensa, pois influenciam na força de propulsão. E é aí que as reações químicas entram em jogo.

Na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), um pesquisador desenvolveu uma nova tecnologia que propicia a utilização de uma substância já existente, mas com a aplicação inovadora na composição do propelente. “Trata-se do uso de uma substância química, já conhecida, a Hidroxipropilmetilcelulose, como aglutinante e combustível para a preparação de propelentes sólidos ou híbridos para foguetes e mísseis”, relatou o inventor Robson Fernandes de Farias.

O depósito de pedido de patente foi feito pela UFRN junto ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) sob o nome Hidroxipropilmetilcelulose como aglutinante e Combustível para a preparação de propelentes Sólidos ou híbridos para foguetes e mísseis. Robson Farias realçou que a aplicação da tecnologia é voltada para a área das tecnologias do setor de defesa, trazendo como vantagem empregar uma substância de baixo custo (comparativamente) e com elevada combustionabilidade, aumentando o número de possíveis formulações de propelentes, o que significa aumentar as possibilidades tecnológicas, num setor estratégico.

“Em nossos testes, constatamos que a hidroxipropilmetilcelulose quer pura, quer em mistura com a goma guar, e empregando-se oxidantes específicos, combustiona perfeitamente e de forma contínua. Tal como formulado, o novo propelente poderia ser empregado como um bom sucedâneo para formulações de mais alto custo”, elencou o cientista.

O que é um pedido de patente?

O pedido de patente do novo combustível para foguetes passa a integrar o portfólio da vitrine tecnológica da UFRN, invenções que podem ser acessadas através do endereço www.agir.ufrn.br. A patente em si é um título de propriedade temporária sobre uma invenção ou modelo de utilidade, outorgado pelo Estado aos inventores, autores ou outras pessoas físicas ou jurídicas detentoras de direitos sobre a criação. Assim, o depósito de pedido de patente é o primeiro passo para garantir direitos de comercialização exclusiva, por um determinado período, de uma nova invenção com aplicação industrial.

A proteção das tecnologias desenvolvidas por inventores da UFRN tem como objetivo resguardar os direitos patrimoniais da instituição frente aos investimentos intelectuais e financeiros investidos durante o seu desenvolvimento, mas também permitir que estes novos produtos e processos sejam licenciados por empresas que possam explorá-los comercialmente, gerando recursos para a instituição na forma de royalties que novamente serão investidos em inovação.

Nesse primeiro momento, o Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (INPI) ‘guarda’ o documento por 18 meses em sigilo. Em seguida, o estudo é publicado e fica o mesmo período aberto a contestações. Após os três anos, o Instituto parte para a análise em si e, se não encontrar nada parecido, faz a concessão. Por causa disso, a concessão costumeiramente acontece após cinco anos do depósito.

Na UFRN, a Agência de Inovação (AGIR) é a unidade responsável pela proteção e gestão dos ativos de propriedade intelectual, como patentes e programas de computador. Em tempos de pandemia, as orientações e explicações a respeito dos aspectos para patentear uma determinada invenção são dadas através do e-mail patente@agir.ufrn.br ou via aplicativos de mensagens, pelo telefone 99167 6589.

Com UFRN

 

Opinião dos leitores

  1. Justamente, “Manel”!! Por culpa da Praga PTista que desgraçou o País, investiu em Olimpiada, e agora a decisão equivocada do stf em entregar ao Governador e Prefeito a responsabilidade das ações para enfrentamento dessa Tragédia!! Culpem esse PT infame!

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Diversos

ARTIGO: Mais um aumento do combustível no RN devido a pauta fiscal. Reforma tributária urgente!

Foto: Divulgação

Após uma sequência de 06 aumentos por parte da Petrobras no ano 2021 em virtude da disparada do Dólar e do Barril de Petróleo no mercado internacional. No ano ainda temos uma alta acumulada de R$0,60 na Gasolina e R$0,68 no Diesel. Em Abril Iniciamos um período de redução com duas baixas na gasolina e uma baixa no Diesel. Essa última notícia seria pra comemorar, porém a pesquisa da ANP utilizada pela Governo do Estado do RN continua a impactar os preços pra cima. Já são 05 elevações de pauta se comparar a próxima Pauta Fiscal do dia 01.04.2021 em relação a 16.12.2020. Sendo assim, os postos e os consumidores vão ficar sem grandes repasses de baixa. Essa quinzena foi um avalanche de aumentos de pauta que varia a nível Brasil de +R$0,02 até +R$0,23 na Gasolina e de -R$0,01 a +R$0,08 no Diesel. Porém tem Governadores que ouviu o setor, o grito do povo e não reajustou a pauta fiscal como: BA, MA, RO, RR e SC.

Esse tipo de cobrança de imposto com substituição vinculada ao preço flutuante na ponta só trás sobre preços quando se cobra um percentual sobre o aumento da Petrobrás, das distribuidoras e dos postos. Isso tem um efeito cascata nocivo a estabilidade de preços, diferente do Pis/Pasep e Cofins que são alíquotas cobradas monofasicamente apenas sobre o preço do produtor e sem incluir custos e margens de todos os elementos da cadeia produtiva. É URGENTE necessário uma reforma tributária no Brasil, somos um país regido por excesso de tributos, taxas e impostos tanto na quantidade como na sua complexidade de cobrança.

Nélio Wanderley

Opinião dos leitores

  1. BG!!!
    PARABÉNS PELA DIVULGAÇÃO.
    CONTRATE NÉLIO, PRA DÁ CONSULTORIA AO BLOG NO TOCANTE AOS COMBUSTÍVEIS.
    SE TEM UMA PESSOA NO RN, QUE CONHECE ESSE MERCADO A FUNDO, ESSA PESSOA É NÉLIO WANDERLEY.
    É ISSO QUE ESTÁ FALTANDO, NESSE MERCADO, SÓ ASSIM O POVO TOMA CONHECIMENTO DO QUE OCORRE COM A SAFADESA DE GOVERNOS QUE NÃO TEM UM MÍNIMO DE RESPEITO COM O CONSUMIDOR NUMA HORA TÃO DIFÍCIL COMO ESSA.
    QUEREM SÓ ENFIAR A FACA MESMO.
    E CALADOS, NA MUTUCA, DONOS DE POSTOS LEVANDO A CULPA, SEM TER.
    GRAÇAS AO BLOG, VEIO A TONA ESSA POUCA VERGONHA, QUASE QUE SEMANAL.
    UM AUMENTO DE PAUTA EM CIMA DO OUTRO.
    FORA FATIMA.

  2. Com pauta fiscal, sem pauta fiscal, na PB o preço do litro da gasolina é R$ 0,35 MENOR que no RN.
    Quanto aos FATOS, o discurso e desculpas esfarrapadas políticas viram desgastes ao manipulador.

  3. Resumindo: tem que mudar a política de preços da Petrobrás. Tomara que o novo presidente equacione isso.

  4. Os defensores do desastre no RN desapareceram, venha defender a nossa governadora cambada.falem que é mentira do Blog do BG.

  5. Onde é que tem gasolina hj de R$5,56 como mostra a tabela do preço médio que serve de referência para cobrança do ICMS que eu ir pra colocar R$50,00?

  6. Qual a novidade disso? Fatão não vai deixar a gasolina, gás e diesel baixar, todos sabemos. Aconteceu quando o Governo Federal eliminou os tributos federais no intuito de baixar o diesel e gás de cozinha e agora com a redução da Petrobras. Isso se chama AUMENTO DE IMPOSTO. Isso é a cara dos esquerdopatas, que pregam uma coisa na TV e praticam exatamente o oposto. Enquanto isso o MP está amordaçado e comendo na mãozinha da “guvernadora”, caso contrário o Procurador não será indicado para o TJ e também não terão os ricos reajustes.

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Economia

Regra que obriga postos a detalhar valor de combustível começa a valer; entenda

Foto: REUTERS/Ricardo Moraes

Começa a vigorar nesta quinta-feira (25) o decreto 10.634/2021, que obriga os postos de abastecimento a informar a composição do valor do litro de combustível automotivo. O ato foi assinado pelo presidente Jair Bolsonaro, em 22 de fevereiro, e publicado no dia seguinte no Diário Oficial.

De acordo com o decreto, os estabelecimentos devem fixar um painel em local visível com informações sobre todos os valores aplicados sob o custo do litro de cada produto. A regra também exige que valores estimados de tributos e serviços, como ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), devem ser discriminados um a um.

O documento regulamenta, ainda, a informação dos valores quando da concessão de descontos por aplicativo de fidelização. Assim, cada local deve destacar o preço real do litro, informar o preço promocional e o valor ou porcentagem do desconto aplicado.

No parágrafo único, o governo federal afirma que “os consumidores têm o direito de receber informações corretas, claras, precisas, ostensivas e legíveis sobre os preços dos combustíveis automotivos no território nacional”.

Como devem ser as placas?

Na semana passada, a ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) divulgou modelos de placas para que os postos de gasolina se adéquem ao decreto.

O órgão, que é ligado ao Ministério de Minas e Energia, sugere que ao painéis tenham medida de 65x50cm e contenham as seguintes informações:

– O valor médio regional no produtor ou no importador;

– O preço de referência para o ICMS;

– O valor do ICMS;

– O valor do PIS/PASEP e da Cofins;

– O valor da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (CIDE Combustíveis).

Sobre a aplicação de potenciais descontos, a ANP também se manifestou e definiu que, caso o aplicativo não apresente valor ou percentual único, o posto deve utilizar uma placa com a mesma medida e os seguintes dados:

– O preço real, de forma destacada;

– O preço promocional, vinculado ao aplicativo de fidelização;

– O valor do desconto, que poderá ser pelo preço real ou percentual.

Entidade do setor pede suspensão do decreto

Na última terça-feira (23), a Fecombustíveis (Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e de Lubrificantes) entrou com um mandado de segurança na Justiça Federal para suspender os efeitos do decreto.

A decisão foi tomada depois de a entidade ter informado órgãos de governo sobre as dificuldades no cumprimento do ato, mas sem retorno.

Apesar disso, a instituição orienta que todos os postos devem seguir as exigências do decreto, já que não há garantia de êxito do mandado. “A recomendação é para todos os postos cumprirem as exigências do decreto a fim de evitar penalidades, mesmo que seja confeccionado um cartaz provisório, em local visível e destacado”, diz a federação em nota.

CNN Brasil

Opinião dos leitores

  1. Essas frescuras não precisam ser feitas. O que é preciso e honesto é : Os preços são regidos pela política do dólar ou outra coisa. Aumentou > Amentou na Bomba. Baixou , baixou na bomba. Agora fica com essa sacanagem. Combustível aumentou. O posto vai aumenta na mesma hora. Baixou o posto passa uma semana e até duas para poder baixar na bomba. Então enquanto for dessa maneira faz assim , Aumentou, aumenta na bomba, baixou , baixa na bomba. O etanol os caras aumentam na mesma proporção . É roubo mas é BRASILLLLLLLLLL. A turma não sabe viver sem levar vantagem nas costa dos mais fracos.

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Economia

Por que a Petrobras quase não tem concorrentes na produção de combustível

Foto: Paulo Whitaker/Reuters

Com o preço dos combustíveis em escalada vertiginosa nas últimas semanas, o governo corre atrás de uma forma rápida de controlar os impactos que os preços mais altos têm para os fretes e os consumidores, em um momento em que a economia cambaleia aos efeitos de uma pandemia que já se arrasta há um ano.

Troca do presidente da Petrobras, corte temporário de alguns impostos, proposta para mudar outros e discussões para criar um fundo de subsídio às variações são algumas das medidas executadas ou aventadas pelo governo de fevereiro para cá, em resposta às incômodas altas do diesel e da gasolina. Puxados por uma disparada do dólar e do petróleo no mundo, os dois já ficaram mais de 40% mais caros nas refinarias do país em pouco mais de dois meses neste ano.

Para muitos, uma solução permanente e de longo prazo para os combustíveis caros, sem precisar depender da mão do governo, que pode mudar a política conforme muda a gestão, passa, necessariamente, por ter mais concorrência no mercado de refino no Brasil.

O refino é a área da indústria petrolífera que transforma o petróleo bruto em seus derivados, como gasolina, diesel, querosene, lubrificantes, nafta e outros. No Brasil, ela é virtualmente monopolizada pela Petrobras: o país tem hoje 17 refinarias, das quais 13 são da estatal e respondem por 98% da produção. Essa produção doméstica, por sua vez, entrega por volta de 80% de tudo o que é consumido internamente. Os 20% restantes vêm de importadoras privadas que complementam o mercado.

Monopólio oficial acabou em 1997

A Petrobras já foi, oficialmente, a única empresa permitida a atuar na indústria de petróleo e derivados no Brasil, o que lhe dava o monopólio de fato do mercado e, por extensão, ao governo, que tinha controle pleno dos preços por meio de sua estatal.

Foi assim por 44 dos 68 ano de vida da companhia, desde que foi criada pelo presidente Getúlio Vargas, em 1953, até 1997, quando o governo de Fernando Henrique Cardoso editou a nova Lei do Petróleo e quebrou o monopólio, o que permitiu que outras concorrentes passassem também a atuar no Brasil.

Na exploração do petróleo bruto, várias de fato vieram. A Agência Nacional de Petróleo (ANP) conta, hoje, mais de 30 companhias retirando óleo e gás das reservas brasileiras ao lado da Petrobras. No refino, porém, quase nenhuma apareceu, e a estatal segue sendo praticamente a única fornecedora de combustíveis para os brasileiros. Por que isso acontece?

Os concorrentes não aparecem

Na visão de especialistas do setor, a resposta passa pelo tamanho e o histórico da concorrente: tentar fabricar combustíveis no Brasil significa competir com uma gigante do porte da Petrobras, controlada pelo governo e que, em vários momentos, acabou vendendo seus produtos abaixo do preço de mercado, o que torna o negócio inviável para qualquer outra empresa.

Isso era a praxe antes da quebra do monopólio nos anos 1990: quando existia a chamada “conta petróleo”, o Tesouro Nacional pagava a Petrobras, à época ainda uma grande importadora, para vender combustíveis mais baratos do que o preço de custo nos momentos de alta.

Também voltou a se repetir nos anos de 2000 e 2010, em especial durante o governo de Dilma Rousseff (2011-2016), quando, mesmo com barril e o dólar am alta, os preços dos combustíveis revendidos aqui seguiram congelados. A política não só espantou outros investidores, como também foi uma das responsáveis pelos quatro anos de prejuízo que a Petrobras teve entre 2014 e 2017.

“O Brasil vai continuar refém dos preços internacionais enquanto não for autossuficiente em combustíveis e, para isso, precisa ter investimentos para ampliar a capacidade de refino”, disse o presidente-executivo da Associação Brasileira dos Importadores de Petróleo (Abicom), Sérgio Araújo.

Ele lembra que cerca de um quinto do que o Brasil consome em combustíveis ainda deve ser trazido de fora, já que o parque de refino no país, sem expansão há anos, não dá conta de abastecer tudo.

“Para que a atividade de refino seja atrativa do ponto de vista econômico, é preciso reduzir o domínio da Petrobras. Ninguém vai colocar dinheiro em uma atividade em que o governo é o acionista majoritário de uma empresa que é dominante no mercado “. (Sergio Araújo, presidente-executivo da Abicom).

No início dos anos 2000, Araújo foi também executivo de uma petroleira estrangeira que chegou a ter participação em duas refinarias no Brasil. As fatias nas duas acabaram vendidas até 2010. Uma delas acabaria em recuperação judicial anos depois.

Beco sem saída

A situação acabou criando um beco de onde é difícil de sair: a Petrobras segue dominando o mercado enquanto não entrarem outras concorrentes, e outras concorrentes não entrarão enquanto a Petrobras dominar o mercado.

Foi para tentar começar a desatar esse nó que, a partir de 2016, no governo de Michel Temer e também no de Jair Bolsonaro, a petroleira virou a chave para políticas que atraíssem outros fornecedores e tentassem reduzir, gradativamente, esse monopólio que, na prática, nunca deixou de existir.

A política de preços dos combustíveis saiu do controle total para a flutuação completa: sempre que o preço do barril ou do dólar sobem ou descem lá fora, a petroleira reajusta os preços da gasolina e do diesel em suas refinarias na mesma proporção, o que abre portas para que outras empresas consigam competir também.

Foi também desenhado o programa que pretende vender 8 das 13 refinarias estatais, o que, de cara, já colocaria 50% da produção de combustíveis na mão de outras empresas. A execução, porém, anda a passos lentos: até agora, só uma refinaria foi passada para frente, no mês passado.

Nos sonhos mais ambiciosos, toda essa redução gradual do domínio da Petrobras seria preâmbulo para sua privatização completa. Sempre que a ideia é trazida à tona, porém, encontra forte resistência de políticos e da sociedade.

Papel social

O caminho em busca de combustíveis mais baratos para os brasileiros via redução da Petrobras e aumento da concorrência, porém, não é consenso. Muitos defendem que, como estatal e como grande produtora e grande exportadora de petróleo, a empresa já tem capacidade de ofertar combustíveis mais baratos, sem que isso signifique os mesmos prejuízos que já teve no passado.

“Se eu sou um grande produtor, se eu tenho um grande parque de refino, se eu produzo petróleo a preços baixos, por que eu vou obrigar o consumidor brasileiro a pagar pelos mesmos preços [do barril de petróleo] nos Estados Unidos, que têm uma renda muito maior que a nossa?”, disse o diretor da Associação dos Engenheiros da Petrobras (Aepet), o engenheiro ex-deputado pelo PSB Ricardo Maranhão.

A favor desse pensamento pesa o fato de que, nos últimos anos, o pré-sal passou a produzir petróleo a pleno vapor, o que transformou o Brasil em um dos maiores produtores do mundo e também em um exportador de petróleo. Até pouco tempo atrás, a Petrobras e o país não tinham reservas suficientes e precisavam importar para complementar o abastecimento doméstico.

Como agora sobra produção e ela é exportada, dólar alto e petróleo mais caro no mundo deixaram de significar prejuízo para a companhia, como foi no passado, para ser uma fonte bilionária de receitas.

Além disso, a alta produtividade dos campos do pré-sal também derrubou o custo do petróleo produzido no Brasil –ele é estimado, hoje, em cerca de US$ 25 por barril, bem abaixo dos US$ 60 a US$ 70 da cotação atual nas bolsas internacionais, que é o preço replicado pela Petrobras nos seus combustíveis.

“Praticar preços mais baixos não quebra a Petrobras. Ela pode aplicar preços menores do que os de hoje e ainda ganhar muito dinheiro. Se o preço do barril sobe, ela ganha, e pode transformar parte desse lucro em benefício ao consumidor.” (Ricardo Maranhão, diretor da Associação dos Engenheiros da Petrobras (Aepet).

CNN Brasil

Opinião dos leitores

  1. Nossa! Quer dizer que a empresa já vendeu combustível abaixo do preço do mercado? Nossa! Quer dizer que agora os preços estão mais altos pq a abriram ao mercado especulativo? Nossa! Vocês não sentem vergonha de fazer papel de trouxa ao verificar que a privatização da rede de distribuição não gerou economia nenhuma no valor do combustível???

  2. As mentes mais atentas, concluem que Bolsonaro Presidente tem mais do que razão em atacar a forma que a Petrobras conduz o preço da gasolina.

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Diversos

VÍDEO que roda em redes sociais mostra motorista de rede de postos roubando combustível de caminhão da empresa

Fotos: Reprodução

A rede de postos Domingos e a Transportadora Domingos, que pertencem ao grupo de empresa Domingos, esclarece que foi vítima de furto de combustíveis praticados pelo seu ex-motorista, com ajuda de outros meliantes.

A nota ainda esclarece que a polícia impediu que infratores conseguisse lograr êxito total no delito.

O grupo ainda informa que sua assessoria jurídica representará judicialmente aqueles que caluniosamente fizeram publicar ou republicar vídeos nas redes sociais por prática de crime previsto na legislação brasileira, diante acusações inverídicas sobre o posto, inclusive, de adulteração de combustíveis.

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Judiciário

Operação investiga Cunha por denúncia envolvendo combustível de aviação

Foto: Divulgação

Membros do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Distrito Federal (MPDFT) cumprem, nesta quarta-feira (3), 20 mandados de busca e apreensão contra um esquema de propina que tinha o objetivo de reduzir impostos em combustíveis de aviação na capital federal. Um dos alvos é o ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha.

A Operação Antonov é realizada em 4 estados – São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo e Goiás – e no DF. Ela investiga crimes praticados entre 2012 e 2014 relacionados ao pagamento de propina direcionada a Nelson Tadeu Filippelli (então vice-governador do Distrito Federal) e a Eduardo Cunha (então deputado federal), “visando alteração legislativa distrital para redução de alíquota de ICMS para querosene de avião”, informou o MPDFT.

Após a tramitação legislativa do projeto de lei de iniciativa do Poder Executivo, ele foi convertido na Lei Distrital nº 5.095, de 8 de abril de 2013, que alterou a Lei nº 1.254/96 para, na prática, reduzir a alíquota do ICMS do querosene de aviação civil de 25% para 12%.

Segundo as investigações, há indícios de pagamento de propina por parte das companhias aéreas Gol e TAM.

A investigação ocorreu a partir de um acordo de delação premiada estabelecido entre o Ministério Público Federal e o operador Lucio Bolonha Funaro. Um dos endereços alvos da ação desta quarta é a casa de Cunha, localizada na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro.

O nome da operação faz referência ao Antonov NA-225, o maior avião cargueiro de asa fixa do mundo, com capacidade para mais de 360 mil kg de querosene de aviação.

A Operação Antonov conta com o apoio dos Gaecos de SP, RJ, ES e GO, do Centro de Produção, Análise, Difusão e Segurança da Informação (CI/MPDFT), da Polícia Civil do DF (Cecor/DF) e da Coordenadoria de Segurança e Inteligência do MPRJ.

Como Cunha e Filippelli teriam recebido a propina

Cunha teria recebido propina por meio da empresa C3 Atividades de Internet Ltda., administrada pela mulher dele, Cláudia Cordeiro Cruz, ou por meio de transferências a companhias ligadas a Funaro. Este teria utilizado os serviços dos doleiros Cláudio (“Tony”), Vinicius (“Juca Bala”) e Carlos (“Tyson”) para fazer com que o dinheiro chegasse ao político. Tony e Juca Bala foram presos na Operação Lava Jato.

Já Filippelli teria recebido as vantagens indevidas com a ajuda do operador Afrânio Roberto de Souza Filho, por meio da empresa Objetiva Consultoria e Participações Ltda., administrada por Afrânio Filho e o filho dele, Afrânio Neto.

As investigações apontam que Filippelli teria utilizado parte da propina para comprar imóveis comerciais na cidade de Taguatinga (DF). Acredita-se que, posteriormente, eles foram usados pelo investigado para “integralizar o capital social da empresa Lanciano Investimentos e Participações S/A, administrada por sua então esposa Célia Maria Pereira Ervilha Filippelli”, informou o MPDF.

Informações preliminares apontam ainda que o empresário da Gol Henrique Constantino teria participado do esquema, pagando propina a Cunha para que este conseguisse a liberação de empréstimo na Caixa Econômica Federal e a desoneração da folha de pagamento dos empregados do setor aéreo e rodoviário, pontos de interesse da companhia aérea.

Outro lado

Nota de Ticiano Figueiredo, Pedro Ivo Velloso e Délio Lins e Silva, advogados de Cunha:

“A operação de hoje é um retorno ao famigerado período das pirotecnias acusatórias. Não há dúvida de que se trata de algo fabricado politicamente, com o intuito de retaliar, de forma injusta, alguém que vem cumprindo rigorosamente todas as condições que lhe foram impostas pela Justiça ao conceder a prisão domiciliar. Não se buscou nem mesmo disfarçar tamanha ilegalidade. Os próprios investigadores confessam que os fatos, os quais não guardam qualquer relação com Eduardo Cunha, são antigos, não passam de 2014. A defesa do ex-deputado confia nas instâncias superiores do Poder Judiciário para corrigir tamanha ilegalidade.”

A reportagem tentou contato com Filippelli, mas ainda não teve retorno.

A Gol declarou que não tem conhecimento sobre a operação.

Nota da Latam:

“A Latam não tem informações sobre esta investigação. A empresa irá colaborar com as autoridades competentes.”

CNN Brasil

Opinião dos leitores

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Acidente

Acidente envolvendo carro e caminhão derruba árvore e causa derramamento de combustível em cruzamento de avenidas de Natal

Foto: Kleber Teixeira/Inter TV Cabugi

Um acidente envolvendo um carro e um caminhão aconteceu na manhã desta quinta-feira (14), no cruzamento das avenidas Prudente de Morais e Alexandrino de Alencar, no bairro Lagoa Seca, em Natal. A colisão causou derramamento de combustíveis na pista e derrubou parte de uma árvore. Uma pessoa foi levada ao hospital.

O G1 destaca que segundo o motorista do carro de passeio, que levava dois passageiros, ele seguia na avenida Prudente de Morais, no sentido ao centro, quando se deparou com o caminhão, que teria passado o sinal vermelho na avenida Alexandrino de Alencar no sentido ao Parque das Dunas. Mais detalhes AQUI via G1-RN, com Inter TV Cabugi .

Opinião dos leitores

  1. ZeGado ganhou esse apelidio por trabalhar numa fazenda, como aprumador de chibata de gado reprodutor e colhedor de sêmen.
    Hô Véio arroxado é ZéGado.

    1. Vá se tratar. Vc tá doente.
      Ou tem, no mínimo, uma paixão recolhida pela governadora…

    2. Esse é igual ao Pedroca, tem ciúmes da mulher de Lula. A vontade dele é estar no lugar dela.
      Esses bostanaristas não escapa 1.

    3. Serginho, prefiro ficar doente, que ter paixão por Fatão Kkkķ Deus é mais.

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Diversos

Justiça penhora milhas de viagem para quitar débito de comerciante com distribuidora de combustível

Foto: Reprodução

Milhas usadas para viagem bloqueadas pela Justiça. Esse é o teor de determinação da juíza Daniela de Almeida Bayma Valdivia, da 11ª Vara Cível de Aracaju.

Atendendo a um pedido formulado pela advogada Deborah Cicco, do RRC Advogados, que representa uma distribuidora de combustível na cobrança de dívida acumulada por três ex-revendedores, a magistrada determinou o bloqueio de milhas do comerciante em todos os programas de fidelidade em que ele possua cadastro.

O processo é uma execução de título extrajudicial. Na decisão, a juíza determinou a expedição de ofício para todas as empresas de milhagem a fim de que os três empresários não façam uso do benefício.

Justiça Potiguar

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Polícia

FOTOS: PF investiga postos e distribuidora de combustível em operação contra lavagem de dinheiro de facção criminosa; segundo as investigações, PCC movimentou R$ 30 bilhões

Fotos: Divulgação/PF

A Polícia Federal em São Paulo realizou nesta quarta-feira (30) uma operação para desarticular um esquema de lavagem de dinheiro do PCC, facção que atua dentro e fora dos presídios do país, feito por meio de postos de gasolina e uma distribuidora de combustível. A facção movimentou ao menos R$ 30 bilhões. Ao todo, 13 pessoas foram presas.

Segundo a investigação, o principal alvo era a prisão de um homem conhecido como Alemão, cuja família é dona de cerca de 50 postos. As investigações também apontam o envolvimento dele com a morte de Rogério Jeremias de Simone, conhecido como Gegê do Mague, que foi um dos chefes da facção.

Foram cumpridos 43 mandados de busca e apreensão em apartamentos de luxo e empresas. No estado de São Paulo, a operação ocorreu nas cidades de Bauru, Igaratá, Mongaguá, Guarujá e Tremembé. Também são cumpridos mandados em Londrina e Curitiba, no Paraná, e Balneário Camboriú, em Santa Catarina.

Em São Paulo, além de Alemão, Antônio Carlos Martins Vieira, conhecido como “Tonhão”, foi preso e levado para a sede da PF. Segundo a investigação, ele foi identificado como responsável por parte das empresas usadas na lavagem de dinheiro.

Entre os alvos estão empresários do setor de combustíveis e uma pessoa que foi condenada pelo envolvimento no furto ao Banco Central do Brasil, ocorrido em Fortaleza, em 2005.

Mais de 70 empresas são investigadas e foram interditadas. Dentre elas, está a distribuidora de combustível.

A Justiça determinou bloqueio de R$ 730 milhões de contas bancárias suspeitas. Também foi determinado o bloqueio de 32 automóveis, nove motocicletas, dois helicópteros, um iate, três motos aquáticas, 58 caminhões e 42 reboques e semirreboques, com valor aproximado de R$ 32 milhões.

Crimes de organização criminosa e lavagem de dinheiro

Ao todo, 20 pessoas foram indiciadas. Eles responderão pelos crimes de organização criminosa e lavagem de dinheiro.

A Polícia Federal pediu à Justiça que as 73 empresas usadas para lavagem sigam em funcionamento e passem a ser administradas pela Secretaria Nacional de Políticas Sobre Drogas do Ministério da Justiça – medida que era inédita até aqui, de acordo com a corporação.

A rede de postos Boxter é o alvo principal da operação, que foi nomeada “Rei do Crime”. A reportagem tentou contato com a rede, mas não obteve retorno. Para não quebrar a empresa e evitar a depreciação, a PF pediu – e a Justiça autorizou – que sejam nomeados administradores, que vão tocar o negócio até o fim do processo.

A investigação foi realizada pelo Grupo de Investigações Sensíveis, unidade de inteligência que compõe a Delegacia de Repressão a Entorpecentes.

G1

Opinião dos leitores

  1. Mais uma vez venho elogiar o belíssimo trabalho que a polícia federal vem fazendo este ano, fechando mineradoras ilegais na Amazônia, recordes de apreensão de armas e drogas, prisão de corruptos.
    Precisou o JB mudar o chefe da PF para aumentar as investigações.
    Parabéns a toda equipe da PF.

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Diversos

PRF apreende carga irregular de combustível em João Câmara

Foto: Reprodução/PRF

A Polícia Rodoviária Federal apreendeu, no município de João Câmara/RN, na tarde dessa quinta-feira (17), um veículo que transportava irregularmente 45 mil litros de álcool.

Os policiais abordaram uma carreta do tipo FH e ao verificar a nota fiscal, ficou constatada que era de outra viagem já efetuada.

O Fisco Estadual compareceu ao local e foi lavrado o TCO. Segundo estimativa do fisco serão aplicados mais de 100 mil reais em multas.

Opinião dos leitores

  1. A PRF tá fazendo o trabalho que deveria ser da fiscalização estadual. Será que Fátima vai proibir a Polícia Rodoviária Federal de agir contra os sonegadores??

    1. BG
      Na Bahia o ptRALHA onde os R$ 5.000.000,00 do RN desapareceram de lá quer que o Governo Federal retira a Força Nacional que está atuando contra os bandidos.

    2. Na verdade esse está sendo um trabalho feito em conjunto. A abordagem pela PRF foi efetuada com o acompanhamento das equipes de fiscalização da SET/RN.

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Economia

Revenda de combustível descobre as vantagens de instalar o Sistema Megga Solar

Foto: Divulgação

O ramo dos postos de combustíveis já percebeu que é essencial minimizar os custos com energia elétrica para poderem rentabilizar o lucro. Se pagarem menos na conta de energia, sobra mais pra investir no posto, no atendimento e no mix de produtos. E se zerarem o consumo de energia então, como diria o BG, é show papai.

Pensando nisso, a Megga Solar também preparou um pacote super especial para o segmento dos postos de combustíveis. Postos grandes e tradicionais como Postos Pinheiro Filho 1 e 2, Posto Jota Flor 2, Posto Jacutinga, Posto Santa Rita, Auto Posto São Tomé e Auto Posto Reis Magos já instalaram seus sistemas de energia solar com a Megga Solar e já estão aproveitando as vantagens de
terem praticamente zerado o consumo da conta de energia, o que, já dissemos aqui mais de uma vez, aumenta bastante a lucratividade do negócio.

“Posto de combustíveis, a revenda do combustível, lá na ponta, vende commodities, e se não enxugar custos não rentabiliza, não reinveste no atendimento; é aí que entramos com nosso Sistema Megga Solar e com as facilidades que a gente desenhou pra este segmento”, comemora Max Assunção, que tem visto a procurar crescer bastante ao longo de 2020, mesmo com a pandemia.

A Megga Solar tem um site com todas as informações e muitas ofertas especiais em meggasolar.com.br.

O telefone da Megga Solar é o 3217-7155.

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Polícia

Vigilantes de posto de combustível são mortos a tiros no Oeste potiguar; outros crimes são registrados na região

Foto: Marcelino Neto/O Câmera

Reportagem do portal G1-RN destaca na manhã desta quinta-feira(07) que dois vigilantes de um posto de combustível foram assassinados por criminosos fortemente armados na noite dessa quarta-feira (6) em Martins, no Alto Oeste potiguar. Esse não foi o único crime na região. Ao todo, Polícia Militar registrou pelo menos cinco casos de homicídios ou tentativas de homicídio em cinco municípios diferentes – a maioria num espaço de menos de uma hora. Ninguém foi preso. O caso de Martins foi o último a ser registrado, por volta das 20h30. Segundo a PM, quatro homens fortemente armados chegaram ao posto de combustíveis, às margens da RN-117, em uma pick-up, abriram as portas e começaram a atirar. Ainda de acordo com a polícia, foram disparados mais de 100 tiros de armas longas, como fuzil 556, além de pistolas. Os dois homens que faziam a segurança do posto morreram no local. Veja mais detalhes aqui em reportagem.

Opinião dos leitores

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Economia

O ÓBVIO MUITAS VEZES IGNORADO: Confira dez dicas para economizar combustível ao dirigir

Foto: Márcio Alves / Agência O Globo

Quem tem carro sentiu bastante o aumento do preço dos combustíveis, principalmente o álcool, ao longo de 2019. Para diminuir os impactos no bolso, adotar um estilo de direção mais econômico e não descuidar da manutenção do automóvel são medidas que ajudam a reduzir o consumo do motor.

Quando sabe que pode enfrentar engarrafamentos, o engenheiro mecânico Jorge Dias, de 56 anos, se organiza para sair mais cedo de casa, fugir do trânsito e, assim, poupar gasolina. Além disso, ele procura manter o tanque cheio para evitar perdas por evaporação.

— Ainda mais na época de calor, se o tanque estiver com pouco combustível, o carro perde gasolina mesmo se estiver parado — diz o “caçador de ofertas” do “Qual oferta”, plataforma dos jornais EXTRA, O Globo e Expresso que reúne, no impresso e no digital, as melhores promoções de supermercados, drogarias e lojas de departamento de Rio e Grande Rio.

Veja, abaixo, dez dicas para economizar combustível.

1 – Evite acelerações e frenagens bruscas. Se precisar parar lá na frente, tire o pé do acelerador com antecedência.

2 – Não estique as marchas sem necessidade ao acelerar. Procure fazer as trocas em rotação adequada. Automóveis modernos têm um indicador — normalmente uma luz piscante, chamada “shift light” — que informa o momento mais econômico para a troca de marcha. Fique de olho nela.

3 – Em rodovias, utilize a sexta marcha, caso seu carro tenha esse recurso.

4 – Configure o computador de bordo do carro para mostrar o consumo imediato ou médio de combustível. Assim, você poderá ajustar sua maneira de dirigir e conduzir o veículo de forma mais econômica.

5 – Use o ar-condicionado em estradas. Com as janelas bem fechadas, a aerodinâmica melhora e, consequentemente, o consumo de combustível cai.

6 – Faça revisões e manutenções preventivas no carro. Verifique especialmente o estado das velas, da injeção eletrônica e do filtro de ar — sujo, ele eleva o consumo de combustível, e, por isso, deve ser substituído a cada dez mil quilômetros rodados, em média.

7 – Calibre os pneus uma vez por semana para mantê-los com a pressão correta. Os pneus devem estar frios no momento da calibragem.

8 – Retire objetos desnecessários do porta-malas. Fazer o carro levar mais peso aumenta o consumo de combustível.

9 – Abasteça em postos confiáveis ou conhecidos, para evitar comprar combustível adulterado. E não se preocupe em dar preferência à gasolina aditivada: com gasolina comum, que é mais barata, os carros têm o mesmo rendimento.

10 – Dirija em ritmo um pouco mais lento que o usual, sobretudo nas velocidades acima de 100km/h.

O Globo

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Economia

Bolsonaro discute revogar norma que proíbe venda direta de combustível

Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

O presidente Jair Bolsonaro disse nesta quarta-feira (15), em Brasília, que está discutindo a possibilidade de revogação de norma da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) que proíbe a venda direta de combustíveis aos postos.

O presidente se reúne nesta quarta-feira com o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, para tratar desse assunto, entre outros.

Venda direta de combustível

Ao deixar o Palácio da Alvorada, pela manhã, Bolsonaro defendeu novamente que seja autorizada a venda direta de etanol das usinas para os postos de combustíveis e também de outros derivados do petróleo. Segundo ele, isso poderia reduzir em cerca de 20 centavos o valor do litro do combustível.

“Não é apenas a venda direta de etanol para o posto de combustível, é de outros derivados também. Nós importamos óleo diesel, gasolina, por que não do porto ir diretamente para o posto de gasolina? Por que tem que viajar centenas de quilômetros?”, questionou.

Atualmente, a norma da ANP estabelece que todo combustível deve passar por empresa distribuidora antes de chegar às bombas dos postos.

De acordo com o presidente, ele está em contato com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, para tratar da revogação dessas normas. “Conversando com Rodrigo Maia, muitas vezes não depende da decisão [da ANP], depende de revogar decisão e o Congresso tem poder para revogar essas decisões”, disse.

Ao falar sobre o trabalho das agências reguladoras, o presidente destacou que elas “são importantes, autônomas, mas não são soberanas”.

Um projeto de lei que libera a venda direta está tramitando na Câmara dos Deputados e já foi aprovado pela Comissão de Minas e Energia no fim de 2019.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

  1. O Mito só tem coisa boa para oferecer a população.
    Pena que temos um congresso acovardado e um STF acovardado que só trabalham contra o crescimento do Brasil totalmente em desarmonia com o Presidente JMB e a população brasileira

  2. Já vi que não passa, pois precisa do aval da Câmara dos Deputados, setor que com certeza tem político por trás dessa norma, pois deve ter distribuidora de pessoas suas. E quem paga com o preço final, somos nós pobres consumidores.

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Geral

Pesquisa do PROCON NATAL aponta redução no preço do combustível

O Instituto Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor de Natal – PROCON NATAL realizou, no dia 22 de julho, pesquisa nos postos de combustíveis e identificou redução no valor de todos os combustíveis pesquisados. O objetivo da pesquisa foi verificar se houve a redução de 2,14% no preço anunciada pela Agência Nacional de Petróleo, no dia 18 de julho.

O preço médio da gasolina nas bombas foi de R$ 4,359, contra R$ 4,561 da pesquisa anterior, realizada no dia 08 de julho. Isso representa uma variação negativa de 4,43%, ou seja, redução de R$ 0,202 centavos. Já em comparação com a pesquisa de junho, a redução foi de R$ -0,164 centavos, o que equivale a uma variação negativa de 3,63%.

O Núcleo de pesquisa do PROCON NATAL acompanha mensalmente os preços dos combustíveis na cidade do Natal, devido a politica de preço aplicada pela estatal brasileira Petrobras, que adotou reajustes com maior periodicidade, desde 3 de julho de 2017. Nas pesquisas recentes realizadas pelo Núcleo, os preços dos combustíveis estão em declínio.

Para conferir a pesquisa completa – com o ranking dos dez posto mais baratos na cidade – acesse www.natal.rn.gov.br/procon.

Opinião dos leitores

  1. O interessante é que esses Governantes, nunca tentam Diminuir os Encargos (65%), para o valor do Combustível cair, sou de São José do Mipibú/RN, mas moro aqui em Charlotte, Carolina do More (EUA), pagamos aqui por um Galão (3,6lt) o equivalente à $2,39, o imposto do Combustível aqui é 7%, agora vcs sabem pq os Políticos em Geral não tem interesse em diminuir, pq eles Não Pagam, a Verba de Gabinete cobre tudo isso, ou Brasil véi Desmantelado,

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Economia

Governo do RN reduz consumo de combustível e economiza mais de R$ 900 mil em três meses

O Governo do Estado do Rio Grande do Norte, entre fevereiro e abril de 2019, economizou mais de R$ 900 mil em combustível, segundo dados da Secretaria da Administração e dos Recursos Humanos, que faz o gerenciamento compartilhado da frota com a Secretaria de Segurança Pública e da Defesa Social (Sesed). Com maior controle, fiscalização, identificação da frota e estabelecimento de cotas, o Estado reduziu em 230 mil litros o consumo de combustível no posto interno, em relação ao mesmo período do ano passado.

O posto interno abastece praticamente toda a frota que atende a Região Metropolitana de Natal. O consumo diário de combustível na unidade interna de abastecimento, que antes variava entre 15 e 16 mil litros, passou a ser de 10 a 12 mil litros/dia.

A redução é fruto da intensificação no trabalho de controle e fiscalização, resultante dos procedimentos adotados após a publicação do Decreto Nº 28.700, de 24 de janeiro de 2019, que dispõe sobre o cadastramento da frota veicular do Poder Executivo do Estado do Rio Grande do Norte e estabelece a gestão compartilhada da fiscalização e do controle do uso de veículos oficiais.

De acordo com a Coordenadoria do Patrimônio da Searh foram estabelecidas cotas para uso diário e semanal dos carros. Os veículos operacionais, que fazem parte da frota de secretarias como Segurança e Saúde, são abastecidos diariamente. Já os veículos administrativos têm cota semanal. As cotas foram estipuladas com base no consumo médio de um período de seis meses do ano anterior.

A partir de 15 de fevereiro de 2019, final do prazo para que os órgãos do Executivo Estadual se adequassem ao que foi estabelecido no Decreto, a Searh e a Sesed intensificaram o trabalho de fiscalização e controle de toda cadeia que envolve o abastecimento de veículos do Estado.

Opinião dos leitores

  1. Governo deve 3 Bilhões e economizou 200 mil por mês com combustível. Muito bem, rapidinho vai pagar a dívida kkkk

  2. Deveria começar por ela, que tem carro e usa o oficial. SE os funcionários, vão de transporte públicos ou seus próprios carros, para que gestores , secretários, assessores, deputados, juízes, desembargadores etc, não usam os seus?.

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