Pesquisa diz que fingir orgasmo é comum tanto para homens quanto mulheres, e lista razões

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Para que a relação sexual seja prazerosa, é importante que o casal esteja em sintonia. No entanto, nem sempre uma das pessoas consegue atingir o orgasmo durante o sexo. Quando isso acontece, você finge que chegou ao ápice do prazer ou simplesmente conta a verdade? Um estudo feito pelo site Kinkly traz a resposta.

Segundo a pesquisa, que recebeu 1.200 respostas, 80% das pessoas já fingiram ter um orgasmo pelo menos uma vez na vida. Os resultados mostraram que 87% das mulheres fingiram em algum momento, em comparação com 69% dos homens. Além disso, o público feminino finge com mais regularidade – cerca de 37% das vezes – e, o masculino, 9%.

Além de apresentar os dados, o levantamento ainda indica por quais motivos os indivíduos fazem isso. As respostas mais comuns são:

Eu não queria que meu parceiro se sentisse mal;
Eu queria que o sexo terminasse;
Eu queria fazer meu parceiro se sentir bem;
Fiquei sexualmente satisfeito e já queria terminar o encontro.

Por que você não deve fingir orgasmo

Em entrevista prévia ao Delas , Marina Vasconcellos, psicóloga, psicodramatista e terapeuta familiar e de casais, explica que fingir o orgasmo é perder a chance de mostrar ao parceiro o que não está legal na relação. “Você acaba perdendo a chance de falar ‘vamos tentar outra posição’, ‘ tá muito violento’ ou ‘tá devagar demais’, de dizer o que gosta e o que não gosta”, pontua.

O diálogo é a melhor solução. “Sem uma conversa, ele sempre vai achar que determinada forma de fazer sexo oral está sendo o que te faz chegar ao ápice do prazer, mas não. Os dois devem buscar o melhorar da relação, mas sem ter a noção do que realmente faz ela sentir prazer, não tem como ter essa busca”, diz Débora Pádua, fisioterapeuta pélvica, sexóloga e educadora sexual.

IG

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Orgasmo disse:

    Como o homem consegue fingir o orgasmo se ele vem junto com a ejaculação?
    A mulher também apresenta algumas características física no orgasmo, se nenhuma delas é vista, fica fácil identificar a simulação, ou não?

Estudos afirmam que respiração é o segredo para ter orgasmo mais forte e longo

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Estudos comprovam que respirar do jeito certo é capaz de diminuir os níveis de ansiedade e de estresse no corpo, além de influenciar positivamente no sono e até contribuir para a redução da pressão arterial. Mas os benefícios não param por aí: puxar e soltar o ar corretamente facilita o prazer, tornando os orgasmos femininos e masculinos mais longos e fortes. A ideia é defendida principalmente pelos especialistas em tantra.

A seguir, profissionais ensinam a desenvolver uma respiração mais consciente no dia a dia e aplicar a técnica nos momentos a dois:

Puxa e solta

“A respiração é responsável pelo fluxo da energia no corpo. Ela traz presença, relaxamento e movimento. Se não fazemos da forma correta, nossa vitalidade fica baixa”, explica Deva Geeta, terapeuta tântrica. Quando estamos estressados ou ansiosos, a respiração tende a ficar mais curta e rápida. Dessa forma, o ar chega até os pulmões, mas não até o diafragma. Quando o mesmo acontece durante as relações sexuais, isso dificulta o prazer. “A forma errada de puxar o ar trava o ciclo que leva ao orgasmo”, diz.

Comece a treinar antes

“O ideal é respirar conscientemente antes, durante e após a relação sexual”, opina Danni Cardillo, mestra tântrica. Ela indica uma maneira simples de começar, sozinha mesmo: “Puxe o ar durante sete segundos e solte pelas duas narinas. Isso já ajuda na ativação dos cinco sentidos, essenciais para o envolvimento sexual”, ensina.

Geeta também tem dicas para as iniciantes: “Deite sobre um colchonete e dobre as pernas. Deixe o quadril firme no chão e os pés unidos um do lado do outro. Relaxe braços, ombros, pescoço e cabeça. Em seguida, junte joelho com joelho e contraia uma coxa na outra. Faça isso durante, no mínimo cinco minutos. Durante esse tempo, faça inspirações longas e depois deixe o ar sair pela garganta”, ensina.

A segunda parte do exercício tem o intuito de descobrir os pontos de vibração do corpo. “Lentamente, vá abrindo as pernas dobradas. Você vai sentir algumas partes tremerem, como se fossem espasmos musculares. Permita que eles surjam e passem sozinhos, observando a sensação. Aos poucos, as vibrações vão acontecer não somente no abdômen, mas também na cabeça e em outras partes”, diz. A ideia é preparar o corpo para expandir as sensações, usando a respiração como base.

“Dessa forma, durante o sexo, a pessoa consegue focar a energia não somente nos órgãos genitais, mas no corpo inteiro”, detalha. Segundo a profissional, isso expande a sensação orgástica. “Assim, o prazer vem aos poucos. Por isso chega intensamente e dura por mais tempo”, conclui.

Sexo de tirar o fôlego?

Na verdade, o ideal é que em vez de tirar o fôlego um do outro, o casal tenha bastante ar, mesmo durante o orgasmo. Para aumentar o prazer feminino nas relações sexuais, a dica de Geeta é intercalar exercícios de pompoarismo (contraindo e relaxando os músculos do assoalho pélvico) com a respiração.

“Uma dica durante as relações é soltar todo o ar e deixar os pulmões vazios por alguns instantes. Enquanto isso, contrair o glúteo e as coxas com força. Depois, relaxar e voltar a respirar normalmente, sentindo os pontos de prazer do corpo todo”, ensina. E quando o orgasmo chegar, a ideia é liberar toda a energia junto com o ar. “Em vez de respirar rapidamente, fazer inspirações e expirações longas ajuda a prolongar a sensação”, assegura.

Universa – UOL

‘Um orgasmo pela manhã é melhor pra saúde do que qualquer água com limão’, posta modelo e apresentadora Mariana Goldfarb, casada com galã global

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Além de selfies e parceriais comerciais, a modelo e apresentadora Mariana Goldfarb , de 28 anos, vem compartilhando nas redes sociais frases que repercutem entre seus milhares de seguidores. Na manhã desta quarta-feira, ela compartilhou a seguinte: “Um orgasmo pela manhã é melhor pra saúde do que qualquer água com limão”.

“No meu caso, não vai acontecer nunca pela manhã. Tenho preguiça até de sair da cama, quem dirá fazer isso… Só á noite”, disse uma seguidora. “Super verdade! Mari, adoro seus posts”, observou outra. “Isso, sim, é incontestável!”, afirmou mais uma internauta.

Mariana subiu ao altar com o ator Cauã Reymond em abril, numa cerimônia discreta em Ibitipoca, interior de Minas Gerais. “O casamento foi diurno, para apenas 40 pessoas. Todo mundo era padrinho e madrinha. Foi do nosso jeito, no meio da natureza e sem a necessidade de agradar a terceiros. Os convites foram enviados por WhatsApp, meu buquê foi feito com flores locais e não fiquei me preocupando com a decoração. Usei um vestido assinado pela estilista Helô Rocha, do Atelier Le Lis. Estava descalça na hora do ‘sim!’. Só queríamos celebrar nosso amor.”

O Globo

ORGASMO: Especialista define “chegar lá” e fala benefícios

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Muito se fala sobre “chegar lá” na hora do sexo, mas você sabe o que é isso? Quando alguém usa a expressão, provavelmente está se referindo ao orgasmo. No entanto, apesar de famoso, nem sempre as pessoas sabem o que é.

Para entender o que é orgasmo , conversamos com a sexóloga Débora Pádua. De acordo com ela, é possível definir o orgasmo como uma sensação. “É o ápice do prazer no momento da relação”, explica.

Algumas mulheres definem o que é orgasmo como uma energia bem forte que se espalha pelo corpo. “É quando a mulher sente uma intensidade de prazer muito forte”, fala Débora.

E existem diferentes formas de chegar e sentir o orgasmo. A sexóloga diz que pode ser na hora da penetração, da estimulação clitoriana ou dos dois ao mesmo tempo. O orgasmo também pode ser sentido durante a masturbação . Dessa forma, o orgasmo ou o “chegar lá” é o momento mais forte de prazer que você sente enquanto recebe aquele estímulo.

Benefícios do orgasmo

Engana-se quem pensa que orgasmo é apenas sobre sexo. Na verdade, essa intensidade de prazer é capaz de proporcionar uma série de benefícios ao corpo. Nesse momento, hormônios como a endorfina (promove o bem-estar), a dopamina (promove o prazer) e a ocitocina (melhora o humor e diminui a ansiedade) são liberados.

Em entrevista anterior ao Delas , a educadora sexual Clariana Leal explica que a alta carga de hormônios liberados ainda contribui para combater a insônia, doenças crônicas e problemas relacionais ao desequilíbrio hormonal.

Além disso, o corpo costuma relaxar após o orgasmo, aliviando a tensão dos músculos. Também é possível sentir um alívio nas cólicas menstruais, dores de cabeça e dores na coluna. E não para por aí! O orgasmo pode melhorar o viço da pele e o brilho do cabelo. Ou seja, só vantagens para aproveitar, não é?

Com informações do IG

A geração de mulheres que põe o orgasmo em primeiro lugar

(Elisa Riemer/CLAUDIA)

Em 1949, a filósofa Simone de Beauvoir escreveu em Segundo Sexo, obra que se tornaria referência para os movimentos feministas: “Na cama, a mulher aguarda o desejo do homem, espera, por vezes ansiosamente, seu próprio prazer”. Naquele momento, as mulheres lutavam pelo direito de trabalhar e, nas décadas seguintes, com a pílula anticoncepcional, ganharam mais autonomia para planejar a gravidez.

Hoje, não esperam mais pelo próprio prazer e guiam, elas mesmas, essa busca. Com a reinvenção do feminismo, na última década, estimulado pela discussão de ideias nas mídias sociais, uma nova geração de mulheres adentra a vida adulta com outras perspectivas sobre a sexualidade – mais centradas nelas e menos preocupadas em atender a convenções ultrapassadas.

Concentradas na faixa dos 20 aos 40 anos, se insurgem contra a violência nas relações, o descaso e a ignorância sobre o que lhes dá prazer. Além de poder decidir, elas querem gozar. Há um deslocamento sobre a percepção da sexualidade, que passa a incluir as mulheres no papel de protagonistas e tem o consenso como base na hora do sexo. Assim, não seria exagero afirmar que elas abrem frente para uma nova revolução sexual.

“Ainda que nas décadas passadas tenha se iniciado uma revisão comportamental, a grande mudança aconteceu nos últimos anos. A mulher não se expressava. Agora se permite fazer escolhas sem tanta culpa nem estereótipos”, afirma Heloísa Buarque de Hollanda, professora aposentada de sociologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e autora do livro Explosão Feminista: Arte, Cultura, Política e Universidade (Companhia das Letras).

Se antes as conversas sobre sexualidade feminina ficavam confinadas a grupos de amigas, com o que a socióloga chama de a “explosão” elas passaram a compartilhar experiências via redes sociais. Essa ampliação permite que o debate vá, pouco a pouco, atingindo diferentes perfis e gerações de mulheres.

“Hoje, até a mãe de família mais recatada tem acesso à internet, e sua cabeça já começa a mudar ao ter contato com as filhas, que vivem este momento”, explica Heloísa. Nesse espaço recente, por vezes, elas percebem que não são as únicas a enfrentar certas situações e a estar insatisfeitas com suas experiências sexuais. Ao mesmo tempo, trocam vivências positivas.

Após um relacionamento que não lhe trazia nenhum prazer e a deixava insegura para explorar o próprio corpo, a carioca Roberta publicou um pedido de ajuda em um grupo de Facebook que reúne mulheres de todo o Brasil. Conforme descrevia no post de 2016, Roberta não conseguia ter orgasmos e cada relação sexual era um fiasco.

“Na época, eu tinha um namorado que rechaçava masturbação feminina, sentia nojo de sexo oral feminino e não se importava com meu prazer”, conta a jovem de 24 anos, estudante de pedagogia.

No entanto, suas questões eram ainda mais complicadas, remontando à infância – aos 8 anos, havia sido estuprada por um primo; aos 14, a relação que entendia como a do fim de sua virgindade também acontecera à força. Dali em diante, todas as suas experiências sexuais a lembravam das violências.

O contato com outras mulheres, ao vivo e virtualmente, fez com que despertasse para o impacto dessas vivências em sua sexualidade e a repensar a forma como a conduzia. “Passei a me masturbar, encontrei prazer no sexo ao me relacionar com homens com pensamentos mais abertos e me assumi bissexual. Agora, sou muito mais plena”, afirma. O nome dela e o de outras mulheres que compartilharam suas experiências com a reportagem foram trocados para preservar a privacidade delas.

A geração de Roberta admite a possibilidade de experimentar diferentes práticas sexuais e de não se limitar a identidades de gênero e orientação sexual predefinidas. “Surge a noção de sexualidade fluida, mais aberta à diversidade e mais livre de tantos estereótipos sobre o que é sexo”, aponta Carolina Ambrogini, coordenadora do Projeto Afrodite, que orienta mulheres sobre sexualidade e está instalado no Departamento de Ginecologia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Romper com os estereótipos implica novas formatações para relações sexuais – isto é, foge ao protocolo que entende sexo apenas sob o ponto de vista das relações heterossexuais e da penetração – e para os papéis de gênero desempenhados. Em busca de parceiros que façam sentido, os nativos digitais usam ainda a tecnologia, o que inclui tanto os aplicativos de relacionamento quanto o envio e recebimento de sexts (termo em inglês para as mensagens e fotos de cunho sexual, mais populares entre os jovens).

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OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Calixto Silva disse:

    Ninfomaníaca, é isto que as mulheres precisam ser, igual aos homens, que buscam o seu prazer sexual a qualquer custo, não importa como, com quem ou com o que, o importante é sentir prazer. Essa coisa de que não pode isso não pode aquilo é passado, na visão destas feministas.

  2. Patricinha disse:

    É claro! Sempre! O homem é objeto de prazer para ser muito usado por mulheres.

Benefícios do orgasmo vão além do combate à insônia, diminuição do estresse, alívio de cólicas e melhora do viço da pele; veja lista e detalhes

Não é simples definir o que é um orgasmo , mas podemos dizer que é o ápice da relação sexual. Nesse momento, há uma carga de energia tão grande circulando pelo corpo que os benefícios do orgasmo são inúmeros. Desde benefícios como melhora da aparência da pele e diminuição do estresse, até o aumento da autoconfiança.

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“Temos benefícios enormes com o orgasmo, com o prazer em si. Podemos aliviar dores de cabeça e dores na coluna só de relaxar o corpo, por exemplo”, explica a educadora sexual Clariana Leal. Falar sobre os benefícios do orgasmo para a saúde física e mental é também uma forma de as mulheres se apropriarem da potência de prazer existente no próprio corpo. “Se existe toda essa potência de auto cura e autocuidado, temos que usar isso ao nosso favor”, completa.

O que é um orgasmo?

Como já dito anteriormente, não é simples descrever o que é ou como é a sensação de um orgasmo. O que é possível afirmar é que, com uma carga de energia muito alta, ele é ápice de prazer no sexo ou na masturbação. Após esse pico de prazer extremo, há o relaxamento de todo o corpo e os benefícios começam a ser sentidos. “É uma sensação muito forte que não tem como ficar na dúvida depois de ter”, diz Clariana.

Benefícios do orgasmo para corpo, pele, cabelo e mais

De acordo com Clariana, antes mesmo do orgasmo , a masturbação e o sexo são ações que proporcionam uma série de benefícios para o corpo, já que vários hormônios são liberados, como a endorfina (promove o bem-estar), a dopamina (promove o prazer) e a ocitocina (melhora o humor e diminui a ansiedade).

Clariana explica que tanto a masturbação quanto o orgasmo frequente, por relaxarem o corpo ajudam bastante a aliviar as tensões musculares, diminuindo as cólicas menstruais, dores de cabeça e dores na coluna. Além disso, a grande carga de hormônios liberados contribui para combater a insônia e doenças crônicas, além de problemas relacionados ao desequilíbrio hormonal.

Muito se fala também sobre os benefícios de uma vida sexual ativa para a pele e o cabelo. Um estudo realizado pela Universidade Queens, no Reino Unido, comprova que ao atingir o orgasmo os níveis de dehidroepiandrosterona e estradiol aumentam. O primeiro é responsável pela manutenção dos tecidos e da pele saudável, enquanto o segundo deixa a pele e o cabelo mais viçosos. Além disso, o brilho natural também aumenta, já que há uma vasodilatação dos vasos sanguíneos.

E os benefícios do orgasmo não param por aí. Um estudo da Wilkes University, dos Estados Unidos, aponta que uma vida sexual ativa pode aumentar os níveis do anticorpo IgA, conhecido por ser responsável pela proteção do organismo de infecções, resfriado e gripes.

A educadora sexual ainda explica que no ato da masturbação, por exemplo, o corpo relaxa como se fosse uma massagem e, consequentemente, tem os benefícios parecidos. No entanto, com uma potência maior de relaxamento e liberação dos hormônios.

“Nós ficamos com o corpo todo tomado por essa sensação de calma e prazer. E isso vai criando uma relação boa com o próprio corpo. Geralmente, é um momento muito íntimo que você está se olhando e se tocando, o que ajuda muito na autoconfiança”, explica. Sendo assim, Clariana aponta que o orgasmo ajuda não somente em termos físicos, mas também nas questões relacionadas a autoestima e autoconfiança, já que a mulher percebe o prazer que pode proporcionar a si mesma.

Como “chegar lá”?

Os benefícios do orgasmo são muitos, mas nem todas as mulheres conseguem aproveitá-los. Isso acontece porque sentir prazer durante a relação sexual ainda é algo muito difícil para grande parte das mulheres. “Muitas mulheres não conseguem chegar lá porque elas ficam nessa ansiedade de que precisam ter um orgasmo durante a penetração com o namorado ou com o marido, e acham que há algo de errado com elas”, diz a educadora sexual.

Mas, como “chegar lá”? Não há um passo a passo de como chegar ao ápice do prazer, mas uma dica pode ajudar: o segredo está em estimular o clitóris. Segundo Clariana, ter um orgasmo somente com a penetração é muito difícil e, se isso acontecer, será por conta do clitóris, já que ele tem uma estrutura interna.

“O clitóris tem 8mil terminações nervosas e é bastante sensível. Nós precisamos trazê-lo mais para a nossa narrativa, para a cama, porque ele é a estrela do sexo, é o clitóris que faz a mágica”, comenta. Clariana acredita que a partir do momento que as mulheres focarem mais no clitóris, entendendo sua estrutura e qual a melhor forma de estimulá-lo, será mais fácil conseguir ter orgasmos.

“Nós só conhecemos a pontinha do iceberg, que é a glande, mas ela tem uma estrutura enorme que abraça o canal vaginal. Quando estamos excitadas, o clitóris fica ereto, os bulbos – que ‘abraçam’ o canal vaginal – incham e ficam super sensíveis”, completa a explicação sobre a importância de entender a estrutura do clitóris. Para estimular a região, é interessante começar com a masturbação para entender o que você gosta na hora do sexo.

Clariana fala sobre a importância de criar essa relação mais íntima com o próprio corpo para atingir o orgasmo. “Mulheres que têm orgasmos sozinhas conseguem ter orgasmos durante o sexo bem mais fácil”, explica. A educadora sexual entende este como mais um dos benefícios do orgasmo, já que as relações sexuais passar a ser mais prazerosas quando você consegue ter um orgasmo sozinha.

Falar sobre o prazer feminino e os benefícios do orgasmo são questões importantes para a sexualidade da mulher. No entanto, Clariana alerta para que o orgasmo não seja tratado como uma obrigação. A educadora sexual afirma que é possível ter uma masturbação e um sexo bom mesmo sem orgasmos. “O importante é ter consentimento, uma troca legal e com carinho, tornando a experiência toda prazerosa. O orgasmo é um bônus que a gente tem para relaxar, ficar mais feliz e mais tranquila, mas não pode ser uma obrigação”, finaliza.

IG

 

Dia Mundial do Orgasmo é celebrado nesta quarta-feira

g_casalpesjpegO Dia Mundial do Orgasmo é celebrado nesta quarta-feira (31), trata-se de uma data criada na Inglaterra em 1999, por uma rede de sex shops, para estimular a apreciação de produtos eróticos e a discussão sobre o tema, de preferência em um local aconchegante e em muito boa companhia.

O orgasmo corresponde a nada mais, nada menos do que ao maior momento de um prazer sexual, mas ainda se apresenta como tabu para boa parte das mulheres. De acordo com uma pesquisa do Projeto de sexualidade da USP (ProSex), aproximadamente 50% das brasileiras possuem dificuldades para atingir esse clímax da relação sexual, por diversos motivos, como vergonha, receio e até falta de conhecimento do próprio corpo.

Pesquisas sobre o tema surgem em vários pontos do mundo. No país em que a data foi criada, um estudo realizado por cientistas da Universidade Central de Lancashire e da Universidade de Leeds, apontou que 80% das mulheres inglesas fingem orgasmo para diminuir o tempo da relação sexual ou para excitar o parceiro.

Na Espanha, uma empresa de produtos eróticos fez uma pesquisa para descobrir quais são os estímulos preferidos nas zonas erógenas. Das 1.300 pessoas, entre 20 e 55 anos, que participaram da enquete, 35% preferem beijos no pescoço, 24% são adeptos das carícias por todo o corpo e 11% gostam das massagens relaxantes com óleo.

O orgasmo traz inúmeros benefícios para a vida e saúde do casal: aumenta a qualidade do sono, melhora o aspecto da pele e diminui o estresse. A mulher ainda tem um ganho extra: alívio das cólicas no período da Tensão Pre Menstrual.

Odiário

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Maurício Giovani disse:

    Fiquei surpreso com essa notícia, pois não sabia que hoje é o dia da Organização dos Assalariados de Mossoró – ORGASMO.

Orgasmo ajuda a prevenir doenças físicas e mentais, afirma estudo

“Uma sinfonia do cérebro” ou “um show de fogos artificiais”. Estas são alguns dos termos usados pelos cientistas para se referir à resposta do cérebro ao momento do orgasmo. Mas embora o prazer proporcionado por essa sensação seja de conhecimento geral, quais são os benefícios para a saúde?

 Magdalena Salamanca, psicanalista especializada em sexo baseada na Espanha, disse à BBC que a ausência do prazer sexual pode provocar doenças e transtornos mentais.

 “É importante porque o orgasmo é a satisfação de um dos instintos mais importantes do ser humano, que é o sexual”, diz.

 Ela destacou ainda que muitos dos problemas de cunho social ou profissional estão vinculados à insatisfação sexual. “Por exemplo, a ansiedade é um dos transtornos mais relacionados com a ausência do orgasmo”.

 Além disso, a psicóloga Ana Luna disse que “fisiologicamente, a descarga de muitas tensões que o ser humano acumula se produz por meio do orgasmo”.

Atividade cerebral

Há alguns meses, cientistas da Universidade de Rutgers, no Estado americano de Nova Jersey, determinaram que o orgasmo ativa mais de 80 diferentes regiões do cérebro.

 Utilizando imagens de ressonância magnética do cérebro de uma mulher de 54 anos enquanto tinha um orgasmo, os cientistas descobriram que no ato quase todo o cérebro se torna amarelo, o que indica que o órgão está praticamente todo ativo.

 Os níveis de oxigênio no cérebro também refletem um espectro que vai desde o vermelho intenso até um amarelo claro, e isto tem um impacto em todo organismo.

 

Benefícios para a saúde

 

“Há outros benefícios porque todo esse sangue oxigenado que flui pelo corpo chega aos microssensores da pele e vai para todos os órgãos”, diz a psicóloga Ana Luna.

 Já Magdalena Salamanca destaca que a saúde física e psíquica estão muito vinculadas à satisfação sexual proporcionada pelo orgasmo, o que o estudo da Universidade Rutgers parece comprovar.

 A pesquisa mostrou como a atividade cerebral iniciada pelo orgasmo se propaga por todo o sistema límbico, relacionado às emoções e à personalidade.

 Por isso, psicólogos como Ana Luna acreditam que o orgasmo é uma parte essencial de uma personalidade sadia.

“Quando você não tem orgasmo toda essa energia fica represada”, diz a estudiosa, acrescentando que muitas vezes a ausência do prazer sexual torna a pessoa irritadiça, triste, rabugenta e até mesmo com dificuldades para sorrir. BBC Brasil – Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.

 

Fonte: O Estadão

Mulheres podem ter orgasmos malhando

Uma série de exercícios abdominais ou uma corrida na esteira pode ser acompanhada por uma explosão de prazer nas mulheres. E elas nem precisam pensar em sexo para chegar ao orgasmo. É involuntário.

A pesquisadora Debby Herbenick, da Universidade de Indiana, enviou um questionário online para 370 mulheres, de 18 a 63 anos, que disseram já ter sentido algum tipo de prazer durante a prática de exercícios físicos. Entre elas, 124 chegaram ao orgasmo, enquanto outras 246 sentiram algum prazer sexual enquanto se exercitavam. Herbehick descobriu que isso já aconteceu mais de 11 vezes ao longo da vida com 40% dessas mulheres.

Segundo a pesquisa, os exercícios mais estimulantes são os abdominais – estavam ligados a cerca de 45% das primeiras experiências.  Outros 19% dos relatos envolviam bicicleta ou spinning, 9,3% tinham a ver com subir em cordas ou mastros,7% com levantamento de peso e outros 7% com corridas. Outras mulheres chegaram ao orgasmo durante as aulas de yoga, natação, aeróbica e aparelhos elípticos. Fácil assim.

A pesquisadora segue com os estudos para entender por que esses orgasmos (chamados de coregasmos, por conta da ligação com os músculos abdominais do “core”) acontecem. Ela estima que a prática de exercícios também pode ajudar a vida sexual das mulheres.

E  você, já ouviu algum relato desse tipo?

Fonte: Superinteressante