Novo líder do ranking mundial, potiguar Ítalo Ferreira doa metade do prêmio de US$ 100 mil a instituição voltada para crianças com câncer

Foto: WSL/Cestari

O portal Waves destaca. Campeão do Pro Gold Coast, o surfista brasileiro e potiguar Ítalo Ferreira revelou que vai doar metade da premiação a uma instituição voltada para crianças com câncer.

Pela incrível façanha na etapa de abertura do Championship Tour, na Gold Coast, alcançada com uma vitória emocionante nos instantes finais, Ítalo faturou US$ 100 mil(valor bruto, sem os impostos).

A atitude do brasileiro foi muito elogiada nas redes sociais. “Estou muito orgulhoso de você filho. Eu não sabia que você deu metade de seu prêmio para uma fundação para crianças com câncer”, escreveu o legend havaiano Johnny “Boy” Gomes. “Isso tudo é por amor, não por dinheiro”, respondeu Ítalo.

Novo líder do ranking mundial e dono da lycra amarela, o potiguar de Baía Formosa agora parte para defender os títulos de duas etapas consecutivamente – Bells Beach e Bali. A próxima parada começa no dia 17(noite de 16 no Brasil), na Austrália.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Luiz disse:

    Parabéns pela boa ação.

  2. Sidney melo disse:

    Uma ótima ideia essa do Arlindo. Quanto a atitude desse atleta mostra que ele é um campeão dentro e fora das águas,👏👏👏👏👏🙏🏻.

  3. Arlindo disse:

    Atitude digna, louvável e maravilhosa.
    Mas vou me atrever a sugerir que ele divida o valor por 2, 3 ou 4 instituições que lidam com criança com câncer. Afinal quanto maior a extensão dessa nobre atitude, mais crianças serão beneficiadas.

Brasil manteve 4º lugar em ranking mundial de vendas de veículos em 2014

Mesmo com a queda de 6,9% nas vendas, o Brasil se manteve em quarto lugar em vendas de veículos em 2014 no ranking de 15 países elaborado pela consultoria Jato Dynamics do Brasil, especializada em informações automotivas. Ao todo, foram vendidas 3,32 milhões de unidades no País no ano passado. A liderança ficou mais uma vez com a China, onde foram vendidos 21 milhões de veículos, 8,8% a mais do que em 2013.

Os Estados Unidos, por sua vez, permaneceram em segundo lugar, com 16,5 milhões de unidades vendidas no ano passado, alta de 5 9% em relação a 2013. O terceiro lugar ficou com o Japão, que vendeu 5,56 milhões de veículos, um crescimento de 4,5% ante o ano anterior. Com exceção da China, os dados incluem apenas comerciais leves e carros de passeio. No caso do gigante asiático, os dados levam em conta apenas o total de carros vendidos.

Em quinto lugar, aparece a Alemanha, com 3,26 milhões de unidades vendidas (alta de 3,2% ante 2013), seguida por Índia (2 88 milhões) e Grã Bretanha (2,79 milhões). A Rússia, por sua vez ficou em oitavo lugar, com 2,48 milhões de veículos vendidos, 10,5% a menos do que no ano anterior. Na sequência aparecem França (2,16 milhões), Canadá (1,85 milhão), Coreia do Sul (1,59 milhão), Itália (1,47 milhão), México (1,14 milhão), Austrália (1,08 milhão) e Espanha (971,9 mil).

Marcas

A Toyota encerrou o ano, mais uma vez, como líder do ranking das marcas que mais venderam veículos em 2014. Ao todo, a marca vendeu 6,3 milhões de unidades, 0,6% a menos do que em 2013. A Volkswagen se manteve em segundo lugar, com 6,02 milhões, queda de 0,3% ante o ano anterior. A Ford, por sua vez, teve um crescimento de 0,8% nas vendas no ano passado, mas, mesmo assim, se manteve em terceiro lugar, com 5,4 milhões de unidades vendidas.

Em quarto lugar, aparece a Chevrolet, que vendeu 4,1 milhões de veículos – 7,3% a menos do que em 2013. Em seguida, aparecem a Nissan (4,01 milhões), Hyundai (4 milhões), Honda (3,7 milhões) e Kia (2,3 milhões). A Renault, por sua vez, ultrapassou a Fiat e subiu para 9º lugar no ranking, mesmo com queda de 0,9% nas vendas em 2014 ante 2013, ao totalizar 1,71 milhão de carros vendidos, 14,6 mil a mais do que a marca italiana.

fonte: Estadão Conteúdo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Bento disse:

    É tá bom… mesma colocação na COPA DO MUNDO DE FUTEBOL.

Brasil cai três posições e fica em 72º em ranking mundial sobre corrupção

O Brasil aparece na 72ª colocação no ranking mundial de combate à corrupção que será divulgado hoje em Berlim pela ONG Transparência Internacional. O país caiu três posições em relação a 2012 e permanece no grupo de alerta, formado por nações que não conseguem diminuir a percepção de corrupção com os anos.

Numa escala de 0 (altamente corrupto) a 100 (muito transparente), o Brasil atingiu 42 pontos, um a menos que 2012, e integra os dois terços entre os 177 países avaliados que não conseguem superar a faixa dos 50. O país empatou com São Tomé e Príncipe, Bósnia Herzegovina, Sérvia e África do Sul.

Na América Latina, está atrás de Chile, Uruguai, Costa Rica e Cuba, entre outros. Entretanto, ganha de Argentina, Venezuela, Paraguai, Bolívia e Equador. No mundo, perde para nações como Croácia, Malásia, Turquia e Gana.

Dinamarca e Nova Zelândia atingiram o melhor desempenho (91 pontos), seguidos por Finlândia, Suécia e Noruega. Empataram na última colocação Somália, Coreia do Norte e Afeganistão.

O ranking da Transparência Internacional é divulgado desde 1995 e e se baseia em dados levantados por 13 instituições internacionais, entre elas o Banco Mundial, o Fórum Econômico Mundial, o banco africano de desenvolvimento e consultorias como a ISH Global Insight, que estuda 203 países do mundo.

São avaliados, por exemplo, acesso a informação pública, regras de comportamentos de servidores, prestação de contas dos recursos e a eficácia de órgãos.

O Brasil cai três posições no ano seguinte à aplicação da Lei da Ficha Limpa, da implementação da Lei de Acesso à Informação, e durante o período de prisão dos políticos envolvidos no mensalão.

Para Alejandro Salas, diretor de América Latina da Transparência Internacional, o resultado mostra que, apesar de alguns avanços, o Brasil caminha a passos lentos.

“No caso do Brasil, percebe-se que, mesmo sendo uma economia emergente, querendo se posicionar, isso não é suficiente. Os cidadãos, por exemplo, muitas vezes pedem o fim da corrupção, mas somos os primeiros a pagar um suborno”, disse à Folha.

Ele destaca que a punição dos envolvidos no mensalão é um passo importante, mas não significa que o desvio de dinheiro está no fim no país.

Salas ressalta ainda a estagnação dos demais países da América Latina, que não conseguem melhorar o desempenho no ranking.

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Folha

Brasil na briga pelo 3º lugar no mercado mundial de carros

Cleide Silva – O Estado de S.Paulo

Enquanto a China lidera com folga a lista das nações que mais vendem automóveis no mundo, e os Estados Unidos se consolidam na segunda posição, quatro países, entre os quais o Brasil, disputam o terceiro posto. No primeiro quadrimestre, a diferença em vendas entre o terceiro colocado (Japão) e o sexto (Brasil) é de apenas 216 mil carros. No meio dos dois estão Índia e Alemanha.

Depois de encerrar 2010 como quarto maior mercado mundial, com vendas de 3,5 milhões de veículos, o Brasil caiu para a sexta posição no resultado acumulado de janeiro a abril deste ano, com 1,114 milhão de veículos. O Japão, que ainda enfrenta as dificuldades do terremoto de março, está em terceiro lugar, com 1,33 milhão de unidades. A Índia aparece em quarto, com 1,179 milhão de unidades.

Na quinta posição está a Alemanha, com 1,133 milhão, apenas 19 mil carros à frente do Brasil. O país europeu, que em 2010 ficou na quinta colocação geral, cresce a um ritmo de quase 12% em relação aos primeiros quatro meses de 2010, enquanto o Brasil cresce 4,6%. A Índia está crescendo quase 19% e os EUA, 19,4%. A China, que conquistou o topo do ranking em 2009, tem resultados 6% superiores aos do ano passado.

O Japão é o único entre os seis maiores mercados a registrar queda de 28,2% neste ano. As principais montadoras do país asiático ainda enfrentam escassez de componentes para a produção depois que o terremoto e o tsunami destruíram várias fábricas de fornecedores.

Japão. Na opinião de Michael Hanley, líder global da área automotiva da Ernest & Young, o Japão sofrerá as consequências da tragédia natural ocorrida no início do ano, mas a partir de 2012 deve se recuperar. “Já a América do Norte e alguns países da Europa estão em recuperação, mas ainda não devem chegar aos níveis de antes da crise de 2008 e 2009”, diz o especialista.

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