Saúde

Presidente da Fiocruz prevê produção de Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA) no Brasil e vacinas com insumos nacionais a partir de setembro

Foto: Reprodução

A presidente da Fiocruz, Nísia Trindade Lima, disse nesta quinta-feira (8) que a instituição planeja passar a produzir o chamado Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA) necessário para produção da vacina contra a Covid-19. Ainda, segundo Nísia, a partir de setembro o Brasil poderá ter um imunizante de produção nacional.

Atualmente, a Fiocruz necessita do IFA que vem da China para poder produzir a vacina AstraZeneca/Oxford. Em fevereiro, o atraso no envio do insumo paralisou a produção do imunizante no Brasil e a instituição chegou a dizer que a demora atrasaria o cronograma de vacinação.

Durante a um debate promovido pela Comissão temporária da Covid-19 do Senado, a presidente da Fiocruz disse que a instituição pretende produzir um IFA no Brasil, o qual dará “sustentabilidade” à vacinação. Nísia disse ainda que a previsão é a de que em setembro imunizantes já possam ser produzidos com o insumo nacional.

Para a produção do IFA nacional, é necessário que a Fiocruz assine um contrato de transferência de tecnologia para a produção da vacina da Universidade de Oxford e da AstraZeneca. A transferência significa ter todo o conhecimento necessário para fabricar a vacina 100% no Brasil.

“Já estamos com as áreas adequadas, temos os profissionais, estaremos assinando contrato [de transferência de tecnologia] até o final deste mês e as entregas se darão a partir do mês de setembro de vacinas com o IFA nacional”, afirmou.

Produção com IFA da China

De acordo com a presidente da instituição, a previsão é a de que a Fiocruz entregue até julho 100.004.400 milhões de doses da vacina AstraZeneca/Oxford, produzida com IFA importado da China.

“Nós estamos a partir desse momento já com duas linhas de produção, já alcançamos a produção de 900 mil doses por dia e estaremos trabalhando nessa segunda linha de produção, com um segundo turno de trabalho que nos permitirá a produção de até 1,2 milhão de doses, dia”, disse.

Quanto aos possíveis atrasos nas entregas dos insumos, Nísia Trindade Lima disse que “há um compromisso” de que as próximas remessas do IFA serão enviadas nos prazos pré-estabelecidos.

“Nossa produção teve que lidar com o atraso na chegada do IFA, mas eu estive, inclusive por duas vezes com o embaixador da China, a última acompanhando o ministro Queiroga, e há um compromisso de que nós possamos ter garantido as próximas remessas de IFA”, afirmou.

Efeitos adversos

Nesta quarta-feira (7) a Agência Europeia de Medicamentos (EMA) publicou um relatório que confirma uma possível relação entre a vacina Vaxzevria, de AstraZeneca e Universidade de Oxford, e o risco de trombose.

A presidente da Fiocruz diz que a possibilidade dos efeitos adversos divulgados são “muito raros” e que ainda não se tem “evidência da associação com a vacinação”.

“No caso da nossa vacina, a possibilidade de efeitos adversos ela foi claramente colocada como eventos muito raros que ainda não se tem a evidência da associação com a vacinação, que são os eventos de trombose e trombocitopenia, como foi bem registrado ontem e 200 milhões de pessoas no mundo já foram vacinadas com a nossa vacina”, afirmou.

Medidas de proteção

Nísia Trindade Lima também fez um alerta para a necessidade de manter as medidas básicas de prevenção da Covid-19 mesmo após a vacinação.

“A vacina é fundamental, mas sabemos pelo tempo da imunização e pelo próprio tempo da imunidade, as pessoas vacinadas outras medidas são necessárias. É isso que se discute em todo mundo, então, eu quero reforçar a necessidade das medidas de máscara, do distanciamento físico, não gosto de usar isolamento social, da higienização, todas as medidas que a Organização Mundial de Saúde vem preconizando”, afirmou.

G1

Opinião dos leitores

  1. Quanto mais me informo mais tenho certeza da necessidade de não voltar ao normal tão cedo, com ou sem vacina devemos usar máscara e manter distanciamento. Ou PRAGA.

  2. Em setembro, os EUA Jas estarão com 90% de sua população imunizada, segundo nytimes. Aqui teremos cloroquina, remédio de verme e ozônio no aro.

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Economia

Por que a Petrobras quase não tem concorrentes na produção de combustível

Foto: Paulo Whitaker/Reuters

Com o preço dos combustíveis em escalada vertiginosa nas últimas semanas, o governo corre atrás de uma forma rápida de controlar os impactos que os preços mais altos têm para os fretes e os consumidores, em um momento em que a economia cambaleia aos efeitos de uma pandemia que já se arrasta há um ano.

Troca do presidente da Petrobras, corte temporário de alguns impostos, proposta para mudar outros e discussões para criar um fundo de subsídio às variações são algumas das medidas executadas ou aventadas pelo governo de fevereiro para cá, em resposta às incômodas altas do diesel e da gasolina. Puxados por uma disparada do dólar e do petróleo no mundo, os dois já ficaram mais de 40% mais caros nas refinarias do país em pouco mais de dois meses neste ano.

Para muitos, uma solução permanente e de longo prazo para os combustíveis caros, sem precisar depender da mão do governo, que pode mudar a política conforme muda a gestão, passa, necessariamente, por ter mais concorrência no mercado de refino no Brasil.

O refino é a área da indústria petrolífera que transforma o petróleo bruto em seus derivados, como gasolina, diesel, querosene, lubrificantes, nafta e outros. No Brasil, ela é virtualmente monopolizada pela Petrobras: o país tem hoje 17 refinarias, das quais 13 são da estatal e respondem por 98% da produção. Essa produção doméstica, por sua vez, entrega por volta de 80% de tudo o que é consumido internamente. Os 20% restantes vêm de importadoras privadas que complementam o mercado.

Monopólio oficial acabou em 1997

A Petrobras já foi, oficialmente, a única empresa permitida a atuar na indústria de petróleo e derivados no Brasil, o que lhe dava o monopólio de fato do mercado e, por extensão, ao governo, que tinha controle pleno dos preços por meio de sua estatal.

Foi assim por 44 dos 68 ano de vida da companhia, desde que foi criada pelo presidente Getúlio Vargas, em 1953, até 1997, quando o governo de Fernando Henrique Cardoso editou a nova Lei do Petróleo e quebrou o monopólio, o que permitiu que outras concorrentes passassem também a atuar no Brasil.

Na exploração do petróleo bruto, várias de fato vieram. A Agência Nacional de Petróleo (ANP) conta, hoje, mais de 30 companhias retirando óleo e gás das reservas brasileiras ao lado da Petrobras. No refino, porém, quase nenhuma apareceu, e a estatal segue sendo praticamente a única fornecedora de combustíveis para os brasileiros. Por que isso acontece?

Os concorrentes não aparecem

Na visão de especialistas do setor, a resposta passa pelo tamanho e o histórico da concorrente: tentar fabricar combustíveis no Brasil significa competir com uma gigante do porte da Petrobras, controlada pelo governo e que, em vários momentos, acabou vendendo seus produtos abaixo do preço de mercado, o que torna o negócio inviável para qualquer outra empresa.

Isso era a praxe antes da quebra do monopólio nos anos 1990: quando existia a chamada “conta petróleo”, o Tesouro Nacional pagava a Petrobras, à época ainda uma grande importadora, para vender combustíveis mais baratos do que o preço de custo nos momentos de alta.

Também voltou a se repetir nos anos de 2000 e 2010, em especial durante o governo de Dilma Rousseff (2011-2016), quando, mesmo com barril e o dólar am alta, os preços dos combustíveis revendidos aqui seguiram congelados. A política não só espantou outros investidores, como também foi uma das responsáveis pelos quatro anos de prejuízo que a Petrobras teve entre 2014 e 2017.

“O Brasil vai continuar refém dos preços internacionais enquanto não for autossuficiente em combustíveis e, para isso, precisa ter investimentos para ampliar a capacidade de refino”, disse o presidente-executivo da Associação Brasileira dos Importadores de Petróleo (Abicom), Sérgio Araújo.

Ele lembra que cerca de um quinto do que o Brasil consome em combustíveis ainda deve ser trazido de fora, já que o parque de refino no país, sem expansão há anos, não dá conta de abastecer tudo.

“Para que a atividade de refino seja atrativa do ponto de vista econômico, é preciso reduzir o domínio da Petrobras. Ninguém vai colocar dinheiro em uma atividade em que o governo é o acionista majoritário de uma empresa que é dominante no mercado “. (Sergio Araújo, presidente-executivo da Abicom).

No início dos anos 2000, Araújo foi também executivo de uma petroleira estrangeira que chegou a ter participação em duas refinarias no Brasil. As fatias nas duas acabaram vendidas até 2010. Uma delas acabaria em recuperação judicial anos depois.

Beco sem saída

A situação acabou criando um beco de onde é difícil de sair: a Petrobras segue dominando o mercado enquanto não entrarem outras concorrentes, e outras concorrentes não entrarão enquanto a Petrobras dominar o mercado.

Foi para tentar começar a desatar esse nó que, a partir de 2016, no governo de Michel Temer e também no de Jair Bolsonaro, a petroleira virou a chave para políticas que atraíssem outros fornecedores e tentassem reduzir, gradativamente, esse monopólio que, na prática, nunca deixou de existir.

A política de preços dos combustíveis saiu do controle total para a flutuação completa: sempre que o preço do barril ou do dólar sobem ou descem lá fora, a petroleira reajusta os preços da gasolina e do diesel em suas refinarias na mesma proporção, o que abre portas para que outras empresas consigam competir também.

Foi também desenhado o programa que pretende vender 8 das 13 refinarias estatais, o que, de cara, já colocaria 50% da produção de combustíveis na mão de outras empresas. A execução, porém, anda a passos lentos: até agora, só uma refinaria foi passada para frente, no mês passado.

Nos sonhos mais ambiciosos, toda essa redução gradual do domínio da Petrobras seria preâmbulo para sua privatização completa. Sempre que a ideia é trazida à tona, porém, encontra forte resistência de políticos e da sociedade.

Papel social

O caminho em busca de combustíveis mais baratos para os brasileiros via redução da Petrobras e aumento da concorrência, porém, não é consenso. Muitos defendem que, como estatal e como grande produtora e grande exportadora de petróleo, a empresa já tem capacidade de ofertar combustíveis mais baratos, sem que isso signifique os mesmos prejuízos que já teve no passado.

“Se eu sou um grande produtor, se eu tenho um grande parque de refino, se eu produzo petróleo a preços baixos, por que eu vou obrigar o consumidor brasileiro a pagar pelos mesmos preços [do barril de petróleo] nos Estados Unidos, que têm uma renda muito maior que a nossa?”, disse o diretor da Associação dos Engenheiros da Petrobras (Aepet), o engenheiro ex-deputado pelo PSB Ricardo Maranhão.

A favor desse pensamento pesa o fato de que, nos últimos anos, o pré-sal passou a produzir petróleo a pleno vapor, o que transformou o Brasil em um dos maiores produtores do mundo e também em um exportador de petróleo. Até pouco tempo atrás, a Petrobras e o país não tinham reservas suficientes e precisavam importar para complementar o abastecimento doméstico.

Como agora sobra produção e ela é exportada, dólar alto e petróleo mais caro no mundo deixaram de significar prejuízo para a companhia, como foi no passado, para ser uma fonte bilionária de receitas.

Além disso, a alta produtividade dos campos do pré-sal também derrubou o custo do petróleo produzido no Brasil –ele é estimado, hoje, em cerca de US$ 25 por barril, bem abaixo dos US$ 60 a US$ 70 da cotação atual nas bolsas internacionais, que é o preço replicado pela Petrobras nos seus combustíveis.

“Praticar preços mais baixos não quebra a Petrobras. Ela pode aplicar preços menores do que os de hoje e ainda ganhar muito dinheiro. Se o preço do barril sobe, ela ganha, e pode transformar parte desse lucro em benefício ao consumidor.” (Ricardo Maranhão, diretor da Associação dos Engenheiros da Petrobras (Aepet).

CNN Brasil

Opinião dos leitores

  1. Nossa! Quer dizer que a empresa já vendeu combustível abaixo do preço do mercado? Nossa! Quer dizer que agora os preços estão mais altos pq a abriram ao mercado especulativo? Nossa! Vocês não sentem vergonha de fazer papel de trouxa ao verificar que a privatização da rede de distribuição não gerou economia nenhuma no valor do combustível???

  2. As mentes mais atentas, concluem que Bolsonaro Presidente tem mais do que razão em atacar a forma que a Petrobras conduz o preço da gasolina.

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Saúde

Vacina Oxford/AstraZeneca passa em teste de fábrica e Fiocruz anuncia início de produção em larga escala

Foto: Divulgação

A vacina de Oxford/AstraZeneca passou nos testes de estabilidade e consistência e a Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) deve anunciar nesta segunda (8) o início de sua produção em larga escala.

Com isso, devem ser entregues 3,8 milhões de doses do imunizante ao Ministério da Saúde até o fim de março —a previsão inicial era de 15 milhões, mas um problema no equipamento que lacra os frascos diminuiu inicialmente o volume.

Pelo novo calendário, um total de 30 milhões de doses deve ser disponibilizado até abril, e 100 milhões de doses até meados do ano. Elas serão usadas no PNI (Programa Nacional de Imunização), coordenado pelo governo federal.

A expectativa em torno dos testes era enorme: qualquer falha poderia retardar ainda mais a produção num momento em que uma segunda onda de Covid-19, mais agressiva do que a primeira, ameaça os sistemas de saúde de todos os estados do Brasil. A vacina é uma esperança de que isso possa em algum momento ser freado.

Os chamados testes de consistência precisam verificar, por exemplo, se nenhum frasco sai da máquina contaminado, se o equipamento está colocando em cada um deles o volume correto do imunizante, e se o ambiente em que são fabricados está na temperatura, umidade e até pressão corretos.

Para isso, três produções seguidas, e independentes, têm que ser finalizadas. Se algo dá errado em uma delas, tudo tem que recomeçar do zero.

“Vários parâmetros têm que ser minuciosamente observados. Mas deu tudo certo”, diz Marco Krieger, vice-presidente de produção e inovação em saúde da Fiocruz. “Normalmente é necessário perder mesmo muito tempo com tudo isso. É uma guerra. Mas que foi finalizada”, segue ele.

A única coisa que falta agora é o teste da estufa: uma amostra das vacinas está sendo mantida a 37º para saber se são estéreis, ou seja, se não crescem nelas microorganismos que possa gerar contaminação.

“Ele já está sendo finalizado e tudo até agora caminha bem”, diz Krieger.

O primeiro lote de um milhão, justamente o que passou nos testes principais, já pode, portanto, ser comercializado. E a fábrica deve entregar no total os 3,8 milhões de doses até o fim de março.

Pelo calendário inicial, a Fiocruz deveria disponibilizar, neste mês uma quantidade até maior, de 15 milhões de doses, ao PNI.

Mas um problema detectado na máquina que lacra os frascos de vacina atrasou toda a produção.

O equipamento já foi consertado e, com os testes de estabilidade do produto aprovados, pode ser iniciada a fabricação em larga escala.

“Os gargalos estão sendo superados. E poderemos começar a entregar vacinas em um fluxo contínuo a partir do fim do mês”, diz Krieger.

Nesta segunda (8), o governador Wellington Dias, do Piauí, que preside o consórcio de governos do Nordeste, e o ministro Eduardo Pazuello, da Saúde, devem visitar o laboratório de BioManguinhos, onde as vacinas estão sendo produzidas.

Mônica Bergamo – Folha de São Paulo

 

Opinião dos leitores

  1. Acredite quem quiser, eu não. O PR bovino é contra imunizar a população.
    Estamos vivenciando um genocidio no Brasil.

  2. Muito bom, com a produção sendo feita no Brasil já podemos prever um futuro melhor para populaçao em poucos meses.
    Os esquerdopatas do quanto pior melhor, continuarão negando a veracidade desta informação.

    1. Essa questão de direitopatas versus esquerdopatas deve ser tratada com terapia profissional ! Cuide!

    2. Se vc quer dizer com isso que o MINTOmaníaco virou esquerdopata pq negou comprar a tempo as vacinas, eu concordo! Pq dizer que o nosso presidente inepto eh de direita eh uma afronta a quem sabe o que eh ser de direita! Ainda mais depois que o MINTOmaníaco Dilmou tomando medidas intervencionistas na Petrobras ele tá parecendo estar no espectro político de centro esquerda!

    3. Quem não quer vacinar é o presidente que desde dezembro recebeu proposta da Pfizer e não aceitou. Os que o idolatram são tão cegos que ele detona a vacina coronavac mas a mãe dele já vai na segunda dose, e não duvidem se a família dele toda não já estiver vacinada.

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Diversos

FOTO: Estrada da Produção em São Gonçalo do Amarante está com 21% das obras de implantação executadas

Foto: Divulgação/Governo do RN

De grande importância econômica para a Região Metropolitana de Natal, a Estrada da Produção, situada em São Gonçalo do Amarante, está com 21% das obras de implantação executadas. A via que está sendo construída pelo Governo do RN terá 12,9 quilômetros de extensão e vai facilitar o escoamento da produção agrícola, o transporte de mercadorias e o deslocamento populacional, além de dinamizar o turismo. O investimento é de R$ 16,8 milhões, por meio do Governo do Estado, do Departamento de Estradas de Rodagem, com recursos garantidos pelo empréstimo junto ao Banco Mundial.

A estrada está sendo implantada em dois trechos, sendo o primeiro em 7,9 quilômetros, ligando a sede do município ao distrito de Serrinha (entroncamento do acesso sul ao Aeroporto e ao entroncamento da RN-312); e o segundo em um ramal que vai até o distrito de Boa Vista, com 5 quilômetros de extensão. Já foram realizados os serviços preliminares que contam com a implementação do canteiro de obras, instalada a placa de obra e as cercas e o serviço de terraplanagem da rodovia está em andamento. A expectativa é de que a obra seja concluída neste primeiro semestre.

Pelo fato de a nova rodovia cortar parte da zona rural do município, o Governo do Estado teve que resolver alguns entraves no que diz respeito a intervenções na fauna e flora da localidade, além de ajustes necessários com relação à dominialidade. Para tanto, foi feito um trabalho em conjunto que contou com o apoio e empenho do Banco Mundial, do Núcleo Ambiental do Governo Cidadão, da Secretaria de Meio Ambiente e Urbanismo (Semurb) de São Gonçalo do Amarante e do Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente do RN (Idema-RN).

Destacando que se trata de um pleito antigo e que promoverá um impacto extremamente positivo à toda a região e à economia estadual, o secretário de Gestão de Projetos e Metas, Fernando Mineiro, falou da importância do trabalho integrado para que fosse dado início à intervenção: “Foram muitos os entraves que tivemos de solucionar. Formamos uma verdadeira força tarefa, contando com a nossa equipe do Governo Cidadão, do DER e do Idema para que conseguíssemos dar andamento do processo e a obra saísse do papel. Agora é acompanhar e fiscalizar cada passo para que a estrada seja entregue no prazo, trazendo mais desenvolvimento para a região”.

INTERIORIZAÇÃO

As obras da Estrada da Produção fazem parte dos investimentos que estão sendo aplicados em nove estradas potiguares, somando 217 quilômetros de vias reestruturadas ou a serem revitalizadas. Os investimentos garantidos pelo acordo de empréstimo junto ao Banco Mundial são de R$ 168 milhões e buscam garantir infraestrutura, mobilidade e acessos entre as regiões do Estado.

Opinião dos leitores

  1. Isso Chico 100 vai sonhando, o mundo ainda tem muito abestalhado, gente para tudo, inclusive esse desejo infeliz…….kkkkkkkk

  2. Cuidado Jailson, estão mentindo muito para vc, ou além de cego vc é surdo. Fatao empata com os dois e como os dois, vai ter direito a um só mandato, pense numa prugema.

  3. Imagina o cara andando nessa estrada. Não fica nem com a cueca kkkkk vai melhorar para os bandidos fazerem assaltos, pois é mais uma rota de fuga.

  4. Fátima é a melhor! Dali, Fátima! A população vai deixar Fátima 08 anos no poder e pedir que ela volte logo logo!

  5. Investimento proveniente de linha de financiamento aberta junto ao Banco Mundial por governos anteriores. Na verdade, há muitos recursos aguardando pela iniciativa do governo do RN. A pasta ao cargo de Mineiro é a encarregada por isso.

    1. E, a propósito, que tal levar a governadora para passar pela estrada que liga Florânia (RN) a São Vicente (RN) na Região do Seridó. Se sobreviver aos buracos… Recomendo "amarrá-la bem. Rsrsrsrs

  6. Fatão é a melhor governadora da história do RN!!
    Em 2 anos já fez muito mais q Robinson e Rosalba.

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Economia

Ford anuncia fim da produção no Brasil e fechamento de três fábricas

Foto: (Amanda Perobelli/Reuters)

A montadora Ford anunciou nesta segunda-feira (11) que vai encerrar a produção de carros no Brasil neste ano, fechando as fábricas em Taubaté (SP), Camaçari (BA) e em Horizonte (CE), segundo comunicado aos investidores publicado em seu site internacional. A informação foi confirmada pela assessoria de imprensa da empresa no Brasil.

Cerca de 5.000 funcionários devem ser afetados na América do Sul, estima a companhia. De acordo com o comunicado, “a pandemia de Covid-19 amplificou a persistente capacidade industrial ociosa e a queda nas vendas, que resultaram em anos de perdas significativas”.

A empresa norte-americana já havia anunciado, em 2019, o fim da produção na fábrica de São Bernardo do Campo (SP).

Segundo a companhia, os consumidores da América do Sul serão atendidos pela produção vinda da Argentina, Uruguai e outros mercados. A empresa informou que irá manter seu centro de desenvolvimento na Bahia, a prova de testes em Tatuí (SP) e a sede em São Paulo.

“Com mais de um século na América do Sul e no Brasil, sabemos que essas são ações difíceis, mas necessárias para criar um negócio saudável e sustentável”, disse Jim Farley, CEO e presidente da Ford.

CNN Brasil

Opinião dos leitores

  1. Os jagunços do PT desesperados tentam colocar a culpa no PR.
    Não vi aqui ninguém comentar que o mercado automobilístico está bombando mesmo com a pandemia.
    Isso a globo não mostra.
    Em quanto a ford sai, entra as outras.
    Mercado é mercado.
    A GM está trazendo de volta a SILVERADO de volta ao mercado brasileiro.
    Preocupação pra Toyota, a Hilux que se cuide.
    A Toro da Fiat, vai ganhar uma concorrente, está chegando a Torok da VW.
    O Jeep compass também vai ganhar concorrentes.
    Chupa petralhas distorcedor dos fatos.
    Quando eu era menino, isso lá atrás, meus pais me encinaram, que esse tipo de atitude, pessoas desse tipo tem nome.
    Se chama Mau Caráter.
    Chupa!!!!
    Mito 2022.

  2. A FORD tá deixando o Brasil por conta das LEIS TRABALHISTAS. A fábrica brasileira tem mais ações trabalhistas do que todas as outras 150 fábricas que a FORD tem pelo mundo a fora. Esse anúncio de saída da fábrica foi feito em fevereiro de 2019. De lá pra cá nada mudou.

    1. Exatamente. E será a 1a de muitas. E pode colocar qualquer governo, seja de esquerda ou direita…

    2. Ué? Nao acabaram com quase todas as leis trabalhistas?
      Ela foi embora pois nao vende mais nada. O poder de compra do Brasileiro se acabou depois do golpe.

    1. Comunistas são os manipulados por ele. Monopolista, ou aspirantes a, adoram um Estado regulando a vida das pessoas, para manter esse monopólio. Pesquisem sobre as pautas bancadas pela Fundação Ford.

    1. Comprei um Ford Fiesta 0 km (meu primeiro carro novo) e gostei muito. Depois de voltar para a VW, voltei a comprar um outro Fiesta em 2016 e percebi o quanto o carro não evoluiu nada e, menos de 2 anos depois, o vendi para comprar um modelo da Jeep. A sensação que tive é que nunca mais voltaria a ter um modelo da Ford, pois o único modelo que me interessava era o Focus, que também estava saindo de linha. Enfim, concordo com você: quem você conhece que estivesse interessado em comprar um modelo da Ford?

    2. Acredito que o que deve ser levado em conta não é quem compra um carro Ford ou se decepcionou com um Ford e sim as famílias que perderão os empregos. Vocês não gostarem de Ford não é justificativa para querer que famílias fiquem desempregadas.

    3. A Ford é comunista. Está conspirando contra nosso magnífico líder. Os carros da Ford são péssimos. Eu não compro. E os empregos, quem está preocupado com isso? Vamos fazer arminha e instalar mais umas fábricas de armas. Isso é que é o verdadeiro progresso.

    1. Como assim "fique em casa"? se a FORD vai pra Argentina que fez o maior Lockdowm da AL?

    1. Homi …se mude para o paraíso Venezuela ou Cuba, chora , PTralha vá aprender a trabalhar e pare de encher o saco VAGABUNDO

    1. Ouvi até dizer por ai que a vacinação já começou por lá—
      Mas a gente faz arminha com a mão, lacra, e tamos reados….
      Mas tá bom.
      Ouvi dizer por ai que a merda aqui não vai dar pra todo mundo…
      Mas tá bom.

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Saúde

Pazuello anuncia contrato para compra de 100 milhões de doses de vacina do Instituto Butantan

Foto: CNN (07.jan.2021)

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, anunciou nesta quinta-feira (7) a assinatura de um contrato com o Instituto Butantan para o fornecimento de 100 milhões de doses de vacinas contra a Covid-19 — 46 milhões até abril e outras 54 milhões de doses até o fim do ano.

Segundo o ministro, toda a produção do Butantan será incorporada ao Plano Nacional de Imunização, para distribuição em todo o país. De acordo com Pazuello, o valor da dose é de pouco mais de US$ 10.

Ele deu a declaração durante entrevista coletiva convocada pelo governo para explicar a medida provisória anunciada na véspera pelo próprio ministro que prevê “medidas excepcionais” para compra de vacinas, insumos, bens e serviços de logística para a vacinação.

Mais cedo, nesta quinta, o governo de São Paulo informou que a vacina CoronaVac, desenvolvida pelo Butantan em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac, registrou 78% de eficácia nos testes clínicos feitos no Brasil.

Também nesta quinta, o Butantan enviou à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) o pedido de uso emergencial da CoronaVac. Segundo a Anvisa, o prazo para a análise do pedido de uso emergencial é de dez dias. A avaliação do pedido de registro definitivo é feita em até 60 dias.

Em outubro, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que o governo federal não iria comprar a CoronaVac e que tinha mandado cancelar um protocolo de intenções firmado entre o ministério e o Butantan. “O presidente sou eu, não abro mão da minha autoridade. Até porque estaria comprando uma vacina que ninguém está interessado por ela, a não ser nós”, declarou na ocasião.

Um dia depois, Bolsonaro visitou Pazuello, e o ministro afirmou durante transmissão ao vivo em uma rede social do presidente: “Senhores, é simples assim: um manda e o outro obedece. Mas a gente tem um carinho, entendeu?”.

Outras vacinas

Pazuello também disse que o ministério negocia a aquisição de vacinas com laboratórios internacionais.

Segundo ele, a negociação com a Jansen preve o fornecimento de 3 milhões de doses no segundo trimestre. “Infelizmente”, disse, “só nos são oferecidas 3 milhões de doses”.

“O que nos atende é o que é fabricado no Brasil. Se não for fabricado no Brasil, as quantidades sempre serão ínfimas se comparadas com a necessidade do Brasil”, declarou.

O ministro disse que a Pfizer ofereceu 500 mil doses em janeiro, 500 em fevereiro e 2 milhões em março, abril, maio e junho. No caso da vacina da fabricante Moderna, Pazuello afirmou que a previsão de entrega de 30 milhões de doses — a US$ 37 a dose — a partir de outubro.

“Pensem se isso resolve o problema do Brasil. Toda vacina oferecida pela Pfizer no primeiro semestre vacina a metade da população da Grande Rio de Janeiro. Oito milhões de doses, quatro milhões de pessoas vacinadas”, afirmou.

G1

 

Opinião dos leitores

  1. Como é bom estar vivo para ver os poderosos se dobrando a uma vacina que falaram tanto mal, que xingaram defensores, que os bolsominions fizeram piadas, que o gado disse que NÃO tomariam…
    Silêncio no curral! O mito não ajuda né !?

  2. Ministro mais fraco que nem caldo de biloca. Ebo chefe que tanto.condenou ao qie vem da China agora se rende a vacina do calça justa. Quando vejo o da lua falando só me lembro da frase Cala a boca, Magna!

    1. Aquela que, até agora, nem o Butsntã botou fé? Vide notícia acima.

  3. O ministro panela de pressão ( pense num cabra para chiar ) , mostrou-se um verdadeiro cara de pau . Parecia que a culpa total da catástrofe era da imprensa , cheio de marra falou muita besteira . Na minha opinião é intelectualmente fraco e pode ser muito bom em logística de peido de véia . Mas para ser subordinado de Tonho da lua , teria que ter esse nível mesmo .

    1. Teu nível é mais rasteiro que piso de banheiro de cabaré.

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Judiciário

Cármen Lúcia determina que PGR apure suposta produção de relatórios da Abin para defesa de Flavio Bolsonaro, e eventual crime de responsabilidade

Foto: André Coelho / Agência O Globo

A ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta sexta-feira (18) que a Procuradoria-Geral da República (PGR) investigue a suposta produção de relatórios da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) para orientar a defesa do senador Flavio Bolsonaro (Republicanos -RJ) na tentativa de anular as investigações do caso das rachadinhas.

A informação de que a Abin ajudou a defesa de Flávio foi divulgada pela revista ‘Época’ na semana passada.

Segundo Cármen Lúcia, os fatos narrados podem configurar “atos penal e administrativamente relevantes como prevaricação, advocacia administrativa, violação de sigilo funcional, crime de responsabilidade e improbidade administrativa”.

Na terça-feira (15), o procurador-geral da República, Augusto Aras, afirmou que pediu informações à Abin sobre os supostos relatórios feitos para a defesa de Flávio. Aras afirmou que as suspeitas são graves, mas que ainda não há elementos que justifiquem uma investigação formal.

No dia seguinte, os partidos Rede e PSB pediram ao Supremo que Flávio entregue os supostos relatórios.

G1

Opinião dos leitores

  1. Aonde a época fica nisso tudo?
    É muito fácil de descobrir é só os responsáveis pela matéria informar quem forneceu o relatório.
    Quando eles querem prendem repórteres do nada, dizendo ser fake news.

  2. Vixe. Primeiro era Ramos. Agora o presidente vai ter que sair da sombra da Ramagem. O sol tá quente nas costas do Bozo.

  3. Rapaz fico só imaginando se fosse o Lula querendo proteger suas crias das enrascadas a zuada que essa galera raivosa anti-corrupção seletiva ira fazer. Como diz um colega, hipocrisia é mato, KKKKKKK

  4. Mourão já mandou engraxar o sapato… A besta fera vai cair…fora Bozo, fora satanás… Mourão 2021..
    ?????

    1. Tem gado pra todo gosto nesse país. Doido que Alibaba e os quarenta ladrões voltem ao poder. Sinceramente o Brasileiro merece a qualidade dos políticos que temos!!!

    2. O palhaço Bozo tanto fez e faz que já está sendo comparado, em situação de desvantagem, ao ladrão Lula. Precisa ser muito incomoetente.

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Saúde

MUITO INTERESSANTE: Médico renomado esclarece produção de vacina de Oxford em tempo recorde; trabalho começou há 10 anos

Fotos: Reprodução/Twitter

O renomado médico Ricardo Parolin Schnekenberg publicou posts esclarecedores nessa segunda-feira(23), através do microblog Twitter, em que pontua a produção de vacina, que normalmente leva anos para seu desenvolvimento, praticamente pronta em tempo recorde, especialmente, por laborotatórios pelo mundo em busca de um imunizante contra o novo coronavírus.

“Vacinas normalmente demoram uns 15 anos para serem desenvolvidas. Oxford criou a vacina para COVID19 em 10 meses. Como conseguiram? É segura?”, pontuou.

Segundo o Doutor Ricardo Parolin Schnekenberg, na verdade, o trabalho começou 10 anos atrás, muito antes da COVID19 surgir. “O grupo de Oxford pesquisava vírus de chimpanzés que poderiam ser “hackeados” para expressarem uma proteína de outro agente infeccioso e assim induzirem imunidade em humanos. A beleza desse sistema (chamado ChAdOx1) é que ele permitiria o desenvolvimento rápido de vacinas para diferentes doenças, apenas trocando-se a proteína do agente infeccioso. Estudos prévios já haviam mostrado tolerabilidade e segurança no uso desse vetor. Ao longo dos anos essa plataforma ChAdOx1 (Chimpanzee Adenoviral Oxford 1) foi utilizada no desenvolvimento de diversas vacinas (Ebola, Zika, Chickungunya, HPV, Hepatite B, Tuberculose, HIV), portanto há grande experiência e confiança em sua segurança”, detalha em trechos.

Ricardo Perolin ainda pontua: “O surgimento em 2012 da Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS), a segunda doença grave em humanos causada por coronavírus, assustou o mundo. Alguma semelhança? Felizmente o mundo conseguiu controlar a MERS e ela não se tornou uma pandemia, mas mesmo assim cerca de 800 pessoas morreram, e casos foram identificados em 27 países diferentes. Pouco tempo depois, em 2014, a África teve o pior surto de Ebola da história, com mais de 11 mil mortos. Um vírus conhecido e negligenciado por muitas décadas voltou a assustar o mundo. E um ano depois… Zika!  Ficou claro que a humanidade escapou raspando de várias epidemias que poderiam ter sido muito mais graves e disseminadas. E que nossa capacidade de resposta era lenta, fragmentada e ineficiente. Eram necessários novos métodos e preparação prévia para a próxima pandemia. A tão criticada OMS começou então a se preparar antecipadamente para o que poderia ser a próxima pandemia. Em 2018, além de focar nos ‘usual suspects’, elencaram a “Doença X”. A “Doença X” seria causada por um agente infeccioso novo ou imprevisto, algo para o qual não teríamos preparo ou conhecimento prévio. Dessa forma a OMS colocava em curso mecanismos de resposta acelerada a próxima pandemia, independente do que a causasse”.

Em resumo:

“Na época, um representante da OMS disse que o objetivo era acelerar a pesquisa e desenvolvimento de plataformas “plug and play”, que permitiram rápida produção de vacinas contra um patógeno previamente desconhecido: exatamente o que Oxford estava fazendo. Mas o trabalho laboratorial realizado por cientistas é apenas uma parte de todo o processo de desenvolvimento de uma vacina. Grande parte do tempo é gasta com burocracias intermináveis: escrever projetos de pesquisa, conseguir financiamento, passar por agências regulatórias …. A preparação da OMS e do grupo de Oxford para a “Doença X” incluia antecipar quais seriam esses passos burocráticos lentos e de certa forma deixar tudo engatilhado… Mas o mais importante era: como conseguir dinheiro (MUITO dinheiro) rapidamente. Nesse tempo, o grupo de Oxford estava trabalhando no desenvolvimento de uma vacina para MERS, usando a plataforma “plug and play” ChAdOx1. Mas sem uma emergência mundial, as pesquisas caminhavam no ritmo habitual. Eis que no reveillon de 2019/2020 o mundo acordou com a notícia de uma nova pneumonia viral na China. Assim que um coronavírus foi anunciado como causa, entendeu-se que a “Doença X” havia chegado. O grupo de Oxford ativou os planos previamente traçados para a “Doença X” e combinou a expertise em MERS com a plataforma ChAdOx1. Dessa forma conseguiram “pular” vários anos de pesquisa básica e tinham confiança na segurança da vacina para MERS em humanos. Com dinheiro praticamente infinito, puderam também correr riscos financeiros previamente considerados inviáveis. Enquanto em outras épocas as fases de pesquisa clínica seriam feitas sequencialmente (e separadas por meses ou anos entre elas), dessa vez as fases foram combinadas ou realizadas em rápida sucessão. As agências regulatórias já acompanhavam o processo no decorrer do estudo, e estavam prontas para permitir o início da próxima fase ao momento que a anterior terminasse. Dessa forma o grande desperdício de tempo entre as fases foi eliminado, sem prejuízo algum aos participantes do estudo ou aos resultados. Os exatos mesmos critérios de qualidade e segurança de outras vacinas foram implementados no processo de desenvolvimento da vacina COVID19″.

E finaliza:

“O mundo criou vacinas efetivas e seguras em tempo recorde graças ao trabalho de cientistas, agências financiadoras, governos e da Organização Mundial da Saúde. O desenvolvimento extremamente rápido só foi possível com saco de dinheiro. Saco de dinheiro, um enorme esforço coordenado e um pouco de sorte”.

Foto: Reprodução/Twitter

 

Opinião dos leitores

  1. Doutor, você alega que o mundo criou vacinas "seguras e efetivas", entretanto, elas alteram o DNA humano, e ninguém sabe no que isso vai dar, somente o tempo dirá.
    Já que você confia tanto e arrisca sua carreira pela vacina super segura, então se responsabilize e garanta a qualidade e resultado positivo pra quem tomar essas vacinas, pois todos os laboratorios até agora querem isenção de responsabilidade caso haja algum problema, reação adversa ou até morte pra os cobaias que a tomarem.
    A OMS como uma instituição que foi "tão criticada" como você afirma defendendo, será que não foi assim, por atitudes e declarações falhas, idas e vindas, declarações e desmentimentos que desde o inicio vem se contradizendo inumeras vezes, sobre os mesmos fatos, se ia ter propagação mundial ou não, sobre isolamento social ou não, sobre cuidado da economia dos paises ou não, sobre mascaras ou não, distanciamento social ou não, isolamento de grupo de risco ou não entre tantas outras contradições.
    Concordo, sim em um ponto em comum, dinheiro, muito dinheiro, envolvido em tudo, desde manipulaçõpes midiáticas, politização da OMS, doença, tratamentos, medicamentos baratos boicotados como hidroxicloroquina que custa centavos e a eficácia é muito maior que a das vacinas desenvolvidas até agora, fetiche maluco de que o mundo só poderá viver em sociedade se todos 8 bilhoes de habitantes tomarem essa vacina que custa caro, desrespeitos a direitos constitucionais básicos dos cidadãos e atos ditatoriais absurdos, sobre o mantra do "fica em casa" se não o virus te pega, desde sempre, onibus lotados, supermercados, bancos abertos e escolas fechadas, etc, algo muito errado não está certo, muita coisa está acentecendo, muitos com medo, poucos faturando alto, estão se aproveitando pra ganhar muito dinheiro, muuuuuuuuito dinheiro, muuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuito dinheiro mesmo, mais do que conseguimos imaginar.

    1. Não quer tomar a vacina? Ótimo. Sobra mais para quem quer sobreviver.

    2. "A vacina altera o DNA…" Só te resta continuar mugindo muuuuuuito, muuuuuuuito.

  2. Ai o gado asqueroso mete o dedo no teclado..vai logo atacando a China e não tem cérebro pra captar que a vacina de Oxford tambem é fabricada na china..vão ser acefalos assim no inferno gado berrante..

  3. Aí tá certo!!
    Agora, a da China, tem que primeiro empurrar na bunda da petezada, aí se prestar é que vacina o gado de Bolsonaro.
    No braço.
    Rsrs

  4. Parabéns a toda Equipe de Cientistas de todo o mundo que estão empenhados nessa corrida da Vacina. Vale muito a pena a leitura acima do Médico de Oxford, dando um show de competência!

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Economia

Produção de veículos aumenta 7,4% em outubro, diz Anfavea

Foto: © REUTERS/Washington Alves/Direitos Reservados

A produção de veículos cresceu 7,4% em outubro ao atingir 236.468 unidades ante as 220.162 produzidas em setembro. Na comparação com outubro do ano passado houve queda de 18% e no acumulado do ano o recuo foi de 38,5%. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira(06) pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).

Segundo o balanço mensal da entidade as vendas fecharam o mês com 215.044 unidades licenciadas, o que corresponde a uma elevação de 3,5% sobre o mês anterior e uma retração de 15,1% sobre outubro do ano passado. A queda acumulada no ano chega a 30,4%, em linha com os -31% previstos pela Anfavea.

Os dados mostram ainda que as exportações cresceram 14,3% sobre o setembro, com a comercialização de 34.882 veículos. Na comparação com outubro de 2019 o aumento foi 16,4%. Já no acumulado de 2020 houve queda de 34,2% nas vendas para o mercado externo.

“Os resultados de outubro revelam os esforços da indústria para atender ao crescimento da demanda em alguns segmentos do mercado. Temos muitos desafios para atingir uma recuperação mais vigorosa, como os novos protocolos das fábricas, a dificuldade de planejar o médio prazo, a alta dos custos e, recentemente, a falta de alguns insumos”, disse o ressaltou o presidente da Anfavea, Luiz Carlos Moraes.

Agência Brasil

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Economia

Setembro registra o maior uso da capacidade de produção da indústria dos últimos 5 anos, diz CNI

As horas trabalhadas na produção na indústria, indicador do nível de atividade, subiram pelo quinto mês seguido em setembro. Ao mesmo tempo, o nível de uso do parque fabril atingiu o patamar de 79,4% – o maior desde abril de 2015.

As informações foram divulgadas nesta sexta-feira (6) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), por meio dos indicadores industriais. A pesquisa é feita em parceria com 12 federações estaduais da indústria.

A CNI explica que o nível de uso do parque industrial mostra quanto os equipamentos e os trabalhadores das empresas estão ocupados na produção em relação ao máximo que pode ser produzido por um longo período sem dificuldades.

“A atividade industrial de setembro foi excepcionalmente forte. As horas trabalhadas na produção praticamente voltaram ao patamar pré-pandemia [de fevereiro deste ano]”, acrescentou a entidade.

De acordo com o gerente-executivo de Economia da CNI, Renato da Fonseca, a recuperação registrada em setembro foi mais forte do que o esperado.

Segundo Fonseca, a indústria conseguiu se recuperar, mas ainda enfrenta problemas como o alto custo de energia e um alto custo tributário pela “complexidade do sistema tributário nacional”.

“O grande desafio é voltar a agenda de competitividade, principalmente a da reforma tributária, para que o Brasil tenha realmente uma indústria competitiva e volte a crescer mais de 2% ao ano, para o bem de sua população”, declarou.

Faturamento e emprego

Segundo a CNI, o faturamento industrial cresceu 5,2% em setembro e ficou 6,1% acima do patamar registrado em fevereiro. Esse também é o maior resultado desde outubro de 2015.

“Apesar da grande variação na análise mensal, o faturamento ainda é negativo na comparação do acumulado de janeiro a setembro. E registra queda de 1,9% no acumulado do ano”, informou a CNI.

O emprego industrial registrou o segundo mês consecutivo de alta em setembro e avançou 0,5% no período.

Na comparação com setembro de 2019, acrescentou a CNI, o emprego recuou 1,7%, enquanto no acumulado dos nove primeiros meses deste ano caiu 2,6%.

G1

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Saúde

Covid-19: produção de vacina russa no Brasil começa em dezembro, prevê fundo soberano

Foto: HANDOUT / AFP

O fundo soberano russo responsável pelo financiamento da vacina Sputnik V, registrada em agosto pela Rússia como uma fórmula contra a Covid-19, informou nesta segunda-feira que o imunizante deve começar a ser produzido em larga escala no Brasil em dezembro. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) precisa aprovar o produto e os ensaios clínicos.

Os testes da Sputnik V estão na fase 3 e, segundo o laboratório responsável pela vacina, o Instituto Nikolai Gamaleia, 16 mil voluntários já receberam doses. Ao todo, são previstos 40 mil.

No Brasil, a companhia que fechou acordo para receber a tecnologia do fundo soberano e produzir o imunizante é a União Química, sediada em São Paulo. Paraná e Bahia ja firmaram acordos com os russos para ensaios e aquisição de doses.

— (A União Química) já está no processo de receber os materiais necessários para começar a produção. Eles ainda precisam de alguns meses (para iniciar a fabricação), isso depende de vários fatores. Acreditamos que em dezembro já começaremos a produção. Normalmente (a preparação) demoraria de quatro a seis meses, mas tentaremos o menor prazo possível considerando a pandemia — disse Kirill Dmitriev, chefe do fundo soberano.

Até o momento, a Anvisa autorizou os ensaios clínicos de quatro vacinas candidatas contra a Covid-19: Johnson & Johnson (EUA/Bélgica), Universidade de Oxford/AstraZeneca (Reino Unido), Sinovac Biotech (China) e Pfizer/BioNTech (EUA/Alemanha). Em nota, a agência informou que não recebeu nenhuma solicitação formal para ensaios clínicos ou pedido de registro para a Sputnik V e ressaltou que a análise de cada solicitação é feita a partir da oficialização destes pedidos.

“As solicitações de autorização de estudo ou de registro devem ser apresentadas pelas instituições responsáveis pelo desenvolvimento da vacina”, sublinha a Anvisa. “O foco da Anvisa é técnico, voltado para os parâmetros de segurança e eficácia de medicamentos ou vacinas destinadas à população”, segue a nota.

A Sputnik V foi recebida de forma cética por boa parte da comunidade científica internacional pelo cronograma acelerado de seus ensaios clínicos e pelo registro oficial, considerado prematuro por alguns cientistas, uma vez que a homologação se deu antes do início da terceira e última etapa de testes.

O Instituto Nikolai Gamaleia e o governo da Rússia, por sua vez, garantem a eficácia do imunizante e afirmam que foi possível acelerar o desenvolvimento ao aproveitar uma plataforma baseada em dois adenovírus humanos, o AD5 e o AD26, que haviam sido utilizados em uma fórmula ainda em testes contra a Síndrome Respiratória Aguda do Oriente Médio (Mers), causada por outra cepa de coronavírus. O laboratório é o único a combinar esses dois vetores, usados para carregar a informação genética do novo coronavírus com o objetivo de estimular resposta imune no organismo humano.

A fórmula de Oxford/AstraZeneca usa um adenovírus de chimpanzé. A Johnson & Johnson e a chinesa CanSino usam apenas um adenovírus humano. Os russos sustentam que a combinação de dois vetores torna a imunização mais eficaz e que os resultados preliminares indicam que não há risco de uma imunidade prévia contra o AD5 e o AD26 pelos imunizados impactar na reação humoral.

Durante a coletiva, os participantes enfatizaram a importância estratégica da América Latina nos acordos de aquisição e produção da Sputnik V. Negociações ocorrem entre Moscou e Argentina, Peru, México e outros países, além do Brasil. A produção também deve ocorrer na índia, China e Coreia do Sul.

O Instituto Nikolai Gamaleia também prometeu a divulgação de resultados sobre testes da vacina em crianças e idosos na Rússia “nos próximos dias”. Os ensaios, até o momento, só apresentaram resultados de voluntários de 18 a 60 anos. Dados preliminares da fase 3 também devem ser divulgados pelo laboratório e podem incluir resultados de 5 mil a 10 mil participantes, segundo informou o diretor do instituto, Denis Logunov, na coletiva.

A transparência dos números russos é uma das principais fontes de dúvidas por parte de cientistas e mesmo um estudo amplo sobre os testes do laboratório publicado na revista científica Lancet, que apontava para a segurança e a eficácia da vacina candidata, teve resultados questionados por acadêmicos.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. A Rússia tb é comunista? Se for ñ irei tomar! Prefiro o feijão ungido do Valdomiro Santiago.

    1. Como o cara passa o dia sem produzir nada, só xingando, atacando os outros? O que passa na cabeça de um sujeito assim? E se acha esquerdista e pensa que é intelectual, de mente privilegiada. Rsrsrs. Por isso que escantiei essa anomalia logo no início, ví o quanto eram doentes e alienados.

    2. Faz assim. Assim que sair essa vacina da Rússia ou da China, corra para tomar e seja feliz.
      Confio mais no britânicos, franceses ou americanos. Seja cobaia. Ajude a Humanidade. Como sou muito obscurantista, vou esperar uns anos de confirmação empírica da eficácia.

    3. No caso só te incomoda se for comentários contrários ao seu politico favorito? Se for de direita, tudo bem, pode ficar o dia todo por aqui que ñ tem problema?

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Diversos

CAMARÃO: RN segue líder nacional e produção cresce pelo 3º ano seguido, com 20,7 mil toneladas

Foto: IBGE

Dados de  Pesquisa da Pecuária Municipal (PPM) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgados nesta quinta-feira (15), informa que com uma produção de 20,7 mil toneladas, o Rio Grande do Norte se manteve como maior produtor de camarão do Brasil em 2019, o que corresponde a 38,2% de toda a produção nacional, e geraram R$ 555,4 milhões. O volume de recursos representa 46,8% do valor da carcinicultura brasileira. Na comparação com 2018, houve um crescimento de 5,1% na produção do crustáceo, resultando no terceiro ano consecutivo de crescimento.

Conforme o levantamento, entre os dez municípios com maior produção de camarão do Brasil, seis são potiguares: Pendências, Canguaretama, Arês, Mossoró, Senador Georgino Avelino e Nísia Floresta. A soma da produção deles representa 71% de todo o camarão produzido no estado.

Os números expressivos não param.O Rio Grande do Norte também é o maior produtor de larvas de camarão do Brasil com 6,7 milhões de milheiros em 2019. Essa quantidade representa 56% da produção nacional de larvas. Juntos, o RN e o Ceará produzem 93% das larvas de camarão nacionais.

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Economia

Produção de motocicletas no país aumenta 13,1% em setembro

Foto: CNI/José Paulo Lacerda/Direitos reservados

A produção de motocicletas registrou alta de 13,1% na produção em setembro, na comparação com o mesmo mês do ano passado, segundo balanço divulgado nesta quarta-feira (14) pela Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares (Abraciclo). Foram montadas em setembro 105 mil motocicletas, o melhor resultado do ano até agora.

No acumulado do ano, a fabricação de motocicletas caiu 17,1%, com a fabricação de 693,5 mil unidades, contra 836,4 mil de janeiro a setembro de 2019.

Segundo o presidente da Abraciclo, Marcos Fermanian, a produção foi muito impactada no auge da pandemia do novo coronavírus, mas as fábricas têm conseguido recuperar parte das perdas nos últimos meses. “Desde a retomada gradual das atividades, as fábricas registram curva ascendente. Esse quadro se confirmou em setembro, quando alcançamos o melhor resultado do ano”, disse Fermanian.

As exportações acumulam queda de 18,8% de janeiro a setembro em comparação com o mesmo período do ano passado. De janeiro a setembro, foram vendidas para o exterior 23,6 mil unidades. A Argentina é o principal destino da produção brasileira exportada, com 7,2 mil unidades. Em seguida vêm a Colômbia (4,5 mil unidades) e os Estados Unidos (4,3 mil unidades).

Para este ano, a estimativa da Abraciclo é que sejam produzidas 937 mil motocicletas, uma retração de 15,4% em relação ao total fabricado em 2019.

Agência Brasil

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Economia

Produção na área do pré-sal bate recorde pelo segundo mês seguido; maior número de poços produtores terrestres foi registrado na Bacia Potiguar

Foto: © Geraldo Falcão / Agência Petrobras

Pelo segundo mês consecutivo, a produção na área do pré-sal registrou recorde, tanto no petróleo quanto no gás natural. Em agosto, foram produzidos 2,776 MMboe/d (milhões de barris de óleo equivalente por dia). Desse total, 2,201 MMbbl/d (milhões de barris por dia) de petróleo e 91,398 MMm3/d (milhões de m3 por dia) de gás natural.

No recorde anterior, em julho, a produção de petróleo ficou em 2,179 MMbbl/d e a de gás natural 88,88 MMm3. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (2) no Boletim Mensal da Produção de Petróleo e Gás Natural da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

De acordo com a ANP, o resultado representa aumento de 1,4% em relação ao mês anterior e de 14,4% na comparação com agosto de 2019. “A produção no pré-sal teve origem em 117 poços e correspondeu a 70,7% da produção nacional”.

Produção nacional

Também em agosto a produção nacional atingiu 3,927 Mmboe/d, de acordo com o boletim. Desse total, 3,087 MMbbl/d são de petróleo e 134 MMm3/d, de gás natural. Na produção de petróleo, houve aumento de 0,3% em relação ao mês anterior e de 3,3% frente a agosto de 2019. Na produção de gás natural, a alta ficou em 2,4% se comparado a julho e de 0,1% ante o mesmo mês do ano anterior.

Por causa da pandemia da Covid-19, 33 campos tiveram as suas produções interrompidas temporariamente em agosto. Entre eles, 16 são marítimos e 17 terrestres. Também permaneceram com a produção interrompida 60 instalações de produção marítimas.

Os campos marítimos produziram 96,9% do petróleo e 85,5% do gás natural. Os campos operados pela Petrobras responderam por 94,7% do petróleo e do gás natural produzidos no Brasil. Os que tem participação exclusiva da Petrobras produziram 42,9% do total.

Destaques

O maior produtor de petróleo e gás natural foi o campo de Tupi, no pré-sal da Bacia de Santos, que registrou 1,004 MMbbl/d de petróleo e 44,5 MMm3/d de gás natural.

A instalação com maior produção de petróleo foi a plataforma Petrobras 77, que produz no campo de Búzios por meio de quatro poços a ela interligados, com a produção atingiu 165,598 Mbbl/d de petróleo.

A unidade flutuante de produção, armazenamento e transferência (FPSO) Cidade de Itaguaí foi a instalação com maior produção de gás natural. Ela opera no campo de Tupi por meio de sete poços interligados e produziu 7,337 Mmm³/d.

O maior número de poços produtores terrestres (1.097) foi registrado em Estreito, na Bacia Potiguar. Marlim Sul, na Bacia de Campos, foi o campo marítimo com maior número de poços produtores: 67.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

    1. o que muito boçal quer é que aumente mais. pra pobre ki nem eu, que anda e uno, deixar de causar engarrafamento.

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Saúde

Fiocruz aguarda iminente aprovação da vacina de Oxford contra Covid-19 para começar produção; maquinário e insumos estão sendo preparados com antecedência

Foto: Reprodução/TV Globo

A fábrica de vacinas Bio-Manguinhos, na Fundação Oswaldo Cruz, Zona Norte do Rio, é considerada a maior da América Latina e está se preparando para produzir a vacina contra Covid-19 desenvolvida pela universidade de Oxford, do Reino Unido.

A vacina de Oxford está na fase 3, a última, que determinará se é eficaz num grande número de pessoas. A universidade inglesa anunciou nesta semana que as experiências preliminares indicam que a vacina é segura e induziu resposta imune ao corpo dos voluntários.

O acordo entre a Fiocruz e a AstraZeneca, farmacêutica que adquiriu a vacina da Universidade de Oxford, foi anunciado no fim do mês passado, apesar de o contrato ainda não ter assinado.

Segundo o acordo, em dezembro, a Fiocruz vai receber ingrediente farmacêutico ativo (IFA) suficiente para fazer 15,2 milhões doses da vacina.

Depois desse processo, outras 70 milhões de doses de vacina poderão ser produzidas também até o início do ano pela Fiocruz. A preparação para a produção foi antecipada por conta da gravidade da pandemia, que preocupa o mundo inteiro, mas a distribuição e a imunização da população ainda dependem dos novos testes e da aprovação final.

O maquinário e os insumos estão sendo preparados. A fundação afirma que, apesar de uma preocupação mundial com a possível falta de frascos de vidro para distribuição, não deve enfrentar esse problema, pelo menos na fase inicial, de produção de 100 milhões de doses.

Os frascos utilizados serão os mesmos que hoje são usados para a vacina contra a febre amarela e, em cada um deles, caberão cinco doses da vacina contra o novo coronavírus.

“Nós receberemos a vacina congelada, ela vai passar por um processo de descongelamento de 2 a 3 dias. Uma vez que esteja na fase líquida, é transferida para um tanque em aço inox para ser envazada, rotulada e embalada. Eu diria que, provavelmente, é o maior desafio da história (da fábrica) de Bio-Manguinhos. A grande vantagem é ter passado por experiências semelhantes como foi o caso de epidemia de febre amarela, o surto de sarampo e poder usar toda nossa competência para responder mais esse desafio’, afirma Luiz Lima, vice-diretor de produção Bio-Manguinhos/Fiocruz.

O custo de produção inicial deve ser de cerca de US$3, mas tende a ser reduzido ao longo do tempo.

G1

 

Opinião dos leitores

  1. A vacina de OXFORD, é melhor do mundo ja
    deveria produzir em massa e com antecedência, até porque , os resultados são promissores e positivo.

  2. Olha o nível intelectual dos comentários por parte dos eleitores no blog do BG…Digno de um PHD ou prêmio Nobel… Só enriquece o Blog e a sociedade Potiguar… Parabéns!

    1. Quem diria que em pelo século XXI, além de desacreditada, a ciência ainda tem que provar que a terra não é plana para quase 1/3 do país.

  3. Primeiro o gado que foi eleito junto com o Mito Bolsonaro.
    Aí se sobrar os bichos vermei, derrotados.
    A deles vem em massa da Venezuela, o cumpanheiro Maduro vai mandar.
    Kkkkkkk

    1. Não, meu nobre. O gado continua com a cloriquinis e com a vacina contra febre aftosa. Deixa a vacina de Oxford para quem acredita na ciência, nas Universidades, em terra redonda e nazismo como sendo um movimento de extrema direita.

  4. O gado véio continua com ivermectina e CLORIQUINA . Vacina para doidin agora não . MUNNNNNNN.

    1. Bolsonaro já saiu ? Não ? Quero roubar o país por mais 33 anos !!!!! Tirem esse homem daí !!! Ele não gosta de marcianos kkkkkk

    2. Os zumbis da esquerda passam dia e noite nas redes sociais espumando pela boca com cães raivosos.
      Seguem as ordens da cúpula da seita e do deus Lula kamon…

    3. Cala a boca Raimuuuuuuuuuuuudo , deixa de ser babão . Já tomou o Rivotril hoje nenen ?

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Diversos

Cientistas da UFRN buscam patentear produto que pode ser aplicado na indústria, visando reduzir custos de produção do biodiesel

Instalações do Laboratório de Tecnologias Energéticas (LABTEN), unidade onde o estudo está vinculado. Foto: Divulgação

A utilização em larga escala de combustíveis derivados do petróleo causa diversos problemas ao meio ambiente como, por exemplo, o aumento das taxas de dióxido de carbono na atmosfera. Em virtude disso, a indústria e governos ao redor do mundo têm procurado por novos combustíveis baseados em fontes renováveis e que não poluam o meio ambiente.

Dentre estas alternativas, está o biodiesel como uma alternativa viável ao óleo Diesel, já que é um produto renovável, não tóxico, biodegradável e pode ser usado em motores de ignição por compressão, ou seja, motores diesel. Contudo, durante a produção do biodiesel, uma das principais questões ainda em estudo é o uso de um catalisador adequado com a natureza do óleo utilizado.

Pensando nisso, cientistas da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) buscam patentear o desenvolvimento de um produto que pode ser aplicado na indústria, visando reduzir os custos de produção do biodiesel. Desenvolvida pelo grupo de pesquisa do Laboratório de Tecnologias Energéticas da Universidade, a tecnologia traduz-se em um catalisador, substância proveniente de sílica oriunda da cinza in natura da casca da banana e obtida com metodologia modificada através de misturas físico-químicas.

“Cada vez mais busca-se a utilização de biocombustíveis em diversas áreas como, por exemplo, automobilística, agrícola e em indústrias. Especificamente, no que tange ao biodiesel, por ser um dos mais utilizados em âmbito nacional e mundial, se faz necessária a busca de metodologias que usem materiais e parâmetros reacionais que façam o custo do produto se torna mais viável economicamente, bem como que o processo de produção seja menos danoso ao meio ambiente”, explicou a professora Luciene da Silva Santos.

Sendo assim, continua a professora, o catalisador produzido atende a essas necessidades, pois usa reagentes de baixo custo para sua produção. “A sílica é proveniente de resíduo agrícola, o catalisador heterogêneo pode ser reutilizado, além de produzir menos resíduos no processo de purificação do biodiesel”, complementou Luciene, uma das autoras do pedido de patente. Além dela, José Alberto Batista da Silva, Keverson Gomes de Oliveira, Ramoni Renan Silva de Lima e Clenildo de Longe também atuaram na pesquisa que deu origem à invenção, estudo este vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Química (PPGQ).

O grupo identifica ainda que a aplicação do catalisador pode ser avaliada no desenvolvimento de outras reações básicas, visando a obtenção de outros bioprodutos, situação que abre ainda mais o leque de aplicação do dispositivo. No documento que embasa o pedido para patentear o produto, o grupo de cientistas listou alguns dos diferenciais.

Primeiro, a fonte precursora de baixo custo, por se tratar de sílica obtida de resíduo vegetal. Segundo, a utilização de reagentes usuais torna o produto viável economicamente com metodologia de fácil aplicação. Terceiro, o tempo de produção relativamente curto, comparado a metodologias inseridas em diversas patentes. Além disso, a formação do catalisador ocorre em uma única etapa, com baixo consumo de energia, comparado a processos tradicionais.

Por fim, o produto apresenta características satisfatórias na utilização como catalisador em reações de transesterificação para produção de biodiesel, podendo ser, em parte, reutilizado em novas reações. Pode ainda ser utilizado em reações que envolvam diferentes matrizes oleaginosas, inclusive quando da utilização de óleo residual de cozinha, obtendo, ainda assim, elevados rendimentos reacionais.

Denominado “Processo de produção de um catalisador proveniente da cinza in natura da casca da banana (musa paradisíaca l.)”, o pedido desta patente passa a integrar o portfólio de ofertas tecnológicas da UFRN, disponível para acesso em www.agir.ufrn.br. O diretor da Agência de Inovação (Agrir) da UFRN, Daniel de Lima Pontes, explicou que as orientações e explicações a respeito dos aspectos para patentear uma determinada invenção são dadas na própria Agir, unidade localizada no prédio da Reitoria.

Daniel de Lima Pontes é diretor da Agência de Inovação da UFRN. Foto: Divulgação

Contudo, durante o período de suspensão do atendimento presencial, as demandas devem ser enviadas através do e-mail patente@agir.ufrn.br. “Temos percebido nos últimos anos que os professores estão com maior cuidado em proteger suas invenções através do patenteamento. Aqui na Universidade eles contam com um cenário amplamente favorável, haja visto o suporte que a UFRN propicia neste processo”, afirmou o diretor.

Agir/UFRN

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