Economia

Enquanto vendas em março registraram aumento de 26% no RN, setor de bares, restaurantes e similares sofreu retração

O volume de vendas realizadas pelas empresas do Rio Grande do Norte no mês passado atingiu, em média, o patamar de R$ 304 milhões por dia. O valor é 26% maior que o registrado no terceiro mês do ano passado, quando as empresas potiguares conseguiram vender uma média de R$ 240 milhões por dia. O crescimento foi maior entre as organizações que atuam no segmento do comércio atacadista, cujo faturamento médio diário subiu de R$ 40,3 milhões por dia para R$ 59,9 milhões. Um acréscimo nominal de R$ 19,6 milhões negociados nos últimos 12 meses.

O segundo setor que mais teve o maior volume de vendas foi o comércio varejista. O ticket médio de vendas diárias do varejo passou de R$ 66,4 milhões para R$ 80 milhões entre março de 2020 e março deste ano. Apesar de o número de transações ter reduzido levemente, o valor das vendas subiu.

As empresas desse segmento foram as que tiveram oscilações menos drásticas no volume médio negociado ao longo dos últimos 12 meses, logo após o decreto do estado de calamidade pública em função da Covid-19. O volume médio diário de vendas do varejo potiguar fechou março deste ano com um total de faturamento bruto diário da ordem de R$ 80,3 milhões. No mesmo mês de 2020, o valor médio foi de R$ 66,4 milhões.

Os dados sobre a movimentação dos setores produtivos são da Secretaria Estadual de Tributação (SET-RN), que divulgou nesta segunda-feira (12) a 17ª edição do Boletim de Atividades Econômicas. O informativo mensal reúne os principais indicadores da economia do Rio Grande do Norte a partir da emissão de notas fiscais e do volume negociado pelas empresas potiguares. A publicação completa está no site www.set.rn.gov.br/.

A publicação mostra, no entanto, que o setor de bares, restaurantes e similares registrou uma retração nas vendas da ordem de 30% mensais a partir de março do ano passado. O volume de movimentado começou a subir após agosto do ano passado, quando houve o início da retomada da abertura das atividades não essenciais, chegando a dezembro com um pico de faturamento bruto médio de R$ 4,8 milhões, negociados por dia. No entanto, gradativamente, esses estabelecimentos começaram a ter baixas novamente e, no mês passado, registraram uma média diária de vendas de R$ 2,7 milhões.

De acordo com a publicação da SET-RN, o volume de operações comerciais, verificadas nos principais setores da economia do Rio Grande do Norte, atingiu uma média de vendas de R$ 304,15 milhões por dia, o que é 2,4% menor que o resultado visto em fevereiro. Foram mais de 909 mil operações de vendas por dia no terceiro mês do ano, marcado pelo início das medidas restritivas neste ano para conter a segunda onda da pandemia no estado. Os segmentos que mais influenciaram positivamente o resultado foram o atacado, a indústria e o varejo.

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Economia

Com juros baixos, crédito farto e quarentena, vendas de imóveis batem recordes em 2020

HORA DE COMPRAR - Bruna e Bruno conquistam o primeiro imóvel: oportunidade e circunstância – Lailson Santos/VEJA

Sob diversos aspectos, o ano de 2020 está sendo desafiador para a economia brasileira. Desemprego em alta, inflação crescente, consumo das famílias em queda. Como em tudo na vida, porém, há sempre o outro lado. Neste caso específico, são as vendas de imóveis que vão pelo caminho oposto. Em setembro, foram negociadas 13 438 unidades residenciais no país. É o maior número desde maio de 2014. No acumulado de nove meses do ano, as vendas estão 20% maiores do que no mesmo período do ano passado. E o número de empreendimentos sendo construídos também acelera. Depois da queda ocorrida em maio, em decorrência da pandemia, aproxima-se dos níveis de 2019.

O boom tem explicação: é um misto de circunstância e oportunidade. Em agosto, a administradora Bruna Contreiras e o marido, Bruno, compraram seu primeiro imóvel — um apartamento de 130 metros quadrados em São Paulo. Contrariando o clichê, o negócio não significou a realização de um sonho. O casal tinha dinheiro para investir e buscava uma aplicação rentável. Com escassas opções na renda fixa, veio a ideia de comprar a casa própria. “Inicialmente pensávamos apenas em não deixar o dinheiro parado”, diz Bruna. “Mas encontramos esse imóvel e resolvemos que não seria um investimento, e sim nossa moradia.” Na hora de fechar o negócio, a oportunidade amparou-se na circunstância: a taxa de juros nominal do Brasil está em 2% ao ano — sua mínima histórica —, o que tira a atratividade de investimentos ancorados nela, como fundos DI e títulos de renda fixa em geral. Na ponta da concessão de crédito, a mesma Selic forçou a redução dos juros do financiamento, fazendo com que as parcelas coubessem no orçamento de milhares de famílias. No caso de Bruna e o marido, as mensalidades ficaram abaixo da despesa de aluguel. Para efeito de comparação, em 2016 os juros nominais chegaram a 14,25% ao ano, o que levou o custo do financiamento a níveis estratosféricos.

A queda do custo do dinheiro incentiva as famílias a tomar novos empréstimos, e os bancos estão dispostos a concedê-los. Em outubro, os financiamentos imobiliários somaram quase 14 bilhões de reais. Os empréstimos cresceram 50% no ano. Somente a Caixa Econômica Federal acumula 500 bilhões de reais em crédito para o setor, outro número recorde. Os bancos privados também estão ofertando e colhendo resultados. No Santander, o volume subiu 15% nos últimos doze meses, aumento parecido com o registrado pelo Itaú no terceiro trimestre.

Foto: Reprodução/Veja

O empurrão que faltava — outro efeito da circunstância — veio com a quarentena. Impedidos de sair às ruas, muitos brasileiros resolveram olhar para dentro de casa e se deram conta de que um espaço maior e mais confortável cairia bem. “A pandemia trouxe necessidades adicionais, que estão impulsionando as pessoas a comprar novos imóveis”, diz Luiz França, presidente da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc). É o caso do gerente William Aguiar, que, em julho, trocou seu apartamento de 130 metros quadrados por outro com quase o dobro do tamanho. Ele precisava de mais espaço para si mesmo e para a família. Também fizeram diferença o pé-direito duplo da sala e o condomínio com piscina coberta e quadra de tênis.

As incorporadoras, portanto, não têm do que se queixar. No terceiro trimestre, o faturamento da Cyrela aumentou quase 60% na comparação com o mesmo período de 2019. “Houve preocupação no começo da pandemia, mas, quando retomamos os lançamentos, as vendas foram um sucesso”, diz Orlando Pereira, diretor comercial da Cyrela. Os novos projetos da incorporadora têm levado em conta as necessidades de uma vida em que a residência tem papel mais relevante para as pessoas. Aumentou a procura por unidades com áreas de coworking, lavanderia, recebimento de entregas e até com minimercados. Nos apartamentos decorados, mostrados nos lançamentos, há sugestões para decoração de escritórios residenciais. No segmento de alta renda, os vendedores atraem os clientes com o que há de melhor. O Boa Vista Village, novo reduto de endinheirados em Porto Feliz, perto da capital paulista, terá campo de golfe, centro equestre, piscina com ondas e até galeria de arte quando for finalizado. No terceiro trimestre, as vendas da JHSF, incorporada do empreendimento, triplicaram e a receita chegou a 300 milhões de reais.

A pujança deixou alguns investidores desconfiados. Afinal, o setor passou por um momento de euforia alguns anos atrás e a situação degringolou. Os bancos abriram as torneiras do crédito e as incorporadoras se endividavam para promover novos lançamentos — até que a crise de 2014 jogou o Brasil em dois anos de recessão. Resultado: algumas fecharam e muita gente perdeu dinheiro. A situação atual, garantem especialistas do setor, é completamente diferente. “As empresas estão muito menos endividadas do que antes”, diz Renan Manda, analista da corretora XP. Em outras palavras: elas aprenderam com o passado e não vão lançar imóveis em ritmo alucinado, criando uma oferta incompatível com a demanda.

As condições econômicas estão favoráveis à atividade imobiliária e o cenário aponta para um ciclo de crescimento mais duradouro. Cabe agora a cada interessado avaliar suas condições pessoais de crédito e capacidade de honrar o financiamento. Imóvel pode ser moradia, investimento ou ambos. Ele só não deve se tornar uma dor de cabeça para o comprador.

Veja

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Diversos

Varejo se apoia no WhatsApp para manter o ritmo de vendas para o Natal

Foto: Divulgação

Os dados indicam um Natal superaquecido para o mercado digital. A pandemia do Coronavírus acelerou a modernização de alguns processos já previstos por especialistas, um deles foi o das compras online. Elas tiveram a maior alta dos últimos 20 anos, um crescimento de 47% no 1º semestre de 2020, de acordo com relatório Ebit/Nielsen. Cerca de 7,3 milhões de novos consumidores optaram pelas compras virtuais, levando lojistas a apostarem em novas formas para atender esse público.

Com as pessoas passando mais tempo em casa e utilizando cada vez mais as redes, a tecnologia se tornou a grande aliada dos comerciantes, especialmente através de plataformas de interação, como o aplicativo de conversas WhatsApp, uma utilidade presente em 99% dos smartphones brasileiros, de acordo com dados da Opinion Box. A ferramenta tem sido vista como uma das mais promissoras no setor de vendas.

“As pessoas querem atendimento personalizado e rápido, o empresário precisa compreender e se adaptar a isso para não ficar para trás”, explica João Carlos, consultor empresarial e especialista em vendas pelo WhatsApp. “É uma ferramenta muito acessível e popular. A utilização é simples, mas para realizar vendas de verdade, é preciso saber como usar a plataforma e criar uma jornada eficiente para o cliente”, pontua.

Veio pra ficar

Buscar alternativas para se comunicar e se relacionar com o cliente pela internet parece realmente ser um caminho sem volta. A Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC) apontou que 70% da população pretende continuar comprando pela internet, mesmo após o fim da pandemia.

Mas nem tudo está perdido para quem ainda não buscou se atualizar. “É sempre tempo! Os conhecimentos podem ser aplicados no período de alta demanda, como é o caso das festas de fim de ano, mas também em outras épocas. Afinal, quando a gente sai do WhatsApp?” questiona o João Carlos.

Vender online

Para alguns parece simples, para outros, uma enorme dificuldade, mas vender online por WhatsApp é uma realidade próxima e eficaz. Em Natal, diversas empresas já implantaram a metodologia e garantem que o volume de vendas apresenta crescimentos exponenciais. “Entender como funciona o aplicativo e configurá-lo para que possamos realizar atendimentos de maneira ágil e eficaz é o ponto principal”, comentou Lucianna Araújo, gerente comercial da loja Potiguar Honda.

Para auxiliar vendedores e empresários que estão em busca de modernizar o seu processo de comercialização, João Carlos, que atua há mais de 10 anos no setor e já percorreu mais de 200 cidades do Brasil palestrando e ministrando cursos sobre vendas online criou o curso WhatsVendas, um passo a passo com mais de 20 aulas, tutoriais, conteúdos diretos e de fácil entendimento.

Para mais informações acesse: www.whatsvendas.kpages.online/lojas ou pelo telefone 84 99681 5056.

Opinião dos leitores

  1. O Whatsapp realmente é uma Ferramenta muito útil nos negócios Online.

    Prático e muito Objetivo.

    Parabéns pela Matéria e pelo Curso do WhatsVendas!!!

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Economia

Vendas no comércio pelo país crescem pelo 5º mês seguido em setembro, diz IBGE

FOTO: FÁBIO VIEIRA/FOTORUA/ESTADÃO CONTEÚDO

As vendas no comércio cresceram 0,6% em setembro frente ao mês anterior, o que representa a quinta alta mensal consecutiva do setor desde maio. No acumulado do ano, o setor conseguiu se recuperar e equilibrar as perdas da pandemia do novo coronavírus.

Os dados constam da PMC (Pesquisa Mensal de Comércio), divulgada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta quarta-feira (11).

Apesar do ritmo de crescimento, o resultado de setembro aponta uma desaceleração em relação às altas constatadas nos meses anteriores — agosto (3,1%), julho (4,7%), junho (8,7%) e maio (12,2%).

De janeiro a setembro de 2020, o varejo conseguiu reverter o impacto da pandemia e agora registra estabilidade (crescimento zero), depois de seis meses no campo negativo.

Segundo Cristiano Santos, gerente da pesquisa, a desaceleração é como se a série estivesse voltando à normalidade. “Trata-se de uma diminuição do ritmo de crescimento nos volumes do varejo nacional. A desaceleração é natural e representa uma acomodação, porque as quedas de março e abril foram muito expressivas, o que fez com que os meses seguintes de recuperação também tivessem altas intensas”, analisa.

Na comparação com setembro de 2019, o comércio cresceu 7,3%.

Santos também destaca o desempenho forte do trimestre que se encerrou em setembro. Em comparação com o trimestre anterior, foi registrada alta de 17,2%, recorde da série histórica iniciada em 2000.

“Isso ocorreu, porque os trimestres anteriores apresentaram desempenho muito baixo: -1,9% no primeiro e -8,5% no segundo. Em relação ao terceiro trimestre de 2019, o aumento é de 6,3%, a maior alta desde 2014”, ressalta o gerente da pesquisa.

Crescimento por setores

O IBGE diz que, entre as oito atividades pesquisadas, cinco tiveram alta em setembro:

– Livros, jornais, revistas e artigos de papelaria (8,9%);

-Combustíveis e lubrificantes (3,1%);

– Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (2,1%);

– Equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (1,1%);

– Móveis e eletrodomésticos (1,0%).

Por outro lado, três setores pressionaram o desempenho do comércio negativamente: Tecidos, vestuário e calçados (-2,4%); Outros artigos de uso pessoal e doméstico (-0,6%); e Hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-0.4%).

“A atividade de livros, jornais, revistas e artigos de papelaria, embora continue negativa em indicadores, como o acumulado do ano e nos últimos 12 meses, teve uma recuperação grande em setembro. Já a de Artigos farmacêuticos médicos, ortopédicos e de perfumaria teve uma trajetória claudicante nos últimos meses e em setembro chegou a 2,1%. Móveis e eletrodomésticos e Equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação, continuam com crescimento. Parte desse desempenho pode estar relacionado à ida ao home office, embora já estejamos vivenciando a abertura”, explica Cristiano Santos, gerente da pesquisa.

Alta de preços influencia supermercados

O setor de hiper e supermercados, segundo o IBGE, está sendo impactado pela inflação de alimentos. De abril a setembro, o setor registrou crescimento de 10,6% na receita, enquanto em volume, o ganho foi de 4,7% nesse período.

Em setembro, o setor teve alta de 2,1%.

“A inflação de alimentos em setembro impactou bastante. Nos três últimos meses, os indicadores de receita do setor registram dois índices positivos, 2,1% em setembro e 0,5% em julho, e um negativo, -0,7% em agosto. Já os indicadores de volume foram todos negativos em setembro (-0,4%), agosto (-2,1%) e julho (-0,3%), o componente da inflação influencia os indicadores nos últimos três meses”, explica Santos.

R7

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Economia

Comércio varejista brasileiro atinge maior patamar de vendas em 20 anos

Foto: © Fernando Frazão/Agência Brasil

O volume de vendas do comércio varejista brasileiro teve alta de 3,4% na passagem de julho para agosto deste ano. Com o resultado, o indicador atingiu o maior patamar da série histórica da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), iniciada em 2000, ficando 2,6% acima do recorde anterior, de outubro de 2014.

Essa foi a quarta alta consecutiva do indicador, depois dos recuos de 2,4% em março e de 16,7% em abril, devido ao início das medidas de isolamento adotadas por causa da pandemia de covid-19. O estudo foi feito pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.

O varejo também registrou altas de 5,6% na média móvel trimestral, de 6,1% na comparação com agosto de 2019 e de 0,5% em 12 meses. No acumulado do ano, no entanto, teve queda de 0,9%.

Na passagem de julho para agosto, cinco das oito atividades do comércio varejista tiveram alta: tecidos, vestuário e calçados (30,5%), outros artigos de uso pessoal e doméstico (10,4%), móveis e eletrodomésticos (4,6%), equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (1,5%) e combustíveis e lubrificantes (1,3%).

Perdas

Ao mesmo tempo, houve perdas nos segmentos de artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, perfumaria e cosméticos (-1,2%), hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-2,2%) e livros, jornais, revistas e papelaria (-24,7%).

O varejo ampliado, que também inclui materiais de construção e veículos/peças teve crescimento de 4,6% na comparação com julho deste ano, com altas nos materiais de construção (3,6%) e nos veículos, motos e peças (8,8%).

O varejo ampliado também cresceu 7,6% na média móvel trimestral e 3,9% na comparação com agosto do ano passado. Mas teve perdas de 5% no acumulado do ano e de 1,7% no acumulado de 12 meses.

A receita nominal do varejo teve altas de 3,9% na comparação com julho deste ano, de 10,1% na comparação com agosto de 2019, de 2,4% no acumulado do ano e de 3,4% no acumulado de 12 meses. Já a receita do varejo ampliado teve altas de 5,2% se comparado com o mês anterior, de 7,7% em relação a agosto do ano passado e de 1% em 12 meses. Mas teve queda de 1,8% no acumulado do ano.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

  1. Para os que torcem para o quanto pior melhor e aqueles que fizeram piada da declaração do ministro Paulo Guedes dizendo que a recuperação da economia seria em "V", está aí a resposta.

  2. Então não foram apenas as exportações do agronegócio que melhoraram os índices econômicos, como alguns dizem em seus comentários!

    1. Vamos torcer para ñ ser um vôo de galinha sustentado pelo auxílio emergencial.

  3. O Véio Bolsonaro foi o grande responsável por não deixar a economia quebrar, como queria essa esquerda imunda, asquerosa e maldita.
    Mito 2022 , Flávio Bolsonaro em 2026 e Lula preso.

    1. fora Bolsonaro ! Sem futuro..mentiroso…ganhou pela fake news.. não foi para um debate, com medo…

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Economia

Com lojas físicas e on-line a Liquida Natal vai movimentar o comércio e aquecer as vendas

De 25 de setembro 04 de outubro a Câmara de Dirigentes Lojistas de Natal promoverá na capital potiguar a Liquida Natal, maior promoção da cidade e a segunda melhor data em vendas para o comércio local. Serão 10 dias de descontos especiais para os consumidores, e uma oportunidade para lojistas recuperarem as vendas que este ano foram prejudicadas pela pandemia do Covid-19.

O lançamento oficial da campanha acontece hoje, quinta-feira 24/09, às 19hs, pelo canal do YouTube CDL Natal Oficial, com palestra sobre Planejamento e Estratégia de Vendas, que será proferida pelo consultor com mais de 30 anos de experiência em varejo e consumo, fundador da Varese Retail, boutique de estratégia de varejo, Alberto Serrentino.

Nesta 19ª edição a Liquida Natal vai sortear para os consumidores um carro modelo Toyota Etios e 05 televisores 40’. Já os Vendedores serão contemplados com um vale compras no valor de R$ 1.000 reais. A cada 40 R$ em compras o consumidor ganha um cupom para concorrer aos prêmios. Se pagar na maquineta da rede ou Pop Credicard ganha cupom em dobro, e se pagar com Mastercard na maquineta da rede, ganha cupom em triplo.

A troca de cupons será completamente virtual pelo site liquidanatal2020.com.br e pelo aplicativo Nota Potiguar, tudo para evitar aglomerações.

As mudanças na mecânica da campanha e na data foram necessárias para atender a nova rotina e perfil do consumidor, destacou o presidente da CDL Natal. “O comércio vem passando por mudanças e nós precisamos acompanhar, nos adaptar, oferecer o que os nossos consumidores buscam e a Liquida está inserida nesse contexto. Hoje o consumidor compra on-line e retira na loja, fica menos tempo dentro das lojas físicas, acessa vitrines virtuais, precisávamos oferecer isso na nossa Liquida e assim será”, afirmou José Lucena, presidente da CDL Natal.

A Liquida Natal conta com o patrocino da Rede e Pop Credicard. Apoio do Governo do Estado, Prefeitura de Natal, Fecomércio RN por meio do Senac, Sebrae RN, Banco do Nordeste e Mastercard.

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Economia

Vendas no país crescem 13,4% em agosto e atingem maior patamar em 2020; indústria também segue onda

Foto: Bruno Rocha/Fotoarena/Estadão Conteúdo

O Brasil registrou alta de 13,4% na média diária de vendas em agosto de 2020 quando comparado ao mesmo mês do ano passado, segundo dados da Receita Federal.

De acordo com a Receita, a média diária de vendas no Brasil em agosto foi de R$ 26,8 bilhões, o maior patamar entre os meses de 2020. O resultado é 4,4% maior que o registro em julho.

O setor de comércio foi o que mais angariou bons resultados em agosto: a média diária de vendas com NF-e (Nota Fiscal Eletrônica) no mês foi de R$ 10 bilhões – número 1,7% maior que o registrado em julho.

A indústria foi outro setor que surfou no mês de agosto, registrando uma média diária de vendas de R$ 14,2 bilhões – número 5,4% maior que o registrado no mês anterior.

Outro destaque dos dados é a alavancagem do setor de comércio eletrônico, que foi impulsionado durante a pandemia do novo coronavírus e registrou alta de 48,6% quando comparado ao mesmo mês de 2019.

UOL

Opinião dos leitores

  1. Acredito que grande parte desse aumento seja a demanda reprimida dos meses de confinamento, somado aos auxílios emergenciais.
    O empresário que conseguiu "segurar as pontas" durante os meses sem flexibilização terá a recompensa agora
    Mas, somente saberemos dos índices normais após a pandemia; bem após…

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Diversos

Queda de 70% das vendas faz Ricardo Eletro pedir recuperação judicial

Ricardo Nunes, fundador da Ricardo Eletro: varejista recorre à Justiça para manter bens e renegociar dívidas. Foto: Leo Drumond/Nitro/VEJA

A rede varejista Ricardo Eletro entrará no início da próxima semana com uma ação cautelar preparatória de Recuperação Judicial na 1ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais, no Foro Central Cível  de São Paulo. O pedido de ajuda ao judiciário acontece poucos dias após o fundador do grupo varejista, Ricardo Nunes, ser preso em Minas Gerais em operação que investiga sonegação fiscal e lavagem de dinheiro no estado mineiro. A força-tarefa composta pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), pela Receita Estadual e pela Polícia Civil acusa o grupo de ter sonegado cerca de 400 milhões de reais ao longo de quase 10 anos. Agora, com o grupo pressionado pelos credores e pela queda expressiva de faturamento durante a pandemia, a empresa recorre à Justiça para blindar seus ativos e renegociar as dívidas. A partir do momento em que a ação cautelar for aceita, a varejista terá 30 dias corridos para apresentar o pedido principal de recuperação judicial.

Matéria completa da Veja aqui.

 

Opinião dos leitores

  1. Só “cidadão de bem” sonegador e lavador de dinheiro…
    Só a classe média é quem paga imposto nesse país.
    Pobre não tem condições de pagar. Rico sonega ou é beneficiado pelos amigos políticos

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Diversos

Um milhão de vibradores e consolos chegaram às casas dos brasileiros com isolamento social e vendas de sex shops aumentam 50%; veja quem são os maiores consumidores e o campeão de procura

Foto: Arquivo

Com um aumento de 50% nas vendas, um milhão de vibradores e consolos chegaram às casas dos brasileiros durante o período de isolamento social por causa da chegada do novo coronavírus ao país. Estes itens são os campões de procura no segmento de sex shops, que teve resultado total 4,12% superior, de março até agora, em comparação com o mesmo período do ano passado. Os dados são da pesquisa “Perfil do mercado erótico durante a quarentena”, divulgada pelo portal MercadoErotico.Org.

Mulheres casadas na faixa de 25 a 35 anos foram as que mais procuraram vibradores, segundo a pesquisa.

— O mercado está otimista porque as pessoas estão ociosas em casa e precisam inovar no relacionamento. Quem tem presença forte na internet e delivery está se saindo bem durante a quarentena, e projeta-se um crescimento anual até maior do que a projeção de 8,45% citada em nosso levantamento — afirma Paula Aguiar, ex-presidente da Associação Brasileira de Empresas do Mercado Erótico e autora da pesquisa inédita.

Mulheres são 65% das clientes. Casados e casadas somam 27,8%, contra os 13,9% dos solteiros. E a faixa jovem representa 51,4 % dos compradores. Entre 35 a 44 anos, são 37,1%.

De olho nas necessidades da quarentena, uma estratégia adotada pelos sex shops tem sido montar um “kit sobrevivência sexual” para oferecer aos clientes. Grupos de apoio sexual no WhatsApp também divulgam os itens do prazer. E a multicanalidade na hora das vendas, como e-commerce e presença em redes sociais, são determinantes para fechar negócios.

Extra – O Globo

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Economia

Após tombo recorde, vendas no comércio nacional sobem 13,9% em maio

Foto: © Fernando Frazão/Agência Brasil

O volume de vendas no comércio varejista nacional teve crescimento de 13,9% em maio deste ano, na comparação com abril. A alta veio depois de dois meses de queda devido à pandemia do novo coronavírus (covid-19). Em abril deste ano, por exemplo, a queda havia sido de 16,3%. Os dados são da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), divulgada hoje (8) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

No acumulado de 12 meses, o comércio varejista mantém estabilidade. Nos demais tipos de comparação, no entanto, foram registradas quedas: média móvel trimestral (-2,6%), comparação com maio de 2019 (-7,2%) e acumulado do ano (-3,9%).

Na passagem de abril para maio, foram registradas altas em todas as oito atividades pesquisadas pelo IBGE: tecidos, vestuário e calçados (100,6%), móveis e eletrodomésticos (47,5%), outros artigos de uso pessoal e doméstico (45,2%), livros, jornais, revistas e papelaria (18,5%), equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (16,6%), artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (10,3%), hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (7,1%) e combustíveis e lubrificantes (5,9%).

O varejo ampliado, que também considera os setores de materiais de construção e de veículos e peças, teve crescimento de 19,6% na comparação com abril. Os veículos, motos, partes e peças cresceram 51,7%, enquanto os materiais de construção tiveram alta de 22,2%.

Nas outras comparações, no entanto, foram registradas quedas: média móvel trimestral (-5,9%), comparação com maio de 2019 (-14,9%), acumulado do ano (-8,6%) e acumulado de 12 meses (-1%).

Receita nominal

A receita nominal do varejo cresceu 9,9% na comparação com abril deste ano e 2,7% no acumulado de 12 meses. No entanto, teve quedas de 3,4% na média móvel trimestral, de 5,2% na comparação com maio do ano passado e de 0,6% no acumulado do ano.

Já a receita do varejo ampliado teve altas de 15,1% na comparação com abril deste ano e de 1,4% no acumulado de 12 meses. Registrou, no entanto, quedas de 5,8% na média móvel trimestral, de 12,1% na comparação com maio de 2019 e de 5,4% no acumulado do ano.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

  1. Aí papai Bolsonaro.
    1.200 contos por casal.
    O resultado é esse.
    Kkkkkkkk
    Ptezada no chão.
    Kkkkkk
    Chola não, é so ate 2026 nos tantim chega.
    Ķkkkkk

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Diversos

Volkswagen assume a liderança de vendas em junho de veículos

Foto: Divulgação

As quarentenas em vigor em boa parte do Brasil têm influenciado na queda das vendas de veículos em 2020, mas como antecipou o Autoo, o mês de junho já dáva sinais de forte recuperação. E foi isso que ocorreu de fato, com mais de 122 mil emplacamentos acumulados, alta de 117% em relação a maio. A maior surpresa do ranking do mês passado foi a liderança da Volkswagen, que superou a Chevrolet em mais de 2 mil unidades.

A última vez que a montadora alemã terminou um mês em 1º lugar no ranking foi em janeiro de 2011 quando superou a Fiat com sobras – foram 54,5 mil carros contra 46,7 mil naquele longíquo mês. Assim como em 2020, foi um acidente de percurso, naquele caso motivado pelo adiantamento de muitos emplacamentos em dezembro de 2010.

Em junho, a Volkswagen se aproveitou de um reinício lento da Chevrolet, que não tem conseguido recuperar o patamar de vendas de seus dois principais produtos, o Onix e o Onix Plus. O hatch terminou o mês com apenas 6.234 unidades vendidas, com uma pequena vantagem de apenas 442 carros em relação ao HB20. O sedan Onix Plus foi pior, terminando numa discreta 12ª posição, com 3.040 emplacamentos.

A Volks, ao contrário, obteve boas vendas de vários modelos, conseguindo colocar quatro modelos no top 20. O grande destaque foi o SUV T-Cross, que chegou na 3ª colocação, com 5.463 unidades, o que significou também a liderança entre os utilitários esportivos com ampla margem. O Gol, Polo e Virtus também ajudaram, assim como o fato de a marca possuir um portfólio mais extenso que a concorrente.

Ainda longe do normal

As vendas em junho ainda estão distantes do volume normal do mercado brasileiro, mesmo em períodos de crise. Foram cerca de 5,6 mil emplacamentos diários por dia útil, bem abaixo do nível pré-pandemia quando essa média chegava a variar entre 9 mil e 10 mil carros. Por isso, os números ainda estão aquém até mesmo do pior mês recente, fevereiro de 2016, quando tivemos somente 132 mil emplacamentos.

Algumas marcas, no entanto, se recuperam bem. A Hyundai, por exemplo, chegou perto do patamar do começo do ano, com 11,4 mil unidades e o 4º lugar no ranking de junho. Já a Ford continua a afundar no mercado. A montadora dos EUA, que já havia iniciado 2020 em baixa, está vendendo metade do volume de janeiro e chegou a ver a sombra da Jeep em junho.

Entre as marcas de luxo, a Volvo continua surpreendendo. Os suecos beiraram os 600 emplacamentos em junho, segunda melhor marca do ano, e um volume acumulado superior ao da Audi, por exemplo.

A expectativa é que em julho as vendas possam atingir um patamar bem mais próximo da média, a despeito do estágio diferente que cada montadora se encontra. Algumas reiniciaram a produção mais cedo enquanto outras postergaram esse momento, o que deve afetar os estoques nas concessionárias. Já a liderança, dificilmente deve continuar com a VW se não houver surpresas.

Veja ranking com posição, marca e total:

1° Volkswagen 21840

2° Chevrolet 19740

3° Fiat 16644

4° Hyundai 11435

5° Renault 9808

6° Ford 7745

7° Toyota 7665

8° Jeep 7371

9° Honda 6299

10° Nissan 3925

11° Citroën 1188

12° BMW 1172

13° Mitsubishi 1158

14° Mercedes-Benz 1155

15° CAOA Chery 1034

16° Peugeot 804

17° Audi 620

18° Volvo 593

19° Land Rover 579

20° Kia 376

Com informações do site Autoo

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Economia

EFEITO PANDEMIA – MEDIDAS RESTRITIVAS: Rio Grande do Norte registrou a maior redução no volume de vendas do comércio em 20 anos, aponta IBGE

Foto: IBGE

Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que o Rio Grande do Norte registrou a maior redução no volume de vendas do comércio da série histórica da Pesquisa Mensal do Comércio, que acontece desde janeiro de 2000.

A queda foi de 11,6% em abril na comparação com o mês de março. Vale destacar, que o mês de abril foi o primeiro mês completo que sofreu com as restrições de circulação e com o fechamento de parte do comércio não-essencial – o primeiro decreto estadual com restrições aos estabelecimentos foi de 20 de março.

Opinião dos leitores

  1. olha, acho que não foi só a pandamia… as vendas já estavam ruim ano passado. A verdade é que o atendimento em natal é muito ruim e as coisas são caras. Compensa muito mais comprar online 30% as vezes 50% mais barato. Muitos sites têm frete grátis e entregam em 5 dias úteis. Infelizmente era questão de tempo até muitos fecharem as portas!

  2. Os fica em casa estão aplaudindo a desgraça dos meus irmãos comerciante em todos os seguimento. Esse é o resultado de todos os governo incapaz de resolver os problema do RN. Em breve voltaremos as ruas e vamos bota pressão no congresso para reduzir salário de servidores nas três esfera. Fiquem tranquilos não vai ter quebra quebra. Ministros do STF o povo está de olhos abertos, vocês também vão sentir a pressão do povo.

  3. o PT no nível nacional quer o quanto pior melhor… pelo menos aqui no estado eles estão conseguindo

  4. Acho é pouco. Quem escolhe para si um governo petralha merece uma surra de urtiga todos os dias. E tomar um banho de merda para ir dormir.

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Economia

Efeito coronavírus: Vendas em shoppings em Natal caíram 90% nessa quarta

Com medidas restritivas impostas no país de prevenção ao coronavírus, a queda de vendas nos shoppings centers em Natal registrou nessa quarta-feira(18) uma queda de 90%.

Opinião dos leitores

  1. Quem tosse para o país da errado estão realizados muito felizes política e mais sujo do que uma pocilca porcos são muito mais limpos do que os políticos.

    1. vamos TOSSIR pro país da errado (sic): COF, COF, COF… se não colocar a máscara, vai se contaminar, viu, criatura bovina? Muuuuuuuh, ê, vida de GADO!

    2. Guido, o Manoel deve ter frequentado a escola durante os governos petistas do Lula e da Dilma e, portanto, não tem culpa de escrever dessa forma. O PT acabou com a educação brasileira. Ele é apenas mais uma vítima, dentre as milhões, dos desastres que foram essas gestões. Pelo menos, tem consciência e não fica torcendo pelo "quanto pior, melhor". Já você, deve ser "uma viúva" petista.

    3. Pedro, sua percepção e muito fraca você não está vendo que o Guido e um esquerdista doente que sou B 38 e sempre vou ser se o mito se candidatar 10 vezes voto nele todas as vezes.

    4. Pedro as únicas meninas malvadas, são a favor das super poderosas que estão no poder, viúvas petistas como vocês falam, é porque questionam alguma situação do palhaço bozo. Queremos apenas plano de governo, medidas que ajudem a todos de forma mais rápida e efetiva. Muuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu

    5. Manoel, saia da sua ilha da fantasia. Você e os outros alienados só sabem repetir o mantra do petê. Acorda para a realidade e faça sua parte.

    6. Impressionante, os caras metem PT em tudo, até no Corona hahaha.

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Economia

Vendas do comércio acumulam alta de 1,8% em 2019 e crescem pelo 3º ano seguido

 Foto: Economia G1

As vendas do comércio varejista cresceram 1,8% em 2019, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Trata-se da terceira alta anual seguida, embora tenha ocorrido uma desaceleração em relação ao ritmo de recuperação registrado em 2017 (2,1%) e 2018 (2,3%).

Mesmo após 3 anos de taxas positivas, o setor ainda não conseguiu recuperar as perdas de 2015 e 2016 e mostrou perda de fôlego na reta final do ano. Em dezembro, o volume de vendas no varejo caiu 0,1% na comparação com novembro, primeira queda mensal desde maio.

Durante a recessão, o setor acumulou uma perda de 10,2%. Nos três últimos anos, o ganho acumulado chegou a 6,3%, segundo a gerente da pesquisa, Isabella Nunes. Ou seja, o comércio brasileiro fechou 2019 em um nível de vendas 3,7% abaixo de seu pico mais alto, alcançado em outubro de 2014. O patamar é equivalente ao registrado em abril de 2015, ainda no início da crise. No pior momento, em dezembro de 2016, ficou 13,4% abaixo do pico.

Inflação e renda freiam compras em supermercados

Segundo o IBGE, o crescimento do setor em 2019 só não foi maior por conta do segmento de hipermercado, que foi o que impulsionou as altas de 2017 e 2018. As vendas do segmento, que acumulavam até novembro alta de 0,8% no ano, perderam ritmo em dezembro e fecharam o ano com avanço de 0,4%.

“As principais razões que levaram os hipermercados a perderem o protagonismo foram a pressão inflacionária e a renda do trabalho que não cresceu”, disse a pesquisadora.

Ela enfatizou que 40% da população ocupada em 2019 era de trabalhadores informais. “O trabalho informal tem renda menor que o formal e, portanto, não tem condições de aumentar a renda para impactar nas vendas”.

Sete das 8 atividades analisadas pelo IBGE tiveram resultados positivos em 2019, com destaque para as atividades de “Outros artigos de uso pessoal e doméstico” (6%), que engloba lojas de departamentos, óticas, joalherias, artigos esportivos e brinquedos, “Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria” (6,8%) e o segmento de “Móveis e eletrodomésticos” (3,6%).

A pesquisa do IBGE mostra ainda que no comércio varejista ampliado, que inclui veículos e materiais de construção, o volume de vendas cresceu 3,9% em 2019. A alta foi impulsionada pelo setor de veículos, motos, partes e peças (10%), enquanto material de construção teve avanço de 4,3%.

Desempenho de cada segmento em 2019

Combustíveis e lubrificantes: 0,6%
Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo: 0,4%
Tecidos, vestuário e calçados: 0,1%
Móveis e eletrodomésticos: 3,6%
Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria: 6,8%
Livros, jornais, revistas e papelaria: -20,7%
Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação: 0,8%
Outros artigos de uso pessoal e doméstico: 6%
Veículos, motos, partes e peças: 10% (varejo ampliado)
Material de construção: 4,3% (varejo ampliado)

Com informações do G1

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Economia

Volume de vendas do Comércio Varejista Ampliado no RN tem o melhor novembro dos últimos 5 anos

Foto: Reprodução/Twitter/Aldemir Freire

O secretário estadual de Planejamento e Finanças, Aldemir Freire, informa através do microblog Twitter, que, em novembro de 2019, as vendas do comércio varejista ampliado do Rio Grande do Norte cresceram 3,1% comparado a novembro de 2018.

Segundo o Índice do Volume de Vendas da Pesquisa Mensal do Comércio do IBGE, divulgado nesta quarta-feira(15), foi o melhor novembro dos últimos 5 anos.

Opinião dos leitores

  1. O governo do estado anunciou que aguarda análise do governo federal para liberar o dinheiro do empréstimo e pagar os salários de novembro de 2018. O ministério da economia diz que não está analisando nada, e que não recebeu qualquer solicitação do governo do RN. Agora pegou! Quem está mentindo?

    1. Pra que danado essa governadora tá aí, é só pra pedir dinheiro ao governo Bolsonaro? Se for, nem precisa gastar pra fazer eleição aqui, melhor Bolsonaro nomear um recebedor de dinheiro federal e pronto. Tá resolvido o problema do RN, e não corremos o risco de cairmos novamente na mão de um petralha corrupto desse.

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Economia

Vendas no Natal disparam 9,5%: melhor resultado desde 2014

Foto: Emerson Tersigni/G1

A previsão se confirmou. O Natal de 2019 foi o melhor em anos — ao menos para o varejo. Segundo balanço feito pela Associação dos Lojistas de Shopping (Alshop), as vendas natalinas deste ano superaram as do ano passado em 9,5%. Este é o mais forte crescimento do comércio varejista para esta época do ano desde 2014.

A forte aceleração no fim do ano fez o faturamento do comércio varejista saltar 7,5% ao longo do ano, superando a expectativa de alta de 5%. A projeção de receitas do varejo nos shoppings centers alcançou 168,2 bilhões de reais em 2019.

“No ano passado, havia expectativa de que 2019 seria um ano mais forte, mas teve uma frustração, porque só no terceiro trimestre é que a recuperação começou. O primeiro semestre foi muito fraco. O varejo volta a apresentar um caminho de recuperação agora no último trimestre deste ano”, diz Rodolpho Tobler, economista da Fundação Getúlio Vargas.

Entre os setores que impulsionaram as altas estão vestuário, brinquedos e cosméticos, que lideraram as vendas no Natal. De acordo com Roberta Naveiro Garcia, gerente de marketing do Shopping Cidade São Paulo, o desempenho do comércio de eletrônicos também chamaram a atenção nesta época do ano. “O lançamento do novo iPhone 11, mais barato do que o anterior, ajudou muito. Trouxe um forte impacto positivo nas vendas de celulares”, diz.

Garcia prevê uma alta ainda maior para o próximo ano. A expectativa da Cyrela Commercial Properties, proprietária do shopping, é de uma alta entre 7,5% e 10% no próximo ano. Previsão que é compartilhada também pela Alshop. “Há uma demanda reprimida”, diz Nabil Sahyoun, presidente da Alshop. “As vendas cresceram acima do esperado em um ano marcado por fatos importantes, como a aprovação da reforma da Previdência, e uma gestão eficiente da política econômica que permitiu a redução dos juros, a liberação do FGTS. O ajuste das contas públicas permitiu que o comércio avançasse e resultasse em novos empregos e aumento nas vendas de forma sustentável.”

Veja

 

Opinião dos leitores

  1. Olhem o que o presidente da Alshop frisou : "gestão eficiente da politica economica" (Min Paulo Guedes, Governo Bolsonaro). Tá duro para os criticos de plantão.

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