Governo estuda reajuste menor do IR da classe média para aumentar renda dos mais pobres

Foto: Brenno Carvalho / Agência O Globo

A reforma tributária em estudo pela equipe econômica deve propor a criação de uma nova forma de transferência de renda para a população de baixa renda. O sistema, que vem sendo chamado de Imposto de Renda (IR) negativo, cria uma nova categoria de contribuintes: os que, além de não pagar o tributo, têm direito a receber um valor, pago pelo governo. Se o modelo for adotado, a tendência é que o reajuste da tabela do IR seja menor. A ideia está em estudo e pode sofrer ajustes dos técnicos do Ministério da Economia.

Hoje, quem ganha até R$ 1.903,98 é isento de IR. Durante o governo de transição, uma proposta de aumentar essa faixa de isenção para algo na faixa de R$ 5 mil chegou a ser discutida. A ideia, agora, é que o reajuste da isenção seja menor e, em contrapartida, seja criada a faixa do IR negativo. O benefício seria voltado à população hoje elegível a receber o Bolsa Família, concedido a famílias com renda de até R$ 178 por pessoa.

— Esse grupo (com direito a IR negativo) seria recebedor. Nem isentos, nem pagadores. É um avanço. A ideia é que seja voltado para o público do Bolsa Família — disse um técnico. — (A reforma tributária) pode estar entre essa proposta (reajuste da tabela) e a proposta do IR negativo.

Proposta de conciliação

No ano passado, a antiga equipe econômica, liderada pelo então ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, criticou a ideia de ampliar o limite de isenção. Na época, os técnicos calculavam que a medida teria um impacto fiscal de R$ 60 bilhões. Além disso, havia o risco de que a isenção maior beneficiasse um público de renda mais elevada. O IR negativo seria uma despesa voltada para o público mais carente.

Mexer no IR é um dos pilares da reforma tributária. Além desse ponto, o time do ministro da Economia, Paulo Guedes, trabalha em uma simplificação dos tributos que hoje incidem sobre o consumo. Essa pauta já começou a ser tocada pela Câmara dos Deputados, em uma disputa pelo protagonismo na pauta econômica mais importante do país, depois da reforma da Previdência.

Nesta terça-feira, o secretário especial da Receita Federal, Marcos Cintra, disse que o governo buscará desenhar uma proposta que seja um consenso entre as diferentes ideias que correm em paralelo:

– A proposta do governo será de conciliação. Vamos ver o que há de bom em cada projeto, vamos apresentar nossas propostas, vamos jogar isso para o debate público e, a partir daí, vamos ver se conseguimos conciliar uma reforma que atenda, quem sabe, não a 100% do desejo de todos, mas que seja minimamente negociada e acordada com todas as partes envolvidas.

Há pelo menos cinco propostas correndo em paralelo. Além do que está sendo analisado pela Câmara, o Senado começará a discutir um texto baseado em um projeto de autoria do ex-deputado federal Luiz Carlos Hauly, que chegou a ser aprovado em comissão especial. O texto é parecido com o que está na Câmara, mas propõe a unificação de nove tributos.

‘Agradar a todos’

Ainda no Congresso, o presidente do PSL, Luciano Bivar, apresentou uma emenda ao texto em análise na Câmara, que prevê a substituição de cinco impostos por um tributo sobre movimentações financeiras, nos moldes da antiga CPMF — com a diferença de não ser um aumento de carga tributária, como o antigo imposto, extinto em 2007. Essa ideia é defendida por um grupo de empresários, que apresentou nesta terça um manifesto defendendo o modelo, chamado de imposto único federal. Há ainda uma frente liderada por secretários estaduais de Fazenda, preocupados com a forma como a divisão dos tributos com os entes federativos será feita.

Para Cintra, a reforma tributária deverá ter mais apoio do que a da Previdência no Congresso, porque é uma proposta que irá “agradar a todos os interesses”.

— A tributária todo mundo quer, diferente da Previdência, que é uma reforma que restringe benefícios, restringe direitos, e mesmo assim conseguimos uma vitória espantosa — acrescentou.

O Globo

Os jogadores de futebol mais ricos de 2013

David Beckham  (Foto: EFE)

David Beckham (PSG) é o jogador mais rico de 2013, segundo um ranking elaborado pelo site Goal.com. A fortuna do jogador foi avaliada em R$ 612,5 milhões. Segundo o site, ele recolheu aproximadamente R$ 70 milhões de suas atividades comerciais fora do gramado em 2012 e tem patrocínios com a Adidas, Pepsi Diet e Samsung.

Quatro vezes melhor do mundo, Lionel Messi, do Barcelona, é o segundo jogador do Top 50, com uma fortuna de R$ 404,3 milhões. Adidas, Procter & Gamble e Herbalife coloboram para aumentar o bolso do atleta.

Cristiano Ronaldo figura em terceiro lugar, com R$ 392 milhões. Em 2009 ele se tornou o jogador mais caro da história depois de sua ida para o Real Madrid por R$ 280 milhões. Estima-se que ele receba R$ 42 milhões por ano em patrocínio de empresas como Coca-Cola, Motorola e Nike.

Kaká, do Real Madrid, aparece na 4ª colocação, com R$ 232,7 milhões. A sua contratação de R$ 189 milhões no Real foi a segunda maior transação da histórica na época. Ele possui ainda patrocínios de marcas como Adidas, Sony e Guaraná Antártica.
Lionel Messi  (Foto: EFE)

A 5° posição é de Ronaldinho Gaúcho(Atlético-MG), que já acumulou R$ 220,5 milhões. Apesar de contratos milionários em times como o Barcelona e o Milan, atualmente ele tem perdido muito dinheiro. Seu contrato com o Flamengo foi cancelado por falta de pagamento de salários e a Coca-Cola cancelou seu contrato, que iria até 2014, por ele ter aparecido bebendo uma Pepsi durante coletiva do Atlético-MG.

Outros brasileiros aparecem ao longo da lista, como Rivaldo, na 9° posição, com R$ 159,25 milhões. Aos 40 anos, ele voltou da Europa para assinar com o São Caetano. Já Robinho, jogador do Milan, faturou R$ 108,5 milhões e conquistou o 20° lugar entre os ricaços. Na Itália, recebe R$ 220,5 mil por semana, com bônus em potencial de R$ 1,1 milhão ao ano.

Neymar, atacante do Santos (Foto: Ivan Storti / Santos FC)

Neymar, dos Santos, está em 33°, com R$ 70 milhões. Segundo o site, o seu contrato com o clube rende R$ 385 mil semanais com os impostos já descontados, além de um bônus que chega a R$ 784 mil por temporada. A fortuna do jovem jogador se deve ao seu sucesso no marketing, com uma série de patrocínios de marcas como Nike, Panasonic, Claro, Unilever e Santander.

Segundo o Goal.com, o TOP 50 foi elaborado por meio dos bens identificáveis dos jogadores, incluindo salários, contratos, bonificações, acordos de apoio financeiro ou patrocínio, propriedades e outros negócios, que incluem ações em empresas declaradas até 31 de dezembro de 2012. Confira a lista com os 10 jogadores mais ricos. (Veja a lista completa).

 Os 10 jogadores mais ricos de 2013
1 – David Beckham (PSG) R$ 612,5 milhões
2. Lionel Messi (Barcelona) R$ 404,3 milhões
3. Cristiano Ronaldo (Real Madrid) R$ 392 milhões
4. Kaká (Real Madrid) R$ 232,7 milhões
5. Ronaldinho Gaúcho (Atlético-MG) R$ 220,5 milhões
6. Samuel Eto’o (Anzhi Makhachkala) R$ 182 milhões
7. Wayne Rooney (Manchester United) R$ 175 milhões
8. Zlatan Ibrahimovic (PSG) R$ 164,5 milhões
9. Rivaldo (São Caetano) R$ 159,25 milhões
10. Rio Ferdinand (Manchester United)

Forbes: Nevaldo Rocha entre os 500 mais ricos do mundo

Saiu nesta quarta-feira (7) a nova lista Forbes com os donos das maiores fortunas do mundo.

Entre eles, um potiguar: Nevaldo Rocha e família, do Grupo Guararapes (Midway-Riachuelo), com uma fortuna de US$ 2,5 bilhões. É o 491º, de uma lista de 1.226 bilionários.

Entraram 16 novos bilionários, que neste 2012 somam uma riqueza total de US$ 4,6 trilhões, frente aos US$ 4,5 trilhões de 2011, com uma fortuna média de aproximadamente US$ 3,7 bilhões por pessoa.

O brasileiro Eike Batista subiu uma posição, do 8º para 7º, com fortuna de US$ 30 bilhões.

O mexicano Carlos Slim continua em primeiro, com US$ 69 bilhões – pelo terceiro ano consecutivo. Mas, segundo os cálculos, sua fortuna foi reduzida em US$ 5 bilhões em um ano.

Logo após aparece Bill Gates, que teve sua fortuna aumentada em US$ 5 bilhões, passando para US$ 61 bilhões.

Já o também norte-americano Warren Buffett perdeu US$ 6 bilhões e hoje tem US$ 44 bilhões.

Mandachuva dos artigos de luxo LVMH, o francês Bernard Arnault é o 4º, com US$ 41 bilhões. O espanhol Amancio Ortega, da Zara, passou do sétimo ao quinto posto, com US$ 37 bilhões.

Fundador e presidente do Facebook, Mark Zuckerberg, aos 27 anos, passa do 52º para o 35º, com uma fortuna estimada em US$ 17,5 bilhões.

Mais brasileiros entre os cem primeiros: Joseph Safra, em 52º, com US$ 13,8 bilhões; Antônio Ermírio de Moraes e família, em 67º, com US$ 12,2 bilhões; Jorge Paulo Lemann, 69º, com US$ 12 bilhões.

Neste ano, mais brasileiros passaram a integrar a lista completa.

Confira aqui ranking completo, com fotos.

Fonte: Abelhinha.com

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Daniel disse:

    E isso pq não cobra estacionamento no Midway!

RN tem quase 500 milionários

Deu na Revista Exame deste mês

De 2003 a 2010 o Rio Grande do Norte mais que dobrou o número de milionários. Segundo a revista, a última contagem realizada mostra que nosso estado tem 427 pessoas com patrimônio avaliado em mais de 1 milhão de reais.

Ainda segundo os dados da Exame, o RN é um dos nove estados onde o número super ricos mais cresceu nos últimos 10 anos, ficando atrás, com 55%, apenas do Espírito Santo, com 61%, e Santa Catarina, com 71%.

Esses números provam o que vem acontecendo no mercado Natalense, um dos maiores mercado da marca Land Rover no Brasil e explica o estoque da marca BMW, que mau chegou ao mercado e já está com todo estoque vendido e já tem fila de espera para alguns produtos.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Everton Pires disse:

    Comprar é fácil, difícil é pagar. kkkkkkkkkk

Família Bin Laden é sócia da Microsoft e Boeing

A família Bin Laden (em árabe: بن لادن), também chamada de Bin Ladin é uma família abastada,de origem iemita, intimamente ligados com os círculos mais íntimos da família real saudita. A família foi posta sob os holofotes da mídia em decorrência das atividades terroristas do mais conhecido de seus membros, Osama bin Laden. Os interesses financeiros da família Bin Laden são representados pela Saudi Binladin Group, um conglomerado de construção global e gestão que arrecada 5 bilhões de dólares anualmente, sendo uma das maiores empresas de construção no mundo islâmico, com escritórios em Londres e Genebra. De acordo com um diplomata americano, a família Bin Laden também é proprietária de parte da Microsoft e Boeing.

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