Paróquia de Santo Afonso, em Mirassol, promove palestras sobre saúde mental

Foto: Ilustrativa

A luta pela sobrevivência e as adversidades a serem vencidas diariamente, estão tornando o ser humanos um candidato à depressão. Preocupada com essa constatação e desenvolvendo um trabalho visando o bem-estar dos integrantes da comunidade, a Paróquia de Santo Afonso Maria de Ligório, em Mirassol, está promovendo palestras visando expor e discutir os “Desafios Contemporâneos da Saúde Mental”.

Conforme o pároco e idealizador do evento, padre Matias Soares, a ideia partiu da oportunidade de se aproveitar o potencial de profissionais de saúde existente na área paroquial e pela necessidade de se enfrentar esse crescente problema e os desafios que afetam a saúde mental de um elevado número de pessoas. O ciclo de palestras será aberto ao público e realizado neste sábado, 23, a partir das 8 horas, no Centro Pastoral da paróquia, atrás da Igreja de Santo Afonso.

Para a inscrição, na Secretaria da Paróquia, será necessário o pagamento de uma pequena taxa de R$ 20,00, para a confecção de material e lanche. Informações complementares pelo fone: 3615.2855.

Serão ministradas cinco palestras:

–Desafios Contemporâneos da Saúde Mental, com o Dr. Júlio César, Doutor em Saúde Mental pela USP, Mestre em Ensino da Saúde e Professor de Cardiologia.

–A Relação da Espiritualidade com a Saúde, pelo Dr. Emerson Arcoverde, Psiquiatra e Doutor em Saúde Mental.

—A Saúde Mental e Atividade Física, a cargo do Dr Paulo Ricardo, Pós Graduado em Treinamento de Força e Mestrando em Educação Física.

—Atendimento humanizado e sua Importância para a saúde mental do paciente e seu núcleo familiar, a cargo do médico Herbert Kleber Rodrigues de Oliveira, Ginecologista e Obstetra, Médico do Trabalho, coordenador e gestor médico do setor de saúde de industria têxtil.

—Impacto do uso das redes sociais na saúde mental, com a Dra. Clenice Demeda, Psicóloga, Mestre em Ciências da Educação e diretora do Vitta Instituto Interdisciplinar.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Maria do Céo Costa disse:

    Estou querendo participar do Seminario: Desafios Contemporâneos da Saúde Mental”. Nâo consegui fazer a inscrição,pelo telefone 3615.2855.
    Espero sua compreensão Sr.Coordenador

“VIDA PERFEITA”: Instagram é a rede social mais nociva à saúde mental, diz estudo

Foto: (jakubzak/iStock)

Sabe aquele baixo astral que dá quando você fica muito tempo nas redes sociais? Não é só com você. Além do tempo perdido, as horas conectado também afetam nossa saúde mental. A coisa funciona como uma droga, afinal: quanto mais tempo você passa diante do celular ou do computador, mais tempo você quer ficar.

A metáfora não é em vão. Redes sociais são mais viciantes que álcool e cigarro – é o que diz a pesquisa realizada pela instituição de saúde pública do Reino Unido, Royal Society for Public Health, em parceria com o Movimento de Saúde Jovem. E, dentre elas, o Instagram foi avaliado como a mais prejudicial à mente dos jovens.

Os resultados mostram que 90% das pessoas entre 14 e 24 anos usam redes sociais – mais do que qualquer outro grupo etário, o que os torna ainda mais vulneráveis a seus efeitos colaterais. Ao mesmo tempo, as taxas de ansiedade e depressão nessa parcela da população aumentaram 70% nos últimos 25 anos. Os jovens avaliados estão ansiosos, deprimidos, com a autoestima baixa, sem sono, e a razão disso tudo pode estar na palma das mãos deles: nas redes sociais, justamente.

Ao longo da pesquisa, 1.479 indivíduos entre 14 e 24 anos tiveram que ranquear o quanto as principais redes (Youtube, Instagram, Twitter e Snapchat) influenciavam seu sentimento de comunidade, bem-estar, ansiedade e solidão.

O estudo mostrou que o compartilhamento de fotos pelo Instagram impacta negativamente o sono, a autoimagem e a aumenta o medo dos jovens de ficar por fora dos acontecimentos e tendências (FOMO, fear of missing out). Segundo a pesquisa, o site menos nocivo é o YouTube, seguido do Twitter. Facebook e Snapchat ficaram em terceira e quarta posição, respectivamente.

Apesar do Youtube ser um dos sites que mais deixam os jovens acordados até altas horas, o site foi avaliado como o que menos prejudicou o bem-estar dos participantes. Instagram, em contrapartida, recebeu mais da metade das avaliações negativas. Sete em cada 10 voluntários disseram que o app fez com que eles se sentissem pior em relação à própria autoimagem. Entre as meninas, o efeito Instagram foi ainda mais devastador: nove em cada 10 se sentem infelizes com seus corpos e pensam em mudar a própria aparência, cogitando, inclusive, procedimentos cirúrgicos.

O Snapchat também não foi tão animador. O app de mensagens multimídia instantânea teve os piores resultados: é o que contribui para privação de sono e o sentimento de ficar por fora (FOMO). Muitos jovens destacaram o fato de sofrerem bullying nas redes sociais, sendo o Facebook o pior neste quesito – dois terços dos entrevistados acreditam que a rede de Zuckerberg deixa o cyber-bullying ainda mais cruel.

A “vida perfeita” compartilhada nas redes sociais faz com que os jovens desenvolvam expectativas irreais sobre suas próprias vivências. Não à toa, esse perfeccionismo atrelado à baixa autoestima pode desencadear sérios problemas de ansiedade. Os pesquisadores advertem: os usuários que passam mais que duas horas diárias conectados em mídias sociais são mais propensos a desenvolverem distúrbios de saúde mental, como estresse psicossocial.

As autoridades de saúde que realizaram o estudo pedem que as plataformas mandem mensagens e alertas para prevenir o uso descontrolado das redes e criem ícones especiais para indicar quando as fotos forem editadas, prevenindo assim que as pessoas se sintam mal em relação a sua aparência.

Os cientistas também sugerem que as redes auxiliem a identificar sinais de que os usuários estão passando por problemas de saúde mental através do conteúdo publicado e que ofereçam algum tipo de suporte emocional a essas pessoas.

“As plataformas que supostamente ajudam os jovens a se conectarem podem estar alimentando uma crise de saúde mental “, afirmou a Royal Society for Public Heath, na divulgação dos resultados da pesquisa.

Após a publicação desta matéria, o Instagram se posicionou dizendo que sua prioridade é fazer da rede um lugar seguro e de apoio, onde todos se sintam confortáveis para se expressarem: “Queremos que as pessoas que precisam lidar com problemas de saúde mental possam encontrar no Instagram o apoio necessário a qualquer momento. Por isso, trabalhamos em parceria com especialistas para disponibilizar as ferramentas e informações necessárias para que as pessoas saibam como denunciar conteúdo, obter apoio para um amigo que está precisando ou entrar em contato diretamente com um especialista para pedir conselhos sobre uma questão com a qual eles estejam lidando”, afirma Michelle Napchan, Líder de Políticas Públicas do Instagram na Europa, onde o estudo foi realizado.

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Uso excessivo do Instagram pode prejudicar à saúde mental

Foto: Pixabay

Tainá Ramos, de 23 anos, é roteirista de cinema e não tem Instagram. Em junho de 2018, ela excluiu sua conta pela segunda vez. A primeira foi em 2015. O motivo não foi a falta de internet ou celular. O que a levou a tomar tal decisão foram problemas de autoestima.

— O Instagram foi bom até certo ponto, porque eu peguei uma época de empoderamento feminino, de mulheres gordas se aceitando e de mulheres negras aceitando seu cabelo. Eram muitas inspirações. Mas eu percebi que até para as mulheres negras tinha um padrão. Se você não tivesse o cabelo mais cacheado, não fizesse uma maquiagem muito forte ou não usasse uma roupa e um calçado da moda, você não recebia a mesma quantidade de likes da amiga. E se eu não tivesse a quantidade de likes que eu considerava suficiente em uma foto, começava a me achar feia. Isso não me fazia bem e decidi excluir — contou a jovem.

Devido a uma crise de autoestima, Tainá Ramos decidiu desativar a conta no Instagram Foto: Divulgação

Se você também já se sentiu mal com o próprio estilo de vida ao se comparar com amigos no Instagram, saiba que não é sem razão. Uma pesquisa da Royal Society for Public Health, instituição de saúde pública do Reino Unido, já mostrou que a rede social é a mais nociva à saúde mental dos jovens. A deterioração da autoimagem, quando a pessoa passa a ser muito crítica com a própria aparência ao se comparar com os outros, é uma das consequências do uso descontrolado do aplicativo. Para especialistas, a clareza de que a alta exposição não é saudável é o primeiro passo para amenizar ou se blindar contra o problema.

— Você deve perceber em que medida está passando da linha vermelha. Não há nada que ajude mais do que a consciência. Com ela, vem a reflexão e as medidas necessárias. Eu tive uma paciente que disse que proibiu a si mesma de usar a rede social a partir das 18h. A disciplina vem com a percepção de que aquele prazer momentâneo nem sempre é útil ou positivo. Então, tratando como um vício que tira a liberdade e interfere na sua vida prática, você pode criar regras para se proteger — afirmou Eliane Cotrim Levcovitz, membro da Sociedade de Psicanálise do Rio de Janeiro (SBPRJ).

Para a especialista, a distorção na autoestima acontece quando a pessoa passa a depender de curtidas e seguidores para existir. Ela destaca que nada substitui relações de carne e osso. Por isso, indica investir mais em interações pessoais. A psicanalista sustenta que o desequilíbrio acontece também quando o Instagram começa a representar mais do que um instrumento de comunicação e passa a ser um padronizador de comportamento. Ela orienta que cada um valorize mais sua singularidade.

— Você vê aquelas fotos de famílias juntas passeando e uma felicidade generalizada, e esquece que a vida não é assim. Como a pessoa passa a atrelar sua autoestima a esses padrões que são mostrados, suas fragilidades ficam realçadas. Mas não devemos nos sentir na obrigação de ser como ninguém. Não podemos perder a oportunidade de ser do nosso jeito, autêntico. Diversidade é uma coisa terapêutica e enriquecedora — comentou Eliane Cotrim.

A desilusão com as redes sociais pode levar ao isolamento, à solidão, à ansiedade e, em casos mais extremos, à depressão. A psicanalista Mônica Donetto Guedes, porém, explica que, muitas vezes, o adoecimento é anterior à tecnologia. Para ela, em algumas situações, as redes sociais passam a ser encaradas como um recurso para apaziguar uma dor, ou um modo de não se sentir só, o que leva a uma distração excessiva.

— Nesses casos, eu acredito no poder da comunicação. Uma das soluções é alguém próximo chamar a atenção e orientar. Falar ‘poxa, olha o que está acontecendo, não estamos conseguindo conversar, você já parou pra pensar o quanto isso está sendo prejudicial pra você, já olhou o tempo que perde olhando o celular tentando entender algumas coisas sobre o outro?’. O papel das pessoas conscientes é fazer o outro olhar para o problema também — afirma Mônica.

A psicanalista diz que tem recebido cada vez mais pacientes por queixa de compulsão digital, situação que tem causado desde problemas de relacionamentos a problemas de aprendizagem em crianças que não querem desgrudar dos aparelhos. Ela conta que as famílias não têm conseguido administrar a questão, e recomenda que o controle comece desde cedo:

— A fase ideal pra ter telefone é quando a pessoa começa a se locomover sozinha e vai de um lugar a outro sem a presença de um adulto. Enquanto essa criança não fica desacompanhada, ela não precisa de telefone. A família precisa ver o que está sendo visto pela criança, saber o que ela segue, quais são os lugares de interesse que ela busca, pra saber onde ela anda se construindo como pessoa.

Sobre a medida radical de excluir a conta do Instagram para tentar se desintoxicar, Eliane Cotrim acredita que pode ser uma boa medida temporária.

— Se há um descontrole, bloquear você mesmo pode ser uma opção. Abrir mão por um tempo, para refletir, até se sentir mais forte para fazer um uso diferente — orienta a psicanalista.

Para Mônica Donetto Guedes, não se pode crucificar o Instagram, que é um recurso importante para comunicação e criação de uma rede. Ela diz que o caminho é o autoconhecimento.

— Talvez, excluir sirva como um remédio amargo que vai fazer bem em determinado momento. Mas, se a pessoa não for buscar entender o que está por trás da compulsão, vai adoecer de outra forma, vai buscar outro recurso para estancar um grande problema — esclarece a especialista.

O Globo

 

Pesquisa mostra que problema financeiro aumenta a ansiedade e potencializa vícios em álcool, comida e até compras

Foto: Pixabay

Dívidas causam vergonha em 30% dos inadimplentes. Além disso, aumentam a ansiedade e podem potencializar vícios em álcool, cigarro, comida e compras.

Isso é que mostrou uma pesquisa divulgada nesta quarta-feira (24) pela Confederação Nacional de Dirigentes (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil).

Cerca de 58% das pessoas afirmaram se sentir mais ansiosas depois que ficaram devendo, 52% mais estressadas, 47% angustiadas, 46% com sentimento de culpa e 41% desanimadas.

O levantamento ainda revelou que 22% descontaram a ansiedade provocada pelo problema em vícios com álcool, cigarro, comida e até em compras, agravando ainda mais a situação financeira. Cerca de 15% declararam que passaram a gastar mais que de costume e 22% não abriram mão das compras que fazem habitualmente.

A pesquisa foi realizada com 609 pessoas com contas em atraso há mais de 90 dias. Segundo o SPC Brasil, a amostra é representativa. Foram entrevistados homens e mulheres acima de 18 anos, de todas as classes sociais nas 27 capitais do país.

A ansiedade como o estado psíquico mais frequente entre os inadimplentes não é um dado surpreendente, segundo a psiquiatra Carolina Hanna, do hospital Sírio-Libanês. “A ansiedade aparece em primeiro lugar porque é a manifestação mais comum, principalmente no Brasil. O país ocupa a primeira posição em transtornos de ansiedade do mundo”, explica.

Para ela, um dos aspectos que mais chama a atenção no estudo está relacionado às pessoas que relataram sentir vergonha da família e dos amigos por estarem endividadas. “Há duas sensações que são potencialmente arriscadas: a desesperança e a desmoralização. A desmoralização de não estar moralmente cumprindo com suas obrigações e a desesperança de não ver luz no fim do túnel. Elas são associadas a um aumento de risco de suicídio e são um sinal de alerta”, afirma.

Como o problema financeiro irá repercutir na saúde mental, vai depender da combinação entre propensão genética e comportamental. “Hoje o conceito de psiquiatria está muito baseado na combinação de genética e ambiente. Se a pessoa já tem genética mais propensa a transtornos, um estilo de ser mais preocupado, e tem que lidar com uma questão como uma dívida, isso pode culminar em um transtorno de ansiedade”, afirma.

“Um temperamento mais otimista às vezes lida melhor com uma dívida do que uma pessoa que tem mais dificuldade de desenvolver uma estratégia”, completa.

Partindo do princípio de que uma dívida pode ser um gatilho para problemas como transtornos de ansiedade, a psiquiatra orienta que a prevenção para passar por experiências desse tipo é fortalecer a saúde mental de uma maneira geral.

“A questão é como tornar sua musculatura emocional mais forte para resistir às frustações da vida, nas quais a dívida está incluída”, explica.

Musculatura emocional previne transtornos

Para desenvolver essa musculatura emocional, ela recomenda a evitar o consumo excessivo de álcool, fator de risco à saúde mental, observar seu padrão de sono, pois alterações como dificuldade para dormir e para acordar ou acordar antes da hora podem ser indícios de depressão ou ansiedade, praticar atividade física, manter uma alimentação o mais natural possível, e ficar atento a seu estado emocional. Caso note alterações, como mudança de humor constante e inquietude, deve procurar um psicólogo ou psiquiatra para não deixar que a situação evolua.

“A qualidade das relações afetivas, o quanto a pessoa se sente bem em seus vínculos, isso também está associado a problemas como a depressão”.

No estudo, cerca de 40% declararam ficar facilmente irritados depois de terem se tornado inadimplentes, 40% mal-humorados, 33%, disseram sofrer de insônia, 33% comerem mais, 165 perderem o apetite e 24% apresentarem vontade de dormir fora do normal.

“Para aqueles inadimplentes que têm privação social, muito provavelmente vão surgir transtornos de ansiedade ou transtornos por uso de substâncias. Entre os critérios que definem a privação social estão o tempo que leva para o deslocamento de casa ao trabalho, o tempo que tem para ficar com os filhos, o acesso à saúde e ao saneamento, se é área de violência urbana, além de ausência de lazer. Em São Paulo, as áreas que apresentam maior incidência de privação social são na periferia”, afirma.

R7

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. de saco cheio disse:

    NÃO BRINCA!!!!!!!!!!! SÉRIO??????? Se não fosse essa pesquisa eu não ia imaginar nunca (SQN)

Namoro ioiô pode ser prejudicar saúde mental, revela novo estudo

Ross (David Schwimmer) e Rachel (Jennifer Aniston) em “Friends”. Imagem: Divulgação

Pode parecer muito bonitinho na ficção – como Ross e Rachel de “Friends”, mas dar mais uma chance ao amor (ou várias) pode ser uma bomba para sua cabeça. Segundo estudo da Universidade de Missouri (EUA), terminar e voltar várias vezes com a mesma pessoa prejudica, e muito, a saúde mental.

Entre os mais de 500 pesquisados, 60% já esteve neste tipo de relacionamento e mais de um terço dos casais que moram juntos já se separaram e voltaram em algum momento.

Comparados a outros namoros sem esse padrão, os casai “ioiô” apresentam maiores taxas de abuso, comunicação pior e menores níveis de compromisso. Além disso, o vai e volta de um Relacionamento está associado a sintomas mais frequentes e depressão e ansiedade.

Kale Monk, o especialista que conduziu o estudo, dá algumas dicas para deixar esse padrão de lado, ou menos nocivo: saber se o término é sempre motivado pelo mesmo motivo e se faz sentido insistir, conversar sobre as razões do término – a não ser quando envolve violência, pensar sobre quais motivos levam o casal a voltar e se eles satisfazem o casal, ter em mente que não é problema dar fim a um relacionamento tóxico, procurar aconselhamento ou terapia de casal.

Universa – UOL

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Eduardo Peixoto disse:

    É o tipo de namoro preferido pelo corno drone, ou seja, é aquele que quando vai chegando em casa, os chifres já estão rodando.