‘Muitos casamentos estão desabando durante a quarentena’, revela terapeuta de casal

Blog Rita Lisauskas Emais – Estadão

O desafio que todas as famílias estão enfrentando em tempos de pandemia é algo sem precedentes e está afetando muitos relacionamentos. O isolamento necessário para diminuir a velocidade de propagação do coronavírus faz que muitos de nós tenha de conviver com filhos, esposas ou maridos 24 horas, sete dias por semana, sem ter para onde correr. E essa ‘superconvivência’ está causando danos a muitos casamentos, aponta o psicólogo Alexandre Coimbra Amaral, mestre em Psicologia pela Pontifícia Universidade Católica do Chile e um dos especialistas do Programa ‘Encontro com Fátima Bernardes’ da Rede Globo. “Tudo o que não tinha sido conversado está sendo foco de tensão e tudo o que já tinha sido conversado, mas não tinha sido resolvido também”, explica. E alguns relacionamentos que estavam na corda bamba desabam. “Alguns casais estão descobrindo que o casamento só sobrevivia porque eles tinham pouco tempo de contato, se mantinham juntos por um afastamento provocado pelo trabalho e pela hora tardia em que se chegava em casa”. Ele conversou com o blog sobre o assunto.

Blog: Quais os efeitos que esse isolamento, que já dura mais de 40 dias, tem sobre os relacionamentos?

Alexandre: A experiência da quarentena está se mostrando uma experiência com várias fases. Na primeira semana passamos por uma certa ‘lua de mel’, parecia férias, a gente ficou em casa em favor da humanidade. E aí não paramos de receber dicas de ‘como entreter as crianças’, ‘quais séries maratonar’, mas caímos na real já na segunda semana, tínhamos muito mais trabalho a ser feito porque perdemos todas as nossas redes de apoio. E o que está acontecendo na vida conjugal é que o casal está absorvendo todos os papéis da gestão da vida. O que a escola fazia os pais estão tendo de fazer, o que a avó fazia os pais estão tendo de fazer, se eles tinham babá agora também são babás, se tinham alguém para fazer a limpeza da casa também são eles que têm de fazer isso, fora todas as práticas de cuidado adicionais que estão relacionadas à nova pandemia, como esterilizar tudo, voltar do supermercado e ter de tirar a roupa e botar na máquina de lavar. Isso está causando uma pressão de desempenho e temos a impressão que perdemos a dignidade ou um pedaço dela quando ‘produzimos pouco’ – e essa percepção atinge os casais, que começam a ficar ansiosos porque pensam ‘eu não estou dando conta das coisas’ ou ‘a vida está me exigindo e eu não estou produzindo o que deveria’. E isso gera, obviamente, uma pressão maior sobre a mulher, porque a quarentena está colocando em evidência a velha história da carga mental. A mulher é quem cuida de toda a gestão da vida e quando o homem é ‘desconstruído’ ele, abre aspas, “ajuda”, mas só quando ela diz o que ele tem que fazer. Essa mulher também está fazendo trabalho remoto, também está sobrecarregada, também está se sentindo pressionada e aí começam os debates sobre gênero dentro de casa: tudo o que não tinha sido conversado sobre esse aspecto está sendo foco de tensão e tudo o que já tinha sido conversado, mas não tinha sido resolvido também.

Blog: E os casamentos que estavam na corda bamba desabam? O que você tem notado ao atender esses casais?

Alexandre: Muitos estão desabando, alguns casais estão descobrindo que o casamento só sobrevivia porque eles tinham pouco tempo de contato, se mantinham juntos por um afastamento provocado pelo trabalho e pela hora tardia em que se chegava em casa. Com esse ‘excesso de convivência’ durante a quarentena muitos casamentos já de dissolveram nesses primeiros quarenta dias, inúmeros. Mas também tem um fenômeno interessante que está acontecendo que é o de casais que já estavam separados e que estão se propondo a passar a quarentena juntos em benefício da convivência com os filhos, isso também tem acontecido e é algo maravilhoso que a gente precisa ressaltar.

Blog: São casais que passaram por cima de eventuais lembranças ruins e mágoas em nome dessas crianças?

Alexandre: Isso. Uma situação como uma pandemia ativa os nossos medos e nossas inseguranças e isso tem vários lados – o ruim é que a gente piora a nossa saúde mental e se sente muito mais vulnerável, como alguém que perde o chão e as certezas que tinha sobre a vida. Mas o lado bom disso é que a gente também escolhe as nossas causas, porque as coisas ganham outra proporção. A gente muitas vezes arrefece as mágoas, as raivas e isso constrói a possibilidade de uma convivência mais pacífica.

Blog: Quais os cuidados que esse casal tem de ter para preservar os filhos de possíveis rusgas entre eles que eventualmente aconteçam por conta desse excesso de convivência?

Alexandre: Aquelas tentativas que a gente tinha antes da quarentena de eximir a criança de todo e qualquer testemunho das brigas do casal às vezes não é possível, porque isso depende de um fator de privilégio que está sendo colocado muito claramente nessa quarentena que é o tamanho da casa. Tudo depende do tamanho da casa. Porque se não existe mais o ‘lá fora’, o lugar onde a criança pode ficar brincando enquanto eu fico aqui conversando com meu cônjuge até que a gente resolva o nosso embate, a criança vai escutar, perceber os ânimos, testemunhar as lágrimas, os humores alterados, as raivas, que podem recair às vezes sobre ela. Então, o que a gente pode pensar como uma possibilidade protetora é (ter essas discussões) quando a criança estiver dormindo ou num outro cômodo brincando. Se isso for possível ser feito para que ela não ouça e não veja, ótimo. Mas eu sei que existem condições de vida em que isso não é possível.

Blog: E isso é negativo de todas as formas ou existe algum lado bom de a criança perceber que os pais também divergem – e isso, claro, quando a gente considera uma discordância respeitosa, obviamente.

Alexandre: Se for uma discordância respeitosa não tem problema nenhum a criança assistir a isso. Basta os pais ficarem de olho na reação dela, porque se a criança se assustar, se impressionar e fizer uma questão sobre isso é importante se conversar sobre o assunto. Primeiro escutar o que seu filho está sentindo, deixar ele falar, não presumir que você sabe qual é a angústia dele, para depois conversar claramente sobre o que aconteceu, numa linguagem que ele possa compreender. E dizer ‘filho, é normal os adultos às vezes brigarem, lembra aquele dia que você brigou com fulaninho e depois vocês fizeram as pazes e voltaram a brincar juntos?’. É trazer um evento da vida dele para metaforizar o que está acontecendo ali com o casal. Agora, se for uma briga violenta, não tem lado bom nenhum porque a criança estaria testemunhando uma disputa de poder. E a violência conjugal, como qualquer tipo de violência, é um abuso de poder e assim se coloca uma questão com a qual a criança não pode lidar.

Blog: Claro que a gente não pode idealizar o que está acontecendo porque esse é um momento de mortes, estamos vivendo uma tragédia sem precedentes para a nossa geração. Mas eu gostaria que você pontuasse quais são as oportunidades que um período tão difícil pode oferecer a essas famílias.

Alexandre: Paradoxalmente os períodos mais difíceis das nossas vidas são aqueles que nós construímos resiliência. E a resiliência é a capacidade humana de transmutar sofrimento em aprendizagem, de fazer da dor uma força, de aumentar a envergadura da alma. E depois que esses momentos passam a gente tem um olhar retrospecto de quem nós éramos e quem nós somos e percebe que cresceu. Durante o processo a gente não consegue perceber isso porque só consegue enxergar a dor, o medo, só consegue notar o desespero. E tudo bem. Mas é inevitável que a gente recolha desses caminhos um pedaço de força para que possamos levar adiante na vida. Eu tenho para mim que nenhuma pessoa desse planeta sairá desse processo da mesma forma que entrou.

Blog: Para o bem e para o mal?

Alexandre: Para o bem e para o mal. Algumas pessoas vão sucumbir, literalmente. E eu também acho que esse processo de construir resiliência possa ser mais demorado e isso não quer dizer que uma pessoa que se deprima ou tenha um transtorno de ansiedade durante a pandemia não esteja também passando pelo seu processo de construir força na vida. Basta que isso seja bem acompanhado. Só são resilientes aqueles que sofrem menos ou que estão sempre otimistas? Não é verdade. A gente às vezes constrói força de situações muito adversas e de sofrimentos, inclusive mentais, muito grandes.

Blog: Como lidar com esse assunto e como abordar o que está acontecendo com as crianças sem que elas se sintam ansiosas ou angustiadas?

Alexandre: Olha, eu acho que sem ansiedade e sem angústia ninguém vai ficar, é importante deixar isso claro. O mais importante é não idealizar que a gente vai conseguir proteger integralmente as crianças do medo que nós estamos sentindo, da ansiedade que estamos vivendo. Elas vão viver isso porque também faz parte da vida delas, as crianças estão perdendo muitas coisas. Uma criança que perde interação social e a possibilidade de expandir seu corpo no mundo está perdendo uma parte gigante do seu desenvolvimento. Então ela está privada de muitas coisas importantes para ela, inclusive, da oportunidade de se equilibrar emocionalmente. Quando a gente era criança, quantas vezes ouviu da nossa mãe quando estávamos agoniados um ‘menino, vai lá pra fora, vai brincar!’ Essa era uma percepção muito intuitiva das nossas mães de que a gente precisava expandir o nosso corpo para equilibrar nossas emoções. Aí a gente subia em árvore, pulava corda, andava de bicicleta, ia fazer qualquer coisa lá fora e hoje todos estão privados disso e existe um nível de ansiedade só por conta dessa privação. Mas testemunhar os adultos preocupados, o que também é inevitável na pandemia, vai fazer com que a criança nutra um certo tipo de angústia. Então temos que explicar para ela e deixar que fale de suas emoções, temos de brincar com essa criança, deixar que ela elabore tudo do jeito que quiser. Aqui em casa outro dia meus filhos estavam brincando de pega-pega e a frase que eu ouvi de um deles foi ‘eu sou o coronavírus e eu vou te pegar!’ (risos).

Blog: Como planejar a volta a essa suposta normalidade sendo que ainda não dá para enxergar uma luz no fim do túnel e a gente nem sabe qual vai ser esse ‘novo normal’?

Alexandre: Antes de a gente saber qual vai ser a nova normalidade depois que a pandemia passar, e como esse processo promete ser minimamente longo, temos de viver o luto da vida que a gente tinha antes, e isso já gera um grande trabalho emocional. O que significa isso? Admitir, por exemplo, que vamos passar um tempo considerável precisando guardar distância de segurança das outras pessoas, precisando usar máscara e entender que a vida social vai ser transformada – e isso é uma perda sobretudo para nós, latinos, que somos muito sinestésicos e táteis e que sentimos muito a falta do abraço. Temos que realizar esse luto, um processo difícil, que demanda praticamente criar uma nova cultura de convivência social. Se conseguirmos fazer isso a gente já avança muito como sociedade durante o processo da pandemia. Todas as pessoas que estão negando essa experiência, vivendo a vida como se ela estivesse normal, estão em um processo de negação desse luto. Temos que elaborar isso porque ele é que nos vai preparar para o momento de entender qual novo o mundo será esse, quais serão suas regras e quem serei eu depois de tudo isso, quem seremos nós como sociedade brasileira. Adaptarmos a essa sistemática da pandemia deixa a gente mais flexível para as outras fases que virão nessa nossa nova vida.

VÍDEO: Homem descobre traição na PB e envia mensagem de término de namoro por pizza

É destaque na TV Manaíra – afiliada Band na Paraíba um caso de descoberta de traição, que levou um homem a ligar para uma pizzaria de João Pessoa e fazer um pedido “bem especial” para entregar a sua  então namorada: “quero terminar com você”. Como se não bastasse, ainda pediu que desenhasse um boi na embalagem. Reportagem detalha o “criativo” caso.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Andinho disse:

    Pronto acabaram de criar o corno "Delivery"

Como superar o término de relacionamento? Estudo diz que solução é fazer sexo com o ex

shutterstock

Existe uma fórmula para superar o término de um relacionamento? Apesar de cada pessoa viver a fossa da sua própria maneira, um estudo realizado pela Universidade Estadual de Wayne, nos Estados Unidos, dá uma dica: fazer sexo com o seu ex.

Pode até parecer um conselho estranho, mas a pesquisa, publicada no periódico “Archives of Sexual Behavior” , afirma que existe uma razão para isso. Os resultados mostraram que quem procurou se relacionar de novo com o ex usou o sexo não só para “matar a saudade”, também como uma forma de conseguir se reaproximar e criar conexão.

Essa relação despertou sentimentos positivos no cotidiano dessas pessoas, principalmente comparando-as àquelas que não transaram com o ex depois do término . Outra observação foi que não houve diferença emocional entre quem procurou o antigo parceiro e quem manteve distância. Na realidade, todos estavam igualmente apegados.

O estudo foi dividido em duas partes. A primeira fez um acompanhamento de 113 pessoas que estavam tentando transar com o ex no período de um mês, no qual a maioria das tentativas foram bem-sucedidas. Já a segunda foi uma entrevista com 459 pessoas que fizeram sexo com o ex, na qual foi perguntado se a decisão tornou o término mais difícil.

Segundo a pesquisadora responsável, Stephanie Spielmann, as descobertas mostram que há uma necessidade de compreender melhor os términos e o impacto que o fim do relacionamento pode ter na saúde mental de alguém.

IG

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. toni disse:

    e isso mesmo carlos quem sabe vendo o video de uma gata muito gostosa toda nua puta merda e uma boa sacoooooo!!!!!!!

  2. Bruno disse:

    Nos dias de hoje, num é preciso terminar para fazer sexo com o ex…
    Vivemos numa sodoma e gomorra faz tempo!

ABC, Globo e Treze-PB duelam ponto a ponto restando duas rodadas para o término da 1ª fase da Série C; só um escapará do rebaixamento

 Reprodução: Globo Esporte

Restam seis pontos em disputa para ABC, Globo e Treze-PB definirem seus destinos no Campeonato Brasileiro e, somente um, garantirá a sua permanência na Série C para 2020. Para outros dois, o pesadelo do rebaixamento para a Série D.

Na lanterna, com 14 pontos, o ABC enfrenta no sábado(17) o líder Sampaio Corrêa, enquanto o Globo, com 16, visita no domingo(18) o Santa Cruz-PE, sétimo colocado(22 pontos), que ainda briga por uma vaga no G4. Já o Treze-PB, com 15, também tem uma tarefa árdua, e encara no domingo(18) o Confiança, vice-líder do grupo A, em Sergipe.

Na última rodada, no dia 25, Globo e ABC jogam em Ceará-Mirim, enquanto o Treze disputa o clássico diante do Botafogo, no estádio Amigão, na PB.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Nildo disse:

    Estou vendo a hora ficar os 2 na D KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK, Estamos esperando vc ABC

  2. ponchet disse:

    futebol do RN falido no minimo mais um na Serie D

  3. J. Fernandes disse:

    Sábado é casa cheia contra o Sampaio em busca da vitória. Avante Elefante!!!

SÉRIE C: restando quatro rodadas para o término da 1ª fase, pelo visto, só escapará um da queda entre ABC, Treze-PB e Globo

Reprodução: Globo Esporte

Restam quatro rodadas para potiguares decidirem seu destino no Campeonato Brasileiro. Apenas 12 pontos em disputa.  Diante da distância de ABC(11 pontos), atual lanterna, e Treze-PB(12 pontos) e Globo(13 pontos), colados no alvinegro, os mais “próximos” da zona do martírio, Santa Cruz-PE e Botafogo-PB, com 18 pontos, imaginando um “corte” de 20  e 21 pontos para livramento da degola, embora a matemática ainda não garanta, dificilmente correm riscos.

O rebaixamento de dois clubes na Série C deste ano, no grupo A, infelizmente, terá um time potiguar – sob risco – até mesmo, de uma queda dupla, já que ABC e Globo duelam na última rodada. Por outro lado, quem conseguir iniciar uma reação imediata, ganhará moral nesta reta final e colocará uma pressão quase insustentável ao que não pontuar.

Veja jogos de ABC, Globo e Treze-PB:

Ferroviário x ABC (Castelão) – 05-08
Imperatriz -MA x ABC (Frei Epifânio) – 10-08
ABC x Sampaio Corrêa (Frasqueirão) – 17-08

Globo x Náutico (Barrettão) – 05-08
Globo x Botafogo -PB (Barrettão) – 10-08
Santa Cruz x Globo (Arruda) – 17-08

Jogos do Treze-PB

Sampaio Corrêa x Treze (04-08)
Treze x Ferroviário (11-08)
Confiança x Treze (18-08)
Treze x Botafogo-PB (25-08)

* Na última rodada( a 18ª) da primeira fase no grupo A, os times potiguares se enfrentarão, dia 25-08, às 17h, no estádio Barrettão, no município de Ceará-Mirim, na Grande Natal.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Torcedor sem papas na língua disse:

    Baseando-se em estatística, nas últimas edições da Série C, com 21 pontos se escapou do rebaixamento. O próprio ABC ano passado escapou com 21 e a Juazeirense com 19 foi rebaixada.
    Esse ano, para alcançar os mesmos 21 pontos o alvinegro teria que vencer três e empatar o outro, dos quatro jogos que restam. Seria exigir muito para um time que venceu apenas DOIS em 14 jogos disputados.
    Mas, essa situação já vem desde o começo da temporada, reflexo de uma administração desastrosa que já vem desde 2010.
    O ABC, é o típico exemplo de como não se deve administrar um clube de futebol. Teve receita de sobra, mas hoje é um dos maiores devedores do Brasil.
    Com fama de caloteiro mundo afora e sem a menor credibilidade no mundo cão do futebol, o mais querido segue cambaleante, travando sua maior batalha, que não é contra o rebaixamento na terceirona, mas a de não fechar as portas e se tornar a Portuguesa de desportos do nordeste.
    Vai ser muito difícil evitar um rebaixamento que se mostra a cada dia mais real e a certeza de que o pior ainda está porvir.
    E o torcedor alvinegro tenha a mais absoluta certeza de que jamais verá seu time do coração disputando uma primeira divisão do Brasileiro e o pior, que ser o "maior campeão do mundo" não serve de absolutamente nada pois não adiante ter "história" se não consegue transformar isso em "tradição"!

Termina nesta terça o prazo para matrículas da segunda chamada do Sisu

Termina hoje (4) o prazo de matrícula para os selecionados na segunda chamada no Sistema de Seleção Unificada (Sisu). O candidato deve verificar, na instituição de ensino em que foi aprovado, o local, o horário e os procedimentos para se matricular. Aqueles que não foram selecionados têm até sexta-feira (7) para incluir o nome na lista de espera.

O estudante selecionado na primeira opção de curso que não fizer a matrícula estará automaticamente fora do processo. Quem não foi selecionado em nenhuma das chamadas do Sisu ou foi selecionado na segunda opção de curso, independentemente de ter feito a matrícula, poderá participar da lista de espera. A lista vale apenas para a primeira opção de vaga.

A adesão à lista é feita no site do Sisu. Para participar, o candidato deverá clicar, em seu boletim, no botão que correspondente à confirmação de interesse em participar da lista de espera. Ao final, será emitida uma mensagem de confirmação. Os estudantes serão convocados a partir do dia 11 de fevereiro.

O sistema seleciona estudantes com base nas notas obtidas no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). A primeira edição do Sisu de 2014 registrou cerca de 2,5 milhões de inscritos. Foram ofertadas 171.401 vagas em 4.723 cursos de 115 instituições públicas de educação superior. Os cursos mais procurados foram administração, direito, pedagogia e medicina.

Agência Brasil

Termina o estado de calamidade pública na rede municipal de assistência à saúde de Natal

Terminou no último domingo a vigência do Decreto nº 10.032, publicado no Diário Oficial do Município (DOM) no dia 31 de Julho de 2013, que instituiu o Estado de Calamidade Pública na Rede Municipal de Assistência à Saúde de Natal por 180 dias (dois ciclos de 90 dias contínuos).

O Plano de Ação elaborado pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS), e que complementou o Decreto, previa o investimento de R$ 8 milhões, sendo R$ 5 milhões do Orçamento Geral do Município (excedente do Fundo de Participação dos Municípios), para investimento na rede básica, e os outros R$ 3 milhões do Ministério da Saúde, para serem aplicados em equipamentos, reformas e manutenção dos serviços especializados, além da aquisição de insumos e material médico-hospitalar.

No Plano de Ação, a SMS elegeu seis eixos principais de atuação: Infraestrutura Física e Manutenção; Assistência Farmacêutica, Equipamentos e Material Permanente; Acesso aos Serviços de Saúde; e Recursos Humanos.

COMO RESULTADO DESTE PERÍODO, onde fica indissociável o planejamento da gestão e o Plano de Ação da calamidade, a SMS procurou dar celeridade a alguns processos, no sentido de melhorar o funcionamento da rede básica, da rede especializada e de alguns processos administrativos.

– Realização de Processo Seletivo Simplificado para contratação de pessoal necessário à manutenção e ampliação dos serviços.

– Melhoria do funcionamento dos prontos atendimentos, particularmente do Hospital dos Pescadores que passou a contar com um gerador de energia, serviço de Raio-X, algumas melhorias na estrutura de funcionamento e reposição de pessoal para melhorar o funcionamento das equipes.

– UPA da Cidade da Esperança entrou em funcionamento neste período, com a contratação de pessoal temporário.

– O pronto socorro infantil Dra. Sandra Celeste ganhou serviço de Raio-X e, nos últimos dias, passou por reordenamento no processo de atendimento com a adoção da classificação de risco e com o aporte de pessoal na área de enfermagem, setor que vivia uma situação de muita dificuldade.

– Ainda no campo da urgência e emergência, foi viabilizado o contrato de dez novos leitos de UTI do Hospital Memorial, que já estão funcionando e dando retaguarda à rede, além de se ter conseguido junto ao Ministério da Saúde a habilitação de outros nove novos leitos de UTI no Hospital Universitário Onofre Lopes, que deverão entrar em funcionamento nos próximos 30 dias.

– Também foi regularizado o contrato com um dos prestadores, o Hospital Médico Cirúrgico, na área de cirurgia traumato-ortopédica, contribuindo para a redução das filas de pacientes acidentados, que demandavam um longo tempo de espera para a realização de cirurgias de segundo tempo.

– Reduziu-se o tempo de espera em vários procedimentos com a reorganização do atendimento nas unidades policlínicas e do aperfeiçoamento do processo de regulação.

– Na rede básica, o aporte de novos profissionais médicos, dentro do Programa Mais Médico, e a contratação de enfermeiros e técnicos de enfermagem para a Estratégia Saúde da Família, elevaram os índices de cobertura que, computadas as unidades básicas tradicionais, supera os 70%, o que é um feito bastante significativo.

– As ações de Vigilância também tiveram incremento no período, tanto a Vigilância de Óbitos como a Vigilância de Endemias e um avanço também na reorganização dos processos administrativos.

– 75 unidades de saúde receberam de alguma forma serviços de manutenção ou de recuperação. A destacar as de Vale Dourado, Nova Natal, Cidade Praia, Gramoré, Guarita, Pirangi, Cidade Nova e São João, que passaram por obras mais substanciais.

– O Hospital dos Pescadores também passa por obras de melhorias e adequação, mas em ritmo mais lento, pois a unidade não pode parar a oferta de serviços à população.

– O Ambulatório de Prevenção e Tratamento de Alcoolismo, Tabagismo e outras Drogadições (APTAD), no momento funcionando em espaço precário, está em processo de licitação para reforma e adequação.

– O Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) da zona norte passou por obras de recuperação e do Leste AD (Álcool e Drogas) foi transferido para prédio próprio na confluência da rua Pacífico de Medeiros com a Régulo Tinoco (antigo DENOCS).

– No momento, existem projetos prontos para desencadear processos de reformas em várias outras unidades de saúde, além da licitação já realizada para a construção de mais duas novas UPAs (Cidade Satélite e Potengi) e oito unidades básicas. As duas UPAs e três unidades de saúde já tiveram assinadas as ordens de serviços. As demais, aguardam regularização de terrenos para terem suas obras iniciadas.

– Reforma do espaço do ‘Circo da Saúde’, na zona norte, que passa a ser sede própria da unidade de saúde Soledade I, que volta a funcionar depois de ser interditada por falta de condições de uso do prédio anterior.

– Aquisição de mobiliário e equipamentos (como respiradores), principalmente para a rede especializada, resultando em melhoria ao processo de funcionamento dos serviços.

– Preparação para a licitação da reforma e ampliação da Maternidade das Quintas e Maternidade Felipe Camarão, além da recuperação do Centro de Controle de Zoonoses.

– A regularização na aquisição de medicamentos ainda enfrenta dificuldades, que deverão ser superadas nos próximos meses.

– Ainda é grande a carência de pessoal, o que terá um equacionamento parcial com a contratação de um novo contingente de servidores temporários nos próximos 60 dias. O edital do Processo Seletivo Simplificado deverá ser publicado até a próxima semana e com a seleção de pessoal para as diversas áreas da saúde, inclusive administrativa.

Natal, 28 de janeiro de 2014
PREFEITURA MUNICIPAL DE NATAL
SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Antonio Salustino disse:

    A saúde pública continua um caos em Natal. O período de "calamidade pública" serviu apenas para os interesses do Prefeito Carlos Eduardo Alves fazer contratos e mais contratos sem licitação pública. Absurdo!

Ex-panicat Bassi Rossi diz que filho de Eike Batista é ruim de cama e Luma de Oliveira fica revoltada

babi-olinBabi Rossi está pegando pesado para queimar o filme de Olin Batista. Agora a moça está até dando entrevista dizendo que o filho de Eike e de Luma era ruim de cama e que ela teve de ensinar as coisinhas para ele.

Ao saber que o filhinho foi massacrado em público pela ex-panicat (ou chacrete, como diz Claudia Raia), Luma de Oliveira ficou revoltada.

Mas, como ela não tem o que fazer, pois Babi já deu a entrevista mesmo, só restou dizer ao filho a velha frase: “Bem que eu te avisei”…

Fabíola Reipert R7

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. luiz disse:

    a moça agora é puta, neh? porque vcs nao xingam também homens filhos das putas que divulgam videos transando com suas companheiras??? ruma de hipócrita.

  2. Roberto disse:

    Ele tá preocupado, o pai ainda é dono de uma fortuna de mais de 900 milhões de reais e pode chegar a 2 bilhões essa semana. Tadinho da gente.

  3. Juanikson Rabalho disse:

    Na minha cidade do interior uma mulher dessas é conhecida como KENGA. Pense num verme caguete. Leva o rapaz pra cama e ainda vai falar mau do mano. Bem que a mãe deveria tomar as providências e ir nos tapas com essa sem futuro. Interesseira. Uma KENGA que busca holofotes.

    • p disse:

      kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk acha que dimdim é tudo.