Os bairros de Lagoa Nova, Lagoa Seca, Tirol, Cidade Alta, Alecrim, Barro Vermelho, Mãe Luiza, Santos Reis, Ribeira e Rocas terão o abastecimento interrompido ou reduzido nesta terça-feira (13). A parada se dará dentro da programação que a Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (Caern) elaborou para adequar seus sistemas ao mercado livre de energia.
A parada na Estação Elevatória de Água Tratada Dunas EEAT) se dará entre as 7h e as 19h. Mas, para que o abastecimento esteja completamente normalizado, com toda a rede pressurizada, será necessário esperar um prazo de até 72 horas.
Para quarta-feira (14), está agendada a parada no Sistema Produtor Integrado Pedro Velho-Montanhas-Nova Cruz, também para adequação ao mercado livre de energia. Ainda para a próxima semana, estão previstas paradas na Estação de Tratamento de Água (ETA) de Espírito Santo (15), em Macaíba (16), e em parte da Zona Norte, em Natal (17).
O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou nesta terça-feira que não vê espaço para derrubar a mudança na lei de prisão preventiva, base da decisão do ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), para liberar o traficante André do Rap. A declaração foi dada à CNN Rádio.
— Tenho certeza que a lei não é o problema nesse episódio — disse, ressaltando que o caso em questão era “complexo” e que ele não queria entrar no mérito da decisão, por ser um assunto do Judiciário.
— Tirando esse caso, que é um caso muito ruim e gera muita comoção da sociedade, a gente pode ter milhares de casos de pessoas que ficam presas anos sem nenhum tipo de análise, principalmente as pessoas mais pobres que não tem advogados — acrescentou.
No sábado, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, suspendeu a decisão do também ministro Marco Aurélio Mello que mandava soltar o traficante André Oliveira Macedo. A decisão de Fux foi tomada a pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR). Marco Aurélio havia entendido que a prisão preventiva do traficante por mais de um ano desrespeita o previsto na lei. Fux, porém, destacou a necessidade de proteger a ordem e a segurança pública.
Nesta manhã, Maia ressaltou que integrantes do governo participaram dos debates sobre o pacote anticrime e que esse trecho do projeto não foi alvo de desentendimentos durante as discussões na Câmara.
— Quando o grupo de trabalho apresentou o relatório essa questão do prazo de 90 dias não foi um problema colocado por ninguém. Então, não acho que dá para transferir para lei um problema que é do judiciário, do Ministério Público. A lei já existia e todos sabiam — comentou.
Nesta terça-feira, o deputado capitão Augusto (PL-SP), líder da frente parlamentar da Segurança Pública, apresentou um projeto na Câmara para derrubar a mudança no Código de Processo Penal (CPP). Segundo o parlamentar, “esse dispositivo nunca deveria ter sido aprovado”, uma vez que, diante da sobrecarga de trabalho nos tribunais, pode “redundar na soltura indevida de presos perigosos “.
Questionado se a soltura do traficante André do Rap, que está foragido, provocaria alguma mudança na velocidade da análise da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da prisão em segunda instância, Maia disse que o texto “já está bem encaminhado”.
Ele também afirmou que é contra “misturar” as discussões, já que, segundo ele, a questão da soltura do traficante é um problema do Judiciário e que o debate da prisão em segunda instância já estava pautado na Câmara.
— Eu acho que a PEC da segunda instância já estava dado que era uma decisão do parlamento, eu tinha me comprometido e nós vamos avançar com ela — disse.
No Brasil, o presidente MINTOMANÍACO sancionou diversas normas que o congresso aprovou e que atrapalham a investigação e a punição de crimes, em especial os de corrupção…
Esquerda é fakenews na veia.
O fato é que Rodrigo Maia colocou Marcelo Freixo para ser o relator do pacote anticrime.
Uma verdadeira afronta.
O congresso desfigurou o pacote anticrime.
Bolsonaro não poderia vetar a lei toda.
A esquerda pediu ao STF para a polícia não mexer com os traficantes do Rio.
Traficantes de drogas detestam Bolsonaro.
Em quem eles votaram para presidente?
Em Bolsonaro bandido não vota.
A esquerda fake News tenta confundir a população .
O comunismo é uma seita.
Nos Estados Unidos a extrema esquerda quer reduzir o orçamento da polícia.
No Brasil a extrema esquerda quer o fim da polícia militar.
São abutres.
O legislativo não tem qualquer pressa em votar a prisão em 2ª instância, pois afetará diretamente o Luladrão, que o STF liberou de cumprir pena em 2ª instância, e afetará muitos parlamentares condenados.
O correto seria cumprir a pena logo na 1ª instância como em países sérios, deste modo, os juízes de direito teriam um maior peso em suas sentenças. Dura lex, sed lex.
Figura 1. Mapa de localização epicentral. O epicentro está simbolizado pela estrela vermelha. O triângulo vermelho indica a localização da estação de Riachuelo (RCBR). Em destaque, a área do município de Pedra Preta.
Nesta terça-feira(13) foram registrados diversos tremores em Pedra Preta, município distante 149 km de Natal. O maior tremor, de magnitude 1.8, ocorreu às 07:01 UTC (04:01, hora local) e foi sentido em Pedra Preta, segundo informações do Sr. Magno, professor, e também radialista na Rádio Itaúna, em Pedra Preta.
O maior evento foi registrado por diversas estações da Rede Sismográfica Brasileira (RSBR) operadas pela UFRN.
Figura 2. Sismograma (parcial) do dia 13/10/2020. São visíveis 5 eventos. O maior, de magnitude 1.8 está registrado em azul após as 07:01 UTC.
“Como sempre afirmamos em tais circunstâncias é impossível prever como a atual atividade sísmica em Pedra Preta vai evoluir. O LabSis vai continuar na sua função de monitorar os eventos e repassar as informações para as autoridades, em especial, a Defesa Civil, para os meios de comunicação e para o público em geral”, resume alerta.
Os procuradores da Lava Jato no Paraná atuaram nos bastidores para interferir na sucessão do ex-juiz Sergio Moro nos processos da operação em primeira instância. A força-tarefa do Ministério Público Federal fez lobby num outro poder, o Judiciário, para garantir que o novo escolhido para a cadeira do então recém-nomeado ministro do governo de Jair Bolsonaro fosse alguém que agradasse aos investigadores.
As articulações estão explícitas em duas mensagens de áudio do então coordenador da força-tarefa, o procurador Deltan Dallagnol. Nelas e em várias mensagens de texto trocadas pelo Telegram em janeiro de 2019, ele elenca os principais candidatos à vaga de Moro, elege os preferidos da força-tarefa e esboça o plano em andamento para afastar quem poderia “destruir a Lava Jato”, na opinião dele.
Quando Moro abandonou a carreira de juiz, em novembro de 2018, logo após a eleição de Bolsonaro, deixou vaga a cadeira de responsável por julgar os processos da Lava Jato na primeira instância. A sucessão ou substituição de um magistrado é um processo comum no poder Judiciário, que tem autonomia para decidir – obedecendo a um regimento interno.
O que é no mínimo incomum, nesse caso, é a pressão e a interferência de um órgão externo, o Ministério Público Federal. Em mensagens de texto e áudio, Dallagnol também pede a colegas familiarizados com o presidente do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, o TRF4, responsável pela Justiça Federal do Paraná, que tentassem “advogar” junto a ele por uma solução que agradava à força-tarefa.
A ideia compartilhada por Dallagnol e por juízes federais do Paraná era colocar três magistrados na posição de assessores de um quarto, o veterano Luiz Antônio Bonat, num esforço para convencê-lo a disputar a vaga de Moro. “Ele colocou ali o nome dele por amor à camisa”, narrou Dallagnol. “Então a gente tem que conseguir um apoio. A ideia talvez seria de ter juízes assessores ali designados junto a ele”.
A Lava Jato considerava que Bonat, um juiz com 64 anos e de perfil extremamente discreto (jamais deu palestras ou entrevistas desde que assumiu o comando da operação, há quase dois anos), precisaria de ajuda para dar conta das dezenas de processos que corriam no Paraná. Assim, Dallagnol e equipe buscaram uma forma de garantir que nem todo o trabalho da operação cairia sobre ele.
O plano articulado para montar o time de juizes acabou por não sair do papel, mas o principal foi feito: Bonat foi convencido a disputar a vaga. “Aí ontem os juízes estavam preocupados e conseguiram fazer, conseguiram convencer o número 1 da lista, o que é ótimo para nós, assim, simbolicamente, a aceitar o desafio de ir para a 13ª”, celebrou Dallagnol, em áudio.
E, como era previsto pelos procuradores, Bonat herdou a cadeira de Moro por ser o mais antigo juiz federal em atividade na jurisdição do TRF4.
Nas conversas, fica claro que o juiz resistiu a entrar na disputa e que ele foi convencido a concorrer por colegas e procuradores que “estavam preocupados” com a vitória iminente de alguém visto com desconfiança pela Lava Jato: Julio Berezoski Schattschneider, um juiz que atuava em Santa Catarina. Procurados, nenhum deles quis dar entrevista.
A candidatura de Bonat surpreendeu a comunidade jurídica. Magistrado com 25 anos de carreira, à época, ele estava afastado da área criminal havia 15 anos. Até um juiz federal que atua na região do TRF4, e que falou ao Intercept sob a condição de anonimato, diz ter estranhado: “Era uma vara difícil, cheia de trabalho, daquelas que habitualmente ninguém quer pegar e acaba sobrando nas mãos de um juiz mais novo. E aí aparece um monte de gente mais antiga [na disputa]”, ele observou.
‘Vou convidar quem puder pra irmos estimular rs’
Sergio Moro foi o primeiro grande nome confirmado por Bolsonaro para seu governo após a vitória nas urnas. A adesão do então juiz ao político de extrema direita se deu meros três dias após o segundo turno: ele viajou ao Rio, visitou Bolsonaro em sua casa na Barra da Tijuca, ouviu o convite para ser ministro da Justiça e Segurança Pública e disse sim poucas horas depois.
Com a entrada formal na política, Moro foi obrigado a passar o bastão dos processos da Lava Jato. Temporariamente, a operação passou a ser conduzida pela juíza substituta Gabriela Hardt até que um novo magistrado assumisse a vaga de titular.
Pelas regras de funcionamento da justiça no Brasil, os processos seguiriam com a 13ª Vara Federal de Curitiba. Com a saída de Moro, a vaga de titular dessa vara entrou em disputa. Qualquer juiz da 4ª região da Justiça Federal – que abrange Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná – poderia disputar o posto. O escolhido seria quem tivesse mais tempo de carreira entre os inscritos, seguindo o regimento do TRF4.
No dia do anúncio de Moro, procuradores da Lava Jato já especulavam no Telegram quem sucederia o magistrado. Mas a interferência da força-tarefa no Judiciário só ganhou forma em janeiro de 2019, quando Dallagnol fez um comunicado aos colegas:
Dallagnol parecia obcecado. No dia seguinte, o então coordenador da força-tarefa apresentou aos colegas um prognóstico sobre os potenciais postulantes, endereçado especificamente a Januário Paludo, um dos veteranos da força-tarefa e com quem Dallagnol contava para ajudá-lo no lobby:
Ali Dallagnol expôs o primeiro alvo da força-tarefa e uma estratégia para tirá-lo da disputa. Tratava-se do juiz Eduardo Vandré, que trabalhava numa vara federal de Santa Cruz do Sul, no Rio Grande do Sul. Ele ocupava o sexto lugar na lista de antiguidade, mas “seria péssimo” para a Lava Jato, segundo o coordenador.
Os motivos para a desconfiança foram descritos por Paludo, que afirmou na mesma conversa, mais tarde, que Vandré era “pt e não gosta muito do batente”.
Com isso em mente, Dallagnol buscava fazer uma espécie de seguro: garantir a candidatura de um dos cinco juízes mais antigos, de forma que Vandré ficasse sem chances na disputa. Paludo detalhou o plano pouco depois:
Os comentários mostram que Paludo e Dallagnol viam Bonat (o juiz federal com mais tempo de serviço em toda a região Sul) como um instrumento para impedir que um nome indesejável ficasse com a vaga de Moro. Mas havia um problema: justamente pela idade, achavam que ele não teria “pique” para assumir os processos da Lava Jato. Por isso, Dallagnol aventou a possibilidade de que Bonat fosse escolhido, mas deixasse outros “trabalharem por trás” dele, como juízes assessores.
O assunto voltou ao Telegram quase uma semana depois, em 16 de janeiro. Dallagnol encaminhou aos colegas a mensagem de um juiz que chamou de “nosso preferido” para ocupar a cadeira de Moro: “estou avaliando, sim….temos até segunda…. Conversei com o Malucelli ontem e ele me disse que conversou com Bonat, e ele disse que não vai pedir e que nem cogita”, escreveu o magistrado, segundo o relato de Dallagnol.
A mensagem não deixa claro quem era o “preferido”, mas as tratativas nos dias seguintes indicam tratar-se do juiz Danilo Pereira Júnior, que já atuava noutra vara federal de Curitiba. Malucelli é o juiz Marcelo Malucelli, então diretor do foro da Seção Judiciária do Paraná – na prática, o administrador da unidade.
Àquela altura, Eduardo Vandré já desistira de concorrer, mas a Lava Jato tinha outra preocupação. O nome dela era Julio Berezoski Schattschneider, que trabalhava em Santa Catarina, outro a receber a alcunha de “péssimo” na lista de Dallagnol.
O chefe da força-tarefa afirmou ter conversado sobre o assunto com a juíza Gisele Lemke, de uma vara federal de Curitiba, e narrou aos colegas o que foi discutido:
Segundo o áudio, Schattschneider havia informado o Tribunal Regional Federal da 4ª Região, instância máxima da Justiça Federal no Sul do país, que desejava ser transferido para Curitiba, mas não fazia questão de ficar com o lugar de Moro. Assim, a Lava Jato planejava convencê-lo a aceitar outra posição que não fosse a de Moro. Se ele não topasse, haveria um problema: por ser mais antigo, Schattschneider teria preferência sobre Danilo Pereira Júnior, o favorito da Lava Jato. O juiz Bonat continuava decidido a não concorrer.
Esse quadro permaneceu até 21 de janeiro de 2019, último dia para inscrição dos interessados. A força-tarefa estava tensa porque o desembargador Carlos Eduardo Thompson Flores Lenz, então presidente do TRF4 (que ironicamente foi cotado para suceder Moro no ministério de Bolsonaro por ser próximo aos militares), havia anunciado que os dois nomes preferidos da Lava Jato estavam impedidos de entrar no páreo.
A razão era um item do regimento do tribunal que vedava a transferência de juízes para uma vara com a mesma especialidade daquela em que já atuam.
Dallagnol se afligiu e pediu lobby sobre Thompson Flores:
O clima só desanuviou quase dez horas da noite. Januário Paludo avisou ao grupo que Luiz Antônio Bonat havia mudado de ideia e decidido se inscrever. No dia seguinte, o TRF4 divulgou a lista dos inscritos com ele na cabeça. Se Bonat não mudasse de ideia até a meia-noite do dia 24, dali a três dias, a vaga seria dele. Mas Schattschneider vinha na segunda posição. Por isso, a articulação continuou para que Bonat não desistisse.
As mensagens indicam que procuradores da Lava Jato trataram pessoalmente desse assunto com a cúpula da Justiça Federal do Paraná. Eles mencionam um encontro em 22 de janeiro, um dia após o encerramento das inscrições. Ao final da reunião, Dallagnol fez um resumo aos colegas:
Em viva voz, o procurador faz duas grandes confissões. Juízes federais alinhados à Lava Jato “estavam preocupados” com a possibilidade de que Schattschneider ficasse com a vaga de Moro, segundo Dallagnol, e, por isso, conseguiram convencer Bonat a se inscrever de última hora, “por amor à camisa”.
Esses magistrados, que não são identificados por Dallagnol no áudio, lançam uma suspeita sobre Schattschneider: a de que ele havia tentado iludir a corregedoria da Justiça Federal sobre sua intenção de suceder Moro. Procuramos Schattschneider em seu gabinete para que comentasse a suspeita levantada pela corregedoria, mas ele não respondeu às tentativas de contato.
Para manter o interesse de Bonat no cargo, os juízes e o MPF decidiram tentar algo que Dallagnol havia sugerido em 10 de janeiro: transformar o magistrado numa espécie de líder de um grupo de três outros juízes que ajudariam a dar agilidade aos processos. Segundo o áudio de Dallagnol, quem estava à frente desse plano era o juiz Marcelo Malucelli, mas a cúpula do TRF-4 já tinha se manifestado contra a ideia.
Procuramos Malucelli para que comentasse a declaração de Dallagnol, mas o juiz disse não saber que Bonat foi convencido de última hora e não esclareceu se articulou ou não o plano de designar juízes assessores para ele. “Várias medidas de auxílio foram tomadas pela corregedoria do TRF4 para a 13ª Vara de Curitiba, antes e depois da saída do juiz Moro. À direção do foro incumbe apenas cumpri-las”, respondeu.
A preocupação dos procuradores se dissipou no dia seguinte, 23 de janeiro, quando eles ficaram sabendo que Schattschneider havia desistido da vaga. No fim das contas, Bonat assumiu a 13ª Vara no dia 6 de março.
Entregamos a transcrição integral dos áudios e um resumo cronológico detalhado das mensagens de texto ao TRF4, à Justiça Federal do Paraná e ao MPF. Aos órgãos do Judiciário, perguntamos se eram verdadeiras as afirmações de Dallagnol de que os juízes só convenceram Bonat a concorrer à vaga de Moro de última hora porque “estavam preocupados” com a chance de vitória de Schattschneider e de que a direção do tribunal discutiu nomear três juízes assessores para “dar um apoio” ao magistrado veterano à frente da Lava Jato.
Também perguntamos se o tribunal não considera que as conversas narradas por Dallagnol são uma interferência indevida no Judiciário e fizemos o mesmo questionamento à força-tarefa da Lava Jato. Ao MPF, perguntamos se os procuradores chegaram a visitar candidatos para a vaga de Moro, como disse Dallagnol, e se o órgão não considerava inadequado o lobby sobre os juízes para viabilizar os nomes de sua preferência e, depois que esse plano falhou, para garantir que Bonat não desistisse da vaga.
Todas as questões ficaram sem resposta. Além de não se manifestar institucionalmente, o TRF4 não emitiu posicionamento de nenhum dos juízes citados nas conversas, aos quais direcionamos perguntas específicas. O MPF também preferiu não se manifestar.
Intercept já publicou algum vazamento do PT? E de Bolsonaro? E da AGU ou STF? Porque só dos integrantes da lava jato. Esse blog não deveria nem existir mais, e Greenvalda deveria estar presa ou expulsa do país.
O ódio ideológico realmente é uma mer$@!
O presidente desses que detonam o intercep falou com todas as letras: ACABEI O LAVA JATO, e nao causou tamanha indignação.
Agora o intecept Brasil divulga áudios, conversar autênticas sobre os desmandos do lava jato e a mesma turma se volta contra o intercept.
Realmente ser gado é nao ter caráter.
Nada demais!!
Só preocupação para que a lava jato não sofresse descontinuidade…
Corretíssimo!!
Só aplausos para esse funcionário publico pelo empenho e comprometimento com a instituição.
Estranho é se ele estivesse combinando alguma coisa com Lula, Zé Dirceu , Marcelo Odebrech e outras figurinhas que estavam chafurdando na lama da corrupção.
Esse é só um jornalzinho dos vermelhinhos, só eles ligam pra choradeira do jornal……tudinho revoltadinho pq Moro colocou o Pinguço Trambiqueiro na cadeia.
Qual o problema de ter um aliado que defendam causas nobres e do coletivo? Se grampeassem todos dos poderes nas nomeações de cargos comissionados e de confiança sairiam coisas bem piores, interesses econômicos e manutenções de esquemas escusos é a toada. E na hora de inserir essa emenda que soltou o cabeça do PCC?
A seleção entra em campo nesta terça-feira (13) para enfrentar a seleção peruana em Lima pela segunda rodada das Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2022 (Catar). A partida, programada para iniciar às 21h (horário de Brasília) no estádio Nacional (Lima), terá um significado especial para o técnico Tite, que alcançará a marca de 50 jogos comandando o Brasil.
A relação entre o técnico e a equipe brasileira tem pouco mais de quatro anos (iniciada em 20 de junho de 2016), e ela tem um retrospecto de 49 jogos, com 35 vitórias, 10 empates e quatro derrotas. E um destes resultados negativos foi justamente contra o Peru, em amistoso realizado em 2019 em Los Angeles (EUA) no qual a equipe andina venceu por 1 a 0.
Porém, também foi diante da equipe peruana que Tite viveu o seu principal momento comandando a seleção brasileira, a conquista da última edição da Copa América em julho do ano passado no estádio do Maracanã.
Expectativa positiva
Para o jogo desta terça a expectativa é a melhor possível, em especial após uma estreia na qual, mesmo diante de um adversário frágil (Bolívia), o Brasil apresentou bom jogo coletivo, com muitos gols e liberdade para as individualidades aparecerem.
E uma das individualidades que brilharam foi o atacante Neymar. Na estreia nas Eliminatórias o camisa 10 não marcou, mas foi fundamental na armação de jogadas de ataque, inclusive com passes para dois gols. Essa nova função do jogador, como um antigo ponta de lança, foi destacada pelo técnico Tite em entrevista coletiva na última segunda (12): “Ele desenvolveu isso, como aconteceu no jogo [da Bolívia] de dar duas assistências, ter penúltima bola, romper marcação […]. Procuramos potencializar suas virtudes”.
Artilharia da seleção
A partida contra o Peru também pode assumir um caráter especial para o atacante Neymar, que pode empatar com Ronaldo na vice-artilharia da seleção. Atualmente, o jogador do PSG tem 61 gols, e marcando mais um empata com o Fenômeno. A primeira posição do hall de artilheiros da equipe nacional é de Pelé, que reina com 77 tentos em 92 partidas.
Provável escalação
Sem problemas físicos para escalar sua equipe, a tendência é que o treinador opte por iniciar o jogo contra o Peru com o mesmo time que goleou os bolivianos por 5 a 0: Weverton; Danilo, Thiago Silva, Marquinhos e Renan Lodi; Casemiro e Douglas Luiz; Everton, Philippe Coutinho e Neymar; Roberto Firmino.
Porém, na última coletiva antes do jogo o treinador não quis confirmar a equipe, e falou que pode realizar algumas mudanças parar este jogo: “Tenho uma equipe montada, mas não quero falar. Os atletas já sabem desde ontem. A base permanece, as ideias permanecem, mas não quero municiar o Gareca [técnico do Peru]”.
Marco Aurélio Mello já soltou ao menos 79 presos baseando-se na mesma lei que favoreceu André do Rap.
O levantamento foi feito pelo G1, que levou em conta apenas decisões publicadas pelo STF.
Marco Aurélio Mello já soltou ao menos 79 presos baseando-se na mesma lei que favoreceu André do Rap.
O levantamento foi feito pelo G1, que levou em conta apenas decisões publicadas pelo STF.
Em todas essas decisões, Marco Aurélio Mello se baseou no artigo 316 do Código de Processo Penal, aprovado pelo Congresso Nacional e sancionado por Jair Bolsonaro, apesar da discordância de Sergio Moro.
Até quando a sociedade, vai deixar esse possuído pelo espirito de Belzebu, soltar criminosos??????????????????????????????????????????????????????????????????????????.
Já são mal falados em todo canto… e agora estão fazendo competição de quem solta mais? Marco Aurélio x Gilmar Mendes… quem vai ganhar na soltura de presos?
BG, investigue pra dar esse furo: Advogados com acesso à consulta de processos estão dizendo que o pedido desse HC sofreu 9 desistências do advogado. Traduzindo, o advogado deu entrada e desistiu 9 VEZES até que o processo caísse nas mãos de Marco Aurélio.
Tá na hora desse ministro trapalhão Marco Aurélio de Melo vestir a pijama e de preferência aquelas de bolinha ou então aqueles calção bem frouxo que vai do joelho aos peitos, depois pega o Gilmar Mendes e vão dar uma voltinha no calçadão de Copacabana pra testar a popularidade perante a população.
O Congresso, como se sabe, é vital para a democracia. Mas a cleptocracia brasileira parece decidida a ressuscitar uma máxima cunhada no século 19 pelo chanceler alemão Otto von Bismarck: “É melhor que o povo não saiba como são feitas as leis e as salsichas.” O pacote anticrime, uma das mais celebradas salsichas legislativas do ano passado, começou a produzir efeitos. Não contra, mas a favor dos criminosos.
Um parágrafo único pendurado num artigo do pacote apresentado pelo então ministro da Justiça Sergio Moro funcionou como chave para abrir a cela de André de Oliveira Macedo, o André do Rap, um dos chefões do PCC, a maior facção criminosa do país. O trecho pró-criminosos do pacote anticrime estabelece que a prisão preventiva se tornará ilegal se o juiz que a decretou não justificar a cada 90 dias a necessidade de manter o preso atrás das grades.
Essa espécie de recall trimestral para prisões preventivas, que parecia ser apenas uma nova e bem-intencionada regra para todos era, na verdade, uma exceção para os congressistas —oportunidade que o PCC aproveita. Em reação às prisões longevas da Lava Jato, um Congresso apinhado de investigados, culpados e cúmplices retirou do pacote de Moro a permissão para prisão de larápios condenados na segunda instância. E incluiu a regra abre-celas.
Moro pediu a Jair Bolsonaro que vetasse o pé de cabra. Bolsonaro deu de ombros. Sancionada a novidade, a bandidagem passou a recorrer à farta. Não teve sucesso no STJ. Mas o ministro Marco Aurélio Mello, do STF, valendo-se da salsicha recém-fabricada pelo Congresso, mandou soltar o chefão do PCC. A ordem foi revogada oito horas depois por Luiz Fux, presidente do Supremo. Mas o bandido evaporou. E um segundo traficante, Gilcimar de Abreu, reivindica o mesmo direito à fuga.
Autoconvertido em fábrica de salsichas, o Congresso piorou o que já era ruim. Bolsonaro saboreou. E o Judiciário começa a servir à sociedade decisões indigestas. No Brasil, acima de um certo nível de poder e renda, todos são inocentes, mesmo quando há provas em contrário.
De fato, é uma exigência inaudita para os nossos mal remunerados juízes terem que renovar as preventivas a cada noventa dias (quanto custa fazer um sistema desses para alertar sobre a proximidade do fim desse prazo? Ou mandar o estagiário ficar atento com o texto do despacho marromenos pronto, algo como "renovo a preventiva por vislumbrar que permanecem os riscos do artigo tal, visto que [detalhar]').
Aquela idéia de combater a corrupção ficou só na idéia mesmo, e pelo visto a de prender bandido e combater a criminalidade também. Parabéns aos envolvidos nesse engodo que governa o país. E o Moro até avisou, mas o comprometimento com a corrupção e a fisiologia política não permitiu e o gado permanece calado.
Faltou esclarecer que essa aberração não veio no pacote anticrimes de Moro, mas o dispositivo foi inserido pelo Deputado Lafayete de Andrade, mas com um objetivo claro, livrar os investigados da lavajato. Nesse país bananas, estamos digerindo mais uma. Que aproveitar o período eleitoral para refletir sobre nossas opções?
Quem diria o Bozo, soltando Traficante… ????. Não lê o que assina e nem tem assessoria, queria dar um puxão de orelhas no Ex Juiseco Venal, si ??!!????
Comentários recentes do enviado especial da Organização Mundial da Saúde (OMS) para lidar com a COVID-19 levantaram questões sobre a legitimidade dos lockdowns para impedir a disseminação do coronavírus. A declaração do diretor da OMS, preocupado com o crescimento da pobreza no mundo, em que afirma categoricamente que a entidade não defende lockdown como o principal meio de controle desse vírus, levou a revista Veja a questionar a instituição
“Nós, na Organização Mundial da Saúde, não defendemos os bloqueios como o principal meio de controle desse vírus”, disse ao site americano The Spectator.
Esta declaração do Dr. David Nabarro também causou dúvidas sobre se a OMS mudou seu conselho, meses depois que a pandemia foi declarada.
Diante da declaração, a revista Veja enviou um e-mail à OMS que recebeu a seguinte carta:
A OMS nunca advogou por lockdowns nacionais como principal meio de controle do vírus. O Dr. Nabarro estava repetindo nosso conselho aos governos para “fazer de tudo”.
Governos, empregadores, comunidades devem aplicar um pacote de medidas comprovadas de saúde pública que sabemos serem eficazes para prevenir a transmissão, incluindo higiene das mãos e respiratória, distanciamento físico, uso de máscara, ficar em casa se estiver doente, etc. Sistemas para teste, isolamento, rastreamento e quarentena, etc.
As medidas para controlar a COVID-19 dependem das avaliações de risco locais. As restrições de movimento podem estar entre uma série de medidas que os governos podem considerar em certas áreas geográficas.
Se os aglomerados e surtos aparecerem, eles devem ser retardados e então suprimidos prontamente e é por isso que restrições de movimento localizadas e direcionadas, implementadas em conjunto por atores locais e autoridades nacionais, são necessárias de tempos em tempos.
Mike Ryan (diretor-executivo do Programa de Emergência em Saúde da OMS) em 9 de outubro: “Nós sabemos o que precisamos fazer e sabemos que é uma combinação de todas essas coisas e, nenhuma dessas coisas por si só aborda todos os problemas que enfrentamos nesta pandemia. Temos as ferramentas de que dispomos, vimos como essas ferramentas podem ser eficazes se aplicadas nas proporções certas, no momento certo e da forma certa a nível do país. Não se trata de estabelecer lockdowns. O que os governos estão tentando fazer é não fazer lockdowns. O que os governos estão tentando fazer é quebrar as cadeias de transmissão. Eles estão tentando impedir que a doença passe de pessoa para pessoa e, em certas circunstâncias, tentar fazer isso se torna extremamente difícil quando há transmissão intensa na comunidade. O que dissemos desde o início desta pandemia é que precisamos evitar situações em que a doença possa se espalhar de forma desenfreada no nível da comunidade.”
Maria Von Kerkhove (epidemiologista do Programa de Emergência em Saúde da OMS) em 9 de outubro: “O desafio é a implementação. Isso é difícil e continuará a ser difícil, pois estamos tentando encontrar esse equilíbrio para abrir novamente nossas sociedades. Precisamos apoiar os governos, precisamos apoiar as comunidades e precisamos apoiar os indivíduos porque estamos absolutamente todos juntos nisso”.
Para analistas, lágrimas de Kim Jong-un são reflexo de pressão contra o regime Foto: KRT TV via Reuters
O líder supremo da Coreia do Norte, Kim Jong-un, chorou ao pedir desculpas por seu desempenho à frente do país, afetado por sanções internacionais, desastres naturais e, mais recentemente, pela pandemia de coronavírus. O gesto raro de emoção, que ocorreu no último sábado, 10, durante discurso em um desfile militar, foi mais um sinal da crescente pressão sobre o seu regime, segundo analistas.
“Nosso povo depositou confiança em mim, tão alta quanto o céu e tão profunda quanto o mar, mas não consegui sempre viver de acordo com isso de forma satisfatória”, disse Kim. “Eu realmente sinto muito por isso”, completou, segundo o jornal sul-coreano Korea Times.
O desfile militar ocorreu na capital Pyongyang para marcar o 75.º aniversário do Partido dos Trabalhadores da Coreia do Norte. O plano era realizar uma demonstração de poder, ostentando um novo míssil balístico intercontinental e outros equipamentos militares, mas Kim usou grande parte da fala para buscar empatia com a população. “Meus esforços e sinceridade não foram suficientes para livrar nosso povo das dificuldades em suas vidas”, afirmou Kim.
O discurso foi notável por sua falta de ataques anti-americanos e anti-sul-coreanos, comuns nas declarações norte-coreanas. Em vez disso, Kim ofereceu seu “consolo a todos os que estão ao redor do mundo” no combate à covid-19. Kim já havia enviado um telegrama desejando a Trump uma recuperação rápida.
O pedido de desculpas emocional de Kim foi “uma maneira astuta de colocar a culpa em circunstâncias além de seu controle e desviar a atenção dos enormes recursos despejados em armas nucleares”, Jean H. Lee, especialista da Coréia do Norte no Woodrow Wilson International Center for Scholars em Washington, disse em um e-mail ao New York Times.
Apesar das evidências do crescente poderio militar da Coreia do Norte, o líder supremo norte-coreano preferiu oferecer apoio às vítimas da covid-19 no mundo inteiro. Durante a pandemia, o comércio da Coreia do Norte com a China, maior parceiro comercial do país, caiu em razão do fechamento das fronteiras.
Embora Pyongyang insista que não tenha registrado nenhum caso do vírus, a economia já afetada por anos de sanções nucleares foi profundamente abalada.
O mais perto de um caso registrado oficialmente no país foi uma “possível contaminação” em julho de um cidadão norte-coreano que fugiu para a Coreia do Sul e depois retornou ilegalmente a Pyongyang. A Coreia do Sul, por sua vez, soma mais de 24,7 mil casos, incluindo 433 mortes.
De acordo com o Korea Times, o motivo do choro de Kim está relacionado à pressão sobre sua liderança. “É importante entender por que ele chorou nesta ocasião”, disse Hong Min, diretor do setor de Coreia do Norte do Instituto Coreano de Unificação Nacional, ao veículo. “Por trás de sua mensagem, pode-se sentir que Kim está sentindo muita pressão sobre seu governo.”
Por aqui Kim Jong-Naro ainda não pediu desculpas por seus atos diários contra a democracia. De uma hora pra outra fingiu que amansou pra continuar no poder e livrar os irmãos metralha mas o povo não perdoa.
Cinismo e cara de pau são características do esquerdismo/comunismo.
O presidente do Partido dos Trabalhadores da Coreia do Norte (PT da Coreia do Norte) é aliado de Lula, Maduro, Ciro Gomes.
Aí o esquerdista tenta fazer de conta que o inimigo do comunismo é comparável ao aliado deles.
Esquerda é canalhice.
Como diz a bíblia o diabo veio para mentir, iludir e enganar.
Na bíblia, o diabo tentou enganar Jesus.
Mais um caso de reinfecção por Covid-19 foi descrito pela ciência, aumentando as evidências de que a exposição ao coronavírus Sars-CoV-2 pode não se traduzir em imunidade total.
Um artigo publicado nesta segunda-feira (12), na revista médica The Lancet Infectious Diseases, descreve o caso de um homem de 25 anos que foi infectado com duas variedades diferentes do novo coronavírus num período de 48 dias. Esse é ao menos o quinto caso de reinfecção registrado cientificamente no mundo.
O relato aponta que a segunda infecção foi mais grave e que o paciente de Washoe County, Nevada, necessitou de hospitalização com suporte de oxigênio.
Após testar positivo para Covid-19 em abril deste ano, o jovem testou negativo em duas outras ocasiões. Mas em junho voltou a apresentar sintomas mais graves, como febre, dor de cabeça, tontura, tosse, náusea e diarreia. Um novo teste confirmou a reinfecção, mas com diferenças genéticas significativas entre os dois vírus.
A reinfecção do jovem ocorreu simultaneamente ao resultado positivo para covid-19 do pai dele.
“Nossas descobertas indicam que uma infecção prévia por Sars-Cov-2 não necessariamente protege contra uma infecção futura”, pontuou Mark Pandori, do Laboratório de Saúde Pública do Estado de Nevada e da Universidade de Nevada, principal autor do trabalho, em comunicado à imprensa.
“Embora mais pesquisas sejam necessárias, a possibilidade de reinfecção pode ter implicações para compreensão da imunidade da covid-19 especialmente na ausência de uma vacina eficaz”, complementou. Pandori aconselha que pessoas que testaram positivo para coronavírus continuem a adotar medidas de proteção como distanciamento social, uso de máscaras faciais e lavagem das mãos.
Outros casos
Pelo menos quatro casos de reinfecção foram confirmados no mundo: Bélgica, Holanda, Hong Kong e Equador. A principal preocupação no caso do jovem americano é que a reinfecção resultou em uma doença pior que no primeiro diagnóstico. Apenas o caso de reinfecção do Equador apresentou resultados semelhantes.
“Precisamos de mais pesquisas para entender por quanto tempo a imunidade pode durar para pessoas expostas ao Sars-CoV-2 e por que algumas dessas segundas infecções, embora raras, estão se apresentando de modo mais severo”, disse Pandori. O pesquisador também não descartou que possam existir outros casos de reinfecção, mas pondera que isso é difícil de mensurar porque há muitos casos assintomáticos que permanecem não detectados nos testes e práticas de monitoramento.
As reinfecções são relevantes para o desenvolvimento de vacinas, pois a exposição inicial ao vírus pode não resultar em um nível de imunidade total. Para alguns vírus, a primeira infecção pode fornecer imunidade vitalícia; para coronavírus sazonais, a imunidade protetora tem vida curta.
Uma limitação do estudo de caso foi não conseguir avaliar a resposta imune ao primeiro episódio do vírus e a eficácia das respostas imunes durante o segundo episódio. “Embora improvável, se nosso paciente é um caso da evolução viral natural in vivo, então isso significa que o vírus pode se adaptar com destreza genética para evitar uma resposta imune natural de maneira a restabelecer os níveis detectáveis de infecção em um indivíduo”, diz.
Quando vejo noticias iguais a esta me pergunto quais os interesses que existem em relação a esta doença ?
Pois temos milhões de infectados, mas pelo que vi até agora umas 10 pessoas se reinfectaram, estatiscamente probabilidade zero, mas alardeam para o mundo todo que pessoas podem ser infectadas novamente.
Devemos abrir os olhos , pois não é fato novo para doenças virais ocorrerem reinfecçoes tanto pela imunização natural ou vacinal.
Tem caroço neste angu !!
A pesquisa da Johnson & Johnson para criar uma vacina contra a covid-19 foi suspensa. O motivo é “uma doença desconhecida em 1 participante do estudo”, segundo a empresa.
A informação foi publicada pelo site StatNews (em inglês), o mesmo que revelou em setembro que a AstraZeneca havia interrompido os testes de sua vacina.
Os pesquisadores que conduzem os testes clínicos foram avisados da pausa. Fazem parte do estudo 60 mil pacientes.
De acordo com o site, a empresa não forneceu mais detalhes. Afirmou que precisava respeitar a privacidade do participante do estudo.
A Johnson & Johnson disse à publicação que eventos adversos são comuns em estudos clínicos. Afirmou que o caso é diferente de uma ação regulatória, que pode atrasar muito mais o estudo (não seria esse o caso).
A empresa afirmou que normalmente comunica ao público questões regulatórias, prática não adotada em situações de pausa.
Ainda segundo a Johnson & Johnson, às vezes não possível saber de cara se a reação adversa é de 1 dos participantes que tomou a vacina verdadeira ou placebo.
A polícia de Belarus foi autorizado a usar força letal contra os manifestantes que protestam contra o governo do presidente Alexander Lukashenko. A informação foi divulgada pela rede de notícias britânica BBC.
O presidente do país é conhecido como “último ditador da Europa”. Comanda Belarus desde 1994.
Ministros de relações exteriores da União Europeia cogitam impor sanções contra o governo Lukashenko.
No domingo (11.out.2020), dezenas de manifestantes foram presos. Eles exigiam nova eleição presidencial. Os protestos são em sua maior parte pacíficos, apesar de alguns manifestantes terem atirado pedras e garrafas contra policiais durante a última manifestação, no dia 11 de outubro, na capital, Minsk.
As forças do governo usaram jatos de água e cassetetes para dispersar as multidões. O governo bielorruso afirma que essas atitudes são tomas depois de manifestantes demonstrarem agressividade.
A advogada responsável pelo pedido de soltura do líder do PCC André de Oliveira Macedo, 43, conhecido como André do Rap, é sócia do escritório de um ex-assessor do ministro Marco Aurélio Mello, do STF (Supremo Tribunal Federal).
No sábado (10), André do Rap foi solto após uma decisão de Marco Aurélio. O presidente da corte, Luiz Fux, revogou a liminar no mesmo dia. O traficante é considerado foragido.
Ana Luísa Gonçalves Rocha assina sozinha o habeas corpus que conseguiu a liberdade para o traficante. Ela é a única sócia de Eduardo Ubaldo Barbosa, no escritório Ubaldo Barbosa Advogados, em Brasília.
A informação foi divulgada pela revista Crusoé e confirmada pela Folha. À reportagem o ministro afirmou não haver motivo para suspeição ou impedimento para julgar o caso.
Barbosa trabalhou no gabinete do ministro até o dia 17 de fevereiro deste ano. Em dezembro, ele recebeu um salário bruto de R$ 13,8 mil e, no mês seguinte, R$ 20,3 mil, por razão de gratificações natalinas.
De acordo com o site da Receita Federal, o escritório foi aberto no dia 9 de março deste ano. O endereço fica em uma sala comercial na Asa Norte do Plano Piloto, na capital federal.
Ubaldo e Ana Luísa não responderam aos contatos da reportagem. Marco Aurélio disse que o advogado Eduardo Ubaldo Barbosa nunca foi seu amigo íntimo.
“Eu jamais frequentei a casa dele, e ele, a minha. E o código [de Processo Penal] só impede o juiz de atuar se houver um parentesco até o terceiro grau, tio ou sobrinho, ou amizade íntima”, disse o ministro à Folha.
Marco Aurélio afirmou também que não iria se dar por impedido diante de situações semelhantes.
“Já pensou que, com 11 assessores, se eu me der, saindo um assessor do meu gabinete, por impedido, em qualquer processo que ele patrocine, o que vai ocorrer?”, questionou o ministro.
“Eu não verifico capa de processo. Eu tenho muito processo para examinar para me deter a exame de capa de processo”, disse.
André do Rap deixou a penitenciária de Presidente Venceslau (SP) na manhã de sábado.
Para o ministro Marco Aurélio, ele estava preso desde o fim de 2019 sem uma sentença condenatória definitiva, excedendo o limite de tempo previsto na legislação brasileira.
O parágrafo único do artigo 316 do CPP (Código de Processo Penal), incluído no pacote anticrime e sancionado em dezembro do ano passado, prevê a revisão da preventiva a cada 90 dias. Foi com base nesse artigo que julgou o ministro.
Tenho a ligeira impressão que cada um levou uma parte nessa pequena tramóia. O bandido solto movimentava milhões em toneladas de cocaína, o juiz não percebeu sua periculosidade, o advogado era antigo funcionário do juiz, o autor da lei tinha um grande objetivo, soltar Luladrao, conseguiu só q vinha outros a tiracolo, os procuradores dormiram no ponto, a população não se revoltou com a proposta inicial. Finalmente uns vão pagar o pato, o povo, e outros vão comer o pato, juizeco e seu advogado e ex asseessor. Cada um vai embolsar alguns milhões. Viva a nossa justiça. Kkkk
Se cada um tivesse feito sua parte nada disso aconteceria. Se o deputado autor do projeto pensasse nas consequências, se os deputados pensassem no povo. Se o desmiolado bozo, não tivesse dado o aval. Se o PT ainda fosse o que se propunha qdo foi criado. Se o objetivo maior não tivess sido alcançado, soltar o nove dedos. Se o juiz não estivesse pensando em uma aposentadoria com alguns milhões a mais nas contas da Suiça. Se os advogados não tivessem pensando em alguns milhões a mais nas contas aqui no Brasil mesmo. Se a PGR e o MP não tivessem dormido no ponto e fizessem o seu papel de proteger o cidadão e a nação. Se o povo tivesse se manifestado desde a soltura de LULADRAO, Nada disso estaria sendo discutido agora. Porém como nada disso ocorreu, agora vamos sofrer novamente as consequências. E segue a banda, que o carnatal tá chegando.
O ministro Marco Aurélio Mello, do STF (Supremo Tribunal Federal), ignorou precedentes ao determinar a soltura de André de Oliveira Macedo, 43, o André do Rap. Líder do PCC (Primeiro Comando da Capital), ele está foragido.
Além de o caso não ter sido remetido a instâncias inferiores, como definido em julgamentos anteriores, a PGR (Procuradoria-Geral da República) apenas recorreu da decisão após tomar conhecimento da libertação do traficante.
Antes, ao julgar, no mês de agosto, um habeas corpus impetrado pela defesa de Jefferson Moreira da Silva, apelidado de Dente e outro acusado de integrar a facção criminosa, a 1ª Turma do STF entendeu que não caberia à corte examinar o pedido.
A relatoria era também de Marco Aurélio. Ele foi voto vencido.
O ministro defendeu a concessão do benefício, sob o argumento de excesso de prazo na prisão do acusado sem condenação. Porém, ele perdeu por 4 votos a 1, e ficou isolado na turma.
Prevaleceu a divergência aberta por Alexandre de Moraes.
Segundo o ministro, “o exaurimento da instância recorrida é, como regra, pressuposto para ensejar a competência do Supremo Tribunal Federal, conforme vem sendo reiteradamente proclamado por esta corte”.
A “instância recorrida”, naquele caso, era o STJ (Superior Tribunal de Justiça), que já havia negado o pedido de liberdade para o integrante do PCC. A decisão foi do ministro Rogério Schietti.
A possibilidade de recursos no STJ não estava esgotada.
Atual presidente da STF, o ministro Luiz Fux acompanhou Moraes naquele julgamento da 1ª Turma. No sábado (10), foi Fux que revogou a decisão de Marco Aurélio de soltar André do Rap.
Naquele julgamento, ele abordou aspectos que extrapolavam a questão processual: “Peço vênia para divergir do ministro relator, porquanto a complexidade dos fatos e do procedimento, permitem seja ultrapassado o prazo legal da instrução processual”.
Questionado sobre os precedentes, Marco Aurélio comentou que se pronuncia sempre com base em dados objetivos, retratados nos autos. “A lei existe para ser cumprida e observada”, disse ao defender a decisão sobre André do Rap.
o PCC já tem um braço dentro do STF com entrada de Alexandre de Morais que foi advogado do PCC por muito tempo, não acredito que ele não tenha ainda ligações com a facção
A Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR) e a Associação Nacional dos Membros do Ministério Público (Conamp) reagiram à tese de que o Ministério Público contribuiu para a libertação do traficante André Oliveira Macedo, o André do Rap.
Em nota conjunta divulgada hoje, as entidades negaram omissão do MP e reforçam que a obrigação de revisar a manutenção da prisão, a cada 90 dias, é imposta apenas ao juízo de primeiro grau ou tribunal que impôs a medida cautelar.
O documento também criticou abertamente o ministro Marco Aurélio Mello, do STF (Supremo Tribunal Federal), autor da decisão que beneficiou o suposto traficante, por ter autorizado a soltura sem análise do caso concreto.
“Em posição até agora isolada, o ministro Marco Aurélio Mello, do STF, vem compreendendo que, configurado o excesso de prazo da prisão, deve ser determinada a soltura do preso. Quando do julgamento do mérito desses casos, a 1ª Turma do STF tem refutado o argumento e vem cassando as liminares deferidas. No caso do réu André do Rap, a soltura foi determinada, inclusive, antes de qualquer ouvida do MP”, diz um trecho da nota.
A ordem para soltar o homem forte do Primeiro Comando da Capital (PCC) reacendeu a discussão sobre os critérios para manutenção de prisões preventivas — aquelas determinadas sem prazo definido —, reformados com a aprovação da Lei Anticrime pelo Congresso Nacional no final do ano passado.
No centro do debate, está o artigo 316 do Código de Processo Penal, que determinou a reavaliação da medida cautelar por um juiz a cada 90 dias. A ideia foi evitar um prolongamento das detenções, sem condenação, por tempo indeterminado.
“Decretada a prisão preventiva, deverá o órgão emissor da decisão revisar a necessidade de sua manutenção a cada 90 (noventa) dias, mediante decisão fundamentada, de ofício, sob pena de tornar a prisão ilegal”, diz o dispositivo.
Ao autorizar André do Rap a deixar o sistema prisional, o argumento usado por Marco Aurélio foi justamente o de que o prazo para manutenção da prisão preventiva foi esgotado e que a continuidade da medida cautelar era ilegal uma vez que não houve decisão judicial decretando sua renovação nos últimos três meses.
Ao Estadão, o ministro defendeu os fundamentos que o levaram a determinar a soltura. “Atuo segundo o direito posto pelo Congresso Nacional e nada mais. Evidentemente não poderia olhar a capa do processo e aí adotar um critério estranho”, afirmou. “Está claríssimo no preceito (lei anticrime) que hoje a prisão dura por 90 dias podendo pelo juiz da causa ser renovada em ato fundamentado. E o próprio preceito culmina para o caso de não ser renovada a ilegalidade. Cansei de decidir dessa forma”, completou o ministro.
Em entrevista à GloboNews, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), chegou a apontar o Ministério Público como um dos responsáveis pela soltura. “Se o procurador tivesse no prazo de 90 dias respeitado a lei, certamente o ministro Marco Aurélio não teria liberado o traficante”, disse Maia.
Tem que prender esse Marco Aurélio.
É um bandido.
Isso que ele fez, não é atitude de gente honesta.
Nessas leis caduca tem brexa pra tudo, inclusive pra deixar esse traficante preso pro resto da vida.
Soltaram o maior ladrão do mundo, agora esse outro criminoso.
Vergonha!!!
Um parlamentar cria ajusta o artigo da lei, o presidente sanciona e não era essa a intenção? A culpa é do juiz.
Çey…..
A intenção era outra.
Essa conversa já está batida.
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Isso mostra quem está com a sociedade, se MORO com envio de projeto para endurecer a lei contra criminosos, ou o congresso com pt, centrão, etc e tal que refizeram a lei e criaram um dispositivo para afrouxar mais ainda a vida dos bandido, junto s com Bolsonaro que sansionou pensando na sua família e a grande mídia que não repercutiu e ficou calada com esse absurdo, além do ministro do STF, que já soltou vários criminosos perigosíssimos do país vai e beneficia o maior criminoso do país. Pior é que não ficou só nisso, mais mudanças foram empurrradas nesse projeto, esse mesmo lado cria o juiz de garantias, etc e esquece prisão em segunda instância . Sozinho Moro protesta, e em seguida o governo age novamente contra a estrutura da PF, aí nosso herói vê que não tem o que fazer alí e pede exoneração. Assim, é só concluir quem defende a nação, e quem são os traidores da pátria.
Imploramos para o Bolsonaro não sancionar esse absurdo e ele nem nem….traidor.
Se a justiça fosse correta aqui no Brasil esse elemento que de forma isolada e solitária tomou uma decisão tão irresponsável já estaria recolhido ao sistema prisional para responder pela sua insensatez e atrocidade tão desproporcional, jamais farei uma referência a esse tipo de sujeito como ministro do STF até porque sua atitude vem na conta mão do correto, esse tipo de gente não merece respeito como também perdão do povo brasileiro, prestou um desserviço à nação.
Um empresario quando faz qualquer coisa errada vem um monte de fiscais para multar fechar prender
E esse Ministro que esta dando um.prejuiso enorme aos cofres publico o qie acontece
NADA
Isso tem que mudar nao fazem nada e quando faz dão prejuizo ao trabalhador
Tem que ser multado e toda a despesa que tiverem para recuperar o Happ tem que ser pago por ele
Essa e mibha opinião penalizar os outros ele sabe
A culpa é do congresso. O presidente foi no mínimo omisso a ñ vetar, já que foi orientado pelo PGR , MP E pelo próprio Sergio Moro a vetar . Se o veto iria ou ñ ser derrubado ai é outra historia, a ñ ser que ele tivesse interesse em ñ vetar.
Um homem foi preso hoje depois de jogar um botijão de gás da janela de um apartamento localizado na rua Aíres Saldanha, em Copacabana. De acordo com informações da PMERJ (Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro), um pedestre foi atingido na cabeça e morreu na hora.
O homem foi levado para o 19º Batalhão Militar do Rio de Janeiro. A polícia segue apurando os fatos.
Policiais militares do #19BPM prenderam um homem que jogou um botijão de gás do apartamento de um prédio localizado na Rua Aíres Saldanha, em #Copacabana, atingindo em cheio a cabeça de uma pessoa que passava pelo local, que morreu na hora. Os fatos estão sendo apurados. pic.twitter.com/WAVfKEIh5l
Procurada pelo UOL, a PMERJ informa que foi chamada para verificar a ocorrência durante a tarde. “No local, uma pessoa foi encontrada caída ao solo e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência também foi acionado. Um indivíduo foi detido”.
Comente aqui