Judiciário

Segunda Turma do STF forma maioria para manter punição do CNMP a Deltan Dallagnol por mensagem contra Renan Calheiros

Foto: Geraldo Bubniak / AGB / Agência O Globo

A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria, na segunda-feira, para manter a punição aplicada pelo Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), em 2020, ao ex-procurador da Lava-Jato Deltan Dallagnol. O Conselho puniu o procurador com uma censura, por mensagens publicadas em uma rede social em que ele se posicionava contrário à eleição do senador alagoano Renan Calheiros (MDB), à presidência do Senado, em 2019.

Nas mensagens, Dallagnol comentava que “dificilmente veremos reforma contra a corrupção aprovada”, caso o alagoano fosse eleito para um novo pleito na presidência da Casa. A penalidade de censura prevê o atraso na progressão de carreira e serve como fator agravante em outros processos em que possa vir a ser avaliado no conselho. Deltan recorreu ao Supremo para evitar o julgamento.

O relator, o ministro Nunes Marques, votou pela manutenção da puninão do procurador. O entendimento foi acompanhado pelos ministros Ricardo Lewandowski e Gilmar Mendes. Edson Fachin, por outro lado, foi contrário a manter a determinação do CNMP. A ministra Cármen Lúcia ainda não votou.

Para o ministro relator, não há desproporcionalidade na punição aplicada pelo conselho e, portanto, não cabe ao Judiciário reavaliar o caso a fundo. Nunes Marques acredita, ainda, que deve haver limitação à quantidade de postagens feitas nas redes sociais e a conteúdos que tangenciam a política, que segundo ele são “particularmente problemáticos”, porque podem dar a impressão de parcialidade dos integrantes do Ministério Público.

Por outro lado, o ministro Fachin defendeu que as publicações não ultrapassam os limites da liberdade de expressão, apesar de gerarem repercussão negativa. Para ele, o julgamento favorável à punição poderia gerar precedente a “vedar o legítimo exercício do direito de crítica”.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. BG o que vemos hoje eu comentava com os amigos em roda de conversa desde que se iniciou essa lava jato. Eu dizia "esses procuradores terminarão por serem presos". Eu fala para meus amigos "eu é que sendo procurador procuraria ficar o mais longe possível". Esses procuradores foram de encontro ao grosso do empresariado brasileiro, divergiu dos deuses do olimpo "STF" e do congresso nacional "quase todos com um pé , quando não todo cagado". Como isso iria dar certo ?

  2. Renan Calheiros e luladrão são inocentes em tudo, e todo agente da justiça que se rebelar contra esses símbolos da honestidade brasileira, será escomunhado e espragaiado até a última geração, tudo determinado pelo stf de sonho dos brasileiros.

    1. Isso. E vamos também agradecer ao presidente que, querendo livrar os filhos bandidos da cadeia, trabalhou incansavelmente para afrouxar o combate à corrupção e para por fim à operação que desmascarou a maior quadrilha que se tem notícia nesse país.

  3. Mais nada me surpreende advindo do STF, que em reuniões de turmas viciadas, deixa de ser supremo onde onze mnistros decidem, estamos ao sabor do vento.

  4. Depois da eleição de Bolsonaro, ainda não vi um único voto desse cidadão (não chamo de ministro) Lewandovsky contra os interesses da esquerda ou contra a corrupção. O voto dele parece um carimbo.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Judiciário

Deltan Dallagnol interferiu para colocar juiz aliado no lugar de Sergio Moro na Lava Jato, diz The Intercept Brasil

Foto: Reprodução/The Intercept Brasil

Os procuradores da Lava Jato no Paraná atuaram nos bastidores para interferir na sucessão do ex-juiz Sergio Moro nos processos da operação em primeira instância. A força-tarefa do Ministério Público Federal fez lobby num outro poder, o Judiciário, para garantir que o novo escolhido para a cadeira do então recém-nomeado ministro do governo de Jair Bolsonaro fosse alguém que agradasse aos investigadores.

As articulações estão explícitas em duas mensagens de áudio do então coordenador da força-tarefa, o procurador Deltan Dallagnol. Nelas e em várias mensagens de texto trocadas pelo Telegram em janeiro de 2019, ele elenca os principais candidatos à vaga de Moro, elege os preferidos da força-tarefa e esboça o plano em andamento para afastar quem poderia “destruir a Lava Jato”, na opinião dele.

Quando Moro abandonou a carreira de juiz, em novembro de 2018, logo após a eleição de Bolsonaro, deixou vaga a cadeira de responsável por julgar os processos da Lava Jato na primeira instância. A sucessão ou substituição de um magistrado é um processo comum no poder Judiciário, que tem autonomia para decidir – obedecendo a um regimento interno.

O que é no mínimo incomum, nesse caso, é a pressão e a interferência de um órgão externo, o Ministério Público Federal. Em mensagens de texto e áudio, Dallagnol também pede a colegas familiarizados com o presidente do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, o TRF4, responsável pela Justiça Federal do Paraná, que tentassem “advogar” junto a ele por uma solução que agradava à força-tarefa.

A ideia compartilhada por Dallagnol e por juízes federais do Paraná era colocar três magistrados na posição de assessores de um quarto, o veterano Luiz Antônio Bonat, num esforço para convencê-lo a disputar a vaga de Moro. “Ele colocou ali o nome dele por amor à camisa”, narrou Dallagnol. “Então a gente tem que conseguir um apoio. A ideia talvez seria de ter juízes assessores ali designados junto a ele”.

A Lava Jato considerava que Bonat, um juiz com 64 anos e de perfil extremamente discreto (jamais deu palestras ou entrevistas desde que assumiu o comando da operação, há quase dois anos), precisaria de ajuda para dar conta das dezenas de processos que corriam no Paraná. Assim, Dallagnol e equipe buscaram uma forma de garantir que nem todo o trabalho da operação cairia sobre ele.

O plano articulado para montar o time de juizes acabou por não sair do papel, mas o principal foi feito: Bonat foi convencido a disputar a vaga. “Aí ontem os juízes estavam preocupados e conseguiram fazer, conseguiram convencer o número 1 da lista, o que é ótimo para nós, assim, simbolicamente, a aceitar o desafio de ir para a 13ª”, celebrou Dallagnol, em áudio.

E, como era previsto pelos procuradores, Bonat herdou a cadeira de Moro por ser o mais antigo juiz federal em atividade na jurisdição do TRF4.

Nas conversas, fica claro que o juiz resistiu a entrar na disputa e que ele foi convencido a concorrer por colegas e procuradores que “estavam preocupados” com a vitória iminente de alguém visto com desconfiança pela Lava Jato: Julio Berezoski Schattschneider, um juiz que atuava em Santa Catarina. Procurados, nenhum deles quis dar entrevista.

A candidatura de Bonat surpreendeu a comunidade jurídica. Magistrado com 25 anos de carreira, à época, ele estava afastado da área criminal havia 15 anos. Até um juiz federal que atua na região do TRF4, e que falou ao Intercept sob a condição de anonimato, diz ter estranhado: “Era uma vara difícil, cheia de trabalho, daquelas que habitualmente ninguém quer pegar e acaba sobrando nas mãos de um juiz mais novo. E aí aparece um monte de gente mais antiga [na disputa]”, ele observou.

‘Vou convidar quem puder pra irmos estimular rs’

Sergio Moro foi o primeiro grande nome confirmado por Bolsonaro para seu governo após a vitória nas urnas. A adesão do então juiz ao político de extrema direita se deu meros três dias após o segundo turno: ele viajou ao Rio, visitou Bolsonaro em sua casa na Barra da Tijuca, ouviu o convite para ser ministro da Justiça e Segurança Pública e disse sim poucas horas depois.

Com a entrada formal na política, Moro foi obrigado a passar o bastão dos processos da Lava Jato. Temporariamente, a operação passou a ser conduzida pela juíza substituta Gabriela Hardt até que um novo magistrado assumisse a vaga de titular.

Pelas regras de funcionamento da justiça no Brasil, os processos seguiriam com a 13ª Vara Federal de Curitiba. Com a saída de Moro, a vaga de titular dessa vara entrou em disputa. Qualquer juiz da 4ª região da Justiça Federal – que abrange Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná – poderia disputar o posto. O escolhido seria quem tivesse mais tempo de carreira entre os inscritos, seguindo o regimento do TRF4.

No dia do anúncio de Moro, procuradores da Lava Jato já especulavam no Telegram quem sucederia o magistrado. Mas a interferência da força-tarefa no Judiciário só ganhou forma em janeiro de 2019, quando Dallagnol fez um comunicado aos colegas:

Dallagnol parecia obcecado. No dia seguinte, o então coordenador da força-tarefa apresentou aos colegas um prognóstico sobre os potenciais postulantes, endereçado especificamente a Januário Paludo, um dos veteranos da força-tarefa e com quem Dallagnol contava para ajudá-lo no lobby:

Ali Dallagnol expôs o primeiro alvo da força-tarefa e uma estratégia para tirá-lo da disputa. Tratava-se do juiz Eduardo Vandré, que trabalhava numa vara federal de Santa Cruz do Sul, no Rio Grande do Sul. Ele ocupava o sexto lugar na lista de antiguidade, mas “seria péssimo” para a Lava Jato, segundo o coordenador.

Os motivos para a desconfiança foram descritos por Paludo, que afirmou na mesma conversa, mais tarde, que Vandré era “pt e não gosta muito do batente”.

Com isso em mente, Dallagnol buscava fazer uma espécie de seguro: garantir a candidatura de um dos cinco juízes mais antigos, de forma que Vandré ficasse sem chances na disputa. Paludo detalhou o plano pouco depois:

Os comentários mostram que Paludo e Dallagnol viam Bonat (o juiz federal com mais tempo de serviço em toda a região Sul) como um instrumento para impedir que um nome indesejável ficasse com a vaga de Moro. Mas havia um problema: justamente pela idade, achavam que ele não teria “pique” para assumir os processos da Lava Jato. Por isso, Dallagnol aventou a possibilidade de que Bonat fosse escolhido, mas deixasse outros “trabalharem por trás” dele, como juízes assessores.

O assunto voltou ao Telegram quase uma semana depois, em 16 de janeiro. Dallagnol encaminhou aos colegas a mensagem de um juiz que chamou de “nosso preferido” para ocupar a cadeira de Moro: “estou avaliando, sim….temos até segunda…. Conversei com o Malucelli ontem e ele me disse que conversou com Bonat, e ele disse que não vai pedir e que nem cogita”, escreveu o magistrado, segundo o relato de Dallagnol.

A mensagem não deixa claro quem era o “preferido”, mas as tratativas nos dias seguintes indicam tratar-se do juiz Danilo Pereira Júnior, que já atuava noutra vara federal de Curitiba. Malucelli é o juiz Marcelo Malucelli, então diretor do foro da Seção Judiciária do Paraná – na prática, o administrador da unidade.

Àquela altura, Eduardo Vandré já desistira de concorrer, mas a Lava Jato tinha outra preocupação. O nome dela era Julio Berezoski Schattschneider, que trabalhava em Santa Catarina, outro a receber a alcunha de “péssimo” na lista de Dallagnol.

O chefe da força-tarefa afirmou ter conversado sobre o assunto com a juíza Gisele Lemke, de uma vara federal de Curitiba, e narrou aos colegas o que foi discutido:

Segundo o áudio, Schattschneider havia informado o Tribunal Regional Federal da 4ª Região, instância máxima da Justiça Federal no Sul do país, que desejava ser transferido para Curitiba, mas não fazia questão de ficar com o lugar de Moro. Assim, a Lava Jato planejava convencê-lo a aceitar outra posição que não fosse a de Moro. Se ele não topasse, haveria um problema: por ser mais antigo, Schattschneider teria preferência sobre Danilo Pereira Júnior, o favorito da Lava Jato. O juiz Bonat continuava decidido a não concorrer.

Esse quadro permaneceu até 21 de janeiro de 2019, último dia para inscrição dos interessados. A força-tarefa estava tensa porque o desembargador Carlos Eduardo Thompson Flores Lenz, então presidente do TRF4 (que ironicamente foi cotado para suceder Moro no ministério de Bolsonaro por ser próximo aos militares), havia anunciado que os dois nomes preferidos da Lava Jato estavam impedidos de entrar no páreo.

A razão era um item do regimento do tribunal que vedava a transferência de juízes para uma vara com a mesma especialidade daquela em que já atuam.

Dallagnol se afligiu e pediu lobby sobre Thompson Flores:

O clima só desanuviou quase dez horas da noite. Januário Paludo avisou ao grupo que Luiz Antônio Bonat havia mudado de ideia e decidido se inscrever. No dia seguinte, o TRF4 divulgou a lista dos inscritos com ele na cabeça. Se Bonat não mudasse de ideia até a meia-noite do dia 24, dali a três dias, a vaga seria dele. Mas Schattschneider vinha na segunda posição. Por isso, a articulação continuou para que Bonat não desistisse.

As mensagens indicam que procuradores da Lava Jato trataram pessoalmente desse assunto com a cúpula da Justiça Federal do Paraná. Eles mencionam um encontro em 22 de janeiro, um dia após o encerramento das inscrições. Ao final da reunião, Dallagnol fez um resumo aos colegas:

Em viva voz, o procurador faz duas grandes confissões. Juízes federais alinhados à Lava Jato “estavam preocupados” com a possibilidade de que Schattschneider ficasse com a vaga de Moro, segundo Dallagnol, e, por isso, conseguiram convencer Bonat a se inscrever de última hora, “por amor à camisa”.

Esses magistrados, que não são identificados por Dallagnol no áudio, lançam uma suspeita sobre Schattschneider: a de que ele havia tentado iludir a corregedoria da Justiça Federal sobre sua intenção de suceder Moro. Procuramos Schattschneider em seu gabinete para que comentasse a suspeita levantada pela corregedoria, mas ele não respondeu às tentativas de contato.

Para manter o interesse de Bonat no cargo, os juízes e o MPF decidiram tentar algo que Dallagnol havia sugerido em 10 de janeiro: transformar o magistrado numa espécie de líder de um grupo de três outros juízes que ajudariam a dar agilidade aos processos. Segundo o áudio de Dallagnol, quem estava à frente desse plano era o juiz Marcelo Malucelli, mas a cúpula do TRF-4 já tinha se manifestado contra a ideia.

Procuramos Malucelli para que comentasse a declaração de Dallagnol, mas o juiz disse não saber que Bonat foi convencido de última hora e não esclareceu se articulou ou não o plano de designar juízes assessores para ele. “Várias medidas de auxílio foram tomadas pela corregedoria do TRF4 para a 13ª Vara de Curitiba, antes e depois da saída do juiz Moro. À direção do foro incumbe apenas cumpri-las”, respondeu.

A preocupação dos procuradores se dissipou no dia seguinte, 23 de janeiro, quando eles ficaram sabendo que Schattschneider havia desistido da vaga. No fim das contas, Bonat assumiu a 13ª Vara no dia 6 de março.

Entregamos a transcrição integral dos áudios e um resumo cronológico detalhado das mensagens de texto ao TRF4, à Justiça Federal do Paraná e ao MPF. Aos órgãos do Judiciário, perguntamos se eram verdadeiras as afirmações de Dallagnol de que os juízes só convenceram Bonat a concorrer à vaga de Moro de última hora porque “estavam preocupados” com a chance de vitória de Schattschneider e de que a direção do tribunal discutiu nomear três juízes assessores para “dar um apoio” ao magistrado veterano à frente da Lava Jato.

Também perguntamos se o tribunal não considera que as conversas narradas por Dallagnol são uma interferência indevida no Judiciário e fizemos o mesmo questionamento à força-tarefa da Lava Jato. Ao MPF, perguntamos se os procuradores chegaram a visitar candidatos para a vaga de Moro, como disse Dallagnol, e se o órgão não considerava inadequado o lobby sobre os juízes para viabilizar os nomes de sua preferência e, depois que esse plano falhou, para garantir que Bonat não desistisse da vaga.

Todas as questões ficaram sem resposta. Além de não se manifestar institucionalmente, o TRF4 não emitiu posicionamento de nenhum dos juízes citados nas conversas, aos quais direcionamos perguntas específicas. O MPF também preferiu não se manifestar.

The Intercept Brasil

 

Opinião dos leitores

  1. Concordo com o seu comentário, cara Renata Bastos. Os corruptos podem conversar, pessoas do bem, não podem! João Macena.

  2. Intercept já publicou algum vazamento do PT? E de Bolsonaro? E da AGU ou STF? Porque só dos integrantes da lava jato. Esse blog não deveria nem existir mais, e Greenvalda deveria estar presa ou expulsa do país.

  3. O ódio ideológico realmente é uma [email protected]!
    O presidente desses que detonam o intercep falou com todas as letras: ACABEI O LAVA JATO, e nao causou tamanha indignação.
    Agora o intecept Brasil divulga áudios, conversar autênticas sobre os desmandos do lava jato e a mesma turma se volta contra o intercept.
    Realmente ser gado é nao ter caráter.

    1. Parece que é você que tem ódio ideológico… isso é "ILÓGICO"…

  4. Quadrilha. Se fizessem isso com a milícia do planalto, os ruminantes estariam espumando pela boca que nem cachorros.
    Raça desprezível.

  5. Nada demais!!
    Só preocupação para que a lava jato não sofresse descontinuidade…
    Corretíssimo!!
    Só aplausos para esse funcionário publico pelo empenho e comprometimento com a instituição.

    Estranho é se ele estivesse combinando alguma coisa com Lula, Zé Dirceu , Marcelo Odebrech e outras figurinhas que estavam chafurdando na lama da corrupção.

  6. E daí??!
    Chega de hipocrisia! Os bandidos se unem, mesmo de ideologias diferentes e o cidadão de bem, não pode fazer nada em prol do bemmm!

  7. Esse é só um jornalzinho dos vermelhinhos, só eles ligam pra choradeira do jornal……tudinho revoltadinho pq Moro colocou o Pinguço Trambiqueiro na cadeia.

  8. Qual o problema de ter um aliado que defendam causas nobres e do coletivo? Se grampeassem todos dos poderes nas nomeações de cargos comissionados e de confiança sairiam coisas bem piores, interesses econômicos e manutenções de esquemas escusos é a toada. E na hora de inserir essa emenda que soltou o cabeça do PCC?

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Judiciário

Defesa de Deltan Dallagnol vai recorrer ao STF após punição pelo CNMP

A defesa do procurador Deltan Dallagnol vai recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) da punição de censura a qual ele foi submetido nesta terça-feira pelo Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP).

Os advogados ainda estudam qual instrumento será utilizado, se um mandado de segurança ou uma ação civil ordinária. A decisão será contestada no STF assim que o acórdão do julgamento de hoje for publicado.

A defesa vai alegar, entre outras coisas, que não foi intimada, após a determinação do ministro Gilmar Mendes de suspender a decisão provisória de Celso de Mello e ordenar que o processo administrativo disciplinar fosse analisado pelo CNMP.

Para fundamentar o pedido, a defesa vai se basear no regimento interno do conselho. O artigo 41 prevê que “nos feitos de que possa resultar aplicação de sanção disciplinar, as intimações do requerido serão realizadas pessoalmente, por servidor designado, ou por edital publicado no Diário Eletrônico do CNMP ou, conforme o caso, no Diário Oficial da União, se não encontrado”.

Já o artigo 95 do regimento diz que “o acusado ou seu defensor devera´ ser intimado de todos os atos e termos do processo, com antecedência mínima de três dias úteis.

Os dois artigos foram citados pelo presidente da Associação Nacional dos Procuradores da República, Fábio George, durante questão de ordem realizada na tribuna do plenário do conselho. Ele se pronunciou antes do início do julgamento.

“Solicitaria que, ao menos, fosse indagado à secretaria[-geral do CNMP] sobre esse cumprimento. Porque de uma forma ou de outra temos a possibilidade de iniciar um julgamento sem o cumprimento desses dois dispositivos. E eu confesso que em 15 anos acompanhando a atuação do Conselho Nacional do Ministério Público nunca observei”, afirmou.

Em resposta, o secretário-geral do CNMP, procurador Jaime de Cassio Miranda, informou que não houve intimação formal. “A secretaria informa que não foi feita a intimação formal após ter sido informada dessa decisão na última sexta-feira à noite “, disse o secretário-geral.

Os conselheiros alegaram que cabia ao CNMP cumprir a determinação do ministro Gilmar Mendes.

“O que nos cabe como membros deste colegiado é cumprir a decisão do Supremo Tribunal Federal. Como cumprimos a decisão que foi emanada na noite de segunda-feira véspera da sessão de terça [17 de agosto] e agora, cujos efeitos foram retroativamente desconstituídos, votamos ao julgamento perante o colegiado”, disse o conselheiro Otávio Luiz Rodrigues Junior, relator do processo.

CNN Brasil

 

Opinião dos leitores

  1. REALMENTE, CHEGUEI A CONCLUSÃO QUE ESTE PAIS NÃO É SERIO, TANTA COISA PRA SE FAZER E ESSES BURROCRATAS PERDENDO TEMPO E JOGANDO DINHEIRO PUBLICO NA LATA DO LIXO.

  2. Hoje eu não perco, em hipótese alguma, o programa do jornalista Reinaldo Azevedo! Falando acerca da decisão do CNMP contra esse "santo inocente".

    1. Reinaldo Azevedo???? kkkkkkk
      Você merece. Todo castigo pra corno é pouco.

  3. Vai levar outra queda no STF! O santo, o honesto, o paladino da justiça….SQN! Ele começou a colher os frutos dos seus atos agora! Vai colher muitos frutos podres ainda.

    1. Índignados ficamos nós, os que, como eu, não têm bandidos de estimação. Fico desolado com atitudes idiotas(ou desomestas) como essa sua(use seu nome, não se esconda) ao proteger bandidos que roubaram oportunidades de muitos brasileiros. Esses seres demoníacos surupiaram o futuro dos nossos filhos ao desviarem verbas da educação, tiraram vidas de milhares de idosos e crianças que deixará de ser atendidas nos hospitais públicos, por falta de verbas que também foram roubadas por essa corja que é defendida por seres com pensamentos abjetos como esse seu. Busco, mas não acho lógica nesse tipo.de raciocínio e comportamento, a não ser que faças parte da quadrilha.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Judiciário

CNMP pune Deltan Dallagnol com censura por postagens contra Renan Calheiros

Foto: Reprodução/TV Globo

O Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) decidiu nesta terça-feira (8), por nove votos a um, punir o procurador da República Deltan Dallagnol por postagens em rede social em que ele se posicionou contra a eleição do senador Renan Calheiros (MDB-AL) para a presidência do Senado, em 2019.

A penalidade de censura é a segunda mais branda aplicada pelo conselho, depois da advertência. Ela atrasa a progressão na carreira e serve de agravante em outros processos no conselho. Os procuradores também podem ser punidos com suspensão, demissão ou cassação da aposentadoria.

A ação foi apresentada por Calheiros, que alegou interferência de Dallagnol na disputa pela presidência do Senado. As postagens diziam, por exemplo, que caso Calheiros fosse eleito, “dificilmente veremos reforma contra corrupção aprovada”.

Calheiros perdeu a disputa para Davi Alcolumbre (DEM-AP).

O processo contra Dallagnol foi incluído na pauta do conselho após decisão de sexta-feira (4) do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Mendes reviu uma decisão anterior do ministro do STF Celso de Mello, que havia paralisado a análise do caso. Com problemas de saúde, Mello está afastado do Supremo desde 19 de agosto.

Também por ordem do Supremo, do ministro Luiz Fux, o conselho não pôde considerar uma pena de advertência de 2019 para agravar a situação disciplinar de Deltan Dallagnol em novos processos.

Liberdade de expressão

O relator do caso, conselheiro Otávio Rodrigues, votou para aplicar a penalidade de censura a Deltan e defendeu que esse caso não deve ser reduzido a um debate sobre liberdade de expressão.

O conselheiro afirmou que Deltan “ultrapassou os limites da simples crítica, com manifestação pessoal desconfortável à vítima”, e que o procurador “atacou de modo deliberado não só um senador da República, mas ao Poder Legislativo”.

Ainda de acordo com Rodrigues, cabe ao membro do Ministério Público “a tarefa de zelar pela lisura do processo eleitoral, sob pena de prejudicar a própria credibilidade da instituição”.

“Reduzir este caso a um debate sobre liberdade de expressão é ignorar o imenso risco à democracia quando se abrem as portas para agentes não eleitos, vitalícios e inamovíveis, disputarem espaços, narrativas e, em última análise, o poder, com agentes eleitos, dependentes do sufrágio popular periódico”.

“Nada impede que os primeiros deixem o conforto de seus cargos públicos, renunciem à magistratura judiciária ou ministerial, e entrem na arena partidária, disputando votos e espaço na mídia sem a proteção reputacional que a toga e a beca quase sempre emprestam aos que as vestem”, afirmou ainda o relator.

“O membro do Ministério Público deve se abster de realizar manifestações públicas, pois ao fazê-lo, também compromete a isenção perante a sociedade”, concluiu o conselheiro.

G1

 

Opinião dos leitores

  1. Criticou bandido e corrupto aqui em nosso país, é cadeia na certa. Não para o bandido, claro, e sim para o denunciante.

  2. Interessante: Gilmar Mendes já esculhambou os procuradores da lava jato publicamente. Quem vai julgar beiçola?

  3. Bandido.
    Quer ser político se associe a algum partido, nao dá é ser procurador e político.
    A sua farsa tá sendo toda destruída, o pior, por aqueles que voce elegeu.

    1. Manoel, tem muitos idiotas postando por aqui mas pra te superar tá difícil.

    2. Bandido estúpido é você, Dalagnol desempenhou papel relevante na recuperação de mais de 50 bilhões de reais que foram subtraído dos cofres públicos brasileiros, e pela prisão de mega empresários e agentes públicos corruptos do mais alto escalão. Mais, essa cambada presa são responsáveis diretos pela suas limitações intelectuais e financeira, pois viviam desviando verbas que deveriam está sendo usadas pra corrigir essa sua deficiência e de muitos brasileiros.

  4. Esse procurador pensa que está cima da lei. Para o que ele fala é liberdade de expressão, para os outros é ação por dano moral. Que o diga o maior jornalista desse País, chamado Reinaldo Azevedo!

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Judiciário

Foi montado um “novo gabinete do ódio” para acabar com a Lava Jato, diz Deltan Dallagnol

Foto: Heuler Andrey/DiaEsportivo/Agência O Globo

O procurador da República Deltan Dallagnol disse nesta sexta-feira(03) ao jornal O Globo que “há algum novo gabinete do ódio, operando para macular a Lava Jato”. Na opinião dele, estão sendo plantadas notícias falsas na imprensa com o objetivo de destruir a imagem da força tarefa e desarticular o combate à corrupção.

A fala de Deltan é resposta à tentativa do PGR Augusto Aras de acabar com as forças-tarefa e criar uma unidade central de combate à corrupção subordinada à Procuradoria-Geral.

O procurador da Lava Jato reclamou também da notícia que se divulgou sobre a compra de três aparelhos Guardião para grampear telefones. Na verdade, o que se comprou foi um gravador interno de ramais, segundo Deltan.

“O que parece é que se está buscando produzir um clima propício para acabar com as forças-tarefas”, disse o procurador.

“Chegamos a um momento de desmonte institucional da forma de combater a corrupção empregada nos últimos anos. Houve um desmonte jurisprudencial, com o fim da prisão em segunda instância, um desmonte legislativo, com regras como a lei de abuso de autoridade e outras que dificultaram a colaboração premiada, e agora se busca desmontar os arranjos institucionais usados nos últimos seis anos para avançar contra a corrupção”, analisou.

Leia também a reportagem da Crusoé aqui.

O Antagonista, com O Globo e Crusoé

Opinião dos leitores

  1. Com a palavra aqueles abestalhados que ficam nas ruas pedindo fecha o STF!! Exército nas ruas!!…. Acabar com a lava jato é tão somente o pagamento do chamado CENTRÃO para apoio no congresso para um possível afastamento do BOZO.

  2. O Brasil é o único país do mundo onde "altas autoridades" da República se unem para destruir uma operação de combate à corrupção. A ORCRIM tem tentáculos em todo aparato estatal. É vergonhoso.

  3. O Brasil não suporta mais essas quadrilhas prejudicando a nação na guerra pelo poder. Tiraram uma quadrilha do poder e nós colocamos outra.

  4. "Uma mentira dita 100x torna-se verdadeira!"

    Criaram uma narrativa de gabinete do ódio e até agora não vemos nada plausível. Agora vem esse mané falar em "novo gabinete do ódio"!

    Patético!

  5. Bolsonaro é o maior vagabundo que já passou pelo palácio do planalto!
    #MORO2022

    1. Quando a lava-jato chega ao PSDB aí começaram a achar ruim, tô achando que o PT tinha razão quando dizia que Moro era tucano.

  6. Eita que fontes!!
    Como estão querendo acabar, se estão querendo pegar José Serra?
    Não é muita coincidência querer acabar a força tarefa da lava jato na hora que buscam alguém do PSDB?
    É só uma pergunta.
    O gabinete não é da peppa?

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Judiciário

Deltan Dallagnol processa Gilmar Mendes por danos morais

Fotos: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil; Nelson Jr./SCO/STF

Deltan Dallagnol resolveu processar Gilmar Mendes por danos morais, diz o Estadão.

Ele pede 59 mil reais.

Na ação, o procurador citou uma entrevista de Gilmar Mendes à Rádio Gaúcha, na qual o ministro do STF acusou a Lava Jato de ser uma organização criminosa, formada por “gente muito baixa, muito desqualificada”.

Ele citou também o julgamento de agravo regimental 4435, em que Gilmar Mendes chamou os integrantes da força-tarefa de “cretinos”, “gentalhada”, “desqualificada”, “despreparada”, “covardes”, “gângster”, “organização criminosa”, “voluptuosos”, “voluntaristas”, “espúrios”, “patifaria” e “vendilhões do templo”.

Assim como o julgamento do habeas corpus 166373, em que Gilmar Mendes chamou os procuradores de “falsos heróis” que combateriam o crime “cometendo crime”, numa “organização criminosa de Curitiba”, a mando de “gângster”.

O Antagonista com Estadão

Opinião dos leitores

  1. Até que enfim um Procurador arrochado pra processar esse canalha!!! Moro já deveria ter feito o mesmo… #foragilmar

  2. Ótimo! Temos lei para isso. Gilmar processou advogados por chamarem ele de ladrao.
    Agora aguenta!!

  3. Tem mais é que processar esse tendencioso, infame, mentiroso, acobertar de ladrões, beiçola, peçonhento, metido a alfabetizado. Os seus pares não o aceitam, as brigas com ele são recorrentes, muitos já o decifraram, tipo Marcos Aurélio Melo (são intrigados), Luiz Fux, Roberto Barroso, Fachin, e até o descarado Lewandowski. Da mesma forma é odiado pela populaçao, juristas e advogados famosos e de qualidade.

    1. Como ele está sendo processado, agora será que as provas contra os mafiosos de Curitiba serão consideradas?

      Cadeia pra Moro Conje e Deltan Dinheirol

  4. Essas palavras pesadas, descabidas e desmedidas de um ministro do STF a um membro do MP é um dos maiores desserviços que esse país já tomou conhecimento.
    Não são apenas palavras soltas, são acusações que devem ser apuradas e quem acusou, apresente as provas. Caso contrário, responda criminalmente pelas acusações.
    Qual a razão do ministro partir para cima do procurador? O que o procurador fez contra o ministro? O ministro tem a necessidade de atacar o procurador por qual razão?
    O ministro deveria está preocupado em defender a Constituição e não ir a público dar entrevista fazendo acusações, desqualificando e caluniando um procurador.
    Uma coisa é fato incontestável, enquanto o procurador processa corrupto, o STF cria, inventa e produz saída jurídica para deixar soltos os condenados.
    O BRASIL precisa de ordem e segurança ou cadeias vazias e condenados livres?

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Judiciário

Lula chama Deltan Dallagnol de “moleque desaforado”

Foto: Reprodução

Livre, leve e solto, Lula não para de postar no Twitter nesta quarta-feira.

O ex-presidiário anunciou que vai continuar atacando Jair Bolsonaro, Sergio Moro e Deltan Dallagnol.

“Eu, preso, vi o descarado do Dallagnol ameaçar o Congresso, ameaçar a Suprema Corte. É um moleque desaforado. Eu quero justiça e justiça passa por essas pessoas serem punidas”, tuitou o petista.

“Meu papel é falar com o povo. E não me peçam paciência. Nem com o Bolsonaro, nem com o Dallagnol, nem com o Moro. Eu tenho direito de brigar por justiça.”“Eu, preso, vi o descarado do Dallagnol ameaçar o Congresso, ameaçar a Suprema Corte. É um moleque desaforado. Eu quero justiça e justiça passa por essas pessoas serem punidas”, tuitou o petista.

O Antagonista

Opinião dos leitores

  1. O Chefão do petralhismo nem a caterva que o acompanha, têm moral para criticar nenhum cidadão. Seu palavreado maldoso não atingem à grandeza do Dr. Deltan Dallagnol.

    1. IVAN ESSE CANALHA SÓ PODE TER FUMADO MACONHA ESTRAGADA OU CHEIRANDO COCAÍNA MISTURADA COM FEZES.

    2. Fiquem tranquilos, já já ele enxerga a realidade.
      Esse esperniado não vai durar muito tempo.
      Ja tá bem pertinho dele ouvir o ronco das ruas. O LULA já era.

  2. Alimentar condenados na mídia, por quê?
    Leio e as vezes e outras comento, a cerca de alguns assuntos, porém chega desse blog encher a página com falas agressivas de um marginal. a sociedade quer ordem e progresso e não retrocesso. Falar todo dia do morto já é uma ofensa ao cidadão de bem.
    Chega, deixa esse ser desagradável para a história com sua trajetória de crimes.

  3. Esse indivíduo só prega o ódio, o separatismo, a divisão do nosso Povo, a baderna, vive de fazer ameaça à paz pública incitando a violência com palavras como vai ter luta, vamos reagir, temos que ir para o enfrentamento, temos que atacar não podemos ficar só na defesa. Agora incitar ele é bom, queria ver ele e sua trupe de mamadores, irem para as ruas jogar pedra no batalhão de choque, só sabem usar uns coitados como massa de manobra, enquanto eles ficam nos hotéis de luxo tomando vinho e whisk importados.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Judiciário

Aras convida procuradores da Lava Jato a retomarem cargos; Deltan Dallagnol elogia iniciativa

Foto: Dida Sampaio / Estadão Conteúdo

O subprocurador-geral Augusto Aras convida procuradores que deixaram a equipe da Operação Lava Jato na Procuradoria-Geral da República (PGR) recentemente a reassumirem seus cargos.

A “debandada” ocorreu em protesto contra a atuação da atual procuradora-geral, Raquel Dodge, que solicitou arquivamento de quatro anexos da delação do empreiteiro Léo Pinheiro que envolviam o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), um irmão do presidente do STF, Dias Toffoli, o ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Humberto Martins, e o presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), José Múcio Monteiro.

Indicado para a PGR pelo presidente da República, Jair Bolsonaro, o subprocurador Aras confirmou que cinco dos seis procuradores que pedirão demissão foram convidados a voltar.

De acordo com o jornal Estadão, a ideia de manter os nomes do grupo da Lava Jato da PGR partiu da procuradora Thaméa Danelon, ex-coordenadora da operação em São Paulo e primeira convidada de Aras para integrar a equipe que atua na área penal.

Maria Clara Noleto, Luana Vargas, Alessandro Oliveira, Hebert Mesquita e Victor Riccely são os nomes convidados.

A iniciativa de Aras motivou elogios do coordenador da força tarefa da Lava Jato no Paraná, o procurador Deltan Dallagnol.

“Os desafios do MPF e do combate à corrupção são imensos. Que possamos construir o futuro mediante o diálogo e a cooperação”, disse Dallagnol.

Com Estadão e Renova Mídia

Opinião dos leitores

  1. Thaméa Danelon, procuradora, funcionária pública, se prestou a ser secretária do Advogado Carvalhosa, fazendo a minuta do impeachment de Gilmar Mendes. Leiam bem: Uma procuradora trabalhando para um advogado privado para conspirar contra do STF. Quando ela inforou a Dallagnol o que se passava ele deveria tirar ela da operação lavajato e denunciado a corregedoria. Sabe o que ele fez? Deu os parabéns dizendo "Sensacional, Tamis! Manda Ver.

    1. " Conspiração contra stf ", meu DEUS, quanta inocência e desinformação. Não escreva mais nada bb

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Diversos

Site “The Intercept” publica que Deltan Dallagnol teria cogitado se candidatar ao Senado e não descartaria 2022

O procurador Deltan Dallagnol considerou durante mais de um ano se candidatar ao Senado nas eleições de 2018, dizem mensagens trocadas via Telegram e entregues ao Intercept por uma fonte anônima. Num chat consigo mesmo, que funcionava como espaço de reflexão do procurador, ele chegou a se considerar “provavelmente eleito”. Também avaliou que a mudança que desejava implantar no país dependeria de “o MPF lançar um candidato por Estado” — uma evidente atuação partidária do Ministério Público Federal, proibida pela Constituição.

Confira matéria completa no portal Justiça Potiguar clicando aqui.

Opinião dos leitores

  1. Me assusta o nível da loucura deste Dallagnol. Um cara que fala sozinho em chat. Um sujeito que discute seu futuro na terceira pessoa.
    Mas o mais assustador é que um bando de jornalistas carreiristas e canalhas deu visibilidade e voz pra este sociopata.

    1. É o que ômi. Vc acha que pra desbaratar essa enorme quadrilha, a PF, o MP e um juizeco conseguem fazer alguma coisa? Amigo essa quadrilha é uma rede bem montada, onde vários membros dela estão n STF, sabe pra que? É pra travar, dificultar, anular a ação dos homens de bem, que tentarem atingir esses bandidos. Só esses gênios da lava jato conseguiram parar as ações nefasta desses CANALHAS ladrões… Pra Isso tiveram que arregimentar a mídia, alguns políticos, dobrar parte podre do stf, acontece que com o tempo, e o avanço da operação, começa atingir todos os bandidos, nisso, eles, os bandidos, ensaiam uma reação, e é isso que estamos vendo, são aliados dos bandidos na mídia, nas redes sociais, nos tribunais, todos querendo extinguir a operação mais eficiente e favorável ao povo e a nação de toda a história desse país. São roubos de trilhões de reais desvendados, poderosos presos, bilhões recuperados. Você acha algo mais maravilhoso que isso? Viva a lava jato e MORO 2022

  2. O mais assustador é o tom de megalomania e a certeza do tom político dado por Deltan a lava jato (eu sou a favor da operação). Subiu tanta a cabeça que ele mandava as mensagens para si próprio num devaneio sem tamanho. Detalhe: A CF proíbe que membros do poder judiciário, incluindo do Ministério Público Federal, se filiem a partidos políticos e disputam eleições.

  3. Pronto mais um crime cometido por Dallagnol, falou em ser candidato aaiiimmmmmm!!!!
    Como é mesmo o resultado da pesquisa dessa semana, fabricada nos porões da esquerda e divulgada pelo datafolha que dá vitória ao derrotado Haddad???
    Não tem nada mesmo patético e improdutivo para ficar gastando o tempo???
    Qual a razão desse terroristas do intercePT não estão presos??? Lembrei, vocês mebram??? Gilmar Impunidade Mendes deu um HC preventivo a eles. Isso sim é fazer justiça!!!

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Judiciário

Juiz suspende processo disciplinar contra Deltan Dallagnol

Foto: Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil – 14.11.2016

O juiz federal do Paraná Nivaldo Brunoni determinou a suspensão de processo administrativo no Conselho Nacional do Ministério Público contra o coordenador da força-tarefa da Operação Lava Jato, Deltan Dallagnol. O procedimento se refere a críticas que o procurador fez a ministros do Supremo Tribunal Federal. A decisão corre em segredo de Justiça.

Em entrevista, Deltan afirmou: “Os três mesmos de sempre do Supremo Tribunal Federal que tiram tudo de Curitiba e mandam tudo para a Justiça Eleitoral e que dão sempre os habeas corpus, que estão sempre se tornando uma panelinha assim… que mandam uma mensagem muito forte de leniência a favor da corrupção”.

Deltan recorreu ao Judiciário pela reabertura do prazo de 10 dias para suas alegações finais no processo. O pedido foi acolhido pelo juiz.

De acordo com o magistrado, “o CNMP tomou conhecimento de que a defesa do requerente fora descontinuada ainda durante o curso do prazo para alegações finais e, ademais, havia prova no processo de que os novos advogados vinham tentando habilitar-se e ter acesso aos elementos de prova existentes no processo”.

“Logo, não parece razoável tolher da defesa técnica a oportunidade de defender o acusado naquele que é o último evento próprio para o exercício da ampla defesa no PAD (segundo o Regimento Interno do CNMP): as alegações finais”, escreveu.

“Há claro prejuízo à ampla defesa e ao contraditório do processado, que deixou de apresentar alegações finais porque o advogado originalmente constituído renunciou/substabeleceu, no interregno do prazo que escoava, os poderes que lhe foram atribuídos, dificultando a ação de seus sucessores — que, por sua vez, não tiveram tempo hábil para, nas horas que remanesciam analisar os conteúdos do PAD nº 1.00898/2018- 99 e do RD n.º 1.00762/2018-98 e formular os argumentos defensivos”, anotou.

O magistrado que acolheu pedido de Deltan atua na Operação Lava Jato. Brunoni trabalhou como juiz convocado do Tribunal Regional Federal da 4ª Região em casos envolvendo as investigações sobre o escândalo da Petrobras.

Ele foi responsável, por exemplo, pelo ofício encaminhado ao então juiz federal Sergio Moro, em abril de 2018, para determinar a prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, para cumprimento de pena no caso triplex.

R7, com Estadão

 

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Judiciário

Justiça Federal determina adiamento do julgamento do processo disciplinar envolvendo Deltan Dallagnol no CNMP

A Justiça Federal determinou o adiamento do julgamento do processo disciplinar envolvendo Deltan Dallagnol no CNMP (leia aqui a íntegra da decisão).

O julgamento estava previsto para terça-feira, dia 27.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Judiciário

PRESTÍGIO: Ex-ministro do STF defenderá Deltan Dallagnol no CNMP sem cobrar

Os advogados Eduardo Mendonça e Felipe de Melo Fonte deixaram a defesa de Deltan Dallagnol nos processos aos quais responde no CNMP. O coordenador da força-tarefa da Lava Jato, no entanto, contará com a ajuda do ex-ministro do STF Francisco Rezek, informa o UOL.

A entrada de Rezek no caso acontece a pedido da ANPR. Ele ajudará na defesa de Deltan “pro bono” — ou seja, sem cobrar.

O Antagonista

Opinião dos leitores

  1. PRESTÍGIO NÃO BG.
    COMPETÊNCIA!!!
    Ainda tem muitos brasileiros dispostos a ajudar o país.
    De fender dr Deltan, gratuitamente é ter amor pelo Brasil.
    O resto é esperneio da esquerda, junto com a grande mídia.

  2. Péra, a defesa do Deltan era feita por advogados do escritório do Barroso? (aí alguém vai dizer que o escritório não é mais do Barroso, ele saiu pra assumir vaga no STF. Isso funciona assim: ele finge que não é mais dele e todo mundo finge que acredita)

    1. Vitor, não dê apoio a bandidagem, logo vc será, se já não é, vítima do bandido.

    2. Fala, Delano. Bandido: substantivo masculino. Indivíduo que pratica atividades criminosas. Entendeu? Não interessa de que lado seja. Infringiu a lei deve pagar.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Judiciário

Conselho Nacional desarquiva reclamação contra Deltan Dallagnol

FOTO: ERNANI OGATA/CÓDIGO19/ESTADÃO CONTEÚDO

O CNMP (Conselho Nacional do Ministério Público) impôs na manhã desta terça-feira (13) dois reveses ao coordenador da força-tarefa da Lava Jato no Paraná, Deltan Dallagnol.

Na sessão desta terça, o órgão decidiu desarquivar uma reclamação disciplinar contra os procuradores Deltan Dallagnol e Roberson Pozzobon, integrantes da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba, em função de supostas mensagens trocadas entre eles e publicadas pelo site The Intercept Brasil e pelo jornal Folha de S.Paulo.

O pedido para o caso ser desarquivado foi apresentado na sessão desta terça-feira pelos conselheiros Leonardo Accioly da Silva e Erick Venâncio Lima do Nascimento. O relator ainda será definido.

A decisão de arquivamento havia sido tomada individualmente pelo corregedor nacional do Ministério Público, Orlando Rochadel Moreira. Na sessão desta terça-feira, foi decidido que um conselheiro será designado para analisar o pedido de revisão do arquivamento.

O novo relator deverá se manifestar se mantém ou não o arquivamento, mas, segundo a assessoria do CNMP, na prática, o caso já está reaberto para reconsideração.

Em outro caso, o conselho também negou um recurso apresentado por Deltan Dallagnol, contra a abertura de um processo administrativo disciplinar.

Esse segundo episódio diz respeito às declarações de Deltan à rádio CBN, em que ele sugeriu que o STF (Supremo Tribunal Federal) passa a imagem de leniência a favor da corrupção. Com a negação do recurso, o processo seguirá tramitando normalmente no órgão.

Em uma terceira decisão envolvendo Deltan, o CNMP também decidiu adiar a análise de um outro caso, movido pelo senador Renan Calheiros (MDB-AL), se refere a críticas disparadas por Deltan ao longo da campanha eleitoral do ano passado.

Recado

Em meio à publicação de mensagens atribuídas a integrantes da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, disse nesta terça-feira que apoia a atuação de membros do Ministério Público, mas observou que exige “atuação dentro dos marcos da legalidade”.

O comentário da procuradora foi feito na abertura da sessão do CNMP. Integrantes do CNMP ouvidos reservadamente pela reportagem enxergaram na fala de Raquel Dodge um recado claro direcionado a Dallagnol e aos demais integrantes da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba.

“A Procuradoria Geral da República apoia a atuação institucional de todos os seus membros, para o cumprimento da missão. Mas igualmente exige que o desempenho da atuação institucional se dê inteiramente dentro dos marcos da legalidade”, disse Raquel Dodge na abertura da sessão, sem mencionar nomes ou casos específicos.

“E respeita e apoia a atuação constitucional deste Conselho Nacional do Ministério Público, cuja missão constitucional é zelar pela autonomia funcional e administrativa do Ministério Público, o que faz incentivando boas práticas, apoiando projetos criativos para melhor desempenho das funções, e controlando a atuação administrativa e financeira dos dirigentes e membros, para que haja o efetivo respeito aos seus deveres funcionais”, completou.

Estadão

 

Opinião dos leitores

  1. Nesse país de bandido, mexer com corrupto de colarinho branco dá processo!!! O povão gosta é de diálogos "cabulosos"…Bandido bom é bandido preso!!!!

  2. Palhaçada.
    País de bananas.
    Quando surge um pra fazer valer a lei, surgem mil ladrões pra roubar a dignidade da esperança por dias melhores.

    1. Carlos, que dignidade ?.
      Moro e Deltan, agiram de forma espúria, quebrando as normas do direito legal; eles na condição de agentes públicos tem o dever de zelar pela lisura do processo. Então vejamos:
      Moro, pede aos seus pares para não incomodar FERNANDO HENRIQUE CARDOSO, "ele é um bom aliado", solicita também a não apreensão do celular de EDUARDO CUNHA …… Deltan, agindo como se fora um politico; fazendo armação.. perdoe-me ajustiça não pode agir assim…..

    2. Fazer valer a lei não é a mesma coisa que IMPOR a própria lei ao bel-prazer.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Jornalismo

ÁUDIO E VÍDEO: BG comenta o Modus Operandi de Deltan Dallagnol

Confira o comentário do BG sobre o “Modus Operandi” de Deltan Dallagnol. Trecho direto do programa Meio-Dia RN nesta segunda-feira(12).

Opinião dos leitores

  1. Deltan é membro de uma quadrilha de grileiros de terras. E vcs todos foram enganados. Se tivesse estudado DIREITO, saberiam que a justiça para ser boa tem que seguir LEIS e não pode ser realizada de acordo com convicções políticas e interesses pessoais.
    Moro como JUIZ, deveria ser imparcial e ético. Jamais poderia combinar sentença com Deltan.
    Acordem e peçam perdão a DEUS. Dallagnol já deve estar orando de joelhos porque sua religião não aceita cobiça e mentira.

    1. Nossa, vc deve ter estudado muito…..hoje não passa de uma viúva do presidiario barbudo. Tenha vergonha na cara vagabundo

  2. OI????? É SURREAL. EITA SOCIEDADE DOENTE. O DISCURSO ERA QUE POLITICO DE COLARINHO BRANCO NÃO IA PRESO NO BRASIL. AGORA VEMOS AOS POUCOS ALGUNS ATRÁS DAS GRADES GRAÇAS AO TRABALHO DE JUÍZES E PROCURADORES CONCURSADOS, E NÃO NOMEADOS, PORÉM, UM GRUPINHO DA SOCIEDADE QUER A CABEÇA DOS JUÍZES E DOS PROCURADOS. É DE LASCAR.

  3. BG lamentável seus comentários contra o procurador Deltan … Todos sem nexo e um pingo de embasamento jurídico, esta é sua opinião pessoal, a minha e de milhões de brasileiros são totalmente diferentes da sua …

  4. BG!
    Não esqueça que dr Deltan, tá lutando com gente de calibre grosso, não é com menino buchudo não viu? Veja do que esses caras são capazes, e ainda mais com o aval do ministro Gilmar Mendes e parte da grande mídia BG.
    De maneira que se ouve algum escorrego, foi porque foi PRECISO. não que justifique, mas dr Deltan já começou a pagar pelo erro, bastar ouvir o seu comentário.
    Agora, de uma coisa fique certo BG.
    Ou o cara tem CORAGEM de agir assim como ele agi, na canelada, na tapa de todo jeito, ou ele e toda equipe lava jato, é esmagada, atropelada e as várias noites em claro trabalhando, não terá valido a pena pra sociedade, pros brasileiros, ta certo?
    Ou se dá um basta nesses corruptos agora BG, ou tchau tchau Brasil.

  5. BG vc ataca dalalagnol querendo repetir a boquinha do governo, tu vai ficar sem patrocinion nós vamos parar de comprar produto que patrocina esse blog

  6. Não se faça de inocente bg, o aparelhamento do estado na mão dos bandidos, não deixaria em hipótese alguma a ação da justiça desbarata-los, prendê-los e recuperar o que recuperou, sem a quebra de algumas barreiras tão bem montadas por esses criminosos. Os criminosos tem representantes bem pagos no judiciário, na mídia, no congresso e na sociedade organizada, tanto é verdade que até hoje, a justiça nunca conseguiu impor a lei contra esses ladrões de dinheiro público brasileiro, e isso é o mal maior responsável pelo desemprego e miséria que se alastra pela nação.

  7. É por atitudes como essa do nobre blogueiro que a cada dia vejo que o crime realmente compensa,um grupo criminoso como esse que vem sendo colocado na cadeia a cada fase da lava jato.Olhe Sr: BG eu tenho vergonha de ser brasileiro quando vem à minha mente que as articulações criadas para acabar com essa operação está dando certo.O grupo criminoso está caminhando para se safar,que país de MERDA é esse que vivemos,gostaria de ter condições de levar minha familia para bem longe desta POCILGA.

  8. Já vi publicação de modus operandi de quadrilha ou bandido que ataca a sociedade. O BG está interessado em divulgar o modus operandi de um esquemma que desarticulou a maior organização de corrupção do Brasil. E que já recuperou mais de R$ 4 bilhões.
    PARABÉNS BG voce vai virar um herói.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Judiciário

Deltan Dallagnol diz que corrupção reage à Lava Jato: “O rolo compressor político quer o retrocesso”

Foto: Geraldo Bubniak / Agência O Globo

Deltan Dallagnol, em entrevista à Época, falou sobre a reação de setores da classe política à Lava Jato.

Segundo o coordenador da força-tarefa, o “rolo compressor político quer o retrocesso”. “A corrupção reage”, afirma.

“Existe um oportunismo de buscar e identificar qualquer brecha para atacar a operação, distorcer fatos e atacar os personagens que acabaram tendo protagonismo na operação. E o objetivo disso, a meu ver, não é atacar a pessoa do Deltan, a pessoa do Moro. É atacar o caso, a Lava Jato”, disse.

Dallagnol afirmou ainda:

“O que a sociedade precisa reconhecer é que não é suficiente um grupo de procuradores, policiais, juízes, auditores, de pessoas, lutarem contra o sistema corrupto. Talvez a ilusão tenha sido em algum momento acreditar que a Justiça iria se sobrepor ao sistema político.”

O Antagonista com Época

Opinião dos leitores

  1. Dr Deltan, fique tranquilo, a essa altura do campeonato, depois de Dr Moro o senhor já é o terceiro da fila ok?? Enquanto os esquerdopatas, só tem o preso, Lula da silva.
    Isso quer dizer, que podem espernear, PT ladrão nunca mais.
    Tchau corruptos.

  2. Enquanto a chamada força da natureza composta pela banda corrupta da política, a banda corrupta do empresariado e a banda comprada da imprensa não acabar com a lava jato ela não desistirá, até porque não tem outra saída para sobreviver e continuar roubando à população e destruindo o país ,em beneficio próprio.

  3. Vejo pessoas defendendo seus lados na política, vejo gritos em favor de um e outro, vejo que realmente dividiram o país politicamente.
    Nisso tudo existe algo INCONTESTÁVEL: " O QUANTO A VERDADE VEM INCOMODANDO".
    Incomoda tanto que muitos vivem das ilusões criadas para NÃO SENTIR A DOR QUE A VERDADE causa.
    Impressiona ver o quanto esse país foi levado, dominado e doutrinado a viver de utopias criadas em nome da continuidade no poder.
    Temos uma parte significativa do povo brasileira devidamente ADESTRADOS, DOUTRINADOS, MANIPULADOS para só ouvir, entender e seguir o que 01 partido fala, cria e vende. O domínio na mente dessas pessoas é tão FORTE e SIGNIFICATIVO que eles se olham não se vêem. VÃO GRITAR E ACUSAR OS OUTROS DE SER E FAZER AQUILO QUE PRATICAM. Com isso fica a pergunta: Fazem propositalmente ou por desespero?????

  4. Entendo ele, mas o que se está discutindo são os meios que ele queria usar para atacar as pessoas envolvidas nos processos, disso ele não falou, ou seja tá mesmo esperando o coice de Gilmarzinho, que deve tá a caminho e disso não tenham dúvidas.

  5. Na condição de brasileiro e da liberdade de opinião, embora reconhecendo minha humildade, externo minha total confiança em Deltan, Moro e demais bravos que levam adiante a Operação Lava Jato. Pena que parte significativa do país não faça o mesmo e, agindo assim, contribua para dificultar a moralização do país.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Diversos

Reportagem do UOL com informações do The Intercept noticia que Deltan Dallagnol “usou” a Rede para mover ação contra decisão de Gilmar Mendes

Com base em outras mensagens roubadas, o UOL, parceiro agora oficial de Glenn Greenwald, diz que Deltan Dallagnol “usou” a Rede para mover ação contra decisão de Gilmar Mendes, depois que o ministro concedeu um HC de ofício em favor do tucano Beto Richa.

O UOL diz que, como procurador de primeira instância, Deltan “usurpou” a competência da PGR.

Análise de O Antagonista rechaça “análise” e diz que um partido político, que tem legitimidade para propor ADPFs, pode muito bem ser convencido por qualquer cidadão — e procuradores são cidadãos — a propor ações de qualquer tipo. É do jogo. E a Rede não pode ser tratada como legenda de aluguel.

Procurador não é juiz, senhores.

O Antagonista ainda provoca reportagem e diz que “Usurpação é o que ministro de tribunal superior faz ao encontrar-se na calada da noite com poderosos acusados de crimes de corrupção e lavagem de dinheiro”.

Com informações de O Antagonista e UOL

Opinião dos leitores

  1. Lula livre, Cunha livre Cabral livre solta tudo a lava jato foi uma farsa! Eram 3 anjinhos junto com Dirceu e mais 155 condenados solta tudo foi tudo forjado

    1. Raimundo, acho que estão confundindo as coisas. Lula e todos que devem têm que ficar presos, porém não justifica uma ação ilegal para coibir outra. Se for assim, não haverá justiça no real sentido da palavra. Tem que ser punido quem erra, independente de que é.

  2. Homi, Dallagninho parece que não trabalhava muito não, era como diz minha mãe "dipindurado" nos apps de conversas. agora ele arranjou o chapéu da viagem, cutucou onça com vara curta mesmo, querendo reiar logo quem? Gilmarzinho não é de levar desaforo para casa, o procurador bb da nívea e lisa pele que aguarde.

  3. Essa operação lava jato parece cometer mais ilegalidades que a quem eles acusam. Qualquer cidadão pode acionar partidos, mas quando um cidadão, procurador, usa isso para conseguir algo que não seja por interesses coletivos e sim, de um grupo, isso não pode. Por que não acionaram a procuradoria geral da república para obter o que queriam? Porque é um jogo, não movimentos republicanos.

    1. Eu até acredito que a Lava Jato começou com uma boa intenção, mas visivelmente foi contaminada pelo viés político e deixou de ser imparcial. Perdemos uma ótima oportunidade de colocar muita gente dos dois "lados" na cadeia. Conseguiram o que queriam, esquerda na cadeia e direita no poder. Pau que bate em Chico deveria bater em Francisco.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *