
Foto: Ministério da Defesa
A pressão exercida por governadores fez o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) recuar de sua ideia de encerrar a operação militar para reforçar a segurança do Ceará, estado que enfrenta um motim policial desde a semana passada.
Os chefes de Executivo estadual discutiram dois movimentos. Ao longo da madrugada de sexta-feira (28), após a live em que Bolsonaro, na noite anterior, insinuou que não prorrogaria a GLO (Operação de Garantia da Lei e da Ordem), uma estratégia jurídica foi discutida.
Participaram das conversas governadores, parlamentares e os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), e do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli.
Houve consenso de que o governador Camilo Santana (PT-CE) poderia, caso tivesse seu pedido de prorrogação da GLO negado, judicializar a questão.
Uma opção mais simples seria ele entrar com um pedido de decisão provisória no Supremo para manter as forças federais no seu estado. Outra, mais audaciosa do ponto de vista institucional, seria pedir ao STF ou ao Congresso que requisitasse a GLO a Bolsonaro.
O artigo 142 da Constituição prevê que as operações sejam determinadas pelo presidente por decisão própria ou a pedido dos chefes dos outros Poderes —sempre que um governador se declare incapaz de cumprir a missão de garantir a segurança pública.
Essa movimentação chegou aos ouvidos do governo por meio de conversas entre Toffoli e o ministro da Defesa, general Fernando Azevedo.Pela manhã, contudo, outra frente se abriu.
Como relatou a colunista Mônica Bergamo, governadores do Rio, Bahia, Piauí e Maranhão combinaram enviar tropas estaduais para apoiar o Ceará se Bolsonaro deixasse Santana na mão.
São Paulo também considerou a hipótese, mas Bolsonaro acabou desistindo e editou novo decreto prorrogando a GLO iniciada em 21 de fevereiro para o dia 6 de março —o que foi revelado pela coluna Painel, da Folha.
Em nota da Secretaria de Comunicação que anunciou a medida, o presidente da República pediu que o Congresso discuta e vote o projeto que isenta de punição militares que venham a matar alguém durante operações de GLO.
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Folhapress
Se essa BOSTA FOSSE UM PRESIDENTE DIGNO NAO PRECISARIA ESTAR COM PIRES NA MAO PEDINDO O QUE É DA POPULAÇÃO …ESSE PINICO SO SABE CAGAR…..NAHHHHH….QUEIMA
Eu acredito q é obrigação do governo federal unir suas forças com estados que estão com problema principalmente quando afeta o povo. Não precisa ser um entendedor de lei para saber disso! Mas pelo que vi é algo digamos rivalidade política, absurdo! Ele quis governar sabendo da situação do país, então bora trabalhar e assumir a real função do governo servir ao povo.
Mande Ciro e o irmão enfrentarem as facções do Ceará. Cadê a coragem deles? Só tem gogó p criticar Bolsonaro?
A Folhapress esqueceu de Fátima, até porque seria ingratidão da Governadora não mandar policiais do RN ( mesmo com um déficit de policiais e total insegurança) ao Ceará. Devido ao foto do Governador Camilo ter emprestado o helicóptero.
Hahahahhahahahahahaha…….