O baixista potiguar Júnior Bass Groovador, sucesso no Palco Mundo no Rock in Rio 2019 ao tocar ao lado do ator e músico Jack Black, é o entrevistado deste sábado do programa CARA A CARA COM BG.
Cara a Cara com BG, sábado, às 8h30, na TV Ponta Negra.
Acompanhe o programa através dos canais: Cabo Telecom 120 (sinal digital) e 805 (HD); NET 13 (sinal digital) e 513 (HD); Sky HD 313.1.
A Câmara de Meio Ambiente e Patrimônio Cultural do Ministério Público Federal (4CCR) enviou, nesta quinta, 17, ofício ao ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, e ao presidente do Ibama, Eduardo Bim, em que pede informações sobre o acionamento do Plano Nacional de Contingenciamento para Incidentes de Poluição por Óleo em Águas sob Jurisdição Nacional (PNC) no caso do acidente com óleo no Nordeste. Segundo a Procuradoria-Geral da República, o colegiado “pede ainda indicação das medidas concretas já deliberadas e informações sobre os integrantes do grupo de acompanhamento e avaliação do Plano”.
As informações foram divulgadas pela Procuradoria-Geral da República.
O ministro Ricardo Salles disse que o plano foi acionado desde o início de setembro e que todas as medidas previstas foram colocadas em andamento. Nessa quinta-feira, 17, em audiência pública na Comissão de Meio Ambiente do Senado, o presidente do Ibama (órgão ligado à pasta do Ambiente), Eduardo Bim, endossou a versão do ministro.
A Procuradoria afirma que, “no entanto, não foram apresentados detalhes do plano nem das ações”. “O MPF quer avaliar a adequação das ações previstas e acompanhar sua execução. A medida faz parte de Ação Coordenada “Combate ao Acidente com Óleo no Nordeste”, que reúne a Câmara de Meio Ambiente e procuradores da República dos nove estados nordestinos afetados pelo derramamento”.
“A 4CCR também acionou a Secretaria de Pesquisa, Perícia e Análise (Sppea) do MPF para a produção de estudos e laudos que possam dimensionar os impactos do acidente. São esperados impactos significativos na reprodução da fauna marinha, no turismo, na economia e em comunidades tradicionais”, diz a PGR.
Segundo a PGR, “esse já o maior desastre ambiental da história no litoral brasileiro, em termos de extensão. Até o momento, sabe-se que nove estados nordestinos, 178 praias e 72 municípios foram atingidos pela mancha de óleo na costa, que deu seus primeiros sinais no fim do mês de agosto”. “Segundo informações do ICMBio, o acidente atinge também 14 Unidades de Conservação Federal no Nordeste, entre elas, os parques nacionais de Jericoacoara e dos Lençóis Maranhenses, além da Área de Proteção Ambiental Delta do Parnaíba”.
A Procuradoria afirma que “ajuizou ação civil pública para que a Justiça Federal obrigue a União a acionar o PNC em 24 horas”. “Os pedidos da ação judicial – assinada conjuntamente por procuradores da República dos nove estados afetados – abrangem toda a costa do Nordeste. Em caso de descumprimento, a multa diária pedida é de R$ 1 milhão. Essa é a segunda ACP sobre o tema. Na primeira, ajuizada em Sergipe, a Justiça Federal já concedeu liminar para determinar medidas de proteção da foz dos principais rios de Sergipe, entre eles o São Francisco”.
“Além disso, o MPF instaurou inquérito para apurar as responsabilidades pelo acidente. A investigação está sendo conduzida pela unidade do Ministério Público Federal no Rio Grande do Norte”, diz a PGR.
Estadão Conteúdo
O Corpo de Bombeiros do Ceará confirmou hoje (18) a sétima morte da queda do prédio residencial que desabou em Fortaleza. Trata-se de Vicente de Paulo Menezes, de 86 anos. Seu corpo foi retirado nesta sexta-feira e, só após identificado, a imprensa foi informada. A confirmação foi trazida pelo comandante-geral do Corpo de Bombeiros do Ceará, coronel Luís Eduardo Soares de Holanda.
O Edifício Andrea desabou na manhã de terça-feira (15), por volta das 10h30. Localizado no cruzamento da Rua Tibúrcio Cavalcante com Rua Tomás Acioli, no Bairro Dionísio Torres, as informações são de que o imóvel vinha passando por obras. De acordo com o comandante do Corpo de Bombeiros, duas pessoas ainda estão sendo procuradas nos escombros.
“São duas as vítimas que a gente procura. Desde o início da operação, a gente trabalha por vítimas reclamadas. Continua o mesmo poder operacional, o mesmo número de bombeiros, todos os equipamentos, todo o apoio da comunidade, do governo do estado e da prefeitura”, disse Holanda em entrevista coletiva no local do acidente.
Segundo o comandante, os cães farejadores são utilizados e percorrem o que ele chamou de “pontos quentes”, locais onde há maior probabilidade de haver vítimas. Os bombeiros trabalham com dois “pontos quentes” e esperam resgatar as vítimas restantes ainda com vida, apesar da grande quantidade de dias já passados. “O tempo não é mais favorável, quanto mais o tempo passa é óbvio que a chance de encontrar sobreviventes vai diminuindo, mas isso não tira a nossa esperança de ter sobreviventes”.
Além de Vicente de Paulo, também morreram na tragédia Rosane Marques de Menezes, de 56 anos; Frederick Santana dos Santos, de 30 anos; Izaura Marques Menezes, de 81 anos; Antônio Gildásio Holanda Silveira, de 60 anos; Nayara Pinho Silveira, 31 anos, e Maria da Penha Bezerril Cavalcante, de 81 anos.
Agência Brasil
juiz Friedmann Anderson Wendpap, da 1.ª Vara Federal de Curitiba, determinou a suspensão de um processo administrativo do Conselho Nacional de Ministério Público contra o procurador Deltan Dallagnol – envolvendo o episódio em que, em entrevista à rádio CBN, afirmou que três ministros do Supremo formavam “uma panelinha” e passavam para a sociedade uma mensagem de “leniência com a corrupção”.
A decisão foi dada no âmbito de uma ação ajuizada pelo chefe da Lava Jato em Curitiba.
Wendpap entendeu que a decisão do Conselho Nacional do Ministério Público de instaurar o procedimento administrativo disciplinar contra o procurador seria “nula”, “em face da decisão terminativa pretérita sobre fato e autor idênticos”.
Após atender o pedido de tutela de urgência feito pelo procurador, Wendpap se disse angustiado pela “corrosão” do equilíbrio entre a magistratura e do Ministério Público. “Evoco São Jerônimo: rideo advocatum qui patrono egeat (‘rio-me do advogado que precise de advogado’)”, escreveu o magistrado.
Estadão Conteúdo
Amanhã o Papo de Fogão será em São Miguel do Gostoso com a Cozinheira Priscyla Jansen e a sommelier Fabiana Dall’Onder do restaurante Genesis. E terá as receitas de moqueca vegana e crudo de atum na Dica Rápida.
O Papo de Fogão é exibido amanhã na TV Ponta Negra/SBT, 9h. E na Band Nordeste Alagoas, 10h; Maranhão, 10h; Piauí, 10h30.
A defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vai usar a decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) que manteve o petista preso em Curitiba, em agosto, diante de um pedido de transferência para São Paulo, como argumento para abrir mão do regime semiaberto.
A tese da defesa será de que a juíza Carolina Lebbos, responsável pela execução penal do ex-presidente, não tem competência para mudar o regime de cumprimento da pena após a concessão da liminar do STF naquele caso.
Na ocasião, a corte garantiu a permanência de Lula na Superintendência da PF (Polícia Federal) em Curitiba, contrariando decisão de Lebbos de mandá-lo para São Paulo a pedido da própria PF. Segundo a defesa, até nova apreciação do caso pelo tribunal, não pode haver qualquer nova ordem que afete as condições de cumprimento da pena do ex-presidente. A estratégia dos advogados foi antecipada pela coluna Painel.
“Essa liminar permanece em plena vigência, não há possibilidade de haver alguma deliberação pela Justiça de primeira instância”, declarou o advogado Cristiano Zanin depois de visitar o petista na PF.
Segundo ele, por conta da liminar, só STF poderia decidir onde Lula deve ficar.
A manifestação oficial deve ocorrer ainda nesta sexta-feira (18), prazo final da defesa para pronunciamento sobre o pedido dos procuradores da Lava Jato. No final do mês passado, o Ministério Público Federal solicitou que o ex-presidente passe a cumprir pena no regime semiaberto.
Na petição, Zanin também vai levantar o desejo de Lula de não sair da prisão até que seja julgada a suspeição do ex-juiz Sergio Moro em relação à condução do processo de Lula. O caso começou a ser discutido no Supremo em junho, mas a sessão foi interrompida. A expectativa é que o julgamento seja retomado ainda neste ano.
O ex-presidente já declarou, em carta, que “não irá trocar sua dignidade por sua liberdade”.
“Ele busca o reconhecimento da sua inocência, a nulidade de todo processo em razão do conluio que houve entre juiz e acusação e por consequência o fato de que ele não teve o direito a um julgamento justo”, afirmou o advogado.
Ele disse ainda que há precedentes que garantem aos presos direito de recusar a progressão de regime, incluindo um enunciado adotado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro.
Zanin se recusou a antecipar qual será o posicionamento da defesa caso os ministros do STF mudem o entendimento em relação à prisão após a condenação em segunda instância.
O julgamento foi iniciado nesta semana no Supremo. Os ministros avaliam se um condenado pode começar a cumprir pena quando é condenado em segunda instância (atual entendimento) ou apenas quando não houver mais possibilidade de recurso no processo.
O defensor de Lula disse que qualquer novo entendimento deve ser apreciado posteriormente, mas que, como advogado, é favorável à mudança da regra. “O Brasil de forma consciente adotou assegurar a presunção de inocência até que haja uma decisão condenatória definitiva”, disse.
Se o STF decidir que é necessário aguardar o fim do processo para iniciar a execução da pena, Lula e outros 12 presos da Lava Jato devem deixar a cadeia.
Folhapress
Agora a estratégia da facção criminosa de Moro e Dallagnol é fingir que a VAZA JATO não existe. A manada também finge, mas o problema é que o mundo inteiro já sabe do conluio da quadrilha lavajateira para prender Lula e o considera preso político. O gado pode espernear, babar de ódio, mas é que se apresenta hoje.
Nojo de merda.
Grita, mais grita mesmo.
Lula solto, lula solto kkkkkkkkkkkkkkkk
O molusco não quer sair da cadeia.
kkkkkkkkkk
Tem cabimento um negócio desses????????
Kkkkkkkkkkkk.
Deixa esse FDP PRESO até pagar por toda destruição que fez ao pais e a população brasileira. Se esses juízes fossem sérios mesmo, essa safado ia apodrecer na cadeia.
A cegueira ideológica impossibilita até o questionamento de quantos milhões, como e quem está pagando os advogados desse criminoso. Em relação ao STF… temos vontade de vomitar.
Papel ridículo esse de defender um criminoso condenado. Se reduzindo a escravo de político que não sabe nem que você existe. Como diria o poeta da subserviência do típico lacaio: O cântico dos vermes.
Lula é gigante.
Anã é sua capacidade de não defender corrupto.
Pq será? O que vc ganha ou ganhou do PT?
Não existe petista grátis ou então só existe petista imbecil. Das duas uma.
É incrível que esse molusco larápio safado faz o que ele acha que tá correto, fica zombando da justiça e fica por isso mesmo. Ou justiça desmoralizada.
O leilão para geração de energia a partir de novos empreendimentos realizado hoje (18) movimenta R$ 44 bilhões em contratos para uma potência de 2,9 gigawatts. A capacidade é capaz de atender 1,5 milhão de residências. Desse total, 1 gigawatt será fornecido por usinas eólicas, 734 megawatts por térmicas a gás e 530 megawatts por fontes solares.
O secretário de Planejamento e Desenvolvimento Energético do Ministério de Minas e Energia, Reive Barros, classificou o leilão como um sucesso. “Estamos adquirindo a energia suficiente e necessária para atender o crescimento do mercado”. Para ele, as contratações levam em consideração a previsão para que o país volte a ter crescimento econômico a partir do ano que vem.
A energia será oferecida por usinas hidroelétricas, de energia solar, eólica, movidas a gás e biomassa. Os empreendedores farão um total de R$ 11,1 bilhões em investimentos. O preço médio, de R$ 176 pelo megawatt/hora ficou 33,7% abaixo dos valores de referência.
Pela manhã, o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, disse que a contratação de fontes renováveis também é uma forma de tornar a matriz energética brasileira cada vez mais sustentável. “Essa questão da transição energética leva também a uma diversificação da nossa matriz e a um balanceamento também para que a gente tenha segurança energética que permita um crescimento sustentável do país”.
A energia será oferecida por usinas hidroelétricas, de energia solar, eólica, movidas a gás e biomassa. Os empreendedores farão um total de R$ 11,1 bilhões em investimentos. O preço médio, de R$ 176 pelo megawatt/hora ficou 33,7% abaixo dos valores de referência.
Com total de 91 geradores, 44 são fontes eólicas e 27 de usinas hidroelétricas. Há ainda 11 empreendimentos de energia solar e nove usinas termelétricas. O preço médio das geradoras hidroelétricas ficou em R$ 205,78, das eólicas em R$ 98,89, das térmicas em R$ 188,88 e das solares em R$ 84,39.
Contratos
Os geradores deverão fornecer a energia contratada a partir de 2025. Os contratos com as hidrelétricas têm validade de 30 anos, os com as térmicas de 25 anos e os termos com as eólicas e solares, 20 anos.
Os contratos serão assinados por nove distribuidoras. A Light, do Rio de Janeiro, foi responsável por 38% do volume negociado e a Cemig, de Minas Gerais, por 15%. Também participaram a Boa Vista Energia (Roraima), a Ceal (Alagoas), a Celpe (Pernambuco), a Cemar (Maranhão), Cepisa (Piauí), Celpa (Pará) e Coelba (Bahia).
O FMI (Fundo Monetário Internacional) afirmou nesta sexta-feira (18) que o sistema tributário é o principal obstáculo para investimentos no Brasil e que é preciso medidas concretas –que vão além da reforma da Previdência– para que o país atinja um crescimento econômico no médio a longo prazo.
O diretor para Hemisfério Ocidental do Fundo, Aasim Husain, afirmou a jornalistas que é preciso tornar o sistema tributário brasileiro mais eficiente e manter a inflação e os juros baixos para criar um ambiente mais favorável aos investidores. Segundo o economista, enquanto a inflação se mantiver “bem comportada”, há espaço para manter uma política monetária acomodatícia, ou seja, de juros baixos.
“O sistema tributário no Brasil tem sido identificado como o principal impedimento para investimento no país. A reforma tributária e tornar o sistema mais eficiente são áreas que poderiam ser significativamente melhoradas.”
“Além disso, a liberalização comercial, o recente acordo entre União Europeia e Mercosul, assim como o plano de privatizações são outros elementos de reformas estruturais que vão contribuir para elevar a produtividade do crescimento no médio a longo prazo”, completou.
Há alguns meses, os investidores nos Estados Unidos têm adiado suas apostas no Brasil pois afirmam que, apesar do discurso de que reformas estão avançando no Congresso, não há reflexo dessas medidas nos índices de crescimento econômico do país. Eles têm preferido colocar seu dinheiro em nações emergentes da Ásia, por exemplo.
As previsões de crescimento feitas pelo FMI para o Brasil seguem esse desânimo. Os números divulgados na terça-feira (15), durante a reunião anual do Fundo, não são animadoras mesmo se comparadas aos dados previstos para a economia mundial –em forte desaceleração– ou aos esperados neste ano para países emergentes ou em desenvolvimento.
O Fundo espera um crescimento de apenas 0,9% do PIB (Produto Interno Brasileiro) para este ano –a previsão de abril era de 2,5%–, enquanto as expectativas para os demais emergentes, por exemplo, foram revistas de 4,5% para 3,9%.
Em 2020, o crescimento do PIB brasileiro pode chegar a 2%, de acordo com o Fundo, mas Husain pondera que será possível quantificar o impacto das reformas na economia de fato somente quando “os planos se tornarem medidas específicas.”
“Na ausência dessas medidas, como fazemos em todos os países, não incorporamos isso [quantificação do impacto] em nossas previsões até que as medidas reais estejam em vigor.”
Folhapress
O Instituto de Estudos Superiores de Fafe (IESFafe), de Portugal, passará a usar as notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) na seleção de brasileiros para os cursos de graduação. Este é, segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), o 42º convênio firmado com instituições portuguesas de ensino superior.
A instituição é voltada principalmente para as áreas de educação, tecnologia, gestão de empresa e turismo. Os cursos são pagos, mas é possível pleitear bolsas de estudo, de acordo com informações na página da instituição. Os participantes do Enem 2019, segundo o Inep, já poderão se beneficiar do novo acordo.
O Enem Portugal, programa de acordos entre o Inep e as instituições de educação superior portuguesas, foi criado em 2014. Mais de 1,2 mil brasileiros que ingressaram nessas instituições por meio dos convênios do Inep.
Seleção
Cada instituição define as regras e os pesos para uso das notas. As instituições de ensino superior portuguesas signatárias de convênio são responsáveis pela comunicação oficial com os candidatos admitidos em seus cursos.
De acordo com o Inep, os convênios interinstitucionais não envolvem transferência de recursos e não preveem financiamento estudantil pelo governo brasileiro. A revalidação de diplomas e o exercício profissional no Brasil dos estudantes que cursarem o ensino superior em Portugal estão sujeitos à legislação brasileira.
Em nota, o presidente do Inep, Alexandre Lopes, diz que pretende estender os convênios também para a Espanha: “Iniciamos as tratativas com a Embaixada da Espanha para que as instituições de ensino superior espanholas também aceitem o Enem como prova de acesso”.
Na página do Enem Portugal estão disponíveis mais informações sobre o programa.
Foto: Heuler Andrey/DiaEsportivo / Agência O Globo
Na entrevista à IstoÉ, Deltan Dallagnol foi perguntado sobre as acusações de Lula de que o coordenador da Lava Jato e Sergio Moro o teriam condenado por razões políticas.
“O ex-presidente é um dentre 150 condenados e 466 acusados na Lava Jato. Foram atingidas mais de uma dezena de siglas partidárias. Políticos de diferentes partidos foram presos. O fato é que ele responde a outros sete processos, em diferentes estados, onde atuam agentes públicos independentes. Ou seja, também não se trata de um procurador e de um juiz. Dizer que dezenas de procuradores e julgadores de diferentes lugares e instâncias formaram um conluio para condenar inocentes é produzir uma teoria da conspiração sem amparo na realidade”, afirmou Deltan.
E mais:
“Hoje, a condenação não é mais do ex-juiz Sergio Moro, mas de três desembargadores e quatro ministros do STJ, os quais, de forma unânime, confirmaram a condenação. Cinco desses sete julgadores foram nomeados pelo próprio ex-presidente Lula ou por sua sucessora, a ex-presidente Dilma. Ao longo do processo, o juiz seguiu o mesmo padrão dos demais casos e isso o levou a negar vários pedidos do MP e a deferir diversos da defesa, o que corrobora sua imparcialidade. O julgamento está solidamente embasado nos fatos, nas provas e na lei. Além disso, dados que levantamos mostram que a duração do processo e as penas aplicadas ao ex-presidente estão dentro da média dos demais casos da operação. O ex-presidente recebeu o mesmo tratamento dos demais réus da Lava Jato.”
Isso todos sabem, até os próprios petistas sabem, agora LULA fala pra sua plateia mal informada, pra segurar a bandeira do partido e nada mais, a mesma coisa os que tem mandatos, falam pros seus eleitores. É isso.
O Ministério Público Federal (MPF) ajuizou, nesta sexta-feira (18), uma ação coletiva entre os noves estados nordestinos atingidos pelas manchas de óleo. O processo pede que a Justiça Federal adote, em 24h, um plano de emergência sobre a situação.
Ao todo, as manchas já atingiram 187 localidades da região, atingiu, ao menos, 12 unidades de conservação do país, afeta o turismo e as comunidades pesqueiras.
Para o MPF, a União está sendo omissa ao protelar medidas protetivas e não atuar de forma articulada no Nordeste, dada a gravidade do acidente e dos danos causados ao meio ambiente.
A medida de emergência seria o acionamento do Plano Nacional de Contingência para Incidentes de Poluição por Óleo em Águas, que prepara o país para casos justamente como o que afeta a costa do Nordeste.
O documento destaca a responsabilidade, diretrizes e procedimentos para o governo responder a vazamentos de petróleo como foco em “minimizar danos ambientais e evitar prejuízos para a saúde pública”. A multa diária pedida, em caso de descumprimento, é de R$ 1 milhão.
A Advocacia-Geral da União (AGU) não se posicionou sobre o assunto até a publicação desta reportagem.
“Tudo o que se apurou é que a União não está adotando as medidas adequadas em relação a esse desastre ambiental que já chegou a 2,1 mil quilômetros dos nove estados das regiões e é considerado o maior da história no litoral brasileiro em termos de extensão”, disse o procurador da República em Sergipe, Ramiro Rockenbach.
A ação foi assinada pelos procuradores Ramiro Rockenbach e Lívia Tinôco (Sergipe), Raquel de Melo Teixeira (Alagoas), Vanessa Cristina Gomes Previtera Vicente (Bahia), Nilce Cunha Rodrigues (Ceará), Hilton Araújo de Melo (Maranhão), Antônio Edílio Magalhães Teixeira (Paraíba), Edson Virgínio Cavalcante Júnior (Pernambuco), Saulo Linhares da Rocha (Piauí) e Victor Mariz (Rio Grande do Norte).
A AGU se pronunciou através da assessoria de comunicação e informou que a União ainda não foi notificada. Quando for, analisará as medidas a serem adotadas e disse que continua acompanhando e dando suporte jurídico aos órgãos federais da advocacia.
Decisão Judicial
Após análise do relatório técnico dos órgãos envolvidos no combate ao avanço das manchas de óleo no litoral sergipano, a juíza federal Telma Maria Santos Machado determinou, nesta sexta-feira (18), que a União e o Ibama devem ampliar o quantitativo de pessoal para limpeza das áreas afetadas. E que a utilização das barreiras será determinada de acordo com o comando dos órgãos que atuam no desastre ambiental.
Ficou determinado ainda, que a cada cinco dias seja apresentado a Justiça Federal a evolução do estudo e providências adotadas, para que o juízo possa avaliar ou não a aplicação de medidas impositivas. Além da manutenção do efetivo de pelo menos 120 pessoas para o monitoramento e limpeza dos locais, onde forem registradas as manchas. [O efetivo pode contar com 60 pessoas fixas e outras 60 que podem ser remanejadas para estados onde a situação seja mais grave].
Ação do MPF
Essa é a segunda ação pelo MPF no caso das manchas. Na primeira, ajuizada pela procuradoria em Sergipe na sexta-feira (11), o pedido era que que o Governo Federal tomasse medidas efetivas de proteção no litoral sergipano, em até 24 horas. No dia seguinte, um juiz federal substituto decidiu dar 48h para a União proteger a região, porém, a juíza titular, Telma Maria Santos Machado suspendeu a ação quatro dias depois e determinou novo prazo para comprovação de eficácia de barreiras contra óleo. Relatórios foram entregues à Justiça nesta quinta-feira (17) por órgãos ambientais.
Um aplicativo para Android promete acabar com a angústia das mensagens apagadas no WhatsApp. Testado por EXAME, o WAMR permite recuperar mensagens de texto, áudio, fotos e vídeos enviados no aplicativo e que foram deletadas por seus autores.
Gratuito mas com propagandas, o programa desenvolvido pela empresa italiana Drilens Apps pode ser baixado diretamente na Play Store, a loja de aplicativos do sistema operacional do Google. Não há versão para iOS, a plataforma que dá vida ao iPhone. Segundo a loja, o número de downloads já ultrapassou a marca de 10 milhões.
A partir do momento que a notificação de uma mensagem é recebida, o aplicativo já faz o download do arquivo enviado e o disponibiliza em um backup. Mesmo que o conteúdo seja apagado, ele poderá ser visualizado posteriormente na plataforma. Na prática, é como se o arquivo fosse baixado ou compartilhado antes da remoção.
Desta forma, é preciso que o usuário esteja online, em uma conexão estável – preferencialmente em rede WiFi – e permita que as mensagens enviadas no WhatsApp gerem as notificações na barra superior da tela. Se os chats estiverem silenciados ou abertos – ainda que no WhatsApp Web –, as mídias apagadas não serão recuperadas.
Então, para funcionar, é necessário realizar algumas configurações prévias. O primeiro passo é permitir o acesso às notificações e aos arquivos de mídias. Depois disso, é necessário escolher os aplicativos que serão monitorados. No caso, o WhatsApp.
Também é necessário permitir que o WhatsApp realize o download automático de mídia. Isso pode ser feito acessando as configurações do mensageiro e escolhendo a opção “Uso de dados e armazenamento”. A dica é permitir que, tanto nas conexões Wi-Fi como na internet por rede móvel, o mensageiro esteja autorizado a realizar o download de todas as mídias.
Segurança dos dados
Para quem está preocupado com o que será feito com os arquivos armazenados pelo WAMR, é importante destacar que os termos de uso do aplicativo informam que “os dados são salvos no dispositivo e que a empresa não armazena ou compartilha qualquer informação com quem quer que seja.”
Nesta segunda-feira, 21, a UFRN, por meio da Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas (Progesp), promove a arrecadação de cabelos e lenços dentro da programação do Mês do Servidor 2019 – Amor à Universidade Pública. A campanha será realizada na antiga Galeria Conviv’art, localizada no Centro de Convivência Djalma Marinho, Campus Central UFRN, entre 9h e 16h.
Para participar da ação, o único critério é ter um cabelo que esteja seco e limpo e cujo comprimento permita a retirada de pelo menos 25 centímetros. Menores de idade também podem participar, desde que estejam acompanhados de responsáveis. Na mesma ocasião, os organizadores recebem lenços de todos os tipos, que serão usados por mulheres em tratamento de câncer. Quem já tem cabelo cortado em casa e quiser doar é só comparecer ao local citado, contanto que o cabelo possua no mínimo 25 centímetros e esteja seco e limpo.
No ano passado, a campanha arrecadou cerca de 140 cabelos e 116 lenços. Jéssica Martins é membro da comissão organizadora do Mês do Servidor e fala da ação como uma ocasião para “melhorar a autoestima das mulheres que estão lutando contra o câncer”. Ela comenta que quem enfrenta essa doença passa por uma carga psicológica muito forte, por isso a importância de receber esse tipo de apoio.
Dúvidas podem ser esclarecidas pelo telefone (84) 3342-2330, ramal 375.
A inóspita Sierra Madre, cadeia de montanhas no noroeste do México, é o lar de cinco tribos indígenas. Uma delas se chama tarahumara – nome que significa “corredores de pés ligeiros”. Eles têm esse nome porque possuem uma capacidade absurda de correr. Mas não como o velocista Usain Bolt, ou os quenianos da São Silvestre. Os índios mexicanos estão em outro nível. Eles conseguem correr mais de 300 km – e um deles chegou a fazer 700 km, o equivalente a 16 maratonas (ou a distância de São Paulo a Florianópolis), em apenas dois dias. Além de resistentes, os tarahumara também são velozes: levam apenas 90 minutos para atravessar um trecho especialmente difícil da Sierra Madre, que exploradores demoram até dez horas para cruzar. “Um tarahumara de 50 anos pode facilmente vencer uma corrida contra adolescentes. E índios de 80 anos conseguem fazer maratonas subindo montanhas”, escreve o jornalista americano Christopher McDougall, autor de um livro sobre essa tribo (Nascido para Correr), que reúne cerca de 50 mil pessoas. Todos os tarahumara – homens, mulheres, crianças, idosos – são capazes de correr distâncias impressionantes.
Ao correr uma maratona, um atleta queima em média 2.600 calorias. Mas estima-se que, para correr 700 quilômetros, um tarahumara consuma aproximadamente 43 mil calorias. A alimentação da tribo é composta por milho, feijão, algumas frutas, ratos e veados – que eles caçam de um jeito bem particular. Os tarahumara, como algumas tribos no sul da África, ainda empregam a técnica mais antiga que existe para pegar sua presa: a caça de persistência, que consiste em perseguir o animal até que fique exausto e pare de correr (e aí possa ser abatido). Os índios corredores também enfiam o pé na jaca: são capazes de passar uma noite inteira bebendo e festejando e levantar na manhã seguinte e correr o dia inteiro, como se nada tivesse acontecido. A tribo produz e consome uma cerveja de milho, a tesguino, que possui baixo teor alcoólico e alto nível de carboidratos – e os índios bebem em média três vezes por semana, vários litros cada um.
Muitos corredores passam a vida tentando evitar dores e lesões, com tênis de última geração que prometem absorver o impacto sobre os pés e as articulações. Os tarahumara não estão nem aí. Eles correm descalços ou com sandálias finas de couro, conhecidas como huarache. No mundo da corrida, existe todo um movimento que defende o correr descalço. Testes com esteiras mostram que, quando uma pessoa corre de tênis, ela tende a aterrissar com o calcanhar. Ao correr descalço, a tendência é pisar mais com o meio e a ponta do pé, o que supostamente causa menos impacto e provoca menos lesões. Nem todos concordam com isso, mas a técnica parece funcionar bem para os índios. Eles já participaram de uma competição oficial: a Leadville 100, uma ultramaratona de 100 milhas (160 km) realizada anualmente nas montanhas do Colorado, nos EUA. Os índios ganharam duas vezes a competição, e estabeleceram um tempo recorde – 17 horas e 30 minutos – que levou oito anos para ser superado.
Mas toda essa correria também acabou chamando a atenção de um grupo do mal: os narcotraficantes mexicanos.
Por ser uma região difícil de policiar, Sierra Madre se tornou base para os cartéis de drogas New Bloods e Los Zetas, que usam o local para plantar maconha e papoula opiácea (matéria-prima da heroína). Os Zetas penduram as cabeças de seus inimigos em locais públicos, queimam policiais em barris cheios de gasolina e, diz a lenda, têm até um tigre de estimação, alimentado com os corpos de traficantes rivais. Esse grupo de gentlemen viu nos índios corredores uma oportunidade – e começou a recrutá-los para traficar drogas.
Boa parte dos tarahumara ainda vive isolada, com costumes e roupas tradicionais (saia de couro e lenço amarrado na cabeça para os homens, e saia longa florida para as mulheres). Mas muitos deles adotaram o estilo de vida ocidental, e podem ser vistos usando calça jeans e bebendo refrigerantes. Além disso, o governo mexicano deseja incentivar o turismo na região, onde construiu hotéis e um aeroporto. Tudo isso desestabilizou os tarahumara, que também sofrem com o clima. Nos últimos anos, a região vem enfrentando secas no verão, o que tem arrasado a agricultura local e exposto os índios à fome. Desesperados, alguns deles começaram a trabalhar para os traficantes, que oferecem em média US$ 800 para que os índios atravessem correndo a fronteira dos EUA – levando nas costas uma mochila com 20 quilos de maconha. Mas o risco é alto. Os índios que não são presos às vezes acabam ludibriados pelos traficantes, e não recebem o dinheiro prometido.
Camilo Villegas-Cruz, de 21 anos, foi um deles. Por causa da seca, o jovem tarahumara deixou a tribo para procurar por trabalho em outro lugar. Um estranho o abordou, oferecendo US$ 3 mil para que ele e o irmão fizessem a travessia até os EUA levando drogas. Os índios rapidamente aceitaram. O homem então os levou para uma fazendinha próxima à fronteira, de onde eles partiram com as mochilas e um pouco de água e comida. Após caminhar por meia hora, os índios chegaram a uma parte pouco vigiada da fronteira, e entraram nos Estados Unidos. Mas a jornada pelo deserto do Novo México ainda seria longa. Para não levantar suspeitas, eles se deslocavam durante a noite. Não durou muito. No terceiro dia, os irmãos foram pegos por um helicóptero da polícia, que fazia ronda na região. No julgamento, até que tiveram sorte. O juiz deu uma sentença leve, de três anos em regime aberto, e os mandou de volta para o México.
Sem conseguir plantar a própria comida por causa da seca, Camilo foi procurar emprego. Trabalhou como ajudante de um fazendeiro, ganhando um salário de míseros US$ 10 por dia. Até que recebeu de um estranho a proposta de levar drogas para os EUA. De novo, ele aceitou. De novo, foi preso. Hoje, Camilo vive em uma prisão federal americana, onde cumpre pena de 46 meses por “posse de drogas, com intenção de distribuição” e por ter entrado ilegalmente no país. Ele diz que, quando for solto, voltará para o México, e nunca mais trabalhará para os traficantes. Quer voltar a correr – e jura que sem carregar drogas nas costas.
Papel cabe tudo mesmo.
Isso não existe.
Isso é uns índios ou burros mulo??
Nem burro mulo, faz esse percurso em dois dias. Ficam estropiados.
Por tanto isso é fake.
Delegado Waldir acusou Jair Bolsonaro de ter tentado “comprar a vaga do filho dele na liderança do PSL, oferecendo cargos e fundo partidário”.
O Estadão perguntou-lhe se isso é motivo para impeachment. Ele respondeu:
“Temos de aguardar. Quem decide isso é o Parlamento. Se algum partido fizer uma proposta, cabe ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia, se leva para plenário ou não. Não é decisão minha. Eles precisam analisar se compra de parlamentares para votar a favor do filho é motivo de cassação do presidente. Isso depende de outros fatores.”
"Esse delegado é canalha da pior espécie!"
Aprende-se na vida que quem se junta com quem não presta, não presta também!
Não vale mais aquela máxima de Lula que nada ouvia ou via e, por isso, nada sabia!
Estou como a música de Fala Mansa – Rindo a Toa, sera que os Eleitores do "mico" tem espelho em casa? Perguntando cade as provas, está em uma gravação com a voz do Coisa Ruim, diferente de " não tenho provas mas tenho convicção" ????????????
Bom dia. A história de que participo de tratativas sobre fusão do DEM-PSL é MENTIRA. Jamais tratei disso e não admito que usem meu nome. Não interfiro em questões internas de outros partidos e jamais tratei com quem quer que seja. Lembrem-se: sou aliado FIEL de @jairbolsonaro.
Ronaldo Caiado foi ao Twitter para negar que participe de tratativas sobre uma possível fusão entre o seu partido, o DEM, e o PSL de Jair Bolsonaro.
“A história de que participo de tratativas sobre fusão do DEM-PSL é MENTIRA. Jamais tratei disso e não admito que usem meu nome. Não interfiro em questões internas de outros partidos e jamais tratei com quem quer que seja. Lembrem-se: sou aliado FIEL de Jair Bolsonaro”, tuitou Caiado.
Show, parabéns, excelente ele merece.