Polícia

FOTO: Em ação conjunta PRF e Deicor apreendem 106kg de maconha na cidade de Canguaretama/RN

Foto: Divulgação/PRF

A Polícia Rodoviária Federal (PRF), em parceria com a Deicor, apreendeu, na tarde desse domingo (25), no km 164 da BR 101, em Canguaretama/RN, 106kg de maconha e prendeu um homem de 39 anos. Após um trabalho investigativo da Divisão Especializada em Investigação e Combate ao Crime Organizado (Deicor), os policiais civis identificaram um traficante de 39 anos que costumava agir trazendo drogas de Pernambuco para o RN. A informação foi repassada para os agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF), que passaram a monitorar as rodovias.

Segundo a PRF, por volta das 15hs de domingo, os PRFs visualizaram o carro onde estaria o alvo e deram ordem de parada. Ao perceber a presença da PRF, o indivíduo empreendeu fuga em direção ao centro da cidade de Canguaretama/RN. Os Policiais Rodoviários Federais iniciaram acompanhamento tático e realizaram abordagem dentro da cidade de Canguaretama/RN. No porta-malas do veículo foram encontrados 106kg de maconha dentro de caixas de papelão.

Cada quilo de maconha custa em média R$ 1.000,00 (mil reais). A apreensão deste domingo (25) representou um prejuízo estimado em mais de cem mil reais ao crime organizado.

O condutor do veículo recebeu voz de prisão pelo crime de tráfico e foi conduzido para a delegacia de polícia civil de Canguaretama/RN.

 

Opinião dos leitores

  1. O RN é um paraíso para esse povo, principalmente depois que essa figura assumiu o phuder ( escrito assim mesmo).

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Diversos

VETO MACONHA: Com exigência do teste toxicológico para a admissão, GM enfrenta escassez de candidatos às vagas abertas nos EUA

Foto: Divulgação/Autoesporte

A maconha é liberada para uso recreativo em Michigan, Estados Unidos, desde 2018. E nem assim algumas empresas assimilaram rapidamente a liberação. A General Motors foi uma delas. O grupo automotivo está com muitas dificuldades para contratar trabalhadores temporários para duas de suas fábricas principais no estado e em Indiana. Um dos motivos é a obrigatoriedade do teste toxicológico.

Segundo reportagem do Detroit Free Press, a companhia está procurando por operários temporários para reforçar a produção das fábricas de Flint (Michigan) e Fort Wayne (Indiana), justamente onde são produzidas as lucrativas picapes grandes. No caso da segunda delas, foram contabilizados apenas 60 candidatos, mas a empresa precisa de 275 funcionários.

O sindicato United Auto Workers assinala que a proibição do uso da maconha e derivados prejudica o recrutamento e, com isso, as vagas não devem ser preenchidas. “Quando você tem uma fila de pessoas esperando por um emprego, é ok testar. Mas quando você não tem candidatos suficientes, testar para o uso de maconha talvez faça as pessoas desistirem de se candidatarem”, afirma Eric Welter, chefe regional do sindicato. Deixar de fazer testes foi a opção de muitas empresas grandes, entre elas a Amazon.

“Você tem esse conjunto de candidatos que sabe que pode fumar maconha à noite em vez de tomar um drink. É meio bobo perder bons trabalhadores. Maconha não cria o problema que opiáceos, cocaína e outras drogas geram”, completa Welter.

Rich LeTourneau é o chefe do UAW na fábrica de Fort Wayne e aponta que o teste toxicológico é apenas um dos problemas. A questão salarial pesa muito, uma vez que são pagos apenas US$ 16,67 por hora. “A Pizza Hut está pagando US$ 20 a hora para entregar pizzas por aqui”, afirma. Ainda de acordo com a reportagem, a General Motors estaria levando em consideração esses problemas internamente.

Se o pagamento e a perspectiva de ser um emprego apenas temporário não são atraentes, há alguns benefícios para tentar compensar, um deles muito sedutor. Quem ficar mais de três meses no posto passa a ter plano de saúde, algo muito cobiçado em um país focado na medicina particular. A despeito disso, é difícil competir com os auxílios sociais, que chegam a passar ou igualar um salário mínimo em todos estados norte-americanos.

Há um outro ponto polêmico: o teste de toxicologia usa um fio de cabelo para determinar se a pessoa usou maconha nas últimas semanas. De acordo com estudo do Journal Analytical Toxicology, principal publicação mundial sobre o toxicologia, esse tipo de teste pode dar um falso positivo e apontar para a concentração de um dos princípios ativos da droga (THC) mesmo em quem usou produtos apenas com canabidiol (CBD). Ou seja, nem sempre o examinado acusado é um usuário. Às vezes é somente alguém procurando um emprego.

Auto Esporte

 

Opinião dos leitores

  1. Pensei que no EUA só tinha cidadão de bem, honestos, liberais… pensei que maconha era pra esquerdista brasileiro

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Polícia

FOTO: Dupla é presa em Natal com mais de 22 kg de maconha e pistola de PM assassinado em 2018

Foto: Divulgação/Polícia Civil

Dois homens foram presos com mais de 22 quilos de maconha, dinheiro, armas e centenas de insumos para fabricação de munições em Natal. Entre as armas apreendidas estava a pistola do sargento André Mário Dantas Siqueira, de 40 anos, vítima de homicídio em janeiro de 2018 em São Gonçalo do Amarante, na região metropolitana de Natal. A prisão aconteceu na tarde desta terça-feira (15). Os homens de 37 e 38 anos foram parados em uma barreira da Polícia Militar no bairro das Rocas.

Segundo reportagem no G1-RN, durante a vistoria no carro que eles usavam, policiais encontraram cerca de 15kg de maconha, quase R$ 15 mil em dinheiro, uma pistola e anotações relativas a tráfico de drogas. Após a chegada do caso à delegacia, os investigadores realizaram novas diligências e apreendeu no bairro Ponta Negra mais drogas e armas. Na casa, foram apreendidos mais 7,5 kg de maconha; quatro pistolas e um revólver, 10 carregadores de pistolas, 541 Munições de calibres variados, colete balístico, instrumentos e insumos para confeccionar munições, balanças, um celular e duas motocicletas.

Veja íntegra AQUI.

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Diversos

FOTO: Receita Federal apreende em Natal maconha, crack e ecstasy em encomendas enviadas pelos Correios

Foto: Receita Federal/Divulgação

A Receita Federal apreendeu em Natal maconha, crack, ecstasy e produtos contrabandeados em encomendas enviadas pelos Correios. O resultado da operação foi divulgado nesta quinta (10). De acordo com a Receita, ao todo, foram apreendidos 32 volumes de mercadorias, estimadas em R$ 70 mil, no Centro de Distribuição dos Correios em Natal (CDD Natal).

Segundo reportagem do G1-RN, as drogas estavam escondidas na tentativa de impedir a detecção pelo cão de faro que faz parte da Equipe K9. Foram apreendidos aproximadamente 1kg de maconha, 1kg de crack, além de 190g de ecstasy.

A Receita ainda destacou que a prática de contrabando e tráfico de drogas pela via postal tem sido constante, o que tem exigido uma maior atuação do órgão nos centros de distribuição dos Correios.

Em nota, os Correios informaram que trabalham em parceria com os órgãos de segurança pública para prevenir o tráfego de itens proibidos, por meio do serviço postal.

Opinião dos leitores

    1. Vende espuma? A produção é grande, pelo menos faz um dinheiro para comprar pão com mortadela Kkkklk.

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Política

Comissão da Câmara aprova projeto que autoriza cultivo de maconha para fins medicinais

Foto: Arquivo/Google

Por apenas um voto de diferença, foi aprovado na Comissão Especial da Câmara nesta terça-feira, 8, o projeto de lei que autoriza o cultivo de maconha no Brasil para fins medicinais, veterinários, científicos e industriais. Com a bancada bolsonarista se opondo fortemente à proposta, a votação terminou empatada em 17 a 17. O desempate acabou sendo feito pelo voto do relator do texto, deputado Luciano Ducci (PSB-PR), como prevê o regimento da Casa. Agora, o projeto segue para a discussão no plenário da Câmara.

Na prática, o resultado representa uma derrota para os bolsonaristas, que encaram a discussão de forma ideológica, avaliando que o projeto pode abrir caminho para a legalização do uso recreativo da maconha. Essa posição foi rebatida, durante a sessão, pelos defensores do texto.

A bancada governista planeja pressionar politicamente o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), para que a proposta demore a ser colocada em pauta. Se isso não for possível, tentarão ganhar tempo para buscar a formação de maioria.

Durante a sessão, deputados alinhados com o presidente Jair Bolsonaro, como Osmar Terra (MDB-RS), afirmaram que a votação do texto representa mais um passo para a liberação do uso da maconha no Brasil e chamaram a proposta de “marco legal da maconha”.

“Nós vamos votar contra no plenário. E eu quero alertar para toda a população brasileira, e que vai receber informação através da rede, que o que está se votando aqui, na prática, com a desculpa de ajudar algumas pessoas doentes, é a legalização e a oferta gigantesca de maconha para a população. Principalmente, para os jovens, que vão ter seus cérebros danificados para sempre. A maconha causa danos permanentes. Então, é muito importante a população saber que o que está se virando aqui é isso. O resto é conversa fiada”, disse Osmar Terra, que é suspeito de integrar o chamado gabinete paralelo, que teria ditado normas negacionistas no combate da pandemia do coronavírus.

Os defensores da projeto rebateram as críticas feitas por Terra e por outros parlamentares bolsonaristas. E lembraram que o projeto vai facilitar a produção de remédios de difícil acesso e de alto custo

“Esses negacionistas que defendem a cloroquina vão continuar com seu discurso falacioso, enquanto nós vamos continuar defendendo a ciência”, afirmou o deputado Rafael Motta (PSB-RN).

“Votar essa matéria é extremamente importante para o Brasil. É baratear o acesso a milhares de famílias que não têm condições de comprar. E eu quero, inclusive, respeitar a posição de quem é contra. Mas nós não podemos cair aqui nas fake news e nas mentiras que são contadas”, reforçou o deputado Alex Manente (Cidadania-SP).

Estadão

Opinião dos leitores

  1. Os terraplanistas querem dar uma de conservadores, mas não sabem nem que o projeto é para fins medicinais e científicos e NÃO para fins recreativos! E não prevê autorização de plantar na casa de ninguém bando de abestado…

  2. Vai ter petralha fazendo plantação pra comer ou se fumar vai dizer que tá fazendo teste em fazer experimental.

    1. Melhor que Cloroquina, bebê. Você não sabe o que está perdendo com esse copo de cachaça na mão.

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Diversos

Legislativo de Nova York aprova projeto de lei que legaliza uso recreativo da maconha

O governador de Nova York, Andrew Cuomo, diz estar ansioso para sancionar lei Foto: POOL / REUTERS

O Legislativo estadual de Nova York aprovou nesta terça-feira um projeto de lei para legalizar o uso recreativo da maconha entre adultos, tornando-se a 15a unidade federativa americana a fazê-lo. A medida, que ainda deve ser sancionada pelo governador Andrew Cuomo, abre caminho para uma indústria com potencial para gerar mais de US$ 4 bilhões, criar milhares de empregos e se tornar um dos maiores mercados do país.

“A legalização da maconha é um imperativo da justiça racial e criminal, e a votação de hoje é um passo crítico em direção a um sistema mais justo”, disse a procuradora-geral de Nova York, Letitia James, em um comunicado após a vitória por 43 a 20 no Senado estadual.

Cuomo disse estar ansioso para sancionar a lei: “Nova York tem uma longa história de ser a capital progressista da nação, e esta importante legislação mais uma vez carregará esse legado”, disse ele em um comunicado.

O governador e os deputados chegaram a um acordo na semana passada para aprovar o uso recreativo da substância após uma série de tentativas fracassadas. O projeto abre caminho para tornar o uso legal da maconha para pessoas acima de 21 anos, algo que as autoridades esperam ajudar a reduzir décadas de discriminação racial.

Historicamente, jovens negros e latinos que eram abordados pela polícia com pequenas quantidades de cannabis tinham mais chances de serem formalmente denunciados que brancos.

O projeto de lei busca reparar os impactos das décadas de guerra às drogas nas comunidades mais vulneráveis do estado, reinvestindo parte de arrecadação nas comunidades mais afetadas pela guerra às drogas. Uma cota significativa das licenças para a comercialização da substância também deverá ser reservada para estes grupos.

Pela nova lei, haverá permissão para o delivery de maconha e a liberação de licenças para clubes de consumo, onde não será permitida a venda de álcool. A nova diretriz também permite que cada pessoa cultive até seis plantas em casa, seja em espaços abertos ou fechados, para uso pessoal.

A liberação, contudo, não deverá ser imediata. Primeiro será necessário traçar as regras que regularão o mercado, elaborar os impostos, o conselho que fiscalizará o cumprimento das regras e outras burocracias adicionais.

Cerca de 60% dos moradores de Nova York são favoráveis à legalização do uso recreacional da maconha, segundo uma pesquisa recente do Sienna College. Entre os negros, parte da base eleitoral de Cuomo, a aprovação é de 71%.

Segundo um estudo comissionado pela Associação da Indústria da Cannabis Medicinal em Nova York, o mercado da maconha deve chegar a US$ 5,8 bilhões em 2027. Dependendo das regras que adote, o estado pode arrecadar US$ 1,2 bilhão já em 2023.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. Maconheiros não gostavam de Trump.
    Maconheiros e traficantes de drogas não gostam dê Bolsonaro.
    Estão querendo destruir os Estados Unidos por dentro.
    A maconha gera sérios danos à saúde.
    Só maconheiros defendem uma aberração dessas .
    Traficantes de drogas agradecem à esquerda.
    E que papo é esse de drogas e questão racial?
    Significa que negros americanos usam muita maconha?
    Sinal que estão sendo vítima dessa droga maldita, com claro prejuízo para esse grupo.

    1. Você está comparando Bozo e Trump com maconha? Droga por droga, prefiro meu baseadinho. É menos letal.

  2. Votei em Bolsonaro. Mas tem que legalizar sim. A pessoa ser presa por uma erva? Estado controlando se a pessoa vai fumar um pedaço de mato ou não. Isso não existe. Cada um é livre para fazer o que quiser com sua saúde. Legaliza, gera taxação, e ajuda o SUS em uma campanha mostrando os malefícios para a saúde, como foi feito com o cigarro. Proibir, só cria mercados paralelos, onde organizações criminosas imperam.

  3. Legalizar MACONHA pra uso RECREATIVO é abusar do grau de imbecilidade, hipocrisia, cretinice, safadeza, pilantragem e criminalidade que nós CIDADÃOS DE BEM trazemos um pouquinho dentro de nós! Só um pouquinho!!! Exercitar isso ou tornar em prática oficial, aí já É CRIME!!!!!!!!!

  4. Legalizar é coisa de canhoto. Melhor é ter traficante usando criança sem pai e mãe nas biqueiras, a polícia tirando um trocado, e alguns políticos também, claro, todo mundo ganha assim.

    1. Vocês são assim mesmo, empatia pelo próximo igual a zero. Vem com esse discursinho mole de que a culpa é da proibição, e não dos que a violam. É como se consumir a droga fosse igual a comer um prato de feijão. NY está encomendando para um futuro próximo a perda de bons profissionais, famílias destroçadas e muitos surtos psicóticos. Mas tudo bem, vocês chamam de progresso. A ideologia de vocês infecta cada vez mais pessoas, o mundo será de vocês em muito breve. Que Deus tenha misericórdia de nós.

    2. Vai dormir, Brasil. Quem sabe assim você pode sonhar que está vivendo a sua época.. O século XXI deve ser terrível para neandertais.

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Polícia

FOTO: Força Tática da PM localiza plantação de maconha no bairro Planalto, em Natal

FOTO: PM/ASSECOM

Nessa quarta-feira (17), policiais militares da Força Tática do 9º Batalhão (FT1) realizavam patrulhamento no bairro Planalto, zona Oeste de Natal, quando receberam uma denúncia de cultivo de maconha sem autorização.

No local, a PM encontrou um homem, de 31 anos de idade, com a posse de 17 pés de maconha, 24 potes germinando, um pote com sementes, um pote com folhas secas da maconha e materiais de estufa.

Diante dos fatos, ele e todo foram conduzidos à Delegacia de plantão para procedimentos.

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Diversos

No Colorado-EUA, plantações de maconha emitem mais carbono que minas de carvão

Foto: Next Green Wave/Unsplash

A produção legal de maconha no Colorado, Estados Unidos, emite mais gases de efeito estufa do que a indústria de mineração de carvão do estado, descobriram pesquisadores em um novo estudo que analisou o uso de energia no setor. As descobertas servem de alerta para a nascente e crescente indústria de plantação de cannabis legalizada, que pode contribuir para o aquecimento global de formas inesperadas.

O uso da maconha para fins medicinais e recreativos é legalizado no estado do Colorado desde 2012, quando a população local votou 55% a favor da medida em um plebiscito. Desde então, o estado no centro-oeste americano se tornou um símbolo das regras mais relaxadas quanto ao usa da droga, atraindo inclusive turistas em busca da experiência. Isso fez com que a indústria do setor crescesse exponencialmente nos últimos anos.

Não é um fenômeno exclusivo do Colorado; atualmente, 14 estados americanos legalizaram a maconha, além do Distrito de Columbia, onde fica a capital do país. A tendência é esse número aumentar, já que muitos estados tem propostas ou plebiscitos pendentes sobre a questão.

Pensando nisso, pesquisadores da Universidade Estadual do Colorado decidiram investigar o possível impacto que essa indústria crescente pode ter no meio-ambiente. Eles descobriram que as emissões de gases de efeito estufa relacionadas ao cultivo da maconha variam bastante de estado por estado, em um espectro que vai de 2,3 a 5,2 toneladas de dióxido de carbono equivalente (CO2e) por quilograma de flor seca produzida. O CO2 equivalente é uma medida que quantifica o potencial de aquecimento global de vários gases de efeito estufa juntos baseado no potencial do dióxido de carbono.

No Colorado, especificamente, o número total de emissões é de 2,6 megatoneladas de CO2 equivalente, um valor maior que o das emissões causadas pela indústria de carvão do estado (1,8 megatonelada). A equipe calcula que 1,3% de todas emissões do Colorado anuais sejam resultado da indústria da maconha. O estudo foi publicado na revista Nature Sustainability.

O motivo dos números tão altos é que a legislação local exige que a maconha seja cultivada em ambientes fechados. Isso, por sua vez, gera uma série de outros requisitos, como o uso constante de luzes artificiais para simular o efeito do Sol nas plantas, ar condicionado ou aquecedores para manter os locais em temperatura correta, e, principalmente, o tratamento e filtragem do ar que vem de fora para que ele tenha temperatura e humidade favoráveis à plantação. Tudo isso consome altas quantidades de energia.

Vários outros estados também têm legislações parecidas, e alguns possuem climas muito distintos do ideal para as plantações, o que exige ainda mais energia para adaptar os locais de cultivo. As costas do Atlântico e do Pacífico dos Estados Unidos, nesse sentido, emitem menos gases, enquanto o Alaska, as regiões do Meio-Oeste e dos Estados Montanhosos no Oeste, por sua vez, poluem mais.

No estudo, a equipe sugere que mudar o cultivo de cannabis para um ambiente ao ar livre em estufas pode diminuir os requisitos de energia e, consequentemente, reduzir as emissões. Os cientistas também ressaltam que estudos sobre a indústria da maconha ainda são muito iniciais, já que o fenômeno da legalização é relativamente recente, e mais dados são necessários para entender como otimizar a produção da droga lícita sem prejudicar o meio ambiente.

Super Interessante

Opinião dos leitores

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Diversos

‘Maconha não é porta de entrada para outras drogas’, afirmam pesquisadoras

Foto: Anthony Bolante/Reuters

Maconha: a palavra assusta puritanos, provoca risadas nos menos sisudos e cria polêmica por onde é proferida. Mas nunca passa despercebida. Talvez por isso chame tanta atenção o livro Maconha: Os Diversos Aspectos, da História ao Uso (editora Blucher) chame atenção. Reunindo ensaios de especialistas nas mais diversas áreas, do direito à segurança pública, passando pela antropologia, história e economia. No entanto, a questão que domina o volume é a psicologia, até pela especialidade das organizadoras, as psicanalistas Luciana Saddi e Maria de Lurdes de Souza Zemel.

Diferente da abordagem superficial com que o tema das drogas costuma ser tratado na mídia de forma geral, o livro busca compreender aspectos históricos, sociais, econômicos e sobretudo psicológicos por trás do uso da maconha, indo além da mera discussão punitiva e policialesca.

“O livro traz uma discussão científica, aborda a droga em suas diversas facetas e não temos uma resposta simples, que em geral é o que se procura”, afirma Saddi em entrevista ao Estadão. “Vicia? Faz mal? A discussão é sempre colocada assim, de uma forma muito banalizada. O livro fala do uso da maconha em seus diversos aspectos, mas deixa para o leitor a resposta sobre se ele deve ou não usar maconha, quando o risco de uso existe.”

Para Zemel, que trabalha em consultório e em ações sociais diretamente com a questão das drogas, o problema deve ser debatido em esferas mais amplas do que a mera condenação do dependente químico a um ser marginalizado. “A maconha não é porta de entrada para outras drogas”, esclarece a psicanalista, para quem a difusão desse mito serve a interesses econômicos. “Isso é eleitoreiro, faz com que as internações nas comunidades terapêuticas aumentem. Dá dinheiro aumentar internações, pois essas comunidades recebem dinheiro do governo que poderia ser investido nos Caps (Centros de Atenção Psicossocial)”.

Zemel menciona ainda que o álcool é uma droga com potencial destrutivo muito maior pelo alcance que tem, chegando inclusive a ser mais disseminado na Cracolândia que o próprio crack, mas pouco se faz para limitar o acesso ao álcool por interesses econômicos. “Dependendo da forma que se usa qualquer droga, você pode caminhar para a dependência ou não”, acrescenta ela, citando que apenas uma porcentagem muito pequena das pessoas que consomem drogas ficam dependentes.

No entanto, a percepção social acerca do usuário de drogas pode corroborar para seu adoecimento, de acordo com Saddi: “Se você é tratado como um dependente quando não é, a chance é muito grande de se produzir uma pessoa que vai ter sérios problemas psíquicos pelo isolamento, pelo preconceito”.

Esse preconceito, segundo Zemel, é o que prejudica também quem precisa da maconha para fins medicinais. “Para obter uma receita para uma mãe que tem um filho com 60 convulsões por dia, quem pode dar essa receita? Três médicos do Brasil dão. Porque eles são perseguidos por associações médicas”, afirma ela. “Esse óleo da maconha não ‘dá barato’, não causa dependência, é um remédio.”

É justamente para tentar dialogar com o público leigo e, muitas vezes, resistente à discussão, que os artigos reunidos no livro são apresentados de modo a ter fácil compreensão. “Acho que a linguagem, principalmente em alguns capítulos, apela no bom sentido ao sofrimento. O que traz a empatia e pode não gerar um ódio é perceber que estamos falando de vulnerabilidade, de riscos. Alguns capítulos trazem exemplos e com isso vai se desmanchando a ideia do que é um drogado”, afirma Saddi.

Para Zemel, o grande problema não é a maconha em si, mas a forma como indivíduos e sociedade se relacionam com ela: “Não queremos focar na droga, mas tratar e cuidar das pessoas.”

Estadão

Opinião dos leitores

    1. Alegrias. Felicidades. Contemplação. É um presente de Deus para aturarmos malas que nem você.

  1. É preconceito na casa dos outros, quero ver o pai que flagra filho fumando maconha na sua sala e vai agir naturalmente. Essa imprensa esquerdista quer destruir valores e implantar o caos…

    1. Se eu flagrar meu filho fumando maconha sem ter me convidado, realmente vou ficar muito chateado.

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Polícia

VÍDEO: PRF faz apreensão recorde de maconha em Mato Grosso do Sul; 29,2 toneladas

Foto: © Polícia Rodoviária Federal/Alagoas

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu 29,2 toneladas de maconha na BR-267, na manhã de ontem (8), perto da cidade de Rio Brilhante, em Mato Grosso do Sul. Segundo o órgão, essa é a maior apreensão na história da PRF no país.

O caminhão transportava uma carga regular de milho, acompanhada de nota fiscal, mas durante a fiscalização, os policiais descobriram a droga encoberta. Eles disseram que a apreensão aconteceu após “ações de inteligência”.

“O caminhão, que possuía placa de Campo Grande [MS], foi então levado para uma cerealista com estrutura para descarga e pesagem, sendo então retirado o milho do caminhão, tornando possível a pesagem da carga ilícita de maconha”, diz o comunicado da PRF.

O motorista, de 40 anos, não possuía passagens na polícia. Aos agentes, ele disse que o destino da mercadoria seria a cidade de Itapetininga, interior de São Paulo, e que receberia o caminhão utilizado no transporte como pagamento pelo serviço. O motorista, a droga e a carreta foram encaminhados para a Polícia Federal em Dourados (MS).

A ação da PRF foi destacada pelo presidente Jair Bolsonaro nas redes sociais.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

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Polícia

PF apreende em residência haxixe e maconha em operação que investiga associação criminosa que se utilizou de aeronaves da FAB para tráfico de drogas

Foto: Divulgação

A Polícia Federal deflagrou na manhã desta terça-feira (2) a Operação Quinta Coluna, que investiga uma associação criminosa que se utilizou de aeronaves da Força Aérea Brasileira (FAB) para enviar drogas para a Espanha. As investigações também incluem os crimes de lavagem de ativos. Os policiais encontraram haxixe e maconha na casa de um dos suspeitos.

Foram cumpridos 15 mandados de busca e apreensão. Além disso, dois mandados restringem a comunicação dos investigados e saída do Distrito Federal. A Justiça Federal do DF determinou o sequestro de imóveis e veículos dos envolvidos no esquema. Militares da FAB também participam do cumprimento das medidas.

As investigações são um desdobramento do caso que envolveu o sargento brasileiro Manoel Silva Rodrigues, flagrado com 37 quilos de cocaína em um avião da comitiva presidencial, em 2019. Segundo a PF, além do sargento, outras pessoas “se associaram ao militar, de forma estável e permanente, para a prática do crime de tráfico ilícito de drogas, tendo sido apresentado à Justiça elementos que indicam pelo menos mais uma remessa de entorpecente para Espanha”.

Bela Megale – O Globo

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Polícia

FOTO: Estudante de direito é preso no RJ com 3 mil pés de maconha

Foto: Divulgação/Polícia Civil do Rio de Janeiro

A Polícia Civil do Rio prendeu hoje o estudante de direito Felipe Coutinho Vaz, de 31 anos. Ele administrava três sítios, em Maricá, onde foram encontrados 3 mil pés de maconha.

Segundo as investigações, ele vendia skunk no Rio e em Niterói. As plantas eram cultivadas num galpão com estufas, ventilação, controle de temperatura e iluminação.

A polícia diz que cada quilo da droga era vendido a R$ 30 mil, e cada colheita rendia entre três e cinco quilos.

O Antagonista

Opinião dos leitores

  1. Maconha é só uma planta. ?
    Há quem goste de álcool ou tabaco, mas está mais do que provado que é muito menos ofensiva do que essas substâncias.
    O que mata é a proibição que cria um mercado marginal que envolve desde bandidos assassinos a policiais e políticos. Se liberar e organizar acaba essas grana nas mãos dessa gente. Uma coisa é certa: proibida ou não, quem gosta nunca vai parar de fumar.

  2. Idiotices do Estado, prender o cidadao por uma planta. Fuma quem quer. E outra, proíbam alcool entre outras drogas. Hipocresia.

    1. Fuma quem quer, mas depois os custos de tratamento vão para quem mesmo?
      E não venha com comparações com hábitos alimentares.

  3. Agora vai ter uma excelente oportunidade de fazer uma ótima prática de direito criminal. Menino dedicado esse garotinho, na primeira audiência de custódia estará livre, e isso será o grande empecilho no aproveitamento de sua prática jurídica. Lamentável!

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Polícia

FOTO: Policial penal do RN é um dos presos em operação que apreendeu 200 kg de maconha em João Pessoa-PB

Foto: Polícia Militar da Paraíba/Divulgação

Um policial penal do Rio Grande do Norte é um dos dois homens presos nessa quarta-feira (16), em uma operação da Polícia Militar que apreendeu mais de 200 quilos de maconha em João Pessoa. De acordo com a polícia, a maior parte das drogas estava escondida em um galpão de uma oficina desativada. Segundo a Secretaria de Administração Penitenciária do Rio Grande do Norte (Seap), que confirmou a prisão do servidor, além de responder às autoridades paraibanas criminalmente, ele será alvo de um processo administrativo disciplinar no RN. Todos os detalhes AQUI em repercussão do portal G1-RN.

Opinião dos leitores

  1. A Turma da esquerda e do Lula livre adora encobrir nomes e rostos da bandidagem.
    #Bolsonaro tem razão

    1. Sua paixão pelo PT é compulsiva, 24 horas sem tirar da cabeça. A onde a ódio pode tb existir amor.

    2. Paixão recolhida e pelo pseudônimo que escolheu já mostra o caráter que tem ou não ?

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Diversos

Câmara dos EUA aprova descriminalizar maconha em todo o país; texto vai ao Senado

Foto: Carlos Jasso/Reuters

A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta sexta-feira (4) a descriminalização da maconha em todo o país. O projeto, que ainda depende de votação no Senado para virar lei, também inclui a taxação de 5% na venda da droga para custear programas de assistência.

Com maioria democrata, a Câmara aprovou a proposta por 228 votos a favor e 164 contra. A expectativa é de que o texto encontre dificuldades para passar no Senado, onde o Partido Republicano detém a maioria dos assentos.

O democrata Jerry Nadler, que preside o Comitê Judiciário da Câmara, elogiou a proposta para descriminalizar a maconha em todo os EUA.

“Por muito tempo, tratamos maconha como um problema de justiça criminal em vez de uma questão de escolha pessoal e de saúde pública”, comentou o deputado.

Deputados republicanos questionaram a votação do tema em um momento de enfrentamento à Covid-19 — a doença causada pelo novo coronavírus tem matado quase 3 mil pessoas por dia.

O líder da minoria republicana na Câmara, Kevin McCarthy, ironizou as propostas apresentadas por democratas recentemente, que incluem a proibição de que pessoas mantenham em casa grandes felinos como tigres e leões.

“Com todos os desafios que os EUA enfrentam agora, nós republicanos pensamos que o pacote de socorro da pandemia deve ser votado. Porém, os democratas colocam gatos e maconha à frente”, criticou.

Em alguns estados americanos, o uso recreativo da maconha já é permitido pelas legislações locais. É o caso de Colorado e Washington, que aprovaram leis permitindo o consumo em 2012.

Neste ano, outros quatro estados aprovaram o uso recreativo da maconha em referendo organizado simultaneamente à eleição presidencial: Nova Jersey, Arizona, Dakota do Sul e Montana.

ONU reclassifica maconha para lista mais branda

A aprovação ocorreu um dia depois de a Comissão de Drogas Narcóticas das Nações Unidas reclassificar a maconha para uma categoria que inclui substâncias consideradas mais leves. Antes, o entorpecente ficava em um patamar considerado o mais grave, ao lado da heroína e outras drogas.

Essa decisão na ONU recebeu 27 votos a favor e 25 contra. Entre os que votaram favoravelmente à reclassificação da maconha, estão os Estados Unidos. O Brasil se posicionou contra.

Apesar de considerada histórica, a mudança não exige a nenhum país modificações em suas políticas nacionais sobre drogas. E, mesmo em um patamar mais brando, a ONU ainda recomenda o controle da maconha.

O uso recreativo da maconha é permitido em países como o Uruguai, o Canadá e a Geórgia, que recentemente aprovaram leis que retiram a penalização para quem consumir a substância ou que legalizam completamente o consumo da droga.

G1

Opinião dos leitores

  1. Se é para liberar a maconha, liberem todas as outras drogas, o mundo está realmente sem Deus, aguardem mais desgraças que já chegaram e as outras que estão por vir, leiam a Biblia e creiam em Jesus Cristo, só ELE é o caminho, a verdade e a vida, vem Senhor Jesus socorrei-nos destas trevas do maligno.

    1. A maconha é bem mais leve que o álcool, veja estatísticas sobre violência decorrente das duas, existem bem mais tragédias e problemas de saúde pelo consumo do álcool. Acontece que a indústria do álcool é bem mais rentável aí já viu. Hoje só o tráfico ganha com a proibição da maconha, apesar que toda esquina tem maconheiro. Agora liberar drogas pesadas seria uma tragédia.

    2. Não dá para comparar. A escala de consumo entre maconha é álcool tem uma distância astronômica. E vez de liberar a maconha, seria melhor ir 'desmamando' do álcool. Como se fez com o cigarro.

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Diversos

ONU aprova retirada da maconha de lista de drogas mais perigosas

A ONU aprovou a retirada da maconha de lista de drogas mais perigosas – Istock/Getty Images

A Comissão para Narcóticos da Organização das Nações Unidas (ONU) aprovou nesta quarta-feira, 2, a retirada da maconha para uso medicinal da lista de drogas mais perigosas do mundo.

Composta por 53 Estados-membros, a comissão considerou uma série de recomendações feita pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para reclassificar a planta e seus derivados. Atualmente, a cannabis se encontra classificada como uma das drogas mais perigosas do mundo, ao lado da heroína.

Em 1961, o comitê estabeleceu uma lista com quatro tabelas de classificação, sendo a primeira para as drogas mais leves e a última para as mais pesadas. Uma segunda recomendação da OMS, que reclassificaria os derivados da cannabis, como o dronabinol e o THC, no nível mais baixo das tabelas, não ganhou apoio para ser aprovada.

O voto também ocorre ao mesmo tempo em que diversos países levam adiante a pauta para a legalização da cannabis e seus derivados, muitos deles para uso terapêutico. O México foi um dos últimos países a legalizar o uso recreativo. Nos Estados Unidos, eleitores aprovaram a discriminalização da cannabis em diversos estados.

Veja

Opinião dos leitores

  1. Enquanto vocês ficam debatendo aí vou fumar um pra relaxar e dar umas risadas.
    kkkkkkkkk
    Vou dar um tapa na cara da sociedade!
    .kkkkkkkk

    1. Não tanto quanto na mão de um vagabundo, que tira a vida de um pai de família por um celular que ele batalhou o mês inteiro para comprar e mesmo assim não tem o direito de usa-lo na rua.

  2. Depois, os que falam em agendas globalistas são chamados de 'teóricos da conspiração'.
    Tudo para desestruturar as pessoas, para lhes tirar as responsablidades e delegar para o Estado (ou um supra-estado), desunir famílias, quebrar tradições, relativizar direitos (os lockdowns foram um trailer). Tudo com pretextos fofinhos e progressocas. Dividir para conquistar.

    1. Isso amigo desperto, precisamos denunciar essa agenda maçônico-globalista-comunista. Albert Pike já falava sobre isso antes da primeira guerra mundial…

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Polícia

(FOTO). Homem em MG compra maconha e recebe tijolos: ‘Não existe mais traficante honesto’

Foto: MagaiverTV cortesia ao UOL

Uma transação “desonesta” entre dois traficantes resultou na prisão de um deles, durante uma operação integrada entre as Polícias Militar e Civil em quatro cidades do Sul de Minas. Ele teria comprado tijolo achando que seria maconha e acabou preso quando foi trocar a droga. Além desse traficante, outros três homens e uma mulher foram detidos.

Segundo a polícia, o homem de 35 anos, um dos articuladores do tráfico na região, teria pago R$ 1,5 mil por duas barras de maconha, mas na hora de receber o material foi surpreendido com tijolos comuns. Insatisfeito, o traficante não quis ficar no prejuízo e, nesse momento, acabou sendo preso.

“Durante a investigação, captamos a transação e o homem estava muito bravo com outro traficante, que vendeu o tijolo falso. Ele estava cobrando uma postura ética desse traficante, como quem diz assim: ‘Não existe mais traficante honesto hoje em dia'”, disse o delegado.

A ação faz parte de uma investigação que durou quase um ano nas cidades de Nova Resende, Guaxupé, Bom Jesus da Penha e Campo Belo. O trabalho contou com 20 policiais, entre militares e civis que além das quatro prisões, apreenderam 35 papelotes de cocaína e mais duas pedras da mesma droga, que ainda não tinham sido fracionadas, dois tabletes de maconha, uma balança de precisão, materiais usados para a embalagem de entorpecentes, R$ 3,6 mil em dinheiro, dois aparelhos celulares, oito pacotes de cigarro contrabandeado, além de um veículo.

O delegado Manoel Francisco Martins ressaltou ainda a importância da denúncia anônima que propiciou toda essa operação com objetivo de combater os crimes de violência doméstica, tráfico ilícito de drogas e roubo. Ele orienta que denúncia pode ser feita pelo 181 ou pelo 190 e é sigilosa. “É importantíssimo que a comunidade faça essas denúncias, pois contribuem muito com o trabalho policial”, concluiu.

UOL

Opinião dos leitores

  1. Vixe Kkk Kkk Tá gostei. O governo deveria liberar a venda de tijolos como se fossem maconha.
    Só queria ver a cara dos viciados recebendo os tijolos kkkk

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