Vibrador inteligente revela que maconha dá orgasmos mais intensos

Foto: shutterstock

Descobrir como ter orgasmos intensos é o sonho de muitas mulheres. Um estudo produzido pela Lioness, marca de vibrador inteligente, revelou que aquelas que usaram maconha experimentam um tipo de orgasmo diferente, considerado mais forte.

Estudo mediu contrações vaginais e identificou que consumir maconha pode dar orgasmos mais intensos
O vibrador inteligente é capaz de medir as contrações vaginais e transformar o orgasmo em um gráfico. Os sensores presentes no brinquedo sexual medem a tensão na vagina.

Dessa forma, foi possível comparar diferentes orgasmos e observar que muitas mulheres que usaram o vibrador tiveram picos maiores de prazer após terem consumido Cannabis .

Liz Klinger, CEO da marca, fez o teste e relata que consumiu um produto comestível de maconha antes de se masturbar e sentiu um orgasmo mais longos, o que a surpreendeu com as intensidades variadas. Segundo ela, seus orgasmos geralmente são como uma onda, mas, dessa vez, eles não foram diminuindo a intensidade. Foram orgasmos fortes até o final.

Delas – IG

Os índios mexicanos que correm 700 km em dois dias – traficando maconha

(Jason Florio/Reprodução)

A inóspita Sierra Madre, cadeia de montanhas no noroeste do México, é o lar de cinco tribos indígenas. Uma delas se chama tarahumara – nome que significa “corredores de pés ligeiros”. Eles têm esse nome porque possuem uma capacidade absurda de correr. Mas não como o velocista Usain Bolt, ou os quenianos da São Silvestre. Os índios mexicanos estão em outro nível. Eles conseguem correr mais de 300 km – e um deles chegou a fazer 700 km, o equivalente a 16 maratonas (ou a distância de São Paulo a Florianópolis), em apenas dois dias. Além de resistentes, os tarahumara também são velozes: levam apenas 90 minutos para atravessar um trecho especialmente difícil da Sierra Madre, que exploradores demoram até dez horas para cruzar. “Um tarahumara de 50 anos pode facilmente vencer uma corrida contra adolescentes. E índios de 80 anos conseguem fazer maratonas subindo montanhas”, escreve o jornalista americano Christopher McDougall, autor de um livro sobre essa tribo (Nascido para Correr), que reúne cerca de 50 mil pessoas. Todos os tarahumara – homens, mulheres, crianças, idosos – são capazes de correr distâncias impressionantes.

Ao correr uma maratona, um atleta queima em média 2.600 calorias. Mas estima-se que, para correr 700 quilômetros, um tarahumara consuma aproximadamente 43 mil calorias. A alimentação da tribo é composta por milho, feijão, algumas frutas, ratos e veados – que eles caçam de um jeito bem particular. Os tarahumara, como algumas tribos no sul da África, ainda empregam a técnica mais antiga que existe para pegar sua presa: a caça de persistência, que consiste em perseguir o animal até que fique exausto e pare de correr (e aí possa ser abatido). Os índios corredores também enfiam o pé na jaca: são capazes de passar uma noite inteira bebendo e festejando e levantar na manhã seguinte e correr o dia inteiro, como se nada tivesse acontecido. A tribo produz e consome uma cerveja de milho, a tesguino, que possui baixo teor alcoólico e alto nível de carboidratos – e os índios bebem em média três vezes por semana, vários litros cada um.

Muitos corredores passam a vida tentando evitar dores e lesões, com tênis de última geração que prometem absorver o impacto sobre os pés e as articulações. Os tarahumara não estão nem aí. Eles correm descalços ou com sandálias finas de couro, conhecidas como huarache. No mundo da corrida, existe todo um movimento que defende o correr descalço. Testes com esteiras mostram que, quando uma pessoa corre de tênis, ela tende a aterrissar com o calcanhar. Ao correr descalço, a tendência é pisar mais com o meio e a ponta do pé, o que supostamente causa menos impacto e provoca menos lesões. Nem todos concordam com isso, mas a técnica parece funcionar bem para os índios. Eles já participaram de uma competição oficial: a Leadville 100, uma ultramaratona de 100 milhas (160 km) realizada anualmente nas montanhas do Colorado, nos EUA. Os índios ganharam duas vezes a competição, e estabeleceram um tempo recorde – 17 horas e 30 minutos – que levou oito anos para ser superado.

Mas toda essa correria também acabou chamando a atenção de um grupo do mal: os narcotraficantes mexicanos.

Por ser uma região difícil de policiar, Sierra Madre se tornou base para os cartéis de drogas New Bloods e Los Zetas, que usam o local para plantar maconha e papoula opiácea (matéria-prima da heroína). Os Zetas penduram as cabeças de seus inimigos em locais públicos, queimam policiais em barris cheios de gasolina e, diz a lenda, têm até um tigre de estimação, alimentado com os corpos de traficantes rivais. Esse grupo de gentlemen viu nos índios corredores uma oportunidade – e começou a recrutá-los para traficar drogas.

Boa parte dos tarahumara ainda vive isolada, com costumes e roupas tradicionais (saia de couro e lenço amarrado na cabeça para os homens, e saia longa florida para as mulheres). Mas muitos deles adotaram o estilo de vida ocidental, e podem ser vistos usando calça jeans e bebendo refrigerantes. Além disso, o governo mexicano deseja incentivar o turismo na região, onde construiu hotéis e um aeroporto. Tudo isso desestabilizou os tarahumara, que também sofrem com o clima. Nos últimos anos, a região vem enfrentando secas no verão, o que tem arrasado a agricultura local e exposto os índios à fome. Desesperados, alguns deles começaram a trabalhar para os traficantes, que oferecem em média US$ 800 para que os índios atravessem correndo a fronteira dos EUA – levando nas costas uma mochila com 20 quilos de maconha. Mas o risco é alto. Os índios que não são presos às vezes acabam ludibriados pelos traficantes, e não recebem o dinheiro prometido.

Camilo Villegas-Cruz, de 21 anos, foi um deles. Por causa da seca, o jovem tarahumara deixou a tribo para procurar por trabalho em outro lugar. Um estranho o abordou, oferecendo US$ 3 mil para que ele e o irmão fizessem a travessia até os EUA levando drogas. Os índios rapidamente aceitaram. O homem então os levou para uma fazendinha próxima à fronteira, de onde eles partiram com as mochilas e um pouco de água e comida. Após caminhar por meia hora, os índios chegaram a uma parte pouco vigiada da fronteira, e entraram nos Estados Unidos. Mas a jornada pelo deserto do Novo México ainda seria longa. Para não levantar suspeitas, eles se deslocavam durante a noite. Não durou muito. No terceiro dia, os irmãos foram pegos por um helicóptero da polícia, que fazia ronda na região. No julgamento, até que tiveram sorte. O juiz deu uma sentença leve, de três anos em regime aberto, e os mandou de volta para o México.

Sem conseguir plantar a própria comida por causa da seca, Camilo foi procurar emprego. Trabalhou como ajudante de um fazendeiro, ganhando um salário de míseros US$ 10 por dia. Até que recebeu de um estranho a proposta de levar drogas para os EUA. De novo, ele aceitou. De novo, foi preso. Hoje, Camilo vive em uma prisão federal americana, onde cumpre pena de 46 meses por “posse de drogas, com intenção de distribuição” e por ter entrado ilegalmente no país. Ele diz que, quando for solto, voltará para o México, e nunca mais trabalhará para os traficantes. Quer voltar a correr – e jura que sem carregar drogas nas costas.

Super Interessante

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Abel disse:

    Papel cabe tudo mesmo.
    Isso não existe.
    Isso é uns índios ou burros mulo??
    Nem burro mulo, faz esse percurso em dois dias. Ficam estropiados.
    Por tanto isso é fake.

  2. Robson disse:

    700km em dois dias correndo? Acho que quem ta fumando maconha é a pessoa que escreveu isso.

PF destrói 3 mil toneladas de maconha de plantações no Paraguai, maior volume eliminado entre 2017 e 2018

Foto: Divulgação Polícia Federal

A 3ª fase da Operação Nova Aliança, que tem como objetivo a erradicação de plantações de maconha no Paraguai, foi concluída esta semana e resultou na destruição de 3 mil toneladas da droga. A quantidade deste ano ultrapassa o volume destruído em 2017 e 2018.

As ações de combate às plantações de maconha no país vizinho envolveram, conjuntamente, os agentes da Polícia Federal (PF) e da Secretaria Nacional Anti Drogas do Paraguai. De acordo com a PF, esse tipo de trabalho é eficaz e reduz custos.

“A estratégia de atacar a produção da droga, antes de que ela chegue ao mercado brasileiro, traz grande economia ao país, pois milhões de reais deixam de ser gastos em repressão ao tráfico interno, em prisões e processos judiciais, que se tornam menos comuns, uma vez que a quantidade de maconha que circula no país cai drasticamente”.

Agência Brasil

FOTO: Polícia Militar apreende 18 tabletes de maconha na Praia de Pipa

Foto: Divulgação/PM

Policiais Militares do Pelotão Turístico da Praia de Pipa receberam nessa quarta-feira (04), por volta das 09h da manhã, através do número 190, uma denúncia anônima que no dia anterior, pelo horário da noite, foram visualizadas duas pessoas enterrando material não identificado em sacos plásticos na cor preta em um terreno baldio na Rua Dourada.

Diante do recebimento da denúncia, Policiais Militares iniciaram as diligências, a fim de verificar a procedência da informação, ocasião que fora encontrado, enterrado, 18 tabletes de maconha, pesando aproximadamente, ao total, 12 Kg.

Em razão da materialidade, o entorpecente fora encaminhado à Delegacia de Polícia Civil de Pipa para procedimentos cabíveis.

Cientistas criam bafômetro capaz de identificar uso de maconha

(OpenRangeStock/Thinkstock)

Cientistas americanos desenvolveram um bafômetro capaz de identificar o consumo maconha. O dispositivo, que ainda é um protótipo e não tem previsão para ser utilizado nas ruas, foi produzido por uma equipe do departamento de química da Escola de Engenharia de Swanson, nos Estados Unidos.

O funcionamento do aparelho se dá pela medição da quantidade de tetrahidrocanabinol (THC), psicoativo da maconha, na respiração de quem bafora o aparelho. De acordo com Sean Hwang, autor do estudo, o desenvolvimento do dispositivo só foi possível graças a um novo semicondutor de nanotubo de carbono, tecnologia considerada promissora no meio científico.

“Ensinamos o bafômetro a reconhecer a presença do THC com base no tempo de recuperação das correntes elétricas, mesmo quando há a presença substâncias como o álcool”, afirmou o cientista ao site Phys.org. Para os pesquisadores, esse é o primeiro passo para criar um futuro em que as pessoas não fumem e dirijam.

O consumo de maconha medicinal ou recreativo da maconha é permitido em nove estados americanos além da capital Washington, como Califórnia, Nevada e Colorado.

Nestas quatro regiões, aliás, segundo dados do Instituto de Segurança Viária das Seguradoras dos Estados Unidos (IIHS), o número de acidentes de trânsito desde a legalização da droga aumentou 6% entre janeiro e 2012 e outubro de 2017.

Exame

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Marcelo disse:

    Reiosse, lascosse…

  2. Nica disse:

    Lei seca? Agora é a lei maresia kkkkk

  3. Delano disse:

    Kkkkkkk. Fudeu meio mundo.

FOTO E VÍDEO: Carro é perseguido, cai em lagoa, e PRF apreende mais de 160 kg de maconha na Grande Natal; casal é preso

Foto: Divulgação/PRF

 

Durante fiscalização de combate a criminalidade, a Polícia Rodoviária Federal apreendeu, no final da noite dessa segunda-feira (19), na zona rural da cidade de Monte Alegre/RN, um grande quantidade de maconha. Uma equipe estava em patrulhamento no km 115 da BR 101, em São José do Mipibu, quando o condutor de um Corsa Sedan, ao visualizar os policiais, efetuou uma conversão repentina e pegou o acesso à cidade de Monte Alegre. A partir desse momento, iniciou-se um acompanhamento tático com intermitente ligado e sirene acionada. Após várias quilômetros percorridos, várias ordens de parada sem êxito e já na zona rural de Monte Alegre, o condutor perdeu o controle do veiculo, saiu da pista e caiu em uma lagoa, ficando o veículo submerso.

Após a retirada do veículo, foi encontrado dentro dele um casal, um homem de 32 anos e uma mulher de 30. No porta malas foram encontrados 232 tabletes de maconha, pesando 166,2 kg. Questionado sobre a origem da droga, o casal informou que pegou-a em um posto de combustível na cidade de Macaíba e que a entregaria na cidade de Campina Grande/PB. Pelo serviço receberia o valor de 5 mil reais.

Durante o acompanhamento tático, foi solicitado o apoio à Polícia Militar de Monte Alegre que de pronto atendeu e deu suporte à ação.

Diante dos fatos, foi dada voz de prisão ao casal pelo suposto crime de tráfico de drogas e associação ao tráfico. A ocorrência foi encaminhada à Central de Flagrantes em Natal para as medidas legais cabíveis.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Ceiça disse:

    Excelente atuação dos Policiais! Parabéns! 👏👏👏👏

Fiocruz: 7,7% dos brasileiros usaram maconha pelo menos uma vez

Foto: Divulgação / Polícia Federal

A maconha é a substância ilícita mais consumida no Brasil, segundo a pesquisa. Dados do 3º Levantamento Nacional sobre o Uso de Drogas pela População Brasileira, divulgado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), apontam que 7,7% dos brasileiros de 12 a 65 anos já usaram maconha ao menos uma vez na vida. A segunda droga com maior consumo no país é a cocaína em pó (3,1%).

O levantamento que ouviu cerca de 17 mil pessoas com idades entre 12 e 65 anos, em todo o Brasil, entre maio e outubro de 2015, é apontado como um dos mais completos por sua abrangência. Pesquisadores também destacaram números preocupantes relacionados ao uso do crack.

Aproximadamente 1,4 milhão de pessoas entrevistadas relataram ter feito uso de crack e similares alguma vez na vida, o que corresponde a 0,9% da população da pesquisa. Neste aspecto, o levantamento destaca um diferencial pronunciado entre homens (1,4%) e mulheres (0,4%). Nos 12 meses anteriores ao levantamento, o uso dessa droga foi reportado por 0,3% da população.

Pesquisadores explicam que estes resultados devem ser observados com cautela, uma vez que o inquérito domiciliar não é capaz de captar as pessoas que são usuárias e não se encontram regularmente domiciliadas ou estão em situações especiais, vivendo em abrigos ou em presídios, por exemplo.

Maconha é apontada como a droga mais consumida no Brasil (Arquivo/Agência Brasil)

“O percentual que encontramos no 3° Levantamento é inferior ao que aparece na Pesquisa Nacional do Uso do Crack [Fiocruz, 2013]. Isso porque nosso levantamento foi domiciliar. Mas os usuários de crack compõem uma população majoritariamente marginalizada, que vive em situação de rua. Desse modo, importante reforçar que o levantamento corrobora o grave problema de saúde pública que é o uso de crack no Brasil. Mas faz isso justamente por mostrar, a partir da visibilidade diminuta dentro dos lares, que o consumo dessa substância no país é um fenômeno do espaço público”, afirmou o coordenador da pesquisa, Inácio Bastos.

Medicamentos

Outro dado destacado pelos pesquisadores diz respeito ao uso dos analgésicos opiáceos e dos tranquilizantes benzodiazepínicos. Nos 30 dias anteriores à pesquisa eles foram consumidos de forma não prescrita, ou de modo diferente àquele recomendado pela prescrição médica, por 0,6% e 0,4% da população brasileira, respectivamente.

“É um número que revela um padrão muito preocupante, e que faz lembrar o problema norte-americano de uma década atrás, em termos de classe de substâncias”, alertou Bastos.

Diminuição de cigarro

Sobre tabaco, o coordenador da pesquisa da Fiocruz destacou uma redução do consumo identificado no levantamento. “Outras pesquisas têm mostrado que há um declínio com relação ao uso do cigarro convencional. Por outro lado, têm chamado atenção para formas emergentes de fumo, com a ascensão de aparatos como cigarros eletrônicos e narguilés”, disse Bastos.

Levantamento

O 3° Levantamento Nacional sobre o Uso de Drogas pela População Brasileira teve sua origem numa concorrência pública lançada em 2014 pela Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad), do Ministério da Justiça e Segurança Pública.

O estudo contou com a parceria de várias outras instituições, como o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Instituto Nacional de Câncer (Inca) e a Universidade de Princeton, nos EUA.

Francisco Inácio Bastos disse que definiu seu plano amostral a partir de critérios metodológicos semelhantes aos da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) do IBGE.

“Há um enorme desafio em realizar uma pesquisa como esta, que busque ser representativa da população brasileira. O Brasil não é apenas muito heterogêneo, como também conta com regiões muito pobres, territórios de população esparsa e dificuldade de acesso”, avaliou o pesquisador.

Agência Brasil

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Arnaldo Franco disse:

    Consumo de droga: o crime organizado agradece.

Entenda por que a maconha foi proibida ao redor do mundo

(FOTO: PIXABAY)

Nos últimos anos, países comoEstados Unidos, Uruguai e Holanda mudaram suas legislações e passaram a autorizar o consumo de maconha tanto para fins recreativos quanto medicinais. Essas nações, entretanto, são absolutamente minoritárias em relação às leis adotadas pela maior parte do planeta.

No Brasil, por exemplo, o uso de Cannabis é crime, mas desde 2006 não há pena de prisão para uso pessoal — ainda que caiba ao juiz avaliar a quantidade que corresponda ao “consumo pessoal”. Atualmente, algumas famílias também têm conseguido na Justiça o direito de importar remédios com canabidiol, uma das substâncias derivadas da planta.

Mas afinal, por que a maconha foi proibida? A história vai além do clichê de que ela faz mal à saúde. Até porque, se esse fosse o caso, a lista de proibições seria longa. Na verdade, os motivos misturam preconceito com minorias, interesses de indústrias e moralismos religiosos que condenam a noção de prazer sem merecimento.

Tudo começou nos Estados Unidos. Nos anos 1920, com a famosa Lei Seca que proibia a produção e comercialização de bebidas alcoólicas, a maconha, que até então era restrita a minorias mexicanas, entrou na vida de muita gente. O problema é que o chefe da Divisão de Controle Estrangeiro do Comitê de Proibição, Henry Aslinger, tornou a guerra contra as drogas quase uma missão pessoal. E se aproveitou de boatos de que a maconha induzia à promiscuidade e ao crime para dar início à perseguição da erva.

HENRY ASLENGER, QUE PROMOVEU A CRIMINALIZAÇÃO DA MACONHA NOS EUA (FOTO: WIKIMEDIA COMMONS)

Depois que o álcool voltou a ser permitido, em 1930, o governo criou o Federal Bureau of Narcóticos (Departamento Federal de Narcóticos), para combater o uso de cocaína e ópio. Aslinger se tornou chefe do FBN e incluiu a maconha na lista de substâncias proibidas.

Há desconfianças, porém, de que Aslinger tinha mais do que sede de poder e ódio às drogas, e teria sido motivado por outros interesses. Um deles era o de servir a indústrias que lucrariam com a destruição de indústrias do cânhamo, fibra obtida da Cannabis que pode ser usada na fabricação de tecidos, papel, cordas, resinas e combustíveis. É claro que petrolíferas e fabricantes de fibras sintéticas não gostavam nada da ideia de disputar mercado com produtores da fibra vegetal.

A erva, aliás, está no cerne da história moderna do Brasil. É que as caravelas portuguesas que chegaram ao país em 1500 eram feitas de fibra de cânhamo — a palavra maconha em português, por sinal, seria um anagrama da palavra cânhamo.

No início da colonização, o cultivo da planta era inclusive incentivado pela Coroa Portuguesa. Com o passar dos anos, o consumo da maconha como substância psicoativa passou a se disseminar entre escravos e índios. Mas ninguém parecia se preocupar muito com isso. No fim do século 19, seu uso passou a ser recomendado por médicos no tratamento de bronquite, asma e insônia.

Não durou muito. A partir de 1930, muito influenciado pelos Estados Unidos, o Brasil começou a reprimir o uso de maconha, e a associá-la ao preconceito racial — o consumo de Cannabis se tornou uma forma de criminalizar a população negra, historicamente marginalizada.

O tema voltou à pauta recentemente, pois o Supremo Tribunal Federal deveria julgar no dia 5 de junho um caso que poderia descriminalizar o porte de maconha para consumo pessoal. A votação, entretanto, foi adiada para data incerta.

Galileu

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Nelson Maia disse:

    Pronto! Nem maconha pode mais se fumar em paz, sem correr o risco de ser acusado de apropriação cultural, rsrsrsrs

FOTOS: PRF apreende quase 300 kg de maconha na BR-304, em Lajes- RN

Fotos: PRF/Divulgação

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu 299,5 quilos de maconha no fim da noite dessa terça-feira (30), por volta das 23h, no municípios de Lajes, na região Central potiguar, no quilômetro 193 da BR-304, e prendeu um homem de 34 anos, que transportava o entorpecente. Na ação, o acusado disse que não sabia o que estava transportando.

Segundo a PRF,  o condutor sequer tentou esconder a droga. Na averiguação, parte estava disposta no banco traseiro do carro modelo Logan, enquanto outra foi achada no porta-malas do veículo, que seguia no sentido a Natal. Ainda segundo a PRF, o homem preso também não era habilitado como motorista.

A ocorrência foi encaminhada à Superintendência de Polícia Federal em Natal.

VÍDEOS: PRF apreende em Mossoró 41 Kg de maconha e 2 Kg de cocaína em fundo falso de caminhão

Durante fiscalização de rotina, no Km 68 da BR 304, no município de Mossoró/RN, no final da tarde dessa segunda-feira (29), a Polícia Rodoviária Federal abordou um veículo F1000, de cor cinza, com placa do Estado do Maranhão. De acordo com a PRF, o condutor de 32 anos tentou fugir, mas foi contido pela equipe rapidamente. Ele informou que estava recebendo a quantia de R$ 100,00 para levar o veículo até Parnamirim. Posteriormente foi confirmado que o motorista pegou o veículo em Fortaleza/CE e levaria para Recife/PE.

Ao realizar uma vistoria mais minuciosa no veículo, foi observado que, por baixo da carroceria, existia um fundo falso. Nesse local, foram encontrados 76 tabletes de maconha e 2 de cocaína. A pesagem oficial confirmou 41,385 Kg de maconha e 2,290 kg de cocaína.

Toda a ocorrência foi encaminhada à Polícia Federal na cidade de Mossoró.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Az disse:

    PRF só vai na fita Dadá

FOTOS: Defur apreende na Grande Natal cinco mil quilos de maconha; explosivos, munições e coletes à prova de bala também apreendidos

Fotos: cedidas

A Polícia Civil, através da Delegacia Especializada em Furtos e Roubos (Defur), apreendeu nesta quarta-feira(06) cinco mil quilos de maconha.

Segundo informações preliminares, a apreensão ocorreu em uma granja na cidade de Macaíba, na Grande Natal. Na ocasião, algumas pessoas foram presas.

Além da droga, os policiais civis também apreenderam dinamites, munições e coletes à prova de bala.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Abelhudo disse:

    Qual a função da Denarc? tomou na cabeça!

  2. Sidney disse:

    Ôxe,não mostra o rosto das crianças porquê,deve ser para obedecer ao que diz o ECA,só pode ser,que não se deve expor o rosto dos inocentes,aí é brincadeira mesmo.

Maconha passa a ter o efeito oposto quando você envelhece – pelo menos em ratos

(Reprodução/Reprodução)

No equilíbrio entre os benefícios e os riscos da maconha, a idade parece ser um fator mais importante do que se imaginava. Pelo menos foi o que concluiu uma pesquisa feita com ratos na Universidade de Bonn, na Alemanha.

Os cientistas queriam ver qual seria o efeito do THC, a substância responsável pelo “barato” da maconha, se fosse dado aos ratos em doses baixas, mas diárias, por um longo período de tempo.

Eles dividiram os bichinhos em três grupos: um de jovens, outro de ratos na meia idade e um último de idosos. Os animais foram testados com relação à capacidade de aprender e à memória usando pequenos labirintos. Eles observaram quanto tempo os roedores levavam para explorar o trajeto certo e, depois, para perceber quando estavam num caminho já percorrido anteriormente.

A próxima etapa foi dar subdoses de THC durante um mês para cada rato. A quantidade era bem baixa, pequena demais até para causar efeitos psicoativos. Mesmo assim, ao fim do teste, o desempenho dos ratos jovens piorou muito dentro do labirinto.

O resultado é consistente com pesquisas em humanos, que mostram que a memória de curto prazo fica prejudicada enquanto durar o uso, ainda que os efeitos sejam reversíveis.

Mas o grupo de ratos idosos surpreendeu os pesquisadores. Porque, no caso deles, o uso do THC trouxe uma melhora cognitiva razoável, impulsionando a memória e a atenção e trazendo resultados melhores dentro do labirinto.

Qual o nível da melhora? Bem, no grupo de controle, sem drogas envolvidas, os ratos jovens tinham um desempenho muito melhor que os dois grupos mais velhos. Já no grupo que recebeu o THC, a performance dos ratos idosos foi tão boa quanto a dos jovens que não usam o THC.

Em outras palavras, foi como se as baixas doses do canabinoide tivessem rejuvenescido a cognição dos roedores. Por quê? Os cientistas têm uma teoria.

A maconha tem efeito no cérebro porque suas moléculas imitam substâncias produzidas no próprio corpo, processadas pelo sistema endocanabinoide, presente no cérebro de todos os mamíferos.

Os mesmos pesquisadores fizeram testes com ratos geneticamente modificados para ter problemas no sistema endocanabinoide. Eles envelheciam mais rápido e tinham problemas cognitivos mais cedo.

Mesmo em pessoas saudáveis, esse sistema já não funciona tão bem conforme ficamos mais velhos. Baixas doses de THC podem ser o estímulo necessário para equilibrar as coisas novamente, impedindo o declínio da atenção e da memória.

O mesmo mecanismo explicaria o prejuízo na mente dos jovens: o sistema endocanabinoide deles ainda funciona muito bem. Por isso, adicionar mais estímulo acaba desequilibrando o sistema e pecando pelo excesso.

Os cientistas de Bonn repetiram a experiência várias vezes e sempre conseguiram os mesmos resultados. O próximo passo é começar um estudo diretamente com humanos. Por mais promissor que pareça, porém, eles alertam que o THC isolado usado na pesquisa está bem abaixo da quantidade presente em um único cigarro da erva. Ou seja: nada de passar o baseado para turbinar a memória da sua avó.

Super Interessante

INSPEÇÃO POR RAIO-X: Polícia Federal prende homem em flagrante em Parnamirim que receberia cerca de 1,6 quilo de maconha em agência dos Correios

A Polícia Federal prendeu nesta terça-feira (11) um homem no momento em que receberia cerca de 1,6 quilo de maconha em uma agência dos Correios, na cidade de Parnamirim/RN. A droga havia sido despachada pelo correio do Paraná

Durante verificação rotineira foi detectada, através de inspeção por raio-x, a presença de quantidade significativa de material orgânico no interior da encomenda postal. Acionados, policiais federais acompanharam de forma velada o trajeto do material até seu destinatário.

O homem foi preso e indiciado por tráfico interestadual de drogas, cuja pena pode variar de 5 a 15 anos de reclusão. Após o indiciamento, ele foi encaminhado ao sistema prisional estadual.

PRF prende casal com maconha na BR-101 em Parnamirim

Reprodução: PRF

Um casal foi preso no final da manhã desta quinta-feira (6), no viaduto de Emaús, em Parnamirim/RN, transportando maconha. Eles estavam em um Fox vermelho com placa da cidade de Riachuelo/RN.

No momento da abordagem, os policiais desconfiaram do comportamento dos suspeitos. Eles se mostraram bastante nervosos. Ato contínuo, foi realizado uma revista no interior do veículo, quando os PRFs localizaram uma sacola plástica contendo seis tabletes de maconha, que após pesagem, pesou cinco kg da droga.

Diante dos fatos, a dupla foi detida e conduzida com o entorpecente à Delegacia da Polícia Civil de Parnamirim. Durante os procedimentos na polícia judiciária, constatou-se que o condutor, um homem de 21, fez uso de um documento falso, com o nome de outra pessoa e que a mulher era uma adolescente de 17 anos. O veículo não apresentou nenhuma irregularidade e pertence a uma outra pessoa.

‘Não compre, plante!’: Movimentos convocam Marcha da Maconha em Natal

Foi convocada para o dia 31 de maio em Natal a Marcha da Maconha, evento cuja bandeira, anuncia-se na divulgação, é pela legalização da erva.

Com os dizeres “A proibição mata; o cultivo salta” e ainda “Não compre, plante!” o evento está marcado para ter concentração às 12h ao lado da faculdade Estácio de Sá na Avenida Roberto Freire, em Ponta Negra.

A saída está marcada para as 16h20 em direção ao deck da praia de Ponta Negra, conhecida região que congrega jovens nos fins de semana que fazem uso da droga.

O evento tem o apoio do Diretório Central de Estudantes da UFRN; Liga Canábica; Movimento Lombra Eterna; Cabeças Feitas Produções; Amonati; Casa da Ladeira, dentre outros.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Luiz Moreira disse:

    Liberar significa também regulamentar, criar um ambiente onde se discuta cada aspecto do uso, seja medicinal seja recreativo. Educação dá de dez em proibição cega.

  2. Roberto Araujo disse:

    Vários estudos comprovam os benefícios da maconha, logo, logo será legalizada!

  3. Roberto Araujo disse:

    Esses eleitores de Bolsonaro apresentam um QI acima da média! Basta ler seus argumentos.

  4. Marcio Fonseca disse:

    Pau nessa cambada de maconheiro. Só o MITO pra acabar com essa cambada de vagabundo!!!

  5. ÉdoBrasil disse:

    Apologia às drogas não é mais crime???????

  6. Observador disse:

    Vagabundagem não… a muléstia!

  7. ANTI-XELELÉU disse:

    alô PM!!!!

    já sabem onde estará essa cambada de maconheiros…

    é só levar uns 15 camburões .

    • Mortadela com pão disse:

      Sua cervejinha vc nao dispensa no fim de semana, nené hipocrita?

    • . disse:

      Tomar Cerveja não é proibido. Concorda?

    • Luiz Moreira disse:

      Se peoibissem bebida, você deixaria de beber??

    • Jaeci Neto disse:

      O paradoxo entre a proibição da maconha e a liberação do álcool faz parte do atraso dessa nação de primeiro mundo chamada Brasil.

  8. Alceu Cicco disse:

    Código Penal: Art. 287. Fazer, publicamente, apologia de fato criminoso ou de autor de crime:
    Pena – detenção, de 3 (três) a 6 (seis) meses, ou multa.

  9. Joel disse:

    Fazer uma pós, mestrado etc ninguém quer, mais apologia a maconha fazem uma festa eita país chibata.

Funcionários encontram maconha na universidade federal

imagem ilustrativa

Funcionários da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), em Ponta Porã, encontraram na manhã de hoje tablete com 473 gramas de maconha, durante a limpeza no pátio, localizado na Rua Itibiere Vieira, Residencial Julia de Oliveira Cardinal.

De acordo com informações do boletim de ocorrência, a responsável pelo local acionou a polícia e informou sobre o tablete de maconha, que estava na universidade.

Conforme a mulher, os funcionários limpavam, quando encontraram tablete com odor forte. A maconha foi entregue à polícia, que fez a pesagem do entorpecente.

Deu no Correio do Estado

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Fiscalização disse:

    Se a população soubesse o quanto tem de benefícios. Não tomaria mais remédios e acabaria com os bipolares e stressados. Quem produz e faz chegar às mãos de usuários são heróis mais que 90%desses políticos.

  2. Fiscalização disse:

    Nada demais. Pior é a cachaça que matou uma dançarina. Nunca foi novidade que as universidades são os polos construtores de vícios e bauburdias. Muitas conspirações são iniciadas lá. Uma simples planta causa tanta polêmica porquê o estado não pode cobrar imposto sobre ela. Mais essa planta tem ajudado vidas . Com o projeto abraçar a espença. Seus estudos científicos é mais eficaz que muitos medicamentos em doença graves. Vão estudar sua história e benéfico científicos.

  3. sil disse:

    esta em todos os sentidos de ensino tanto publico como parrticular

  4. sil disse:

    e isso é novidade dentro deste recinto todos sabem que isto existe desde muitos tempos

  5. Pirrixil disse:

    Oxente, inda bem que não foi aqui na UFRN., o pessoal talvez não gostasse da divulgação!!!

  6. Marcos disse:

    É a mesma de dizer que encontraram peixes no mar.

  7. Alexandre Wagner disse:

    Se fosse um tablete de rapadura eu estaria espantado!

  8. Pedro Henrique disse:

    O pessoal tá dizendo que na ufrn é comum. ACORDEM: em toda esquina tem. Na escola do teu filho de 8 anos já tem.

  9. Antagonista disse:

    Hehehe com tanta notícia mais importante pra publicar… O que é um tablete de maconha na frente de um País onde o presidente e seus aliados fazendo TUDO o que querem e saem ilesos?

  10. José neto disse:

    Talvez esse seja o motivo da revolta contra a polícia

  11. Charles disse:

    Um dos motivos que não querem a pm lá dentro. Se a pm entrar acaba a boca de fumo.

  12. Júnior disse:

    Se o caso fosse em uma instituição privada?

    • Luciana Morais Gama disse:

      Aí Junior, o Ministério Público entrava no caso, como é uma instituição federal…..

    • paulo martins disse:

      Hoje 'outsiders' são figuras proeminentes nas universitas fedorentas. E nós bancamos essa conta, vale lembrar.

  13. Edu disse:

    Que novidade, aqui na UFRN oferecem a toda hora

  14. Luciana Morais Gama disse:

    Isso virou coisa comum nas Universidades Federais. Por aqui também não é diferente.

    • Internauta político disse:

      Será que somente nas universidades federais? Se fosse numa particular, talvez encontrassem aquele pó branco.

    • Mortadela com pão disse:

      Hipocrisia aqui transborda pelos teclados….
      Enquanto isso na Coxinhalandia, tb conhecido com USA, vários estados liberam o consumo e uso da Canabis.

    • piupiu kkkkkk disse:

      MITO 2018