FOTO: PRF prende dois homens e apreende 72 quilos de maconha na Grande Natal

Foto: Divulgação/PRF

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu no final da noite dessa segunda-feira (8), mais de 72 quilos de maconha transportados em um caminhão boiadeiro. A ação aconteceu no km 280 da BR 304, em Macaíba, região metropolitana de Natal. Dois homens foram presos.

Policias rodoviários federais faziam fiscalização na rodovia quando deram ordem de parada ao condutor de um caminhão, que faz o transporte de animais vivos, mais conhecido como boiadeiro.

Próximo ao caminhão, seguia uma caminhonete Toro que também foi abordada. O caminhão era conduzido por um homem de 40 anos e a caminhonete por um jovem de 26 anos, ambos residentes na cidade de Quixeramobim/CE.

Durante a fiscalização, os dois motoristas demonstraram nervosismo e disseram que estavam vindo de Fortaleza/CE, com destino a cidade de João Pessoa/PB, onde iriam buscar um cavalo pertencente ao patrão. No decorrer da abordagem, a equipe constatou que os dois veículos andavam juntos e que a caminhonete, exercia a função de “batedor” do caminhão.

Em uma busca minuciosa aos veículos, os policiais encontraram, em um compartimento falso, entre a cabine e a carroceria do caminhão, vários sacos brancos contendo tabletes de maconha prensada. Após a contagem, foram contabilizados 69 pacotes, totalizando 72,77 kg da droga.

Diante do flagrante, os homens foram presos e encaminhados à Delegacia de Polícia Federal em Natal, onde foram autuados pelo crime de tráfico interestadual de drogas.

Anvisa aprova a venda do primeiro produto à base de maconha no país

FOTO: ISTOCK

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprovou o registro do primeiro produto à base de Cannabis no país.

O óleo composto por canabidiol poderá ser vendido em farmácias apenas com receita médica de controle especial do tipo B, cuja numeração é fornecida pela vigilância sanitária local. De cor azul, esse tipo de receita é geralmente indicada para psicotrópicos e deve ser renovada a cada 60 dias.

A autorização foi publicada nesta quarta-feira (22) no Diário Oficial da União.

Esse é o primeiro registro concedido pela agência desde que o órgão aprovou uma regulamentação que abre espaço para venda de produtos à base de Cannabis nesses locais, com base em alguns critérios. A agência criou uma nova categoria de produtos à base da planta, diferente da usada para medicamentos.

O produto é um fitofármaco à base de canabidiol, componente da Cannabis que tem efeito terapêutico para alguns quadros.

A concentração de THC, substância também alvo de estudos e conhecida por “dar barato”, é de menos de 0,2%.

A autorização da agência prevê que ele seja prescrito para casos em que não há outras alternativas de tratamento com resultado satisfatório. A lista de doenças não foi informada.

A fabricante é a empresa Prati-Donaduzzi, de acordo com os dados do registro. Ainda não há previsão de quando o produto deve ser ofertado no mercado e qual será o preço. ​

A Prati-Donaduzzi afirma que, por não ter estudos clínicos concluídos, o óleo não é um medicamento, mas um produto indicado para quadros específicos.

Atualmente, o país tem apenas um medicamento aprovado à base de Cannabis. Trata-se do Mevatyl, indicado para tratamento de espasmos em pacientes com esclerose múltipla. Ele tem uma concentração um pouco maior de THC em relação ao canabidiol, e tem custo de cerca de R$ 2.000.

A resolução que dá espaço à venda de produtos derivados da Cannabis no país que não entram na categoria de medicamentos foi aprovada em dezembro de 2019.

Na época, diretores da agência chegaram a analisar a possibilidade de dar aval ao cultivo da planta para pesquisa e produção de medicamentos, mas a proposta foi rejeitada por três votos a um.

Em contrapartida, diretores aprovaram uma regulamentação para oferta desses produtos para uso medicinal.

Desde então, empresas interessadas em desenvolver ou importar esses produtos para venda podem solicitar registro à agência, para venda mediante apresentação e retenção de receita. Sem aval para o plantio, no entanto, é necessário importar substratos de matéria-prima ou o produto finalizado.

O tipo de receita e indicação varia conforme o produto —aqueles com concentração de THC acima de 0,2% só podem ser prescritos a pacientes terminais ou que esgotaram alternativas de tratamento e com receita tipo A, igual à usada para morfina. A venda em farmácias de manipulação é proibida.

A embalagem desses produtos deve conter uma faixa de cor preta e alertas específicos, que variam conforme a concentração de THC.

Segundo a Anvisa, a análise do pedido da Prati-Donaduzzi durou 42 dias, tempo que envolveu a apresentação de dados pela empresa até a elaboração de parecer da equipe técnica.

Folha de SP

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Papa Jerry Moon disse:

    Cachaça mata mais e apesar disso ninguém fica com essa vergonha toda.

  2. Zé Ninguém disse:

    Vai aparecer o gado falando que a culpa é de Lula e do PT. Mas parece que sendo no mundo da Bozolandia, tudo pode, nada tem problema e a culpa não é do MICO. Cadê o MICO? Na terra do Galego Doido (USA) está tudo liberado. Pode andar armado e ainda com o baseado no bolso ou na mente. "Quem não tem colírio usa óculos escuro". KKKKKK.

  3. Tarcísio Eimar disse:

    Vai servir pra cura do corona

  4. Antonio Turci disse:

    VERGONHA VERGONHA VERGONHA VERGONHA VERGONHA VERGONHA VERGONHA. A juventude brasileira não merece isto. VERGONHA

  5. Claudercio disse:

    Isso é uma vergonha!

    • Tiba disse:

      Vc é médico, cientista ou especialista na area? se não for vai arrumar uma lavagem de roupa, queria ver uma familiar seu precisar tomar um medicamento desse de urgência e vc ser contra.

  6. Neco disse:

    Antes que os maconhistas (maconheiros ideológicos) apareçam:
    Tem zilhões de substâncias medicamentosas oriundas de derivados do petroleo.
    Quer beber petróleo?

Com pandemia do Covid-19, holandeses estão fazendo fila para estocar maconha

Os holandeses estão fazendo fila para estocar maconha. As coffee shops, por causa da pandemia de Covid-19, vão permanecer fechadas até 6 de abril.

O Antagonista

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Antonio Turci disse:

    "Vixe"! Parte da UFRN vai colapsar.

  2. GLENIO FLORENCIO disse:

    com tantas coisas importantes na vida o ser humano se preocupando com tolices e prazeres que esse vicio maldito tem sobre essas mentes fracas .

  3. Zuza disse:

    KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK. O vício é realmente um troço na vida do indivíduo. E o exército de maconheiros intelectualoides do RN, já fizeram estoque???

    • Robervaldo disse:

      Eles já fumam maconha estragada, e agora é que esses esquerdopatas vão falar merda.

    • Dedé Varella de Taipu disse:

      Vixe, os intelectuais de esquerda do erre.ene vão quebrar as funerárias.

    • Minion alienado disse:

      Desespero maior é de quem fuma escondido e defende o moralismo.

STJ pressiona STF por julgamento que pode descriminalizar porte de maconha

Foto: Pixabay

Ministros do Superior Tribunal de Justiça não escondem o incômodo com o fato de o Supremo Tribunal Federal não decidir se vai descriminalizar ou não o porte de drogas para consumo próprio.

Dias Toffoli já pautou o julgamento, mas vem adiando a polêmica, que começou a ser analisada pelo plenário em 2015. A principal reclamação de integrantes das turmas criminais do STJ é que, diante da indefinição do STF, as instâncias inferiores seguem determinando prisões preventivas de pessoas flagradas com pequenas quantidades de drogas.

Ministros apontam um conflito com o entendimento do STJ, que tem derrubado centenas dessas decisões de juízes de primeira instância e substituindo a prisão por medidas cautelares, como monitoramento eletrônico. Em conversas, integrantes do STJ dizem que já mandaram diversos recados a colegas do Supremo sobre a importância de avançar com a questão diante da inércia do Legislativo.

No STF, a expectativa é a de que o plenário libere ao menos o porte de maconha para consumo pessoal, mas há ressalvas a colocar um critério para a distinção de quem porta, definindo quem seria usuário e quem seria traficante. Ministros afirmam reservadamente que essa atribuição caberia ao Congresso.

O Antagonista

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. LAMPIÃO disse:

    INCRIMINE-SE O TRÁFICO COM MAIS RIGOR, OSTENSIVIDADE E COM MAIS NÚCLEOS TÍPICOS.
    QUE SE INCRIMINE O USO COM PENA DE TRATAMENTO OBRIGATÓRIO.
    QUE SE PUNA COM RIGOR A MÍNIMA APOLOGIA.

  2. Marcelo disse:

    Legalize já!

Polícia civil do RN e PE prendem homem com 38 kg de maconha

Policiais civis da Divisão Especializada em Investigação e Combate ao Crime Organizado (DEICOR) do Rio Grande do Norte, com apoio de policiais civis da Delegacia de Roubos e Furtos (DRF) de Pernambuco, deflagaram uma operação conjunta, nesta quarta-feira (05). A ação resultou na prisão de José Anderson Santana da Silva, conhecido como “Anderson Negão”, de 30 anos.

José Anderson foi preso no município de Cachoeirinha, localizado no interior de Pernambuco. Contra ele, existia um mandado de prisão em aberto pela suspeita da prática do crime de roubo. Durante a realização das diligências, foram apreendidos com o suspeito 38 quilos de maconha, o que ocasionou a prisão em flagrante pelo crime de tráfico de drogas.

Anderson Santana  foi encaminhado ao sistema prisional, onde ficará à disposição da Justiça.  A Polícia Civil pede para que a população continue enviando informações de forma anônima, através do Disque Denúncia 181 ou por meio dos números da DEICOR (84) 3232-2862 ou pelo aplicativo WhatsApp (84) 98135-6796.

VÍDEOS: Após perseguição, PRF apreende mais de 90 kg de maconha em Mossoró

A Polícia Rodoviária Federal apreendeu, no km 57 da BR-304, em Mossoró, às 19h30 desta quarta-feira (05), 91 kg de maconha.

Policias realizavam fiscalização em frente à Unidade Operacional, quando um Punto aproximou-se com velocidade acima da permitida para o local. Foi dada ordem de parada, mas o condutor não atendeu e empreendeu fuga.

Houve o acompanhamento tático e, depois de aproximadamente dois quilômetros, o motorista perdeu o controle de direção e saiu da pista. Os ocupantes conseguiram fugir pelo matagal e abandonaram o veículo.

Quando os policiais abriram a porta do carro, encontraram, sobre o banco traseiro, três pacotes grandes contendo 108 tabletes da droga.

O veículo tem placa da cidade de Campina Grande/PB e não possui registro de roubo. Foi encontrado ainda uma carteira de identidade de um homem de 30 anos, natural da cidade paraibana.

A ocorrência foi encaminhada para a Delegacia de Polícia Civil de Mossoró/RN.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Fábio Cardoso disse:

    PARABÉNS PELO EXCELENTE TRABALHO DE COMBATE AO NARCOTRÁFICO! BRAVÍSSIMA PRF!

Estudo brasileiro contesta uso de maconha no tratamento de dependentes de cocaína

Foto: (OpenRangeStock/Getty Images)

Pesquisa brasileira publicada na revista Drug and Alcohol Dependence contesta o uso recreativo de maconha como estratégia de redução de danos para dependentes de crack e cocaína em reabilitação. Dados do artigo indicam que o consumo da erva piorou o quadro clínico dos pacientes em vez de amenizar, como esperado, a ansiedade e a fissura pela droga aspirada ou fumada em pedra (crack).

O estudo acompanhou um grupo de dependentes por seis meses após a alta da internação voluntária de um mês no Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (HC-USP). Os pesquisadores do Grupo Interdisciplinar de Estudos de Álcool e Drogas (GREA) e do Laboratório de Neuroimagem dos Transtornos Neuropsiquiátricos (LIM-21) da Faculdade de Medicina da USP constataram que a maconha prejudica as chamadas funções executivas do sistema nervoso central, relacionadas, entre outras atividades, com a capacidade de controlar impulsos.

“Nosso objetivo é garantir que políticas públicas para usuários de drogas sejam baseadas em evidências científicas. Quando as políticas de redução de danos foram implementadas no Brasil, para usuários de cocaína e crack, não havia comprovação de que seriam benéficas. Os resultados deste estudo descartam completamente essa estratégia para dependentes de cocaína”, disse Paulo Jannuzzi Cunha, autor do artigo.

O professor do Programa de Pós-Graduação em Psiquiatria da Faculdade de Medicina da USP e pesquisador do LIM-21 foi bolsista de pós-doutorado da FAPESP.

Foram incluídos na pesquisa 123 voluntários divididos em três grupos: dependentes de cocaína que fizeram uso recreativo da maconha (63 pessoas), dependentes de cocaína que não consumiram a erva (24) e grupo controle (36), composto por voluntários saudáveis e sem histórico de uso de drogas.

Um mês após receberem alta, 77% dos dependentes de cocaína que fumaram maconha mantiveram a abstinência. Já entre aqueles que não fizeram uso de maconha, 70% não tiveram recaídas.

Mas três meses após a internação a situação se inverteu e a estratégia de redução de danos mostrou-se pouco efetiva. Entre os que não fumaram maconha, 44% permaneceram sem recaídas, enquanto só 35% dos que fizeram uso recreativo da maconha mantiveram-se abstinentes. Ao fim dos seis meses de acompanhamento, permaneceram sem recaídas 24% e 19% dos voluntários, respectivamente, mostrando que os pacientes que usavam maconha acabaram recaindo mais no longo prazo.

“Os resultados desbancam a hipótese de que o uso recreativo de maconha evitaria recaídas e ajudaria na recuperação de dependentes de cocaína. Um quarto daqueles que não fumaram maconha conseguiu controlar o impulso de usar cocaína, enquanto só um quinto não teve recaída entre os que supostamente se beneficiariam da estratégia de redução de danos. O uso pregresso de maconha não traz melhoras de prognóstico no longo prazo, o estudo até sugere o contrário”, disse o psiquiatra Hercílio Pereira de Oliveira Júnior, primeiro autor do artigo.

(mais…)

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. PA disse:

    E o estudo sobre beber perfume para curar o alcoolismo, deu em quê?

  2. Raimundo disse:

    É o mesmo que dar cerveja ao dependente de cachaça

  3. Papa Jerry Moon disse:

    Pode não ser bom para tratamento de viciados em cocaina mas é efetiva no tratamento de diversos males. Desconhecer isso é ignorância e preconceito. Cachaça é mil vezes mais perigoso.

  4. Zanoni disse:

    Com a palavra o defensor da liberação da maconha, Doutor Sidarta Ribeiro, professor da gloriosa UFRN- Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

    • Minion alienado disse:

      Rapaz, você entende muiiiiito de pesquisa científica 😂 Generaliza sem conhecer os argumentos.

VÍDEO: Em entrevista ao Roda Viva, na TV Cultura, professor e diretor do Instituto do Cérebro da UFRN defende legalização de drogas e diz que maconha é “remédio incrível”

No Roda Viva, da TV Cultura, Daniela Lima recebeu o neurocientista Sidarta Ribeiro, diretor do Instituto do Cérebro da Universidade Federal do Rio Grande do Norte(UFRN). Na ocasião, defendeu a legalização das drogas e disse que a “maconha é um remédio incrível”. Confira íntegra do programa que foi ar nessa segunda-feira(06). Trecho polêmico a partir de 13 minutos e 30 segundos.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Boi da Cara Preta disse:

    Eita É agora ? partxyu quebrada.. vamos se curar kkkkkkk

  2. Leo disse:

    Além desse comentário sobre essa droga, o blog deveria ter enfatizado o monte de baboseira que esse cientista falou , muita coisa destruindo o governo federal , acredito que ele ta muito nervoso pois as torneiras estão mais vigiada hj em dia, antes a corrupção corria froxa!!

  3. Leo disse:

    Sem sombra de dúvidas a "Canabis" para uso medicinal é sim um medicamento comprovado que salva inúmeras vidas e vem trazendo melhor qualidade de vida para outras inúmeras, o que acontece é que tem uma falta de conhecimento e o uso disso por pessoas que defendem o uso recreativo que não tem nada haver. Conheço o efeito das duas por isso defendo com conhecimento o uso medicinal é condeno o uso recreativo.

  4. François Cevert disse:

    Os minions piram quando unem educação, ciência e desenvolvimento.
    Pra eles professores, cientistas, universidades são os responsáveis pela balbúrdia do país.
    Fonte: Grupos de what's app da Igreja 'não sei que lá' do Reino de Deus, ou do grupo 'vazamentos da República de curitiba.
    Uma mensagem de paz: Fora da educação não há salvação.

  5. Zanoni disse:

    Mais um viciado defendendo a causa do vício. Por falar nisso, os surtos psicóticos aumentaram 30% em decorrência do uso diário da maconha. MACONHEIRO VOCÊ É PATROCINADOR DO TRÁFICO DE DROGAS E DAS MAZELAS GERADAS PELO TRÁFICO.

  6. Tales disse:

    Defender legalizar é por que gosta da baga; agora como remédio é fato verídico que ajuda em várias doenças, principalmente no autismo.

  7. Darwin disse:

    Maconheiro safado

  8. Jose Lucio de Azevedo disse:

    Tem o aspecto e um "maconheiro"

Advogada transexual que havia sido presa com maconha, é novamente detida após furto em supermercado de Mossoró

Foto: Montagem/Ivanúcia Lope/Inter TV Costa Branca

O Justiça Potiguar destaca nesta quarta-feira(18) que a advogada transexual Maitê Ferreira Nobre, de 24 anos, foi presa em flagrante na tarde dessa terça-feira (17), após furtar um queijo e uma castanha do Pará de um supermercado no Centro de Mossoró. Maitê já havia sido presa há menos de um mês por tráfico de drogas.

Segunda a polícia, Maitê Ferreira teria colocado dois itens sem pagar durante uma compra de R$ 86,00 no supermercado. O sistema monitoramento do estabelecimento percebeu a ação da advogada, e a segurança deu voz de prisão. A Polícia Militar foi acionada e conduziu a advogada para Delegacia de Furtos e Roubos para ser autuada pelo crime. Veja mais detalhes aqui em texto na íntegra.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Manoel disse:

    Da primeira vez que foi presa ela alegou que era perseguição porque era transsexual…
    Quando recebeu a carteira da OAB gritou Lulalivre! e ela que foi presa, ironia da vida.

  2. BC3331986GAC disse:

    Made of PT.

  3. vilanir gurgel disse:

    vão acusar o supermercado de Homofobia, Preconceito, Racismo, Bulling

  4. Cláudio disse:

    Advogada formada na era do PT… não precisa dizer mais nada.

    • Jorge Luiz Mendes disse:

      Isto é formação de caráter não por estudo de formação.

  5. Bento disse:

    Depois quer respeito

    • Diogo disse:

      Foste lúcido, sem destilar ódio ou babaquice. É isso aí, furtou tem que pagar.

  6. Antonio Barbosa Santos disse:

    Uma advogada dos tempos atuais.
    Passa mais tempo em audiência de custódia tentando ser solta que defendendo os clientes.
    A OAB sequer vai abrir PAD. Quem aposta?

    • BC3331986GAC disse:

      OAB ?kkkkkk, Já passou da hora desses " Adevogados " ir as ruas saber o que o Povo Honesto pensam deles.

Em depoimento em Comissão na Câmara, ministro da Educação diz ter provas que há plantações de maconha em universidades, exibe reportagens e deputados de esquerda protestam

Foto: Reprodução/O Antagonista

Abraham Weintraub começou seu depoimento na Comissão de Educação da Câmara afirmando ter provas das plantações de maconha em universidades públicas e do uso de laboratórios para fabricação de drogas sintéticas.

Ele exibiu um vídeo de uma reportagem do Cidade Alerta, ainda apresentado por Marcelo Rezende, que mostra plantação de maconha na UnB.

A reportagem não foi exibida por completo. Após protestos de alguns deputados, o presidente anunciou que suspenderia a sessão. Houve bate-boca.

O ministro da Educação foi convocado para uma audiência e era obrigado a comparecer.

Deputados de esquerda protestam contra Weintraub por exibir reportagens

Deputados de esquerda usaram questões de ordem para protestar contra o fato de Weintraub estar exibindo reportagens de TV que mostram venda e consumo de drogas em universidades públicas de vários estados do Brasil.

Mais cedo, Marcelo Freixo anunciou sua retirada da sessão da Comissão de Educação, assim que a primeira reportagem foi exibida.

Os deputados foram atendidos. Weintraub permanece exibindo trechos de seu arquivo de reportagens.

O Antagonista

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. JACKSON MÁRCIO disse:

    Ele deveria estar na Policia Federal, que não está trabalhando certo, de acordo com alegações do ministro!

  2. Ems disse:

    A verdade dói kkkkkkkkkk

    • Minion alienado disse:

      Verdade sem fontes de referência kkkkkk

    • WRMedeiros disse:

      Usou um vídeo de uns 5 anos atrás, e o caso ocorreu em um terreno da Marinha.

      Pelo vídeo observa-se que é um matagal fechado… ou seja, mesmo que o terreno fosse da universidade a plantação não teria ocorrido em local de aula ou de fácil acesso aos alunos. Gente ruim tem em todo canto.

      Achei ótimo a colocação de um parlamentar cearense: "Ministro, não gostamos de droga, e o senhor é uma droga" kkkkk.

Anvisa rejeita cultivo de maconha para fins medicinais

Foto: Reprodução/PCDF

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária ( Anvisa ) decidiu arquivar a proposta de resolução que previa autorizar o plantio de maconha por empresas para fins medicinais. A proposta do relator foi rejeitada por três votos a um. O único conselheiro a votar a favor foi o diretor-presidente William Dib.

Nesta terça-feira, mais cedo, a Anvisa aprovou o registro e venda de medicamentos à base de maconha em farmácias do país.

Em linha com a posição do presidente Jair Bolsonaro e do ministro da Cidadania, Osmar Terra , o conselheiro da Anvisa Antonio Barra , indicado ao cargo pelo presidente, votou contra a autorização para que empresas façam o plantio controlado de maconha para fins medicinais.

Em um voto de mais de duas horas, o conselheiro argumentou que o processo não foi conduzido devidamente na Agência.

Segundo Barra, a Anvisa não realizou estudos profundos e tampouco consultou adequadamente ministérios e autoridades relacionadas ao tema, tanto na área de Segurança Pública quanto nas áreas da Saúde, Economia e Agricultura.

Veja também: Anvisa aprova por unanimidade registro de medicamentos à base de maconha

Durante exposição, Barra argumentou que a forma como foi conduzida a discussão prejudica o processo e deixa o país vulnerável à ação de grupos criminosos e impactos no Sistema Único de Saúde (SUS).

Após a leitura de diversas consultas a pastas do governo, Barra foi taxativo:

— Fica claro que órgãos protagonistas de segurança pública não foram adequadamente envolvidos nas discussões tratadas — disse Barra, acrescentando ao longo do voto: — Está claro que a Anvisa não pode decidir sozinha sobre assuntos tratados nesse voto.

— Na citada lei não consta atribuição da Anvisa no sentido de autorizar e regular o cultivo de plantas sujeita a controle especial. De forma geral, o ponto de partida são as drogas, os produtos prontos, e não os materiais e processos que geram esses insumos. Destaca-se que Anvisa está atuando como promotora de uma atividade nova no país, que, no mínimo, demandaria autorização de outros órgãos do governo. A agência tem objetivo claro que é regular e atuar em atividades que já existam, nas quais obviamente sejam identificado risco sanitário e consequente necessidade de atuação — afirmou durante o voto.

No início reunião de hoje, a agência, por unanimidade, decidiu regulamentar o registro de medicamentos à base de cannabis . A norma entrará em vigor 90 dias após a publicação e deverá ser revista três anos após a publicação no Diário Oficial.

O Globo

 

Anvisa aprova por unanimidade registro de medicamentos à base de maconha

Foto: Fábio Seixo/Agência O Globo

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) decidiu por unanimidade, nesta terça-feira, regulamentar o registro de medicamentos à base de cannabis. A norma entrará em vigor 90 dias após a publicação e deverá ser revista três anos após a publicação no Diário Oficial.

A discussão sobre o tema começou em 2014 na Agência, mas só chegou ao plenário da Diretoria Colegiada neste ano. O debate foi concluído após interrupção temporária depois que dois conselheiros, Fernando Mendes e Antonio Barra, pediram vista.

Durante os três anos durante os quais a regra estará valendo, os compostos feitos com cannabis serão enquadrados em uma classificação especial chamada “produtos à base de cannabis”, sujeitos à regulação da Anvisa. Segundo a Agência, eles ainda não podem ser definidos como “medicamentos”, porque não há comprovações científicas suficientes sobre a eficácia e a segurança desses produtos.

Relator das propostas, o diretor presidente da Anvisa, William Dib, já havia votado a favor da regulamentação desses temas.

O diretor Fernando Mendes propôs um texto substitutivo para a medida de regulamentação de medicamentos.

Veja também: Anvisa rejeita cultivo de maconha para fins medicinais

Mendes argumentou que os medicamentos à base de cannabis atendam aos critérios exigidos para os demais medicamentos, e não tenham um processo de autorização facilitado, no que diz respeito a evidências científicas e estudos clínicos, apenas para atender ao clamor da sociedade pela regulamentação do tema.

Pela proposta, as empresas devem continuar a realização de pesquisas científicas para comprovar a eficácia e segurança dos produtos à base da planta.

THC abaixo de 0,2%

De acordo com a proposta aprovada pela Anvisa, os medicamentos produzidos à base da planta devem ter percentual abaixo de 0,2% de THC. Esses medicamentos só poderão ser comprados com receita médica.

No caso de produtos com percentual de THC acima de 0,2%, a prescrição é autorizada somente a pacientes terminais “que tenham esgotado as alternativas terapêuticas”.

As empresas produtoras devem apresentar plano de gerenciamento de risco e estudos clínicos sobre o produto com apresentação de resultados positivos. A norma impede a produção de cosméticos, alimentos e cigarros do rol de produtos permitidos.

— A atuação da Anvisa na garantia do acesso da população a medicamentos de qualidade, eficazes e seguras, passa por analise técnica, a partir da realização de pesquisa clínicas e análise da segurança e eficácia (do medicamento)- afirmou Mendes.

Os produtos só poderão ser comercializados em farmácias, com exceção das de manipulação, e deverão ser vendidos por um farmacêutico.

Além disso, os estabelecimentos devem estar registrados no Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados (SNGPC).

A proposta prevê que a Anvisa implementará um programa especial de monitoramento desses produtos. Caso ocorra algum incidente relacionado ao medicamento, a empresa produtora do remédio deve informar a Anvisa em até 72 horas.

A questão mais polêmica da discussão, o plantio da droga por empresas, segue para a votação.

De acordo com a proposta inicial, as empresas terão antecedentes criminais checados e deverão oferecer uma estrutura robusta de segurança. Em locais de armazenamento e cultivo da planta é necessário uso de biometria, portas de segurança com acesso eletrônico, intertravamento de portas. Essas edificações devem ser de alvenaria.

O Globo

 

Operação da PM prende advogada que cultivava maconha em casa em Mossoró

Foto: Reprodução

A advogada Maitê Ferreira Nobre, 24 anos, que ganhou notoriedade no início do mês por ser a primeira advogada transexual do RN, foi alvo de operação da Polícia Militar nas primeiras horas da manhã desta quinta-feira, 28, que encontrou maconha sendo cultivada em sua residência.

A polícia chegou até a advogada após abordar um adolescente portando drogas nas imediações. Ao chegar na casa encontrou maconha em dois jarros. Veja detalhes aqui no Justiça Potiguar.

Vibrador inteligente revela que maconha dá orgasmos mais intensos

Foto: shutterstock

Descobrir como ter orgasmos intensos é o sonho de muitas mulheres. Um estudo produzido pela Lioness, marca de vibrador inteligente, revelou que aquelas que usaram maconha experimentam um tipo de orgasmo diferente, considerado mais forte.

Estudo mediu contrações vaginais e identificou que consumir maconha pode dar orgasmos mais intensos
O vibrador inteligente é capaz de medir as contrações vaginais e transformar o orgasmo em um gráfico. Os sensores presentes no brinquedo sexual medem a tensão na vagina.

Dessa forma, foi possível comparar diferentes orgasmos e observar que muitas mulheres que usaram o vibrador tiveram picos maiores de prazer após terem consumido Cannabis .

Liz Klinger, CEO da marca, fez o teste e relata que consumiu um produto comestível de maconha antes de se masturbar e sentiu um orgasmo mais longos, o que a surpreendeu com as intensidades variadas. Segundo ela, seus orgasmos geralmente são como uma onda, mas, dessa vez, eles não foram diminuindo a intensidade. Foram orgasmos fortes até o final.

Delas – IG

Os índios mexicanos que correm 700 km em dois dias – traficando maconha

(Jason Florio/Reprodução)

A inóspita Sierra Madre, cadeia de montanhas no noroeste do México, é o lar de cinco tribos indígenas. Uma delas se chama tarahumara – nome que significa “corredores de pés ligeiros”. Eles têm esse nome porque possuem uma capacidade absurda de correr. Mas não como o velocista Usain Bolt, ou os quenianos da São Silvestre. Os índios mexicanos estão em outro nível. Eles conseguem correr mais de 300 km – e um deles chegou a fazer 700 km, o equivalente a 16 maratonas (ou a distância de São Paulo a Florianópolis), em apenas dois dias. Além de resistentes, os tarahumara também são velozes: levam apenas 90 minutos para atravessar um trecho especialmente difícil da Sierra Madre, que exploradores demoram até dez horas para cruzar. “Um tarahumara de 50 anos pode facilmente vencer uma corrida contra adolescentes. E índios de 80 anos conseguem fazer maratonas subindo montanhas”, escreve o jornalista americano Christopher McDougall, autor de um livro sobre essa tribo (Nascido para Correr), que reúne cerca de 50 mil pessoas. Todos os tarahumara – homens, mulheres, crianças, idosos – são capazes de correr distâncias impressionantes.

Ao correr uma maratona, um atleta queima em média 2.600 calorias. Mas estima-se que, para correr 700 quilômetros, um tarahumara consuma aproximadamente 43 mil calorias. A alimentação da tribo é composta por milho, feijão, algumas frutas, ratos e veados – que eles caçam de um jeito bem particular. Os tarahumara, como algumas tribos no sul da África, ainda empregam a técnica mais antiga que existe para pegar sua presa: a caça de persistência, que consiste em perseguir o animal até que fique exausto e pare de correr (e aí possa ser abatido). Os índios corredores também enfiam o pé na jaca: são capazes de passar uma noite inteira bebendo e festejando e levantar na manhã seguinte e correr o dia inteiro, como se nada tivesse acontecido. A tribo produz e consome uma cerveja de milho, a tesguino, que possui baixo teor alcoólico e alto nível de carboidratos – e os índios bebem em média três vezes por semana, vários litros cada um.

Muitos corredores passam a vida tentando evitar dores e lesões, com tênis de última geração que prometem absorver o impacto sobre os pés e as articulações. Os tarahumara não estão nem aí. Eles correm descalços ou com sandálias finas de couro, conhecidas como huarache. No mundo da corrida, existe todo um movimento que defende o correr descalço. Testes com esteiras mostram que, quando uma pessoa corre de tênis, ela tende a aterrissar com o calcanhar. Ao correr descalço, a tendência é pisar mais com o meio e a ponta do pé, o que supostamente causa menos impacto e provoca menos lesões. Nem todos concordam com isso, mas a técnica parece funcionar bem para os índios. Eles já participaram de uma competição oficial: a Leadville 100, uma ultramaratona de 100 milhas (160 km) realizada anualmente nas montanhas do Colorado, nos EUA. Os índios ganharam duas vezes a competição, e estabeleceram um tempo recorde – 17 horas e 30 minutos – que levou oito anos para ser superado.

Mas toda essa correria também acabou chamando a atenção de um grupo do mal: os narcotraficantes mexicanos.

Por ser uma região difícil de policiar, Sierra Madre se tornou base para os cartéis de drogas New Bloods e Los Zetas, que usam o local para plantar maconha e papoula opiácea (matéria-prima da heroína). Os Zetas penduram as cabeças de seus inimigos em locais públicos, queimam policiais em barris cheios de gasolina e, diz a lenda, têm até um tigre de estimação, alimentado com os corpos de traficantes rivais. Esse grupo de gentlemen viu nos índios corredores uma oportunidade – e começou a recrutá-los para traficar drogas.

Boa parte dos tarahumara ainda vive isolada, com costumes e roupas tradicionais (saia de couro e lenço amarrado na cabeça para os homens, e saia longa florida para as mulheres). Mas muitos deles adotaram o estilo de vida ocidental, e podem ser vistos usando calça jeans e bebendo refrigerantes. Além disso, o governo mexicano deseja incentivar o turismo na região, onde construiu hotéis e um aeroporto. Tudo isso desestabilizou os tarahumara, que também sofrem com o clima. Nos últimos anos, a região vem enfrentando secas no verão, o que tem arrasado a agricultura local e exposto os índios à fome. Desesperados, alguns deles começaram a trabalhar para os traficantes, que oferecem em média US$ 800 para que os índios atravessem correndo a fronteira dos EUA – levando nas costas uma mochila com 20 quilos de maconha. Mas o risco é alto. Os índios que não são presos às vezes acabam ludibriados pelos traficantes, e não recebem o dinheiro prometido.

Camilo Villegas-Cruz, de 21 anos, foi um deles. Por causa da seca, o jovem tarahumara deixou a tribo para procurar por trabalho em outro lugar. Um estranho o abordou, oferecendo US$ 3 mil para que ele e o irmão fizessem a travessia até os EUA levando drogas. Os índios rapidamente aceitaram. O homem então os levou para uma fazendinha próxima à fronteira, de onde eles partiram com as mochilas e um pouco de água e comida. Após caminhar por meia hora, os índios chegaram a uma parte pouco vigiada da fronteira, e entraram nos Estados Unidos. Mas a jornada pelo deserto do Novo México ainda seria longa. Para não levantar suspeitas, eles se deslocavam durante a noite. Não durou muito. No terceiro dia, os irmãos foram pegos por um helicóptero da polícia, que fazia ronda na região. No julgamento, até que tiveram sorte. O juiz deu uma sentença leve, de três anos em regime aberto, e os mandou de volta para o México.

Sem conseguir plantar a própria comida por causa da seca, Camilo foi procurar emprego. Trabalhou como ajudante de um fazendeiro, ganhando um salário de míseros US$ 10 por dia. Até que recebeu de um estranho a proposta de levar drogas para os EUA. De novo, ele aceitou. De novo, foi preso. Hoje, Camilo vive em uma prisão federal americana, onde cumpre pena de 46 meses por “posse de drogas, com intenção de distribuição” e por ter entrado ilegalmente no país. Ele diz que, quando for solto, voltará para o México, e nunca mais trabalhará para os traficantes. Quer voltar a correr – e jura que sem carregar drogas nas costas.

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OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Abel disse:

    Papel cabe tudo mesmo.
    Isso não existe.
    Isso é uns índios ou burros mulo??
    Nem burro mulo, faz esse percurso em dois dias. Ficam estropiados.
    Por tanto isso é fake.

  2. Robson disse:

    700km em dois dias correndo? Acho que quem ta fumando maconha é a pessoa que escreveu isso.

PF destrói 3 mil toneladas de maconha de plantações no Paraguai, maior volume eliminado entre 2017 e 2018

Foto: Divulgação Polícia Federal

A 3ª fase da Operação Nova Aliança, que tem como objetivo a erradicação de plantações de maconha no Paraguai, foi concluída esta semana e resultou na destruição de 3 mil toneladas da droga. A quantidade deste ano ultrapassa o volume destruído em 2017 e 2018.

As ações de combate às plantações de maconha no país vizinho envolveram, conjuntamente, os agentes da Polícia Federal (PF) e da Secretaria Nacional Anti Drogas do Paraguai. De acordo com a PF, esse tipo de trabalho é eficaz e reduz custos.

“A estratégia de atacar a produção da droga, antes de que ela chegue ao mercado brasileiro, traz grande economia ao país, pois milhões de reais deixam de ser gastos em repressão ao tráfico interno, em prisões e processos judiciais, que se tornam menos comuns, uma vez que a quantidade de maconha que circula no país cai drasticamente”.

Agência Brasil