Número de mortes violentas cai 26,3% no RN em 2019

Segundo dados da Coordenadoria de Informações Estatísticas e Análise Criminal (Coine) da Secretaria da Segurança Pública e da Defesa Social do Rio Grande do Norte (Sesed), em uma parceria com o Observatório da Violência (Obvio), o ano de 2019 comparado com o anterior registrou uma queda de 26,3% nos Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLI). Em números, de janeiro a dezembro do ano passado foram 1.446 mortes, contra 1.963 no ano anterior.

O levantamento ainda informa que o mês de dezembro foi o mais violento segundo o Obvio: foram 132 óbitos, crescimento de 16,8% em relação ao mesmo mês de 2018, que registrou 113 mortes. Já o período com o menor índice em 2019 foi fevereiro. Foram 103 óbitos em 2019, contra 181 no ano anterior, o que equivale uma queda de 43,1%.

Mortes violentas: RN e mais três estados tiveram quedas superiores a 30% em quatro meses

Todos os estados registram redução no número de mortes violentas — Foto: Gabriela Caesar/G1

Todos os estados do país apresentaram redução de assassinatos nos quatro primeiros meses do ano, mostra levantamento do portal G1.

Os dados apontam que:

houve 4.314 mortes a menos no 1º quadrimestre de 2019;

todos os estados do país apresentaram redução de assassinatos no período;

em abril, apenas quatro estados tiveram um número maior de mortes em relação ao mesmo mês de 2018: Amapá, Paraná, Piauí e Tocantins;

quatro estados tiveram quedas superiores a 30% em quatro meses: Ceará, Amapá, Sergipe e Rio Grande do Norte;

em números absolutos, o estado com a maior redução foi o Ceará, com 845 vítimas a menos no período.

Para entender o que pode estar por trás da tendência de queda, o G1 foi a fundo nos cenários de segurança pública de três estados que se destacaram por suas reduções desde 2018: Acre, Ceará e Rio Grande do Norte. Especialistas, integrantes e ex-integrantes dos governos e entidades foram consultados para levantar as principais medidas tomadas nos estados que podem ter resultado na queda da violência. Saiba mais.

Entre as medidas adotadas estão:

Ações mais rígidas em prisões, como constantes operações de revistas e implantação do Regime Disciplinar Diferenciado (RDD);

Isolamento ou transferência de chefes de grupos criminosos para presídios de segurança máxima;

Criação de secretaria exclusiva para lidar com a administração penitenciária;

Criação de delegacia voltada para investigar casos de homicídios;

Integração entre as forças de segurança e justiça.

Com informações do portal G1

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Giselle disse:

    Parabéns Governadora!

    • Pronto, falei! disse:

      Kkkkkkkkkkkkkkk… Governadora, é?
      Parabéns aos policiais, que diuturnamente eatao na rua dando o sangue para combater o crime. Bem como o incentivo moral por parte do governo federal em combater a criminalidade. Se depender da governadora aqui, a polícia da beijinho e flores para vagabundo.

Brasil registra queda de 23% nas mortes violentas nos primeiros quatro meses deste ano em comparação com o mesmo período de 2018

Mortes mês a mês — Foto: Guilherme Gomes/G1

O Brasil registra uma queda de 23% nas mortes violentas nos primeiros quatro meses deste ano em comparação com o mesmo período de 2018. É o que mostra o índice nacional de homicídios criado pelo G1, com base nos dados oficiais dos 26 estados e do Distrito Federal.

Somente em abril, houve 3.636 assassinatos, contra 4.541 no mesmo mês do ano passado. Já no 1º quadrimestre, foram 14.374 mortes violentas — 4,3 mil a menos que o registrado nos meses de janeiro, fevereiro, março e abril de 2018.

A tendência de queda nos homicídios do país foi antecipada pelo G1 no balanço dos dois primeiros meses do ano, que apresentaram redução de 25% em relação ao mesmo período do ano passado, e no balanço das mortes violentas de 2018, que teve a maior queda dos últimos 11 anos da série histórica do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, com 13%.

O número de assassinatos, porém, continua alto. Nos primeiros quatro meses de 2019, uma pessoa foi assassinada a cada 12 minutos no país.

O levantamento faz parte do Monitor da Violência, uma parceria do G1 com o Núcleo de Estudos da Violência da USP e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

Os dados apontam que:

houve 4.314 mortes a menos no 1º quadrimestre de 2019

todos os estados do país apresentaram redução de assassinatos no período

em abril, apenas quatro estados tiveram um número maior de mortes em relação ao mesmo mês de 2018: Amapá, Paraná, Piauí e Tocantins

quatro estados tiveram quedas superiores a 30% em quatro meses: Ceará, Amapá, Sergipe e Rio Grande do Norte

em números absolutos, o estado com a maior redução foi o Ceará, com 845 vítimas a menos no período

Todos os estados registram redução no número de mortes violentas — Foto: Gabriela Caesar/G1

Para entender o que pode estar por trás da tendência de queda, o G1 foi a fundo nos cenários de segurança pública de três estados que se destacaram por suas reduções desde 2018: Acre, Ceará e Rio Grande do Norte. Especialistas, integrantes e ex-integrantes dos governos e entidades foram consultados para levantar as principais medidas tomadas nos estados que podem ter resultado na queda da violência.

Entre as medidas adotadas estão:

Ações mais rígidas em prisões, como constantes operações de revistas e implantação do Regime Disciplinar Diferenciado (RDD)

Isolamento ou transferência de chefes de grupos criminosos para presídios de segurança máxima

Criação de secretaria exclusiva para lidar com a administração penitenciária

Criação de delegacia voltada para investigar casos de homicídios

Integração entre as forças de segurança e justiça

Como o levantamento é feito

A ferramenta criada pelo G1 permite o acompanhamento dos dados de vítimas de crimes violentos mês a mês no país. Estão contabilizadas as vítimas de homicídios dolosos (incluindo os feminicídios), latrocínios e lesões corporais seguidas de morte. Juntos, estes casos compõem os chamados crimes violentos letais e intencionais.

Jornalistas do G1 espalhados pelo país solicitam os dados, via assessoria de imprensa e via Lei de Acesso à Informação, seguindo o padrão metodológico utilizado pelo fórum no Anuário Brasileiro de Segurança Pública.

Em março, o governo federal anunciou a criação de um sistema similar. Os dados, no entanto, não estão atualizados como os da ferramenta do G1. O último mês disponível é janeiro de 2019 (e não há números de todos os estados).

Os dados coletados mês a mês pelo G1 não incluem as mortes em decorrência de intervenção policial. Isso porque há uma dificuldade maior em obter esses dados em tempo real e de forma sistemática com os governos estaduais. O balanço de 2018 foi publicado pelo Monitor da Violência separadamente, em abril.

Mapa mostra mortes violentas em abril — Foto: Arte/G1

G1

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Carlos Araújo disse:

    Se a notícia for ruim dirão que é culpa de Fátima, se a notícia for boa dirão que é mérito de Bolsonaro.

  2. Lourdes Siqueira disse:

    Que os brasileiros comemorem os índices. É uma maravilha pra todo mundo, minha gente. Seja esqueça ou direita. Roubo, assassinatos, estupro não tem partido. As vezes eu acho que tem gente que prefere que a violência aumente, mesmo que leve um tiro na cabeça ou um filho, do que aceitar que está melhorando só por ódio ao Presidente.

  3. Manoel disse:

    Isso só pode ser “culpa” de Bolsonaro e Moro!

  4. Antenado disse:

    Não é só deste ano de 2019. Desde o ano passado que vem caindo o índice. Efeito Bolsonaro.

  5. RILKE BARTH disse:

    Excelente notícia!

O Antagonista destaca “Efeito Bolsonaro-Moro” sobre queda de 25% em mortes violentas no primeiro bimestre deste ano

Foto:(José Cruz/Agência Brasil)

O G1 noticia que foram registradas 6.856 mortes violentas no primeiro bimestre deste ano, deixando de lado o Paraná, que ainda não tabulou os dados.

Trata-se de uma queda de 25% em relação ao mesmo período do ano passado.

“A queda é puxada principalmente pelos estados do Nordeste, que, juntos, registram a redução mais significativa do número de mortes (34%).”

Os especialistas chamam a queda de “enigma”, mas é óbvio que se trata do efeito Bolsonaro-Moro.

Esperemos que o efeito continue e diminua ainda essa verdadeira tragédia nacional.

O Antagonista

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. CADÊ O QUEIROZ? disse:

    Kkkkk Mister been Moro e o Boa o! Super heróis. Não fizeram nada até agora é 100% Nordeste de governos de esquerda foi quem puxou os números para a melhoria.

  2. Manoel disse:

    Num foi Bolsonaro nem moro! Foi Fátima que deu um góipi e acabou com a violência no RN! Até no Brasil! (Ironia)

    • Humilde Iconoclasta disse:

      Pensei exatamente o mesmo, precisou de muito toque de pandeiro na governadoria e muita pipoca bokus pra baixar os índices de criminalidade.

  3. Gustavo disse:

    Eis a diferença: enquanto os governos do PT há aumento da violência, em 3 meses o atual governo Bolsonaro já conseguiu uma notavel redução. Claro que a extrema imprensa não vai admitir.
    Os caes ladram e a caravana passa. Podem conspirar. Ao final, esse terá sido o melhor governo desde a redemocratização.

    • Curiosa disse:

      Meu querido na se iluda com matérias publicadas pelo "O Antagonista" Quais foram as medidas até hoje tomada para essa redução? Proibir a entrada de Jeans? Esse governo até agora não fez nada de efetivo.

    • Acorda Brasil disse:

      "curiosa", o ministro Moro isolou as lideranças nacionais de facções criminosas nos presídios e compartilhando inteligência com os Estados. Melhor que propagar asneiras é ficar calada.

    • Ceará-Mundão disse:

      Verdade, Gustavo. Será o melhor de todos. E Fatão? Está o mesmo tempo no governo do RN e fez o que pelo estado? Ah! Lembrei. Vai anistiar as dívidas das motos. E o RN está com grandes dificuldades de dinheiro.

RN já registra 891 mortes violentas em 2014

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Reprodução: Twitter Marcos Dionísio

Os dados alarmantes são do Presidente do Conselho Estadual de Direitos Humanos (RN). Vale destacar que no ano passado, 1636 crimes de homicídio foram registrados. As cidades que, São José de Mipibu, Macaíba, Parnamirim, Mossoró e Natal são as cidades com maiores índices. Assim, caminhamos, infelizmente, para uma média superior ao de 2013.

RN já registra mais de 564 mortes violentas em 2014; morte de policial é o retrato da insegurança

Untitled-1O presidente do Conselho Estadual de Direitos Humano,  Marcos Dionísio, alerta para o número assustador de mortes violentas no Estado em 2014, que já se aproximam de 600. Infelizmente, pelo “andar da carruagem”, como ainda não se chegou ao meio do ano, com a média de homicídios, a contagem no fim do ano pode, mais uma vez, superar o anterior – que atingiu mais de 1600 casos.

Veja mais:  Policial atingido por 2 tiros em assalto a padaria em Petrópolis morre

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Maria disse:

    Porque colocar culpa só no Governo? se os policiais são os mesmos? isento os que se afastaram por algum motivo.
    Sr dos Direitos Humanos (Rep. por Marcos Dionisio) diz:lamentar a morte de Ilfran, pergunta! Agora se a população pega uns bandidos desses e acaba com a raça deles o SR DIREITOS HUMANOS é o 1º que chega para defender, porque para defender bandido o SR DIREITOS HUMANOS vai até o fim do túnel,
    na verdade enquanto o código penal e acabar com esse de menor assumir vadiagem de adulto e ser solto acabar OS DICADÕES DE BEM VÃO CONTINUAR MORRENDO, O SR. DIREITOS HUMANOS CONTINUA A SUA CORRIDA PARA DEFENDER BANDIDOS.

    • Manuel Sabino disse:

      Se, como você diz, "a população pega uns bandidos desses e acaba com a raça deles", os envolvidos terão cometido um crime. Da mesma forma como cometeu um crime quem matou o bravo Ilfran. Quem lida com Direitos Humanos repudia o crime. Todos os crimes. Não importa quem os cometeu. É diferente das pessoas que criticam os "Direitos Humanos", que toleram e até aplaudem os crimes cometidos por alguns ou contra alguns. Prefiro sempre lutar contra o crime. Quem quiser que fique do outro lado.

  2. Daniel disse:

    Sinceramente o que mais dói é a omissão de um governo despreparado. Qtos mais vão precisar morrer ? Talvez ainda hoje algum puto desses vá p/ televisão dizer que não existe sensação de insegurança, que isso foi um fato isolado ou uma fatalidade. Delegado sendo assaltado, policiais sendo mortos ( acho que uns 3 ou 4 em menos de 1 mês). População está amedrontada e a sensação é que não existe mais lugar seguro. Se no contrato social o Estado não nos protegem, que se libere o porte de arma ! Pelo visto estamos em uma terra de ninguém e cada um por si.

  3. Santos disse:

    Quando é um policial militar esse Marcos Dionísio não se pronuncia.

  4. Sergio Nogueira disse:

    Lágrimas de crocodilo. Não existe sequer um marciano que desconheça o verdadeiro e infundado ódio que esses grupos auto intitulados "Direitos Humanos" sentem das forças policiais. Oriundos de cursos que dão berço a pensamentos esquerdistas ou anarquistas mesmo, eles atacam quem tem a função de proteger o Estado e a sociedade, ao menor erro.
    Despreparados, é o menor e mais simples adjetivo que jogam para os profissionais que arriscam a vida para proteger a população. Mas adivinhem quem eles chamam quando acham que alguém pulou o muro de suas casas? Quando seus filhos demoram a chegar, quem eles procuram? Seus coleguinhas comunistas? A turminha do "vamos falar mal da Policia"? Não. Eles correm choramingando pedindo ajuda à Polícia, aquela mesma formada por despreparados.
    Lamento pela morte desse bravo, mas se ele matasse algum dos bandidos podem botar três anos para ser julgado, condenado e perder o emprego, isso tudo com a pressão injusta e sem razão de grupos de Direitos Humanos.
    Quem não preza pelo cão pastor, acaba devorado pelo lobo.

    • Manuel Sabino disse:

      Muita bobagem, mas esperado do maior reacionário a frequentar este blog.

    • Sergio Nogueira disse:

      Sabino caro defensor de marginal. Por suas palavras posso criar a imagem que você, por alguma razão que talvez nem possa ser confessada, precisa agredir a sociedade com sua defesa tão segura e convicta dos bandidos.
      Claro que apesar da maioria da população querer e até torcer pela eliminação pura e simples de quem não presta e portanto não tem utilidade social, existe parcela que precisa deles.
      Precisa porque preenchem cadeiras em Comissões de defesa de bandido e talvez recebam até jetons. Precisam porque tiram o pão de cada dia das petições recheadas de termos que fazem o pior bandido ser confundido com o arcanjo Gabriel, buscando botá-lo nas ruas de novo. Precisam porque nos manuais de qualquer dessas "ologias" ensinadas nas Universidade disseram que alguém tem que fazer isso.
      Quando você for vítima de algum desses marginais, ou sua filha, ou esposa ou mesmo sua mamãe, não apareça com cara de rabujo reclamando da violência.
      Lembre-se: você e esses grupelhos a alimenta, defendem os bandidos com seus discursos patéticos típico de quem vive em Shan-gri Lá.
      Ontem foi esse bravo, amanhã pode ser qualquer um. Pena que nunca é quem realmente deveria.

  5. João Maria disse:

    A título de esclarecimento, além das vítimas e suas famílias, brutalmente atingidas, existe alguém preocupado com isso nesse estado?
    Foi elaborada alguma nova legislação que deixe na cadeia os bandidos? Afinal a que temos solta imediatamente, os poucos que são presos, resumindo, quem tem seus bens roubados ou a vida perdida é quem paga!
    Para piorar estamos em ano de copa e eleição, restando dizer, pobre povo brasileiro!
    Salve-se quem puder!!!

    • Carlos Eugênio disse:

      O q mais me surpreende no alerta dessa "sumidade" em direitos humanos, é q ele como presidente do CEDH é quem primeiro defende o direito desses bandidos, mesmo qdo eles põem em risco tiram de maneira gratuita – como nesse assalto – a vida de pessoas de bem. Direitos Humanos para quem age com respeito à vida dos outros.

    • Manuel Sabino disse:

      Vamos estudar gente. Não costa nada e impede as pessoas de falar bobagem. Direitos Humanos são universais. Não se pode escolher quem tem Direitos Humanos e quem não tem. É um mínimo garantido a todo e qualquer cidadão. Especialmente depois do final da década de 40, quando se percebeu que o extermínio promovido por Hitler foi lícito. O líder nazista retirou por lei os Direitos Humanos dos que não faziam parte dos cidadãos de bem da época.

    • Sergio Nogueira disse:

      Sabinão, se não podemos escolher quem tem Direitos Humanos e quem não tem, porque que você e sua "tchurma" escolhem que só quem são os bandidos?
      Porque que quem está na fila esperando uma cirurgia ortopédica há semanas, quem não recebe o remédio no posto, quem não tem aula por falta de professor, porque crianças ficam sem UTI, idosos morrem sem atendimento, porque esses casos não tem a sorte e o privilégio de receber a atenção da sua "tchurminha"?
      Mostre uma única ação dos Direitos Humanos que atacaram algum desses fatos. Mostra. Tem alguma?
      Se eu fosse policial e recebesse um chamado de alguém desses grupelhos pedindo socorro eu mandava ligar para algum marginal.
      Faça-me um favor, seu anestesiado: não tente cobrir o sol com a peneira.