A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) está em contato com a Gilead, empresa que fabrica o remdesivir no exterior, para acompanhar a evolução dos estudos do medicamento para o tratamento do novo coronavírus (covid-19).
Nessa sexta-feira (1º), o Food and Drug Administration (FDA) autorizou o uso do remdesivir nos Estados Unidos para tratamento da infecção em pacientes em estado grave. Nos próximos dias, a Anvisa fará reunião com a fabricante para verificar o interesse e a viabilidade do fornecimento do medicamento no Brasil.
De acordo com a Agência, a Gilead tem vários estudos clínicos em andamento para o remdesivir, com dados iniciais esperados nas próximas semanas. “Caso o benefício do medicamento se comprove, a Anvisa possui mecanismos, como anuência de uso em programa assistencial e priorização de registro, para garantir o acesso célere do medicamento à população”.
Segundo a Agência, o remdesivir não possui pedido de registro no Brasil. Até o momento, também não houve solicitação de anuência em pesquisa clínica com o medicamento, que teve o uso clínico autorizado nos Estados Unidos.
“Ressaltamos que somente as pesquisas clínicas que tem a finalidade de subsidiar o registro ou alteração de registro, como a inclusão de uma nova indicação terapêutica em bula, por exemplo, estão no escopo de atuação da Anvisa”.
Outras pesquisas, como as pesquisas científicas ou acadêmicas, com outras finalidades requerem somente a aprovação pela instância ética (Comissão Nacional de Ética-Conep e as Comissões de Ética – CEPs Locais).
Até o momento não houve nenhuma solicitação de autorização de uso do medicamento por meio de Programas Assistenciais (Uso Compassivo e Acesso Expandido), segundo a Anvisa.
A Nova Zelândia anunciou esta semana que venceu a batalha contra o coronavírus. O país conta apenas 20 vítimas fatais e a população já recebeu as primeiras medidas de alívio do isolamento social.
Apesar de ser mais rico, bem menor e menos populoso do que o Brasil, que lições esse país pode deixar para nós e para o mundo? Veja o exemplo de quem esmagou a curva de contágio.
É verdade, o Brasil é o quinto em população; a China e a Índia são os últimos? Vocês estão iguais a Trump; todo dia muda o discurso s respeito da gripinha. Assumam e deixe de jogar pra platéia, pois, só diminiu.
Só tem 4 mi de habitantes e não faz fronteira com ninguém pois é um arquipélago comparação ridícula para induzir alguma comparação, sem falar que é um país altamente turístico querendo ou não o país para pois não há turistas no mundo todo
Nos EUA, empresa vende sangue para laboratórios e fabricantes de testes a preços exorbitantes Foto: MIKE SEGAR / REUTERS
Depois de dez dias de calafrios, náusea, febre e dor de cabeça, Aleacia Jenkins sabia que havia sido atingida pelo coronavírus antes mesmo de ter um resultado positivo. Então, quando uma amiga lhe contou sobre uma empresa obscura da Califórnia que pedia doações de sangue de pessoas que se recuperaram para ajudar os pesquisadores a desenvolver testes de anticorpos, ela não hesitou.
— Se minha doação pudesse ajudar a salvar a vida de alguém mais velho ou mais vulnerável seria loucura não ajudar — disse Jenkins, 42 anos.
Mas o que ela não sabia era que a empresa, a Cantor BioConnect, estava vendendo as doações para laboratórios e fabricantes de testes a preços às vezes exorbitantes: de US$ 350 a US$ 40 mil para uma amostra rara de um único doador. A empresa disse que os preços são compatíveis com os “altos custos” de sua cadeia de suprimentos, que incluem encontrar doadores, testar amostras, custos de segurança e logística de remessas.
Em todo o mundo, cientistas estão correndo contra o tempo para desenvolver e produzir em massa testes de anticorpos que, segundo especialistas, são um elemento crucial para conter a doença. Mas o esforço vem sendo prejudicado pela escassez de amostras de sangue contendo anticorpos contra a Covid-19, necessárias para validar os testes.
E algumas empresas estão lucrando com essa escassez, pedindo doações e vendendo as amostras, uma prática considerada, no mínimo, antiética. Documentos, e-mails e tabelas de preços obtidos pelo “New York Times” mostram que a Cantor BioConnect é uma das que oferecem a venda de amostras de sangue com anticorpos da Covid-19 a preços elevados. Quanto maior o nível de anticorpos no sangue, maior o preço.
Amostras premium
De 31 de março a 22 de abril, os preços das amostras mais baratas vendidas pela Cantor BioConnect — o equivalente a menos de um quarto de uma colher de chá — aumentaram mais de 40%, chegando a US$ 500. Além da amostra rara de US$ 40 mil, a empresa criou uma nova tabela de preços de US$ 1 mil a US$ 2 mil para outras amostras “premium”.
A Cantor BioConnect foi fundada em 2016 em um subúrbio de San Diego. Seu criador, David Cantor, disse em comunicado que “estava orgulhoso de desempenhar um papel na pesquisa científica que acabará por ajudar a neutralizar esse vírus mortal”. Cantor e seus funcionários começaram a entrar em contato com pacientes com coronavírus nas mídias sociais para pedir doações de sangue. Em um anúncio on-line, já removido, eles disseram que estavam trabalhando “em conjunto” com a força-tarefa da Casa Branca e ofereceram US$ 100 por doação.
Em poucos dias, a empresa enviava frascos com amostras de sangue para clientes em todo o mundo, a maior parte laboratórios e fabricantes de testes dos EUA, mas também no Japão e na Europa. Segundo especialistas, algumas amostras têm preços razoáveis, com exceção do “estoque premium”, considerado muito mais alto que o normal. E todos consideraram o valor de US$ 40 mil com três doações de sangue de um único paciente como “exorbitante”.
A empresa disse que sua margem de lucro no projeto era de 30% a 40%, o que, segundo ela, estava alinhada às normas do setor. O valor de US$ 40 mil, segundo a Cantor BioConnect, era para uma “transação única” de uma amostra extremamente rara e valiosa.
Em nota, a companhia disse ainda que o processo de coleta de sangue de doadores positivos para a Covid-19 era “complexo” e “extremamente difícil e caro” devido aos protocolos de segurança e ao pequeno número de casos de coronavírus conhecidos quando começou a fornecer doações de sangue.
“Existem formas de fazer as coisas bem e com segurança, e existem outras maneiras de fazê-la, de forma barata”, disse a empresa, acrescentando que vendeu amostras para “um dos maiores fabricantes de testes do mundo”, ajudando-o a “salvar vidas”.
Em uma etapa final, a Cantor BioConnect conta com uma rede de intermediários, empresas que encontram compradores para seus produtos em todo o mundo. A companhia se recusou a citar seus clientes ou parceiros, mas os documentos mostram que a Advy Chemical, um importante fabricante de biotecnologia em Mumbai, é um dos intermediários. A empresa indiana produz kits de diagnóstico e materiais para desenvolver testes para várias doenças, que depois são vendidos através de sua rede mundial de clientes. É certificado pelo regulador de segurança da Alemanha e licenciado pela Food and Drug Administration da Índia.
De acordo com e-mails e listas de preços revisados pelo jornal americano, no espaço de um único dia o preço das amostras de sangue mais baratas dobrou, enquanto o estoque “premium” chegou a US$ 5 mil. A amostra de sangue mais cara passou para US$ 50 mil, um aumento de US$ 10 mil.
‘Triste e errado’
A Advy Chemical disse em comunicado que a empresa não vendeu nenhuma das amostra de sangue da Cantor BioConnect, mas ajudou a facilitar transações para outros fabricantes. Questionada sobre o porquê de ter inflado tanto os preços, já que era apenas uma facilitadora, a empresa citou acordos “rígidos” de confidencialidade e disse que não comentaria “especulações e especificações comerciais”.
“Nossa única intenção era ajudar a levar testes mais precisos e mais rapidamente”, afirmou a nota. “Esperávamos que isso ajudasse a humanidade, em pequena escala, nestes tempos difíceis.”
As explicações não convenceram Jenkins, a possível doadora de sangue. Depois de ser informada por um repórter quanto dinheiro estava sendo obtido com as doações solicitadas pela Cantor, ela disse que havia decidido doar seu sangue a uma clínica sem fins lucrativos em Seattle.
— É realmente triste e errado qualquer um tentar tirar vantagem disso.
É o capital insaciável. Precisa ganhar até na desgraça dos outros. A vida, as condições, o sofrimento e as consequências desastrosas desses atos não têm a menor importância. Que morram todos mas que continuemos ganhando. Esquecem que pra ganharem precisam dos outros vivos para serem explorados. A lógica burra do capitalismo. Destroem tudo, principalmente a vida e o planeta. Chegará o momento que não terão a quem sugar.
O compositor e escritor Aldir Blanc, de 73 anos, morreu na madrugada desta segunda-feira (4) no Hospital Universitário Pedro Ernesto, em Vila Isabel, Zona Norte do Rio. Ele estava com Covid-19 e seu quadro de saúde era considerado grave.
No dia 10 de abril, o compositor deu entrada na CER do Leblon com infecção urinária e pneumonia, que evoluíram para um quadro de infecção generalizada.
Cinco dias depois, a partir de uma campanha de amigos e artistas, ele conseguiu transferência para o Hospital Pedro Ernesto.
Na unidade, chegou a apresentar sinais de melhoras, mas como seu estado era muito grave, foi mantido sedado o tempo inteiro.
Obituário
Aldir Blanc Mendes nasceu no Rio de Janeiro, no dia 2 setembro de 1946. Em 1996, ingressou na Faculdade de Medicina, especializando-se em psiquiatria. Em 1973, abandonou o curso para dedicar-se exclusivamente à música, tornando-se um dos mais importantes compositores de Música Popular Brasileira (MPB).
Uma de suas canções mais famosas, “O Bêbado e a Equilibrista”, feita em parceria com João Bosco, ficou eternizada na voz de Elis Regina.
Outras composições famosas são “Bala com Bala”, “O Mestre-Sala dos Mares”, “De Frente Pro Crime” e “Caça à Raposa”.
A obra de Blanc reúne, ainda, dezenas de canções conhecidas, feitas em parceria com outros ilustres artistas, como Moacyr Luz, Maurício Tapajós, Paulo Emílio, Carlos Lyra, Guinga, Edu Lobo, Wagner Tiso, César Costa Filho, Cristóvão Bastos, Roberto Menescal, Ivan Lins, entre outros.
Resumo da carreira musical
Aos 18 anos, Blanc ganhou uma bateria e, pouco depois, formou o grupo Rio Bossa Trio. Em 1968, conheceu o parceiro Sílvio da Silva Júnior. Dois anos mais tarde, a primeira composição da dupla, “Amigo É pra Essas Coisas”, é gravada pelo grupo MPB-4.
Na mesma época, ao lado de outros compositores, como Ivan Lins, Gonzaguinha e Marco Aurélio, funda o Movimento Artístico Universitário (MAU), e torna-se conhecido por criar e integrar associações ligadas à defesa dos direitos autorais. É um dos fundadores da Sociedade Musical Brasileira (Sombras) – responsável pela arrecadação de direitos autorais -, da Sociedade de Artistas e Compositores Independentes (Saci) e da Associação dos Músicos, Arranjadores e Regentes (Amar).
“Ela”, sua composição em parceria com César Costa Filho, foi gravada por Elis Regina, em 1971. No ano seguinte, a cantora grava “Bala com Bala”, parceria com João Bosco, e a canção “Agnus Sei” é lançada no Disco de Bolso, compacto que acompanha o jornal O Pasquim.
Em 1973, Elis grava ainda várias outras músicas da dupla Bosco e Blanc, como “O Caçador de Esmeralda” e “Cabaré e Comadre”. Um ano depois, em outro LP, Elis grava outros sucessos da dupla, como “O Mestre-Sala dos Mares”, “Caça à Raposa” e “Dois pra Lá, Dois pra Cá”. E em 1979, “O Bêbado e a Equilibrista”, um dos maiores sucessos de sua carreira.
Em 1996, o disco comemorativo “Aldir Blanc – 50 Anos”, em homenagem ao compositor, reuniu várias participações especiais, entre elas, Betinho ao lado do MPB4, Edu Lobo, Paulinho da Viola, Danilo Caymmi e Nana Caymmi.
O álbum reúne, também, letras e melodias com Guinga, Moacyr Luz, Cristóvão Bastos e Ivan Lins.
Com Bosco, emplacou algumas canções na trilha de abertura de novelas e séries, como “Doces Olheiras” (na novela Gabriela, da TV Globo, em 1975), “Visconde de Sabugosa” (para O Sítio do Pica-Pau Amarelo, em 1977), “Coração Agreste” (em Tieta, de 1979), “Confins” (em Renascer, de 1993), “Suave Veneno” (na novela homônima, de 1999), “Chocolate com Pimenta” (tema de novela homônima, em 2003), “Bijuterias” (para a minissérie “O Astro”, no remake de 2011).
O cronista Aldir Blanc
Blanc era também cronista, reconhecido pelas bem-humoradas histórias e personagens da Zona Norte do Rio.
Publicou vários livros, entre eles “Rua dos Artistas e Arredores” (Ed. Codecri, 1978); “Porta de tinturaria” (1981), “Brasil passado a sujo” (Ed. Geração, 1993); “Vila Isabel – Inventário de infância” (Ed. Relume-Dumará, 1996), e “Um cara bacana na 19ª” (Ed. Record, 1996), com crônicas, contos e desenhos.
Contribuiu, ainda, com crônicas para os jornais O Dia, O Estado de São Paulo e O Globo.
Em sessão remota marcada para esta segunda-feira (4), o plenário da Câmara dos Deputados pode votar a chamada PEC do “Orçamento de Guerra” (Proposta de Emenda à Constituição 10/20). Os deputados precisam analisar mudanças feitas pelos senadores no texto.
Também nesta segunda, a agenda da Câmara prevê a análise dos destaques apresentados pelos partidos à Medida Provisória 915/20, que facilita a venda de imóveis da União ao mudar vários procedimentos sobre avaliação do preço mínimo e permitir desconto maior no caso de leilão fracassado.
Embora não conste na programação oficial, há ainda a possibilidade de que os deputados debatam o projeto de lei de ajuda a estados e municípios, aprovado no Senado no último sábado. A proposta prevê o repasse direto da União de R$ 60 bilhões para estados e municípios, sendo R$ 10 bilhões exclusivos para ações sociais e de saúde no combate à COVID-19. Se aprovado na Câmara, o texto vai para sanção presidencial.
Orçamento de Guerra
De autoria do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e outros parlamentares, a PEC do “orçamento de guerra” permite a separação dos gastos realizados para o combate ao coronavírus do Orçamento Geral da União (OGU), com processos mais rápidos para compras, obras e contratações de pessoal temporário e serviços.
Um dos pontos do texto é a permissão para a União descumprir a chamada “regra de ouro”, mecanismo constitucional que impede o governo de se endividar para pagar despesas correntes, como salários e custeio.
Entre as mudanças feitas pelos senadores estão a exclusão do comitê de gestão da crise e mecanismos diferentes de prestação de contas pelo Poder Executivo. Senadores também incluíram dispositivos para preservar empregos e restringiram as hipóteses em que o Banco Central (BC) poderá comprar títulos privados.
Na versão aprovada pelo Senado, o BC só poderá atuar nos mercados secundários, adquirindo esses títulos privados apenas de quem já detenha os papéis (como bancos e fundos de investimentos). A preferência será para a aquisição de papéis emitidos por micro, pequenas e médias empresas, a fim de garantir liquidez para essas companhias.
Imóveis da União
O Plenário também poderá analisar os destaques apresentados pelos partidos à Medida Provisória 915/20, que facilita a venda de imóveis da União ao mudar vários procedimentos sobre avaliação do preço mínimo e permitir desconto maior no caso de leilão fracassado.
O texto-base da MP foi aprovado na forma do projeto de lei de conversão do deputado Rodrigo de Castro (PSDB-MG), que, entre outras mudanças, prevê o uso de fundo imobiliário de administração de imóveis da União para a regularização fundiária rural ou urbana.
A MP permite ao governo conceder desconto de 25% sobre o valor inicial de imóvel à venda já na segunda tentativa de leilão. Atualmente, o desconto, de 10%, somente pode ser ofertado na terceira tentativa de leilão e apenas para imóveis de até R$ 5 milhões.
Outra facilidade para o comprador é a permissão de venda direta, por intermédio de corretores de imóveis, caso o leilão tenha fracassado por duas vezes. O desconto de 25% continua valendo.
O Brasil tornou-se ontem o nono país a ultrapassar a marca dos cem mil casos por coronavírus.
Amanhecemos esta segunda-feira com 101.826 casos confirmados e 7051 mortes confirmadas.
Esses números foram atualizados às 05:30 da manhã desta segunda.
Os números de óbitos confirmados pelo ministério da Saúde no sábado e no domingo, com mais de 650 óbitos, coloca o Brasil na 5º posição mundial no fim de semana de pessoas que perderam a vida por causa do covid-19.
A imprensa só mostra o lado negativo, vejamos, o Brasil é o 5º país mais populoso do mundo mas é apenas o 9º em número de casos, os profetas do apocalipse previram que entrariamos maio em colapso com mais de um milhão de mortes, o número cresceu mais 7 mil tá bem distante do 1 milhão previsto por esses especialistas…
Mais um detalhe o Brasil é o 37º país do mundo em casos por milhão de habitantes com 33 mortes, o primeiro é a belgica com 684 e a média mundial é de 31.9 por milhão de habitantes.
Nunca vi tantos médicos tão respeitáveis circulando boatos, rumores, informações não comprovadas e todo tipo de xamanismo e conspiracionismo barato em suas redes de amigos e familiares no Whatsapp. Taí uma grande decepção durante a pandemia.
Em entrevista à GloboNews, Luís Roberto Barroso comentou as declarações de Jair Bolsonaro durante a manifestação pró-governo realizada em frente ao Palácio do Planalto.
“A mim, pessoalmente, só me preocupou uma coisa: a invocação de que as Forças Armadas apoiavam o governo. E aí eu acho que esse é um fato que traz algum grau de preocupação, porque as Forças Armadas são instituições de Estado, subordinadas à Constituição, e portanto elas não estão dentro de governo, não estão vinculadas a governo nenhum.”
Como publicamos mais cedo, Bolsonaro afirmou que o povo e as Forças Armadas estão ao lado de seu governo.
É uma pena que alguns brasileiros ainda queiram um governo como o pt que governou roubando bilhões do nosso cofre, a um governo que até o momento não houve um fato qualquer de corrupção.
O maior partido do Brasil, e foi com o PT que o Brasil já teve seu crescimento, com o grande lula e Dilma
O STF com a sua prática velha de soltar bandidos, vem falar em democracia?
é bem empregado que bolsonaro bote esses bandidos corruptos no chão.
não devemos dá ouvidos aos que praticam a democracia hipócrita farisaica.
Acho que o STF ajudou a parir o ovo da serpente. Na verdade a justiça tem sua responsabilidade pelo que passamos hoje. Bastaria o TSE cumprir com seu papel que a situação estaria resolvida. Elementos eles já tem suficiente.
Abriu a boca falou merda. Falastrão compulsivo, o Capetão tem dado provas soberbas de que é uma verdadeira "Magda".
Então parem de fazer merda STF pois só estão atrapalhando a democracia daí não precisa se preocupar mesmo pois está nítido o interesse mútuo do STF ,Congresso Nacional e a rede Globo Lixo de prejudicar o presidente deixem o cara trabalhar certo q ele fala muita besteira mas pelo ao menos não está roubando dinheiro público e nem distribuindo aos outros poderes desenfreados como antes.
Acho interessante, que o governo federal, gestado por um presidente escolhido pelo voto popular, não seja contrário, não venha as mídias, falar que se opõe a esses ataques antidemocráticos, inconstitucionais, defensores do AI5, derrubada dos poderes e volta a ditadura, que, a maioria de seu eleitores defende com unhas e dentes. Não entendo que, seja contrário aos órgãos mundiais , vendo a pandemia crescendo exponencialmente e pede a volta ao trabalho, sendo contrário ao isolamento social, se envolvendo politicamente, na polícia federal, onde, todos sabem que seus filhos estão envolvidos com maracutaias, se envolvendo com brigas e agressões aos jornalistas, que não fazem mais do que obrigação de levar notícias à população , além de estimular direta ou indiretamente seus eleitores fanáticos ao ódio. Temos que entender que esse momento é de resiliência, maturidade para lidar com as dificuldades , razão para os obstáculos e planejamento para pós pandemia.
O cantor e compositor Alceu Valença comentou, em entrevista ao Estadão, o que pensa do Brasil em tempos de coronavírus.
“Estamos passando por essa pandemia e eu faço tudo ao contrário do que o presidente [Jair Bolsonaro] manda. Quando ele fala pra ir para a rua, eu não, eu fico dentro de casa. É gripezinha? Não, a gripe é forte. Tem muita gente morrendo”.
Alceu Valença tem 73 anos. Está, portanto, no grupo de risco da doença.
O cantor fez uma live na noite deste domingo para arrecadar ajuda para musicos que se encontram em situação dificil devido ao Covid-19.
Depois q esse cantor acusou o Mourão de ter torturado ele (sic) num ano em q o vice era apenas uma criança, esse cara perdeu toda credibilidade! Está senil, gagá e sem caráter!
Reportagem medíocre Bg, pois não acrescenta em nada os noticiários, amanhã bota o Chico Buarque dando entrevista, depois o Caetano, depois a Daniela Mercury todos com o mesmo pensamento que já conhecemos, todos mamadores da ex lei Rouanet.
Marcelo… vc se acha bem cristão, bem tradicionalzinho e que vc é o bom exemplo da sua familia ne?! Eu ja fui pra cama com varios caras do seu tipo!
Parabéns Alceu…inteligência ficou para poucos…mais imbecilidade ficou para tantos que queiram ser. O DIABO gosta de quem o acompanha….e nesse caso o DIABO NARO TEM UMA PESTE DE DOIDO.
A seis meses das eleições presidenciais, o presidente americano, Donald Trump, voltou a fazer campanha neste domingo, no Lincoln Memorial, no National Mall, na capital americana. Em entrevista virtual com o público, transmitida ao vivo pela Fox News em horário nobre, Trump prometeu que os Estados Unidos terão uma vacina contra o coronavírus até o fim do ano e disse que quer reabrir escolas e universidades em setembro.
— Acreditamos que teremos uma vacina até o final do ano — disse. — Os médicos vão dizer: você não deveria ter dito isso. Mas eu digo o que penso.
O presidente americano defendeu a utilização da hidroxicloroquina em tratamentos de pacientes com Covid-19 e acusou membros do Partido Democrata de preferirem “ver pessoas piorando do que me darem crédito por uma potencial solução” para a pandemia. Trump disse ter recebido três ligações nos últimos três ou quatro dias, de pessoas que salvaram suas vidas graças a esse medicamento.
Perguntado sobre a eleição presidencial, o chefe de Estado descartou que a campanha acabe reduzida a como ele lidou com a crise do coronavírus. Trump afirmou, ainda, que daqui a dois anos os EUA produzirão antibióticos 100% americanos, deixando de depender na China.
— A razão pela qual isso ainda não acontece é porque os anteriores presidentes americanos foram tontos — assegurou Trump.
Mais cedo, Usando linguagem de estilo bíblico, o presidente destacou no Twitter como seu país se opunha à chegada de “uma grande e poderosa praga”. “Os Estados Unidos ressuscitaram desta morte e destruição (…) e se tornaram maiores do que nunca!”, afirmou.
“Com sorte, nosso país vai se ajeitar logo. Todos sentimos falta dos nossos comícios maravilhosos e de tantas outras coisas!”, tuitou o presidente mais cedo.
“Peço a Deus que não tenhamos problemas essa semana. Chegamos no limite, não tem mais conversa. Daqui pra frente, não só exigiremos, faremos cumprir a Constituição, ela será cumprida a qualquer preço, e ela tem dupla mão”, afirmou Bolsonaro, em declaração transmitida ao vivo neste domingo (3) em rede social.
Um dia após ter se encontrado com os chefes de Exército, Marinha e Aeronáutica, o presidente afirmou que “temos o povo ao nosso lado, nós temos as Forças Armadas ao lado do povo, pela lei, pela ordem, pela democracia e pela liberdade”.
Questionado pela Folha sobre os ataques à imprensa, o vice-presidente Hamilton Mourão respondeu: “Sou contra qualquer tipo de covardia e agredir quem está fazendo seu trabalho não faz parte da minha cultura”.
O pano de fundo da nova investida de Bolsonaro é sua irritação com as derrotas que vem sofrendo no Supremo. Com isso, ele busca respaldo entre os militares para reagir ao Judiciário. E tem recebido sinais de apoio nos bastidores, sobretudo em relação às decisões do tribunal que interferem em medidas do governo.
Assim como voar é com os pássaros, para os militares o palco reservado é a caserna. Cada qual no seu cada qual.
Apesar da crônica lerdeza de nosso eleitor-freguês (sobretudo os que se julgam lúcidos e esclarecidos), a democracia tende a evoluir e não comporta mais esse tipo de retrocesso institucional.
Como diria Churchill, a democracia é a "pior forma de governo, com exceção de todas as demais".
O procurador-geral da República, Augusto Aras, disse, em nota, que “deve se reunir nesta segunda-feira (4) com procuradores de sua equipe para analisar os fatos” sobre a manifestação realizada em Brasília neste domingo (3), com a participação de Jair Bolsonaro. O ato ocorreu na Esplanada dos Ministérios, em apoio ao governo e contra o ex-ministro Sergio Moro, o Supremo Tribunal Federal (STF) e o Congresso. A coluna questionou Aras se ele pretendia tomar medidas sobre a manifestação.
Os procuradores também irão debater o fato de o presidente Jair Bolsonaro não ter usado máscara, apesar do decreto do Distrito Federal que torna o item obrigatório. A agressão aos jornalistas ocorrida durante o ato não é da alçada da PGR por não envolverem pessoas com foro privilegiado.
Em seu depoimento prestado neste sábado, o ex-ministro da Justiça Sergio Moro afirmou aos investigadores que o presidente Jair Bolsonaro ameaçou demiti-lo em uma reunião do conselho de ministros do governo federal caso Moro não concordasse com uma nova substituição do superintendente da Polícia Federal no Rio. Segundo Moro, essa reunião ocorreu em 22 de abril e foi gravada em vídeo pela própria Presidência da República, o que poderia comprovar suas acusações de que Bolsonaro tentou realizar interferências indevidas na PF.
Na mesma reunião, Bolsonaro teria manifestado sua insatisfação com a falta de acesso a informações de inteligência da PF. Em seu depoimento, Moro afirmou que o ministro Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional) discordou do presidente e disse que esses relatórios não poderiam ser fornecidos. Após a demissão dele, o próprio Bolsonaro havia afirmado que divulgaria o vídeo de sua última reunião com Moro como forma de comprovar que ele estaria falando a verdade, mas o presidente ainda não divulgou esse vídeo.
No depoimento, Moro afirmou à PF que caberia a Bolsonaro explicar as razões por trás das tentativas de interferência na PF e disse não saber os motivos. Ao prestar depoimento, Moro entregou seu celular para a PF extrair cópias das conversas relevantes para a investigação. O ex-ministro, entretanto, não guardava diálogos antigos, por ter receio de ser alvo de novos ataques hacker. Por isso, as conversas entregues por Moro se referiam apenas aos últimos 15 dias, quando ele já acumulava atritos com Bolsonaro e sofria pressão para demitir Valeixo.
É claro o presidente é Bolsonaro e não vc Moro simples assim então ele poderia lhe demitir a qualquer momento pois seu cargo era de confiança e não seu e sim da escolha do presidente
O presidente da República tem todo o direito de mudar seus auxiliares na hora que bem entender. Basta queperca a confiança no auxiliar substituído. E está provado que o Moro era um traidor, um "cavalo-de-tróia" encastelado num importante ministério, a serviço de interesses de outros políticos e partidos. Um espião a serviço dos adversários do presidente e dele próprio, que está finalmente exibindo o enorme tamanho do seu ego e das suas reais pretensões. Ele próprio reduziu sua pessoa a apenas mais um traidor desmascarado que deixou o governo. A propósito, é engraçado ver os petistas executando grande contorcionismo para apoiar aquele que desmascarou seu bandido predileto. Bolsonaro é mesmo um mito. Rsrsrsrs.
O depoimento do ex-ministro Sergio Moro à Polícia Federal reiterou e trouxe mais detalhes sobre a tentativa de interferência do presidente Jair Bolsonaro na Polícia Federal. O depoimento resultou em 10 páginas redigidas e já enviadas ao Supremo Tribunal Federal (STF), onde o ministro Celso de Mello é relator do inquérito que apura as acusações do ex-ministro. Foi Celso de Mello quem autorizou as investigações. Antes de remeter o depoimento à Corte, a delegada que conduziu a oitiva, Christiane Correa Machado, enviou uma cópia por e-mail na madrugada de domingo (3) para o ministro.
Segundo dois interlocutores que assistiram à oitiva, as novas conversas apresentadas são complementares às mensagens de WhatsApp já apresentadas ao Jornal Nacional, em que Bolsonaro sugere preocupação com o inquérito das fake news e em que a deputada Carla Zambeli propõe ao ministro uma vaga no STF em troca de aceitar a troca do comando da PF por um delegado amigo do presidente. Segundo as duas fontes, as prints já conhecidas são mais contundentes do que o material mostrado pelo ministro ao longo de toda a oitiva. Uma das fontes se referiu às novas mensagens como “água”, uma analogia ao fato de não serem tão robustas se comparadas ao que já foi mostrado. Segundo essas fontes, o ex-ministro não apresentou novas situações em que o presidente tenha se valido de seu cargo para investir contra a autonomia da pasta da Justiça.
Moro depôs na sala da superintendência da Polícia Federal de Curitiba. Começou tenso, mas relaxou ao longo das nove horas em que permaneceu no local. Na mesa principal estava a delegada Christiane, chefe do Serviço de Inquérito Especiais do STF, ao centro. Ao seu lado, um escrivão e os delegados Igor Romário de Paula e Maurício Moscardi Grillo, ambos já conhecidos do ex-juiz por terem atuados na Lava-Jato, em Curitiba. Ao lado de Moro sentaram-se três advogados contratados por ele, liderados por Rodrigo Sanchez Rios, que já advogou para o ex-deputado Eduardo Cunha. Acomodados em outras mesas ficaram os procuradores enviados de Brasília, Antonio Morimoto, Hebert Reis Mesquita e João Paulo Lordelo Guimarães Tavares.
Todas as perguntas eram feitas por Christiane e algumas delas eram complementadas pelos procuradores. A sala da superintendência da PF em Curitiba fica de frente para área onde os apoiadores de Luiz Inácio Lula da Silva montaram acampamento para fazer vigília para o petista no período em que ele esteve preso lá. No sábado, esse terreno foi tomado por apoiadores de Bolsonaro. Uma das fontes relatou que, durante todo o depoimento, os apoiadores gritavam palavras de ordem, usando megafone. “Traidor”, “vou te matar”, “vai tomar facada” eram algumas das ameaças entoadas, que deixaram todos na sala preocupados. Moro também externou preocupação com essa reação, mas nenhum agente foi deslocado ao protesto para interrogar os manifestantes.
Moro detalhou diálogos ocorridos no gabinete presidencial em que Bolsonaro o teria pressionado para que o então diretor da PF, Maurício Valeixo, fosse exonerado, e para ter acesso a relatórios produzidos pela corporação. Essas conversas não tinham testemunhas e não foram gravadas pelo ministro. Segundo o jornal O Globo, Moro também relatou uma reunião ministerial em que o presidente teria ameaçado demiti-lo caso ele não trocasse a direção da PF. Ela foi gravada em vídeo pelo Palácio do Planalto, segundo o ex-ministro.
Apesar da existência de um vídeo e das novas mensagens apresentadas pelo ex-ministro, uma das fontes ouvidas pela reportagem avaliou que tais provas, até o momento, terminam por corroborar apenas o que já foi dito pelo próprio presidente no pronunciamento feito logo após a demissão de Moro: que ele queria, sim, alguém de sua confiança na chefia da PF. Foram entregues mensagens trocadas durante os últimos 15 dias, já que o ministro tem por hábito apagar tudo de seu celular desde que foi hackeado, no ano passado. Técnicos da PF espelharam o aparelho do ministro na intenção de obter dados deletados.
De acordo com um policial, o depoimento de Moro foi longo em razão da dificuldade técnica em recuperar mensagens e também porque a oitiva não foi filmada, o que obrigou a Polícia Federal a transcrever em tempo real tudo o que era falado na sala. “Se estivéssemos filmando, esse depoimento teria uma hora e meia”, avaliou um dos presentes.
Apesar de ter levado advogados, Moro não os consultou em nenhum momento e seus defensores também não fizeram qualquer tipo de interferência. O ex-juiz deixou claro que só lançou mão da defesa particular depois das declarações do procurador-geral da República, Augusto Aras, em que ele pedia que fossem apurados possíveis crimes de calúnia e difamação cometidos pelo ex-juiz.
Quando juiz ele nunca se importou com provas mesmo! Sua convicção era suficiente pra condenar, inocentar e virar a lei pelo avesso. Agora querem se fazer de surpresos pq?
O ex juiz Moro, que disse ter enorme zelo por sua imagem (na verdade, demonstrou um ego descomunal), saiu do governo pela porta dos fundos. Atitude de moleque. Uma pena.
Na entrevista que concedeu ao Blog do Dina neste domingo (3), a governadora Fátima Bezerra foi questionada sobre como vai reagir aos movimentos nas redes sociais que lhe atacam, para muito além da crítica.
Reportagem do Blog do Dina na sexta-feira (1º) mostrou que, em Brasília, Fátima foi atacada durante um ato em defesa do presidente Bolsonaro quando um apoiador, sem nenhuma evidência, disse que ela tinha ligação com a apreensão de uma tonelada de cocaína no porto de Natal. Foi o mais recente de vários ataques que ultrapassam o campo da crítica.
“Os gabinetes do ódio também estão atuando nos estados. É muita canalhice. Estamos entrando com várias ações contra esses vigaristas para que respondam do ponto de vista criminal. Essas fábricas de fraudes que alimentam mentiras e calúnias precisam de um basta. Não se trata mais de crítica, mas de mentiras e desqualificações. Tomamos a decisão de enfrentar essas calúnias”, afirmou a governadora ao Blog do Dina.
Conforme ela revelou, se trata de estratégia mais ampla, com os governadores do Nordeste.
“Pleiteamos uma investigação mais ampla para que se descubra quem está por trás disso. Todas as nossas energias estão concentradas no enfrentamento da pandemia, mas eu estou lhe dizendo que isso não vai ficar assim. Vamos entrar com ações judiciais”, garantiu a mandatária.
Decreto
O próximo decreto a ser editado sobre o enfrentamento da pandemia de covi-19 no RN, inclusive, tocará nesse aspecto.
Segundo Fátima, o decreto, que será divulgado na terça-feira (5) estabelecerá medidas contra aqueles que atuarem para espalhar fake news sobre a pandemia de coronavírus.
A maior fake new foi publicada pelo governo do RN, quando anunciou que no dia 15 de maio estaríamos com 12 mil mortos por covid19. Hoje 4 de maio graças a Deus não chegamos a 70.
Anunciar 11.000 mortes em poucos dias NÃO é FAKE NEWS?
Assustar a população e difundir o pânico não é problema?
Fake news só é ruim quando lhe prejudica, quando espalha o medo na população não tem nada demais.
Essa senhora, ao invés de perseguir seus opositores (coisa típica dessa turma de esquerda), deveria começar a governar, a tentar mostrar a que veio. O RN caminha célere para o caos, que ainda não ocorreu graças às inúmeras ajudas financeiras do governo federal, que ela odeia. Em breve, mais algumas centenas de milhões de ajuda federal chegarão.
Infelizmente a perseguição a opositores não é privilégio da esquerda. O grupo que está no poder (extrema-direita) não suporta oposição, críticas, imprensa livre e atuante e nem instituições fortes e autônomas.
Só quem está atolado numa bolha finge não perceber.
Repasses são necessários e até obrigatórios, afinal somos união federativa. Você não sabe o que é isso, como também não compreendeu que o repasse não é de governo, é da União para seus entes federados, não é meu filho?
Foi assim q a milícia ganhou essa eleição para presidente. Justiça neles Fátima!
O impacto desses ataques foi sentido por procuradores e delegados que ouviram Moro neste último sábado (6), em Curitiba. Os investigadores sentiram bastante nervosismo por parte do ex-ministro, que chegou a esquecer algumas informações sobre os fatos que relatava.
A pessoas próximas, Moro mostrou “cansaço”e “abatimento” com os ataques. O ministro tem repetido que sua intenção não era abrir uma investigação contra o presidente, mas justificar sua saída do governo em meio a uma pandemia da gravidade do coronavírus.
Moro tem afirmado publicamente que está vendo uma campanha de fake news para desqualificá-lo e que não se preocupa com isso, porque viveu essa mesma situação durante e depois da Lava-Jato. No entanto, interlocutores do ex-juiz relataram que esse é o momento em que ele se mostra mais abalado, não só pelos ataques e ameças pessoais, mas também contra a sua família.
Sou fã do que Moro fez por nós brasileiros, nos dando esperança de que bandidos ricos podem ir pra cadeia mas não consigo ainda entender por quê ele tem feito essas coisas desde o dia do pedido de demissão dele.
Ele ainda era ministro e convocou uma coletiva para falar mal do chefe e se demitir… não é assim que se faz, se vc quer se demitir você vai no seu chefe e pede demissão, e não você no seu local de trabalho, ainda como ministro fazer coletiva.
Ficar mostrando prints do chefe no jornal nacional? E mostrar prints da afilhada dele? Ele pisou muito feio na bola dessa vez.
Já dá pra colocar no linkedin: Sou o Moro, herói contra a corrupção, me contrate, mas se você me der carta branca e isto não for verdade, vou expor você em rede nacional e vou te acusar de tudo que descobri no período que trabalhei com você #lamentável
Moro saiu de Curitiba como herói, o juiz que protagonizou a maior operação contra a corrupção da história da humanidade e hoje ele volta pela porta dos fundos acompanhado de advogados que defenderam essas mesmas quadrilhas que ele pôs na cadeia… vaiado e aos gritos de traidor. Lamentável!
Só Bolsonaristas se enganam achando que são unânimes. Tinha muita gente defendendo Moro nas portas da PF e em todo Brasil. O TRAIDOR DA PÁTRIA é aquele que tirou a carta branca de combate a corrupção para proteger seus próprios filhos
Ao comparecer a um ato de apoio a seu governo e de ataques ao STF, ao Congresso e ao ex-ministro Sergio Moro, o presidente Jair Bolsonaro declarou neste domingo, na rampa do Palácio do Planalto, que não vai mais “admitir interferência” em seu governo e que chegou “ao limite”. O presidente disse ainda ter o apoio das Forças Armadas, sem detalhar a que se referia. Bolsonaro foi ao encontro de manifestantes que fizeram uma carreata que percorreu a Esplanada dos Ministérios.
Na fala aos manifestantes, transmitida em suas redes sociais, Bolsonaro afirmou que não vai mais “admitir interferência” em seus atos no governo. E disse que “acabou a paciência”.
– Nós queremos o melhor para o nosso país. Queremos a independência verdadeira dos três poderes, e não apenas uma letra da Constituição, não queremos isso. Chega de interferência. Não vamos admitir mais interferência. Acabou a paciência. Vamos levar esse Brasil para frente.
Aos manifestantes, Bolsonaro voltou a expor contrariedade, sem citar explicitamente a mais recente crise sobre o comando da PF. O presidente também afirmou ter apoio das Forças Armas, sem entrar em detalhes.
— Como tenho dito, o Poder Executivo está unido. Um só propósito: tirar o Brasil de onde se encontra. Vocês sabem que o povo está conosco. As Forças Armadas, ao lado da lei, da ordem, da democracia, da liberdade e da verdade, também estão ao nosso lado. Deus acima de tudo. Quanto aos algozes, peço a Deus que não tenhamos problema esta semana, porque chegamos no limite. Não tem mais conversa. Daqui para frente, não só exigiremos. Faremos cumprir a Constituição. Será cumprida a qualquer preço. E ela tem dupla mão. Não é só de uma mão, não.
— O país, de forma altiva, vai enfrentar os seus problemas. Sabemos do efeito do vírus, mas infelizmente muitos serão infectados. Infelizmente muitos perderão suas vidas também, mas é uma realidade quer nós temos que enfrentar. Não podemos fazer com que o efeito colateral, o tratamento do combate ao vírus, seja mais danoso que o próprio vírus. Há 50 dias venho falando isso.
1) os filhos não estão em nenhum processo com investigação pela policia Federal ! 2) Todos sabem que o inquerito do STF é inconstitucional não esta correto , dito isso , o chefe do poder não pode permitir que usem esta estrutura governamental para ser peça de inquerito errado !
Bem , quem vai na onda de manchetes e de informações contruidas por narrativas erradas , poderia pelo menos buscar as informações verdadeiras que hoje com a tecnologia na mão se encontra rapidinho.
A Fala do Prwsidente é Clara !!!! Só nao quer escutar quem deixa se levar com manchetes assim!! " Nós temos o povo ao nosso favor, e as forças armadas estão com o povo " que dentro da legalidade não vamos permitir que nao se cumpra a constituição! Logo em seguida ( isso tudo esta em vídeo no youtube é so olhar ) ele é quem mais respeita a constituição e a Democracia !
Absurda e inconstitucional intromissão do STF no governo, invadindo atribuições do presidente. Por lei, a nomeação do Diretor-geral da PF é atribuição do Presidente da República. O nomeado reúne plenas condições para o cargo (é delegado de carreira da PF) e já exerce cargo de confiança no governo (Chefe da ABIN). Nada desabona sua carreira profissional. Quanto à suposta intenção de proteger aliados, outro absurdo. Não existe "adivinhação" no meio jurídico. Sem provas, não passa de arbitrariamente.
Manifestantes estão errados, mais parece os pelegos petralhas, o nossa o presidente não está certo.
Que conversinha é essa de nomiar diretor, pra protegê 12 deputados bolsonaristas e mais os seus filhos????
Tá errado, sacaneou com Moro, não havia motivos para demitir o indicado do Moro, ficou feio para o presidente, o povo deveria exigir era explicações, e não apoia lo nesse momento.
É assim, que funciona o Estado de direito, e não as cegas, encobrindo erros.
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