Coronavírus: Anvisa autoriza testes com Remdesivir. Veja o que se sabe

Foto: iStock

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) autorizou na última quarta-feira (25) a realização de estudos clínicos com o remdesivir para o tratamento de pacientes com o novo coronavírus (SARS-CoV-2).

De acordo com o órgão, o estudo será de fase 3 (quando há observação de pacientes que usaram o medicamento) e irá ser aplicado em indivíduos hospitalizados com pneumonia grave provocada pela covid-19. A testagem incluirá dois grupos: um vai receber o remdesivir combinado ao tocilizumabe (medicamento imunoregulador usado atualmente para o tratamento de artrite reumatóide), enquanto o outro terá acesso a uma combinação do remdesivir com placebo.

O pedido de autorização foi feito pela empresa PPD do Brasil Suporte a Pesquisa Clínica Ltda. De acordo com o protocolo clínico do estudo, a ideia é incluir 105 pacientes brasileiros na análise.

“Moderação é a palavra”, diz especialista

Para o infectologista Ricardo Moura, do Hospital Sírio-Libanês (SP), a análise conduzida pelo NIH é uma das mais importantes, tanto pelo tamanho (com mais de mil pacientes) quanto pelos resultados.

“A pesquisa clínica revelou que os pacientes ou tiveram menos tempo de internação ou não precisaram de oxigenação suplementar, mas não mostrou nenhuma evidência sobre redução de mortalidade”, explica.

No entanto, ainda são necessários mais dados para saber se a substância é de fato indicada para tratar os pacientes da covid-19.

“Como estamos aprendendo tudo agora enquanto a doença acontece, acredito que moderação é a palavra com relação a qualquer medicamento que apareça”, afirma.

A médica Viviane Cordeiro Veiga, coordenadora de UTI da BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo, também concorda que, embora o estudo tenha apresentado resultados positivos discretos, ainda é cedo para tirar qualquer conclusão a respeito da substância. “Precisamos esperar o estudo ser finalizado e analisar sua qualidade.

Outros estudos

Junto com o remdesivir, a Anvisa também autorizou o estudo clínico de fase 3 com o medicamento ruxolitinibe em pacientes com tempestade de citocinas associada à covid-19. O medicamento é utilizado no tratamento da mielofibrose, um tipo de câncer que ataca as células responsáveis pela produção de sangue na medula óssea.

A autorização foi dada a partir de pedido feito pela empresa Novartis Biociências S.A. De acordo com o protocolo clínico do estudo pretende-se incluir 60 pacientes brasileiros com tempestade de citocinas associada à Covid-19.

Com UOL

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Manoel disse:

    Ótimo pra indústria farmacêutica, o tratamento custa 2000 dólares mas a hidroxicloroquina só custa 20 dólares

Anvisa autoriza testes clínicos com vacina da Universidade de Oxford para covid-19 em pacientes no Brasil

Foto: Dado Ruvic/Reuters

A vacina contra a covid-19 em desenvolvimento na Universidade de Oxford, no Reino Unido, será testada em pacientes no Brasil. O procedimento foi aprovado pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), na terça-feira (2), em edição extra do Diário Oficial da União.

“Os estudos iniciais não clínicos em animais e os estudos clínicos de fase 1 em humanos para avaliar a segurança da vacina foram realizados na Inglaterra e os resultados demonstraram que o seu perfil de segurança foi aceitável”, diz o órgão em nota oficial.

Dentre os mais de 70 imunizantes em desenvolvimento atualmente em todo o mundo, este é considerado o mais avançado e também dos mais promissores. E à frente da testagem na Escola de Medicina Tropical de Liverpool está uma brasileira, a imunologista Daniela Ferreira, de 37 anos, especialista em infecções respiratórias e desenvolvimento de vacinas.

A aposta neste imunizante é tão grande que, mesmo ainda longe de aprovação, o produto já está sendo produzido em larga escala. “Passamos da fase um para a fase três em apenas dois meses”, diz a brasileira. O objetivo é ter já o maior número possível de doses prontas para distribuição assim que o produto for aprovado, evitando um possível novo atraso na proteção da população mundial.

R7

Covid-19: Anvisa mantém contato com fabricante do remdesivir, liberado nos EUA para tratamento da infecção em pacientes em estado grave

Foto:© Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) está em contato com a Gilead, empresa que fabrica o remdesivir no exterior, para acompanhar a evolução dos estudos do medicamento para o tratamento do novo coronavírus (covid-19).

Nessa sexta-feira (1º), o Food and Drug Administration (FDA) autorizou o uso do remdesivir nos Estados Unidos para tratamento da infecção em pacientes em estado grave. Nos próximos dias, a Anvisa fará reunião com a fabricante para verificar o interesse e a viabilidade do fornecimento do medicamento no Brasil.

De acordo com a Agência, a Gilead tem vários estudos clínicos em andamento para o remdesivir, com dados iniciais esperados nas próximas semanas. “Caso o benefício do medicamento se comprove, a Anvisa possui mecanismos, como anuência de uso em programa assistencial e priorização de registro, para garantir o acesso célere do medicamento à população”.

Segundo a Agência, o remdesivir não possui pedido de registro no Brasil. Até o momento, também não houve solicitação de anuência em pesquisa clínica com o medicamento, que teve o uso clínico autorizado nos Estados Unidos.

“Ressaltamos que somente as pesquisas clínicas que tem a finalidade de subsidiar o registro ou alteração de registro, como a inclusão de uma nova indicação terapêutica em bula, por exemplo, estão no escopo de atuação da Anvisa”.

Outras pesquisas, como as pesquisas científicas ou acadêmicas, com outras finalidades requerem somente a aprovação pela instância ética (Comissão Nacional de Ética-Conep e as Comissões de Ética – CEPs Locais).

Até o momento não houve nenhuma solicitação de autorização de uso do medicamento por meio de Programas Assistenciais (Uso Compassivo e Acesso Expandido), segundo a Anvisa.

Com informações da Anvisa

Anvisa libera realização de testes de Covid-19 em farmácias

Teste sorológico usa uma gota de sangue para identificar se a pessoa tem antircorpos para o Sars-CoV-2 Foto: ADREES LATIF / REUTERS

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou nesta terça-feira, por unanimidade, a utilização de testes rápidos para diagnóstico de Covid-19 em farmácias. A medida foi aprovada pela diretoria colegiada do órgão temporariamente e em caráter excepcional. A medida exige que haja profissionais capacitados nesses estabelecimentos para realizar os testes.

Segundo o diretor-presidente do órgão, Antonio Barra Torres, que foi o relator da questão, a autorização de realização desses testes em farmácias é importante para aumentar o acesso da população ao diagnóstico da Covid-19 e ampliar as frentes de detecção do vírus.

– Para essa medida tem sido adotadas estratégias não comumente utilizadas, como a testagem em estacionamentos, drive thru, entre outros. Entendeu-se, portanto, pela inclusão desse serviço em farmácias devidamente regularizadas. O aumento do rol de estabelecimentos de saúde realizadores de testes será uma estratégia útil na diminuição da aglomeração, bem como a diminuição pela procura de serviço médico em estabelecimentos da rede pública já altamente demandada – afirmou Barra ao ler seu voto sobre a questão.

Somente a venda de testes diagnósticos para Covid-19 em farmácias era permitida, desde que o produto fosse regularizado na Anvisa. Segundo o órgão, há pelo menos 33 kits de testagem regularizados na agência. É possível checar se esses produtos estão autorizados no site da Anvisa.

O relator destacou que a medida perde a validade automaticamente assim que o Ministério da Saúde suspender o estado de situação de emergência em saúde pública de importância nacional. Devido à urgência do tema, alguns trâmites usuais na aprovação de processos como esse foram dispensados, como a realização de análise de impacto e a abertura de consulta pública sobre o tema.

O diretor Marcos Miranda frisou que a medida pode ter um impacto inclusive no preço dos testes comercializados no mercado:

– Colocar testes rápidos em drogarias é algo discutido dentro da casa há muitos anos. É oportuno em um momento que passamos por essa crise sanitária internacional testar esse modelo e nada mais pertinente do que fazer isso com o teste rápido para covid-19. Corroboro a visão de ampliar o acesso e com isso a concorrência, tentar baixar o preço desses kits que estão sendo ofertados pela sociedade.

Durante o voto, o relator destacou que esses testes não têm caráter conclusivo. Ou seja, devem ser utilizados como uma medida auxiliar. Barra afirmou que esses testes possuem “limite de detecção” e que os resultados devem ser interpretados por profissionais de saúde e não usados como evidência absoluta.

– Parâmetros dos tempos de normalidade precisam ser ajustados à situação vigente, daí a importância, que é enfatizada no voto, do condicionante temporal: a medida permanece enquanto permanece decretado o estado de emergência em saúde pública. Fazemos hoje em território nacional testes inclusive em via pública, portanto, não há que se considerar riscos a realização de teste em ambientes protegidos e sob regramento sanitário, como é o caso dos estabelecimentos que citamos – disse Barra.

O Globo

Anvisa aprova a venda do primeiro produto à base de maconha no país

FOTO: ISTOCK

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprovou o registro do primeiro produto à base de Cannabis no país.

O óleo composto por canabidiol poderá ser vendido em farmácias apenas com receita médica de controle especial do tipo B, cuja numeração é fornecida pela vigilância sanitária local. De cor azul, esse tipo de receita é geralmente indicada para psicotrópicos e deve ser renovada a cada 60 dias.

A autorização foi publicada nesta quarta-feira (22) no Diário Oficial da União.

Esse é o primeiro registro concedido pela agência desde que o órgão aprovou uma regulamentação que abre espaço para venda de produtos à base de Cannabis nesses locais, com base em alguns critérios. A agência criou uma nova categoria de produtos à base da planta, diferente da usada para medicamentos.

O produto é um fitofármaco à base de canabidiol, componente da Cannabis que tem efeito terapêutico para alguns quadros.

A concentração de THC, substância também alvo de estudos e conhecida por “dar barato”, é de menos de 0,2%.

A autorização da agência prevê que ele seja prescrito para casos em que não há outras alternativas de tratamento com resultado satisfatório. A lista de doenças não foi informada.

A fabricante é a empresa Prati-Donaduzzi, de acordo com os dados do registro. Ainda não há previsão de quando o produto deve ser ofertado no mercado e qual será o preço. ​

A Prati-Donaduzzi afirma que, por não ter estudos clínicos concluídos, o óleo não é um medicamento, mas um produto indicado para quadros específicos.

Atualmente, o país tem apenas um medicamento aprovado à base de Cannabis. Trata-se do Mevatyl, indicado para tratamento de espasmos em pacientes com esclerose múltipla. Ele tem uma concentração um pouco maior de THC em relação ao canabidiol, e tem custo de cerca de R$ 2.000.

A resolução que dá espaço à venda de produtos derivados da Cannabis no país que não entram na categoria de medicamentos foi aprovada em dezembro de 2019.

Na época, diretores da agência chegaram a analisar a possibilidade de dar aval ao cultivo da planta para pesquisa e produção de medicamentos, mas a proposta foi rejeitada por três votos a um.

Em contrapartida, diretores aprovaram uma regulamentação para oferta desses produtos para uso medicinal.

Desde então, empresas interessadas em desenvolver ou importar esses produtos para venda podem solicitar registro à agência, para venda mediante apresentação e retenção de receita. Sem aval para o plantio, no entanto, é necessário importar substratos de matéria-prima ou o produto finalizado.

O tipo de receita e indicação varia conforme o produto —aqueles com concentração de THC acima de 0,2% só podem ser prescritos a pacientes terminais ou que esgotaram alternativas de tratamento e com receita tipo A, igual à usada para morfina. A venda em farmácias de manipulação é proibida.

A embalagem desses produtos deve conter uma faixa de cor preta e alertas específicos, que variam conforme a concentração de THC.

Segundo a Anvisa, a análise do pedido da Prati-Donaduzzi durou 42 dias, tempo que envolveu a apresentação de dados pela empresa até a elaboração de parecer da equipe técnica.

Folha de SP

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Papa Jerry Moon disse:

    Cachaça mata mais e apesar disso ninguém fica com essa vergonha toda.

  2. Zé Ninguém disse:

    Vai aparecer o gado falando que a culpa é de Lula e do PT. Mas parece que sendo no mundo da Bozolandia, tudo pode, nada tem problema e a culpa não é do MICO. Cadê o MICO? Na terra do Galego Doido (USA) está tudo liberado. Pode andar armado e ainda com o baseado no bolso ou na mente. "Quem não tem colírio usa óculos escuro". KKKKKK.

  3. Tarcísio Eimar disse:

    Vai servir pra cura do corona

  4. Antonio Turci disse:

    VERGONHA VERGONHA VERGONHA VERGONHA VERGONHA VERGONHA VERGONHA. A juventude brasileira não merece isto. VERGONHA

  5. Claudercio disse:

    Isso é uma vergonha!

    • Tiba disse:

      Vc é médico, cientista ou especialista na area? se não for vai arrumar uma lavagem de roupa, queria ver uma familiar seu precisar tomar um medicamento desse de urgência e vc ser contra.

  6. Neco disse:

    Antes que os maconhistas (maconheiros ideológicos) apareçam:
    Tem zilhões de substâncias medicamentosas oriundas de derivados do petroleo.
    Quer beber petróleo?

Anvisa proíbe venda de Annita sem receita especial, remédio “secreto” teve bons resultados em testes de laboratório contra o coronavírus

Imagem: ilustrativa/REB Images/Getty Images

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) publicou nesta quinta (16) uma norma proibindo a venda de medicamento à base de nitazoxanida sem receita médica especial. A droga é comercializada em forma de vermífugo com o nome de Annita.

O medicamento é o remédio cujo nome não foi divulgado pelo ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Marcos Pontes, na quarta (15), quando ele informou que a pasta começará a testar em pacientes com o novo coronavírus um medicamento que, em laboratório, reduziu em 93,4% a carga viral em células infectadas pelo vírus.

“Fiz questão de não saber este nome para evitar uma correria em torno deste medicamento enquanto não temos certeza de que ele vai funcionar para isso”, afirmou o ministro Marcos Pontes.

A nova regra da Anvisa incluiu medicamentos à base de nitazoxanida na lista de substâncias controladas. Com isso, a sua entrega ou venda nas farmácias e drogarias só poderá ser feita para pessoas com a receita especial em duas vias —uma ficará retida na farmácia e outra, com o paciente.

Mônica Bergamo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Braulio Pinto disse:

    Annita é aquela cantora? Então não presta mesmo.

  2. Neto disse:

    Parabéns a imprensa que ajudou a divulgar o nome e provocar uma correria as farmácias

    • Ricardo lúcido disse:

      Imprensa informa , irmos ao é mercadoria que não se guarda . Vá reclamar com seu astronauta e aproveite para pedir a ale para não falar besteira.

Anvisa autoriza experimento com sangue de curados do coronavírus


Foto: Yuan Zheng / EFE-EPA

A Anvisa definiu regras para testar no Brasil uma terapia experimental com plasma, técnica que utiliza o sangue de pacientes curados do novo coronavírus para tratar pessoas que tenham sido infectadas pela doença e estejam em estado grave de saúde.

Segundo o órgão, o soro convalescente humano apresenta o potencial de ser uma opção para o tratamento da covid-19, já que os anticorpos (imunoglobulinas) presentes no plasma convalescente são proteínas que poderiam ajudar a combater a infecção.

O plasma convalescente é a parte líquida do sangue coletada de pacientes que se recuperaram de uma infecção e sua administração passiva é um meio que pode fornecer imunidade imediata a pessoas suscetíveis. No caso da covid-19, trata-se de um produto que pode estar rapidamente acessível, à medida que exista um número suficiente de pessoas que se recuperaram da doença e que possam doar o plasma contendo imunoglobinas que reajam contra o vírus.

O procedimento – já posto em prática com sucesso para o tratamento da SARS (Síndrome Respiratória Aguda Grave) e nas epidemias de ebola e H1N1 – foi adotado pelo Hospital Policlínico de Pavia, na Lombardia, região situada no norte da Itália. A primeira doação recebida pelo centro médico foi de um casal de médicos, de acordo com relatos da mídia italiana.

A nota técnica emitida pela Anvisa ressalta que o método deverá ter a sua eficácia aprovada pelo CFM (Conselho Federal de Medicina) e Ministério da Saúde, mas pode ser utilizado em caráter experimental, mediante a adesão às normas previstas para a realização de pesquisa em seres humanos no Brasil.

A decisão por utilizar o plasma convalescente para a covid-19 poderá ser tomada sob responsabilidade do profissional médico, esclarecendo-se o caráter experimental e os riscos envolvidos, mediante consentimento dos pacientes ou seus familiares, além de conformidade com as regras de produção e qualidade aplicados em serviços de hemoterapia, serviços assistenciais de saúde e os requisitos para segurança daquele que receberá o tratamento.

Uso nos EUA

A FDA (Food and Drug Administration, na sigla em inglês), a agência reguladora dos Estados Unidos, foi a primeira a publicar orientações para o uso do plasma convalescente, enfatizando o empenho do órgão em fazer todo o possível para possibilitar respostas oportunas à pandemia de covid-19, além de facilitar o acesso aos produtos investigacionais para pacientes graves da doença ou com risco de morte iminente.

Segundo a FDA, o plasma convalescente está sendo investigado para o tratamento da covid-19 porque não há tratamento aprovado para esta doença e há estudos que sugerem o potencial do uso deste material.

R7

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Papa Jerry Moon disse:

    Demorou.

Anvisa libera oito novos testes rápidos de coronavírus

Foto: Reprodução

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária aprovou registros de oito testes rápidos para o novo coronavírus.

Agora, as empresas ficam liberadas para produzir, mas alguns laboratórios ainda vão precisar de insumos para viabilizar os kits.

A expectativa é de que os novos exames possam apontar a contaminação em até 10 segundos. Essa era uma das medidas propostas pelo Ministério da Saúde, que já admitiu não ter testes para todos os casos suspeitos.

O Antagonista

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Chicó disse:

    Excelente notícia !!!

Anvisa aprova proposta que simplifica importação de produtos à base de canabidiol

Foto: Kimzy Nanney/Unsplash

A diretoria da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nesta quarta-feira (22) uma proposta para simplificar o procedimento para importação de produto à base de canabidiol para uso pessoal.

No começo de dezembro o órgão liberou a venda em farmácias de produtos à base de cannabis para uso medicinal no Brasil. Ainda no ano passado, a Anvisa rejeitou o cultivo de maconha para fins medicinais no Brasil. Com a decisão que veta o cultivo, fabricantes que desejarem entrar no mercado precisarão importar o extrato da planta.

A decisão desta quarta-feira tem foco nos pacientes que importam os medicamentos já disponíveis no mercado internacional. Até o terceiro trimestre de 2019, foram 6.267 solicitações de importação, contra 3.613 em 2018, segundo a Anvisa.

Nova resolução

A nova resolução vai começar a valer a partir da publicação no Diário Oficial da União (DOU), o que ainda não tem data prevista para ocorrer. Uma minuta da nova resolução foi divulgada na reunião da Diretoria Colegiada da Anvisa.

Veja abaixo as principais mudanças:

Fim da exigência do paciente informar a quantidade do medicamento a ser importado. O monitoramento passa a ser feito na alfândega.

Ampliação da validade de autorização de importação de um para dois anos.

Extinção da lista de produtos analisados pela Anvisa, para evitar “o favorecimento indevido de empresas e produtos”.

A importação pode ser realizada pelo responsável legal do paciente ou por procurador legalmente constituído.

Fim do envio postal de documentação; agora o pedido de autorização será feito exclusivamente pelo Portal Único do Cidadão.

Julgamento

O presidente-diretor da Diretoria Colegiada da Anvisa, Antonio Barra Torres, relator da proposta, ressaltou durante o voto que a espera para análise do pedido de autorização de importação é de 75 dias atualmente. O impacto prático da nova norma neste prazo, no entanto, não foi informado.

Ao justificar a aprovação da medida, Torres ressaltou que a simplificação do processo é necessária, pois “tratam de pedidos de pacientes em tratamento, em sua maioria, de doenças graves e em uso contínuo de produto”.

O posicionamento do relator foi acompanhado posteriormente pelos diretores Fernando Mendes e Alessandra Bastos.

Processo

Apesar da simplificação, todo o trâmite continua a exigir documentos e comprovação da necessidade efetiva do mediamento.

O passo básico é que o cadastramento [no Portal Único] exige a receita emitida por profissional legalmente habilitado, contendo obrigatoriamente o nome do paciente e do produto, posologia, data, assinatura e número do registro ou profissional prescritor.

Uma das possibilidades ainda previstas no processo é que a importação do produto poderá ser intermediada por entidade hospitalar ou unidade governamental ligada à área de saúde.

Laudo médico

A nova resolução retira a obrigatoriedade do laudo médico, que informaria, por exemplo, o detalhamento da doença só paciente. “A responsabilidade do profissional de saúde se patenteia no receituário. Temos a orientação dos conselhos ligados à ética médica [neste sentido]. [O laudo] era uma informação adicional e hoje torna-se apenas um documento que traz peso de dificuldade ao cidadão”, disse o presidente-diretor da Diretoria Colegiada da Anvisa, Antonio Barra Torres.

G1

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. João Sem Braço disse:

    Do solto e do prensado.

Anvisa proíbe a partir de 2023 gordura trans de industrializados

Para os óleos refinados, como os de soja e canola, por exemplo, os ácidos graxos trans não serão banidos. — Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil/Arquivo

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nesta terça-feira (17), por unanimidade, uma resolução que determina a eliminação da gordura trans nos alimentos industrializados no Brasil até 2023.

A gordura trans também é conhecida como gordura vegetal hidrogenada. É usada para melhorar o aspecto e também aumentar o prazo de validade de alimentos industrializados. Ela é formada através de um processo químico: óleos vegetais líquidos, como o óleo de soja, são transformados em gordura sólida com o uso de hidrogênio. Quanto mais hidrogenada, mais consistente a gordura fica.

Ela também aparece durante o aquecimento de óleos para a fritura doméstica ou industrial em processos que envolvem altas temperaturas por longos períodos.

Para a Organização Mundial da Saúde (OMS), a eliminação global desse ingrediente pode evitar 500 mil mortes por ano. A gordura trans eleva o colesterol ruim, reduz o colesterol bom e aumenta o risco de infarto e AVC.

A gordura trans está em alimentos como:

Biscoitos salgados, doces e outros alimentos assados
Pipoca de micro-ondas
Pizzas e salgados congelados
Manteiga vegetal e margarina em barra
Creme para café
Glacê pronto para uso
entre outros

Eliminação em etapas

A decisão da diretoria colegiada do órgão estabeleceu que o processo ocorrerá em duas etapas:

1) a adequação da indústria alimentícia ao limite de até 2% de gorduras trans sobre a quantidade total de gorduras do alimento produzido, o que deve ocorrer até 1 de julho de 2021;

2) a eliminação total de ácidos graxos trans da composição de produtos até 1º de janeiro de 2023

Atualmente não há quantidade máxima definida pela agência. Os produtos importados também precisarão seguir essas regras.

Para os óleos refinados, como os de soja e canola, por exemplo, os ácidos graxos trans não serão banidos. A Anvisa decidiu estabelecer um limite diferente para esse grupo de produtos, levando em conta que os óleos vegetais passam por altas temperaturas no processo de refinamento, o que acaba produzindo a gordura trans, que não é adicionada de forma proposital.

Com isso, até 1° de julho de 2021, todos os óleos vegetais disponíveis nas prateleiras de supermercados deverão ter, no máximo, 2% de gordura trans na composição. O descumprimento dessas regras poderá acarretar advertências e até multas, a serem definidas pela agência.

O objetivo da Anvisa com as mudanças é reduzir a ingestão de gordura trans a menos de 1% do Valor Energético Total (VET) ingerido pela população diariamente, como recomenda a Organização Mundial da Saúde (OMS). De acordo com a agência, essa ingestão hoje chega a quase 2% entre os adolescentes, por exemplo.

“Dependendo do recorte populacional que você faz, essa quantidade é bem mais alta. A gente tem grupos mais vulneráveis na população. Como a gordura trans tem um preço mais barato que os substitutos, as populações mais vulneráveis, que tem menor pode aquisitivo, acabam sendo mais expostas a esses alimentos com maior teor”, explica a Gerente Geral de Alimentos da Anvisa, Thalita Lima.

Por que é difícil zerar o consumo de gordura trans?

A gordura trans que está sendo combatida pela agência é aquela que tem origem no processo industrial. É quando se adiciona hidrogênio aos óleos vegetais líquidos para que eles fiquem com consistência sólida.

É isso que, muitas vezes, deixa crocante, dá textura e um prazo maior de validade para biscoitos, pipoca de microondas, pratos congelados, massas instantâneas e chocolates. Os ácidos graxos trans também surgem no processo de refinamento dos óleos vegetais e no aquecimento para fritura doméstica ou industrial de alguns produtos.

Mas também existe a gordura trans natural, que surge no processo de digestão dos animais ruminantes (por exemplo: boi, carneiro, cabra) e está presente em carnes, leite e queijos.

“São quantidades pequenas, que não oferecem tanto risco aos consumidores, mas que estão naturalmente presentes na alimentação”, explica Thalita.

Risco de desenvolvimento de doenças

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o consumo de gordura trans acima de 1% do Valor Energético Total que uma pessoa ingere diariamente já aumenta de forma significativa o risco de desenvolvimento e morte por doenças cardiovasculares, principalmente as que atingem os vasos sanguíneos do coração. Isso porque, ao ser ingerido, esse tipo de gordura favorece o aumento do colesterol ruim (LDL) e diminui o colesterol bom (HL).

Em maio deste ano, a OMS alertou que pelo menos 5 bilhões de pessoas no mundo correm risco de desenvolver doenças relacionadas ao consumo de gordura trans. A organização estima que o ingrediente cause 500 mil mortes por ano no mundo.

No Brasil, as doenças cardiovasculares são a principal causa de morte e de internação hospitalar. Em 2015, foram 424.058 óbitos causado por enfarte agudo do miocárdio, hipertensão, arritmias e outras complicações cardiovasculares, 31% do total.

O que o consumidor deve fazer

Atenção aos rótulos e lista de ingredientes! Na tabela nutricional, ela aparece como gordura trans, de acordo com a porção especificada pelo fabricante. Mas se nessa porção não houver quantidade superior a 0,2 gramas de ácidos graxos trans, o fabricante não é obrigado a informar que há gordura trans naquele produto.

Por isso, o consumidor deve ficar atento à lista de ingredientes. E olha que lá a gordura trans pode ganhar outros três nomes: gordura vegetal, gordura hidrogenada, ou gordura parcialmente hidrogenada. “Não aparecer na tabela nutricional não significa que não há gordura trans naquele alimento”, alerta a Gerente Geral de Alimentos da Anvisa, Thalita Lima.

Mudanças nas regras de rotulagem nutricional já estão sendo discutidas pela Anvisa e devem ser votadas ainda no primeiro semestre de 2020.

Produção brasileira

De acordo com a Anvisa, o volume de produção anual de gordura trans no Brasil caiu de 591.244 toneladas em 2013 para 516.525 toneladas em 2017. A estimativa é que, em 2026, a produção seja de 71.865 toneladas. Apesar da redução, o Brasil é o país das Américas com maior volume de produção de gordura trans, representando quase 35% e superando os Estados Unidos.

A Associação Nacional de Restaurantes tem números de 2016 que mostram que 61% dos serviços de alimentação usam gordura trans no preparo de bolos, massas de pizza, molhos, risotos e proteínas empanadas.

Outros países

No mundo, 49 países já adotaram medidas regulatórias de restrição ao uso da gordura trans. Na Europa, o valor máximo é de 2% para todos os alimentos. Já os Estados Unidos decidiram banir esse tipo de gordura em 2015.

G1

 

Autorização de Cannabis pela Anvisa vai melhorar tratamento, elogia Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro elogiou a decisão da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que aprovou ontem (3) o regulamento para a fabricação, importação e comercialização de medicamentos derivados da Cannabis. A medida vetou, no entanto, autorização para cultivo da planta no país, que seguirá proibido.

“Anvisa aprovou a autorização de registro de medicamentos à base de Cannabis. O cultivo para fins medicinais foi arquivado após dois diretores seguirem o voto do Diretor Antonio Barra. Resultado garantirá melhor acesso dos pacientes ao tratamento, mesmo com a não aprovação do cultivo”, afirmou o presidente, em um publicação no Twitter, postada ma manhã desta quarta-feira (4).

Segundo a decisão, tomada pela diretoria colegiada da agência reguladora, o medicamento só poderá ser comprado mediante prescrição médica. A comercialização ocorrerá exclusivamente em farmácias e drogarias sem manipulação. Conforme nota da Anvisa, “os folhetos informativos dos produtos à base de Cannabis deverão conter frases de advertência, tais como ‘O uso deste produto pode causar dependência física ou psíquica’ ou ‘Este produto é de uso individual, é proibido passá-lo para outra pessoa’”.

Agência Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Ferreira disse:

    Ver Jesus no oio da goiabeira, tomando uma mamadeira de piroca, agora vai ser moleza.
    A Terra Plana avança.
    Um Suco de Laranja pra comemorar não vai mal.

  2. Alaca disse:

    Bom senso, mas o cultivo tem que vir, autonômia para os epilépticos.

Anvisa rejeita cultivo de maconha para fins medicinais

Foto: Reprodução/PCDF

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária ( Anvisa ) decidiu arquivar a proposta de resolução que previa autorizar o plantio de maconha por empresas para fins medicinais. A proposta do relator foi rejeitada por três votos a um. O único conselheiro a votar a favor foi o diretor-presidente William Dib.

Nesta terça-feira, mais cedo, a Anvisa aprovou o registro e venda de medicamentos à base de maconha em farmácias do país.

Em linha com a posição do presidente Jair Bolsonaro e do ministro da Cidadania, Osmar Terra , o conselheiro da Anvisa Antonio Barra , indicado ao cargo pelo presidente, votou contra a autorização para que empresas façam o plantio controlado de maconha para fins medicinais.

Em um voto de mais de duas horas, o conselheiro argumentou que o processo não foi conduzido devidamente na Agência.

Segundo Barra, a Anvisa não realizou estudos profundos e tampouco consultou adequadamente ministérios e autoridades relacionadas ao tema, tanto na área de Segurança Pública quanto nas áreas da Saúde, Economia e Agricultura.

Veja também: Anvisa aprova por unanimidade registro de medicamentos à base de maconha

Durante exposição, Barra argumentou que a forma como foi conduzida a discussão prejudica o processo e deixa o país vulnerável à ação de grupos criminosos e impactos no Sistema Único de Saúde (SUS).

Após a leitura de diversas consultas a pastas do governo, Barra foi taxativo:

— Fica claro que órgãos protagonistas de segurança pública não foram adequadamente envolvidos nas discussões tratadas — disse Barra, acrescentando ao longo do voto: — Está claro que a Anvisa não pode decidir sozinha sobre assuntos tratados nesse voto.

— Na citada lei não consta atribuição da Anvisa no sentido de autorizar e regular o cultivo de plantas sujeita a controle especial. De forma geral, o ponto de partida são as drogas, os produtos prontos, e não os materiais e processos que geram esses insumos. Destaca-se que Anvisa está atuando como promotora de uma atividade nova no país, que, no mínimo, demandaria autorização de outros órgãos do governo. A agência tem objetivo claro que é regular e atuar em atividades que já existam, nas quais obviamente sejam identificado risco sanitário e consequente necessidade de atuação — afirmou durante o voto.

No início reunião de hoje, a agência, por unanimidade, decidiu regulamentar o registro de medicamentos à base de cannabis . A norma entrará em vigor 90 dias após a publicação e deverá ser revista três anos após a publicação no Diário Oficial.

O Globo

 

Anvisa aprova por unanimidade registro de medicamentos à base de maconha

Foto: Fábio Seixo/Agência O Globo

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) decidiu por unanimidade, nesta terça-feira, regulamentar o registro de medicamentos à base de cannabis. A norma entrará em vigor 90 dias após a publicação e deverá ser revista três anos após a publicação no Diário Oficial.

A discussão sobre o tema começou em 2014 na Agência, mas só chegou ao plenário da Diretoria Colegiada neste ano. O debate foi concluído após interrupção temporária depois que dois conselheiros, Fernando Mendes e Antonio Barra, pediram vista.

Durante os três anos durante os quais a regra estará valendo, os compostos feitos com cannabis serão enquadrados em uma classificação especial chamada “produtos à base de cannabis”, sujeitos à regulação da Anvisa. Segundo a Agência, eles ainda não podem ser definidos como “medicamentos”, porque não há comprovações científicas suficientes sobre a eficácia e a segurança desses produtos.

Relator das propostas, o diretor presidente da Anvisa, William Dib, já havia votado a favor da regulamentação desses temas.

O diretor Fernando Mendes propôs um texto substitutivo para a medida de regulamentação de medicamentos.

Veja também: Anvisa rejeita cultivo de maconha para fins medicinais

Mendes argumentou que os medicamentos à base de cannabis atendam aos critérios exigidos para os demais medicamentos, e não tenham um processo de autorização facilitado, no que diz respeito a evidências científicas e estudos clínicos, apenas para atender ao clamor da sociedade pela regulamentação do tema.

Pela proposta, as empresas devem continuar a realização de pesquisas científicas para comprovar a eficácia e segurança dos produtos à base da planta.

THC abaixo de 0,2%

De acordo com a proposta aprovada pela Anvisa, os medicamentos produzidos à base da planta devem ter percentual abaixo de 0,2% de THC. Esses medicamentos só poderão ser comprados com receita médica.

No caso de produtos com percentual de THC acima de 0,2%, a prescrição é autorizada somente a pacientes terminais “que tenham esgotado as alternativas terapêuticas”.

As empresas produtoras devem apresentar plano de gerenciamento de risco e estudos clínicos sobre o produto com apresentação de resultados positivos. A norma impede a produção de cosméticos, alimentos e cigarros do rol de produtos permitidos.

— A atuação da Anvisa na garantia do acesso da população a medicamentos de qualidade, eficazes e seguras, passa por analise técnica, a partir da realização de pesquisa clínicas e análise da segurança e eficácia (do medicamento)- afirmou Mendes.

Os produtos só poderão ser comercializados em farmácias, com exceção das de manipulação, e deverão ser vendidos por um farmacêutico.

Além disso, os estabelecimentos devem estar registrados no Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados (SNGPC).

A proposta prevê que a Anvisa implementará um programa especial de monitoramento desses produtos. Caso ocorra algum incidente relacionado ao medicamento, a empresa produtora do remédio deve informar a Anvisa em até 72 horas.

A questão mais polêmica da discussão, o plantio da droga por empresas, segue para a votação.

De acordo com a proposta inicial, as empresas terão antecedentes criminais checados e deverão oferecer uma estrutura robusta de segurança. Em locais de armazenamento e cultivo da planta é necessário uso de biometria, portas de segurança com acesso eletrônico, intertravamento de portas. Essas edificações devem ser de alvenaria.

O Globo

 

Anvisa aprova marco regulatório dos agrotóxicos; veja mudanças

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nesta terça-feira (23) o marco regulatório para agrotóxicos. Além de atualizar e dar maior clareza aos critérios adotados para avaliação e classificação toxicológica desse tipo de produto, o novo marco prevê alterações nos rótulos e na bula dos agrotóxicos para facilitar a identificação de riscos para a saúde humana. A mudança envolve regras de disposição de informações, palavras e imagens de alerta.

As empresas terão um ano para se adaptarem às novas regras. O prazo contará a partir da publicação do novo marco no Diário Oficial da União, prevista para os próximos dias. Em relação aos produtos que já estão em circulação, a reclassificação será feita pela Anvisa que publicou edital requerendo informações sobre os produtos. De acordo a agência, já foram enviados dados para reclassificação de aproximadamente 1.950 agrotóxicos registrados no Brasil, quase 85% do volume total (2.300) em circulação.

O marco regulatório dos agrotóxicos foi criado em harmonia com regras internacionais seguidas pelos países da União Europeia e da Ásia, o que, segundo a Anvisa, fortalece as condições de comercialização de produtos nacionais no exterior, além de garantir mais clareza de informações.

“A rotulagem é o que publiciza a avaliação do risco dos produtos. Por isso, a sociedade precisa conhecer o rótulo”, disse o diretor da agência Renato Porto, após participar da reunião que aprovou o documento. “Será possível comunicar melhor os perigos ao agricultor, que é mais vulnerável às substâncias por ser quem manipula tais produtos”, acrescentou.

A classificação da toxidade dos produtos prevista no marco poderá ser determinada a partir dos componentes presentes nos produtos, impurezas ou na comparação com produtos similares. Para cada categoria, haverá a indicação de danos possível em caso de contato com a boca (oral), pele (dérmico) e nariz (inalatória).

Produtos “Extremamente Tóxicos” e “Altamente Tóxicos” – categorias 1 e 2, respectivamente – terão uma faixa de advertência vermelha. Produtos “Moderadamente Tóxicos” (categoria 3) terão uma faixa de advertência amarela. Já os produtos “Pouco Tóxico” e “Improvável de Causar Dano Agudo” – categorias 4 e 5 – terão uma faixa azul.

De acordo com a autoridade sanitária, nos processos de registro e monitoramento de agrotóxicos cabe à Anvisa avaliar questões relacionadas à saúde humana. Ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) cabem responsabilidades relacionadas às questões ambientais. Já as questões agronômicas e o registro de uso agrícola ficam a cargo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

Agência Brasil

 

Anvisa proíbe produtos com a planta ‘moringa oleifera’, usada na alimentação, tanto na forma in natura quanto em farinha

A planta também é conhecida como “acácia-branca” — Foto: Pixabay

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) adotou medidas cautelares para a venda de alimentos que apresentem a planta “moringa oleifera” em sua composição. Conforme resolução publicada no Diário Oficial nesta terça-feira (4), está suspensa a comercialização, a distribuição, a fabricação, a importação e a propaganda de produtos contendo a moringa em todo o país.

A farinha de moringa costuma ser informalmente recomendada para o tratamento de colesterol elevado, pressão arterial elevada, diabetes, aterosclerose e envelhecimento precoce. A planta também é conhecida como “acácia-branca”.

A agência justifica que não há comprovação de segurança do uso da moringa oleifera em alimentos. Além disso, produtos com essa composição “vêm sendo irregularmente comercializados e divulgados com diversas alegações terapêuticas não permitidas para alimentos”.

As chamadas “medidas cautelares” adotadas pela Anvisa são uma resposta a violações de legislação sanitária. Também podem ser adotadas diante de riscos iminentes à saúde pública.

O que é a moringa oleifera

Trata-se de uma planta de origem asiática da família Moringaceae. Pode ser usada na alimentação, tanto na forma in natura quanto em farinha.

A planta ficou famosa por ser rica em nutrientes. Em 100 gramas de moringa, há a mesma quantidade de cálcio de 1,6 litro de leite; a mesma quantidade de ferro de 1 kg de espinafre; a mesma quantidade de vitamina A de 1,3 kg de cenoura; a mesma quantidade de potássio de 4 bananas. A moringa também é rica em vitaminas do complexo B e tem propriedades antioxidantes.

Entretanto, ainda são preliminares os estudos científicos que comprovem os benefícios da moringa para a saúde humana, embora a planta já seja vendida em cápsulas por muitas farmácias, lojas de produtos naturais e na internet.

Há quem faça chá de moringa, mas esse método não é recomendável por muitos especialistas na área de saúde.

Além disso, o cálcio presente na moringa nem sempre é adequadamente absorvido e pode agravar quadros de cálculo renal, por exemplo.

G1

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Rosa disse:

    Minha filha de 20 anos pegou for de garganta, for no corpo, dei o chá de.moringa com gengibre pra Ela, no outro dia Ela me disse: " nossa, Já tô boa, chá foi bom Hein māe!?

  2. Branca viana disse:

    ÉÉÉÉÉÉ….PROIBIR POR QUE ??????????? porque esta curando as pessoas ??????

    éééééééé' realmente nao pode….tem que tomaR REMEEEEEDIOS….!!!!!!!!! E SEMPR3E ASSSIM

  3. Verlaine Souza disse:

    Eu só queria uma muda de moringa gente, por favor.
    Alguém me dá uma muda ?

  4. Pedro Gervasio Ferrari disse:

    A Anvisa proibiu, por "JUSTA CAUSA", a produção e comercialização da MORINGA OLEÍFERA
    por conter na fórmula componentes sem nenhuma resposta à pessoa humana, ei-los:
    a/ elementos: ferro, cálcio, potássio, magnésio fósforo, zinco e selênio;
    b/ vitaminas: A, C,E, B1, B2, B3, B6, e B12;
    c/ proteínas;
    d/carboidratos;
    e/ , todos os aminoácidos essenciais à vida humana;
    f/trinta e seis (36) propriedades inflamatórias;
    g/ quarenta e seis (46) anti-oxidantes em que sobressaem a quercetina, a a rutina , a zeatina, o ácido clorogênico e beta-sustotenol
    h/ flavonoides, isoticianatos e ácidos fonólicos de grande potencial anti-inflamatórios;
    i/ nutrientes; tripyofano e selênio;
    j/ caroteno.
    Eta plantinha danada! Será que não desperta interesse pela "VERDINHA"$$$$$$$$$$$$$.

  5. Mel.Reis disse:

    Que se dane a Anvisa! Quero uma muda de moringa!

  6. Mari martins disse:

    Tomo moringa para artrose com curcuma exelente

  7. Paulo Vico disse:

    Fidel Castro tomou o chá de Moringa a vida toda e morreu depois dos 90 anos. Viveu a vida toda com saúde. Em Cuba o chá é popular. Seria por essa razão e pela perda de lucro dos laboratórios que foi proibida. BEM…quem manda na Anvisa são os laboratórios. Tirem suas conclusões…

  8. Raquel de Carvalho disse:

    Eu tbem tomo o chá
    Vou continuar

  9. E Porque as pessoas param de comprar remédios para dor
    Aí os laboratórios não ganha horrores de dinheiro

  10. Mônica disse:

    E Piada isso
    Isso pq a moringa realmente ajuda… E um produto Natural!
    Não são esses remédios de farmácia cheios de composições que tirar uma foto e da cousa várias outras !

  11. Jadson de Oliveira disse:

    Que piada! Moringa é a planta mais estudada pela ciência, com mais de setecentos estudos em todos os continentes, todos com indicações favoráveis, inclusive de universidades brasileira.

  12. Tania disse:

    C comprei na ALEMANHA! Se fosse ruim acha que venderiam????
    Não creio!

  13. Fatima disse:

    Tomo moringa diretamente do meu quintal. Moringa é vida. Deus deixou tudo na natureza para nossa sobrevivência. Agora vem a Anvisa proibir o uso. E como fica a indústria farmacêutica não é? Ah me poupe vai…

    • Maria Eterna Coura disse:

      ANVISApode proibir venda mas uso nós somos livres podemos fazer oposição

  14. Denise Valéria de Lima disse:

    Isso é absurdo, faço curso da moringa e me ajudou muito, consegui tirar o antidepressivos, remédio para dormir, cortisona, alivia às dores, acalma. Estão fazendo isso pela máfia farmacêutica, com medicações agressivas que nos causam tanto malefícios, a moringa oleifera é natural, plantei na minha calçada e já passei várias mudas…

  15. Nilva Maria Coppetti disse:

    Eu tinha uma dor na perna as mais de um ano.comecei tomar chá foi acalmando hoje esqueci da dor. Tenho as plantas comprei sementes pela internet

  16. VALFREDO JORGE DE SOUZA disse:

    A moringa oleifera é a árvore da vida, só faz bem à nossa saude. Estou fazendo uso e melhorei minha qualidade de vida. Hoje uso em cápsulas e achei algumas árvores aqui em Barreiras-BA., o que permitiu criar várias mudas para distribuir com os amigos.
    Será que os laboratórios estão pressionando alguém ?

  17. Dry disse:

    Tomo moringa há 3 anos e me sinto bem..
    E porque ta fazendo bem as pessoas e agora eles querem tira dizendo q faz mal a saúde.. vai entender essa Anvisa 😃

  18. Anti-Robô disse:

    Legalize Moringa!

  19. Erinaldo disse:

    Tomo moringa há quase 2 anos. Controlou a minha pressão arterial, controlou a ansiedade, me deu mais disposição. Testada e aprovada por quem faz uso. Tem melhor pesquisa do que esses depoimentos de quem faz uso ?

    • Fernando Silva Damasceno disse:

      Eu tenho duas mudas de moringa e não vou deixar elas morre porque ela vai mim fazer viver muito mais, estou mim centindo bem muito melhor com esta planta da vida.

  20. Cleide Sabino disse:

    Quero uma muda dessa planta !

  21. ADALTON CUNHA RODRIGUES disse:

    quem mandou matar BOLSONARO QUEREMOS SABER saber Adalton u

  22. Maria helena disse:

    Faço uso so cha da moringa em folhas secas e com um mês de uso não sinto mais a dores que sentia por conta dè artrite reumatoide.Acordo disposta e até faço os meus trabalhos domésticos sem sentir nengum cangaço. Não vamos permitir que proíbem a venda desta dádiva de Deus.Abaixo a ANVISA.

  23. carmen Lucia Figueiredo de Souza disse:

    Faço uso da MORINGA e não vou deixar de consumir porque tenho ela plantada bem perto de mim e me faz muito bem. Essa proibição da ANVISA não colou.

  24. A máfia da medicação . Tem peixe grande na área .. …. Ficando sem seu kakau

  25. Evilázio disse:

    Nesse governo Vendido pode tudo!! Se fosse governo de esquerda estavam esbravejando e os culpando. Agora esse governo libera todos os agrotoxicos proibídos no mundo, Isso mesmo viramos desova de produtos que não podem mais ser consumidos pelo resto do mundo, e agora vão proibir a comercialização de um produto natural que notadamente está fazendo muito bem aos brasileiros. Essa planta é consumida a mais de 5 mil anos desde os primordios da civilização indiana. PODEM FALAR O QUE FOR MAS PRA MIM ESSE GOVERNO TEM UM ESCRITÓRIO PARA ASSUNTOS GOVERNAMENTAIS ABERTO NO INFERNO. Fiquem atentos pois os mal-feitores sempre usarão o nome de Deus a serviço próprio. Esperem que logo saem "estudos" sobre a moringa. Tipo aqueles que ressaltam seus "perigos" e "riscos" em detrimento de seus benefícios que são infinitamente maiores.

  26. Edilaine disse:

    A moringa é de tão fácil cultivo, não precisa nem regar…pode fazer o q quiser a Anvisa…tenho meu pé aqui em casa, plantado na calçada p quem quiser pegar. Mas é bom q seja pesquisada, tudo que é demais pode virar veneno.

  27. Gilnardo Maurera Campos disse:

    A Moringa não só é para alimentação humana também por sua composição nutricional por contém mais de 90 componentes nutricionais serve para alimento animal ,agora que vai fazer o governo com o plano de produçao do Biodiesel porque da semente da Moringa se fazê aceite para motor de vehiculo e da folha etanol e Brasil é uns dos paises produtores de etanol a nível mundial,eu pensou que essa decisão está mau tomada o goberno têm que retificar porque esta decisão esta prejudicando a Saúde integral do povo do Brasil no social,econômico e cultural por ser a Moringa un novo meio do povo fazer prevenção,porque muitas pessoas sua saude començo a mudar a baixou costo de doenças muitos dificiles que os fármacos não dan solução…
    Esperamos que o goberno responda porque o Brasil sua economia não está bom e os grandes prejudicados por está decisão que contradizer a resolução da ANVISA N° 27 de 06/08/2010 onde a Moringa está isento de registro e só o povo da clase baixa é afetada.

  28. Niltondesouzavasconcellos disse:

    Eu quero quero a AnVisa tenha coragem de responder aos comentários.

  29. Manoel disse:

    É só plantar e usar as folhas q po serto tem o mesmo efeito.

  30. Silvestre Silvio Soares disse:

    Essa planta tem que ser analisada o mais rápido possivel. Tem muita gente usando e os resultados são promissores. Ninguém precisa comprar remédios nas farmácias. Basta ter um pé da moringa. Eu já distribui dezenas de semente e mudas. Aqui em casa tenho sete pés.

    • Ana Maria disse:

      Boa tarde ! Eu tomo a moringa a 3 meses , e estou me sentindo muito bem , tenho fibromialgia e me fortaleceu bem os músculos, fora que tenho um alivio e mais energia , isso não pode acontecer , tenho que conseguir a muda ou a semente , tomo a cápsula mais posso não achar mais pra comprar , tomo 2 ao dia , fica minha indignação

    • Edite disse:

      Bom dia galera!! Quero um PE de möringa… dane __SE _

    • Verlaine disse:

      Me dá uma muda de moringa por favor

  31. Anti-Robô disse:

    A indústria farmaceutíca e seus lobbies. Quem é que ganha com isso? Engraçado é ver o Estado proibir um adulto de consumir uma planta hahaha.

  32. Regina Ribeiro de Novaes disse:

    Governo e políticos sacanas.A China usa a ervas naturais e até insetos na medicina deles a mais de dois mil anos, A India também.No oriente se temperam os alimentos com especiarias e aqui na nossa comida são usadas muita química nos temperos. Esses povos estão aí vivos até hoje.Nos aqui estamos adoecendo e estragando o meio-ambiente diariamente e esse governo só se importa com impostos.

  33. 3899598792 disse:

    Agrotóxico que mata o povo pode a moringa não pode tenho um pé enorme no meu quintal e dou a quem precisar…tem agrotóxico não..manda olhar a manteiga, o leite,o feijão o óleo tudo envenenado

  34. Francisca disse:

    Que país infernal..agrotoxico que é comprovadamente fatal é liberado!!Que país é esse?🤔🤔

  35. André Galdino disse:

    Pode ter certeza que se trata apenas de mais uma medida do governo para granjear mais impostos.
    Assim que o Governo Federal e a ANVISA, indicarem um laboratório para monopolizar o comércio e a distribuição de MORINGA OLIFERA, assim como sua taxação em impostos, não haverá mais restrições ao seu consumo desde que se faça apenas o usso do produto industrializado que será apresentado como o mais seguro.

    • Crê santos disse:

      Com certeza ,se se tratasse de algo pra beneficia los ,eles faziam vista grossa,,,qd nos que tomamos tanto veneno farmaceutico,pela misericórdia de Deus ,conhecemos um meio de tratar naturalmente sem gastar dinheiro que muita gente não tem nem o que comer,,,vem uma notícia dessa ,,,com certeza isso é malandragem e esperteza dos grandões,,,,gente eu preciso de uma muda da moringa ,por favor me ajude,,,pois tenho fibromialgia,,,tendinit,artrose,desgaste de osso ,,,,tenho que fazer uso dessa maravilha de Deus com urgência, se não me intrevo,bgd,não vamos da ouvido a esses corruptos não.

  36. Cristiane de brito pinheiro disse:

    A moringa pra mim é ótima sou diabética tira todas as minhas dores me da disposição tira o meu cansaço físico e mental consigo realizar as minhas atividades do dia dia sem ela eu não sou nada sentia dores cansaço não conseguia nem limpar a minha casa hoje em dia trabalho 2× por semana limpo a minha casa estudo faço curso e durmo bem acordo bem

  37. Maria Helena Ferreira Sousa disse:

    É lógico a Anvisa é quem controla a máfia laboratoriais, só pode ser contra infelizmente.😚🤫😬

  38. Wesley lima salles disse:

    Tudo por questão de dinheiro. A planta é natural e não faz mal nenhum à saúde. Querem é botar a mão em dinheiro.

  39. Clair cinha disse:

    Muita cara de pua ,essa mafia tem que cair um dia ainda bem q o povo ta ficando esperto, uso e a moringa e vou continuar usando .

  40. Lúcia disse:

    Utilizo e me faz muito bem para reduzir açúcar no sangue, comprovando por exame de sangue. Para o funcionamento do intestino é maravilhosa. Não entendo a AVISA.

    • Carlos disse:

      Eu faço tratamentos alternativos e tenho conseguido benefícios.
      PERGUNTA: em qual forma você consome a "moringa" para do diminuir triglicérides e. Colesterol?

  41. Ledi Cappellesso disse:

    Misericórdia.
    Fuquei bem Trista com essa notícia .
    Faco uso da moringa a alguns anos
    Tinha fibreomealgia e artrite.
    Sentia dores da unha do pé ao fio de cabelo, como dizem. cheguei a baixar o Hospital para fazer medicação na veia.
    Estava ficando entregada . Tinha muitas dificuldade de caminhar, pela dor no corpo todo. Pesquisei e descobri a moringa , comecei a tomar junto com óleo de copaíba
    Não fuquei sem tomar mais nenhum dia. Parei com todos os remédios sintéticos, que não me resolveu nada
    Hoje fazem mais de 3 anos sem dor, dezinchei. Recupere minha saúde e minha vida.
    Que pena que esses caras podendo ajudar tanta gente só pensam em ferra com nos brasileiro.
    Os detentores do poder manipulam os laboratórios
    Eles não tem interesse no povo.
    Só querem o lucro.

    • Fernando Rabelo disse:

      E porque está afetando a indústria farmacêutica e uma máfia dos remédios

    • Branca viana disse:

      OI LEDY ….. É CLARO …VC. FICOU CURADA E NAO PODE DEIXAR DE TOMAR ESSE MLAGRE..

      OS INDIOS DA GRANDES TRIBUS TOMAM O QUE ?????????CORTICOIDE, ANTIBIOTICOS. ETC ..E???? NUNCA TOMAS ;E AS FFOLHAS DELES LA DENTRO DA MATA E NAO TEM DOEN;CAS…….PARABENS PRA VC. QUE ESTA CURADA……

  42. Rose disse:

    Triste pensar q é tudo por dinheiro, ninguém pensa nada na saúde do povo, produtos maravilhosos e baratos sendo questionados , pq não dão lucro pra eles 😵😤😤😤

  43. Pedro Teles Neto disse:

    Tem que proibir a venda de Moringa se não proibir ele vai vender insulina pra quem 🤔

  44. Pedro Teles Neto disse:

    A Cápsula de Moringa Mudou minha vida Tomei Max Moringa por 120 dias eu nunca tinha Sintido tão bem Baixou minha Diabetes de 340 pra 90 conta outra Anvisa. A mafia farmaceutica.

  45. Joana Duarte Velozo disse:

    Tinha pressão alta,pré diabética, E hérnia de disco
    A moringa regulou a.minha pressão, sai do pré diabetes e nunca mais minha coluna doeu
    Então Anvisa com 2 cápsuladiarias estou ótima…Conta outra tá

    • Branca viana disse:

      MUITO BEM… EDEIAR DO TOMAR ..POR QUE,,??????????? PRQ COMPRAR REMEDIO DE FARMACIA ???? E RUUUIMMMMM

  46. Cláudio Severino Leal disse:

    A resolução 27 de 06/08/2010 editada pela Anvisa isenta a moringa de registro, agora vem com esta história mal contada, tem caroço neste angu.

  47. Cláudio Severino Leal disse:

    A resolução 27 de 06/08/2010 editada pela Anvisa isenta a moringa de registro , agora suspende a comercialização, a história está mal contada.

  48. Rosalina disse:

    Eu nem acredito nisso…faz ums 8 mes q tou uzando a moringa . Eu tava com trigliceridios e colesterol muito alto e dabetes q nada de remédio baixava. E depois q comecei tomar o moringa…pude fazer até minha cirurgia da coluna q cicatrizou muito bem.tudo baixo fiz exames semana passada depois de 1 ano e deu tudo baixo…diebetes eu agora tou só pré diabete até veio marcado isso nos meus exames…a industria de medicamento nao querem mesmo q vc sarre

  49. Marcelo de Oliveira disse:

    Leite tem formol e não cálcio. Eu vou continuar usando sim.

  50. Marcelo de Oliveira disse:

    Eu tenho no meu quintal e não Vou deixar de comer. É quem disse que leite tem cálcio? Leite tem formol.

  51. Wanderson disse:

    Tudo isso pro povo entrar nos remédios farmacêuticos…conta outra Anvisa

  52. Irineu Haberkamp disse:

    Eu já esperava por isso… Tem peixe grande nessa rede. O olho cresceu e alguém tem que botar a mão. Aguardemos!!!

    • Glene disse:

      Tenho dez pés de moringa e tomo meu chá todo santo dia sou outro homem e ñ paro nunca de tomar

Maioria do STF autoriza, com várias restrições, fornecimento de remédios sem registro na Anvisa

O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) Foto: Ailton de Freitas / Agência O Globo

A maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal ( STF ) votou para autorizar a possibilidade de juízes obrigarem o poder público a fornecer medicamentos sem registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária ( Anvisa ), desde que respeitados alguns critérios e vedados os remédios experimentais que ainda não passaram por testes. Como cada ministro está sugerindo restrições diferentes, os limites da decisão só serão conhecidos ao fim do julgamento. A ação analisada trata de um caso específico, mas têm repercussão geral. Assim, a decisão que for tomada terá de ser seguida por juízes e tribunais de todo o país.

O julgamento começou em setembro de 2016, quando votaram três ministros: o relator, Marco Aurélio Mello, mais Luís Roberto Barroso e Edson Fachin. Todos eles destacaram a necessidade de garantir a segurança dos medicamentos. Assim, a regra deve ser a necessidade de registro na Anvisa, mas eles também propuseram algumas exceções. Entre as regras sugeridas pelos ministros do STF estão a apresentação de um laudo médico demonstrando a indispensabilidade do medicamento e o registro em agências renomadas de outros países equivalentes à Anvisa.

Andrea Carla sente dores e teme perder o rim que recebeu há seis anos, por estar há três meses sem conseguir o remédio de que precisa Foto: Leo Caldas
Na época, o ministro Teori Zavascki pediu vista, adiando a conclusão do julgamento. Ele morreu em janeiro de 2017 e foi substituído por Alexandre de Moraes, que deu seu voto nesta quarta-feira. Em seguida, Rosa Weber, Luiz Fux e Cármen Lúcia também autorizaram o fornecimento de medicamentos sem registro em algumas situações. Assim, já são sete votos de um total de 11.

Moraes destacou que o direito universal à saúde não significa o provimento gratuito de qualquer tratamento. Ele destacou que é preciso levar em conta também o orçamento e criticou a excessiva judicialiação da saúde. Ele entende que, caso haja um pedido na Justiça para fornecer medicamento sem registro na Anvisa, uma eventual decisão favorável do magistrado deve ser direcionada primeiramente à agência, para que ela cumpra os prazos estipulados em lei.

— Na hipótese de pleito judicial de medicamento não registrado vedado pela lei a tutela judicial inicial deverá inicialmente limitar-se a determinar que a Anvisa analise a possibilidade de registro no prazo máximo de 365 dias, na categoria ordinária, e 180 dias quando se tratar da categoria prioritária, tratamento de doença rara e ultra rara, sendo possível o prazo de 90 dias se não houver necessidade de diligencias no processo administrativo — disse Moraes.

Segundo o ministro, se a Anvisa não tiver concluído a análise dentro do prazo, aí sim o juiz poderá determinar seu fornecimento, mas observados alguns critérios. Moraes propôs: a existência de laudo médico comprovando a necessidade do medicamento, registro em agências renomadas no exterior, inexistência de substituto registrado no Brasil, e falta de condições financeiras do paciente.

Na pauta de julgamentos desta quarta-feira, também há outros dois processos que tratam de assuntos semelhantes, mas o STF ainda não retomou sua análise. Uma dessas ações aborda o fornecimento de medicamentos de alto custo com registro, e outro discute a quem cabe o ônus das decisões tomadas no âmbito da chamada “judicialização da saúde”. Nesse último caso, os governadores reclamam que os estados estão sobrecarregados, e querem direcionar as demandas para a União. Ambas as ações também tem repercussão geral.

O Globo