Paulo Guedes já está falando em governar por oito anos:
“Nós vamos trabalhar os quatro anos, e se o presidente for reeleito, os oito anos, nessa direção. Não vamos prometer milagres. O crescimento virá naturalmente. Esse primeiro ano foi o mais difícil, foi onde o aperto foi maior. No ano que vem, já é mais suave, o ritmo de crescimento deve ser bem melhor, possivelmente o dobro deste ano. O terceiro ano já decola, porque aí as reformas já começam a operar. E no quarto ano, está voando, já está em voo de cruzeiro”.
Ele tentou explicar também por que não cumpriu a promessa de zerar o déficit público:
“As pessoas perguntam: e o déficit público, você vai cortar? E eu dizia: ‘eu quero zerar’. E as estatais? ‘Eu quero vender todas’. ‘Ah, mas você não entregou ainda o que prometeu, você falou que ia zerar’. Vocês ficaram quarenta anos esburacando, a gente não pode ter um ano e meio pelo menos para tentar trabalhar?”
Enquanto esse Sr. estiver a frente de nossa economia estaremos no rumo certo!!! Lembro quando a "sumidade" Mantega disse: – a economia da Venezuela, sob a liderança do Chavez, está no caminho certo, logo será uma potencia mundial…O Sr. Paulo Guedes defende o caminho inverso…
No ano que vem, já é mais suave, o ritmo de crescimento deve ser bem melhor, possivelmente o dobro deste ano. O terceiro ano já decola, porque aí as reformas já começam a operar. E no quarto ano, está voando, já está em voo de cruzeiro”. ESPERO MUITO QUE ACONTEÇA, MAS O QUE FOI PROMETIDO PÓS REFORMA TRABALHISTA ESTÁ PASSANDO LONGE…
vc queria que os sabichoes que se aproveitam do trabalhador, sugando, vivendo as custas atraves de taxas sindicais, mantendo subservientes a partidos de esquerdas, dependentes do Estado, retirando do trabalhador dinheiro atraves de encargos que poderiam se transformar em salarios, iriam querer largar o osso facil? tem toda uma cadeia improdutiva vivendo as custas do trabalhador. so o trabalhador que vivia acorrentado a esse atraso, sentia medo de mudancas. o país tava quebrado. O emprega ta vindo, enquanto o resto do mundo vive uma recessao economica.
Passe os números da Mega por favor
Parei em "o dobro desse ano". O dobro de zero é zero! Já tá na hora do presidente para de falar asneiras e começar a trabalhar.
A 2ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça, à unanimidade, manteve condenação da empresa Transportes Aéreos Portugueses S/A a pagar indenização por danos morais e materiais em favor de um advogado causados por atraso de voo internacional. Com isso, a TAP – Linhas áreas deve pagar o valor de R$ 4 mil pelos danos morais sofridos e mais o valor de R$ 600 pelos danos materiais experimentados pelo consumidor. Veja matéria completa no Justiça Potiguaraqui.
Para aquecer o mercado de trabalho no Rio Grande do Norte. A Empresa de telecomunicações Brisanet abriu nessa segunda-feira(16) seleção para preencher 393 postos de trabalho em diversas áreas e faixas salariais na capital potiguar e região metropolitana.
Dentre as oportunidades estão profissionais instaladores de telecomunicações, vendas, atendimento, logística, finanças, recursos humanos, entre outras.
Para participar da seleção os interessados(a) devem se cadastrar no site da empresa clicando aquiaté a meia-noite da próxima segunda-feira(23). Não é exigida graduação específica na área para a maioria das funções.
Pelo Amor de Deus! Leiam a matéria e entendam que os interessados devem se cadastrar no site da empresa que estará recrutando. Não é aqui nos comentários que vocês terão chances, povo.
A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) informou, por meio de nota, que está “atenta” para possíveis cobranças abusivas por combustíveis no Brasil. A cotação internacional do petróleo sofreu uma alta depois de ataques a uma refinaria na Arábia Saudita, na semana passada.
Segundo a nota da ANP, os preços no Brasil são “livres, por lei, em todas as etapas da cadeia: produção, distribuição e revenda. Diante de denúncias de preços abusivos, a ANP faz ações de campo para confirmar essas suspeitas. Quando constata a prática de preços abusivos, a agência atua em conjunto com os Procons para penalizar os infratores”.
Na última segunda-feira (16), a Petrobras divulgou nota informando que também está monitorando a cotação internacional do petróleo, mas que, até aquele momento, não havia previsão de reajustar o preço dos combustíveis.
É um absurdo o gás natural estar cartelizado aqui em nossa região metropolitana…tinha postos de gasolina vendendo esse combustivel na faixa de $ 3.50 e automaticamente aproveitaram no dia de ontem, passou para $ 3,69 em todo os postos que passei para abastecer de Natal a Parnamirim…Agora pergunto? Cadê os Órgãos de defesa do consumidor que não vêem esse absurdo nas costas do trabalhador?
Tim Maia experimentou uma inédita sensação de paternidade na primeira gestação de Geisa Gomes da Silva, grande amor de sua vida. No princípio dos anos 70, os dois mantinham um namoro cheio de idas e vindas. Numa das separações, Geisa engravidou de outro homem. Com ciúme doentio, o cantor contratou um detetive para ir atrás dela. Assim que soube que ela estava solteira de novo, mas esperando um filho, mandou um táxi levar Geisa do interior fluminense à casa dele, no Rio de Janeiro. Fazia questão de retomar o romance e cuidar do bebê.
Em 11 de março de 1974, enquanto realizava um show em São Paulo, o cantor recebeu uma ligação da mulher, que informava estar em trabalho de parto. Ele largou tudo, pegou um avião e chegou ao hospital em Botafogo trazendo sua banda a tiracolo. Fez um pedido ao obstetra: seria possível realizar uma apresentação no hospital assim que o bebê nascesse? O médico negou o estranho desejo — até porque já permitira a entrada de uísque e salgadinhos. “Foi uma festa”, afirma Geisa, 45 anos após o nascimento de seu primogênito, Márcio Leonardo Gomes Maia da Silva, conhecido como Leo Maia. Dez meses depois, no mesmo hospital, nasceria Carmelo Maia, filho dela e o único herdeiro de sangue de Tim Maia.
Morto em 1998, aos 55 anos, o pai do soul brasileiro não viveu para ver um espetáculo triste: Leo e Carmelo travam hoje uma guerra feroz por seu espólio. Carmelo, o filho biológico, não aceita dividir a herança paterna com Leo, o enteado. No papel e na lei, realmente, Carmelo é o único herdeiro legítimo do cantor. Apesar de ter sido criado como filho por Tim, Leo não possui registro oficial da adoção. Geisa, por falta de coragem, nunca teria conversado abertamente sobre a questão da paternidade com o cantor — cujo desprezo por assuntos burocráticos era notório. Mais de vinte anos depois, Carmelo usa isso contra Leo. A distância, a mãe assiste à rinha com comiseração. “Vejo essa briga com muita tristeza, porque eu amo os dois incondicionalmente”, diz.
Em 14 de agosto, Carmelo entrou com uma ação indenizatória contra Leo com o objetivo de “resguardar o patrimônio intelectual de Tim Maia contra o aproveitamento parasitário” do irmão. O processo, ao qual VEJA teve acesso com exclusividade, pede que Leo se abstenha de executar as músicas e usar o nome do pai no projeto Tim Maia for Kids, no qual entoa hits do cantor para crianças. Carmelo exige que Leo tire do ar a página do show, com 40 000 seguidores no Instagram. E requer multa de 100 000 reais a cada vez que a proibição for descumprida. Em decisão liminar, o juiz Théo Assuar Gragnano, da 12ª Vara Cível, deferiu a ação parcialmente. Leo teve de remover a página da internet e não pôde mais realizar o espetáculo.
O juiz, porém, autorizou Leo a continuar cantando músicas de Tim Maia, desde que não explore o nome e a imagem do artista — o que livrou de veto um show-tributo que ele faz ao lado de outros filhos de artistas mortos. Mas, na sexta-feira 6, Carmelo voltou à carga. Em novo pedido à Justiça, ele solicita que qualquer uso do nome e das músicas de Maia seja vedado ao irmão. “Não entendo por que o Carmelo está fazendo isso com o Leo”, diz a mãe. “Deixa o menino trabalhar.”
Imbróglios judiciais andam junto com a família Maia desde sempre. Quando o cantor morreu, os parentes herdaram mais de 500 processos que envolviam seu nome — na maioria, ele aparece como réu em ações de músicos que pediam direitos trabalhistas e compositores que reivindicavam direitos autorais. Maia deixou 3 milhões de reais em dívidas, mas também cinco imóveis no Rio de Janeiro — uma casa na Lagoa Rodrigo de Freitas, outra no Recreio dos Bandeirantes, dois apartamentos na Praia da Barra e uma cobertura na Tijuca.
Além dos bens materiais, está em jogo o controle sobre o repertório do artista e o uso do seu nome em projetos variados. Somente um musical de 2011 em homenagem a ele levou mais de 400 000 pessoas aos teatros. No Spotify o artista contabiliza 1,5 milhão de ouvintes mensais. Goste-se ou não da sua obra, Tim Maia foi o arquiteto da soul music brasileira (confira o quadro) e conquistou com justiça um lugar no panteão dos grandes artistas do país. No fim da vida, porém, tornou-se a figura errática que cambaleava no palco, reclamava sem parar da equalização do som (“Mais retorno!”) e cancelava um show atrás do outro.
Tão logo o brigão saiu de cena, Carmelo assumiu seu lugar como causador de barulho. Ele se envolveu numa pendenga na Justiça com Adriana, ex-companheira do pai, em torno dos direitos da gravadora e da editora Seroma, de propriedade do artista. Carmelo saiu-se vencedor e, desde então, uma de suas missões consiste em apagar todo resquício de Adriana na vida do genitor. Na biografia Vale Tudo, de Nelson Motta, ela é identificada apenas como “secretária”. No musical de 2011 — cujos ensaios, aliás, Carmelo monitorou de perto —, Adriana virou ponta de luxo. Em algumas sessões, Izabella Bicalho, que vivia a última mulher do cantor, não se continha e soltava um “meu amor” abraçada ao ator Tiago Abravanel, que encarnava o protagonista.
O novo processo mostra que a briga é expressão de um rancor familiar fermentado há décadas. Tudo começou em 2000. Segundo Leo, nessa época, Carmelo entrou com uma ação de despejo para expulsá-lo da casa do pai no Recreio. “Eu não tinha onde ficar, tive de morar com minha namorada”, diz Leo. “Eu não o tirei de lá”, rebate Carmelo. Mas Geisa desmente o filho mais novo: “Leo não pôde entrar nem para pegar suas roupas”. Leo nutre outra mágoa de Carmelo: o irmão teria tentado impedi-lo de cantar músicas de Maia no programa de Raul Gil, em 2008. Segundo ele, Carmelo teria ameaçado o próprio apresentador com um processo se isso ocorresse. Raul Gil Junior, o Raulzinho, filho e diretor de Gil, nega: “Leo é nosso amigo, pode cantar o que quiser”.
Pessoas que conhecem a família de perto dizem que Carmelo ressente-se de ter sido criado pela avó e por uma tia. “Não sinto falta de meus pais, porque nunca os tive. Fiz trinta anos de terapia por causa disso”, diz. Sua raiva explodiu quando Leo obteve o direito de pôr o sobrenome Maia na certidão de nascimento. “O Tim Maia não é pai dele”, diz Carmelo. “Não nos falamos há vinte anos.” Completa Carmelo: “Família é bom só em porta-retratos”.
É com retratos, por sinal, que Leo tenta provar que realmente era tido como filho pelo cantor. Seu trunfo é a foto da contracapa de um álbum de 1976 em que surge no colo de Maia — e no qual o soulman canta uma música para os dois filhos. Outras imagens de família mostram que os irmãos não só conviveram juntos por anos como também tinham uma boa relação — não para sempre, como se vê. “Carmelo foi minha sombra por mais de duas décadas. Ele sempre tentou me destruir por eu ter herdado o dom de cantar do meu pai. É inveja”, diz Leo. “Mas juro que, se o visse na minha frente agora, eu o perdoaria.” E arremata com um verso do pai. “Não quero dinheiro”, jura. Considerando-se a batalha em curso, a frase soa como uma ironia digna das melhores tiradas de Tim Maia.
Muito triste . Seria tão bom que pelo menos o Léo Maispudesse cantar as músicas do Tim Maia .
Com o talento do Léo Maia ninguém vai esquecer o trabalho do Tim , pois ele faz com maestria . Acho que a mãe deveria interferir , também sou mãe.
"Pois o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males. Algumas pessoas, por cobiçarem o dinheiro, desviaram-se da fé e se atormentaram com muitos sofrimentos".
1 Timóteo 6:10
Henrique Valladares, ex-vice-presidente da Odebrecht, e um dos 78 da empreiteira que viraram delatores da Lava-Jato, foi encontrado morto hoje em sua casa no Rio de Janeiro.
Valladares fez uma das delações mais ecléticas e explosivas entre os ex-Odebrecht. Ia de figiurinhas carimbadas, como Aécio Neves e Edison Lobão, até lideranças indígenas, passando pela CUT.
Contou ter pago R$ 50 milhões a Aécio Neves depositados em contas no exterior. Afirmou também ter recebido até uma cobrança de dinheiro pedida a ele por Edison Lobão quando o então ministro de Dilma estava internado numa UTI. Em ambos os casos, a Odebrecht queria como retribuição facilidades na área de energia.
No caso dos índios, quem recebia era o chefe da tribo:
— Esse cara se tornou até meu amigo, tenho até um cocar lá em casa. O chefe da tribo lá é o Antenor Karitario. Pagava para ele R$ 5 mil por mês, depositado na conta da esposa. E mais R$ 2 mil para o Orlando que deve ser outro cacique lá da tribo.
E no da CUT, o codinome da turma da propina na planilha da Odebrecht era ‘Barbudos’. Delatou Valladares:
— Barbudos, esse é fácil adivinhar. Isso é para os representantes da CUT de Porto Velho.
morreu de que de queima de arquivo kkkkkkkkkkkkkkkkk ja ouviram falar e uma morte natural entende sacoooo meu irmão e so isso isso isso isso!!!!!!!!!!!
Pra acabar com essa peleja; vai uma dica: Faz uma boa reforma pra uso na Cultura ou prédio de SECRETARIA. Uma vez q o mais se tem são prédios alugados pelos Poderes públicos
O prefeito Álvaro Dias (MDB) reafirmou sua posição favorável à demolição do Hotel Reis Magos, localizado na Praia do Meio, em Natal. Em uma entrevista à 96fm nesta terça-feira, 17, o chefe do Executivo municipal afirmou que o prédio depõe contra a capital e disse não entender “como alguém quer tombar uma porcaria daquelas”.
“Sou a favor da plenamente da demolição daquele hotel. Aquilo ali é o retrato da decadência da orla marítima de Natal”, disparou Álvaro. O prefeito afirmou ainda que o edifício é um “negócio horroroso” e além de concentrar focos de dengue, é fonte de doenças infecciosas.
De acordo com Álvaro, o processo que solicitava o tombamento da estrutura já tramitou em todas as instâncias, e a empresa responsável aguarda apenas a autorização do Governo do Estado para efetuar a demolição.
“É desejo de todos nós que se destrua aquilo ali, e que se construa um novo empreendimento no lugar”, concluiu.
Hotel Reis Magos
Em decisão que ocorreu no dia 3 de agosto deste ano, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) indeferiu o pedido de tombamento do Hotel Reis Magos, em Natal. A decisão foi publicada pelo Departamento de Patrimônio Material e Fiscalização (Depam/Iphan).
Anteriormente, os Conselhos Municipais de Cultura e Turismo já tinham dado parecer favorável à demolição do prédio.
Pense numa posição coerente esss de Álvaro Dias com relação aquele favelão que já foi um hotel. Aquela porcaria já deveria ter sido derrubado a muitos anos atrás.
Né por nada não, mas será que essas pessoas que defendem o tombamento daqueles escombros não tem ideias socialistas? E, quero estar errado, mas se depender da Governadora ……
Esse país é uma zona mesmo, é tentando preservar o que não presta mais, o hotel, e entregando o que ainda presta. Estou vendo um exemplo típico, um espanhol em Tibau do sul se apropriando de uma área de 2400 m2 utilizando o argumento de usucapião, mesmo que não seja ele quem estava ocupando . pior é que são vários pedidos todos do mesmo jeito, utilizando o mesmo argumento. E o cartório local fazendo esse trabalho sujo. Estão entregando tudo a um grupo de estrangeiro e usurpadores ninguém percebe o que está ocorrendo. Só no brasil mesmo.
Esse escombro de hotel é o simbolo do PT!!! um atraso e decadencia total que trabalha contra o povo, contra a cidade. Um esgoto. So um pensamento muito atrasado, infeliz, consegue ver algo historico ou simbolico naquilo. So se for o simbolismo da ignorancia.
Pode demolir está o verdadeiro lixão na orla marítima até pq quem chega de outros pais os turista ver logo um hotel que já passaram gente famosas hj como se encontra um verdadeiro abandono eu sou a favor da demolição já era pra estar no chão a tempo um prédio só pra obrigar viciados em droga estamos perdendo clientes na orla marítima de natal já não aguenta mais queremos todos da praia do.meio a demolição desse chiqueiro eu sou a favor
O tombamento pode ter por objeto bens móveis e imóveis que tenham interesse cultural ou ambiental para a preservação da memória e outros referenciais coletivos em diversas escalas, desde uma que se refira a um Município, como uma em âmbito mundial. Estes bens podem ser: fotografias, livros, acervos, mobiliários, utensílios, obras de arte, edifícios, ruas, praças, bairros, cidades, regiões, florestas, cascatas.
O bem objeto de tombamento não terá sua propriedade alterada, nem precisará ser desapropriado, pelo contrário, porém, deverá manter as mesmas características que possuía na data do tombamento.
Tombamento visa proteger patrimônio, mas o que seria patrimônio?
De acordo com o Dicionário Aurélio, patrimônio é:
“Bem, ou conjunto de bens culturais ou naturais, de valor reconhecido para determinada localidade, região, país, ou para a humanidade, e que, ao se tornar(em) protegido(s), como p. ex., pelo tombamento, deve(m) ser preservado(s) para o usufruto de todos os cidadãos”.
O conceito constitucional de patrimônio cultural, encontra-se disposto no artigo 216 da Constituição Federal,.
O bem objeto de tombamento não terá sua propriedade alterada, nem precisará ser desapropriado, pelo contrário, porém, deverá manter as mesmas características que possuía na data do tombamento. Seu objetivo é a proibição da destruição e da descaracterização desse bem, não havendo dessa forma, qualquer impedimento para a venda, aluguel ou herança de um bem tombado, desde que continue sendo preservado.
Se o proprietário tiver a intenção de vender o bem, deverá previamente, notificar a instituição que efetuou o tombamento para atualizar os dados, e por ventura, exercer seu direito de preferência para a compra do bem.
A preservação dos bens culturais ou ambientais, se dá, impedindo principalmente a sua destruição. Portanto, aquele que ameaçar ou destruir um bem tombado estará sujeito a processo judicial.
Quando virar filme esse seu 'inútil' texto me avise.
Com a intenção de proteger bens que possuam valor histórico, artístico, cultural, arquitetônico, ambiental e que, de certa forma, tenham um valor afetivo para a população, é que se tem o instituto do tombamento, caracterizado pela intervenção do Estado na propriedade, e regulamentado por normas de Direito Público.
O vocábulo tombamento é de origem portuguesa, e é utilizado no sentido de registrar algo que é de valor para uma comunidade, protegendo-o através de legislação específica.
O Jurista José Cretella Júnior diz que o tombamento:
“É restrição parcial ao direito de propriedade, realizada pelo Estado com a finalidade de conservar objetos móveis e imóveis, considerados de interesse histórico, artístico, arqueológico, etnográfico ou bibliográfico relevante. Restrição parcial do direito de propriedade, localiza-se no início de uma escala de limitações em que a desapropriação ocupa o ponto extremo”.
QUANTA IGNORÂNCIA DEMONSTRADA EM POUCAS PALAVRAS, REVELADORAS DOS INTERESSES QUE ESTAO POR TRÁS E NORTEIAM O ATUAL PREFEITO DO NATAL.
Os interesses de qualquer gestor é ver sua cidade se desenvolver. Se vc gosta tanto de paisagem se mude pro interior. Esse hotel é o mais fiel retrato de que Natal parou no tempo. Acompanhei a decadência daquela área. Estamos vendo agora a de Ponta Negra também. A da Redinha nem se fala. Afinal, o que desejam essa turma que fala em tombamento sem refletir nos seus efeitos?
Essa declaração do prefeito Álvaro Dias é simplesmente lamentável. Demonstra um pro fundo desconhecimento do processo de tombamento, assim como também um total desprezo pela preservação do nosso patrimônio histórico cultural,
beirando o absurdo.
"Pro fundo" seria em prol qual fundo?
Tá certíssimo o Prefeito. O hotel em questão em um amontoado de concreto, lixo e bizarrice.
Alguém imploda aquilo.
Celebrava-se no início do ano, a posse do Congresso mais renovado das últimas três décadas. Durou pouco a animação. Os parlamentares parecem empenhados em revogar o direito do brasileiro ao otimismo. Isso ficou evidente com a tramitação da proposta que reformula regras eleitorais e partidárias, permitindo a políticos e partidos gastarem verba pública como se fosse dinheiro grátis e tornando praticamente impossível a punição de delinquentes eleitorais. O Parlamento novo era pão dormido.
Dos 513 deputados eleitos no ano passado, 244 sentaram nas poltronas do plenário da Câmara pela primeira vez nesta legislatura. Um índice de renovação de 48%. A proposta indecente passou na Câmara por 263 votos a 144. Faltou lembrar na hora de contabilizar a taxa de renovação do Legislativo que mais da metade dos “novos” deputados eram ex-senadores, ex-governadores, ex-prefeitos, ex-deputados estaduais, ex-secretários de Estado. Quer dizer: políticos tradicionais.
O projeto do escárnio foi ao Senado. Ali, estavam em jogo nas eleições do ano passado 54 das 81 cadeiras. Elegeram-se 46 novatos. Taxa de renovação de 85%. Um pedaço do “novo” também veio acoplado ao prefixo “ex”. Apesar de toda a repercussão negativa, a maioria dos senadores se equipava para aprovar o projeto indecoroso recebido da Câmara. Foi preciso que o noticiário gritasse e as redes sociais berrassem para que se produzisse nesta terça-feira algo parecido com uma meia-volta.
Continua sobre a mesa um debate esquisito sobre a definição do valor do fundo eleitoral que bancará a eleição municipal do ano que vem. Há quem queira elevar o gasto de R$ 1,7 bilhão para R$ 3,7 bilhões. Convém continuar gritando. No limite, o eleitor terá de cobrar dos parlamentares a aprovação de uma nova Constituição, na versão simplificada que foi sugerida pelo historiador Capistrano de Abreu, morto em 1927. Teria apenas dois artigos: Artigo 1º: Todo brasileiro deve ter vergonha na cara. Artigo 2º: Revogam-se as disposições em contrário.
QUEREM TRAVAR INVESTIGAÇÕES DA RECEITA
Surgiu na pauta de votações da Câmara mais um projeto duro de roer. Proíbe auditores da Receita Federal de repassar para o Ministério Público indícios de crimes descobertos durante uma apuração fiscal —lavagem de dinheiro e evasão de divisas, por exemplo. Na noite passada, líderes do centrão e da oposição articulavam-se para votar a novidade já nesta quarta-feira. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, participa do entendimento.
Hoje, as informações sobre crimes não tributários são transferidas ao Ministério Público pelos próprios auditores. Deseja-se atrasar o processo, burocratizando-o. Vai a voto um texto redigido sob a coordenação de um dos comandantes do centrão, o deputado Arthur Lira (AL), líder do PP. Cria mais três instâncias decisórias.
O auditor terá de comunicar sobre os indícios de crime ao Secretário da Receita Federal. Que submeterá a suspeita à análise de uma comissão interna. Que requisitará, quando julgar que é o caso, autorização judicial para o compartilhamento. Só então os dados poderão seguir para o Ministério Público.
O afunilamento de representações fiscais de todos os estados no gabinete do chefe da Receita não tem outro objetivo senão o de formar uma fila capaz de empurrar para as calendas o envio de notificações sobre crimes para os órgãos de controle. Os auditores estimam que procedimentos que consomem um mês podem se arrastar por mais de dois anos —com risco de prescrição.
Existe um partido que combate esse projeto desde o início…O partido NOVO…porém, a imprensa, amedrontada com o fim do "establishment", sabota suas idéias o tempo inteiro, não as divulga e fazem com que o povão continue acreditando q só o velho existe!!!Existe um opção de renovação, mas precisa q vc´s votem nele…esqueçam seus bandidos de estimação, o NOVO é a opção!!!
Concordo plenamente contigo, Franklin ! Só não sei que povo um dia aprenderá a votar. Vai que nossos tataranetos resolvem aprender, né ? Eu não sei votar, tanto é que não voto a 17 anos. Há quem diga que sou desinformado ou um ignorante político. Que o seja então!
Só um cego não vê que o maior problema do Brasil é o Congresso Nacional ! As duas casas são compostas , na sua maioria, por políticos desonestos que só visam o seu bem estar, mas o grande culpado disso é quem os elegem. Um dia o povo ainda aprenderá a votar !
Todos farinha do mesmo saco, um iniciante no governo acusado de roubar milhoes, a turma do Bolsonaro, os outros acusados de roubar um pouco mais, algo na cada dos trilhões, os petralhas. Tudo isso é só questão de tempo. Os mais antigos, LULADRAO e sua turma , já estão no poder a muito tempo e fizeram pior que seus antecessores, já o governo atual é iniciante na arte e ainda tem exército vigiando, logo fica mais difícil.
A tua bonavides, faz parte do novo.
Cadê?
Pense num voto perdido.
Kkkk
Assim tá fácil se candidatar nas próximas eleições, é só ter na plataforma de governo ser contra tudo isso aí.
Os militares do Corpo de Bombeiros Militar do Rio Grande (CBMRN) combateram durante toda a madrugada desta quarta-feira (18), o fogo na Serra do Lima, na cidade de Patu. São mais de 100 combatentes entre bombeiros e voluntários na força-tarefa.
Segundo o capitão Neves Monteiro, as chamas na Serra aumentam com o vento e o mato alto e seco ajuda na queima. Havia riscos das chamas atingirem o Santuário do Lima, mas foram neutralizadas. “Assim que o reforço chegou dividimos vários grupos de combatentes e conseguimos neutralizar vários focos do fogo na madrugada”, disse o oficial.
Ainda segundo ele, a maior dificuldade está no acesso aos locais de fogo. “As viaturas não chegam próximo do fogo e necessitamos voltar para abastecer as bolsas com água. Isso deixa o trabalho mais lento”, acrescentou.
A operação conta também com o auxílio de outros os órgãos públicos de segurança estadual e municipal, como Defesa Civil e da Polícia Militar.
*O fogo*
O fogo na Serra do Lima iniciou na última segunda-feira (16). O CBMRN foi acionado por volta das 15h e segue combatendo com cerca de 50 militares. Um posto de comando foi montado no local.
O senador Flávio Bolsonaro diz ser um político honesto, muito honesto, honestíssimo. Mas o Ministério Público do Rio de Janeiro colocou em dúvida a honestidade do primogênito de Jair Bolsonaro. Correm contra o Zero Um e seu ex-faz-tudo Fabrício Queiroz processos constrangedores. Um inocente convencional faria questão de ser julgado rapidamente, para demonstrar sua honorabilidade. Mas Flávio vai se revelando um inocente sui generis.
Acusado de peculato, lavagem de dinheiro e formação de organização criminosa, Flávio parece incomodado com a perspectiva de ser investigado e julgado. O personagem conspira contra a celeridade do sistema judiciário. Parece considerar que Justiça boa é Justiça lenta, de preferência parada.
Eleito senador, Flávio pediu que o caso subisse para o Supremo. O ministro Marco Aurélio Mello indeferiu. O Zero Um requereu à Suprema Corte o trancamento do processo. O ministro Dias Toffoli deferiu a trava. Agora, Flávio exige ser julgado em foro privilegiado de âmbito estadual. Quer que seu processo migre das mãos de um juiz singular de primeira instância para um colegiado do Tribunal de Justiça do Rio, com 25 desembargadores.
Os novos pedidos de Flávio Bolsonaro foram à mesa da desembargadora Mônica Tolledo de Oliveira. Ela requisitou a manifestação do Ministério Público. Coube à procuradora Soraya Taveira Gaya responder. A doutora produziu para Flávio uma manifestação de sonho.
Soraya Gaya Anotou que a condição de filho do presidente faz crescer o “interesse da nação no desfecho da causa…”. Escreveu que o juiz de primeiro grau carrega “um grande fardo nos ombros”. Colocou-o em honrosa companhia: “Nem Cristo carregou sua cruz sozinho”. Tomada pelas palavras, a procuradora parece enxergar na primeira instância não um juiz, mas uma piada.
No seu esforço para retardar o veredicto, Flávio Bolsonaro não deseja apenas fazer o processo subir de instância. Ele reivindica que o Tribunal de Justiça anule tudo o que foi enfiado dentro dos autos até o momento —dos despachos do magistrado às provas e indícios recolhidos em função das quebras de sigilo bancário e fiscal.
Flávio Bolsonaro quebra lanças por um julgamento lento. Apaixonou-se pela dúvida que paira sobre sua cabeça. E vem sendo plenamente correspondido. Atribui o rebuliço à sua volta a uma hipotética perseguição.
O primogênito enxerga suspeitos em toda parte —no ex-Coaf, no Ministério Público, na primeira instância do Judiciário… Para Flávio, todos são suspeitos. Só ele é imaculado. No ritmo que escolheu ser processado, o filho mais velho do presidente será candidato em 2022 não à reeleição para o Senado, mas ao posto de santo.
Flavio Bolsonaro pode não ser nenhum santo ( e não é), mas o autor do texto é um hater. Jornalista hater (odiador) perde a credibilidade. A imprensa brasileira está cheia deles.
E AGORA SUPER-MORO, VAI CONTINUAR COM A CARA DE PAISAGEM FINGINDO QUE NÃO APOIA UMA QUADRILHA DE MILICIANOS E SEUS LARANJAS AMESTRADOS CHEFIADOS PELO QUEIROZ?
ONDE ESTÁ O GRANDE BALUARTE NA LUTA CONTRA A CORRUPÇÃO AGORA?
KKKKKKKKKKKkkkkkkkkkkkk
MORO ESTA FAZENDO PARTE DO ESQUEMA É A SUA OMISSÃO É PROVA DISSO.
Resta saber se o pai sabia. Se sabia, jurava ter a família mais proba do mundo quando candidato. Hoje, mergulha na imensidão do silêncio. Talvez seja porque contra provas não há argumentos!
Sem acordo na reunião de lideres das bancadas de oposição e situação sobre a votação, em regime de urgência, do projeto de lei no qual o Governo do Estado pede autorização para usar recursos financeiros da Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (Caern) como contrapartida de convênios com a União em obras de esgotamento sanitário financiadas pelo governo federal, em Natal e no interior, a proposta agora terá de tramitar regularmente pelas comissões permanentes da Assembleia Legislativa.
Na manhã de hoje, a Comissão de Constituição e Justiça e Redação (CCJ) se reúne extraordinariamente para começar a análise da matéria. Ontem, mesmo, no plenário, o deputado Hermano Morais (sem partido), disse que o presidente da CCJ, deputado Raimundo Fernandes, havia lhe informado que o projeto ficará sob a sua relatoria e, depois de emitido e aprovado parecer, segue à apreciação da Comissão de Finanças e Fiscalização (CFF). O líder da minoria, deputado Kelps Lima (SD) disse que “o projeto é um cheque em branco para o governo sacar quando quiser e quanto quiser do dinheiro da Caern pro resto da vida, que é o que está escrito no texto da lei”.
Mas Kelpls Lima adiantou que a oposição concordava com a dispensa da tramitação regimental da matéria, desde que acatasse a proposta do deputado Gustavo Carvalho (PSDB) se aprovar, inicialmente, a liberação de R$ 1,6 milhão, o que segundo o presidente da empresa, Roberto Linhares, já era suficiente para tocar as obras mais emergenciais este mês e parcelar a divida de R$ 8 milhões com as empreiteiras, no que não concordou o governo.
Kelps Lima explicou, ainda, que Roberto Linhares admitiu que o projeto de lei enviado à Assembleia era genérico, porque não estipulava o valor das contrapartidas, nem detalhava quais obras necessitam de recursos ou qual seria o prazo para a devolução dos recursos pelo governo à Caern.
Segundo Kelps Lima, a ideia inicial era aprovar, hoje, uma proposta de R$ 1,6 milhão e depois o governo mandaria um projeto mais detalhado. Depois, a líder do PT, deputada Isolda Dantas, propôs a aprovação de três parcelas no valor de R$ 1,3 milhão cada, tendo Kelps Lima apresentado outra proposta conciliatória de duas parcelas de R$ 1,6 milhão e em 60 dias o Executivo enviaria novo projeto acrescentando as informações solicitadas pela oposição.
“A matéria terminou não sendo liberada, mas a bancada de oposição concordou com a liberação, só condicionou, no primeiro projeto, o valor estipulado dentro da necessidade que o diretor da Caern disse”, declarou Lima.
Em aparte o deputado José Dias (PSDB) disse que concorda com a proposta do PSDB apresentada pelo deputado Gustavo Carvalho na reunião de líderes, de liberar uma parcela. “Mas para o governo é tudo ou nada”, reclamou o parlamentar. O deputado Hermano Morais também se pronunciou sobre o assunto e fez um apelo para que Governo e Assembleia cheguem a um “bom termo” e que a negociação possa ser retomada.
Já o líder da maioria, deputado George Soares (PL), disse que as sugestões apresentadas pela oposição “destruíam o projeto original e não é que o governo tenha acatado ou não acatado as sugestões dos deputados. É que não houve atendimento”.
George Soares chegou a dizer que em governos anteriores, as liberações de contrapartidas de convênios com recursos da da Caern eram feitas por decreto: “A governadora preferiu na forma de lei e a proposta do governo é uma só, aprovar da forma original”.
Mesmo assim, ele disse que o governo até admitiu inclusive encartar emendas, estabelecendo 20% dos recursos do caixa da Caern e determinando prazo para devolução dos recursos para a Caern, mas não concordou com a liberação de recursos semana a semana ou mês a mês: “O problema disso é que destrói o problema original, o valor sugerido pela bancada do PSDB é insuficiente, mas o projeto vai continuar e tramitar normalmente”.
O deputado Hermano Morais disse que é favorável à liberação dos recursos e convidou todos os deputados “a fazerem uma reflexão” e ao próprio governo “para melhorar a relação política com a Casa, que nunca foi ruim, mas pode melhorar”, de maneira que o projeto não fique prejudicado e chegue a viabilizar a continuidade das obras de saneamento no interior e em Natal.
O ministro Ricardo Lewandowski afirmou nesta terça-feira (17) que, se o plenário do STF (Supremo Tribunal Federal) “demorar muito” para analisar o caso da anulação de uma sentença da Lava Jato, poderá “decidir sim ou não”, individualmente, sobre pedidos semelhantes.
Bendine havia sido condenado por corrupção e lavagem de dinheiro em uma ação ligada à Lava Jato. Foi a primeira vez que o Supremo anulou uma decisão do ex-juiz Sergio Moro, hoje ministro da Justiça.
A questão central foi a definição da ordem das alegações finais —se quem fala por último é o réu ou os delatores. Bendine foi delatado.
Desde a decisão, Lewandowski recebeu ao menos quatro pedidos para que condenações sejam canceladas seguindo a mesma lógica. Nesse sentido, os réus, e não os delatores, deveriam expor sua defesa por último.
Relator da Lava Jato no STF e integrante da Primeira Turma, o ministro Edson Fachin submeteu o caso ao plenário da corte. Ainda não há data para o julgamento. A Folhamostrou que a expectativa é que o tema seja apreciado em outubro.
“Se o Supremo, pelo seu plenário, estiver na iminência de examinar essa questão, não há porque eu me antecipar. Há várias questões, mas vai depender do meu convencimento. Se demorar muito, eu vou decidir sim ou não [sobre os pedidos de anulação]”, afirmou Lewandowski.
O ministro disse que, por ora, não pretende tomar decisões sobre os pedidos já realizados. “Vou aguardar um pouquinho, não sei se o plenário vai pautar. Vamos aguardar”, disse o ministro.
Questionado sobre se a tendência é esperar o posicionamento do plenário, ele respondeu “sim ou não”.
“Se eu me convencer, eu estendo ou não estendo”, disse ele, sobre anular as decisões questionadas. “Como há a possibilidade de o plenário analisar, vamos aguardar um pouco os acontecimentos.”
Lewandowski explicou, porém, que antes de qualquer decisão precisa avaliar caso a caso.
“Primeiro vou ver se cabe a extensão, em sendo uma outra ação penal; se cabe sendo um outro processo, uma outra ação penal”, disse. “Normalmente as extensões ocorrem dentro do mesmo habeas corpus, dentro do mesmo processo, em réus que estejam na mesma situação.”
O ministro do Supremo explicou que o Código de Processo Penal prevê que réus com uma sentença mais branda que um outro no mesmo processo têm direito ao mesmo entendimento.
“Isso tem sentido porque vigora entre nós o princípio máximo da isonomia, da igualdade. Por que não dar o mesmo tratamento? Primeira coisa é verificar se estão na mesma situação.”
BG!!
SE EU PUDESSE FAZER UMA PERGUNTA A ESSE MINISTRO DO STF, FARIA A SEGUINTE PERGUNTA.
SE MICHEL TEMER PAU DE GALINHEIRO DISSE NA RODA VIVA QUE O AFASTAMENTO DE QUERIDA FOI GOLPE, PORQUE O SR MINISTRO, SEGUI O O RITO???
Mais uma prova inequívoca de que a Constituição de1988 exauriu-se. É bananeira que já deu cacho. O Brasil urge pela extinção de todos os seus cargos viciosos, digo, vitalícios. Daí a necessidade duma nova Carta Magna.
Estão ansiosos pra fazer o q mais gostam: proteger os bandidos de colarinho branco desse país…e isso, com o aval e torcida de uma enorme parcela da população brasileira, q apóia e aplaude esse tipo de crime!
Esse tipo de atitude, é a verdadeira desfaçatez com a ordem pública. Um simples ministro do stf, pago pelo contribuinte, servidor do país, impor uma decisão monocrática já externada antecipadamente, e livrar um criminoso que comandou o maior assalto a cofres públicos do mundo, levando o país inteiro a um índice de desemprego jamais visto, de miserabilidade e ao caos social. Isso só irá cristalizar a idéia de que no Brasil, o crime compensa.
Em contraste com o aperto geral em serviços públicos, custeio e investimentos, o projeto de Orçamento federal de 2020 destina R$ 4,7 bilhões à criação de vantagens para a carreira militar.
Como contrapartida às exigências de maiores contribuição e tempo de serviço para as pensões, o governo Jair Bolsonaro (PSL) incluiu no texto, que tramita na Câmara dos Deputados, a alta imediata da remuneração da caserna.
Para tanto, propõem-se, por exemplo, o aumento do adicional de habilitação —recebido por militares que passam por cursos de qualificação— e a criação do chamado adicional de disponibilidade.
A justificativa, para defensores do projeto, é a dedicação exclusiva e a prontidão permanente dos profissionais. Duplica-se, além disso, a ajuda de custo para os que vão para a reserva, de 4 para 8 vezes o valor do soldo.
Segundo o cálculo oficial, as novas regras para a inatividade proporcionarão economia de R$ 97 bilhões ao longo de uma década. Já a melhora das carreiras custará quase R$ 87 bilhões no mesmo período.
Em 2020, porém, não se nota um saldo positivo: calcula-se um déficit de R$ 43,5 bilhões na Previdência dos militares, apenas R$ 2,5 bilhões abaixo do projetado para este ano.
Entre os ministérios, o da Defesa é o que mais gasta com pessoal ativo e inativo —em 2019, estão autorizados desembolsos de R$ 81,1 bilhões.
Os valores de 2020 ainda não estão claros, porque grande parte deles depende de autorização especial do Congresso —em razão do atual descumprimento da regra constitucional que impede fazer dívida para pagar compromissos cotidianos da administração.
Entretanto o gasto adicional com as carreiras das Forças Armadas consta de um anexo sobre encargos com contratações e reajustes salariais.
Trata-se de um caso raro, no primeiro projeto orçamentário de Bolsonaro, de elevação de uma despesa por iniciativa do Executivo federal.
Grandes rubricas, como a Previdência e os programas assistenciais, recebem mais verbas por imposições legais.
Os benefícios do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), no exemplo mais importante, saltam de R$ 631 bilhões para R$ 683 bilhões, mesmo sem alta do salário mínimo acima da inflação.
Como há um teto para o gasto total inscrito em 2016 na Constituição, o governo é forçado a comprimir as atividades e programas não obrigatórios —efeito que tende a se tornar mais visível a cada ano.
As vítimas mais costumeiras são as obras públicas e outros investimentos, em queda desde o início do segundo mandato da petista Dilma Rousseff.
Em 2020, eles contarão com R$ 19,5 bilhões, equivalentes a 0,26% do Produto Interno Bruto. Para manter o nível observado até 2014, próximo a 1% do PIB, seriam necessários R$ 75 bilhões.
A queda do investimento afeta, em especial, o Dnit, responsável pelas rodovias federais. Os comandos de Exército, Marinha e Aeronáutica também contabilizam redução expressiva de recursos.
O arrocho chega também ao custeio, categoria que engloba atividades tão diferentes quanto a manutenção da máquina administrativa —iluminação, limpeza, segurança— e bolsas de estudo.
Um dos cortes mais rumorosos se dá na Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), cujas verbas de execução não obrigatória caem de R$ 4,1 bilhões para R$ 2,1 bilhões no próximo ano.
Como no caso do contingenciamento imposto às universidades, a repercussão é amplificada pelas tensões entre o bolsonarismo e os setores de educação e ciência.
É normal esse odio da Folha Sp pelos militares. Aliás, é o principal motivo de odiarem o Bolsonaro. Mas, olhem só a razão desse privilegio: insegurança no Rio – bota as FA: insegurança em Belem – bota as FA: caos na fronteira com a Venezuela – bota as FA: queimada na Amazonia – bota as FA: transportar orgao humano para transplante – bota as FA. Greve nas PM – bota as FA. E quando vão para a reserva, continuam a contribuir com a Previdencia, pra quem ainda não sabe. A VERDADEIRA JUSTIÇA CONSISTE EM TRATAR COM DESIGUALDADE OS DESIGUAIS!
Aqui PM faz greve toda semana e quando chegar a reforma da previdência diz q é militar p ganhar as é militar benesses. Nunca vi um militar de verdade fazer greve, pode chover canivete mas não faz greve. Fez greve não é militar.
porque será que esse pessoal de esquerda odeia os militares? fica defendendo cuba, venezuela, coreia do norte, porem quando saem do brasil, vão para o estados unidos, alemanha, frança
Depois de 16 anos de cortes contínuos em seus orçamentos, sendo reduzido quase a metade, finalmente as forças armadas vão poder respirar. Precisam de muito mais, existem muito equipamentos obsoletos que precisam ser substituídos. As forças armadas forma quase dizimadas nos últimos 16 anos e tem que voltar a ter material de trabalho, ser valorizada e reestruturada.
Já policial militar/bombeiro não tem benesse nenhuma. Só arriscar a vida.
Triste de quem confiou nesse sindicalista que assumiu a Presidência,
E de quem achou que a reforma da Previdência acabaria com os privilégios.
Orçamento alto para militares, comemorar datas nos quartéis,, ceder Alcântara pros Estados Unidos, brigar com a Venezuela , armamento frouxo, nesses campos o Homi parece a
vontade . Para resolver os problemas do Brasil, ele aprendeu as palavras "ideologia e seus derivados, no tocante e questão pronunciando o U". De resto nåo enxergo nada nesse desgoverno.
O governo vai liberar R$ 1,4 bilhão de emendas impositivas dos parlamentares com o desbloqueio parcial do Orçamento nesta sexta-feira, 20. Do total de R$ 12,3 bilhões liberados, R$ 8,3 são para livre distribuição entre ministérios, R$ 1,4 bilhão para as emendas e mais R$ 2,6 para Educação e combate a desmatamentos e incêndios. A informação de que o valor da primeira etapa de liberação ficaria em torno de R$ 12 bilhões foi antecipada pelo Estadão/Broadcast.
O total do desbloqueio foi confirmado pelo ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni. Hoje, o Orçamento tem cerca de R$ 34 bilhões bloqueados, o que provoca um estrangulamento nos ministérios e órgãos do governo federal.
O descontingenciamento será possível porque julho e agosto tiveram arrecadação de R$ 8 bilhões, acima dos R$ 5 bilhões previstos inicialmente. O resultado positivo se deu principalmente devido à venda de empresas da Petrobras e de ações do IRB, espécie de seguradora das seguradoras, pelo Banco do Brasil. Além disso, haverá recolhimento novo de dividendos por parte da Caixa Econômica Federal e do BNDES.
Uma parte do desbloqueio se deve ao acordo entre governo, Câmara, Senado, Procuradoria-Geral da República e Supremo Tribunal Federal sobre a destinação dos R$ 2,66 bilhões recebidos pela Lava Jato (correspondentes a 80% de uma multa imposta à Petrobras por órgãos americanos) que vão ser direcionados ao combate às queimadas na Amazônia e à educação.
Estadão Conteúdo
O Ministério Público de São Paulo denunciou nesta terça-feira Najila Trindade por acusação caluniosa e extorsão no caso Neymar. A modelo havia acusado o atacante de estupro durante um encontro em Paris, na França, em 15 de maio. Com a denúncia do MP-SP, o próximo passo é a Justiça avaliar a abertura de um processo contra Najila.
No último dia 10, a Polícia Civil de São Paulo já havia indiciado a modelo pelos crimes de denunciação caluniosa, fraude processual e extorsão. Além disso, o ex-marido da modelo, Estivens Alves, foi denunciado por fraude processual e divulgação de conteúdo erótico.
A investigação do caso já havia sido arquivada no dia 8 de agosto pela juíza Ana Paula Gomes Galvão da Vara da Região Sul 2 de Violência Doméstica Familiar. A delegada Juliana Lopes Bussacos, da 6ª Delegacia de Defesa da Mulher, de Santo Amaro, afirmou não ter encontrado provas para indiciar Neymar na investigação. A delegada informou que não poderia oferecer detalhes da decisão, pois o inquérito corre sob segredo de justiça. A defesa de Najila tentou a reabertura do caso, mas o pedido foi negado.
Outras duas investigações estavam em curso a partir do suposto estupro. Uma delas, solicitada pela defesa de Neymar, alegou denunciação caluniosa e extorsão de Najila. O indiciamento da modelo ocorreu nesta peça de investigação. Denunciação caluniosa é um crime previsto no Código Penal na qual a pessoa acusa outra e mobiliza o Estado, fazendo com que se instaure investigação policial. O outro inquérito foi aberto pelos delegados para apurar o desaparecimento de objetos eletrônicos da casa da modelo.
No dia 11 de setembro, Najila compareceu à Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI) do Rio de Janeiro para prestar depoimento sobre um inquérito em que Neymar é acusado de divulgar imagens íntimas dela na internet. A modelo disse estar “devastada”. “Já conseguiram provar que eu não fui violentada nem nada, mas não conseguiram indiciar ele por esse crime que ele fez. Ele está trabalhando igual no futebol: driblando e caindo”, ironizou. “É um crime óbvio que ele cometeu na frente de todos, esse crime de exposição, para me humilhar. Eu não autorizei nada e jamais imaginei que ele (Neymar) fosse capaz de fazer isso”, concluiu.
Estadão Conteúdo
A Câmara dos Deputados concluiu nesta terça-feira (17) a votação de projeto que aumenta o valor para dispensa de licitação em contratações de obras de engenharia e serviços e que proíbe a compra de itens de luxo pelo Executivo, Legislativo e Judiciário.
O projeto volta agora para análise do Senado.
O texto-base já havia sido aprovado pelo plenário da Casa em 25 de junho, mas faltava a apreciação de destaques pelos deputados.
Entre as mudanças, o projeto estabelece que obras e serviços de engenharia ou manutenção de veículos automotores poderão ficar dispensados de licitação se a contratação envolver valores inferiores a R$ 100 mil.
Antes, o limite era de R$ 33 mil. No caso de outros serviços e compras, o valor para dispensa subiu de R$ 17,5 mil para R$ 50 mil.
Uma alteração aprovada na quarta-feira (11), durante análise dos destaques, vedou a compra de artigos de luxo pelo Executivo, Legislativo e Judiciário.
A intenção é evitar episódios como o registrado em maio em um contrato de refeições de integrantes e convidados do STF (Supremo Tribunal Federal).
O valor final, de quase R$ 482 mil, envolvia um menu com lagostas, camarão e vinhos, entre outros artigos luxuosos.
A modificação inserida determina que os itens contratados para suprir as demandas da administração pública federal, distrital, estadual e municipal sejam de qualidade comum. Cada um dos poderes deverá definir os valores limite para as categorias comum e luxo.
Outra mudança aprovada prevê que o pregão não se aplica às contratações de serviços técnicos especializados de natureza predominantemente intelectual e de obras e serviços de engenharia, exceto alguns serviços de engenharia.
O texto também exige seguro-garantia de até 30% do valor do contrato para assegurar a finalização de grandes obras e inverte as fases do processo de licitação: as propostas apresentadas serão primeiro julgadas e só depois haverá cobrança dos documentos de habilitação do vencedor.
Os requisitos para contratações se tornam mais rígidos: as empresas serão obrigadas a apresentar documentos que comprovem seu comprometimento, como certidões negativas e habilitação econômica e financeira.
Esses documentos, porém, poderão ser dispensados em casos de entrega imediata e quando o valor for de até um quarto do valor de dispensa de licitação em compras gerais (ou seja, R$ 12,5 mil), e R$ 300 mil para produtos de pesquisa e desenvolvimento.
O prazo de pagamento caiu de 90 para 45 dias, e o que atrasar estará sujeito à incidência de juros e correção monetária.
Folhapress
Enquanto esse Sr. estiver a frente de nossa economia estaremos no rumo certo!!! Lembro quando a "sumidade" Mantega disse: – a economia da Venezuela, sob a liderança do Chavez, está no caminho certo, logo será uma potencia mundial…O Sr. Paulo Guedes defende o caminho inverso…
No ano que vem, já é mais suave, o ritmo de crescimento deve ser bem melhor, possivelmente o dobro deste ano. O terceiro ano já decola, porque aí as reformas já começam a operar. E no quarto ano, está voando, já está em voo de cruzeiro”. ESPERO MUITO QUE ACONTEÇA, MAS O QUE FOI PROMETIDO PÓS REFORMA TRABALHISTA ESTÁ PASSANDO LONGE…
vc queria que os sabichoes que se aproveitam do trabalhador, sugando, vivendo as custas atraves de taxas sindicais, mantendo subservientes a partidos de esquerdas, dependentes do Estado, retirando do trabalhador dinheiro atraves de encargos que poderiam se transformar em salarios, iriam querer largar o osso facil? tem toda uma cadeia improdutiva vivendo as custas do trabalhador. so o trabalhador que vivia acorrentado a esse atraso, sentia medo de mudancas. o país tava quebrado. O emprega ta vindo, enquanto o resto do mundo vive uma recessao economica.
Passe os números da Mega por favor
Parei em "o dobro desse ano". O dobro de zero é zero! Já tá na hora do presidente para de falar asneiras e começar a trabalhar.