Polícia Civil realiza prisões após denúncia de desvio de combustíveis no posto de abastecimento de veículos do Estado

A Polícia Civil prendeu na manhã desta quarta-feira(15) pelo menos três funcionários de uma terceirizada do posto de abastecimento de veículos do Estado. De acordo com informações preliminares, após denúncia anônima, constatou-se desvio expressivo de combustíveis. O modus operandi dos participantes da ação criminosa ainda será detalhado.

Segundo a Polícia, durante as investigações, ainda foi possível flagrar combustível na casa de um dos funcionários. Outras informações dão conta, inclusive, de ameaças a pessoas que flagravam o desvio, pelo visto, descarado de gasolina.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. oilerua disse:

    Aff. Isso é velho de mais, sempre aconteceu de um jeito ou de outro, desvio de combustivel desse posto. entre 2006 a 2008, eu era fiscal do Procon Estadual, acho que no Governo Wilma, ai uma pessoa de Nova Natal, na Rua Boi Tatá denunciou que havia uma casa que na frente era uma oficina de vender peças de moto e lá tras tinha muitos tambores, e um homen vendia gasolina a R$ 2,00, ai mandaram uma investigação lá e haja viaturas da PM chegando e descarregando combustivel através de mangueiras e garrafões, foram tudo filmado discretamente e pego placas de viaturas e tudo aí quando chega dentro do procon, ai disseram que deixasse pra lá porque tinha gente grande do governo por tras disso.

Bolsonaro diz que ataque dos EUA no Iraque deve “impactar’ preço dos combustíveis no Brasil e tenta alternativa para “amenizar”

Foto: Adriano Machado

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta sexta-feira (3) que o ataque dos Estados Unidos no Iraque, no qual foi morto o general iraniano Qassem Soleimani, “vai impactar” o preço dos combustíveis no Brasil.

A ação norte-americana foi ordenada pelo presidente Donald Trump. Soleimani, considerado um herói nacional e maior líder militar do país, chefiava a Guarda Revolucionária do Irã. De acordo com os EUA, o ataque aéreo em um aeroporto de Bagdá foi uma resposta a mortes de norte-americanos no Oriente Médio atribuídas pelo governo Trump às autoridades iranianas.

O preço do petróleo no mercado internacional reagiu de imediato e teve forte alta após o ataque. O Irã e o Iraque estão entre os maiores produtores mundiais.

Bolsonaro foi questionado por jornalistas que acompanharam sua saída do Palácio da Alvorada se avalia alguma medida para conter a subida dos preços dos combustíveis no Brasil.

“Que vai impactar, vai. Agora, vamos ver nosso limite aqui. Porque, se subir, já está alto o combustível, se subir muito complica. Agora, o que eu gostaria que vocês fizessem é que mostrasse para o povo duas coisas: primeiro que eu não posso tabelar nada. Pediram para tabelar carne. Já fizemos essa política de tabelamento no passado e não deu certo”, disse o presidente.

Bolsonaro informou que tentou falar sobre o impacto nos combustíveis na manhã desta sexta com o ministro da Fazenda, Paulo Guedes, e com o presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, mas ambos não atenderam o telefone.

Os jornalistas perguntaram a Bolsonaro se havia alguma alternativa, que não fosse o tabelamento, para amenizar uma possível alta no preço dos combustíveis. O presidente disse que vai “conversar com quem entende” para encontrar uma solução.

“Vou conversar com quem entende. O Brasil está dando certo porque eu não meto o bedelho em tudo. Busco informações”, concluiu.

Ele disse ainda que vai se reunir com o ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Augusto Heleno, para se informar sobre detalhes do ataque dos EUA.

“Tive algumas informações ontem [quinta-feira] à noite, de madrugada. Vou me encontrar agora com o general Heleno para me inteirar do que realmente aconteceu. Daí por diante, emitir o meu juízo de valor”, completou Bolsonaro.

G1

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Plínio disse:

    Pode perguntar a quem é dono de posto de gasolina.
    O governo do RN, aumentou a pauta PMPF, desde o dia 02/01/20. O aumento já está sendo praticado pelas distribuidoras, algo em torno de 10 centavos.
    Pra quem é militonto, petralha, cabe aqui um comentário sobre a já fracassada governdora Fátima Lula Bezerra.
    Vão lá petralhada na governadoria, e pergunte a cumpanheira.
    Que isso!!

  2. Verdade disse:

    Dolarize tudo e arrocha o colorau Miiiito. Os seus seguidores gostam desse teu jeito de ajudar.

  3. JBBatista. disse:

    A alternativa é andar a pé e os políticos de carros blindados pagos por nós otários

    • Anti-Político de Estimação disse:

      e ainda aplaudindo e idolatrando esses "mitos" e "heróis", kkkkkkkkkkkkkk

  4. Santos disse:

    Tudo é motivo pra aumentar os preços dos combustíveis.

    • Minion de Peixeira disse:

      Tudo é o preço do Brent e do Dólar. Quando eles caíram no ano passado o preço nas bombas também caiu.

    • Hebert disse:

      Onde foi que caiu que eu não vi isso!?

Bolsonaro diz que preço dos combustíveis está alto para o consumidor e que quebra do monopólio da Petrobras pode reduzir custos

Foto 1: (Antonio Cruz/Agência Brasil); foto 2: Tomaz Silva/Agência Brasil

O presidente Jair Bolsonaro reconheceu nesta segunda-feira (16) que o preço dos combustíveis está alto no Brasil e disse que a quebra do monopólio da Petrobras é uma das formas de diminuir o valor para o consumidor.

“Lá na refinaria o preço está lá embaixo, fica alto [para o consumidor] por causa de impostos estaduais, ICMS [Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços] basicamente, e, depois, o monopólio existe na questão da distribuição e nós estamos buscando quebrar esse monopólio para diminuir o preço. Só com a concorrência ele pode diminuir”, disse ao deixar o Ministério da Infraestrutura, após reunião, em Brasília.

A Petrobras possui o monopólio do refino de combustíveis no Brasil e, apesar de não ter o monopólio também da venda e distribuição, é líder nesse mercado.

De acordo com Bolsonaro, a equipe econômica tem trabalhado buscando soluções para o barateamento dessa energia, com o estímulo aos investimentos no setor.

“Estamos fazendo o possível para baratear o preço do combustível, reconhecemos que está alto no Brasil”, afirmou o presidente da República.

“Preço médio do diesel na refinaria [é de] R$ 2,26, e aí tem impostos estaduais, municipais também, custo da logística, da distribuição, tem o lucro do posto”, afirmou.

Sobre o etanol, Bolsonaro disse que a proposta é autorizar a venda direta das usinas até aos postos de combustível.

“Tem caminhões de transporte que andam 400 quilômetros para entregar etanol a 1 km da usina, isso é um absurdo. Tem gente que é contra porque há interesses de grupos econômicos no Brasil, Não é fácil buscar solução para tudo, mas estamos fazendo o possível. [Com] um pouco de colaboração por parte de outros setores da sociedade, em especial o político, dá para resolver esse assunto”, finalizou.

Agência Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Cley disse:

    Vocês lembram da cobrança de bagagem( mala) nos aviões que iria reduzir as passagens. Aí não foi o bastante tinha privatizar Infraero!!!!!! Esse governo quem é rico ou empresário que está feliz!!!!

  2. Afonso disse:

    60% dos combustíveis consumidos no Brasil é importado, o governo elevou os preços na refinaria para viabilizar a importação. Vão pesquisar primeiro para não fazer igual a esse energúmeno que chamam de presidente. Tá destruindo a economia nacional, com combustíveis a preços altos, pra encher os bolsos dos exportadores americanos e dos importadores amigos e financiadores dos milicianos. Eita povo burro.

  3. Santos disse:

    Se a questão de reduzir os custos estiver diretamente proporcional à queda dos preços, quebra isso logo, mas se for igual a estória da inflação q sai da casa dos dois dígitos é chega à 4,5% eenquanto o preço da carne aumenta 30%, é etc… Ninguém vai aguentar, melhor deixar do jeito que está.

  4. Fernando disse:

    Tem que vender essa bosta!
    Empresa pública custa muito e produz pouco, so serve para encher os bolsos de funcionários com regalias e para cabide de emprego político

  5. Luiz Antônio disse:

    O capitão é um grande exemplo de analfabeto funcional.

  6. Myrtes Isabel disse:

    Não existe monopólio de Refino de petróleo no Brasil desde o governo FHC. A questão é empresa privada querer investir.. só a Petrobrás investe. Quem tiver dúvidas procura essa informação no google. Abraço!

  7. joão carlos disse:

    demorou, já deveria ter quebrado e vendido essa porcaria

    • RMS disse:

      CONCORDO, JÁ DEVERIA TER OUTRAS EMPRESAS EXPLORANDO, REFINANDO E VENDENDO.

    • Marcos disse:

      Não existe monopólio, basta uma empresa de fora vir e investir montando a sua própria estrutura. Mas, é melhor comprar tudo pronto, até com a clientela e joga uma boa conversa sobre monopólio para a população acreditar. Monopólio é quando uma única empresa pode oferecer o serviço, eu falei pode. No caso do noss pais, qualquer um pode investir, ou seja, nada de monopólio como Bolsonaro diz. Ele nem o significado de monopólio sabe.

FOTOS E VÍDEO: UFRN cria aplicativo que indica postos com combustíveis de qualidade

Fotos: Cícero Oliveira

Combustível Nota Dez, esse é o nome da nova ferramenta criada pela UFRN para ajudar o cidadão do Rio Grande do Norte a abastecer com segurança. Por meio desse aplicativo gratuito, o consumidor saberá quais postos mais próximos de sua localização foram atestados com combustíveis de qualidade. A adesão ao projeto é voluntária por parte dos empresários que submetem suas empresas a duas testagens surpresas a cada mês. Apenas os postos com todos os combustíveis aprovados ficam visíveis no aplicativo.

A proposta dos pesquisadores Valter Fernandes e Antônio Araújo, ambos do Laboratório de Combustíveis e Lubrificantes (LCL), do Instituto de Química da UFRN, começou a funcionar recentemente, mas já tem ao menos sete postos cadastrados em Natal, Macaíba, Ceará Mirim e São José do Mipibu. Como é novidade, a expectativa é que esse número cresça nas próximas semanas.

Desde o ano 2000, o LCL é o único do RN e Paraíba credenciado pela Agência Nacional de Petróleo (ANP) para realizar a testagem de combustíveis para o Programa de Monitoramento da Qualidade dos Combustíveis e Lubrificantes do governo federal. Por sua qualidade internacional, o LCL está concorrendo à certificação ISO 17025, que atesta os requisitos gerais para competência de laboratórios de ensaio e calibração. Além disso, está atrelado aos programas de pós-graduação da UFRN contribuindo para a formação de profissionais, mestres e doutores que atuam na área de petróleo.

Para Antônio Sales, empresário do ramo de combustíveis e presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo do RN (Sindipostos/RN), esse projeto oferece benéfico para todos. “Tanto para o empresário, que pode mostrar ao consumidor que seu produto é de qualidade, como para o consumidor que tem a certeza de estar abastecendo em um posto de combustível legal, bem como para a sociedade em geral, porque quando vendemos combustível sem adulteração, não interferimos na arrecadação do Estado”, afirma.

O pesquisador Valter José Fernandes lembra que o combustível pode ser alterado de várias maneiras, seja pela adição de solventes, pelo excesso de álcool na gasolina ou pelo alto teor de enxofre, no caso do óleo diesel de má procedência. Além de aumentar a poluição do ar, um combustível adulterado pode provocar aumento do consumo, danos no motor, válvulas e bicos injetores. Em casos mais extremos, provoca superaquecimento que leva a interrupção do funcionamento dos mecanismos e até a incêndio do veículo.

Laboratório

O Laboratório de Combustíveis e Lubrificantes da UFRN, vinculado à Fundação Norte-Rio-Grandense de Pesquisa e Cultura (FUNPEC), está localizado no Instituto de Química, no Campus Universitário em Natal/RN. O LCL foi o primeiro laboratório instalado em uma universidade pública do Norte-Nordeste, sendo considerado referência nacional. Nos últimos 19 anos, os pesquisadores percorreram mais de 2 milhões de quilômetros coletando mais de 100 mil amostras de combustível para a ANP.

O Instituto de Química da UFRN, com fundação 1968, como Departamento de Química, é um dos mais bem conceituados do país. Atua nas áreas de Ensino, Pesquisa e Extensão, sendo a unidade acadêmica responsável pelos cursos de Química Bacharelado, Química Licenciatura, Química do Petróleo e o Programa de Pós-graduação em Química, com cursos de Mestrado e Doutorado recomendados pela CAPES.

Conheça mais sobre o LCL.

Com informações da UFRN

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Luiz disse:

    Baixei na boa!

  2. Jgomes disse:

    Aplicativo não disponível

  3. Cezario disse:

    Tentei baixar na Apple Store o aplicativo "Combustível Nota Dez" e a Apple Store retornou mensagem dizendo "Aplicativo não encontrado!

Para Petrobras, controle de preços de combustíveis não se justifica

Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

O preço dos combustíveis tem que ser tratado como o de qualquer outro produto e não se deve definir periodicidade para os reajustes. A conclusão é do presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco que descartou ainda um controle de preços. Para o executivo, a atual política de preços é positiva para a companhia e para o Brasil.

“Tem periodicidade para o preço da carne. O preço da carne deu um salto com o choque de oferta. E aí? Vamos fazer periodicidade e controlar o preço da carne? Não vai porque o controle de preços pertence ao museu de armas falidas contra a inflação há muito tempo”, disse, durante um café da manhã com jornalistas, na sede da empresa, no centro do Rio.

“Não se justifica nenhum controle de preços de combustíveis, periodicidade. Deixa o mercado livre”.

O presidente disse que não tem “a menor preocupação” com uma possível deflagração de greve dos caminhoneiros, em consequência dos preços do diesel como ocorreu no governo Temer. De acordo com Castello Branco, o problema da categoria é um excesso de oferta dos serviços causada da expansão irresponsável de crédito do BNDES especificamente entre 2008 e 2015.

“No governo Temer uma das respostas [à greve dos caminhoneiros] foi tabelar o preço do frete. O mercado reagiu e as empresas do agronegócio se integraram e adquiriram frotas de caminhões, piorando o problema criado pelos governos anteriores. Existe excesso de oferta, o que vai consumir esse excesso de oferta vai ser o crescimento da economia, gerando maior demanda por carga. O mercado vai se ajustar porque não há mais crédito subsidiado para comprar caminhão”, afirmou.

Segundo o presidente da Petrobras, não adianta seguir o sistema de preços venezuelanos como tentativa de baratear o custo do diesel.“O problema deles [caminhoneiros] é excesso de oferta, se cobramos diesel a preço venezuelano não vai resolver problema nenhum, só vai criar problemas. Eu espero que esse problema tenha sido resolvido, a questão deixada no passado e os preços sejam livres”.

Castello Branco lembrou que os preços do petróleo são livres desde 2002, quando se completou o período de cinco anos estabelecido pela lei do petróleo aprovada pelo Congresso e sancionada pelo presidente Fernando Henrique Cardoso em 1997. “Então é lei e vamos obedecer a lei”, assegurou.

(mais…)

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Ems disse:

    Foi o que o governo passado fez, principalmente Dilma. E a fatura chegou !

    • Dilson disse:

      Amiguinho, infelizmente, sua fonte de informação é precária. Par além das lambanças da Dilma, Temer mudou e Bolso manteve uma política de preços de combustíveis baseada no dólar. O que houve com o dólar recentemente? Então, temos uma companhia nacional que opera agora em função do dólar para agradar seus acionistas. Mais uma vez, o mercado é mais importante do que você! E tem gente que aplaude…

    • Silva disse:

      Lembrando que desde 2007, que essa política de preço vem sendo realizada, após o congresso aprovar e FHC sancionar.

Projeto que garante qualidade dos combustíveis nos postos é aprovado na Câmara Municipal de Natal

A garantia da qualidade dos combustíveis comercializados nos postos de Natal foi tema de debate na Câmara Municipal durante a Sessão Ordinária desta quarta-feira (25). Os parlamentares debateram e apreciaram o Projeto de Lei N° 174/2018, de autoria do vereador Felipe Alves (MDB), que determina que os estabelecimentos de revenda de combustível da cidade que não possuem a bandeira do distribuidor, deverão informar aos clientes a marca comercial de distribuição ou sua razão social. O objetivo é evitar que produtos adulterados e/ou de má qualidade sejam oferecidos aos motoristas.

“O Projeto busca defender o direito do consumidor à informação. Nós sabemos que temos hoje um grande problema quanto aos combustíveis adulterados, que não se tem uma boa procedência e em razão dessa questão o consumidor deve ter todas as informações para poder fazer a melhor escolha e ter os maiores cuidados. Então para isso apresentamos esse Projeto de Lei, que determina que os postos de gasolina exibam qual é a origem do combustível, a bandeira do totem, garantindo informação e proteção ao consumidor”, explicou Felipe Alves.

Também foi aprovado por unanimidade o Projeto de Lei N° 214/2019, de autoria do vereador Ney Lopes Júnior (PSD), que tem como objetivo garantir a segurança das crianças em eventos públicos e privados realizados na capital potiguar disciplinando a entrada e circulação das crianças nesses ambientes.

“Hoje é muito comum nós assistirmos, sobretudo casos de crianças que se perdem em eventos de grande dimensão causando grandes transtornos para elas e para os seus pais. Então esse Projeto apresentado é no sentido de prevenir que as crianças passem por situações como essas. O procedimento se dará por qualquer tipo de identificação, tipo uma pulseira, uma etiqueta, uma roupa, constando o nome dos pais e telefone de contato para que quem encontre a criança ou o adolescente possa entrar em contato com os responsáveis para informar o local onde elas estão e como estão”, destacou Ney.

Projeto para idosos

De autoria do vereador Bispo Francisco de Assis (REPUB), o Legislativo municipal também aprovou o Projeto de Lei N° 277/2017, que garante a isenção de 50% no pagamento de taxa de inscrição para pessoas idosas com renda de até dois salários mínimos, em toda e qualquer competição esportiva do município de Natal. “O idoso já contribuiu muito para o nosso país e trabalhou muito e tem algumas prerrogativas, como por exemplo, não pagar a passagem depois dos sessenta anos, entre outros benefícios. Então quando diminuímos para 50% o valor das taxas para projetos esportivos nós estamos incentivando a vida, porque o esporte é vida, para que esse idoso possa participar de competições, eventos do tipo e garantir mais qualidade de vida”, disse o Bispo.

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. ara disse:

    Tá certíssimo o vereador,. ANP é uma agência reguladora que emite no máximo Resoluções que são atos administrativos que não se sobrepõem a uma Lei

  2. Só olhando disse:

    É raro uma lei que seja útil saindo dos nossos políticos.

    A ANP já exige isso é só alguém denunciar caso seja descumprido.

  3. Pedro disse:

    Isso já é exigido pela ANP, falta de esclarecimento desse vereador.

    • Hbbeto disse:

      Já existe legislação pra tudo no Brasil; o que falta é fiscalização do cumprimento e não mais leis.

ANP se diz atenta quanto a abusos em preços de combustíveis no Brasil

Foto: Marcello Casal jr/Agência Brasil

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) informou, por meio de nota, que está “atenta” para possíveis cobranças abusivas por combustíveis no Brasil. A cotação internacional do petróleo sofreu uma alta depois de ataques a uma refinaria na Arábia Saudita, na semana passada.

Segundo a nota da ANP, os preços no Brasil são “livres, por lei, em todas as etapas da cadeia: produção, distribuição e revenda. Diante de denúncias de preços abusivos, a ANP faz ações de campo para confirmar essas suspeitas. Quando constata a prática de preços abusivos, a agência atua em conjunto com os Procons para penalizar os infratores”.

Na última segunda-feira (16), a Petrobras divulgou nota informando que também está monitorando a cotação internacional do petróleo, mas que, até aquele momento, não havia previsão de reajustar o preço dos combustíveis.

Agência Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Salvan disse:

    Bg estou vendo um aumento em média de 35 centavos nós preços dos combustíveis hoje, não vi a Petrobrás fala em aumento. O que está avendo.

  2. O CONSUMIDOR INCONFORMADO. disse:

    É um absurdo o gás natural estar cartelizado aqui em nossa região metropolitana…tinha postos de gasolina vendendo esse combustivel na faixa de $ 3.50 e automaticamente aproveitaram no dia de ontem, passou para $ 3,69 em todo os postos que passei para abastecer de Natal a Parnamirim…Agora pergunto? Cadê os Órgãos de defesa do consumidor que não vêem esse absurdo nas costas do trabalhador?

  3. Souzão disse:

    Então, porque o preço do etanol sobe acompanhando o preço da gasolina, se são fontes bem diferentes???

    • Clodoaldo disse:

      o álcool sobe também pra não servir de alternativa para o abastecimento dos veículos, é somente usura

Procon Natal registra redução de preços em todos os combustíveis pesquisados

Foto: Ilustrativa

Em pesquisa realizada pelo Instituto Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor de Natal – Procon Natal – no dia 12 de agosto, em 70 postos das quatro regiões da capital potiguar, encontrou-se queda de preço significativa dos combustíveis pesquisados. O levantamento registrou, pelo segundo mês consecutivo, essa tendência de redução. A gasolina comum teve a maior queda entre os itens analisados com -2,62%, mas com uma variação entre o maior e menor preço nas bombas de 7,25%. No mês de julho, o Núcleo de pesquisa do órgão realizou duas análises: a primeira no dia 08, com preço médio de R$ 4,561 e a segunda, no dia 22, com valor de R$ 4,359. A pesquisa encontrou, ainda, o preço médio da gasolina nas bombas sendo vendido aos consumidores natalenses a R$ 4,245.

No entanto, observa, que mesmo com as constantes reduções das últimas pesquisas, encontra preços altos sendo praticados em alguns postos da cidade. Desse modo, orienta aos natalenses que, antes de abastecer, devem fazer pesquisa, uma vez que existem revendedores com preços atrativos para o consumidor consciente. Sendo assim, sugere que procurem no seu endereço eletrônico www.natal.rn.gov.br/procon o ranking com endereço e região dos 10 postos mais baratos, assim como planilha com as variações de maior e menor preços encontrados pela pesquisa.

GASOLINA COMUM

A região com gasolina mais barata foi a oeste, com média de R$ 4,191, onde foram encontrados os menores preços da cidade – R$ 4,140 nos bairros de Cidade de Esperança, Cidade Nova e Felipe Camarão. Já a região com os maiores preços, em média, foi a leste com o valor de R$ 4,267. O maior valor encontrado – R$ 4,440 – foi na Ribeira.

GÁS VEICULAR

O Gás Veicular acompanhou os demais combustíveis com variação negativa. Na pesquisa anterior, o preço médio encontrado foi de R$ 3,535, e em agosto foi de R$ 3,528, o que equivale a uma redução de R$ -0,007 ou 0,20%. O maior preço encontrado pela pesquisa foi de R$ 3,599 e o menor R$ 3,490 e isso equivale a uma variação de 3,12% e R$ -0,109. O menor preço constatado foi de R$ 3,490 na zona oeste, em Felipe Camarão e bairro Nordeste; na zona norte, no bairro Potengi; e também na região sul, no bairro de Lagoa Seca. No entanto, a menor média foi na oeste com R$ 3,513 e a maior média encontrada foi a leste com R$ 3,553. O maior preço encontrado foi de R$ 3,590 na zona norte, no Potengi.

ETANOL

O etanol também teve variação negativa de (-0,73%) seguindo a mesma tendência de julho, em que nas duas pesquisas realizadas teve variação negativa de (-2,08%). O etanol apresentou variação de 22,83% no comparativo entre o maior e o menor preço no mês de agosto, sendo o maior preço encontrado a R$ 3,997 e o menor preço a R$ 3,245 e isso equivale a uma diferença de R$ -0,752. A região com a maior média encontrada pela pesquisa foi a região sul com R$ 3,672. Já o maior preço foi de R$ 3,997 na região norte, no bairro da Redinha, e o menor preço foi também na região norte, de R$ 3,245 no bairro de Potengi.

DIESEL COMUM

Para o Diesel comum o percentual encontrado nas bombas pela pesquisa foi de 1%, sendo o mais alto em relação aos demais pesquisados uma vez que todos ficaram abaixo da porcentagem encontrada pela pesquisa. O preço médio no mês de julho de R$ 3,733 e a média do mês anterior na segunda pesquisa de junho foi de R$ 3,696 e isso representa um aumento de (R$ -0,037) centavos de reais por litro, o maior preço encontrado foi de R$ 3,997 no bairro de Igapó, na região norte, e o menor foi de R$ 3,450 nos bairros de Cidade Nova e Cidade de Esperança, na região oeste. Isso equivale a uma variação de 15,86% e uma diferença de (R$ -0,547). A região com o maior preço médio foi a leste com R$ 3,762, e a com menor preço médio foi a oeste com R$ 3,810.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Nobre disse:

    Com a palavra os comentaristas, que pensam que os donos de postos são ladrões bandidos.

    • JBBatista. disse:

      Pela quantidade de redução de preço dada pelo governo federal ainda baixa mais, vc deve ser dono de posto ou não anda de veículo.

    • Nobre disse:

      Dono de veículos também.
      A se basear por isso que vc tem como parâmetro, o litro da gas em Natal, passa os cinco reais fácil.
      Dá uma passadinha lá no Sindposto que eles tem os números todos lá. Vc estuda e fica informado.

Com queda nos preços dos combustíveis, inflação do IPCA-15 é menor para julho desde 2017

Gasolina pressionou para baixo a prévia da inflação de julho — Foto: Licia Rubinstein/Agência IBGE Notícias

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), que é uma prévia da inflação oficial do país, ficou em 0,09% em julho, informou nesta terça-feira (23) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O índice ficou próximo ao registrado em junho (0,06%). É a menor taxa para o mês desde 2017 (-0,18%). Em julho de 2018, a taxa havia sido de 0,64%.

No ano, o IPCA-15 acumula alta de 2,42% e, em 12 meses, de 3,27%, resultado abaixo dos 3,84% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores e dos 4,53% registrados em julho de 2018.

Números do IPCA 15:

Julho de 2019: 0,09%
Junho de 2019: 0,06%
Julho de 2018: 0,64%
Acumulado no ano: 2,42%
Acumulado nos 12 meses: 3,27%

Influências

A queda nos preços dos combustíveis voltou a pressionar o índice para baixo, mesmo com os aumentos das passagens aéreas e da energia elétrica.

A maior influência negativa no índice de julho ficou com o grupo dos transportes, que caiu 0,44% em relação a junho, revertendo a alta de 0,25%.

Os transportes foram responsáveis pelos principais impactos individuais tanto para baixo, devido ao preço da gasolina, com queda de 2,79%, quanto para cima, por conta das passagens aéreas, que cresceram 18,1%.

Os demais combustíveis também tiveram recuo nos preços em julho, com o etanol a -4,55%, o óleo diesel a -1,59% e o gás veicular a -0,49%.

Já o grupo habitação, que subiu 0,43%, foi responsável pela maior influência positiva no IPCA-15, com destaque para a energia elétrica (1,13%), que teve a sexta alta seguida. O aumento deste mês foi devido à entrada em vigor da bandeira amarela, que onera as contas de luz em R$ 1,50 a cada 100 quilowatts-hora consumidos.

Entre os demais grupos que compõem o IPCA-15, alimentação e bebidas apresentou leve alta de 0,03%, após registrar queda de 0,64% em junho. Contribuíram a batata-inglesa (8,30%) e a cebola (12,81%).

O grupo despesas pessoais teve variação de 0,48%, ante 0,11% em junho, com destaque para cabeleireiro (0,82%), empregado doméstico (0,24%), manicure (0,25%) e excursão (4,47%).

Saúde e cuidados pessoais (0,34%) desacelerou em relação ao mês anterior (0,58%), especialmente por conta dos itens de higiene pessoal, cuja alta passou de 1,1% em junho para 0,14% em julho. O maior impacto individual no grupo veio do plano de saúde (0,8%).

Veja a variação de todos os grupos:

Alimentação e bebidas: 0,03
Habitação: 0,43
Artigos de residência: -0,06
Vestuário: -0,19
Transportes: -0,44
Saúde e cuidados pessoais: 0,34
Despesas pessoais: 0,48
Educação: 0,12
Comunicação: 0,14

Por regiões

Duas regiões tiveram deflação em julho: Goiânia e São Paulo. O menor índice foi no município de Goiânia (-0,19%), em função da queda no preço da gasolina (-3,35%). São Paulo teve deflação de 0,06%. Já o maior resultado foi na região metropolitana do Rio de Janeiro (0,26%), devido à alta das passagens aéreas (22,93%). Belém e Brasília vêm em seguida: 0,25% e 0,22%, respectivamente.

O IPCA-15

Para o cálculo do IPCA-15, os preços foram coletados entre 13 de junho e 12 de julho de 2019 (referência) e comparados com aqueles vigentes entre 16 de maio e 12 de junho de 2019 (base).

O indicador refere-se às famílias com rendimento de 1 a 40 salários mínimos e abrange as regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, São Paulo, Belém, Fortaleza, Salvador e Curitiba, além de Brasília e Goiânia. A metodologia utilizada é a mesma do IPCA, a diferença está no período de coleta dos preços e na abrangência geográfica.

O IPCA-15 difere do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) apenas no período de coleta, que abrange do dia 16 do mês anterior ao 15 do mês de referência, além da abrangência geográfica.

G1

 

PROCON Natal constata manutenção no preço dos combustíveis, apesar do aumento nas refinarias; veja ranking com os postos mais baratos da cidade

O PROCON NATAL (Instituto Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor de Natal) realizou pesquisa de combustíveis na segunda quinzena de novembro, constatando que houve variação mínima nos preços, tendo os valores permanecido quase inalterados. A estabilidade dos preços se deram em meio à décima terceira semana seguida de aumento determinado pela Petrobras em razão da política de preços da companhia ter adotado o sistema de paridade com o mercado internacional desde 2017.

De todos os combustíveis pesquisados, apenas o Diesel teve variação média para mais acima de 1%. O PROCON NATAL recomenda aos consumidores no entanto que que sempre pesquise antes de abastecer porque se o preço de um mês para outro não mostrou grandes alterações, foram encontradas enormes diferenças entre os postos mais baratos e os mais caros.

A pesquisa completa e um ranking com os postos mais baratos da cidade podem ser encontrados na página:www.natalrn.gov.br/procon.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Dr. Veneno disse:

    Os postos não reajustaram os preços pq a Petrobrás já voltou a reduzir o preço da gasolina, ontem, sexta.
    Se os postos tivessem repassado ao consumidor todas as baixas q a Petrobrás deu no preço da gasolina, está deveria está sendo vendida na casa de R$ 3,65/L.
    A cadeia distribuidoras/postos aumentaram seus livros de R$ 0,54/L de gasolina para R$ 0,93, e a mídia não explora isso.

  2. François Cevert disse:

    E o gás natural veicular ninguém comenta nada, passou de RS 2,90, antes da greve dos caminhoneiros, pra RS 3,50, já está mais caro que um litro de álcool, qual seria a justificativa se é que ela existe ?

    • Zeca disse:

      Privatizar a Petrobrás, pelo menos o país não precisaria investir capital que poderia ser usado em infraestrutura, evitaria a corrupção sistêmica dos petralhas, sem contar que com o dinheiro da privatização daria um fôlego, além do mais geraria imposto de produção, uma dádiva!

    • Breno disse:

      Zeca, nao fala besteira. A gasolina sai da refinaria por 1,4 reais. O resto q vc paga é imposto federal e estadual (30% só de icms no RN).
      Procura saber quanto a BR dá de lucro ao país além de patrocinar nossa cultura e o social.
      Os corruptos precisam ser presos. 99,9% da empresa são honestos e trabalhadores.

Petrobras reduz gasolina em 0,5% e aumenta diesel em 1,9% nesta sexta

A Petrobras vai reduzir o preço da gasolina a partir desta sexta-feira, 25, em 0,5% nas refinarias e elevar o diesel em 1,9% na mesma data. A nova política de revisão de preços foi divulgada pela petroleira no dia 30 de junho. Com o novo modelo, a Petrobras espera acompanhar as condições do mercado e enfrentar a concorrência de importadores.

Em vez de esperar um mês para ajustar seus preços, a Petrobras agora avalia todas as condições do mercado para se adaptar, o que pode acontecer diariamente. Além da concorrência, na decisão de revisão de preços, pesam as informações sobre o câmbio e as cotações internacionais.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. AUGUSTO disse:

    SEGUNDA AUMENTA 0,6

Comissão rejeita atribuir à ANP a fiscalização de abuso em preços de combustível

A Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados rejeitou o Projeto de Lei 3811/15, do deputado César Halum (PRB-TO), que transfere para a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), a competência de fiscalizar a cobrança de preços abusivos em combustíveis.

Hoje, a agência apenas monitora os valores praticados no mercado, por meio de uma pesquisa semanal – o Levantamento de Preços e de Margens de Comercialização de Combustíveis, que abrange gasolina comum, etanol, óleo diesel não aditivado, gás natural veicular (GNV) e gás liquefeito de petróleo (GLP).

A ideia do autor é proteger os interesses econômicos do consumidor e reprimir aos abusos praticados no mercado.

No entanto, o relator da matéria, deputado Simão Sessim (PP-RJ) discordou da iniciativa. Segundo ele, já existem órgãos suficientes para fiscalizar e coibir condutas prejudiciais ao consumidor. “É uma redundância atribuir a mesma competência a mais uma instituição, quando melhor seria se aquelas já responsáveis pela fiscalização a fizessem de forma efetiva”, disse.

Ele observou ainda que, desde 2002, vigora no País regime de liberdade de preços em toda a cadeia de produção, distribuição e comercialização de combustíveis. Com isso, é proibido qualquer tipo de tabelamento, valores máximos e mínimos, participação do governo na formação de preços, ou necessidade de autorização prévia para reajustes de preços de combustíveis.

Antes de aprovar o relatório de Simão Sessim, a comissão rejeitou o parecer do deputado Antonio Carlos Mendes Thame (PV-SP) que defendia o projeto.

Tramitação

A proposta será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Em seguida, será apreciada pelo Plenário.

Petrobras anuncia redução do preço da gasolina em 0,1% e do diesel em 1,8%

Após um anúncio de alta, a Petrobras decidiu reajustar para baixo os preços dos combustíveis a partir desta quarta-feira, dia 23, nas refinarias. A redução da gasolina será de 0,1% e a do diesel, 1,8%.

A nova política de revisão de preços foi divulgada pela petroleira no dia 30 de junho. Com o novo modelo, a Petrobras espera acompanhar as condições do mercado e enfrentar a concorrência de importadores.

Em vez de esperar um mês para ajustar seus preços, a Petrobras agora avalia todas as condições do mercado para se adaptar, o que pode acontecer diariamente. Além da concorrência, na decisão de revisão de preços, pesam as informações sobre o câmbio e as cotações internacionais.

Petrobras reajusta gasolina em 3,3% e diesel em 2,3% nesta terça-feira

A Petrobras vai elevar os preços da gasolina em 3,3% e do diesel em 2,3% a partir desta terça-feira, dia 22 de agosto. A nova política de revisão de preços foi divulgada pela petroleira no dia 30 de junho. Com o novo modelo, a Petrobras espera acompanhar as condições do mercado e enfrentar a concorrência de importadores.

Em vez de esperar um mês para ajustar seus preços, a Petrobras agora avalia todas as condições do mercado para se adaptar, o que pode acontecer diariamente. Além da concorrência, na decisão de revisão de preços, pesam as informações sobre o câmbio e as cotações internacionais.

Venda de combustíveis no mercado brasileiro caiu em 2015

gasolina-precio-de-gasolinaAs vendas de combustíveis no mercado brasileiro registraram queda de 1,9% em 2015, somando 141,811 bilhões de litros na comparação com o ano anterior, quando atingiram 144,541 bilhões de litros. Os dados foram divulgados hoje (2), no Rio, pelo superintendente adjunto de abastecimento da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Rubens Freitas, durante o 11º Seminário de Avaliação do Mercado de Derivados de Petróleo e Biocombustíveis da ANP.

“Esperamos que seja um comportamento em função da própria queda da economia. Acredito que deve espelhar o que aconteceu ao longo de 2015”, afirmou o diretor da ANP, Waldyr Barroso, sobre a expectativa de vendas de combustíveis para este ano.

Gasolina

A comercialização de gasolina C alcançou 41,137 bilhões de litros, enquanto que em 2014, foram vendidos 44,364 bilhões de litros. O resultado representa queda de 7,3%. Também houve redução (4,7%) na comercialização do diesel B, passando de 60,032 bilhões de litros para 57,211 bilhões de litros, na comparação do mesmo período.

Rubens Freitas informou que a dependência externa de gasolina pelo Brasil está em torno de 30 mil barris/dia e, embora, possa parecer pouco, não se deve relaxar, porque dependendo da situação o nível pode aumentar. Ele informou que o Brasil tem a média de 0,3 automóvel para cada habitante, o que significa menos da metade de países do primeiro mundo.

“Então, é uma demanda reprimida gigantesca, e qualquer programa de crescimento do PIB, associado à redistribuição de renda, ou qualquer R$ 200 a mais por mês que se coloque na conta de 100 milhões de brasileiros de classe C e D, isso vai refletir de uma forma exponencial no consumo de ciclo Otto [etanol hidratado e gasolina C]. Há uma demanda reprimida.”

Fonte: Agência Brasil

E agora…? Procon do DF afirma que não é atribuição do órgão fiscalizar preço de combustível

A discussão sobre o preço de combustível ocorre em todo país. No Distrito Federal, a direção do Procon afirmou que não é atribuição do órgão fiscalizar preço. A Agência Nacional de Petróleo (ANP) reafirmou que o “preço é livre e atribuição de cada revendedor”.

Veja matéria completa na Agência Brasil:

Brasília – Postos de combustíveis do Distrito Federal (DF) iniciaram 2014 com leve majoração no preço médio da gasolina, que passou de R$ 3,06 para R$ 3,09 – menos de um mês depois do aumento autorizado, no início de dezembro, que elevara o preço médio do litro do combustível de R$ 2,99 para R$ 3,06.

Como não houve anúncio do novo aumento, os consumidores procuram explicações que justifiquem o ajuste para cima, mas não obtêm resposta adequada. Procurada, a Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) diz, por meio de sua assessoria, que o preço é liberado, e não fiscaliza preços de combustíveis.

Liberdade que vigora desde 2002 em toda a cadeia de produção e comercialização, de acordo com a Lei 9.990/2000. Não há, portanto, qualquer participação do governo na formação de preços; não há tabelamento, com preços máximos e mínimos, nem necessidade de autorização prévia para reajustes de preços de combustíveis.

O Procon-DF também informa que não pode estipular preços, nem lhe cabe apurar a existência de possível cartel de preços nos postos. Apenas orienta que o consumidor fique atento e pesquise onde a gasolina está menos cara. Procurado, o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) orienta ir ao Procon.

O Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis e Lubrificantes do DF (Sindicombustíveis) informou que eventuais reajustes são de inteira responsabilidade dos donos de postos, mas prometeu divulgar nota esclarecedora sobre o assunto ainda hoje, o que não ocorreu até as 19h35.

Os gerentes dos postos dizem apenas que receberam instrução dos patrões. Caso de Márcio Pontes, do Posto BR, segundo quem “a gente só recebe a ligação falando do aumento e reajustamos aqui”. No Posto Ipiranga da 210 Norte, o gerente não quis se identificar e deu informação semelhante: “A gente recebe a ordem da empresa para aumentar e aumenta, agora porque está aumentando a gente não sabe”.

Enquanto isso, os usuários não têm como fugir, de acordo com o aposentado Paulo César Oliveira de Andrade. Ao abastecer no Posto BR da 103 Norte, ele disse que “você pesquisa, vai a qualquer bandeira e é o mesmo valor. Não adianta, só gasta gasolina. Então, é melhor ir perto de casa mesmo”. Mas reclama que “tem que haver fiscalização, porque eles [donos dos postos] fazem o que querem”.

Não tem como fugir mesmo, segundo a empresária Elmara Roseiro. Ela declarou que procura alternativas como ônibus e metrô, quando tem aumento, mas como “os serviços públicos de transporte deixam a desejar”, acaba usando o carro.

Para o advogado Carlos Menezes, os R$ 0,03 adicionais ao preço da gasolina pode estar relacionado ao abastecimento da gasolina S-50, que reduz a emissão de enxofre na atmosfera em 94%, e está chegando aos postos do DF desde o último dia 7.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Laissa Regia disse:

    Esse Ney Jr. é um verdadeiro sem noção em querer ditar preços dos combustíveis no RN sem ter nenhum estudo e sem ter noção do princípio basilar de que o comércio é livre, usa isso como palanque eleitoral e alguns eleitores ainda caem nessa baboseira falada por esse cidadão.

  2. Carlos Rangel disse:

    Já pensou se o procon fosse ditar o preço dos apartamentos, pratos em restaurantes… quem dita isso é o mercado. O negócio é que postos, são poucos produtos e no RN existe a ideia de um possível cartel. O ICMS da paraíba(7%) e o RN (17%), então não se compara.

    • Mauro disse:

      Se o diretor do Procon tá querendo aparecer ou não pouco me interessa, já que não voto nele mesmo, agora o assunto principal deve ser mantido: HÁ POSTOS ABUSANDO DOS PREÇOS DOS COMBUSTÍVEIS SIM, pois o que explica uma diferença de até 15 centavos se o imposto é o mesmo para todos? De minha parte vou fazer o que acho certo: abastecer onde se cobra menos. O resto perdeu minha preferência.

  3. verdade disse:

    boicote a postos br… é o melhor a se fazer…

    • francisco das c a costa disse:

      INCRIVEL, COMO SÓ TE M COMENTÁRIOS A FAVOR DOS COMBUSTIVEIS. ESTRANHO. POR QUE? TÁ CERTO QUE O PROCON NÃO POSSA, MAIS TÁ MUITO ESTRANHO , TÃO GOSTANDO DO PRECISINHO DOS COMBUSTIVEIS, HEM? DEVEM SER DONOS DE POSTOS.