Projeto que garante qualidade dos combustíveis nos postos é aprovado na Câmara Municipal de Natal

A garantia da qualidade dos combustíveis comercializados nos postos de Natal foi tema de debate na Câmara Municipal durante a Sessão Ordinária desta quarta-feira (25). Os parlamentares debateram e apreciaram o Projeto de Lei N° 174/2018, de autoria do vereador Felipe Alves (MDB), que determina que os estabelecimentos de revenda de combustível da cidade que não possuem a bandeira do distribuidor, deverão informar aos clientes a marca comercial de distribuição ou sua razão social. O objetivo é evitar que produtos adulterados e/ou de má qualidade sejam oferecidos aos motoristas.

“O Projeto busca defender o direito do consumidor à informação. Nós sabemos que temos hoje um grande problema quanto aos combustíveis adulterados, que não se tem uma boa procedência e em razão dessa questão o consumidor deve ter todas as informações para poder fazer a melhor escolha e ter os maiores cuidados. Então para isso apresentamos esse Projeto de Lei, que determina que os postos de gasolina exibam qual é a origem do combustível, a bandeira do totem, garantindo informação e proteção ao consumidor”, explicou Felipe Alves.

Também foi aprovado por unanimidade o Projeto de Lei N° 214/2019, de autoria do vereador Ney Lopes Júnior (PSD), que tem como objetivo garantir a segurança das crianças em eventos públicos e privados realizados na capital potiguar disciplinando a entrada e circulação das crianças nesses ambientes.

“Hoje é muito comum nós assistirmos, sobretudo casos de crianças que se perdem em eventos de grande dimensão causando grandes transtornos para elas e para os seus pais. Então esse Projeto apresentado é no sentido de prevenir que as crianças passem por situações como essas. O procedimento se dará por qualquer tipo de identificação, tipo uma pulseira, uma etiqueta, uma roupa, constando o nome dos pais e telefone de contato para que quem encontre a criança ou o adolescente possa entrar em contato com os responsáveis para informar o local onde elas estão e como estão”, destacou Ney.

Projeto para idosos

De autoria do vereador Bispo Francisco de Assis (REPUB), o Legislativo municipal também aprovou o Projeto de Lei N° 277/2017, que garante a isenção de 50% no pagamento de taxa de inscrição para pessoas idosas com renda de até dois salários mínimos, em toda e qualquer competição esportiva do município de Natal. “O idoso já contribuiu muito para o nosso país e trabalhou muito e tem algumas prerrogativas, como por exemplo, não pagar a passagem depois dos sessenta anos, entre outros benefícios. Então quando diminuímos para 50% o valor das taxas para projetos esportivos nós estamos incentivando a vida, porque o esporte é vida, para que esse idoso possa participar de competições, eventos do tipo e garantir mais qualidade de vida”, disse o Bispo.

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. ara disse:

    Tá certíssimo o vereador,. ANP é uma agência reguladora que emite no máximo Resoluções que são atos administrativos que não se sobrepõem a uma Lei

  2. Só olhando disse:

    É raro uma lei que seja útil saindo dos nossos políticos.

    A ANP já exige isso é só alguém denunciar caso seja descumprido.

  3. Pedro disse:

    Isso já é exigido pela ANP, falta de esclarecimento desse vereador.

    • Hbbeto disse:

      Já existe legislação pra tudo no Brasil; o que falta é fiscalização do cumprimento e não mais leis.

ANP se diz atenta quanto a abusos em preços de combustíveis no Brasil

Foto: Marcello Casal jr/Agência Brasil

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) informou, por meio de nota, que está “atenta” para possíveis cobranças abusivas por combustíveis no Brasil. A cotação internacional do petróleo sofreu uma alta depois de ataques a uma refinaria na Arábia Saudita, na semana passada.

Segundo a nota da ANP, os preços no Brasil são “livres, por lei, em todas as etapas da cadeia: produção, distribuição e revenda. Diante de denúncias de preços abusivos, a ANP faz ações de campo para confirmar essas suspeitas. Quando constata a prática de preços abusivos, a agência atua em conjunto com os Procons para penalizar os infratores”.

Na última segunda-feira (16), a Petrobras divulgou nota informando que também está monitorando a cotação internacional do petróleo, mas que, até aquele momento, não havia previsão de reajustar o preço dos combustíveis.

Agência Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Salvan disse:

    Bg estou vendo um aumento em média de 35 centavos nós preços dos combustíveis hoje, não vi a Petrobrás fala em aumento. O que está avendo.

  2. O CONSUMIDOR INCONFORMADO. disse:

    É um absurdo o gás natural estar cartelizado aqui em nossa região metropolitana…tinha postos de gasolina vendendo esse combustivel na faixa de $ 3.50 e automaticamente aproveitaram no dia de ontem, passou para $ 3,69 em todo os postos que passei para abastecer de Natal a Parnamirim…Agora pergunto? Cadê os Órgãos de defesa do consumidor que não vêem esse absurdo nas costas do trabalhador?

  3. Souzão disse:

    Então, porque o preço do etanol sobe acompanhando o preço da gasolina, se são fontes bem diferentes???

    • Clodoaldo disse:

      o álcool sobe também pra não servir de alternativa para o abastecimento dos veículos, é somente usura

Procon Natal registra redução de preços em todos os combustíveis pesquisados

Foto: Ilustrativa

Em pesquisa realizada pelo Instituto Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor de Natal – Procon Natal – no dia 12 de agosto, em 70 postos das quatro regiões da capital potiguar, encontrou-se queda de preço significativa dos combustíveis pesquisados. O levantamento registrou, pelo segundo mês consecutivo, essa tendência de redução. A gasolina comum teve a maior queda entre os itens analisados com -2,62%, mas com uma variação entre o maior e menor preço nas bombas de 7,25%. No mês de julho, o Núcleo de pesquisa do órgão realizou duas análises: a primeira no dia 08, com preço médio de R$ 4,561 e a segunda, no dia 22, com valor de R$ 4,359. A pesquisa encontrou, ainda, o preço médio da gasolina nas bombas sendo vendido aos consumidores natalenses a R$ 4,245.

No entanto, observa, que mesmo com as constantes reduções das últimas pesquisas, encontra preços altos sendo praticados em alguns postos da cidade. Desse modo, orienta aos natalenses que, antes de abastecer, devem fazer pesquisa, uma vez que existem revendedores com preços atrativos para o consumidor consciente. Sendo assim, sugere que procurem no seu endereço eletrônico www.natal.rn.gov.br/procon o ranking com endereço e região dos 10 postos mais baratos, assim como planilha com as variações de maior e menor preços encontrados pela pesquisa.

GASOLINA COMUM

A região com gasolina mais barata foi a oeste, com média de R$ 4,191, onde foram encontrados os menores preços da cidade – R$ 4,140 nos bairros de Cidade de Esperança, Cidade Nova e Felipe Camarão. Já a região com os maiores preços, em média, foi a leste com o valor de R$ 4,267. O maior valor encontrado – R$ 4,440 – foi na Ribeira.

GÁS VEICULAR

O Gás Veicular acompanhou os demais combustíveis com variação negativa. Na pesquisa anterior, o preço médio encontrado foi de R$ 3,535, e em agosto foi de R$ 3,528, o que equivale a uma redução de R$ -0,007 ou 0,20%. O maior preço encontrado pela pesquisa foi de R$ 3,599 e o menor R$ 3,490 e isso equivale a uma variação de 3,12% e R$ -0,109. O menor preço constatado foi de R$ 3,490 na zona oeste, em Felipe Camarão e bairro Nordeste; na zona norte, no bairro Potengi; e também na região sul, no bairro de Lagoa Seca. No entanto, a menor média foi na oeste com R$ 3,513 e a maior média encontrada foi a leste com R$ 3,553. O maior preço encontrado foi de R$ 3,590 na zona norte, no Potengi.

ETANOL

O etanol também teve variação negativa de (-0,73%) seguindo a mesma tendência de julho, em que nas duas pesquisas realizadas teve variação negativa de (-2,08%). O etanol apresentou variação de 22,83% no comparativo entre o maior e o menor preço no mês de agosto, sendo o maior preço encontrado a R$ 3,997 e o menor preço a R$ 3,245 e isso equivale a uma diferença de R$ -0,752. A região com a maior média encontrada pela pesquisa foi a região sul com R$ 3,672. Já o maior preço foi de R$ 3,997 na região norte, no bairro da Redinha, e o menor preço foi também na região norte, de R$ 3,245 no bairro de Potengi.

DIESEL COMUM

Para o Diesel comum o percentual encontrado nas bombas pela pesquisa foi de 1%, sendo o mais alto em relação aos demais pesquisados uma vez que todos ficaram abaixo da porcentagem encontrada pela pesquisa. O preço médio no mês de julho de R$ 3,733 e a média do mês anterior na segunda pesquisa de junho foi de R$ 3,696 e isso representa um aumento de (R$ -0,037) centavos de reais por litro, o maior preço encontrado foi de R$ 3,997 no bairro de Igapó, na região norte, e o menor foi de R$ 3,450 nos bairros de Cidade Nova e Cidade de Esperança, na região oeste. Isso equivale a uma variação de 15,86% e uma diferença de (R$ -0,547). A região com o maior preço médio foi a leste com R$ 3,762, e a com menor preço médio foi a oeste com R$ 3,810.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Nobre disse:

    Com a palavra os comentaristas, que pensam que os donos de postos são ladrões bandidos.

    • JBBatista. disse:

      Pela quantidade de redução de preço dada pelo governo federal ainda baixa mais, vc deve ser dono de posto ou não anda de veículo.

    • Nobre disse:

      Dono de veículos também.
      A se basear por isso que vc tem como parâmetro, o litro da gas em Natal, passa os cinco reais fácil.
      Dá uma passadinha lá no Sindposto que eles tem os números todos lá. Vc estuda e fica informado.

Com queda nos preços dos combustíveis, inflação do IPCA-15 é menor para julho desde 2017

Gasolina pressionou para baixo a prévia da inflação de julho — Foto: Licia Rubinstein/Agência IBGE Notícias

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), que é uma prévia da inflação oficial do país, ficou em 0,09% em julho, informou nesta terça-feira (23) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O índice ficou próximo ao registrado em junho (0,06%). É a menor taxa para o mês desde 2017 (-0,18%). Em julho de 2018, a taxa havia sido de 0,64%.

No ano, o IPCA-15 acumula alta de 2,42% e, em 12 meses, de 3,27%, resultado abaixo dos 3,84% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores e dos 4,53% registrados em julho de 2018.

Números do IPCA 15:

Julho de 2019: 0,09%
Junho de 2019: 0,06%
Julho de 2018: 0,64%
Acumulado no ano: 2,42%
Acumulado nos 12 meses: 3,27%

Influências

A queda nos preços dos combustíveis voltou a pressionar o índice para baixo, mesmo com os aumentos das passagens aéreas e da energia elétrica.

A maior influência negativa no índice de julho ficou com o grupo dos transportes, que caiu 0,44% em relação a junho, revertendo a alta de 0,25%.

Os transportes foram responsáveis pelos principais impactos individuais tanto para baixo, devido ao preço da gasolina, com queda de 2,79%, quanto para cima, por conta das passagens aéreas, que cresceram 18,1%.

Os demais combustíveis também tiveram recuo nos preços em julho, com o etanol a -4,55%, o óleo diesel a -1,59% e o gás veicular a -0,49%.

Já o grupo habitação, que subiu 0,43%, foi responsável pela maior influência positiva no IPCA-15, com destaque para a energia elétrica (1,13%), que teve a sexta alta seguida. O aumento deste mês foi devido à entrada em vigor da bandeira amarela, que onera as contas de luz em R$ 1,50 a cada 100 quilowatts-hora consumidos.

Entre os demais grupos que compõem o IPCA-15, alimentação e bebidas apresentou leve alta de 0,03%, após registrar queda de 0,64% em junho. Contribuíram a batata-inglesa (8,30%) e a cebola (12,81%).

O grupo despesas pessoais teve variação de 0,48%, ante 0,11% em junho, com destaque para cabeleireiro (0,82%), empregado doméstico (0,24%), manicure (0,25%) e excursão (4,47%).

Saúde e cuidados pessoais (0,34%) desacelerou em relação ao mês anterior (0,58%), especialmente por conta dos itens de higiene pessoal, cuja alta passou de 1,1% em junho para 0,14% em julho. O maior impacto individual no grupo veio do plano de saúde (0,8%).

Veja a variação de todos os grupos:

Alimentação e bebidas: 0,03
Habitação: 0,43
Artigos de residência: -0,06
Vestuário: -0,19
Transportes: -0,44
Saúde e cuidados pessoais: 0,34
Despesas pessoais: 0,48
Educação: 0,12
Comunicação: 0,14

Por regiões

Duas regiões tiveram deflação em julho: Goiânia e São Paulo. O menor índice foi no município de Goiânia (-0,19%), em função da queda no preço da gasolina (-3,35%). São Paulo teve deflação de 0,06%. Já o maior resultado foi na região metropolitana do Rio de Janeiro (0,26%), devido à alta das passagens aéreas (22,93%). Belém e Brasília vêm em seguida: 0,25% e 0,22%, respectivamente.

O IPCA-15

Para o cálculo do IPCA-15, os preços foram coletados entre 13 de junho e 12 de julho de 2019 (referência) e comparados com aqueles vigentes entre 16 de maio e 12 de junho de 2019 (base).

O indicador refere-se às famílias com rendimento de 1 a 40 salários mínimos e abrange as regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, São Paulo, Belém, Fortaleza, Salvador e Curitiba, além de Brasília e Goiânia. A metodologia utilizada é a mesma do IPCA, a diferença está no período de coleta dos preços e na abrangência geográfica.

O IPCA-15 difere do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) apenas no período de coleta, que abrange do dia 16 do mês anterior ao 15 do mês de referência, além da abrangência geográfica.

G1

 

PROCON Natal constata manutenção no preço dos combustíveis, apesar do aumento nas refinarias; veja ranking com os postos mais baratos da cidade

O PROCON NATAL (Instituto Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor de Natal) realizou pesquisa de combustíveis na segunda quinzena de novembro, constatando que houve variação mínima nos preços, tendo os valores permanecido quase inalterados. A estabilidade dos preços se deram em meio à décima terceira semana seguida de aumento determinado pela Petrobras em razão da política de preços da companhia ter adotado o sistema de paridade com o mercado internacional desde 2017.

De todos os combustíveis pesquisados, apenas o Diesel teve variação média para mais acima de 1%. O PROCON NATAL recomenda aos consumidores no entanto que que sempre pesquise antes de abastecer porque se o preço de um mês para outro não mostrou grandes alterações, foram encontradas enormes diferenças entre os postos mais baratos e os mais caros.

A pesquisa completa e um ranking com os postos mais baratos da cidade podem ser encontrados na página:www.natalrn.gov.br/procon.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Dr. Veneno disse:

    Os postos não reajustaram os preços pq a Petrobrás já voltou a reduzir o preço da gasolina, ontem, sexta.
    Se os postos tivessem repassado ao consumidor todas as baixas q a Petrobrás deu no preço da gasolina, está deveria está sendo vendida na casa de R$ 3,65/L.
    A cadeia distribuidoras/postos aumentaram seus livros de R$ 0,54/L de gasolina para R$ 0,93, e a mídia não explora isso.

  2. François Cevert disse:

    E o gás natural veicular ninguém comenta nada, passou de RS 2,90, antes da greve dos caminhoneiros, pra RS 3,50, já está mais caro que um litro de álcool, qual seria a justificativa se é que ela existe ?

    • Zeca disse:

      Privatizar a Petrobrás, pelo menos o país não precisaria investir capital que poderia ser usado em infraestrutura, evitaria a corrupção sistêmica dos petralhas, sem contar que com o dinheiro da privatização daria um fôlego, além do mais geraria imposto de produção, uma dádiva!

    • Breno disse:

      Zeca, nao fala besteira. A gasolina sai da refinaria por 1,4 reais. O resto q vc paga é imposto federal e estadual (30% só de icms no RN).
      Procura saber quanto a BR dá de lucro ao país além de patrocinar nossa cultura e o social.
      Os corruptos precisam ser presos. 99,9% da empresa são honestos e trabalhadores.

Petrobras reduz gasolina em 0,5% e aumenta diesel em 1,9% nesta sexta

A Petrobras vai reduzir o preço da gasolina a partir desta sexta-feira, 25, em 0,5% nas refinarias e elevar o diesel em 1,9% na mesma data. A nova política de revisão de preços foi divulgada pela petroleira no dia 30 de junho. Com o novo modelo, a Petrobras espera acompanhar as condições do mercado e enfrentar a concorrência de importadores.

Em vez de esperar um mês para ajustar seus preços, a Petrobras agora avalia todas as condições do mercado para se adaptar, o que pode acontecer diariamente. Além da concorrência, na decisão de revisão de preços, pesam as informações sobre o câmbio e as cotações internacionais.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. AUGUSTO disse:

    SEGUNDA AUMENTA 0,6

Comissão rejeita atribuir à ANP a fiscalização de abuso em preços de combustível

A Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados rejeitou o Projeto de Lei 3811/15, do deputado César Halum (PRB-TO), que transfere para a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), a competência de fiscalizar a cobrança de preços abusivos em combustíveis.

Hoje, a agência apenas monitora os valores praticados no mercado, por meio de uma pesquisa semanal – o Levantamento de Preços e de Margens de Comercialização de Combustíveis, que abrange gasolina comum, etanol, óleo diesel não aditivado, gás natural veicular (GNV) e gás liquefeito de petróleo (GLP).

A ideia do autor é proteger os interesses econômicos do consumidor e reprimir aos abusos praticados no mercado.

No entanto, o relator da matéria, deputado Simão Sessim (PP-RJ) discordou da iniciativa. Segundo ele, já existem órgãos suficientes para fiscalizar e coibir condutas prejudiciais ao consumidor. “É uma redundância atribuir a mesma competência a mais uma instituição, quando melhor seria se aquelas já responsáveis pela fiscalização a fizessem de forma efetiva”, disse.

Ele observou ainda que, desde 2002, vigora no País regime de liberdade de preços em toda a cadeia de produção, distribuição e comercialização de combustíveis. Com isso, é proibido qualquer tipo de tabelamento, valores máximos e mínimos, participação do governo na formação de preços, ou necessidade de autorização prévia para reajustes de preços de combustíveis.

Antes de aprovar o relatório de Simão Sessim, a comissão rejeitou o parecer do deputado Antonio Carlos Mendes Thame (PV-SP) que defendia o projeto.

Tramitação

A proposta será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Em seguida, será apreciada pelo Plenário.

Petrobras anuncia redução do preço da gasolina em 0,1% e do diesel em 1,8%

Após um anúncio de alta, a Petrobras decidiu reajustar para baixo os preços dos combustíveis a partir desta quarta-feira, dia 23, nas refinarias. A redução da gasolina será de 0,1% e a do diesel, 1,8%.

A nova política de revisão de preços foi divulgada pela petroleira no dia 30 de junho. Com o novo modelo, a Petrobras espera acompanhar as condições do mercado e enfrentar a concorrência de importadores.

Em vez de esperar um mês para ajustar seus preços, a Petrobras agora avalia todas as condições do mercado para se adaptar, o que pode acontecer diariamente. Além da concorrência, na decisão de revisão de preços, pesam as informações sobre o câmbio e as cotações internacionais.

Petrobras reajusta gasolina em 3,3% e diesel em 2,3% nesta terça-feira

A Petrobras vai elevar os preços da gasolina em 3,3% e do diesel em 2,3% a partir desta terça-feira, dia 22 de agosto. A nova política de revisão de preços foi divulgada pela petroleira no dia 30 de junho. Com o novo modelo, a Petrobras espera acompanhar as condições do mercado e enfrentar a concorrência de importadores.

Em vez de esperar um mês para ajustar seus preços, a Petrobras agora avalia todas as condições do mercado para se adaptar, o que pode acontecer diariamente. Além da concorrência, na decisão de revisão de preços, pesam as informações sobre o câmbio e as cotações internacionais.

Venda de combustíveis no mercado brasileiro caiu em 2015

gasolina-precio-de-gasolinaAs vendas de combustíveis no mercado brasileiro registraram queda de 1,9% em 2015, somando 141,811 bilhões de litros na comparação com o ano anterior, quando atingiram 144,541 bilhões de litros. Os dados foram divulgados hoje (2), no Rio, pelo superintendente adjunto de abastecimento da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Rubens Freitas, durante o 11º Seminário de Avaliação do Mercado de Derivados de Petróleo e Biocombustíveis da ANP.

“Esperamos que seja um comportamento em função da própria queda da economia. Acredito que deve espelhar o que aconteceu ao longo de 2015”, afirmou o diretor da ANP, Waldyr Barroso, sobre a expectativa de vendas de combustíveis para este ano.

Gasolina

A comercialização de gasolina C alcançou 41,137 bilhões de litros, enquanto que em 2014, foram vendidos 44,364 bilhões de litros. O resultado representa queda de 7,3%. Também houve redução (4,7%) na comercialização do diesel B, passando de 60,032 bilhões de litros para 57,211 bilhões de litros, na comparação do mesmo período.

Rubens Freitas informou que a dependência externa de gasolina pelo Brasil está em torno de 30 mil barris/dia e, embora, possa parecer pouco, não se deve relaxar, porque dependendo da situação o nível pode aumentar. Ele informou que o Brasil tem a média de 0,3 automóvel para cada habitante, o que significa menos da metade de países do primeiro mundo.

“Então, é uma demanda reprimida gigantesca, e qualquer programa de crescimento do PIB, associado à redistribuição de renda, ou qualquer R$ 200 a mais por mês que se coloque na conta de 100 milhões de brasileiros de classe C e D, isso vai refletir de uma forma exponencial no consumo de ciclo Otto [etanol hidratado e gasolina C]. Há uma demanda reprimida.”

Fonte: Agência Brasil

E agora…? Procon do DF afirma que não é atribuição do órgão fiscalizar preço de combustível

A discussão sobre o preço de combustível ocorre em todo país. No Distrito Federal, a direção do Procon afirmou que não é atribuição do órgão fiscalizar preço. A Agência Nacional de Petróleo (ANP) reafirmou que o “preço é livre e atribuição de cada revendedor”.

Veja matéria completa na Agência Brasil:

Brasília – Postos de combustíveis do Distrito Federal (DF) iniciaram 2014 com leve majoração no preço médio da gasolina, que passou de R$ 3,06 para R$ 3,09 – menos de um mês depois do aumento autorizado, no início de dezembro, que elevara o preço médio do litro do combustível de R$ 2,99 para R$ 3,06.

Como não houve anúncio do novo aumento, os consumidores procuram explicações que justifiquem o ajuste para cima, mas não obtêm resposta adequada. Procurada, a Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) diz, por meio de sua assessoria, que o preço é liberado, e não fiscaliza preços de combustíveis.

Liberdade que vigora desde 2002 em toda a cadeia de produção e comercialização, de acordo com a Lei 9.990/2000. Não há, portanto, qualquer participação do governo na formação de preços; não há tabelamento, com preços máximos e mínimos, nem necessidade de autorização prévia para reajustes de preços de combustíveis.

O Procon-DF também informa que não pode estipular preços, nem lhe cabe apurar a existência de possível cartel de preços nos postos. Apenas orienta que o consumidor fique atento e pesquise onde a gasolina está menos cara. Procurado, o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) orienta ir ao Procon.

O Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis e Lubrificantes do DF (Sindicombustíveis) informou que eventuais reajustes são de inteira responsabilidade dos donos de postos, mas prometeu divulgar nota esclarecedora sobre o assunto ainda hoje, o que não ocorreu até as 19h35.

Os gerentes dos postos dizem apenas que receberam instrução dos patrões. Caso de Márcio Pontes, do Posto BR, segundo quem “a gente só recebe a ligação falando do aumento e reajustamos aqui”. No Posto Ipiranga da 210 Norte, o gerente não quis se identificar e deu informação semelhante: “A gente recebe a ordem da empresa para aumentar e aumenta, agora porque está aumentando a gente não sabe”.

Enquanto isso, os usuários não têm como fugir, de acordo com o aposentado Paulo César Oliveira de Andrade. Ao abastecer no Posto BR da 103 Norte, ele disse que “você pesquisa, vai a qualquer bandeira e é o mesmo valor. Não adianta, só gasta gasolina. Então, é melhor ir perto de casa mesmo”. Mas reclama que “tem que haver fiscalização, porque eles [donos dos postos] fazem o que querem”.

Não tem como fugir mesmo, segundo a empresária Elmara Roseiro. Ela declarou que procura alternativas como ônibus e metrô, quando tem aumento, mas como “os serviços públicos de transporte deixam a desejar”, acaba usando o carro.

Para o advogado Carlos Menezes, os R$ 0,03 adicionais ao preço da gasolina pode estar relacionado ao abastecimento da gasolina S-50, que reduz a emissão de enxofre na atmosfera em 94%, e está chegando aos postos do DF desde o último dia 7.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Laissa Regia disse:

    Esse Ney Jr. é um verdadeiro sem noção em querer ditar preços dos combustíveis no RN sem ter nenhum estudo e sem ter noção do princípio basilar de que o comércio é livre, usa isso como palanque eleitoral e alguns eleitores ainda caem nessa baboseira falada por esse cidadão.

  2. Carlos Rangel disse:

    Já pensou se o procon fosse ditar o preço dos apartamentos, pratos em restaurantes… quem dita isso é o mercado. O negócio é que postos, são poucos produtos e no RN existe a ideia de um possível cartel. O ICMS da paraíba(7%) e o RN (17%), então não se compara.

    • Mauro disse:

      Se o diretor do Procon tá querendo aparecer ou não pouco me interessa, já que não voto nele mesmo, agora o assunto principal deve ser mantido: HÁ POSTOS ABUSANDO DOS PREÇOS DOS COMBUSTÍVEIS SIM, pois o que explica uma diferença de até 15 centavos se o imposto é o mesmo para todos? De minha parte vou fazer o que acho certo: abastecer onde se cobra menos. O resto perdeu minha preferência.

  3. verdade disse:

    boicote a postos br… é o melhor a se fazer…

    • francisco das c a costa disse:

      INCRIVEL, COMO SÓ TE M COMENTÁRIOS A FAVOR DOS COMBUSTIVEIS. ESTRANHO. POR QUE? TÁ CERTO QUE O PROCON NÃO POSSA, MAIS TÁ MUITO ESTRANHO , TÃO GOSTANDO DO PRECISINHO DOS COMBUSTIVEIS, HEM? DEVEM SER DONOS DE POSTOS.

Procon Natal: veja ranking dos postos mais caros e baratos na capital e Nova Parnamirim

 

18193mais caros mais baratos preço por região

A primeira pesquisa de preço do combustível realizada pelo Instituto Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor de Natal (Procon Natal) depois do reajuste autorizado pelo governo federal, constatou variação considerável nos preços da gasolina comum, em relação ao mês de novembro. No comparativo entre o maior e o menor preço na capital, o combustível que apresentou maior diferença foi a Gasolina Aditivada (29,67%). A menor diferença foi da gasolina comum (5,60%).

A pesquisa foi realizada no dia 06 de dezembro junto a sessenta (60) postos de combustíveis de Natal e Nova Parnamirim.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Marcos disse:

    O posto Santana citado acima com o preço de R$ 2,84 não corresponde ao que paguei hoje quando abasteci meu carro, na bomba consta R$ 2,94 Gasolina Comum… Esse valor de R$ 2,84 não existe nesse posto…

  2. Fernando disse:

    SUGESTÂO:
    Já que voce divulgou os postos c/ os combustíveis mais caros, publique tambem os mais baratos .

  3. Paulo Almeida disse:

    O Posto da IPIRANGA, no cruzamento da Av. Jaguarari com Av. Amintas Barros, tá cobrando ABSURDOS R$ 3,03 no litro da gasolina!!!!! Vamos evitar abastecer nesse posto e procurar outros que também tenham o programa de Pontos KM de vantagem!

  4. CONSUMIDOR LESADO PELO ESTADO E PELOS EMPRESARIOS disse:

    O cartel é grande em Natal! esse donos de postos estão com a faca e o queijo na mão, parece até que há certas autoridades recebendo por fora desses empresários ? e o povo tomando fumo! MP cadê você?

  5. francisco das cacosta disse:

    pelas tabelinhas acima vê-se logo que não temos muito o que discutir. São três donos ou três organizações, que no frigir dos ovos e fazendo- uma média provavelmente o preço é igual em todas. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk, pois a descentralização das zonas cobrem o desconto, Norte, Leste e Oeste, saí em média 2,85 reais, sul e Parnamirim 2,89 reis em média.

  6. Marcos disse:

    Será que vale a pena cruzar a cidade gastando combustível em busca de uma economia de 10, 15 centavos por Litro? Se na matéria não constam os endereços dos postos, é porque se espera que as pessoas conheçam os postos que ficam mais próximos de suas casas. Eu pelo menos conheço todos os postos da zona norte em que abasteço; só não conheço a qualidade da gasolina e prefiro não conhecer pra não ter que deixar de andar de carro.

  7. Daniel disse:

    Isso é e sempre será um cartel ! nunca existirá concorrência…

  8. Larsen disse:

    A iniciativa aqui é a mais louvável possível! Mas está incompleta! Sem a localização de cada posto, essa informação perde muito em utilidade!

Pesquisa do Procon Natal aponta que preços de combustíveis apresenta variação média entre os postos de 5,60%

A primeira pesquisa de preço do combustível realizada pelo Instituto Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor de Natal (Procon Natal) depois do reajuste autorizado pelo governo federal, constatou variação considerável nos preços da gasolina comum, em relação ao mês de novembro. No comparativo entre o maior e o menor preço na capital, o combustível que apresentou maior diferença foi a Gasolina Aditivada (29,67%). A menor diferença foi da gasolina comum (5,60%).

A pesquisa foi realizada no dia 06 de dezembro junto a sessenta (60) postos de combustíveis de Natal e Nova Parnamirim.

GASOLINA COMUM

A diferença entre o maior (R$ 2,999) e o menor preço (R$ 2,84) da gasolina foi de 5,60%, valor esse que diminuiu em relação ao observado em novembro (5,78%).

O que chama a atenção, contudo, é o aumento do preço médio da gasolina comum no mês de dezembro em relação a novembro. Em dezembro o custo médio do combustível foi de R$ 2,95, enquanto que em novembro foi de R$ 2,85 (variação de 3,22%).

O menor preço constatado pela pesquisa foi R$ 2,84, no Posto Santana I, localizado na região Sul de Natal.
Entre as regiões, a Oeste foi, mais uma vez, a que apresentou o menor preço médio da gasolina comum (R$ 2,90). Já os maiores preços do combustível foram constatados, mais uma vez, na região Sul, na qual o valor médio foi de R$ 2,97. Dez centavos mais caro que os R$ 2,87 apresentados pela mesma região em novembro.

ETANOL

Hoje o preço do etanol corresponde a 83%do valor da gasolina. Apesar do valor ser menor do que o observado em novembro (85,26%), o combustível ainda não é indicado para o consumidor que possui veículo flex.Para ser vantajoso ao consumidor, o preço do etanol deve ser, no máximo, 70% do valor da gasolina.

O Etanol apresentou variação de cerca de 18,41% no comparativo entre o maior e o menor preço.

REGIÃO OESTE APRESENTOU MELHORES PREÇOS NOS COMBUSTÍVEIS ETANOL E GASOLINA COMUM, E REGIÃO LESTE APRESENTOU MELHORES PREÇOS NO DIESEL.

A região Norte apresentou os melhores preços de gasolina aditivada e de gás natural, sendo que neste empatou com a região Oeste.
variação de preço
Procon Natal vai solicitar aos postos justificativa dos valores cobrados

Considerando os valores médios cobrados pelos postos de combustíveis antes do aumento autorizado pelo governo federal, o Procon Natal entende que todo posto que cobrar acima de R$ 2,935 apresenta indícios de aumento abusivo. Diante disso, o Diretor Geral órgão, Kleber Fernandes, afirma que 36 postos serão notificados para que apresentem as justificativas para os valores cobrados, sob pena de serem autuados com base no artigo 39, inciso X do Código de Defesa do Consumidor.

Kleber Fernandes afirma que os postos terão prazo de 10 dias para apresentarem suas planilhas com as devidas justificativas. Caso fiquem constatados os abusos, os postos poderão sofrer as sanções administrativas previstas no artigo 56 do código de defesa do consumidor, que vão desde a aplicação de multa até a suspensão dos serviços.

Segundo o Diretor Geral do Procon Natal, o órgão encaminhará a pesquisa para o Ministério Público Estadual para que sejam tomadas as providências cabíveis, caso o órgão entenda que há indícios de formação de cartel. Dos 60 postos pesquisados pelo Procon, 21 apresentam o mesmo valor (2,99), o que representa 35% dos postos pesquisados.

Sindipostos-RN emite nota e expõe para população sua preocupação com reajuste

NOTA DO SINDIPOSTOS

Sobre o recente aumento de combustível autorizado pelo Governo Federal, no percentual de 4% para a gasolina e 8% para o diesel, o Sindicato do Comércio Varejista dos Derivados de Petróleo do Rio Grande do Norte (Sindipostos-RN) expõe para população potiguar sua preocupação com mais esse reajuste imposto pelo Executivo.

A planilha de custos hoje operada pelos revendedores já é extremamente delicada, estudo da Agência Nacional de Petróleo (ANP) comprova esse fato, mostrando que da composição do preço do combustível no nosso Estado em média 88% ficam com impostos, distribuição e transporte. E em média apenas 12% fica com a revenda. É esse percentual do varejista o destinado a custear todas as despesas com funcionários e manutenção do estabelecimento.

O aumento do preço, autorizado desde a última sexta-feira, trará reflexo direto na retração do consumo. O revendedor, com sua planilha já delicada, não terá como absorver o reajuste e como consequência  repassará ao consumidor final. Com isso, o consumo de combustível também se desenhará na curva decrescente.

O segmento da revenda de combustível congrega hoje mais de 30 mil empregos diretos e indiretos. É o segundo maior arrecadador de ICMS do Estado. Por todo esse perfil, a retração do consumo de combustível, originado com o reajuste conferido pelo Governo Federal, também influenciará na economia do nosso Estado.

Em  meio ao cenário adverso agora, o Sindipostos-RN ratifica à população potiguar o compromisso dos revendedores de combustíveis de oferecerem sempre preços competitivos, fruto de uma concorrência livre.

Diretoria do Sindipostos-RN

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Marcos disse:

    Essa gente dos postos envergonham o empresariado potiguar.
    São ganaciosos demais.

  2. Vinicius disse:

    Isso é Brasil e o comércio sempre o máxima da vantagem a seu favor.
    Se o dólar sob, os preços sobrem junto, mas se o dólar BAIXA os preços NÃO!
    Quando é dado algum reajuste, o preço IMEDIATAMENTE SOBE! A questão do estoque passa a ser um detalhe esquecido. Porém se o preço diminuísse, aí os senhores donos de postos, logo viriam a imprensa dizer que "ESTAMOS COM ESTOQUE ANTIGO, COM PREÇO MAIOR, ASSIM SÓ PODEMOS DIMINUIR OS PREÇOS DEPOIS DE ACABAR O ESTOQUE". O INVERSO NUNCA É RESPEITADO.
    Como sempre, QUEREM fazer o POVO DE BOBO!!!!

  3. Samir disse:

    O interessante e que aumento eles repassam, principalmente quando é álcool na entre safral o preço do mesmo sempre sobre, consequentemente o da gasolina, mas quando está na safra e o preço nunca diminui!

  4. Sergio Nogueira disse:

    Graças as suspeitas de vivermos sob um regime de cartel livre, digo, concorrência livre é que acho essa nota como a do carrasco que pede desculpas pelo alto preço da corda, prometendo buscar meios que amenizem a dor do executado.
    Essa de aparecer como a Chapeuzinho Vermelho não cola mais porque sabemos que eles são o lobo mau, tanto é assim que, salvo traição de minha memória, não soube de posto falindo, logo essas lágrimas fingindo pena do consumidor são absolutamente falsas.

  5. Rafael disse:

    Ai o aumento nas REFINARIAS foi na sexta, o que demora varios dias pra chegar nos postos, pois estao ali com estoque do preco antigos.. mas na mesma madrugada ja aumentam o preco, USANDO O ESTOQUE ANTIGO.
    Querem que acreditemos em empresas que fazem isso?
    Explicita picaretagem, safadeza, tapa na cara dos natalenses.. vou eh comprar um burro e andar de carroça!

  6. Eduardo disse:

    Certo. Tudo bem. Sabemos que, embora seja um percentual "pequeno", o retorno é muito vantajoso aos donos de postos. Mas não se trata disto. Se houve um aumento, e este não pode ser absorvido pela categoria, ok! Faz-se o repasse. O objeto da indignação popular é este ter sido feito em cima do estoque de combustível comprado antes do reajuste. Ou seja, o consumidor arcou com parte do custo que os donos de postos terão na renovação dos seus estoques, que já será repassado a este!

MP inicia projeto para adequação ambiental de postos de combustíveis em Mossoró

O Ministério Público do Estado do Rio Grande do Norte deu início a projeto que prevê a adequação ambiental dos postos de combustíveis de Mossoró. Para isso, já firmou Termos de Ajustamento de Conduta (TACs) com 40 dos 42 estabelecimentos em funcionamento no município.

A atuação será desenvolvida em três etapas. A primeira prevê a elaboração de um diagnóstico da situação ambiental dos postos. Os próprios empresários se comprometeram a contratar a FUNPEC para que os professores da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) possam verificar se os estabelecimentos cumprem a legislação pertinente.

“Os empresários possuem um prazo para procurar a FUNPEC e eles estão se mostrando propensos a corrigir as deficiências que porventura forem detectadas”, destacou o Promotor de Justiça Rafael Silva Paes Pires Galvão, em substituição legal, com atribuição em Defesa dos Direitos do Meio Ambiente.

O ajustamento também prevê que os estabelecimentos realizem testes de segurança e estanqueidade – que verificam, por exemplo, se o tanque possui tamanho adequado, se é produzido de material indicado e se não está apresentando vazamentos.

Na segunda etapa desse trabalho o Ministério Público irá checar os resultados dos testes e, a partir daí, se forem observadas irregularidades, será dado um novo prazo para correções. O MP analisará novamente os testes refeitos. E, além disso, está tentando viabilizar junto aos órgãos ambientais a emissão de um selo verde próprio para os estabelecimentos que estiverem totalmente adequados.

O Promotor de Justiça reforçou que esta é uma ação ampla, a exemplo do que já vem acontecendo em outras Comarcas como Macaíba, onde foram firmados 11 TACs. E também já foi realizado em Natal. “Esse trabalho vem tendo uma boa aceitação, afinal é pela segurança da população e do meio ambiente”, concluiu.

Segundo dados do Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça de Defesa do Meio Ambiente (Caop-Meio Ambiente) várias comarcas no Estado estão atuando em relação ao assunto, seja por meio de TACs, inquéritos civis (IC) ou procedimentos preparatórios (PP): Alexandria (1 TAC); Almino Afonso (1 PP); Ipanguaçu (3 TACs e 1 IC); Baraúna (1 IC); Pau dos Ferros (6 ICs); Caicó (1 IC); João Câmara (11 ICs); Nova Cruz (1 IC); Macau (1 IC); São Bento do Norte (1 PP); São Gonçalo do Amarante (13 ICs); Angicos (1 IC).

Licenciamento

Os estabelecimentos devem possuir licença em obediência à Resolução 273/2000 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) e segundo normas técnicas expedidas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas  (ABNT).

A licença é o que permite validar a instalação de sistemas de armazenamento de derivados de petróleo e outros combustíveis. A construção, instalação e funcionamento de estabelecimentos e atividades utilizadoras de recursos ambientais considerados efetiva e potencialmente poluidores e   capazes de causar degradação ao meio ambiente, também dependem de prévio licenciamento de órgão ambiental competente.

Com a assinatura do TAC, as empresas assumem a obrigação de firmar contrato com a FUNPEC, no prazo de 30 dias, para ser realizada a revisão de segurança e o teste de estanqueidade. Essa revisão é uma perícia inicial que abrange a conferência de itens de segurança e de adequação ambiental, que orientará todo o trabalho de regularização dos estabelecimentos.

Os postos também se absterão de realizar qualquer construção, modificação e ampliação do empreendimento e de instalar equipamentos e sistemas enquanto não for obtida a licença de operação – embasada na revisão de segurança.

No caso de descumprimento dos compromissos, os proprietários dos estabelecimentos ficam passíveis de serem multados em R$ 5 mil por dia ou por ato de descumprimento. A quantia, que vier a ser paga proveniente de aplicação da multa, será destinada ao Fundo Estadual de Preservação do Meio Ambiente (Fepema).

Os TACs foram originados no âmbito dos inquéritos civis em curso na 3ª Promotoria de Justiça da Comarca de Mossoró, com atribuição em defesa do meio ambiente. O inquérito investiga a regularidade ambiental de empreendimentos que utilizam sistemas de armazenamento de derivados de petróleo e outros combustíveis – e ainda apura a responsabilidade pela poluição de corpos d’água, do solo e do ar, decorrente de vazamentos das substâncias mencionadas.

MPRN

Governo nega que reajuste dos combustíveis tenha sido tratado em reunião com Graça Foster

combustivel1-400x266A ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, negou hoje (22) que um possível reajuste no preço da gasolina e do óleo diesel tenha sido tratado na manhã de ontem, no Palácio da Alvorada, quando ela, o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, e a presidenta da Petrobras, Graça Foster, se encontraram com a presidenta Dilma Rousseff. O porta-voz da Presidência, Thomas Traumann, também negou, por meio do Blog do Planalto, que a presidenta tenha discutido aumento nos preços dos combustíveis.

“Nós não tratamos desse assunto com a presidente, nem com a Graça”, disse a ministra após participar, na manhã de hoje, de reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social. A ministra não disse qual foi o assunto tratado da reunião de ontem.

A possibilidade do reajuste aumentou com a desvalorização do real em relação ao dólar, porque a Petrobras importa parte do combustível comercializado no país e o revende internamente a um preço inferior ao que paga. A preocupação do governo, no caso de um reajuste, é com o impacto que o aumento pode ter na inflação.

Agência Brasil