Política

Renan está queimando a largada, diz Flávio Bolsonaro

Em sua primeira visita como senador eleito a uma sessão da Casa em que trabalhará a partir de 2019, Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) criticou o senador Renan Calheiros (MDB-AL), afirmando que seu futuro colega está queimando a largada na corrida pela presidência do Senado e que ele não representa a nova forma de fazer política que seu pai, o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), quer implementar.

“Tenho falado do Renan porque é o único nome que já está colocado de fato, é o que está se articulando, é o que está negociando, está assediando alguns senadores recém-eleitos que ele nem conhece ainda. Acho que ele está queimando a largada, mas é uma pessoa que certamente não representa isso, essa nova forma de fazer política. Respeito seu mandato, é um senador eleito, pretendo conversar com ele, converso com todos, mas para apoiar numa candidatura à presidência (do Senado) certamente não vai contar com o meu apoio”, afirmou Flávio nesta terça-feira (4), depois de cumprimentar senadores que estavam no plenário da Casa.

Apesar de ter afirmado que seu pai não interferirá nas eleições para o comando do Legislativo, Flávio disse que o governo apoiará um nome de consenso para a presidência do Senado.

“Temos que buscar um nome que seja um consenso dessa nova safra de senadores que está chegando, bem como que possa fazer um trabalho no Senado com aqueles que já estão aqui, que vai ser um terço que não participou das eleições deste ano, para que eles possam representar, de uma forma mais firme, presente e objetiva os seus estados. O governo vai estar aberto para qualquer demanda republicana e eu vou estar junto do líder do governo que for escolhido nesse cenário para auxiliar, para articular também, o resgate da legitimidade do Senado”, disse o filho de Bolsonaro.

Flávio descartou ser líder do governo a partir de 2019, mas disse que trabalhará em parceria com o escolhido.

“Desde o primeiro momento, coloquei que não achava que era o caso de ser líder do governo, essa é uma função que tem que ser exercida por alguém que conheça melhor a Casa. Eu estou chegando agora. Mas certamente, por ser um senador e ter acesso direto ao presidente [Jair Bolsonaro], aos ministros, eu vou estar junto com esse líder do governo que for escolhido no consenso para levar as demandas legítimas dos senadores a quem possa resolvê-las.”

Flávio Bolsonaro também criticou qualquer possibilidade de aprovação de pautas-bombas neste ano com efeitos a partir do ano que vem.

“Nosso governo começa em janeiro do ano que vem. Os senadores têm plena consciência do que é razoável e do que não é razoável fazer. Criar despesas bilionárias eu tenho certeza que qualquer cidadão comum, não precisa ser senador, que não é o caso de fazer nesse momento. E nem criar arapucas e armadilhas com o único intuito de criar alguma resistência que possa sugerir no próximo governo uma negociação não-republicana. Não é a nossa forma de fazer política, não será desse jeito”, disse o senador eleito.

Flávio disse que pretende manter diálogo com todos os partidos, inclusive os de oposição, inclusive com o bloco que está sendo articulado pelo PDT.

“Pretendo ter diálogo e acredito que esta formação de bloco de oposição se dá motivada por uma desconfiança desta abertura do governo a demandas legítimas do Parlamento. Com o passar do tempo, vamos trabalhar isso, vamos articular. A gente só quer acertar. Está todo mundo no mesmo barco. Fazer oposição por ser oposição apenas, –não é o caso deste bloco, ao menos na palavras– se eles prejudicarem o governo, vão estar se prejudicando”, afirmou.

Folhapress

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Economia

Reforma da Previdência poderá ser fatiada, diz Bolsonaro

O presidente eleito, Jair Bolsonaro, afirmou hoje (4), em Brasília, que a reforma da Previdência em seu governo poderá ser aprovada em diferentes fases. Segundo ele, há uma “forte tendência” de começar a votação pela idade mínima. “É menos dificil de aprovar”, afirmou.

“Não adianta você ter uma proposta ideal que vai ficar na Câmara ou no Senado. Acho que o prejuízo será muito grande. Então, a ideia é por aí, começar pela idade, atacar os privilégios e tocar essa pauta pra frente. [O déficit da] previdência realmente é uma realidade. Cresce ano após ano, e não podemos deixar o Brasil chegar a uma situação como a da Grécia para tomar providência”, disse.

Ele falou que deverá manter a proposta do atual governo, que é a de uma idade mínima para a aposentadoria de 65 anos para homens e 62 anos para mulheres.

Reforma trabalhista

Bolsonaro também falou da possibilidade de aprofundar a reforma trabalhista, aprovada em 2016, que flexibilizou direitos previstos na Consolidação da Leis do Trabalho (CLT). Ele disse que sua equipe ainda estuda o que mais poderia ser modificado.

“Não quero entrar em detalhes, estamos estudando. Agora, não basta você ter só direitos e não ter emprego, esse é o grande problema que existe. (…) Alguns falam até que poderíamos nos aproximar da legislação trabalhista que existe em outros países, como os Estados Unidos, acho que é aprofundar demais, mas a própria reforma trabalhista, a última que eu votei favorável, já tivemos algum reflexo positivo: o número de ações trabalhistas praticamente diminuiu à metade. E hoje em dia continua sendo muito dificil ser patrão no Brasil, não há dúvida”, afirmou.

Ministério do Trabalho

O presidente eleito disse ainda que a extinção do Ministério do Trabalho e redistribuição de suas atribuições entre outras três pastas, no seu governo, não vai prejudicar os trabalhadores.

“Essa pasta do Trabalho são de recordações que não fazem bem à sociedade, ali funcionava como um sindicato do trabalho e não como Ministério do Trabalho. Nenhum trabalhador vai perder seus direitos, até porque todos estão garantidos no Artigo 7 da Constituição”, afirmou.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

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Política

Vagner Araujo antecipa saída do governo do estado e vai para Brasília

Enquanto alguns apostavam na permanência de Vagner Araújo à frente do projeto ‘Governo Cidadão’ no novo governo Fátima Bezerra, eis que o coordenador do projeto do Banco Mundial no estado, que também era titular da SETHAS, resolveu alçar outros vôos, no planalto central.

O diário oficial de amanhã deve trazer a exoneração de Vagner nos dois cargos que ocupa. Ele vai ser substituído por Jader Torres no ‘Projeto Governo Cidadão’, que vai acumular a Secretaria de Infraestrutura, que já ocupa desde 2014. Já na SETHAS Olga Ferreira deixa de ser subsecretária para assumir como titular da pasta de assistência social por 25 dias, até o fim do atual mandato em 31 de dezembro. Ambos são escolhas pessoais do governador Robinson Faria.

A informação que circula é que Vagner Araújo precisou antecipar sua saída para garantir posse em cargo técnico junto à direção dos Correios na capital federal.

Opinião dos leitores

  1. O Secretário Vagner sempre mostrando competência, inteligência e espírito público por onde passa. O Estado ganhou muito com ele no Governo Cidadão e na SETHAS. O RN precisa de homens públicos como ele. Parabéns ao mossoroense Vagner!

  2. Foi ele, juntamente com o Cristiano Feitosa que puseram na cabeça do Governador Robinson para vender todo o patrimônio do estado do RN, protagonizando, em janeiro, aquelas cenas de quebra-quebra nos arredores da AL/RN. Ainda bem que a maioria dos deputados não engoliram o engodo. Ontem foi inaugurado a reforma do Centro de Convenções da via costeira. um dos patrimônios que ele queria vender.

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Política

TRE aprova contas Galeno e Gustavo Carvalho à unanimidade e de Isolda com placar de 3 a 2

O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) se reuniu nesta terça-feira (4) e aprovou mais três contas de deputados estaduais eleitos e reeleitos no pleito desse ano. Foram aprovadas as contas dos reeleitos Galeno Torquato (PSD) e Gustavo Carvalho (PSDB) e da eleita Isolda Dantas (PT).

Os processos de Galeno e de Gustavo foram aprovados à unanimidade sem grandes discussões. Já o de Isolda foi aprovado pelo placar de 3 votos favoráveis e 2 contrários, porque houve uma discussão em torno dos pagamentos dos programas de TV, que foram efetuados pelo partido.

Além das contas dos três deputados da próxima legislatura, a Justiça Eleitoral já julgou as contas de Cristiane Dantas (PPL), Ubaldo Fernandes (PTC), Tomba Farias (PSDB) e Albert Dickson (PROS).

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Educação

Ensino médio do país tem nova base curricular aprovada

Foto: Arquivo/Agência Brasil

O CNE (Conselho Nacional de Educação) aprovou nesta terça-feira (4) a BNCC (Base Nacional Comum Curricular) do ensino médio. O documento define o conteúdo mínimo que será ensinado em todas as escolas do país, públicas e privadas, no ensino médio.

Na prática, a BNCC deverá ser implementada até 2020. “A grande diferença do ensino médio a partir de agora é uma mudança, um ensino médio que não é mais o mesmo ensino médio para todo mundo. Ele precisa trabalhar com diferenças que existem do ponto de vista regional e até individual do próprio estudante”, diz o presidente da comissão da BNCC no CNE, Eduardo Deschamps.

A partir da BNCC, os estados, as redes públicas de ensino e as escolas privadas deverão elaborar os currículos que serão de fato implementados nas salas de aula. Para isso, terão dois anos.

A BNCC tem como norte o novo ensino médio, aprovado em lei em 2017, que entre outras medidas, determina que os estudantes tenham, nessa etapa de ensino, uma parte do currículo comum e outra direcionada a um itinerário formativo, escolhida pelo próprio aluno, cuja ênfase poderá ser em linguagens, matemática, ciências da natureza, ciências humanas ou ensino técnico.

“Vemos esse processo como um ganho para a educação brasileira”, diz a secretária de Educação Básica do MEC (Ministério da Educação), Kátia Smole. Segundo ela, governo se preparou para apoiar os sistemas de ensino e as redes estaduais no processo de implementação da BNCC. “Vamos seguir acompanhando enquanto estivermos aqui”, enfatiza.

Discussão

O documento foi aprovado hoje por 18 votos favoráveis e duas abstenções: do ex-presidente do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira), professor Chico Soares e da conselheira Aurina Santana.

A BNCC começou a ser discutida no governo de Dilma Rousseff e, após o impeachment, o documento foi modificado pelo governo de Michel Temer, o que gerou uma série de protestos. As sessões de discussão do documento no CNE têm sido conturbadas. Duas das cinco audiências públicas, em São Paulo e em Belém, foram canceladas.

Na segunda-feira (3), Chico Soares, que era relator do documento, deixou a relatoria. O Conselheiro Joaquim Soares Neto assumiu no lugar dele. “Sou completamente favorável a que haja uma Base que especifique os direitos do país, no entanto, nesse momento, estamos deixando de fora uma estrutura, para mim essencial”, disse Soares, que foi um dos únicos que se absteve na votação hoje. O conselheiro explica que a BNCC traz uma nova proposta de educação que não é mais estruturada em disciplinas, como é hoje.

Isso, segundo ele, encontrará várias barreiras para ser implementado, incluindo a alocação de professores. A BNCC não contempla os itinerários formativos que poderão ser escolhidos pelos estudantes. Nessa etapa da formação, a questão das disciplinas terá dificuldade maior de implementação, na avaliação de Soares.

Presente na reunião de hoje, a secretária-executiva do Movimento pela Base Nacional Comum Curricular, Alice Ribeiro, disse que houve avanços importantes comparando o documento da BNCC apresentado em abril e o documento final. Segundo ela, as redes de ensino passarão a contar com “a faca e o queijo na mão”, para implementar o novo ensino médio.

Implementação

Após revisão, a BNCC será encaminhada ao MEC e já tem data prevista para ser homologada, no dia 14 de dezembro. Junto com a homologação, segundo Kátia, o MEC apresentará os referenciais para que servirão de norte para as redes de ensino implementarem os itinerários formativos.

Os estados, que detêm a maior parte das matrículas do ensino médio, terão um ano para fazer o cronograma da implementação da BNCC e um ano para implementá-la, ou seja, o documento deverá chegar na prática, nas escolas, até 2020. Após a implementação, o documento será revisto em três anos, em 2023.

Ainda terão que ser adequados ao novo ensino médio, os livros didáticos, a formação de professores e o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio).

R7

 

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Diversos

MPRN obtém acordo judicial para que Parnamirim realize concurso para cuidador educacional; município tem 8 meses para deflagrar certame com 244 vagas

O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) obteve um acordo judicial com a Prefeitura de Parnamirim com o objetivo de o Município realizar um concurso público para provimento de 244 vagas para o cargo de cuidador educacional. Os aprovados no concurso para alunos com deficiências.

Foi fixado o prazo de 8 meses para que a Prefeitura tome todas as providências para implementar o concurso de modo que o ano letivo de 2020 já seja iniciado com esses profissionais em atividades nas escolas. O acordo contempla o atendimento aos alunos com deficiência em toda a rede municipal de ensino, sendo uma conquista para toda a população de Parnamirim.

E para que os estudantes não se prejudiquem em 2019, o MPRN, por meio da 9ª Promotoria de Justiça de Parnamirim, acordou também com o Município que haverá contratação de estagiários para companhá-los. O ideal é que as contratações coincidam com o início do ano letivo.

O acordo judicial ocorreu no âmbito de uma ação civil pública movida pelo MPRN contra o Município. Inclusive, já há uma decisão em 1ª instância, relativa a janeiro de 2017, que condenou a Prefeitura de Parnamirim a disponibilizar o número mínimo de 244 professores auxiliares ou cuidadores para esses alunos com deficiência.

Atendimento individualizado

O acompanhamento individual deve ser realizado para estudantes com deficiência mental grave; cadeirantes e tetraplégicos; autistas; cegos (salvo quando o nível de desenvolvimento não recomende); com síndrome de Down e demais síndromes que importem comprometimento considerável das funções cognitivas e motoras; com grau de agressividade e dificuldade de socialização que justifiquem o acompanhamento.

A lei federal que dispõe sobre o apoio às pessoas com deficiência prevê que, ao Poder Público e seus órgãos, cabe assegurar o pleno exercício de seus direitos básicos, inclusive dos direitos à educação, à saúde, ao trabalho, ao lazer, à previdência social, ao amparo à infância e à maternidade, e de outros que, decorrentes da Constituição e das leis, propiciem seu bem-estar, social e econômico.

Especificamente em Parnamirim, existe uma lei municipal que incluiu como meta e estratégia a ser observada pelos próximos gestores educacionais, até o ano de 2025, “a universalização, para a população de quatro a 17 anos, com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação, o acesso à educação básica e ao atendimento educacional especializado, preferencialmente na rede regular de ensino, com a garantia de sistema educacional inclusivo, de salas de recursos multifuncionais, classes, escolas ou serviços especializados, públicos ou conveniados (Meta 4)”.

Opinião dos leitores

  1. Vale salientar que essa meta 4 é a mesma para todos os municípios, bem como para o estado e se encontra no Plano Municipal de Educação de cada município chamado PME ou PEE no caso do estado.

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Diversos

Sonda da Nasa alcança asteroide que pode se chocar com a Terra

Osiris-Rex, sonda espacial da Nasa lançada em setembro de 2016. NASA/Divulgação via Reuters

A Osiris-Rex, sonda de exploração do espaço profundo da Agência Aeroespacial dos Estados Unidos (Nasa), chegou na segunda-feira (3) a uma distância de poucos quilômetros de seu destino, um asteroide do tamanho de um arranha-céu que pode ter compostos orgânicos fundamentais para a vida –e também o potencial de colidir com a Terra em cerca de 150 anos.

Lançada em setembro de 2016, a Osiris-Rex iniciou a missão inédita de sete anos para analisar de perto o asteroide Bennu, coletar uma amostra de sua superfície e levar o material de volta à Terra para estudos.

O Bennu, uma massa rochosa de cerca de 500 metros de largura, orbita o sol praticamente à mesma distância da Terra, e pode ser rico em moléculas orgânicas baseadas em carbono que datam dos primeiros dias do sistema solar. A água, outro componente vital para a evolução da vida, também pode estar presente nos minerais do asteroide.

Cientistas acreditam que asteroides e cometas que caíram na Terra em seu período inicial liberaram compostos orgânicos e água, semeando o planeta para a vida, e análises atômicas de amostras do Bennu podem ajudar a provar essa teoria.

Mas existe uma outra razão, mais existencial, para se estudar Bennu.

Cientistas estimam que existe uma chance em 2.700 de o asteroide se chocar de maneira catastrófica com a Terra daqui a 166 anos –probabilidade que colocou o Bennu no segundo lugar de um catálogo da Nasa com 72 objetos próximos da Terra potencialmente capazes de caírem no planeta.

A Osiris-Rex ajudará os cientistas a entenderem como o calor radiado do sol está conduzindo o Bennu em uma rota cada vez mais ameaçadora através do sistema solar.

Reuters

 

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Saúde

Médicos aprovam usar Whatsapp no relacionamento com paciente

Pesquisa feita com médicos paulistas aponta que 85,02% aprovam o uso do Whatsapp e outros aplicativos de mensagem instantânea no relacionamento com seus pacientes. O estudo sobre o uso de novas tecnologias na medicina, apresentado nesta terça-feira (4) na capital paulista, foi encomendado pela Associação Paulista de Medicina e pela Global Summit Telemedicine & Digital Health.

A pesquisa foi feita com questionário on-line estruturado e teve 848 respostas espontâneas.

Entre os profissionais que utilizam esse tipo de aplicativo, 42,7% conversam sobre dúvidas entre as consultas, 34% recebem imagens e exames dos pacientes e 23,3% disseram que ainda não o utilizam, apesar de serem favoráveis. Para Jefferson Gomes Fernandes, presidente do Global Summit, essa troca de mensagens e exames já é uma forma de telemedicina. “É claro que existe a questão-chave, que é a relação médico paciente, presencial. Tem que saber quando se deve usar [a telemedicina], para qual finalidade. É a telemedicina responsável”, disse.

Segundo o estudo, 72,29% concordam com a afirmação “a tecnologia não vai substituir o médico, apenas substituirá o médico que não usa tecnologia”. “A maioria dos médicos entende os benefícios que a tecnologia pode trazer, embora precise de uma mudança de cultura. É um caminho sem volta”, disse Fernandes.

Prontuário online

O levantamento apontou que o prontuário eletrônico é uma tecnologia incorporada ao cotidiano dos médicos, com 76,75% de adeptos. O sistema de agendamentos de consultas e outros sistemas de gestão são opção dos 23,25% restantes. Apenas 13% disseram que não usam qualquer tipo de recurso de tecnologia da informação.

Antônio Carlos Endrigo, diretor da Associação Paulista de Medicina, diz que o prontuário online é importante no compartilhamento com outros profissionais de saúde. Outra vantagem citada por ele é o registro do atendimento, que não poderá ser alterado nem pelo médico, nem pelo paciente.

Quanto a consultas à distância, que ainda não têm regulamentação, 42,1% dos médicos são favoráveis e 57,9% disseram ser contrários. A prescrição feita à distância é defendida por 50,83% e 49,17% disseram que são contrários. Endrigo acredita que o médico jamais será substituído, mas admite que, no longo prazo, haverá redução de pessoal.

“Vai demorar muito para acontecer. Um dos maiores problemas que a gente tem hoje na área de saúde é o acesso, por barreira geográfica, não consegue chegar ao local do atendimento. A redução de profissionais deve acontecer, não somente médicos”, disse.

Agência Brasil

 

Opinião dos leitores

    1. E pq n? O importante é garantir o atendimento ou manter os cubanos aqui para que o envio de dinheiro a Cuba n seja interrompido?

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Judiciário

Após dois votos contra liberdade de Lula, Gilmar Mendes pede vista e adia conclusão de julgamento na 2ª Turma do STF

Após dois votos contrários à libertação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o ministro Gilmar Mendes pediu vista (mais tempo para analisar o processo) e adiou a conclusão do julgamento na Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF).

Antes do pedido de Gilmar Mendes, Edson Fachin (relator) e Cármen Lúcia tinham votado contra a concessão de liberdade a Lula e contra a anulação dos processos relacionados a Lula nos quais Sérgio Moro atuou como juiz federal. Os dois pedidos foram feitos pela defesa de Lula. Além do voto de Gilmar Mendes, faltam os de Ricardo Lewandowski e Celso de Mello. Não há data para o julgamento prosseguir

Os advogados de Lula apresentaram o pedido de liberdade depois de Sérgio Moro, ainda como juiz responsável pela Lava Jato, ter aceitado o convite do presidente eleito Jair Bolsonaro para ser ministro da Justiça. Para a defesa, a aceitação do convite comprova parcialidade de Moro na condenação do ex-presidente. Lula se afirma inocente.

Lula está preso desde abril deste ano. O ex-presidente foi condenado por corrupção e lavagem de dinheiro em processo da Operação Lava Jato a 12 anos e 1 mês de prisão. A sentença foi do Tribunal Regional Federal (TRF) da 4ª Região, que ampliou a pena originalmente determinada por Moro (9 anos e 6 meses de prisão).

Votos dos ministros

Saiba como votaram os ministros Fachin e Cármen Lúcia:

Luiz Edson Fachin (relator)

O ministro Edson Fachin disse que os argumentos da defesa de Lula se concentraram na suspeição de Sergio Moro. Por isso, argumentou, não há fatos novos a serem analisados pelo Supremo.

Segundo ele, outros tribunais já reconheceram que Moro não foi parcial, como o Tribunal Regional Federal da 4ª Região e o Superior Tribunal de Justiça.

“Ninguém está acima da lei, nem parlamentares nem juízes. Todos a quem a Constituição atribuiu poder de aplicá-la devem observância e devem respeito à ordem normativa”, afirmou Fachin.
“Não deixo de anotar que houve procedimentos heterodoxos, mesmo que para finalidade legítima”, disse o ministro. Para Fachin, no entanto, exige-se “mais que indícios ou narrativas” para se comprovar que houve eventual falha do juiz.

Sobre a condução coercitiva de Lula, determinada por Moro, Fachin considerou “inviável” afirmar que a concessão da medida seja prova de comportamento tendencioso.

“A análise das provas desses autos, nos limites do habeas corpus, não permite a pronta constatação de constrangimento ilegal derivado de suspeição”, disse.

Cármen Lúcia

A ministra Cármen Lúcia, segunda a apresentar o voto, acompanhou o relator. Segundo a ministra, as providências adotadas pelo então juiz foram, na maior parte das vezes, Tomadas a pedido do Ministério Público.

“O Supremo sempre exigiu que para as alegações de suspeição há que haver a demonstração com prova documental que seja suficiente para que se tenha a conclusão no sentido da parcialidade”, argumentou a ministra.

Defesa

Antes dos votos dos ministros, o advogado Cristiano Zanin afirmou na tribuna que o Brasil é signatário de tratados internacionais que garantem a todo cidadão o direito a um julgamento “justo”, o que não houve no caso de Lula.

“Esse magistrado deu à sociedade garantias de que estava sendo imparcial? A resposta me parece negativa”, afirmou.

O advogado disse que Lula foi submetido a um “espetáculo” durante condução coercitiva “desnecessária”, determinada pelo então juiz Sergio Moro, e que seus familiares tiveram dados sigilosos divulgados.

Zanin afirmou ainda que Lula foi julgado “por alguém que, ao longo do tempo, mostrou ter convicção de que a culpa era pré-estabelecida e estava pré-definida”.

Segundo o defensor, cada decisão mostra, “de forma clara”, que Lula jamais teve a hipótese de ser absolvido por Moro.

Ministério Público

Cláudia Sampaio Marques, subprocuradora-Geral da República, defendeu que o habeas corpus sequer fosse julgado, pois caberia à defesa trazer provas de que Sergio Moro foi parcial, o que, em sua análise, não foi feito.

Segundo ela, o Supremo já corrigiu “eventuais abusos”. “No âmbito da Lava Jato, muitas pessoas foram conduzidas coercitivamente, foi uma prática disseminada, atendendo ao pleito do Ministério Público”, disse. “Não há qualquer imparcialidade”, afirmou.

“Não consigo ver parcialidade no fato posterior ao julgamento da ação penal”, disse ainda a subprocuradora-geral, referindo-se ao convite de Moro para o ministério. “Naquela época nem se cogitava que o presidente eleito seria sequer candidato à Presidência da República. Seria um passo largo demais um passado que não tem qualquer relação com esse fato.”

Adiamento negado

No início da sessão, o advogado de Lula, Cristiano Zanin, pediu o adiamento do julgamento argumentando que a defesa apresentou um novo habeas corpus ao Supremo.

Por votos 3 votos a 2, esse pedido foi negado. Os ministros também negaram, sob o mesmo placar, o envio dos dois pedidos ao plenário.

O relator do habeas corpus, ministro Edson Fachin, disse que o outro pedido chegou à Corte às 23h desta segunda-feira e sequer tinha relator. Em seguida, o ministro Gilmar Mendes sugeriu que ambos os pedidos fossem levados ao plenário, para análise dos 11 ministros da Corte, mas Fachin afirmou que já estava pronto para julgar o habeas corpus na turma.

O ministro Ricardo Lewandowski disse que se tratava dde uma “questão complexa que está sendo apreciada pela primeira vez pelo STF” – a possibilidade de examinar uma suspeição de um juiz por meio de um habeas corpus – defendeu que o caso fosse levado a plenário.

Lewandowski citou que está na pauta do CNJ (Conselho Nacional de Justiça) a definição sobre continuidade de processos sobre Sérgio Moro, e que o Supremo poderia “influenciar” o entendimento. O CNJ analisa a questão sobre Moro no próximo dia 11. “Eu me inclinaria pelo adiamento”, afirmou.

O ministro Celso de Mello afirmou que, no novo pedido, há argumentos que não estão presentes no anterior, e votou para negar o adiamento e manter o habeas corpus na Turma. “A mim me parece que deveríamos realizar o julgamento na presente sessão”, disse. Sobre o envio da questão ao plenário, Mello considerou que, neste caso, “não há algo que merecesse a sujeição da controvérsia ao plenário”.

Última a se posicionar, a ministra Cármen Lúcia disse que não há demonstração de que há o mesmo objeto nos dois casos. “Não haveria nenhuma perda para a defesa”, disse a ministra. “Ele terá uma nova oportunidade de julgamento”, afirmou. Para a ministra, não é o caso de envio do pedido do plenário.

G1

 

Opinião dos leitores

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Diversos

Saiba como ficam os serviços do Ministério do Trabalho com a extinção da pasta

Foto: Roberto Moreyra / Roberto Moreyra

Criado pelo presidente Getulio Vargas em 1930, o Ministério do Trabalho será extinto e suas atribuições distribuídas por outras pastas, confirmou nesta segunda-feira o futuro ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni. Não está claro, ainda, sob quem ficará a responsabilidade de serviços ao trabalhador e às empresas, como a emissão de carteiras de trabalho e a gestão de estatísticas como Relação Anual de Informações Sociais (Rais). Hoje, o principal canal de atendimento ao trabalhador são as agências do Sistema Nacional de Emprego (Sine), parceria do governo federal com os governos estaduais, sob a gestão do Ministério do Trabalho.

A pasta tem 7.046 servidores e gastou, no ano passado, R$ 3 bilhões com a folha de pessoal. O orçamento em 2018 foi de aproximadamente R$ 9 bilhões para a administração direta. Integram a estrutura do ministério centenas de agências regionais, espalhadas pelos 26 estados do país, além do Distrito Federal.

Agências do Sine e emissão de carteira de trabalho

As agências do Sine conectam as empresas aos trabalhadores em busca de emprego. No Sine, há banco de vagas para cadastro. O trabalhador também pode dar entrada no pedido de seguro-desemprego e conseguir qualificação profissional gratuita. Muitas agências do Sine também são responsáveis pela emissão de carteira de trabalho. Há centenas de agências do Sine em todo o país. Não se sabe ainda qual ministério irá fazer a gestão do Sine.

Também é possível tirar carteira de trabalho em agências Poupa Tempo e em unidades do próprio Ministério do Trabalho. Mas é dúvida quem cuidará dessa atribuição.

FGTS e FAT

Os fundos do trabalhador têm patrimônio hoje próximo de R$ 1 trilhão. O FGTS pode ser sacado pelo trabalhador quando demitido sem justa causa. E seus recursos são usados para financiar habitação e saneamento. Quem define as regras para o uso desses recursos é o Conselho Curador do FGTS, que deve migrar par ao Ministério da Economia.

O Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) faz o pagamento do seguro-desemprego e do abono salarial. Também é usado em programas de qualificação profissional. Também deve ficar sob responsabilidade do Ministério da Economia.

Registro sindical, registro profissional e imigrantes

É a área responsável pela autorização de registros sindicais, bem como a apuração de irregularidades nesse processo, ficará sob os cuidados do Ministério da Justiça.

O Ministério do Trabalho hoje também cuida do registro profissional, nas profissões nas quais há essa exigência legal, como no caso de arquivistas, sociólogos ou secretários. Esses registros podem ser obtidos, em alguns casos, pela internet. Não se sabe ainda que ministério cuidará desta atribuição.

Não está claro ainda quem vai cuidar também da concessão de vistos para trabalhadores estrangeiros.

Estatísticas de empresas

O Ministério do Trabalho é responsável por receber informações prestadas por empresas, como a Relação Anual de Informações Sociais (Rais), nas quais são relatados dados como número de trabalhadores, demissões e admissões feitas a cada ano, pagamentos de abonos, FGTS, etc. Segundo especialistas, o banco de dados da pasta é um dos maiores do governo federal, atrás apenas do administrado pela Receita Federal. A Rais existe desde 1975.

Mensalmente, o Ministério do Trabalho divulga também o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), que mostra o comportamento do mercado formal de trabalho, com vagas com carteira assinada fechadas e abertas. Não se sabe ainda quem vai administrar essas estatísticas.

Fiscalização do trabalho

Junto com o Ministério Público do Trabalho, auditores do Ministério do Trabalho fazem a fiscalização das condições de trabalho e do cumprimento dos direitos trabalhistas nas empresas e nas lavouras. Essas fiscalizações atuam também no combate ao trabalho análogo à escravidão.

Na terça-feira, num primeiro momento, o futuro ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, falou que essas atribuições ficariam com o Ministério da Justiça. Mais tarde, Onyx disse que a tendência seria ir para o Ministério da Economia. Portanto, não está claro ainda quem ficará com essa atribuição.

Empreendedores Solidários

O Cadastro Nacional de Empreendedores Econômicos Solidários tem hoje 20.529 empreendimentos. Deve ir para o Ministério da Cidadania.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. QUEM GERA EMPREGO E RENDA E UMA ECONOMIA FORTE, E A LIVRE NEGOCIACAO, ENTRE PATRAO E EMPREGADO.
    E MELHOR JAIR SE ACOSTUMANDO!!!

  2. Estão se esquecendo dos direitos dos pobres no trabalho os patrões estão já tirando proveito da situação,como entraremos na justiça se os nossos direitos trabalhistas forem incorretos diga-me a quem recorrer senhores futuro ministro e aos demais?

    1. Está tudo muito claro, claríssimo. O povo brasileiro, em sua grande maioria, resolveu passar o Brasil a limpo, livrar o nosso país dos bandidos vermelhos e da sua forma criminosa de governar. E Bolsonaro foi o instrumento escolhido para tal objetivo. Apenas vocês, cujas mentes já foram totalmente abduzidas pelo fanatismo ou que estão somente defendendo seus interesses particulares (as tais "boquinhas"), é que teimam em não enxergar ou, melhor ainda, fingem não estar enxergando o que está mais do que óbvio: o Brasil está mudando para melhor.

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Polícia

FOTOS E VÍDEO: Cachorro morto brutalmente em Carrefour de Osasco gera onda de protestos; hipermercado responsabiliza Centro de Zoonoses

De acordo com as denúncias, o animal foi envenenado e espancado por um funcionário do supermercado a pedido de um superior

Um terrível caso de maus-tratos aos animais tem causado a revolta de ativistas e internautas nas redes sociais. Segundo uma denúncia feita por Isabela Marcelino em seu Facebook, um cachorro morreu após ser envenenando e espancado por um funcionário da rede de supermercados Carrefour, em Osasco, na Grande São Paulo. O caso ocorreu última quarta-feira (28).

Reprodução Twitter

De acordo com a publicação, o animal foi abandonado nas dependências do estabelecimento há cerca de uma semana. Alguns funcionários do Carrefour cuidaram dele, oferecendo água e comida. Porém, o dono da filial pediu a um segurança para “dar um fim” no animal, pois haveria uma visita de supervisores da matriz.

“Para fazer ‘bonito’, não queriam o cachorro abandonado rodando por lá. Mandaram eliminar o animal como se não fosse nada e da pior forma possível!!!”, escreveu Isabela, quem denunciou o caso no Facebook. “Isso ocorreu no período da manhã. O segurança foi liberado mais cedo porque ficou com medo da repercussão entre outros funcionários revoltados.”

O pet foi socorrido em estado grave pelo Centro de Controle de Zoonoses (CCZ). Ele chegou vomitando sangue e pedaços de mortadela, além de estar com inúmeras escoriações no corpo. Apesar dos cuidados não sobreviveu.

O post de Isabela, com quase 23 mil compartilhamentos, fez a história de cachorrinho viralizar e gerar uma onda de protestos entre os internautas. As fotos do animal estão circulando pela internet e vários ativistas estão se movimentado em prol do cachorro.

Resposta do Carrefour ao caso

Reprodução Facebook

Em nota oficial, a empresa afirmou que “repudia qualquer tipo de maus-tratos contra animais”. Alegaram, também, que “o Centro de Zoonoses de Osasco foi acionado por diversas vezes, mas não recolheu o animal” e, no momento da abordagem dos profissionais, “o cachorro desfaleceu em razão do uso de um ‘enforcador’, tipo de equipamento de contenção”.

A rede de supermercados admitiu que o cão estava circulando pelo estacionamento há alguns dias e, na tentativa de afastá-lo, pode ter causado um ferimento na pata. Ainda assim, eles culpam principalmente o CZZ por todo o ocorrido.

Abre-se um inquérito para investigar a morte do cão

Em resposta a nota do Hipermercado Carrefour, a Prefeitura de Osasco disse que somente “no dia 1/12/2018, o Departamento de Fauna e Bem Estar Animal passou a receber informações que se tratava de um caso de maus tratos e foi iniciado a apuração do caso com solicitação de inquérito policial”.

No momento, o caso está sob responsabilidade da Delegacia Especializada de Osasco. “Somente o inquérito poderá indicar as causas da morte e a quem cabe a responsabilidade.” O vereador da cidade, Ralfi Silva, e o delegado Bruno Lima, eleito deputado estadual pelo PSL, acompanham as investigações. O Canal do Pet tentou contato com Bruno Lima, porém sem sucesso.

 

Visualizar esta foto no Instagram.

 

O dia não começou tão bem assim né, meus amigos? ?? Mais um caso revoltante de maus-tratos aos animais, dessa vez envolvendo a equipe de segurança do @carrefourbrasil , onde os mesmos assassinaram esse cão com imensa CRUELDADE, a PAULADA e tudo indica que também o animal foi ENVENENADO, mas estamos aguardando o laudo veterinário para concluir com precisão. Casos como esse tiram o meu sono e enquanto não vejo a justiça sendo feita eu não descanso. Já tomei as primeiras providências, ao lado do vereador de Osasco @ralfisilvaoficial , e estaremos acompanhando de perto até que esse crime seja solucionado. Temos algumas testemunhas que confirma o ato cruel e que identificaram o autor do crime. Infelizmente a dor que o animal sofreu não temos como apagar e também a sua vida trazer de volta, mas seremos sua voz e lutaremos em seu nome. ? #UnidosSomosFortes

Uma publicação compartilhada por DELEGADO BRUNO LIMA (@del.brunolima) em

Ambos repudiam completamente o ato e estão se movimentando para que o culpado responda criminalmente. “Casos como esse tiram meu sono e enquanto não vejo a justiça sendo feita, não descanso”, escreveu o delegado em seu Instagram. No Facebook, o vereador publicou um vídeo do momento em que o animal machucado é atendido pela equipe.

Enquanto as investigações estão em andamento, defensores dos direitos dos animais se manifestam nas redes sociais para que o Carrefour seja devidamente punido. Na última segunda-feira (3), um protesto foi organizado na frente da filial. A empresa ainda não se manifestou sobre o protesto.

Canal do Pet – IG

Opinião dos leitores

  1. Se esse monstro fez isso com ele imagina com uma criança,idoso ou qlq outra. Pessoa! Devemos fazer com que ele responda pela crueldade, assassinato. Sem direito de expressão, pois a cachorrinha quis se pronunciar e se defender mais ele não permitiu.ASSASSINO! JUSTIÇA É O QUE ESPERAMOS DAS AUTORIDADES COMPETENTES

  2. Olha! Pior foi essa pessoa que abandonou esse lindo cachorrinho a própria sorte.vida longa pra vc. Porque essa culpa vc vai levar pra sua longa vida.Deus e bom.mais vc vai pagar pela sua estupidez.

  3. Cada vez os humanos são piores que um próprio animal.é revoltante. punição pra quem está envolvido. e se faz justiça.

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Política

Magno Malta usou dinheiro da cota parlamentar para acompanhar Bolsonaro

Magno Malta: dinheiro público para acompanhar Bolsonaro (Magno Malta/Reprodução)

O senador Magno Malta usou dinheiro de sua cota parlamentar para acompanhar o aliado, então candidato a presidência, em compromissos de campanha.

Malta pediu reembolso de 1 723,22 gastos com passagens aéreas de ida e volta entre Vitória e Rio de Janeiro nos dias 28 e 29 de agosto.

Na ocasião, o senador acompanhou Bolsonaro em uma entrevista ao Jornal Nacional e até fez vídeo nas suas redes sociais deixando muito claro onde se encontrava: “Tô dentro da Globo”.

(por Luisa Bustamante)

Radar On-Line, Veja

Opinião dos leitores

  1. Esse é o elefante no meio da sala. Apoiou, costurou apoio do Silas MALAfaia e pensava que seria ministro. No fim, perdeu a eleição de senador e não será ministro. Bem feito.

    1. E Lula gastou 19 milhões de verba de campanha PRESO. Não escapa um.

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Judiciário

Moro anuncia delegado da PF para posto de número 2 do Ministério da Justiça

O futuro secretário-executivo do Ministério da Justiça, delegado Luiz Pontel — Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom, Agência Brasil

O futuro ministro da Justiça, Sérgio Moro, anunciou nesta terça-feira (4), em uma entrevista coletiva na sede do governo de transição, que o delegado da Polícia Federal (PF) Luiz Pontel ocupará o posto de secretário-executivo do Ministério da Justiça no governo de Jair Bolsonaro, o segundo mais importante da pasta. Atualmente, Pontel é o secretário nacional de Justiça, uma das áreas mais estratégicas do ministério.

O ex-juiz federal também informou que o general da reserva do Exército Guilherme Theophilo comandará a Secretaria Nacional de Segurança Pública.

Luiz Pontel já foi o número dois na hierarquia da Polícia Federal (diretor-executivo) e é ligado ao ex-diretor-geral da corporação Leandro Daiello e ao atual diretor-geral, Rogério Galloro.

Pontel também já foi adido da PF em Lisboa e trabalhou na Secretaria Nacional de Justiça como gerente de projeto.

Moro destacou aos jornalistas que o futuro secretário-executivo participou da investigação do caso Banestado e contribuiu para a primeira prisão do doleiro Alberto Youssef, um dos primeiros delatores da Operação Lava Jato.

“[Pontel] participou da investigação do caso Banestado, inclusive, foi um dos principais responsáveis pela primeira prisão do Alberto Youssef. E, naquela época, foi possível constatar a absoluta integridade do delegado Pontel”, declarou Moro aos repórteres na entrevista concedida no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), em Brasília.

Secretaria de Segurança Pública

Ex-comandante militar da Amazônia, o general da reserva Guilherme Theophilo comandará a Secretaria Nacional de Segurança Pública — Foto: Jamile Alves/G1 AM

Sobrinho de um antigo rival do senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), o general da reserva Guilherme Cals Theophilo Gaspar de Oliveira disputou, em outubro, o governo do Ceará pelo PSDB, mas não se elegeu. Segundo o futuro ministro da Justiça, Theophilo se desfiliou do PSDB.

“Não existe nenhuma indicação político-partidária”, enfatizou Moro.

Atualmente, a secretaria integra a estrutura do Ministério da Segurança Pública, pasta que será incorporada ao Ministério da Justiça na gestão de Bolsonaro. A secretaria é responsável pela Força Nacional de Segurança Pública, grupo de elite utilizado pela União em diferentes ações na área de segurança.

Segundo o perfil do general publicado no site do PSDB do Ceará, Theophilo passou para a reserva neste ano. O futuro secretário de Segurança Pública ingressou na caserna em 1966, nos bancos escolares do Colégio Militar de Fortaleza.

Com 52 anos de carreira militar, Theophilo chegou ao posto de general de exército (quatro estrelas), o topo da carreira no Exército. Em meio à carreira na caserna, ele atuou como comandante militar da Amazônia.

Ao anunciar Theophilo para a chefia da Secretaria Nacional de Segurança Pública, Moro declarou que a “tarefa” do futuro secretário será “padronizar” procedimentos na área de segurança pública nos estados.

“A tarefa do novo secretário, general Guilherme Theophilo, vai ser a de ajudar a reestruturar, resguardada as autonomias, tentar padronizar procedimentos, padrões de serviços e gestão envolvendo a segurança pública nos estados”, explicou o futuro ministro.

Moro disse ainda que está “bastante impressionado” com o trabalho de reestruturação da segurança pública do Rio de Janeiro comandado pelo interventor federal, general Walter Braga Netto.

“Entendo que um trabalho similar, respeitado evidentemente a autonomia dos estados do Distrito Federal, é o objetivo na Senasp [Secretaria Nacional de Segurança Pública]”, disse Moro.

G1

 

Opinião dos leitores

  1. PSDB do Ceará?.
    Isso explica muita cousa e ajuda a compreender tantas outras.
    Só não vê quem não quer ver.
    O pior cego é aquele que não quer ver! O futuro secretário de Segurança Politica vai fazer o que sabe fazer melhor: erseguir e caçar os petistas.
    kkkkkkkk
    E proteger os Tucanos, é claro.

  2. O Moro cada dia mais imoral e parcial. Acaba de indicar um ex político do PSDB. Supresa? Só os idiotas nao sabem ou nao querem saber da parcialidade desse farsante.

    1. Com moro, o Brasil tem dado passos enormes contra a corrupçao, já os petralhas além de corruptos, tentam a todo custo manter a corrupção desavergonhada e endêmica nas entranhas do país, pior, com apoio de uns lixos de brasileiros esquerdopatas.

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Educação

Brasil é o país que menos valoriza professores, diz estudo; China lidera

Estudantes leem livros didáticos para memorizá-los, em escola de Huining, na China Foto: GILLES SABRIÉ / NYT

Um estudo conduzido em 35 países para avaliar o status dos professores na sociedade mostrou que o Brasil é o que menos os valoriza, enquanto a China lidera no reconhecimento aos educadores.

Intitulada Global Teacher Status Index 2018 (ou índice global de status do professor, em tradução livre), a pesquisa foi realizada pela Varkey Foundation, ONG fundada pelo indiano Sunny Varkey em 2010, com o objetivo de melhorar os padrões de educação para crianças carentes.

Os pesquisadores entrevistaram mil pessoas em cada um dos 35 países para identificar como o emprego de um professor dos ensinos primário e secundário era comparado a outras profissões, em termos de valor para a sociedade. Numa lista de 14 ocupações, a de professor ficou em sétimo lugar, na média de todos os países.

China, Malásia, Taiwan, Rússia e Indonésia formam o top 5 da valorização dos educadores. Nos dois primeiros, assim como na Rússia, a importância do professor é equiparada à dos médicos.

Os cinco piores colocados são Argentina (31º), Gana (32º), Itália (33º), Israel (34º) e Brasil (35º). Por aqui, os professores foram comparados aos bibliotecários, em termos de status social.

Os entrevistados foram questionados, ainda, sobre como avaliavam o respeito dos alunos por seus mestres. Nesse quesito, novamente o Brasil teve o pior desempenho: menos de 10% das pessoas acreditavam que os alunos respeitavam seus professores; na China, 80% dos entrevistados afirmavam que havia respeito.

Desempenho ruim também no Pisa

O estudo também traça uma correlação direta entre o status dos professores e o resultado dos países no Pisa (Programa Internacional de Avaliação de Estudantes). O Brasil, último colocado na valorização dos educadores, é o penúltimo no Pisa entre os 35, estando à frente apenas do Peru.

— Esse índice finalmente traz evidências acadêmicas para algo que sempre soubemos instintivamente: há uma conexão entre o status dos professores na sociedade e o desempenho das crianças na escola. Agora podemos dizer sem sombra de dúvida que respeitar os professores não é apenas um dever moral importante, é essencial para o desempenho educacional de um país — afirmou Varkey, no texto de apresentação do trabalho.

Esta é a segunda edição do Global Teacher Status Index. A primeira, em 2013, foi feita com 21 países, entre eles o Brasil, que já havia ficado em último lugar então — e foi uma das sete nações onde a valorização dos professores caiu no período entre as duas pesquisas.

Em suas conclusões, o relatório da ONG afirma que melhor remuneração e status social para os professores são necessários para alcançar melhores resultados acadêmicos. Também afirma haver uma “forte correlação” entre remuneração e status, ou seja, quanto mais valorizados socialmente, mais bem pagos os profissionais tendem a ser. Por fim, quanto maior o respeito da sociedade pelos professores, mais os pais tende a encorajar seus filhos a seguir na profissão.

O Globo

 

Opinião dos leitores

  1. Esses comunistas e essa mania de valorizar educação, professores, saúde e o social.
    Bando de fdp.

  2. É muita burrice-ostentação desses eleitores do bozo antipetistas. O texto diz uma coisa e eles entendem outra. Vão aprender ao menos interpretar um texto simples. Figa!

  3. Segundo a esquerda, a culpa é de Bolsonaro, que nem assumiu ainda, e não do PT que passou 16 anos no poder.

  4. Modelo de escola que os PTralhas queriam ….quanto mais burro, melhor . Destruir a familia….destruir a liderança e respeito do professor,na era PTralha tudo podia …confundiram esses vermes em liberdade com LIBERTINAGEM

  5. E o professor idem, nunca a escola perdeu tanto adolescentes para as facções, eles estão morrendo aos montes por motivo dos professores não tem o menor zelo com o aluno, pouquíssimo os professores que se dedicam a profissão, a grande maioria serve de capacho para o petralhas.

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Polícia

Polícia Civil cumpre mandado de prisão contra suspeito de tentar roubar e matar guarda municipal e sua esposa no litoral sul potiguar

Homem era investigado pela Delegacia de Nísia Floresta

Policiais civis da Delegacia de Polícia Civil de Nísia Floresta cumpriram um mandado de prisão contra Luiz Paulo da Silva Azevedo, 20 anos, vulgo “Netinho”, nesta terça-feira (04), no Hospital Walfredo Gurgel. Ele foi preso em flagrante por policiais militares da Guarnição 339, na noite desta segunda-feira (03), depois que ele e um comparsa tentaram roubar e matar um guarda municipal de Natal e sua esposa, quando o casal estava em um veículo na praia de Pirangi. Dois suspeitos, que estavam em uma motocicleta, tentaram roubar o veículo do guarda municipal, mas a vítima reagiu e houve uma troca de tiros.

Investigações da Delegacia de Nísia Floresta revelaram que Luiz Paulo já havia praticado vários roubos contra clientes que estavam em um bar na praia de Camurupim, no dia 16 de outubro de 2018. Após esses roubos, ele ainda teria conseguido roubar uma motocicleta e um celular de uma outra vítima.

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Judiciário

Gilmar Mendes mantém proibição de entrevista com autor de facada em Bolsonaro

O ministro Gilmar Mendes manteve decisão que havia proibido realização de entrevista, pela Revista Veja, com Adélio Bispo dos Santos, apontado como autor do atentando ao presidente eleito Jair Bolsonaro. Na decisão, o ministro afirmou que, na decisão do TRF da 3ª região, não houve restrição à liberdade de imprensa, nem qualquer espécie de censura prévia.

Em setembro deste ano, em compromisso de campanha, o então candidato ao cargo de presidente do país sofreu atentado à faca supostamente desferido por Adélio, preso em flagrante no mesmo dia e autuado no artigo 20 da lei de segurança nacional.

O TRF da 3ª região deferiu liminar em mandado de segurança impetrado MPF e determinou a suspensão de entrevista jornalística que seria efetuada com o custodiado no presídio Federal de Campo Grande/MS.

No STF, a editora Abril Comunicações S/A, responsável pela revista Veja, afirmou que a decisão ofende a autoridade do Supremo, consubstanciada no julgamento da ADPF 130, quando o plenário declarou a não recepção da lei de imprensa pela CF de 88. Sustenta que, ao impedir produção de material jornalístico pela Revista Veja, a decisão teria ocorrido em censura prévia, em ofensa. O SBT apresentou pedido de extensão de liminar, pois alega que também teria sido prejudicado pela decisão do TRF da 3ª região.

Decisão

Para o relator, não há semelhança entre o fundamento da decisão do TRF-3 e o assentado pelo Supremo no julgamento da ADPF 130. O desembargador do TRF-3, explicou o ministro, ao decidir o caso em questão, não o fundamentou em nenhum dispositivo da lei de imprensa. “Ademais, da leitura do julgado, vê-se que não houve restrição à liberdade de imprensa, nem qualquer espécie de censura prévia ou de proibição de circulação de informações”, disse.

O ministro destacou que a relação entre a liberdade de expressão e de comunicação e outros valores constitucionalmente protegidos pode gerar situações conflituosas, a chamada colisão de direitos fundamentais. No processo de concretização da liberdade de imprensa, esclareceu, o Judiciário tem o papel de interpretar a aplicação de princípios constitucionais eventualmente conflitantes.

No caso concreto, segundo o relator, o juízo reclamado, ao analisar a situação fática, destacou a importância da proteção das investigações e da prevenção de possíveis prejuízos processuais, bem como a necessidade de proteção do próprio custodiado, cuja sanidade mental ainda era discutível. Concluiu, diante de tais ponderações, que o momento não era adequado para a realização da entrevista pleiteada.

“Vê-se, pois, que o ponto principal desta ação não recai sobre a liberdade de imprensa, em si. Discutiu-se, em verdade, se seria o momento adequado a permitir a exposição de preso provisório, mantido em presídio de segurança máxima, acusado de cometer crime contra a segurança nacional e cuja sanidade mental era contestável. Objetivou-se a proteção não apenas das investigações, ainda em curso, mas principalmente do próprio réu, custodiado do Estado.”

Observou ainda que a temática relacionada à liberdade de imprensa é bastante ampla e nem toda e qualquer intervenção judicial relacionada a esta matéria terá sua resposta no decidido por esta Corte na ADPF 130.

Além disso, o relator acrescentou que o instrumento processual da reclamação não pode ser empregado como substitutivo de recurso ou atalho para se chegar ao Supremo, conforme o caso dos autos. “Transformar esta Corte em verdadeira segunda instância de qualquer decisão relacionada a conflitos entre liberdade de imprensa e outros valores constitucionais, por meio de reclamação, não é compatível com nossa arquitetura constitucional”.

Processo: RCL 32.052
Migalhas

 

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