Os suspeitos pelos ataques em Barcelona e Cambrils, na Espanha, preparavam um “atentado de maior alcance”, afirmou nesta quarta-feira o chefe da polícia regional da Catalunha, Josep Lluís Trapero.
“Estavam preparando um ou vários atentados em Barcelona. A explosão em Alcanar (na noite de quarta-feira) foi o que evitou um ataque de maior alcance”, afirmou Trapero, se referindo ao incidentes neste município 200 km ao sul de Barcelona.
Segundo a polícia, uma quantidade ainda não determinada de pessoas estava nesta casa em Alcanar na quarta-feira preparando explosivos quando o imóvel explodiu, matando uma pessoa.
A socialite Roberta Luchsinger, de 32 anos, neta de um ex-acionista do banco Credit Suisse, que prometeu doar R$ 500 mil ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, não paga o condomínio do apartamento onde mora, em um bairro nobre de São Paulo, desde dezembro de 2014.
Segundo a advogada que defende os interesses do prédio, a dívida já estaria em R$ 232 mil. “Ela não constituiu advogado para esse processo, que correu à revelia. Nós já estamos na fase de avaliação pericial. O apartamento deve ir a leilão em breve”, disse a advogada Ana Beatriz Cardoso de Souza.
O edifício, localizado em Higienópolis, tem um apartamento em cada um dos 11 andares. Os outros moradores estariam “loucos da vida” com a notícia da suposta doação ao ex-presidente – já que o não pagamento da dívida tem recaído sobre eles.
Procurada pela reportagem, Roberta, que é filiada ao PC do B e pretende se candidatar a deputada estadual, disse que estava em um jantar e não poderia falar. No Twitter e no Facebook, ela escreveu que poderia “dobrar a doação” ao ex-presidente. A reação de Roberta nas redes sociais foi em relação à reportagem publicada pelo jornal “Folha de S.Paulo”, que mostrou que ela já havia sido intimada a pagar uma dívida de R$ 62 mil com uma loja de decoração antes de fazer qualquer tipo de doação.
Kkkkk vai ser mais um calote. Kkkkk essa promessa de doação a colocou na mídia. Era isso que a menina rica que "esquece" de pagar seus compromisdos queria.
Como todo comunista : sucesso no gogó !!dependem de holofotes … vai doar ??? Pague antes o que deve , antes querer aparecer ! Pilantra como todos outros da esquerda ! Na esquerda só tem iludido ou bandido !
Essa vagaba aí, já conseguiu o que queria, os cinco minutos de fama! Graças a essa imprensa buceta que atua neste nosso país.
Incluam-se aí os fofoqueiros de plantão, que se auto nominam "blogueiros".
BG
Isto é uma VIGARISTA querendo holofote, inclusive fala-se que será candidata a deputada. Só faltava isto, mais no brasil é moda ser corruPTo e ser candidato na maior cara de pau e ainda tem uns BABACAS para votar nelles e nellas.
Depois ela vai dizer que o apt que mora nao é dela e nem é ela que frequenta, e que nao conhece de onde veio o dinheiro que estao falando. Aprendeu com o mestre.
A Polícia Federal (PF) deflagrou hoje (18) , uma operação para investigar a suspeita de fraudes contra o programa Bolsa Atleta, do Ministério do Esporte. Pago a atletas de alto rendimento que obtêm bons resultados em competições nacionais e internacionais de sua modalidade, o benefício existe desde 2005 e é, segundo o Ministério, “o maior programa de patrocínio individual de atletas no mundo.”
Segundo a PF, os investigados inseriam dados de atletas fantasmas nos sistemas do Ministério do Esporte para desviar recursos do programa. Em apenas um ano, a quadrilha conseguiu criar 25 atletas fantasmas, inclusive de alto rendimento e nível olímpico. As fraudes teriam ocorrido no ano de 2012 e, de acordo com as informações encaminhadas pelo Ministério do Esporte, podem ter ultrapassado R$ 1 milhão em valores atualizados.
Como, de acordo com a PF, o suposto líder e alguns participantes do esquema criminoso são brasileiros nascidos em Cuba, a operação recebeu o nome de Havana, capital de Cuba. Estão sendo cumpridos seis mandados de busca e apreensão e seis mandados de condução coercitiva, autorizados pela 10ª Vara da Justiça Federal no Distrito Federal.
Procurado, o Ministério do Esporte não se pronunciou sobre o assunto. Segundo edital de inscrição para o programa, publicado no último dia 7, o ministério este ano vai conceder bolsas nas categorias Atleta de Base (equivalente a R$ 370 mensais), Estudantil (R$ 370), Nacional (R$ 925), Internacional (R$ 1.850), e Olímpica/Paralímpica (R$ 3.100). A iniciativa visa a garantir as condições mínimas para que atletas de alto rendimento em suas respectivas categorias se dediquem, com exclusividade, ao treinamento e às competições locais, sul-americanas, pan-americanas, mundiais, olímpicas e paralímpicas.
Pela Lei 10.891, que regulamenta o programa, todo candidato à bolsa deve atender a uma série de requisitos, como ter participado de competições nacionais e internacionais de suas modalidades no ano anterior e estar vinculado a alguma entidade de prática desportiva. Além disso, desde 2011, atletas de modalidades individuais olímpicas e paraolímpicas que se candidatem na chamada categoria Atleta Pódio, devem estar entre os vinte primeiros colocados do mundo em sua modalidade ou prova específica, conforme critérios definidos pelas respectivas entidades nacionais de administração do desporto em conjunto com o Comitê Olímpico Brasileiro ou Comitê Paraolímpico Brasileiro e o Ministério do Esporte.
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Gilmar Mendes, preparou uma proposta que prevê a implementação do parlamentarismo no Brasil. O texto foi entregue na quarta-feira, 16, aos presidentes da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE).
O Estadão/Broadcast apurou que a intenção é começar a discutir o conteúdo do texto apresentado por Gilmar depois da aprovação da reforma política no Congresso – neste momento, a Câmara discute a criação do distritão para eleição no Legislativo e a criação de um fundo bilionário com recursos públicos para bancar campanhas.
A sugestão elaborada pelo presidente do TSE tem como base a proposta de emenda à Constituição (PEC) apresentada pelo ministro Aloysio Nunes (Relações Exteriores) em 2016, quando ele estava no Senado. Gilmar, porém, fez ajustes que considera importantes para as discussões.
O ministro confirmou que entregou o documento aos presidentes da Câmara e do Senado. “Na avaliação que a gente fez, há um projeto muito bom do Aloysio Nunes, e nós preparamos algumas observações É um esboço, uma versão preliminar.”
Gilmar quer aproveitar a “vocação” presidencialista do País em sua proposta. Alguns dos interlocutores, que acompanharam o presidente do TSE ao tratar do assunto, classificaram o sistema de semiparlamentarista, por combinar aspectos tradicionais do presidencialismo.
Outra intenção seria criar um grupo ou frente de trabalho para debater o assunto ao longo do próximo ano. Ao final desse processo, a ideia seria fazer um plebiscito para consultar a população sobre a mudança. Questionado sobre a realização dessa consulta, o ministro disse que esse é um ponto que ainda precisa ser discutido.
Gilmar foi à residência oficial de Maia nesta quarta-feira, 16, para entregar uma cópia de seu texto. O encontro durou aproximadamente 30 minutos, em meio às negociações da reforma política. Depois, o presidente do TSE se encontrou com Eunício para tratar do mesmo assunto.
A proposta de Gilmar recebe o entusiasmo do presidente Michel Temer. Como adiantou o jornal O Estado de S. Paulo, o peemedebista está disposto a fazer um teste parlamentarista no fim do mandato. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Justiça e MPF chancelam o golpe, marcam posição na luta de classe, perseguem Lula e envergonham o Brasil
Quando vejo juízes, procuradores, delegados de polícia, tanto masculinos e femininos, a se comportarem por intermédio de suas declarações ao vivo, nas mídias dos empresários bilionários ou em suas redes sociais, penso logo e afirmo: "pobre do país e do povo que tem em seus quadros do Judiciário e do MPF coxinhas sem a mínima noção de nacionalidade e de entendimento de soberania nacional".
Esse país vai chegar ao caos, os políticos estão tomando decisões que não representam a vontade do povo, e não estão nem aí. CADÊ O PLEBISCITO ? Esse país de vocês não nos representa.
ninguém é bobo, esses perdedores jamais serão eleitos novamente presidentes pelo modelo presidencialista, daí quererem implantar o parlamentarismo para chegarem a dominar o poder novamente. todo brasil sabe que os que a maioria dos congressistas brasileiros são empresários conservadores que se elegem comprando votos e com o parlamentarismo eles tem a certeza de controlarem o presidente, que passa a ser um joguete nas mãos deles.
ninguém é bobo, esses perdedores jamais serão eleitos novamente presidentes pelo modelo presidencialistas, daí quererem implantar o parlamentarismo para chegarem a dominar o poder novamente. todo brasil sabe que os que a maioria dos congressistas brasileiros são empresários conservadores que se elegem comprando votos e com o parlamentarismo eles tem a certeza de controlarem o presidente.
Carla, é melhor sistema político atualmente – por que com essa bagunça a assembléia era dissolvida e novas eleições. O POVO escolherá seu representante e tira esses picaretas.
Sem plebiscito???? Afinal, para que serve o voto popular, já houve uma consulta à população sobre qual regime nosso pais deveria seguir!! Vimos numa autentica democracia…
A Polícia Federal (PF) deflagrou, nesta sexta-feira, a 43ª e a 44ª fases da Lava-Jato no Rio de Janeiro e em São Paulo. O ex-deputado federal Cândido Vaccarezza, ex-PT, é um dos alvos de prisão temporária. É a primeira vez que a PF realiza duas fases da operação ao mesmo tempo. As operações foram batizadas de Sem Fronteiras (no Rio) e Abate (em São Paulo), respectivamente. Vaccarezza é investigado por receber boa parte dos US$ 500 mil oruindos em propina do esquema, segundo o Ministério Público Federal (MPF), “agindo em nome do Partido dos Trabalhadores (PT)”.
Foram expedidas pelo juiz Sérgio Moro, em Curitiba, 46 ordens judiciais, sendo seis mandados de prisão temporária (um em São Paulo e cinco no Rio), 29 de busca e apreensão e 11 de condução coercitiva. Todos os presos devem ser encaminhados para a Superintendência da Polícia Federal na capital paranaense.
De acordo com o advogado de Vaccarezza, Marcellus Ferreira Pinto, o ex-parlamentar segue direto para Curitiba sem passar pela sede da Polícia Federal em São Paulo.
Segundo a PF, a Operação Sem Fronteiras, que ocorre no Rio de Janeiro, mira a relação entre executivos da Petrobras e grupos de armadores estrangeiros para “obtenção de informações privilegiadas e favorecimento obtenção de contratos milionários” com a estatal.
A Operação Abate, por sua vez, ocorre em São Paulo e investiga um grupo criminoso que seria “apadrinhado” por Vaccarezza. A PF suspeita que o ex-parlamentar utilizava influência para obter contratos da Petrobras com uma empresa estrangeira, que teria direcionado recursos para pagamentos indevidos a executivos da estatal e agentes públicos e políticos, além do próprio ex-deputado.
Uma equipe técnica, composta por delegados e técnicos, da Secretaria Nacional de Segurança (Senasp) viaja até o Rio Grande do Norte na próxima semana para se reunir com representantes da Secretaria de Estado da Segurança Pública e Defesa Social (Sesed). O objetivo é diagnosticar, em conjunto com as autoridades locais, os pontos mais atingidos pela violência que assola o estado, e definir quais as ações devem ser implementadas nos próximos dias para combater os altos índices de criminalidade.
Um preso, que ainda não teve a identidade divulgada foi encontrado morto, na madrugada desta sexta-feira, 18, no Presídio Provisório Raimundo Nonato Fernandes, localizado na Zona Norte de Natal.
De acordo com agentes penitenciários, uma equipe técnica do Itep foi acionada para identificar se dizer se o caso se trata de um homicídio ou suicídio.
Um homem identificado como Ivair Ferreira Batista, de 48 anos foi morto a tiros, na noite dessa quinta-feira, 17. O fato foi registrado no bairro de Lagoa Nova, zona sul de Natal.
De acordo com informações da Polícia Militar, o homem havia sido espancado por um grupo de pessoas que o acusaram de ter roubado um telefone celular.
Gracemente ferido após o espanbcamento, o homem foi levado para uma Unidade de Pronto Atendiemnto, mas não foi atendido por falta de documentos.
Ao voltar pra casa acompanhado da esposa, em um táxi para pegar os documentos, o homem foi abordado na porta de casa por homens armados que foram logo atirando. Ele ainda foi levado novamente da a UPA, mas não resistiu e morreu.
O número de pessoas mortas nos atentados jihadistas da região espanhola da Catalunha aumentou para 14 depois da morte, nesta sexta-feira (18), de uma mulher ferida ontem à noite no atropelamento de Cambrils, na província de Tarragona.
Segundo informaram à Agência EFE fontes do governo regional da Catalunha, é a primeira morte entre os seis pedestres feridos no atropelamento feito por cinco terroristas nessa cidade catalã. Os terroristas foram mortos posteriormente pela polícia.
As outras 13 vítimas morreram ontem (17) em Barcelona, quando uma van invadiu a região das Las Ramblas, que deixou também 100 feridos.
A Polícia Federal (PF) cumpre mandados da 43ª e da 44ª fases da Operação Lava Jato na manhã desta sexta-feira (18) em cidades do Rio de Janeiro e São Paulo. É a primeira vez que a PF realiza duas fases da operação ao mesmo tempo.
A polícia da Catalunha abortou na madrugada desta sexta-feira (18, noite de quinta no Brasil) um ataque na orla de Cambrils, a 117 km de Barcelona, que deixou sete feridos. Os cinco autores foram mortos pelos agentes.
Segundo os Mossos d’Esquadra, a polícia da região da Catalunha, os homens estavam em uma van que subiu a calçada e tentaram entrar em alta velocidade em uma rua de pedestres. Seis pessoas que passavam pelo local ficaram feridas ao serem atropeladas, duas gravemente. Um policial teve ferimentos leves.
Na sequência, os agentes atiraram oito vezes contra os suspeitos, baleando e matando quatro deles na hora. O quinto foi levado ao hospital em estado grave, mas não resistiu aos ferimentos. A polícia diz que todos eles carregavam cintos com explosivos falsos.
O ataque é investigado como terrorismo, mas nenhum grupo o reivindicou até o momento. Os Mossos d’Esquadra declararam que a situação está controlada e agora fazem explosões para detonarem as bombas dos autores.
O método da ação em Cambrils foi o mesmo usado pelo terrorista que matou pelo menos 13 pessoas e feriu cem na tarde de quinta (17) em Las Ramblas, via de pedestres de Barcelona, antes de fugir. Ele continua foragido.
Não se sabe até o momento se os dois ataques estão relacionados. A polícia já prendeu três suspeitos de ligação com a ação em Barcelona. O primeiro foi o marroquino Driss Oubakir, 28, que morava legalmente em Ripoll (a 105 km de Barcelona) e teria alugado a van usada pelo terrorista nos arredores de Barcelona.
O segundo detido é um espanhol do enclave de Melilla, no norte da África, cujo nome não foi divulgado. O homem, segundo a polícia, seria o responsável por uma explosão vinculada ao ataque em um prédio de Alcalar, a 202 km de Barcelona -na ação, ocorrida de madrugada, uma pessoa morreu e sete ficaram feridas. O terceiro suspeito, capturado na manhã desta sexta-feira (18), não teve o nome divulgado.
A polícia, porém, descarta relação do atentado com outro atropelamento ocorrido horas antes nas Ramblas, em que o motorista foi morto pela polícia após atropelar dois agentes.
Ocupando quatro ministérios no governo de Michel Temer e, ao mesmo tempo, ensaiando um discurso de oposição, o PSDB viu a sua crise interna se aprofundar após a veiculação, na noite de quinta-feira, do programa do partido na televisão. Encomendada pelo presidente interino, senador Tasso Jereissati (CE), a peça de dez minutos promove uma autocrítica — sem, no entanto, se aprofundar nos problemas citados — , defende o parlamentarismo e classifica o atual modelo de “presidencialismo de cooptação”. A reação dos tucanos no primeiro escalão governista foi imediata: os ministros Aloysio Nunes (Relações Exteriores), Bruno Araújo (Cidades) e Antonio Imbassahy (Secretaria de Governo) criticaram o programa e ampliaram a fissura com a ala favorável ao desembarque do governo e às mudanças internas.
Em diversos momentos, o programa afirma que “o PSDB errou”. Há ainda uma explicação sobre o funcionamento do “presidencialismo de cooptação”: os poderes Executivo e o Legislativo, segundo a peça, relacionaram-se por meio de inúmeras trocas de favores. “Presidencialismo de cooptação é quando um presidente tem que governar negociando individualmente com políticos ou com partidos que só querem vantagens pessoais, que não pensam no país, uma hora apoiam, outra não, e, quando apoiam, cobram caro”, diz o locutor. Nesse instante, o bonequinho que está no vídeo, carregando vários pacotes, tem os olhos transformados em cifrão. O programa ainda estava sendo transmitido quando Aloysio foi às redes sociais:
— Tenho 30 anos de vida parlamentar e nunca recebi dinheiro ou pedi vantagens para apoiar as agendas em que acredito. De quem o programa está falando? O sujeito desses verbos que indicam práticas reprováveis são “os políticos”. É uma forma pantanosa e politicamente irresponsável de diluir as culpas pela degradação institucional, que, ao lado da crise econômica e da desorganização administrativa, constitui o legado de um partido político. E esse não é o PSDB. É o PT — afirmou o ministro.
Segundo ele, os petistas devem ter dado “gargalhadas” ao assistirem ao conteúdo que foi ao ar:
— Pergunto aos marqueteiros: o apoio do PSDB ao governo Temer, os cargos que ocupamos, foram negociados por baixo do pano, por fisiologismo ou apego aos cifrões que aparecem nos olhos dos bonequinhos em que o programa representa “os políticos”?
Já o ministro Antonio Imbassahy, que coordena o processo de punição aos infiéis a Temer durante a votação da denúncia de corrupção no plenário da Câmara, com a troca de cargos de segundo e terceiro escalões, afirmou, por nota, que “a linha adotada no programa ofende fortemente o PSDB, colocando o partido numa posição extremamente ruim e desconfortável, como se fosse o culpado por todos os problemas, inclusive aqueles criados por governos do PT, dos quais foi oposição”. Diz ainda que, “em vez de fortalecer o partido, preferiu-se expor, em rede nacional, uma divisão interna que, a meu ver, já havia sido superada”.
Apesar de um tom abaixo do colega de ministério, Bruno Araújo também fez críticas e disse, em nota, que a peça encomendada por Tasso não o representa. “Seguimos um caminho de compromisso e recuperação do país. Por tudo isso, esperamos da presidência interina que se conduza dentro dos limites das decisões tomadas na legítima instância do partido, a Executiva Nacional”.
‘A VIDA COMO ELA É’, DIZ FERRAÇO
Outro interlocutor afirmou que Aécio, investigado na Lava-Jato, “não gostou” do programa. Já o senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES), mais ligado a Tasso, disse que o programa é ousado, corajoso e dialoga com “a vida como ela é”.
— Não há como não admitir, em que pese reconhecer que a deterioração da situação política é responsabilidade do PT, que também nos deixamos levar pela velha política. A autocrítica vai nos levar à construção de uma agenda conectada com a realidade. A reação ao conteúdo do programa revela uma coisa que não é muito comum no PSDB, que é ser humilde — ironizou Ferraço.
O senador Ataídes Oliveira (PSDB-TO) foi outro a aprovar o tom da peça:
— O programa, de maneira geral, ficou muito bom. A crítica ao presidencialismo de cooptação é importante, mas é preciso ter cuidado — ponderou Oliveira.
Tasso, que ligou para Temer com o objetivo de explicar que o programa, criado pelo marqueteiro Einhart Jácome, não tinha o peemedebista como alvo, defendeu a necessidade de o PSDB estar à frente na defesa de mudanças. Na conversa com Temer, o senador sustentou que o foco da peça é a defesa do parlamentarismo e a crítica ao que ele chama de “falência do sistema presidencialista”. O trecho que causou mais constrangimento entre os tucanos, principalmente os ministros, é o que mostra a compra de apoio de políticos no “presidencialismo de cooptação”, o que foi interpretado como uma acusação indireta a Temer, embora o nome do presidente não seja mencionado.
— Não tem nada contra Temer. Aliás, o programa defende o Temer, ao apontar as dificuldades que ele enfrenta para governar. Não é o programa que diz que Temer está comprando deputado com dinheiro, o programa fala que, no presidencialismo de cooptação, se troca apoio por vantagens. E quem apareceu na televisão dizendo que, se a fatura não for paga, não vota as reformas foi um deputado da base aliada de Temer — afirmou Tasso, que considera as críticas ao programa parte de um movimento para retirá-lo da presidência do PSDB.
FH DEFENDE E DORIA SILENCIA
No Rio para participar de um evento com empresários, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso defendeu o conteúdo do programa.
— Nessa nova sociedade, mentiu, morreu. Tem que dizer as coisas. Tem que dizer com sinceridade: “Acredito, não acredito, penso, não penso, estou errado, errei”. Se o PSDB fizer isso… Vi muita crítica ao Tasso (Jereissati) por causa do programa, mas ele (programa) falou isso: “Erramos? Erramos, fazer o quê?” Vai dizer que não erramos? Não foi um erramos, alguns erraram, mas está bem, você está falando pelo partido, tem que dizer que erramos, não tem outro jeito — disse FH.
Ao ser perguntado, pela plateia, se considerava que o PSDB havia morrido, o ex-presidente concordou:
— Na medida em que os outros partidos também acabaram. A crise é geral, o que não significa que os partidos vão desaparecer. Na próxima eleição, eles estarão aí. O PSDB tem possibilidades. É preciso ver que ideias o PSDB vai ter e que pessoas vão incorporar isso.
Procurado, o prefeito de São Paulo, João Doria, preferiu não comentar.
Tucano é blindado pela imprensa e pelo judiciário.
O IBAMA está concedendo o prêmio de Preservação Ecológica a Gilmar Mendes e Juiz Moro, por não haver nenhum Tucano preso, mesmo tendo tantos casos a serem pelo menos investigados com mais atenção.
Parecia um programa do PMDB!!! Hoje vivemos uma monarquia onde o Rei Temer tem a maioria dos senhores feudais ou a maioria senhores feudais tem o controle do Rei Temer!!!
Menos de uma semana depois de receber um “não” do Grupo de Trabalho da Lava-Jato, o ex-deputado Eduardo Cunha pediu para reabrir as negociações na tentativa de um acordo de delação premiada com a Procuradoria-Geral da República. Um emissário do ex-deputado até sugeriu que, se fosse de interesse do Ministério Público, Cunha participaria diretamente das tratativas, segundo disse ao GLOBO uma fonte que acompanha a movimentação de perto.
Nesse caso, investigadores de Brasília poderiam ouvi-lo em Curitiba, onde ele está preso. Procuradores devem decidir, até a próxima semana, se aceitam ou não pôr de volta à mesa a discussão da delação do ex-deputado.
Na proposta apresentada inicialmente, Cunha teria se comprometido a falar sobre as relações dele com o presidente Michel Temer. Também falaria sobre deputados, senadores e ministros que hoje estão no centro do poder em Brasília. Mas as informações oferecidas por escrito foram consideradas superficiais e inconsistentes. O ex-deputado teria sido omisso em relação a crimes já conhecidos. Cunha também apresentou poucas provas para sustentar as acusações, algumas delas genéricas, que prometeu fazer. O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, e a equipe de auxiliares não tiveram dúvidas em recusar o acordo.
Cunha é o Presidente do Brasil junto com Gilmar Mendes.
Quem ainda não percebeu isso está longe de entender o que se passa nos bastidores longe das telinhas da Rede de Fazer Bobos.
PLIM-PLIM.
Lula percorrerá nove Estados nordestinos. Visitará 25 cidades em 18 dias. Ele chama a aventura de “caravana”, um eufemismo para campanha eleitoral fora de época —coisa proibida por lei. O ex-mito do PT se apresenta ao eleitorado com uma condenação tatuada na testa: 9 anos e meio de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro. Lula é, no momento, mais candidato à cadeia do que à Presidência da República. Mas ele faz pose.
Enquanto aguarda pelo julgamento do recurso que seus advogados ajuizaram no Tribunal Regional Federal de Porto Alegre, em Porto Alegre, Lula se comporta como Lula. Usa dinheiro público do fundo partidário para ostentar uma candidatura presidencial que pode virar pó se a segunda instância do Judiciário confirmar a sentença de Sergio Moro.
A caravana de Lula é uma iniciativa político-religiosa. Todos sabem, inclusive os petistas, que Lula pode se tornar um ficha-suja. Mas o ingrediente da dúvida não faz parte do credo do PT. O partido se alimenta da certeza de que seu único líder é uma potência moral, que não deve contas senão à sua própria noção de superioridade. Impedido de discutir um Plano B, o PT se arrisca a afundar junto com o personagem que o fundou.
Esse Josias tem um ódio a Lula que parece irracional. Se deixar o povo decidir quem será o Presidente em 2018, não resta dúvidas que Lula sairá vencedor, apesar dos seus erros.
Mito não é o Lula, mito é o Bolsonaro e o Doria. Lula é a certeza da volta de um país igual para todos ricos e pobles. Mito é usado para esses candidatos de paraquetas feitos em laboratório pelos meios de comunicação que jugam ser o salvador da pátria. LULA 2018.
Tanta gente morrendo de fome e desempregada por causa da politica populista do PT, e os petistas das elites jogando ovo num shopping e falando mal dos outros. Lula, o seu heroi macunaima, em 2018 estara inelegivel devido a crime de corrupcao. grande exemplo.
Lkkkk MILITONTO estarem encantado pelo encantador Lula kkkkkk
A arrogância e a prepotência, está no DNA desse sujeito. Lugar de Ladrão é na cadeia!
O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, concedeu um habeas corpus controverso —mais um! Mandou soltar o empresário Jacob Barata Filho, preso no Rio de Janeiro desde 2 de julho. Gilmar é padrinho de casamento da filha de Barata, Beatriz. A moça trocou alianças em 2013 com Francisco Feitosa Filho, que é sobrinho da mulher de Gilmar, Guiomar Feitosa Mendes.
O habeas corpus “familiar” de Gilmar durou pouco, muito pouco, pouquíssimo. Antes que os carcereiros pudessem virar a chave da cela, o juiz Marcelo Bretas, que cuida da Lava Jato no Rio, expediu novo mandado de prisão contra Barata, mantendo-o atrás das grades. Foi como se o magistrado de primeira instância desse de ombros para o despacho de uma toga Suprema.
Barata Filho opera no ramo do transporte urbano. É acusado de pagar propina a políticos e fraudar contratos com o governo fluminense. Gilmar mandou soltar também outro preso encrencado no mesmo esquema: Lélis Teixeira, ex-presidente da Fetranspor Lélis Teixeira, ex-presidente da Federação das Empresas de Transportes de Passageiros do Estado do Rio de Janeiro.
Assim como fizera no caso de Batata, o juiz Bretas soltou nova ordem de prisão contra Lélis, impedindo-o de ganhar o meio-fio. Gilmar impusera uma série de medidas cautelatres aos beneficiários de seus habeas corpus. Entre elas o recolhimento domiciliar noturno, nos finais de semana e feriados. O doutor Bretas não quis saber. Preferiu manter a dupla na chave.
Rezam o bom senso e o Código de Processo Civil que um juiz deve se declarar impedido de atuar em determinado processo sempre que há razões objetivas ou subjetivas capazes de comprometer a imparcialidade do julgamento. Entre as causas de suspeição estão, por exemplo, a amizade ou inimizade com uma das partes.
Procurado, Gilmar Mendes disse que não se considerou suspeito para atuar no caso. O casamento “não durou nem seis meses”, mandou dizer o ministro ao Globo, por meio de sua assessoria. Balzac devia estar pensando em casos assim quando disse que “a gente respeita um homem que se respeita a si mesmo.”
Eu fico impressionado como a Ministra Carmen Lúcia fica assistindo o STF ser desmoralizado por esta pessoa, e não faz nada. Tome uma atitude mulher, não fique somente cumprindo o tempo de seu mandato. Você tem um nome a zelar e uma biografia a escrever. Do jeito que as coisas estão acontecendo daqui a pouco o povo vai pedir a extinção do STF. TUDO tem limite.
Esse Engavetador da República ri da nossa cara com a maior cara de pau. E as panelas permanecem silenciosas…
Cri, Cri, Cri…
Onde andam os Guardiões da Moral e dos Bons Costumes?
Acusado de propinas na Lava Jato, o ex-gerente da área internacional da Petrobrás Pedro Augusto Cortes Xavier Bastos chorou em audiência com o juiz federal Sérgio Moro, seus defensores e o Ministério Público Federal na qual admitiu ter recebido R$ 4,8 milhões do operador do PMDB, João Augusto Henriques, mas negou que o dinheiro seja ilícito. Preso desde maio, ele caiu aos prantos ao clamar para que possa responder pelo processo em liberdade.
Cortes Xavier foi preso em 26 de maio na Operação Poço Seco, fase 41 da Lava Jato, sob acusação de receber US$ 4,8 milhões em propinas na conta da offshore Sandfield, na Suíça, da qual supostamente era beneficiário. Em contrapartida, ele teria se utilizado de seu cargo para dar amparo técnico a um negócio envolvendo a venda de um campo seco de petróleo em Benin, na África, da empresa Companie Beninoise des Hydrocarbures Sarl (CBH) para a Petrobrás, em 2011.
“Estou há quase três meses preso, em prisão preventiva, minha segunda recusa da liberdade foi que os extratos não estavam presentes. Que a entrega desses extratos era negociada com o MP desde dezembro de 2016, por alguma razão que desconheço as negociações não foram à frente. Eu me senti dono de uma operação como se fosse um grande agente que fizesse mal à sociedade. Eu tenho um filho de 16 anos longe de mim em uma fase péssima. A primeira parte eu estou arrependido de ter recebido. Mas eu creio que tudo isso eu poderia estar respondendo em liberdade.”
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