TSE desmente boato sobre anulação do 1º turno das eleições: “nunca houve constatação de fraude em resultados”

Foto: Adriano Ishibashi / Estadão Conteúdo

O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) informou nesta sexta-feira (20) que são falsas mensagens que circulam em redes sociais e afirmam que as eleições do primeiro turno, em 15 de novembro, foram anuladas em algumas cidades por suspeita de fraude na urna eletrônica.

“Nunca houve, desde o início do uso das urnas eletrônicas, em 1996, constatação de fraude em resultados com a utilização do equipamento”, disse o TSE em nota.

O órgão esclarece, também, que a urna não tem conexão à internet ou via bluetooh, possui mais de 30 camadas de segurança encadeadas para dificultar a fraude, há lacres de segurança que mostram qualquer tentativa de violação, resultado da urna é impresso em cinco vias e qualquer cidadão pode ter acesso e que as urnas são expostas, antes das eleições, a hackers e especialistas que queiram testar sua segurança.

R7

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Marco antonio disse:

    Assim como uma conta corrente no banco é de uso pessoal so mexe nela o correntista, o banco nos lançamentos e os golpistas. Percebo uma vulnerabilidade no manuseio das urnas, eu nao confio. O TSE nao. vai atirar no proprio pé dizendo que o sistema não é confiavél, certamente vai defender seu produto, assim como os bancos dizem que as contas são confiaveis. Então que se PIX.

Ataque hacker roubou dados de 2020 do TSE

Foto: Roberto Jayme/Ascom/TSE

O ataque hacker que expôs informações de servidores do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) conseguiu acessar dados de 2020, e não apenas de anos anteriores, como se supunha inicialmente. A investigação conduzida pela Polícia Federal (PF) com colaboração do próprio TSE apontava que os dados eram antigos, do período entre 2001 e 2010. Agora já se sabe que, entre as informações vazadas, há dados de funcionários referentes a este ano. A investigação indica ainda que a invasão deve ter ocorrido antes de 1º de setembro.

As informações foram exposta no último domingo, dia do primeiro turno da eleição. Ainda no domingo, o TSE informou que o ataque tinha ocorrido com certeza antes de 23 de outubro de 2020, e provavelmente era mais antigo, uma vez que expôs dados de funcionários antigos e ex-ministros. São dados administrativos com informações pessoais sobre servidores.

O ataque foi feito a partir de Portugal. A PF ainda apura se há uma ação coordenada para desacreditar o processo eleitoral. Também no domingo, houve uma outra tentativa de ataque para derrubar o site do TSE, que não foi bem sucedida. Esse ataque teve origem no Brasil, nos Estados Unidos e na Nova Zelândia.

Na segunda-feira, em entrevista coletiva, o presidente do TSE, ministro Luís Roberto Barroso, reclamou da atuação de “milícias digitais”.

— Ao mesmo tempo em que houve o ataque, milícias digitais entraram em ação. Há suspeita de articulação de grupos extremistas que se empenham em desacreditar eleições, clamam pela volta da ditadura e muitos deles são investigados pelo STF — afirmou Barroso.

O Globo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. PEDRO VERDADEIRO. disse:

    Não Manoel Mané, Leia se é que vc se digna a essa dificuldade, depois tem que interpretar. A PF investiga uma invasão ao TSE, ela ocorreu, quem fez? Muitos podem ter feito, esquerda, direita, meio, fim, santos de pau oco, etc. A certeza de bandidos sim, tem alguns que estão presos, outros de tornozelos, vc conhece algum? Eu conheço da midia, um sapo barbudo de nove dedos diretamente interessado nisso, bem como seus colegas. Já está mais do que provado que são bandidos.

    • Antônio Soares disse:

      Pedro, está claro que são muitos os PTralhas em todo o país, e aqui temos um punhado também e mané é um deles. Eles são uma espécie nociva a família, a religião, a economia a política…..com essa gang, quero dizer grupo, só justiça e polícia resolve o caso deles.

  2. Neto disse:

    Interessante é o ministro fazer declarações sem apresentar provas.
    A midia falaria: mesmo sem apresentar provas, o ministro…." mas não. A forma como noticia é seletiva.

  3. Acorda Brasil disse:

    O Pentágono, Nasa, Harvard, MIT, BB, Santander entre outros já foram invadidos, mas a Urna e o sistema de apuração são 100% seguros. Tem que ser muito idiota pra comprar essa conversa.
    #VotoImpressoJá

    • Felipe disse:

      A urna não é conectada, logo, impossível de ser hackeada!

      Acorda, jumento!

    • Pixuleco disse:

      Felipe , será que ele conseguiu entender ou ainda está dormindo ? Kkkk

  4. Manoel disse:

    a turma do cabinete do ódio tentando provar sua retórica.
    Bandidos.

    • Marcos disse:

      Ainda tem bolsominio idiota falando em parelhas, vá se informar e cuidar da família bolsora jumento do majo. Só podia ser bolsonarista alienado, meu Deus.

Eleições municipais 2020: TSE contratou sem licitação o ‘supercomputador’ que atrasou apuração no domingo

Foto: TSE/Divulgação

 

O contrato do TSE com a Oracle do Brasil Sistemas, responsável pelo serviço, foi realizado com dispensa de licitação. Foi publicado no Diário Oficial da União no dia 25 de março deste ano, com o valor total de R$ 26,2 milhões.

Até agora, a Justiça Eleitoral brasileira empenhou R$ 19.564.473,36 em favor da filial brasileira da Oracle em 2020, segundo dados levantados pela BBC News Brasil usando a ferramenta Siga Brasil, do Senado Federal.

Não é possível dizer, porém, se todos os pagamentos se referem ao mesmo contrato, e nem qual a duração do contrato de R$ 26,2 milhões. O valor de R$ 19,5 milhões inclui empenhos feitos por tribunais regionais eleitorais de alguns Estados, embora a maior parte dos gastos seja do TSE.

No extrato publicado no Diário Oficial, o TSE cita um artigo da Lei de Licitações (de 1993) para justificar a dispensa da licitação. Segundo a norma, a compra ou contrato pode ser feito diretamente, sem licitação, quando só houver uma empresa apta a prestar aquele serviço. Outra hipótese é quando o governo precisa de serviços “de natureza singular, com profissionais ou empresas de notória especialização”.

Os “supercomputadores” fornecido pela Oracle ao TSE são do modelo Exadata X8 — são aparelhos com capacidade de processamento muito superior a um computador pessoal, e cujo tamanho é um pouco maior que o de uma geladeira ou freezer domésticos.

Contrato do TSE com a Oracle do Brasil Sistemas, responsável pelo serviço. Foto: Reprodução

O peso de cada aparelho varia de 915 a 400 quilos, conforme o manual do produto.

Segundo um profissional da área de tecnologia da informação consultado pela BBC News Brasil, o termo “supercomputador” não é mais usado — hoje, os especialistas da área se referem a este tipo de dispositivo como um serviço dedicado de datacenter.

Falar em “supercomputador” deve ter sido uma forma didática encontrada pela equipe de tecnologia do Tribunal para diferenciar o aparelho de um computador doméstico, diz o profissional, sob condição de anonimato.

Questionado sobre o assunto pela reportagem da BBC News Brasil na noite de domingo (15/11), o secretário de Tecnologia da Informação do TSE, Giuseppe Dutra Janino, disse que o funcionamento do “supercomputador” era de responsabilidade da Oracle.

Ele disse ainda que não se tratava de uma terceirização, e sim de um contrato de prestação de serviço.

“Esse computador é instalado por meio de um serviço. Ele faz justamente esse papel da nuvem computacional. Ou seja, é um supercomputador, que ele é contratado (por meio de) uma empresa, essa empresa é a Oracle; ela instala esse computador e mantém ele em funcionamento. É um serviço justamente, não é uma aquisição. Portanto, a manutenção, a conservação, o suporte, o bom funcionamento do equipamento é de responsabilidade da empresa”, disse ele.

A reportagem da BBC News Brasil procurou tanto a Oracle quanto o Tribunal Superior Eleitoral para comentários na tarde desta segunda-feira (16/11). A empresa disse que não iria comentar o assunto; o tribunal não respondeu ao pedido de informações.

A princípio, não há qualquer irregularidade ou ilegalidade no contrato entre a Oracle e o tribunal.

TSE muda versões sobre ‘supercomputador’

Desde que a lentidão na apuração dos votos foi constatada, na noite de domingo, o TSE forneceu explicações divergentes para o problema.

De início, o ministro Luís Roberto Barroso disse que a lentidão tinha sido causada por uma falha em um dos núcleos de processadores da máquina. Também aventou a hipótese do atraso estar ligado a um “aumento das medidas de segurança” adotados pelo tribunal, que chegou a ser alvo de uma tentativa de ataque hacker na manhã de domingo (15/11).

“Houve um atraso na totalização dos resultados por força de um problema técnico que foi exatamente o seguinte: um dos núcleos de processadores do supercomputador que processa a totalização falhou e foi preciso repará-lo”, disse ele na noite de domingo (15/11).

Já na tarde desta segunda-feira (16/11), o TSE passou a culpar a pandemia do novo coronavírus pela lentidão. Segundo o secretário Giuseppe Janino, o avanço da doença atrasou a entrega do equipamento de março para agosto, impedindo que o equipamento fosse preparado corretamente.

De acordo com Janino, apenas dois dos cinco testes previstos foram feitos no equipamento, já com as configurações de software para uso na eleição. Os outros três testes foram realizados antes, em outros equipamentos.

O efeito prático disso é que o supercomputador demorou para “aprender” como contabilizar um grande volume de votos em um prazo curto, o que fez com que a contagem ficasse lenta e, até mesmo, travasse em alguns momentos.

Em entrevista a jornalistas na tarde desta segunda-feira (16/11), Barroso disse ainda o tribunal cometeu um erro de diagnóstico ao atribuir a falha a um problema em um dos núcleos do supercomputador.

Barroso voltou a minimizar os problemas enfrentados pelo TSE na noite de domingo. Ele frisou o fato de que os resultados das eleições estão corretos e são confiáveis — apesar da demora para serem liberados.

“O único impacto desse problema foi o atraso de pouco menos de três horas na divulgação dos resultados que foi feita ainda na noite do próprio dia da eleição. Poucos países do mundo conseguem realizar essa façanha”, disse o ministro.

Apuração centralizada em Brasília

Estas eleições foram as primeiras em que a totalização (isto é, a contagem) dos votos foi centralizada em Brasília — até então, a tarefa cabia aos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) dos Estados, inclusive em eleições gerais. A única disputa cuja totalização era feita em Brasília era a de Presidente da República. Todas as outras ocorriam nos Estados.

Inicialmente, Barroso disse “não ter simpatia” pela mudança. Depois, voltou atrás e defendeu a centralização em Brasília — que seria uma recomendação da própria Polícia Federal, para aumentar a segurança do pleito.

“A centralização no TSE, que, na entrevista coletiva anterior eu observei que não tinha simpatia (…) foi uma recomendação da perícia da Polícia Federal, em nome de se prover maior segurança à totalização (…). Foi uma decisão técnica, decorrente de uma recomendação da PF. E embora eu tenha dito anteriormente que não tinha simpatia pela medida, eu também a teria tomado se tivesse sido sob a minha gestão, porque era a recomendação técnica de um relatório minucioso da Polícia Federal”, disse o presidente do TSE.

Instabilidade e ataque hacker

Além da lentidão na apuração, a Justiça Eleitoral também enfrentou outros problemas relacionados à tecnologia da informação durante as eleições municipais deste ano.

O aplicativo de celular e-Título ficou instável durante o dia, e esteve indisponível para pessoas que tentaram usar a ferramenta para justificar o voto, por exemplo.

“Desculpe! Algo saiu errado com sua solicitação. Pedimos a gentileza de tentar acessar este serviço dentro de alguns minutos. Caso o problema persista, verifique sua conexão com a Internet”, dizia a mensagem de erro do aplicativo.

Finalmente, o atraso na apuração se refletiu na liberação dos dados no Repositório do TSE, onde são disponibilizados os dados completos das eleições. Neste caso, as informações só começaram a ser liberadas por volta das 14h desta segunda-feira (16/11).

Durante o domingo, o tribunal também foi alvo de um ataque hacker do tipo DDoS, no qual um grande número de tentativas de acesso são feitas simultaneamente, com o objetivo de derrubar um determinado site ou serviço. O ataque, no entanto, foi debelado pelo TSE com a ajuda de empresas de telefonia.

Segundo a área de tecnologia do TSE, chegou a ocorrer 436 mil tentativas de conexões por segundo ao sistema da Corte, disparadas de Brasil, Estados Unidos e Nova Zelândia.

Em outra ação, um grupo vazou na manhã de domingo (15/11) dados antigos que tinham sido roubados do tribunal, de modo a fazer parecer que os sistemas da Justiça Eleitoral tinham sido corrompidos no dia da eleição — o que não aconteceu.

“Ao mesmo tempo em que esses dados foram vazados, milícias digitais entraram imediatamente em ação tentando desacreditar o sistema. Há suspeitas de articulação de grupos extremistas que se empenham em desacreditar as instituições”, disse Barroso nesta segunda-feira.

BBC

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. José Macedo disse:

    Se fosse o JB que contratasse sem licitação, seria pau nele até 2026,.
    Mas como é o TSE , pode.

  2. Josmari de Sales Costa disse:

    Se tivesse botado meu pc velhinho e uma planilha do excel tinha dado o resultado mais cedo.

  3. Zé ruela disse:

    Muita explicação

  4. J.Dantas disse:

    E quem vai fiscalizar o judiciário? Deus ou o Diabo?

Eleições 2020: TSE registra substituição de 1,7 mil urnas eletrônicas

Foto: Fernando Frazão / Agência Brasil

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) informou há pouco que 1,7 mil urnas eletrônicas foram trocadas durante o período matutino da votação. Segundo o tribunal, o percentual de substituição equivale a 0,38% do contingente de 400 mil equipamentos que estão sendo utilizados nas eleições.

Os números correspondem ao levantamento feito pelo TSE com informações dos tribunais regionais eleitorais até às 13h14.

O TSE também informou que foram registradas 252 ocorrências durante a votação. Houve 30 prisões de candidatos segundo o tribunal, enquanto o Ministério da Justiça fala em 52 candidatos detidos. Até o momento, não há registro de votação manual em nenhum município do país.

A votação prossegue até as 17h, conforme o horário local de cada município. Neste primeiro turno das eleições municipais, mais de 147 milhões de pessoas estão aptas para eleger prefeitos, vice-prefeitos e vereadores. Entre as capitais, apenas em Macapá e em Brasília não há eleição neste domingo. A capital amapaense, por causa de problemas com fornecimento de energia elétrica, e a capital federal, porque não tem prefeito, nem vereadores.

Agência Brasil

Resultado da eleição sairá em até 5h após fechamento de urnas, diz TSE

Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) estima que em até no máximo cinco horas do fechamento das urnas, o que ocorrerá às 17 horas do domingo (15), os resultados das eleições de 2020 serão entregues à população brasileira. A previsão foi confirmada neste sábado (14) pelo vice-presidente do TSE, ministro Edson Fachin, que participou da cerimônia de verificação de assinaturas do sistema de totalização dos votos.

No domingo, os brasileiros vão às urnas para escolher os prefeitos e vereadores das mais de 5 mil cidades do País.

Segundo o TSE, os boletins de urna começarão a ser emitidos já a partir das 17 horas. Os locais de votação serão abertos às 7 horas.

“Tudo está preparado para o dia de amanhã, para que no máximo cinco horas depois do fechamento das urnas, o TSE, com esse transporte direto do que foi depositado pela soberania para totalização aqui, tenha condições de entregar esses resultados em eleições legítimas e normais, como deve ser numa sociedade democrática”, disse Fachin.

Neste ano, as eleições vão contar com uma novidade no processo de totalização dos votos. Agora, essa etapa será concentrada no datacenter do TSE, enquanto que nos últimos pleitos o processamento era feito nesses sistemas dos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs). Ou seja, houve uma redução de 27 pontos de totalização para um.

“Isso tem várias vantagens, como na questão da economicidade, segurança, gerenciamento, e na agilidade”, afirmou neste sábado o secretário de Tecnologia da Informação do TSE, Giuseppe Janino.

Segundo Janino, a mudança marca um processo de evolução do sistema. Ele lembrou que antes de a totalização ocorrer nos datacenters dos TREs, o processo ocorreria no âmbito dos cartórios eleitorais, por meio de desktops.

“Temos hoje 2.600 cartórios, então foram reduzidos de 2.600 pontos para 27. E agora estamos reunindo num único ponto”, explicou o secretário.

Esse sistema foi confirmado como “íntegro e apto” pelo TSE em verificação neste sábado, afirmou Fachin.

 

R7

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Pixuleco disse:

    O sistema eleitoral do Brasil é exemplar . As vezes elege uns doidins , mas a culpa é de quem aperta o teclado .

    • PEDRO VERDADEIRO. disse:

      Perfeito Pixuleco, estou com vc e não abro. Houve evolução positiva nos seus comentários, com variações de erros e bobagens, mais evoluiu. Vamos confirmar amanhã o quase desaparecimento do PT, ainda vai ter quem vote nessa seita, são os doidins que vc fala. Eu particularmente já tive nesse meio, mais o tratamento de choque com roubos e mentiras, me curou.

    • Pixuleco disse:

      Obrigado Pedroca . Depois desse elogio , tenho quer expressar meus votos de felicidade para vc e seu companheiro , que em breve contrairão núpcias . A celebração do amor 💓 sempre encandeça o seu coração 💔. Que o passivo e o ativo entre e saiam e que no balanço vocês sejam muito felizes . Ah Papai !

ATENÇÃO: TSE orienta eleitor que contrair Covid-19 a partir desta terça-feira a não ir votar

Foto: Reprodução

Eleitores e mesários que forem diagnosticados com o novo coronavírus a partir desta terça-feira até o dia da eleição municipal não devem comparecer à votação, segundo orientação do Plano de Segurança Sanitária do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

O TSE começou a divulgar nos últimos dias uma série de vídeos e spots, transmitidos em meios de comunicação como a TV e plataformas como o Youtube, com dicas para eleitores e mesários se protegerem no dia da votação. Entre as medidas reiteradas estão a orientação para que cada pessoa leve sua própria caneta à seção, use a máscara desde o momento em que sair de casa e higienize as mãos antes e depois de digitar os números de seus candidatos na urna.

Aos candidatos, o apelo é para que, no dia da votação, se possível, eles se dirijam sozinhos à seção e mantenham a pelo menos um metro de distância dos eleitores.

Além dos cuidados pessoais, a Justiça Eleitoral deverá Fornecer álcool em gel para as seções eleitorais em quantidade que permita que cada eleitor higienize as mãos antes e depois de votar e fiscalizar a obrigatoriedade do uso de máscaras nas seções eleitorais e nos locais de votação.

O TSE ainda sugere o distanciamento mínimo de um metro nas filas, que deve ser demarcado com o uso de fitas adesivas no chão. As medida tem o intuito de combater a propagação do vírus durante o pleito eleitoral, que será realizado no dia 15 de novembro.

O Globo

TSE publica acórdão de cassação do mandato do deputado Sandro Pimentel (PSOL)

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) publicou nesta quarta-feira (28), no Diário da Justiça Eletrônico, o acórdão que define a cassação do mandato do deputado estadual Sandro Pimentel (Psol) na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte. O parlamentar foi julgado por ato lícito previsto no art. 30-A da Lei 9.504/97.

Segundo consta em processo da condenação, o deputado teria recebido recursos financeiros na conta de campanha, por meio de depósito em espécie, sem comprovação da origem do dinheiro. A decisão do TSE destacava que o deputado teria recebido de forma irregular a quantia de R$ 35.350,00 (78,82% do total arrecadado) dessa forma.

As doações pessoais que teriam sido feitas por ele mesmo e outra pessoa foram realizadas por meio depósito e em valor acima do permitido pela regra eleitoral. Em sua defesa, o deputado argumentou que usou recursos próprios para fazer as doações pessoais, no entanto, a Justiça considerou que a demonstração de renda e de saques feitos anteriormente não comprovaria a origem do recurso.

Com acréscimo de informações do G1

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Torres disse:

    Infelizmente o pau que bate em Chico não bate em Francisco…

    Um deputado bastante atuante, mas infelizmente a grande maioria não quer gente assim.

  2. Mendes disse:

    Enquanto isso o velho CHICO RODRIGUES que foi encontrado com o ANUS cheio de dinheiro, continua SENADOR licenciado da REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL 🇧🇷 Kkkkkkk

  3. Potiguar disse:

    35 mil? Essa mixaria? Até vereador do interior gasta mais que isso numa eleição. Tem deputado que gastou milhões, mas a justiça é cega!!!

  4. Mendes disse:

    Com isso o DEPUTADO SANDRO PIMENTEL ficou inelegível por 08 anos. Votarei novamente nele daqui a 08 anos e dessa vez além do meu voto o mesmo terá o voto de toda minha família. Parabéns SANDRO PIMENTEL 👏👏👏

  5. gil disse:

    a justiça ja demorou demais, se fosse célere seria cassado ainda em 2019, se tem flagrante, provas, porque a demora??

TSE aprova envio de tropas federais para o RN e mais seis estados nas eleições

Foto: Reprodução

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou nessa terça-feira (27) o envio de tropas federais para garantir a segurança do primeiro turno das eleições em sete estados. Soldados das Forças Armadas serão enviados para localidades do Amazonas, Pará, Maranhão, de Mato Grosso do Sul e do Rio Grande do Norte, Acre e Tocantins.

Os pedidos de envio de forças foram feitos pelos tribunais regionais eleitorais (TREs) para garantir a normalidade da eleição. As 345 localidades que vão receber as tropas têm histórico de conflitos durante as eleições e baixo efetivo de policiais militares.

Mais detalhes AQUI no Justiça Potiguar.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Hermes disse:

    Deveria não mandar pros municípios petistas.
    Os pelegos são contra militares, mas na hora de botar moral querem né cretinos?

  2. Francisco Arno da Silva disse:

    Mande uma carrada para Nova Cruz…

TSE rebate notícias falsas sobre urna de 2018 que voltaram a circular

Foto: Antonio Augusto/Ascom/TSE

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou na noite de ontem (18) uma nota de esclarecimento para rebater duas notícias falsas sobre a urna eletrônica que já haviam sido desmentidas em 2018 e voltaram a circular nos últimos dias em aplicativos de mensagem e redes sociais, a menos de um mês do primeiro turno das eleições municipais deste ano, marcado para 15 de novembro.

Uma das mensagens, que circula em vídeo, diz que o TSE recusou consultoria do Instituto de Tecnologia da Aeronáutica (ITA) e do Instituto Militar de Engenharia (IME) para o desenvolvimento de uma urna eletrônica capaz de imprimir o voto. As três instituições negam, desde 2018, a existência de qualquer proposta de assessoria nesse sentido. Os posicionamentos oficiais podem ser encontrados aqui.

Outra notícia falsa, que desta vez circula no Facebook, diz respeito a um edital publicado em 2017 para a compra de impressoras para as urnas eletrônicas. Com base no depoimento de um professor de Ciência da Computação da Universidade de Brasília (UNB), a fake news afirma que uma empresa fundada por dois venezuelanos teria tido acesso ao código das urnas após vencer o certame, abrindo a porta para fraudes futuras.

O edital para a compra de impressoras não foi adiante, pois a impressão do voto acabou suspensa pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo o TSE, uma empresa fundada pelos venezuelanos de fato havia vencido a licitação, mas acabou desclassificada posteriormente por apresentar equipamento incompatível com as exigências técnicas. “Além disso, em nenhum momento, a referida empresa teve acesso a quaisquer códigos da urna”, alega o tribunal.

A identificação das notícias falsas que votaram a circular foi feita por uma coalização firmada entre a Justiça Eleitoral e nove agências de checagem compostas por jornalistas profissionais.

Agência Brasil

TSE suspende inelegibilidade de Marcelo Crivella em caráter liminar

Foto: © Fernando Frazão/Agência Brasil

O ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Mauro Campbell Marques suspendeu na noite de ontem (12), em caráter liminar, a inelegibilidade do prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, que busca a reeleição. A informação foi divulgada pela assessoria de imprensa do tribunal.

Crivella havia sido considerado inelegível por oito anos, em setembro deste ano, em um julgamento do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ). Ele foi condenado por abuso de poder político, pela participação de funcionários da Companhia de Limpeza Urbana (Comlurb) em um encontro de apoio a seu filho, Marcelo Hodges Crivella, que concorria a deputado federal, em 2018, mas não se elegeu.

Em nota, Crivella disse que já foi inocentado no episódio em uma CPI da Câmara dos Vereadores e disse que não houve abuso de poder político porque seu filho perdeu a eleição.

A decisão do ministro, no entanto, tem apenas caráter liminar, portanto o caso ainda será julgado pelo plenário do TSE, em data a ser definida.

Agência Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Pedro disse:

    Mugir é mais agradável aos ouvidos do que o chiar dos ratos. Nove dedos e a Anta sabem bem o que é chiar, bem como roer o património público.

  2. Braulio Pinto disse:

    Não houve abuso de poder porque o filho perdeu a eleição? Esse argumento não deveria colar. O filho é incompetente além de transgressor.

  3. Lula é o maior ladrão do mundo disse:

    Para quem tem a memória fraca, o "Molusco" estava PRESO e foi colocado em liberdade através de uma liminar.

  4. Marquito disse:

    É impressionante como a lei só funciona pra Lula e os petistas ……. o resto não importa pode tudo , rachadinhas, cheques e por aí vai …..e o gado cada vez mais alienado

  5. Lui disse:

    Quanto custou essa liminar?

SE LIGA: Eleitor poderá justificar ausência nas urnas por meio do aplicativo do TSE

Foto: Divulgação

Quem precisar justificar a ausência nas votações de 15 e 29 de novembro deste ano poderá fazer o procedimento pelo celular ou tablet. Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), até o dia das eleições, o aplicativo e-Título (que substitui a versão física do título de eleitor), estará atualizado com a nova funcionalidade. O eleitor terá 60 dias para realizar o procedimento, a partir da data da votação.

A facilidade para justificar a ausência aliada à pandemia da Covid-19 pode contribuir para um aumento no número de abstenções no pleito deste ano, segundo o cientista político e professor da PUC-RJ Ricardo Ismael. Ele pondera, no entanto, que o número de abstenções nas eleições já vem caindo, pelo menos, desde a década passada.

— O aplicativo em si é um facilitador e evita que o eleitor tenha que sair de casa e se expor ao coronavírus. Por outro lado, acho que ele pode contribuir para aumentar o número de abstenções nesse cenário de pandemia, em que as pessoas já pensam duas vezes antes de ir às urnas. E aí, com a facilidade de fazer a justificativa pelo celular, pode estimular. Soma-se a isso o desencanto com a política, que já vem há anos gerando esse não comparecimento. Se a disputa não for muito acirrada, acredito que veremos um número de abstenções bem maior nessas eleições em algumas cidades.

Nas eleições presidenciais de 2018, por exemplo, 29,9 milhões de pessoas no primeiro turno e 31,3 milhões de pessoas no segundo turno deixaram de votar. Este foi o índice mais alto desde as eleições de 1998.

Na última disputa municipal (prefeitura e vereadores), em 2016, o Rio teve, no primeiro turno, a maior taxa de abstenção entre as capitais, e o maior índice de votos brancos e nulos desde a implementação das urnas eletrônicas, em 1996. Somados, 38,1% dos eleitores da cidade não confiou a nenhum candidato o seu voto.

Apesar deste aumento crescente, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Luís Roberto Barroso, afirmou em entrevista ao jornal O GLOBO esperar queda no nível de abstenção este ano, por “mais paradoxal” que o cenário possa parecer:

— Nós fizemos uma campanha para atrair mesários voluntários e tivemos mais de 700 mil inscrições. Acho que isso é um indício de que, apesar da pandemia, as pessoas com ânsia de participar do processo político, porque esse é um momento decisivo para as suas vidas.

O que é o e-Título?

O e-Título é gratuito e está disponível nos sistemas operacionais IOS e Android. Além dos dados do título, como local e seção de votação, a ferramenta permite ao cidadão gerar certidões de quitação eleitoral e de nada consta de crimes eleitorais, além de fazer a autenticação de documentos da Justiça Eleitoral.

O Globo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Gilson disse:

    Eu nem vou dá as caras lá. Manter a coerência e fica em casa.

  2. Birigui disse:

    Eu vou justificar mas não é por conta da pandemia. É por ter perdido a fé no sistema e por não ver candidato nem partido que mereça meu voto.

  3. Antônio Soares disse:

    Eu é que não vou aparecer nem lá.

TSE firma parceria com WhatsApp para identificar disparos em massa, robôs e banir contas

Foto: Reprodução internet

O Tribunal Superior Eleitoral anunciou, nesta quarta-feira, uma parceria com WhatsApp, Facebook e Instagram para combater a disseminação de fake news, de disparos em massa, e para divulgar medidas de segurança para o combate ao Covid-19 durante as eleições municipais de novembro.

No evento virtual, que contou com a participação do presidente do TSE, ministro Luís Roberto Barroso, e de representantes das três redes sociais, foi comunicado que o WhatsApp disponibilizará um canal de comunicação para denunciar contas suspeitas de realizar disparos em massa, o que é proibido.

— O TSE será a primeira autoridade eleitoral do mundo a ter um chart bot dentro do aplicativo, que permitirá aos eleitores interagirem com o Tribunal Superior Eleitoral no Whatsapp. Haverá um canal específico para que a Justiça Eleitoral e cidadãos possam denunciar contas suspeitas de fazerem disparos em massa. Recebida a denúncia, o Whatsapp conduzirá uma apuração interna para verificar se as contas indicadas violaram as políticas do aplicativo. E, se for o caso, irá bani-las — explicou Aline Osorio, secretária-geral do TSE.

Foi anunciada ainda parceria com Facebook e Instagram para ajudar a divulgar iniciativas para o combate às fake news e medidas de segurança para o enfrentamento ao Covid-19 na eleição municipal deste ano.

— Buscamos enfrentar o que tem sido chamado de comportamentos inautênticos coordenados: uso de robôs, perfis falsos, circulação em larga escala de notícias deliberadamente falsas. E enfrentar sem criar um novo mal que, seria a censura. A revolução tecnológica digital resultou nessa difusão dos computadores e no surgimento da internet. É importante impedir que as redes sociais, que têm um papel agregador, sejam utilizadas muitas vezes com maus propósitos, seja para vantagem ilícita, difamar pessoas e destruir componentes essenciais à democracia — disse Barroso.

O Globo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Entregador De Pizza 🍕 disse:

    Esse advogado é o da milícia bolsonariana?

REVIRAVOLTA: Confirmando perda de mandato de Sandro Pimentel no TSE, Jacó Jácome pode virar deputado

Foto: Reprodução/AL

O julgamento de um recurso na sessão plenária do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) da última terça, 22, gerou uma mudança jurisprudencial em que nos casos de parlamentar cassado por fraude ou abuso os votos são consequentemente anulados para todos os fins e a vaga do mandato poderá ir para outra coligação.

Em um caso prático, na hipótese de confirmação no Plenário do TSE, da cassação do deputado Sandro Pimentel (PSOL) que aguarda análise do recurso contra decisão do ministro Luis Felipe Salomão que decidiu pela cassação, a vaga não ficaria com o suplente Robério Paulino, mas poderia migrar para Jacó Jácome, em virtude de uma hipotética anulação dos votos de Pimentel com base na nova jurisprudência se prevalecer.

Com o julgamento de ontem foi mitigada a aplicação do §4⁰ do art. 175 do CE. Aplicado o art. 222 do CE. Portanto, votos não aproveitados para o partido ou coligação, determinada a retotalização.

Justiça Potiguar

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Maria Bernardes disse:

    Uma pena! Era meu representante em prol dos pets. 😿

  2. Silas disse:

    Bolsonaro falou
    Bolsonaro avisou
    E já disse que vai reverter a vasectomia
    Se arroche

  3. Chico Doido disse:

    Só falta culparem Bolsonaro por isso!

  4. Veraciano disse:

    Sera que o demonio do Bolsonaro esta agindo

    • Rubian disse:

      Kkkkk aí a culpa é do Bolsonaro?

    • barbosa Gomes disse:

      O gato daqui de casa morreu, a culpa é do bozo 😂😂😂😂😂😂

    • barbosa Gomes disse:

      O cachorro fez coco no quintal…a culpa é do bozo
      Volta Lula kkkkkkkk
      Michel Temer presidente
      Viva a safadeza e a ilegalidade

TSE divulga divisão de recursos do fundo eleitoral

FOTO: TSE

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou nessa quarta-feira (17) o cálculo da divisão de recursos do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) destinado para as campanhas dos partidos nas eleições de 2020.

No total, R$ 2 bilhões serão distribuídos para as 33 legendas. O PT vai receber R$ 201 milhões, a maior quantia. O PSL ficou em segundo lugar no rateio e receberá R$ 199 milhões. Na terceira posição está o MDB, com R$ 148 milhões. A tabela com a distribuição para todos os partidos pode ser acessada no site do TSE.

O partido Novo e o PRTB abriram mão do fundo e não vão receber recursos para financiar as campanhas de seus candidatos a prefeito, vice-prefeito e vereador.

A distribuição dos recursos leva em conta os votos válidos recebidos pelo partido e número de parlamentares da sigla na Câmara dos Deputados e no Senado.

Na sessão de ontem do TSE, após pedido de revisão do primeiro cálculo, divulgado no início do mês, o tribunal decidiu considerar que também deve ser levado em conta na divisão dos recursos do fundo o número de senadores eleitos pela legenda nas eleições de 2018, mas que saíram dos partidos. A divisão inicial levou em conta a representatividade das legendas no primeiro dia útil de junho.

O Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) foi criado pelo Congresso após a decisão do STF que, em 2015, proibiu o financiamento privado de campanhas políticas.

Agência Brasil

TSE decide recalcular divisão do Fundo Eleitoral entre partidos; valor total de R$ 2,034 bilhões

Foto: © TSE

O plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu na noite de ontem (16) revisar o cálculo para a distribuição do Fundo Especial de Financiamento de Campanha, cujo valor total neste ano é de R$ 2,034 bilhões.

O tribunal já havia divulgado a divisão de recursos de acordo com o tamanho das bancadas de cada partido no Congresso na data de 1º de junho de 2020. Agora, os ministros do TSE decidiram que, pela legislação eleitoral, o correto é levar em consideração o tamanho de cada bancada conforme o resultado da eleição de 2018.

O TSE também decidiu mudar o cálculo relativo às bancadas no Senado. Nesse caso, é preciso considerar o partido no qual os senadores em quarto ano de mandato se encontrava no dia da eleição geral.

De acordo com legislação aprovada em 2019, os recursos do Fundo Eleitoral deve ser dividido da seguinte forma: 48% de forma proporcional ao tamanho da bancada dos partidos na Câmara dos Deputados; 35% de modo proporcional ao número de votos recebidos por cada legenda nas eleições de 2018 (para as agremiações com ao menos um deputado); 15% de acordo com as bancadas no Senado; 2% igualmente entre todos os partidos registrados no TSE.

Dois dos 33 partidos hoje existentes, o Novo e o PRTB, decidiram abrir mão dos recursos. A nova distribuição do fundo entre as demais 31 agremiações deve ser divulgada em breve pela Justiça Eleitoral.

Agência Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Petistamaravilhoso disse:

    Esse dinheiro para hospitais seria ótimo!
    Aguardando os robôs se pronunciarem

Unificação das eleições em 2022 traria ‘inferno gerencial’ ao TSE, diz Barroso

Foto: Jorge William / Agência O Globo

Eleito para comandar o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a partir do fim deste mês, o ministro Luis Roberto Barroso afirmou hoje que unificar as eleições municipais e nacionais traria um “inferno gerencial” ao TSE. O ministro já afirmou em diversas ocasiões ser contra o adiamento das eleições municipais para 2022, o que coincidiria com o pleito para a escolha de representantes no âmbito nacional.

Segundo Barroso, o consenso no TSE é de evitar prorrogação de mandatos, mas, caso seja necessário adiar as eleições por causa da pandemia do novo coronavírus, que seja pelo “mínimo inevitável”. Durante uma transmissão ao vivo promovida pela Academia Brasileira de Direito Constitucional (ABDConst), o ministro também avaliou que a unificação seria “extremamente confusa” para o eleitor, além de levar a uma sobreposição dos debates nacionais e locais.

– Ou se vão nacionalizar as eleições municipais, ou vice-versa, se vai municipalizar a eleição nacional. Qualquer uma das duas hipóteses é ruim, sem mencionar o inferno gerencial que seria essa coincidência para o TSE. Nós já estimamos 750 mil candidatos para as eleições agora de 2020, somente para as eleições municipais. Se nós somarmos a esse número os milhares de candidatos das eleições para presidente, governador, senador, deputado federal, deputado estadual e vereador nós estaremos criando uma dificuldade muito grande para o processo eleitoral – pontuou o ministro.

Caso as eleições fossem unificadas, o eleitor teria de escolher representantes para oito cargos (presidente da República, governador, senador, prefeito, deputado federal, deputado estadual e vereadores). O ministro também voltou a dizer que qualquer decisão para adiamento das eleições deve passar pelo Congresso, já que seria necessário uma alteração à Constituição, que prevê eleições no primeiro domingo do mês de outubro a cada quatro anos.

O Globo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Carlão disse:

    Uma justiça eleitoral que mal trabalha, que poderia ser apenas uma vara na JF, com elasticidade de servidores.
    Brasilzão, atacam a justiça trabalhista e protegem a eleitoral.

  2. Antonio Turci disse:

    Pode ser, sim, desde que o TSE não se reestruture. Seria ótimo se o Ministro Barroso encampasse a ideia da unificação. Assim o país não teria que parar, a cada dois anos.