Palestra gratuita em Natal vai tirar dúvidas sobre bolsa de valores

O mercado financeiro tem diversas oportunidades para quem quer aumentar e proteger o seu patrimônio. Apesar disso, ele é ainda visto com desconfiança por muita gente.

Para tirar dúvidas do público e apresentar uma nova forma de lidar com seu próprio dinheiro, o especialista em mercado de capitais Vitor Santhiago vai fazer uma palestra gratuita sobre o tema em novembro.

Com o tema “o que não te contaram sobre o mercado financeiro”, o evento e vai trazer informações e novidades sobre bolsa de valores, investimento e as operações em curto prazo e alto potencial de retorno (trade).

A palestra ocorre na terça-feira, dia 6 de novembro, no Cubo Hub a partir das 19h. O espaço fica no shopping Seaway em Capim Macio, na Av. Roberto Freire. A entrada é limitada a 20 pessoas e as inscrições podem ser feitas aqui.

Sobre o palestrante

Operador do mercado financeiro há 2 anos, Vitor faz parte da Golf Invest, grupo especializado em bolsa de valores montado pela XP Investimentos, uma das maiores corretoras do país.

Em agosto e setembro deste ano, ele ministrou cursos em São Paulo e no Rio de Janeiro sobre como ter sucesso investindo na bolsa de valores. Ele já ensinou dezenas de alunos a ter sucesso em operações financeiras no mercado.

Atualmente, Vitor é especialista em operações de mini contrato de dólar e de dólar futuro e se dedica a cursos e mentorias na área.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Olavo disse:

    Por favor,
    não venham pobres que se acham elite.

    Grato.

    • Franklin Dias disse:

      Todos poderão participar do evento. Apenas um requisito será necessário: querer.

  2. Marcelo disse:

    Gostaria de fazer a inscrição

Dólar sobe e bolsa cai no dia seguinte a manifestações contra Dilma

DólarO dólar interrompeu uma sequência de quatro quedas e a bolsa de valores caiu no dia seguinte às manifestações contra a presidenta Dilma Rousseff. O dólar comercial encerrou esta segunda-feira (14) vendido a R$ 3,652, com alta de R$ 0,061 (1,7%). Na sexta-feira (11), a moeda norte-americana tinha fechado em R$ 3,591, na menor cotação desde o fim de agosto.

O dólar operou em alta durante toda a sessão, mas disparou no fim da tarde até fechar na máxima do dia. A divisa acumula queda de 8,76% em março e de 7,48% em 2016.

Na bolsa, o dia foi de queda. O índice Ibovespa, da Bolsa de Valores de São Paulo, encerrou o dia com queda de 1,55%, aos 48.867 pontos. Foi o primeiro recuo depois de dois dias seguidos de alta.

As ações da Petrobras, as mais negociadas, fecharam com quedas expressivas. Os papéis ordinários (que dão direito a voto em assembleia de acionista) caíram 5,45%, para R$ 9,54, voltando a ficar abaixo de R$ 10. Os papéis preferenciais (que dão preferência na distribuição de dividendos) recuaram 8,53%, para R$ 7,40.

Além das instabilidades políticas, o cenário internacional contribuiu para a turbulência no mercado financeiro. O preço das principais commodities, como petróleo e ferro, tiveram forte queda em um movimento de correção da alta dos últimos dias. O barril do tipo Brent, negociado em Londres, caiu 1,66%, para US$ 39,72. O barril do tipo WTI caiu 2,99%, para US$ 37,35.

Nos últimos meses, os preços das commodities (bens primários com cotação internacional) têm caído por causa da desaceleração da economia chinesa, que no ano passado teve o menor crescimento em 25 anos. O barateamento das commodities reduz a quantidade de dólares que entra no país, pressionando para cima a cotação da moeda norte-americana.

Fonte: Agência Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. O poeta disse:

    Isso quer dizer o quê? Quer dizer que os protestos fora um fracasso e Uncle Sam não ficou satisfeito.

Bancos disparam e Bolsa tem maior alta em oito meses

As ações de bancos dispararam nesta quarta-feira (26) e levaram a Bolsa brasileira à maior alta diária em oito meses. O avanço ocorreu após comissão do Congresso aprovar alíquota menor de tributo que incide sobre o lucro das instituições financeiras.
No mercado cambial, o dólar comercial, usado em transações no comércio exterior, fechou em leve queda de 0,19%, para R$ 3,60. O dólar à vista, referência no mercado financeiro e que fecha mais cedo, subiu 2,06%, para R$ 3,640 -maior patamar desde 14 de fevereiro de 2003, quando encerrou cotado a R$ 3,668. Corrigido, esse valor equivaleria a R$ 5,83. Na máxima, ambos atingiram R$ 3,65.

O Ibovespa, principal índice do mercado acionário brasileiro, fechou em alta de 3,35%, para 46.038 pontos. Foi a maior variação positiva diária desde 17 de dezembro do ano passado, quando a Bolsa subiu 3,63%.

A valorização da Bolsa acompanhou os mercados americanos e também ocorreu após decisão da comissão mista no Congresso responsável pela análise prévia da medida provisória 675, que eleva a contribuição social sobre o lucro líquido (CSLL) de instituições financeiras.

A comissão estabeleceu a alíquota do imposto em 20% até 1º de janeiro de 2019, quando volta a vigorar o percentual de 15%. A decisão representa um alívio para os bancos, pois a proposta inicial era de aumento da alíquota para 23%. A medida provisória segue ao plenário da Câmara dos Deputados e depois, ao do Senado.

Os papéis de bancos dispararam com a notícia. As ações do Itaú Unibanco avançaram 6,04%, para R$ 27,37, enquanto os papéis preferenciais do Bradesco subiram 4,92%, para R$ 24,04. As ações do Banco do Brasil tiveram alta de 4,92%, para R$ 18,57.

Ações de siderúrgicas, bastante penalizadas nos últimos pregões por causa das dúvidas sobre a economia chinesa, também fecharam em forte alta. Os papéis da CSN subiram 12,95%, enquanto as ações preferenciais da Usiminas subiram 7,84% e os papéis da Gerdau avançaram 6,56%.

As ações da mineradora Vale fecharam no azul após três dias seguidos de queda. Os papéis preferenciais subiram 2,93%, para R$ 12,63, e os ordinários avançaram 3,58%, para R$ 15,90.

Os papéis da Petrobras também fecharam em alta pelo segundo dia seguido. As ações preferenciais subiram 2,66%, para R$ 8,11, e as ordinárias avançaram 2,82%, para R$ 9,13.
CHINA

Dólar ultrapassa R$ 3,55 e fecha no maior valor em 12 anos

Em um dia de turbulência nos mercados internacionais, a moeda norte-americana ultrapassou R$ 3,55 e fechou no maior valor em mais de 12 anos. O dólar comercial encerrou esta segunda-feira (24) vendido a R$ 3,553, com alta de R$ 0,056 (1,61%). A cotação fechou no maior valor desde 5 de março de 2003 (R$ 3,555).

Durante toda a sessão, a divisa operou em alta. Na máxima do dia, por volta das 10h40, chegou a ser vendida a R$ 3,57, mas o ritmo de aumento diminuiu nas horas seguintes. O dólar acumula alta de 3,7% em agosto e de 33,62% em 2015.

O mercado financeiro mundial passou por grande inquietação relacionada às incertezas em relação à robustez da economia chinesa e às perspetivas de crescimento da economia mundial. A Bolsa de Xangai encerrou a sessão de hoje com perda de 8,49%, a maior queda em oito anos. A Bolsa de Shenzhen, segunda praça financeira da China, caiu mais de 7%.

As bolsas europeias, dos Estados Unidos e da América Latina acabaram por ser arrastadas e sofreram também perdas acentuadas, atingindo valores mínimos dos últimos anos. No Brasil, o Ibovespa, índice da Bolsa de Valores de São Paulo, caiu 3,03% e atingiu a menor pontuação desde abril de 2009 (44.336,47 pontos).

A cotação de matérias-primas, principalmente a do petróleo, está em queda acentuada. Segundo analistas, a incerteza em torno da China pode levar o Federal Reserve, Banco Central norte-americano, a adiar a alta das taxas de juros nos Estados Unidos, que poderia ocorrer em setembro.

As ações adotadas pelo governo chinês para reaquecer o mercado não surtiram efeito. Há duas semanas, o Banco da China desvalorizou o yuan (moeda do país), levando à queda global das bolsas. A autorização para que os fundos públicos de pensões do país adquiram até 30% do patrimônio em ações não teve o resultado esperado, aprofundando a desconfiança dos investidores.

Fonte: Ag^ncia Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Carvalho disse:

    Lá se foi a moeda forte e a estabilidade da economia.
    Por não ter tomado medidas preventivas e por manter uma política medíocre, o governo do PT arruinou a economia do Brasil.
    O corte de 1.000 cargos em comissão anunciado pelo governo é bastante irrisório, considerando os mais de 15.000 que foram criados desde os primeiros anos do governo incompetente do PT.
    O PT está devolvendo ao país a inflação, a carestia, uma moeda fraca, o desemprego, o PIB quase negativo, o fechamento de empresas, as contas públicas em desordem, o rebaixamento da nota de investimento estrangeiro, a queda da Petrobrás em centenas de posições no ranking internacional, uma infraestrutura brasileira muito mais deficitária, entre outros.
    Isso é parte do que sabemos sobre o governo desastroso do PT, que está destruindo e o Brasil e arruinando os brasileiros.

Corretor da Bolsa de Valores comete suicídio por conta do pânico e das perdas

Exame.com – Um homem de 48 anos, denominado apenas como “Seo” e que era corretor na Bolsa de Valores de Seul (Coreia do Sul), cometeu suicídio nesta quarta-feira (10) por conta do pânico e das perdas registradas diante da turbulência nos mercados financeiros globais.

O operador saltou do alto de um edifício localizado na cidade de Daegu, quarta maior cidade da Coreia do Sul, informou o chefe de polícia Lee Kang-ho, citado pela rede americana de televisão NBC.

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