UTILIDADE PÚBLICA: Caixa reduz juro de financiamento imobiliário. Saiba como funciona a portabilidade

Foto: Hermes de Paula / Agência O Globo

Com a redução da Selic, a taxa básica de juros, ao mais baixo patamar da História, bancos públicos e privados têm reduzido as taxas cobradas no financiamento imobiliário. Nesta terça-feira, a Caixa Econômica Federal diminuiu o juro mínimo para 7,5% ao ano mais TR, para quem é cliente do banco. Uma semana atrás, Bradesco e Itaú também cortaram os juros. O primeiro para a mínima de 7,3%; o segundo, para 7,45%.

Diante desta corrida dos bancos, quem tem um financiamento imobiliário começa a ter oportunidades mais vantajosas para fazer a portabilidade do empréstimo da casa própria.

Segundo o Banco Central, em 2018 foram feitos 5.535 pedidos de portabilidade de crédito imobiliário, alta de 453,8% em relação a 2017. No primeiro semestre deste ano, já foram 3.466.

— O atual cenário, de juros baixos e a maior competição entre os bancos, favorece um movimento de portabilidade do empréstimo da casa própria. Além das taxas cobradas pelos bancos, é preciso levar em conta os custos da transação e a capacidade de pagamento antes de procurar um ouro banco — explica Patricia Curvelo, sócia da consultoria imobiliária Investmais.

Em quatro pontos, confira como funciona a migração do financiamento imobiliário.

A portabilidade de financiamento imobiliário segue a mesma lógica da migração de um empréstimo. O cliente do banco A procura o banco B para que este passe a ser o novo responsável pelo financiamento. Neste caso, o segundo banco faz uma análise da capacidade de pagamento para avaliar se concordará com a transação.

Uma vez que a portabilidade foi acordada, a instituição que receberá o financiamento quita a dívida com o banco original. Assim, a dívida do comprador da casa própria fica inteiramente sob responsabilidade da nova instituição

Entenda como funciona

Como um novo financiamento e com taxas

Na portabilidade do financiamento, o novo banco faz a análise do imóvel da mesma forma como se o cliente estivesse contratando um empréstimo pela primeira vez. Além disso, há custos envolvidos na migração. O proprietário do imóvel financiado precisará pagar a taxa de vistoria do imóvel e a transferência no Registro Geral de Imóveis (RGI). Nos cálculos de Patricia, da Investmais, em um imóvel na faixa de R$ 300 mil, estes encargos giram em torno de R$ 4 mil.

Sem carência

Não há uma carência que o cliente precisa cumprir para fazer a migração do financiamento de um banco para o outro. O importante, destacam os especialistas, é que seja feita uma análise além da leitura sobre a taxa de juros oferecida pelo banco. O percentual anual pode ser baixo, mas os financiamentos envolvem seguros e taxas de administração dos bancos. No total, avaliando todas as taxas envolvidas (o Custo Efetivo Total – CET) da transação pode não ser tão vantajoso assim.

Nova análise de crédito

Outro ponto a ser observado na migração do financiamento é a capacidade de pagamento. Os bancos fazem a análise do credit score (método para avaliar o risco de inadimplência) do cliente. Se, atualmente, a pessoa estiver em uma situação financeira menos favorável do que no momento em que contratou o financiamento, é possível que a portabilidade não seja autorizada. Porém, caso a situação do orçamento esteja mais vantajosa, o cliente pode tentar a migração para aproveitar os juros mais baixos na concorrência e diminuir o tempo das parcelas.

O Globo

Mercado financeiro reduz estimativa para inflação e taxa Selic em 2019; veja previsões com novas quedas até 2022

Foto: Agência Brasil

Instituições financeiras reduziram, pela oitava vez seguida, a estimativa para a inflação neste ano.

De acordo com pesquisa do Banco Central (BC) ao mercado financeiro, a previsão para a inflação, calculada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, passou de 3,44% para 3,43%, em 2019.

Para 2020, a estimativa caiu de 3,80% para 3,79%. A previsão para os anos seguintes não teve alterações: 3,75%, em 2021, e 3,50%, em 2022.

As estimativas para 2019 e o próximo ano estão abaixo do centro da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. A meta de inflação, definida pelo Conselho Monetário Nacional é 4,25% em 2019, 4% em 2020, 3,75% em 2021 e 3,50% em 2022, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.

O principal instrumento usado pelo BC para controlar a inflação é a taxa básica de juros, a Selic. Quando o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica.

Quando o Copom aumenta a Selic, a finalidade é conter a demanda aquecida e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Para o mercado financeiro, a Selic deve terminar 2019 em 4,75% ao ano. Na semana passada, a expectativa estava em 5% ao ano. Atualmente, a Selic está em 5,5% ao ano.

O mercado financeiro não alterou a estimativa para o fim de 2020: 5% ao ano. Para 2021, a expectativa é que a Selic termine o período em 6,50% ao ano. Na semana passada, a previsão era 6,75% ao ano. Para o fim de 2022, a previsão permanece em 7% ao ano.

Crescimento da economia

A previsão para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – é mantida em 0,87% em 2019, há quatro semanas consecutivas.

As estimativas para os anos seguintes também não foram alteradas: 2%, em 2020; e 2,50%, em 2021 e 2022.

Dólar

A previsão para a cotação do dólar ao fim deste ano subiu de R$ 3,95 para R$ 4 e, para 2020, de R$ 3,90 para R$ 3,91.

Agência Brasil

 

Mercado reduz estimativa de inflação pela 7ª vez seguida

Dinheiro: na última quarta, BC cortou a Selic em 0,50 ponto percentual e surpreendeu os mercados pela indicação explícita de novo alívio monetário (IltonRogerio/Getty Images)

Instituições financeiras reduziram, pela sétima vez seguida, a estimativa para a inflação neste ano. De acordo com pesquisa do Banco Central (BC) ao mercado financeiro, a previsão para a inflação, calculada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), deste vez, passou de 3,45% para 3,44%, em 2019.

Para 2020, foi mantida em 3,80%. A previsão para os anos seguintes também não teve alterações: 3,75%, em 2021, e 3,50%, em 2022.

As estimativas para 2019 e o próximo ano estão abaixo da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. A meta de inflação, definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) é 4,25% em 2019, 4% em 2020, 3,75% em 2021 e 3,50% em 2022, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.

O principal instrumento usado pelo BC para controlar a inflação é a taxa básica de juros, a Selic. Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica.

Quando o Comitê de Política Monetária aumenta a Selic, a finalidade é conter a demanda aquecida e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Para o mercado financeiro, a Selic deve terminar 2019 em 5% ao ano. Na última semana, o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC reduziu a Selic de 6% para 5,5% ao ano.

A expectativa do mercado é que Selic voltará a ser reduzida em 0,5 ponto percentual em outubro e permanecerá em 5% ao ano na última reunião do ano marcada para dezembro.

O mercado não espera por alteração na Selic em 2020, com a taxa permanecendo em 5% ao ano. Para 2021, a expectativa é que a Selic termine o período em 6,75% ao ano. Na semana passada, a previsão era 7% ao ano. Para o fim de 2022, a expectativa é que a taxa chegue a 7% ao ano.

Crescimento da economia

A previsão para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – foi mantida em 0,87% em 2019.

As estimativas para os anos seguintes também não foram alteradas: 2%, em 2020; e 2,50%, em 2021 e 2022.

Dólar

A previsão para a cotação do dólar ao fim deste ano subiu de R$ 3,90 para R$ 3,95 e, para 2020, foi mantida em R$ 3,90.

Selic

Os analistas do mercado financeiro mantiveram suas projeções para o juro básico em 2019 e 2020 em 5,00% ao ano, conforme atualização da pesquisa Focus divulgada pelo Banco Central nesta segunda-feira, mas as instituições que mais acertam as previsões cortaram os números, após o BC ter reduzido o juro na semana passada e indicado novos cortes.

O Top 5 de curto prazo diminuiu a previsão para a Selic ao fim de 2019 a 4,75%, pela mediana das estimativas, ante 5,00% na semana anterior. Para 2020, a mediana indica Selic de 4,88%, ante 5,00% na semana anterior.

O Top 5 de médio prazo reduziu o prognóstico de 5,00% para 4,75% tanto para o fim de 2019 quanto de 2020, também segundo mediana das estimativas.

Na quarta-feira da semana passada, o BC cortou a Selic em 0,50 ponto percentual, para 5,50% ao ano (nova mínima histórica) e surpreendeu os mercados pela indicação explícita de novo alívio monetário. Na curva de juros, operadores passaram a ver Selic abaixo de 5% já a partir do fim deste ano.

Na esteira da indicação do BC, várias instituições financeiras reduziram as projeções para o juro básico para abaixo de 5%, como XP Investimentos, Citi, Bradesco, BofA, Santander Brasil, BNP Paribas e Credit Suisse.

O BC divulgará na terça-feira a ata do Copom, na qual detalhará os motivos que levaram ao corte do juro e à indicação de mais afrouxamento monetário.

Outros índices

O Focus também mostrou que a mediana das projeções do IGP-M de 2019 passou de alta de 5,07% para elevação de 5,09%. Há um mês, estava em 5,71%. No caso de 2020, o IGP-M projetado foi de alta de 4,05% para elevação de 4,06%, ante 4,08% de quatro semanas antes.

Calculados pela Fundação Getulio Vargas (FGV), os Índices Gerais de Preços (IGPs) são bastante afetados pelo desempenho do câmbio e pelos produtos de atacado, em especial os agrícolas.

Exame

 

IMPORTANTE: Mercado reduz estimativa de inflação pela quinta vez seguida

Foto: Agência Brasil

O mercado financeiro reduziu a estimativa de inflação para este ano, pela quinta vez seguida. Segundo o boletim Focus, pesquisa divulgada todas as semanas pelo Banco Central (BC), a previsão para a inflação, calculada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), caiu de 3,59% para 3,54%, este ano.

Para 2020, a estimativa também foi reduzida, ao passar de 3,85% para 3,82%. A previsão para os anos seguintes não tiveram alterações: 3,75%, em 2021, e 3,50%, em 2022.

A meta de inflação, definida pelo Conselho Monetário Nacional é 4,25% em 2019, 4% em 2020, 3,75% em 2021 e 3,50% em 2022, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, atualmente em 6%. Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica.

Quando o Comitê de Política Monetária aumenta a Selic, a finalidade é conter a demanda aquecida e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Para o mercado financeiro, ao final de 2019 a Selic estará em 5% ao ano. Para o final de 2020, a estimativa segue em 5,25% ao ano. No fim de 2021 e 2022, a previsão permanece em 7% ao ano.

A previsão para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – foi mantida em 0,87% em 2019.

Segundo o BC, a previsão para 2020 caiu de 2,10% para 2,07%. Para 2021 e 2022 também não houve alteração nas estimativas: 2,50%.

Dólar

A previsão para a cotação do dólar ao fim deste ano subiu de R$ 3,85 para R$ 3,87 e, para 2020, de R$ 3,82 para R$ 3,85.

Agência Brasil

TJRN reduz despesas em quase 10% em 2018

Foto: Divulgação

A despesa total do Poder Judiciário potiguar diminuiu 9,16% no ano de 2018. O total foi de R$ 1.018.394.743,00 com uma economia de R$ 102,7 milhões. Para efeito comparativo, em valores absolutos, em 2017 a despesa total foi de R$ 1.121.094.806,00. Os dados são do levantamento anual Justiça em Números, do Conselho Nacional de Justiça, divulgado na semana passada. Este modelo de administração tem permitido ao TJ enfrentar a crise financeira que atinge o RN nos últimos anos. Veja matéria completa aqui no portal Justiça Potiguar.

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Sem nome disse:

    Mesmo reduzindo em 10% o TJ/RN é considerado um dos menores do Brasil e é o que mais gasta no país.
    Absurdo!

  2. Vamos lá disse:

    Esse tribunal é aquele terceiro menos eficiente do país? É o terceiro mais caro do país? Rsrsrs Nada a comemorar essa matéria!!!! Quero produtividade!!!!

  3. Arimateia disse:

    Diminui despesas??? O TJRN?? O mesmo que recentemente enviou projeto de lei para a AL/RN (e devidamente aprovado lá) prevendo inúmeras benesses financeiras para os magistrados?? O mesmo que recentemente enviou projeto de lei para aumento dos servidores (que já recebem os maiores salários do país)??
    Redução de despesas com pessoal é que não deve ter sido. O fato é que os advogados e jurisdicionados do interior do Estado, e também da capital, clamam por prestação jurisdicional. Faltam juízes, faltam servidores! Difícil demais!!

Bolsonaro reduz impostos sobre videogames; alíquotas de IPI de 20% a 50% reduzidas para a faixa entre 16% e 40%

Brasil Games Show reuniu cerca de 300 mil apaixonados por videogames na última edição — Foto: BGS/Divulgação

Decreto do presidente Jair Bolsonaro publicado nesta quinta-feira (15) no Diário Oficial da União reduz as alíquotas de IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) incidentes sobre videogames, acessórios dos consoles e suas partes.

As alíquotas, que atualmente variam de 20% a 50%, foram reduzidas para a faixa entre 16% e 40%.

O decreto altera as alíquotas da Tabela de Incidência do Imposto sobre Produtos Industrializados (TIPI), aprovada pelo Decreto nº 8.950, de 29 de dezembro de 2016.

No início do mês, Bolsonaro havia afirmado que pretendia assinar um decreto reduzindo a carga tributária sobre jogos eletrônicos. Segundo o presidente, a ideia é “deixar esse dinheiro, em vez de ir para o governo, ficar na mão do povo. Essa que é a intenção, é diminuir a carga tributária.”

Confira abaixo as novas alíquotas:

9504.50.00 – Consoles e máquinas de jogos de vídeo, exceto os classificados na subposição

De 50% para 40%

9504.50.00 Ex 01 – Partes e acessórios dos consoles e das máquinas de jogos de vídeo cujas imagens são reproduzidas numa tela de um receptor de televisão, num monitor ou noutra tela ou superfície externa

De 40% para 32%

9504.50.00 Ex 02 – Máquinas de jogos de vídeo com tela incorporada, portáteis ou não, e suas partes

De 20% para 16%

G1

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. humbabomber disse:

    Massa!! kkkk

Ministério da Saúde reduz distribuição de vacina antirrábica e Sesap alerta para casos de raiva em animais; veja registros no RN

Foto: Prefeitura de Piracicaba

O Ministério da Saúde comunicou à Secretaria de Saúde Pública do Rio Grande do Norte que o número de doses da vacina antirrábica (VARC), solicitadas pelo Programa Estadual de Controle da Raiva da Sesap, foi reduzido de 800 mil para 500 mil. Este ano, o número de estados que receberão a vacina será reduzido para nove e a campanha será realizada no período de 19 de agosto a 18 de outubro, sendo o Dia “D” fixado em 28 de setembro.

Diante da diminuição das doses, a Sesap alerta a população sobre a necessidade de atentar para os sinais clínicos da doença nos animais domésticos e para o risco de contato desses com os animais silvestres, especialmente morcegos.

De acordo com a Nota Informativa Nº 51/2019 do Ministério da Saúde, os principais laboratórios produtores de imunobiológicos no Brasil estão com capacidade produtiva reduzida para atender as demandas dos Estados brasileiros. Foi afetada a produção de soro antirrábico (SAR) e dos soros antivenenos, bem como a produção de Vacina Antirrábica Canina (VARC).

As doses enviadas ao RN atenderão apenas municípios prioritários selecionados pela Sesap a partir de critérios orientados pela Coordenação Nacional do Programa de Controle da Raiva do MS, ou seja, municípios com registro de raiva animal nos últimos três anos em ao menos um dos seguintes animais: cão, raposa ou morcego. Outro critério são municípios com percentual de cobertura vacinal canina e/ou felina menor ou igual a 65% na última campanha.

Desde janeiro até o presente momento, são 61 animais positivos para raiva, sendo 55 morcegos, 4 raposas, 1 boi e 1 cão, em 19 municípios do RN.

Municípios selecionados para campanha de vacinação antirrábica no RN em 2019, segundo critério de positividade para raiva (Cão, raposa e morcego) e/ou de baixa cobertura vacinal em cão e/ou em gato.

1. Ceará-Mirim

2. Extremoz

3. Macaíba

4. Natal

5. Parnamirim

6. São Gonçalo do Amarante

7. Baía Formosa

8. Canguaretama

9. Nova Cruz

10. Nísia Floresta

11. Santo Antônio

12. Vera Cruz

13. Assu

14. Mossoró

15. Afonso Bezerra

16. Bento Fernandes

17. Guamaré

18. Jardim de Angicos

19. Jandaíra

20. João Câmara

21. Macau

22. Riachuelo

23. Pedro Avelino

24. Pureza

25. Taipu

26. Caicó

27. Jaçanã

28. Santa Cruz

29. São Paulo do Potengi

30. São Tomé

31. Serra Caiada

32. São Bento do Trairi

33. Almino Afonso

34. Venha Ver

35. Lagoa de Pedras

36. Senador Georgino Avelino

37. Fernando Pedroza

38. Governador Dix-sept Rosado

39. Janduís

40. Ipanguaçu

41. Triunfo Potiguar

42. Rio do Fogo

43. São Miguel do Gostoso

44. Currais Novos

45. Parelhas

46. Campo Redondo

47. Boa Saúde

48. São Pedro

49. Cel. João Pessoa

50. Major Sales

51. Rodolfo Fernandes

52. São Francisco do Oeste

53. Serrinha dos Pintos

54. Severiano Melo

55. Riacho de Santana

56. Taboleiro Grande

Portaria do Ministério da Economia reduz a zero alíquota sobre diversos bens de capital

Foto: Arquivo Agência Brasil

Portaria do Ministério da Economia amplia a lista de bens de capital que terão sua alíquota de imposto de importação reduzida a zero. Bens de capital são maquinários, ferramentas, instalações e outros tipos de equipamentos utilizados para a fabricação de produtos para consumo. A medida foi publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira (2).

Por meio dessa portaria, que começará a vigorar no prazo de dois dias, o governo pretende tornar equipamentos desse tipo, que nem sempre são produzidos no Brasil mas que são necessários para a modernização ou para o aumento da produção industrial, mais acessíveis para o setor. O governo já havia publicado portaria similar em maio.

Entre os equipamentos citados pela portaria há diversos tipos de caldeiras, motores, elevadores de escavadeiras, motobombas, centrífugas, rotores, fornos, cabeçotes, chapas, hidrolisadores, secadores, máquinas de laminação, rotativas, filtros, rotuladoras, embaladoras, balanças, dosadores, envernizadores, esmaltadores, lavadoras, guinchos, propulsores, guindastes, empilhadeiras, carenagens, cintas, descasdadores, polidores, moedores, amassadeiras, masseiras, tostadeiras, fatiadoras, serras, desfibradores, impressoras, cilindros, tornos, perfuradores, prensas, moinhos, misturadores, pavimentadoras, trançadeiras, trituradores, engrenagens, ultrassom, cabos e até máquinas automáticas de café expresso.

Agência Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Ted disse:

    Muito bom!!!
    Parabéns MITO e dr Paulo Guedes.
    Dê condições aos brasileiros que eles trabalham, geram empregos e renda pro nosso Brasil.
    Chega de esmolas.

Caixa reduz juros dos financiamentos imobiliários; taxas valerão tanto para imóveis novos e usados, como terrenos, construção, ampliações e reformas

Foto: Arquivo/Agência Brasil

Os mutuários da Caixa Econômica Federal vão contrair financiamentos para a casa própria com juros menores. O banco anunciou nesta quarta-feira (5) a redução dos juros do crédito imobiliário e igualou as taxas do Sistema Financeiro da Habitação (SFH) e do Sistema Financeiro Imobiliário (SFI) para as operações contratadas a partir de segunda-feira (10).

A taxa mais alta cobrada pelo banco caiu de 11% ao ano mais a Taxa Referencial (TR, atualmente em zero) para 9,75% ao ano mais a TR. A taxa mais baixa, paga pelos correntistas ou quem tem algum tipo de relacionamento com a Caixa, passou de 8,75% ao ano mais TR para 8,5% ao ano mais TR. A Caixa concentra cerca de 70% do crédito imobiliário no país.

O banco unificou as taxas do SFH e do SFI. O SFH é voltado para os financiamentos de imóveis de menor valor e tem parte das unidades financiadas com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). O SFI é destinado a imóveis com valor acima de R$ 1,5 milhão sem cobertura do FGTS. Por abranger unidades mais caras, tradicionalmente o SFI cobrava juros mais altos que o SFH.

As novas taxas valerão não apenas para a aquisição de imóveis novos, mas também para o financiamento de imóvel usado, a compra de terreno para construção, a construção em terreno próprio, além de ampliações e reformas.

Renegociação

O banco também anunciou a renegociação de dívidas imobiliárias de pessoas físicas. O devedor poderá pagar uma entrada à vista e incorporar as parcelas atrasadas nas prestações seguintes. O mutuário também poderá abater das prestações o saldo do FGTS ou mudar a data de vencimento das parcelas.

Segundo a Caixa, o cliente também poderá procurar uma agência para tentar um acordo personalizado. O banco está disposto a perdoar multas em alguns contratos.

Conforme a Caixa, a renegociação beneficiará 600 mil famílias devedoras, com potencial de alcance de 2,3 milhões de pessoas.

Agência Brasil

 

AINDA ASSIM, NÃO RELAXE: Natal reduz em mais de 40% os casos de dengue em 2019

O Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) segue trabalhando forte para combater as arboviroses em Natal e o resultado pode ser constatado através de números.

Até a 21ª semana do ano, a baixa no número de casos foi em toda a capital potiguar foi de 30,3% em relação ao mesmo período do ano passado. A maior queda foi de zika, passando de 145 para 77, uma redução de 46,9%. Em seguida vem os registros de dengue, que caíram de 6.624 para 3.877 (-41,5%).

Em Natal, atualmente funcionam duas metodologias: O Vigiadengue, que já foi apresentado, inclusive, em feiras internacionais; e as Estações Disseminadoras de Larvicidas, técnica desenvolvida pela Fiocruz do Amazonas.

Além disso, sempre que ocorrem aumentos em determinados locais, como o que ocorreu em uma região do bairro do Tirol, o CCZ promove ações específicas, como a intensificação da visita dos agentes de endemias nas residências, mobilização da população e operações com UBV portátil e carro fumacê.

Mesmo com os índices apresentando resultados melhores, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) reafirma a necessidade da população continuar os cuidados para que os mosquito Aedes aegypti, transmissor dessas doenças, não se prolifere, principalmente com a continuidade do período chuvoso na capital potiguar.

Confira algumas dicas:

– Mantenha a caixa d’água fechada

– Mantenha tampados tonéis e barris d’água

– Lave com semanalmente com escova e sabão os tanques utilizados para armazenar água

– Encha de areia até a borda os vasos das plantas

– Coloque no lixo todo objetivo que não será mais utilizado e que possa acumular água (latas, garrafas..)

– Coloque o lixo em sacos plásticos e mantenha a lixeira bem fechada

– Mantenha as calhas das casas limpas

– Não deixe água acumulada sobre a laje

Condomínio Bosque dos Poetas reduz a conta de energia com Sistema Megga Solar

INFORME PUBLICITÁRIO

Fotos: Divulgação

O condomínio Bosque dos Poetas, na Cidade dos Bosques, em Nova Parnamirim, é mais um grande condomínio a instalar o Sistema Megga Solar, que está reduzindo o consumo de energia elétrica de empresas, residências e condomínios a praticamente zero. Existem casos em que uma conta de energia saiu do valor de R$ 3.700,00 para apenas R$ 69,00, que é o caso de um motel em Natal. No caso do Bosque dos Poetas a Megga Solar instalou seu sistema na quadra de squash, no salão de festas, no estacionamento e no prédio da administração central. Quem ganha com isso são os condôminos, pois certamente o valor poderá ser abatido da taxa de condomínio ou, ainda, ser utilizado em benfeitorias pelo condomínio.

Nós moramos numa região com sol o ano inteiro, então se você instalar o Sistema Megga Solar você vai zerar o consumo de energia da sua casa ou empresa e ainda vai gerar créditos para abater de contas de energia de outros imóveis que você possui. Você vai ver também que em alguns meses, o valor que você investiu instalando o Sistema Megga Solar volta todinho com a economia na sua conta de energia.

A Megga Solar é uma das maiores empresas deste segmento no Brasil e trabalha com projetos personalizados e equipe toda treinada. Oferece ainda financiamento acessível e facilitado pra você instalar o seu Sistema, com garantia de energia limpa e renovável, e de produto todo certificado. Quer uma dica? Visite agora mesmo o site deles em www.meggasolar.com.br, ou ligue 3217-7155, e peça hoje mesmo um orçamento sem compromisso.

Fotos: Divulgação

Governo do RN reduz consumo de combustível e economiza mais de R$ 900 mil em três meses

O Governo do Estado do Rio Grande do Norte, entre fevereiro e abril de 2019, economizou mais de R$ 900 mil em combustível, segundo dados da Secretaria da Administração e dos Recursos Humanos, que faz o gerenciamento compartilhado da frota com a Secretaria de Segurança Pública e da Defesa Social (Sesed). Com maior controle, fiscalização, identificação da frota e estabelecimento de cotas, o Estado reduziu em 230 mil litros o consumo de combustível no posto interno, em relação ao mesmo período do ano passado.

O posto interno abastece praticamente toda a frota que atende a Região Metropolitana de Natal. O consumo diário de combustível na unidade interna de abastecimento, que antes variava entre 15 e 16 mil litros, passou a ser de 10 a 12 mil litros/dia.

A redução é fruto da intensificação no trabalho de controle e fiscalização, resultante dos procedimentos adotados após a publicação do Decreto Nº 28.700, de 24 de janeiro de 2019, que dispõe sobre o cadastramento da frota veicular do Poder Executivo do Estado do Rio Grande do Norte e estabelece a gestão compartilhada da fiscalização e do controle do uso de veículos oficiais.

De acordo com a Coordenadoria do Patrimônio da Searh foram estabelecidas cotas para uso diário e semanal dos carros. Os veículos operacionais, que fazem parte da frota de secretarias como Segurança e Saúde, são abastecidos diariamente. Já os veículos administrativos têm cota semanal. As cotas foram estipuladas com base no consumo médio de um período de seis meses do ano anterior.

A partir de 15 de fevereiro de 2019, final do prazo para que os órgãos do Executivo Estadual se adequassem ao que foi estabelecido no Decreto, a Searh e a Sesed intensificaram o trabalho de fiscalização e controle de toda cadeia que envolve o abastecimento de veículos do Estado.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Gil disse:

    Governo deve 3 Bilhões e economizou 200 mil por mês com combustível. Muito bem, rapidinho vai pagar a dívida kkkk

  2. Jade da silva disse:

    Deveria começar por ela, que tem carro e usa o oficial. SE os funcionários, vão de transporte públicos ou seus próprios carros, para que gestores , secretários, assessores, deputados, juízes, desembargadores etc, não usam os seus?.

  3. Joaquim disse:

    Não precisa alugar carros para diretores de empresas.

  4. Luciana Morais Gama disse:

    Pode economizar mais se devolver os CARROS ALUGADOS e usar UBER.

Mercado reduz pela quinta semana seguida estimativa de crescimento da economia em 2012

A expectativa de analistas do mercado financeiro para o crescimento da economia este ano caiu pela quinta semana seguida. A projeção para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB), desta vez, passou de 2,72% para 2,53%. Para 2013, houve redução de 4,5% para 4,3%. As informações constam do boletim Focus, uma pesquisa semanal do Banco Central (BC), divulgada às segundas-feiras.

A expectativa para o crescimento da produção industrial também caiu, ao passar de 1,15% para 1%, em 2012, e de 4,25% para 4,2%, no próximo ano.

A estimativa para a cotação do dólar ao final do ano permanece em R$ 1,90, em 2012, e foi ajustada de R$ 1,87 para R$ 1,88, no fim de 2013. A previsão para o superávit comercial (saldo positivo de exportações menos importações) foi mantida em US$ 20 bilhões, neste ano, e em US$ 15 bilhões, em 2013.

A projeção para a relação entre a dívida líquida do setor público e o PIB também não foi alterada e ficou em 35,85%, este ano, e 34,25%, em 2013.

Para o déficit em transações correntes (registro das transações de compra e venda de mercadorias e serviços do Brasil com o exterior), a estimativa passou de US$ 68 bilhões para US$ 65,9 bilhões, este ano, e de US$ 72 bilhões para US$ 72,28 bilhões, em 2013.

A expectativa para o investimento estrangeiro direto (recursos que vão para o setor produtivo do país) passou de US$ 55,05 bilhões para US$ 55,1 bilhões, neste ano. Para 2013, subiu de US$ 59 bilhões para US$ 59,4 bilhões.

Kelly Oliveira
Repórter da Agência Brasil